COMPANHIA DAS LETRAS PUBLICARÁ SELO EM PORTUGAL

RIO — A partir de fevereiro, o Grupo Companhia das Letras publicará em Portugal um selo com o mesmo nome. Em conjunto com a Portugal Penguin Random House, a editora brasileira lançará autores, clássicos e contemporâneos, brasileiros e de língua portuguesa de outras nacionalidades . O primeiro livro a ser publicado no mercado português é o romance O irmão alemão, o mais recente de Chico Buarque. Lançado no Brasil em novembro de 2014, o livro já teve 100 mil cópias impressas.

 

Para 2015 estão garantidos, além de Chico Buarque, os clássicos Vinicius de Moraes e Carlos Drummond de Andrade, e nomes como Fernanda Torres, Sérgio Rodrigues e Raphael Montes. No Brasil, a Companhia das Letras passa a intensificar a publicação de autores portugueses. Já neste ano, será publicado o romance “A Biografia involuntária dos amantes”, de João Tordo, autor vencedor do Prêmio José Saramago.

 

Em Portugal, Companhia das Letras será o selo dedicado à publicação de autores de língua portuguesa de todas as nacionalidades, com 12 títulos planejados já para o primeiro ano.

 

Fonte: O Globo

Categoria: Literatura e Filmes
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EASY RIDERS – O CINEMA DA NOVA HOLLYWOOD

A mostra reúne os filmes mais importantes produzidos na renovação do cinema americano, ocorrida entre as décadas de 1960 e 1970. O prolífico período permitiu que muitos jovens diretores conseguissem lugar de destaque no cinema moderno mundial ao apostar em novas linguagens e na quebra de tabus. Veja a programação completa aqui.

 

 

Quando: De 14/01 a 09/02, de quarta a segunda, em horários diversos, conforme programação.

Onde: Centro Cultural Banco do Brasil – SCES trecho 2 lote 22.

Local: Asa Sul

Preco: R$ 4 (inteira).

Informações: 3108-7600.

 

Fonte: BsbMobile

Categoria: Cult
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PROTEÍNA DE CAFÉ TEM EFEITO SIMILAR AO DA MORFINA, IDENTIFICAM PESQUISADORES

Embrapa e Universidade de Brasília apontaram peptídeos com atividade analgésica e ansiolítica

RIO – Pesquisadores da Embrapa e da Universidade de Brasília (UnB) descobriram fragmentos de proteína no café com efeito similar ao da morfina, apresentando qualidades analgésica e ansiolítica. Em seguida, os cientistas verificaram que os peptídeos encontrados demonstraram ter mais tempo de duração desses efeitos em experimentos com camundongos. O pedido de patente de sete peptídeos identificados no estudo foi encaminhado ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi) no final de agosto do ano passado.

 

 

Sob a coordenação do pesquisador Carlos Bloch Júnior, o estudante Felipe Vinecky caracterizou essas moléculas como parte da sua tese de doutorado desenvolvida no Departamento de Biologia Molecular da UnB e na Embrapa. Ele identificou os peptídeos quando estava em busca de genes de café associados à melhoria da qualidade do produto em um projeto desenvolvido em parceria entre a Embrapa e o Centro de Cooperação Internacional em Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (Cirad, na sigla em francês).

 

Vinecky e Bloch observaram que algumas sequências gênicas continham fragmentos internos (encriptados) com estruturas semelhantes a de alguns opióides endógenos de humanos, como a encefalina. Assim, decidiram sintetizar análogos estruturais para avaliar experimentalmente suas funções biológicas e efeitos fisiolóficos em mamíferos.

 

Na maior parte da semente do café, no endosperma, um concentrado proteico foi submetido à digestão enzimática in vitro para simular o processo digestivo em humanos e, assim, deduzir como poderia ser o processo real de biodisponibilização e atividade final dessas moléculas dentro do organismo.

 

Em seguida, foram realizados testes com camundongos na Universidade de Brasília que comprovaram o efeito similar ao da morfina. No entanto, foi demonstrado que o tempo de duração do efeito analgésico é significativamente superior, cerca de quatro horas. Não foram registrados efeitos colaterais pelas condições experimentais avaliadas.

 

O estudo de proteínas nas quais são identificados fragmentos internos funcionais (peptídeos encriptados) é parte de um novo conceito em desenvolvimento na área de biomoléculas que foi iniciado há mais de uma década pela equipe do Laboratório de Espectrometria de Massa da Unidade (LEM), patenteado em 2006 e publicado em 2012.

 

“Mal comparando, seria como uma Matrioshka (boneca russa) molecular. Dentro da molécula maior existem outras menores, porém com formas e atividades diferentes da maior de todas ou da maior imediatamente anterior”, explicou Carlos Bloch.

