BRASILEIRO FESTEJA PRÊMIO EM FESTIVAL FRANCÊS DE QUADRINHOS

‘Tungstênio’, de Marcello Quintanilha, foi considerado a melhor história policial

SÃO PAULO – Radicado na Espanha e morando em Barcelona há 14 anos, o niteroiense Marcello Quintanilha, de 44 anos, foi premiado anteontem, no Festival de Angoulême, na categoria Polar, que segundo o autor pode ser definida como uma mistura dos gêneros policial e suspense, com uma pitada de crítica social. O livro escolhido pelo “Festival de Cannes dos quadrinhos” foi “Tungstênio”, lançado no Brasil em 2014 pela editora Veneta e na França no ano passado, pela Çà et Là.

 

— O selo de participação num certame como esses já é uma grande coisa. Ganhar um prêmio tem uma dimensão muito maior — diz ele, em entrevista por Skype ao GLOBO.

 

Ambientada em Salvador, a história de “Tungstênio” acompanha as agruras de quatro personagens: um sargento reformado do exército, um jovem traficante, um policial e sua mulher. É uma mudança e tanto das ambientações do início de sua carreira, quando as tramas se passavam nos subúrbios cariocas e eram protagonizadas por jogadores de futebol, motoristas de van e outros personagens da fauna local.

 

Quintanilha diz que os quadrinhos brasileiros são muito apreciados no mercado europeu. Nem tanto por ser estrangeiros ou por ter alguma particularidade, mas porque são bons.

 

— Não existe nada extraordinário nisso — diz o quadrinista. — Existe uma mudança conjuntural. Com a internet, a circulação dessas obras está mais ágil. Fica mais fácil.

 

O autor disse que acompanha o máximo que pode o que está se passando no mercado brasileiro de quadrinhos. Ele acha que o país passa por um momento interessante, mas é preciso “preencher algumas lacunas”:

 

— Precisamos melhorar nossa relação com as obras de gênero, criar publicações que reúnam histórias de terror, policiais, de cangaço. Costumávamos ter isso antes e perdemos. O mercado se fortalece.

 

Quintanilha está trabalhando em um novo livro, que deve ser lançado ainda no primeiro semestre. Segundo ele, são histórias curtas, dando segmento ao que fez em “Talco de vidro” (2015).

 

— São histórias bem fortes, que mergulham na psicologia dos personagens. São histórias inspiradas naquilo que eu sou e que pessoas muito próximas de mim viveram.

 

Fonte: O Globo

Categoria: Literatura e Filmes
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EXPOSIÇÃO SOBRE O CARNAVAL EM BRASÍLIA ESTÁ NO METRÔ DA RODOVIÁRIA DO PLANO

A exposição “Descubra porque a BOA do Carnaval é ficar em Brasília”, está aberta no metrô da estação da Rodoviária do Plano Piloto, das 6h às 23h30. O público poderá conferir a exposição até o dia 09 de fevereiro.

 

A mostra reúne 16 fotos da folia registradas em 2015 e um mapa para a visualização dos pontos dos blocos de rua.

 

As fotografias revelam a diversão de milhares de foliões reunidos que, nos últimos anos, não abriram mão de comemorar o carnaval na capital federal.

 

Aguarde mais informações*

 

Serviço

Data: até 09 de fevereiro

Hora: Das 6h às 23h30 (de segunda a sábado) | Das 7h às 19h (domingos e feriados)

Local: Estação do metrô – Rodoviária do Plano Piloto, Brasília-DF

 

Fonte: Jornal de Brasília

Categoria: Cult
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OBESAS E DIABÉTICAS TÊM DOBRO DE RISCO DE TER FILHO AUTISTA, DIZ ESTUDO

Separadamente, as condições também aumentam a probabilidade da síndrome

RIO — Um estudo publicado na revista científica “Pediatrics” mostra que mulheres que sofrem de obesidade e diabetes durante a gestação têm quase o dobro de chances de ter um filho com autismo ou alguma outra desordem relacionada ao desenvolvimento.