 

Fonte: O Globo

Categoria: Acontece
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REDUÇÃO DA POBREZA NA AMÉRICA LATINA FICOU ESTAGNADA EM 2014

Segundo Cepal, percentual de pessoas em condições de pobreza ficou estável em 28%, enquanto miséria aumentou

SANTIAGO – A luta para reduzir a pobreza na América Latina está estagnada há dois anos, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). De acordo com o estudo, 28,1% dos habitantes da região — o equivalente a 167 milhões de pessoas — ainda viviam em condições de pobreza no ano passado, mesmo percentual registrado em 2012.

 

 

“A recuperação da crise financeira internacional não parece ter sido aproveitada suficientemente para o fortalecimento de políticas de proteção social que diminuam a vulnerabilidade frente aos ciclos econômicos”, disse a comissão, em comunicado.

 

O relatório “Panorama Social da América Latina” mostrou ainda que a população em pobreza extrema aumentou para 12% (equivalente a 71 milhões de pessoas) em 2014, contra taxa de 11,7% registrada no ano anterior.

 

“As projeções mostram um leve crescimento na taxa de miséria, o que significaria não só um retrocesso desta taxa aos níveis observados no início da década, como também um crescimento significativo na quantidade de pessoas afetadas por esta situação, devido ao crescimento demográfico”, acrescentou a entidade.

 

Apesar da estagnação registrada regionalmente, cinco dos 12 países acompanhados registraram diminuição de mais de 1 ponto percentual nos níveis de pobreza. As maiores diminuições foram registradas no Paraguai, El Salvador, Colômbia, Peru e Chile.

 

Em outro levantamento, considerando não só a renda, mas também outros fatores, como acesso a serviços, emprego, proteção social e padrão de vida, a instituição identificou que os países que mais reduziram os níveis de pobreza foram Brasil, Argentina, Uruguai, Chile e Venezuela.

 

“Os países da América Latina e do Caribe enfrentam hoje o desafio de seguir impulsionando os progressos significativos na redução da pobreza e o desemprego, assim como ampliar os incipientes avanços na distribuição de renda, alcançados em conjunto com a consolidação democrática, a estabilidade macroeconômica e as políticas sociais”, afirmou a Cepal.

 

Fonte: O Globo

Categoria: Em pauta
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BELL EXCLUSIVE

Bell Marques ficou conhecido por atrair, com sua trajetória inigualável, uma legião de fãs diferenciada, que roda o País acompanhando seus shows. Em setembro de 2013, Bell Marques chamou atenção do Brasil inteiro ao anunciar sua saída do Chiclete com Banana. O lançamento de sua carreira solo aconteceu no último dia de Carnaval, em 2014, à frente do Bloco Vumbora, no circuito Barra-Ondina.

 

 

Dia 01 de fevereiro, no anel interno do Estádio Nacional Mané Garrincha, Brasília recebe o show Bell Exclusive. O evento será 100% Open Bar Premium! Absolut, Chivas, Cerveja, Refrigerante e Água liberados.

 

Em sua nova fase, o cantor tem surpreendido o público com sua nova banda e com o repertório eclético. No palco, Bell Marques apresenta, além de canções de sua antiga banda, imortalizadas em sua voz, sucessos de outros grandes nomes da música e faixas do novo CD, batizado de Vumbora.

 

Dica:

Bell Exclusive

Dia 1 de fevereiro, domingo, a partir das 18h

Local: Anel interno do Estádio Nacional Mané Garrincha

 

Ingressos:

- Exclusive feminino (inteira – 1º lote): R$ 280,00

- Exclusive feminino (meia – 1º lote): R$ 140,00

- Exclusive masculino (inteira – 1º lote): R$ 320,00

- Exclusive masculino (meia – 1º lote): R$ 160,00

 

Pontos de Venda: Lojas Free Corner e Sete Mares; www.blueticket.com.br

Classificação Indicativa: 18 anos

Mais informações: 3468-1820 / 9368-7272

 

Fonte: Dicas da Capital

Categoria: Fique de Olho
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IPC-S AUMENTA EM SEIS CAPITAIS NA TERCEIRA SEMANA DE JANEIRO

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) teve alta em seis das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) da segunda para a terceira semanas de janeiro. O maior avanço da taxa de inflação foi registrado em São Paulo: 0,53 ponto percentual, ao passar de 1,4% na segunda semana para 1,93% na terceira semana.

 

Outra cidade que teve alta acima da média nacional de 0,23 ponto percentual foi Belo Horizonte (0,37 ponto percentual, ao passar de 1,2% para 1,57%). As demais cidades tiveram as seguintes altas: Salvador, 0,22 ponto percentual (ao passar de 0,94% para 1,16%), Recife, 0,17 ponto percentual (ao passar de 0,97% para 1,14%), Rio de Janeiro, 0,06 ponto percentual (ao passar de 1,68% para 1,74%) e Brasília, 0,01 ponto percentual (ao passar de 0,87% para 0,88%).

 

A única capital com queda na taxa de inflação da segunda para a terceira semana de janeiro foi Porto Alegre (0,02 ponto percentual, ao passar de 1,2% para 1,18%). A inflação nacional ficou em 1,51% na terceira semana de janeiro, ou seja, 0,23 ponto percentual acima da semana anterior.

 

Fonte: Agência Brasil

Categoria: Em pauta
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EXPOSIÇÃO “A FOTOGRAFIA CONSTRUINDO OLHARES”

De 13 a 25 de Janeiro terá a Exposição “A Fotografia Construindo Olhares”. Serão apresentados trabalhos de 14 fotógrafos em comemoração ao Dia Nacional da Fotografia, no Shopping Liberty Mall. Confira!

 

 

Data: 13 a 25 de Janeiro

Hora: Segunda a Sábado das 10h às 22h, Domingos e feriados 12h às 20h

Local: Shopping Liberty Mall

 

Sobre a A Fotografia Construindo Olhares

Em parceria com a Escola Brasiliense de Fotografia, o Shopping Liberty Mall abre espaço para os frequentadores do local terem acesso ao universo fotográfico. Nessa mostra, 14 fotógrafos selecionados apresentam seus trabalhos. É uma exposição coletiva dos alunos e ex-alunos da Escola Brasiliense de Fotografia em comemoração ao Dia Nacional da Fotografia.

 

A exposição ficará montada na Praça da Fonte, no piso térreo e é aberta ao público com visitação gratuita. O acervo conta com fotógrafos de 14 a 80 anos de idade, que buscam através das lentes retratar, com suas experiências pessoais, registros eternos.

 

A temática fotográfica vai desde cliques de paisagem, natureza, auto retrato e cliques únicos de gestantes em diversos momentos da gravidez.

 

Não perca essa oportunidade de construir um novo olhar através das imagens.

 

Vernissage da exposição: 13 de Janeiro às 18h

 

Ingressos

Entrada gratuita

*Valores dos ingressos sujeitos à alterações sem aviso prévio.

 

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Mais Informações

Telefone: (61) 3042-1235 / 9995-5255

Classificação:  Não informado

 

Fonte: DeBoa Brasília

Categoria: Cult
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LIVRO SOBRE JORNADAS DE JUNHO TRAZ ENTREVISTAS E ARTIGOS FEITOS NO CALOR DAS MANIFESTAÇÕES

Obra reúne representantes de diversas áreas que pensam o impacto daquele momento nos seus campos e no país

POR LEONARDO CAZES

 

RIO – Os protestos que começaram em junho de 2013 surpreenderam não só pelo tamanho das manifestações — as maiores vistas no Brasil desde a década de 1980 —, mas também pela pauta múltipla e difusa, a ocupação do espaço público por pessoas de diferentes ideologias e a organização horizontal com convocações pelas redes sociais. Surpresos e entusiasmados, os amigos Maria Borba, Natasha Felizi e João Paulo Reyes resolveram fazer um jornal com textos que ajudassem a pensar o que estava acontecendo no Brasil. Ao procurar uma editora para viabilizar a impressão, que seria distribuída durante os atos, receberam o convite para fazer um livro que reunisse artigos e entrevistas sobre o tema. Ali começava a gestação do recém-lançado “Brasil em movimento” (Rocco).

 

A obra traz uma série de reflexões feitas no calor dos acontecimentos por gente de diversas áreas, do arquiteto Paulo Mendes da Rocha ao economista Gustavo Franco, do compositor Gilberto Gil ao teórico da literatura Hans Ulrich Gumbrecht, do líder ianomâmi Davi Kopenawa ao geógrafo Jaílson de Souza e Silva, do historiador Daniel Aarão Reis ao advogado Pedro Abramovay, além de trabalhos dos artistas plásticos Tunga, Cildo Meireles, Antônio Manuel e Carmela Gross. Os escritores André Sant’Anna e Fausto Fawcett contribuíram com dois ensaios cortantes sobre o Brasil contemporâneo.

 

— Escolhemos gente que gostaríamos de ver envolvida no debate, que tivesse emoções e pensamentos sobre o que estava acontecendo para compartilhar — conta Natasha, jornalista e aluna da pós-graduação em Letras na UFRJ. — Buscamos saber para cada um as consequências que aquilo trazia no seu campo, pessoas que tinham nascido e vivido em diferentes momentos da História e visões de mundo diferentes. O objetivo foi pensar a partir das manifestações, não as manifestações em si.