A pesquisa foi baseada nos registros de 2.734 crianças que tiveram seu pós-natal feito no Centro Médico de Boston, nos EUA, entre 1998 e 2014. Os bebês foram dividos em seis grupos, de acordo com o peso da mãe e o nível de diabetes dela, e os pesquisadores concluíram que tanto a obesidade quanto o diabetes — de todos os tipos, inclusive o diabetes gestacional — estavam associados com um risco aumentado de autismo e síndromes semelhantes. Mas, quando combinadas, as duas condições aumentavam ainda mais o risco de o bebê vir a sofrer de alguma síndrome de desenvolvimento. Nesses casos, o risco chegava a quase dobrar, em comparação com mães que não tinham problemas com peso ou diabetes.

 

Dados oficiais mostram que, pelo menos nos Estados Unidos, uma em cada 68 crianças tem autismo. A informação é do Centro para Controle e Prevenção de doenças (CDC, na sigla em inglês).

 

— Nossa pesquisa mostra que o risco de autismo começa no útero — disse a co-autora Daniele Fallin, chefe do Departamento de Saúde Mental da Escola Bloomberg e diretora do Centro Wendy Klag para Autismo e Deficiências de Desenvolvimento. — É importante para nós agora tentar entender o que há na combinação de diabetes e obesidade que está potencialmente contribuindo para uma saúde fetal aquém do ideal.

 

Fonte: O Globo

Categoria: Acontece
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PRODUÇÃO DA INDÚSTRIA FECHA 2015 COM A MAIOR QUEDA DA HISTÓRIA

Recuo acumulado no ano foi de 8,3%, segundo IBGE.

A produção da indústria brasileira encerrou o ano de 2015 com queda acumulada de 8,3%, segundo dados divulgados nesta terça-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o maior recuo da série, iniciada em 2003.

 

Na comparação com novembro, a atividade fabril sofreu redução de 0,7% e diante de dezembro do ano anterior, de 11,9%.

 

No ano, entre todos os setores da indústria analisados pela pesquisa, o de veículos automotores, reboques e carrocerias registrou a maior queda, de 25,9%. A produção de itens eletrônicos e ópticos caiu mais, 30%, mas tem peso menor que o de veículos, por isso sua importância é menor no índice geral.

 

Também puxaram o freio as indústrias de máquinas e equipamentos (-14,6%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-5,9%), metalurgia (-8,9%) e produtos de metal (-11,4%). Apenas as indústrias extrativas cresceram: 3,9%.

 

Entre as categorias econômicas, a de bens de capital – máquinas e equipamentos – recuou 25,5% e a de bens de consumo duráveis, 18,7%. Os segmentos de bens de consumo semi e não-duráveis recuaram 6,7% e de bens intermediários, 5,2%.

 

Comportamento em dezembro

 

Na comparação com novembro, a maioria dos segmentos da indústria mostrou queda, com destaque para máquinas e equipamentos (-8,3%), bebidas (-8,4%) e metalurgia (-5%).

 

Por outro lado, dez ramos mostraram alta, com as maiores influências partindo de: produtos alimentícios (2,6%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (3,3%), veículos automotores, reboques e carrocerias (4,7%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (12,2%) e celulose, papel e produtos de papel (5,4%).

 

Já em relação a dezembro de 2014, que sofreu um tombo ainda maior, as montadoras registaram redução de 30,9% na produção de veículos automotores, reboques e carrocerias.

 

Também recuaram as produções de indústrias extrativas (-11,5%), máquinas e equipamentos (-25,2%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-7,6%), metalurgia (-14,1%) e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-37,1%), entre outros.

 

Apenas os segmentos de produtos alimentícios (4,4%) e celulose, papel e produtos de papel (2,6%) aumentaram sua produção.

 

Fonte: G1

Categoria: Em pauta
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BLOCO DA PRETA BRASÍLIA

A cantora Preta Gil vai colocar, pela primeira vez, seu bloco nas ruas da capital federal.

A Antarctica fechará o Carnaval de Brasília deste ano com evento inédito. A BOA traz à capital federal uma das maiores atrações do Rio de Janeiro: o Bloco da Preta, ícone do informal Carnaval carioca. Os foliões já podem se preparar, com samba no pé, para o trio elétrico, que terá circuito fechado. A festa acontecerá no dia 13 de fevereiro, a partir das 15h. Não fique de fora dessa, confira!

 

Qual dia?

13 de fevereiro

Qual o horário?

Das 15h às 0h

Onde vai ser?

Estacionamento do Ginásio Nilson Nelson

Quais as atrações?

Abertura: 15h com DJ

Banda de Brasília: 16:30h

Bloco da Preta: 19:30h

Dj Marlboro: 21:30h

Qual o valor do ingresso?