 

Na obra, os textos estão datados e são apresentados em ordem cronológica. Os organizadores justificam a escolha porque as entrevistas ocorreram entre junho e dezembro de 2013, em meio a mudanças de conjuntura. Assim, os primeiros entrevistados nem tiveram a chance de falar sobre fenômenos que foram surgindo, como os black blocs. No entanto, durante a leitura, alguns dos principais temas discutidos nas ruas aparecem na fala dos convidados. Um exemplo é a relação dos protestos com a cidade para além da demanda por um transporte público de qualidade e gratuito. Arquiteta e professora da PUC-Rio, Ana Luiza Nobre faz uma análise sobre o Rio de Janeiro, cidade que passa por uma das maiores transformações da sua história e será sede dos Jogos Olímpicos de 2016.

 

Para a arquiteta, “o que veio à tona (nas manifestações), no fundo, foi a própria crise da cidade, junto com a recusa a um modelo de cidade limitada a poucos, em detrimento de muitos. Por isso, se as reinvindicações se mostraram variadas, e muitas vezes difusas, a estratégia não deixou de ser fundamentalmente a mesma: ocupar (e tensionar) o espaço público — seja ele uma praça, uma rua, um túnel ou os jardins de um palácio.”

 

Abordando a questão específica da gratuidade, o engenheiro Lúcio Gregori, secretário municipal de Transporte de São Paulo entre 1990 e 1992, defende a viabilidade da bandeira do Movimento Passe Livre, embora ressalte que, para colocá-la em prática, é necessário repensar toda a organização dos sistemas de transporte nas metrópoles brasileiras. Trocaria-se o sistema de concessão, que estabelece a tarifa como garantia do equilíbrio econômico-financeiro do contrato, por outro, de fretamento de frota, onde as empresas seriam remuneradas pelo Estado de acordo com um serviço específico, sem ingerência sobre o itinerário das linhas e o valor da passagem.

 

Já Paulo Mendes da Rocha identifica nos protestos a insatisfação com o que chama de “escravatura mascarada”. “Se o operário não precisasse gastar três ou quatro horas por dia no transporte, ele teria três ou quatro horas para estar aqui, nessa roda, conversando sobre esses temas. Portanto, uma das formas mais eficientes de opressão do homem contra o homem, na minha opinião, é manter o outro constantemente aflito: como fazer com a criança, como arranjar comida para amanhã, como ir para casa e voltar etc. Manter um estado de desequilíbrio e desorganização na vida é uma forma de escravatura mascarada”, critica.

 

Gilberto Gil viu o sentimento de insatisfação generalizada que tomou conta da multidão como sinal de um cansaço civilizacional. Para o compositor, “nossa queixa não é propriamente em relação aos nossos males, é em relação a males generalizados da sociedade humana. É o cansaço desse modelo de civilização, dessa máquina mercante, como já dizia Gregório de Mattos há três séculos: ‘Ó, quão dessemelhante…’.” Maria Borba, uma das organizadoras, conta que o músico questionou a razão de se fazer um livro sobre algo tão recente.

 

— Na conversa com vários deles apareceu essa impossibilidade de se formar, naquele momento, uma análise pronta do que estava acontecendo. Gil imediatamente protestou, com razão, sobre a necessidade de se produzir um livro, algo fechado sobre um movimento que ainda estava acontecendo. Nosso intuito era o de capturar como retratos os pensamentos produzidos no calor da hora ainda sem forma definida, abertos.

 

Uma das entrevistas mais reveladoras do livro é a do coronel da PM Robson Rodrigues da Silva, ex-comandante das UPPs e hoje chefe do Estado-Maior da corporação. O coronel reclama da pressão para criação de novas unidades e da falta de um planejamento para a sua expansão. O militar, que também é antropólogo, faz uma análise crítica da formação dos policiais e de como eles próprios veem o seu papel na sociedade. Na entrevista, feita em agosto de 2013, já aparecem conceitos que norteiam a reestruturação da Polícia Militar anunciada pelo novo comandante-geral coronel Alberto Pinheiro Neto na semana passada. O principal é a adoção, em todos os batalhões, do conceito de policiamento de proximidade já utilizado nas UPPs.

 

João Paulo Reyes, que no texto de abertura do livro faz um resumo dos principais acontecimentos do período, comenta que, no início do projeto, com o passar dos meses, a atenção das pessoas em relação aos protestos foi se dispersando e nem todos viam uma relação de continuidade entre os primeiros protestos de junho e, por exemplo, as greves dos professores e dos garis que ocorreram meses depois.

 

— Há um slogan de 68 que tem muito a ver com isso: as manifestações na época eram “a estreia de uma luta prolongada”.

 

Fonte: O Globo

Categoria: Literatura e Filmes
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