Camarote Feminino

1ºLote (Inteira) 120.00 – (Meia) 60.00

Camarote Masculino

1ºLote (Inteira) 160.00 – (Meia) 80.00

*Valores dos ingressos sujeitos à alterações sem aviso prévio.

Onde está vendendo?

Site: http://www.medleyproducoes.com.br/

Mais informações:

Telefone: Não informado

Classificação: 18 Anos. Menores apenas acompanhados dos pais

 

Fonte: Sou Brasília

Categoria: Fique de Olho
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DÓLAR VOLTA A FECHAR EM ALTA APÓS TRÊS QUEDAS SEGUIDAS

Moeda avançou 0,67% frente ao real, vendida a R$ 3,9860.

O dólar fechou em alta nesta terça-feira (2), após três quedas seguidas e após ter batido o menor valor do ano na véspera. O mercado ficou atento à nova queda dos preços do petróleo e adotou tom de cautela com o fim do recesso parlamentar no Brasil.
A moeda norte-americana subiu 0,67%, vendida a R$ 3,9860. Veja a cotação do dólar hoje. No ano, o dólar acumula valorização de 0,94%.
Nesta terça, a moeda norte-americana atingiu R$ 4,0221 na máxima do dia e R$ 3,9717 na mínima.

 

De acordo com a agência Reuters, após uma recuperação na semana passada, os preços do petróleo voltaram a cair nesta semana conforme diminuíram as esperanças de um acordo para reduzir a produção global da commodity. A queda vem deprimindo o apetite por moedas relacionadas a commodities.

 

“O noticiário ainda se concentra na queda do petróleo, e o quadro segue mais desfavorável para ativos de risco”, escreveram analistas da corretora Guide Investimentos em nota a clientes.

 

No cenário local, o mercado voltou a adotar cautela ao fim do recesso parlamentar e a retomada do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.

 

A visita de representantes da agência de classificação de risco Moody’s ao Brasil nesta tarde também atraiu atenções. A Moody’s colocou em dezembro o grau de investimento brasileiro em revisão para rebaixamento, o que normalmente significa que uma ação pode ser tomada em um período de 90 dias.

 

“O cenário interno está tenso. A qualquer momento pode vir uma notícia ruim que funcione com um gatilho para uma alta do dólar”, disse o operador de uma corretora nacional à Reuters.

 

Na véspera, o dólar fechou vendido a R$ 3,9591, em baixa de 1,62%. No ano, há alta acumulada de 0,28%.

 

Nesta manhã, o Banco Central promoveu mais um leilão de rolagem dos swaps que vencem em março, vendendo a oferta total de 11,9 mil contratos. Ao todo, a autoridade monetária já rolou cerca de 11% do lote total, que equivale a US$ 10,118 bilhões.

 

Alta em janeiro

Em janeiro, o dólar subiu 1,93% sobre o real. Durante o mês, o dólar chegou à maior cotação da história. No dia 21 de janeiro, a moeda fechou os negócios cotada a R$ 4,1655.

A alta mensal registrada em janeiro foi a terceira seguida. Segundo a Reuters, em três meses a moeda registrou valorização de 4,18%.

 

Fonte: G1

Categoria: Em pauta
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JOY: O NOME DO SUCESSO

Criativa desde a infância, Joy Mangano (Jennifer Lawrence) entrou na vida adulta conciliando a jornada de mãe solteira com a de inventora e tanto fez que tornou-se uma das empreendedoras de maior sucesso dos Estados Unidos.

 

Trailer

 

Lançamento: 21 de janeiro de 2016 (2h4min)

Dirigido: David O. Russell

Elenco: Jennifer Lawrence, Robert De Niro, Bradley Cooper mais

Gênero: Biografia , Drama , Comédia

Nacionalidade: EUA

Não recomendado para menores de 10 anos

 

Fonte: Adoro Cinema

Categoria: Fique de Olho
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COMCIÊNCIA

A partir do dia 21 de janeiro, o prédio do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) Brasília será tomado pelas estranhas figuras criadas por Patricia Piccinini, um dos grandes destaques da produção contemporânea australiana. Ao mesmo tempo repulsivos e sedutores, os seres concebidos pela artista em seu estúdio de Melbourne – que em muito se assemelha a um espaço de criação de efeitos especiais para o cinema, com seus ateliês de pele, unha ou cabelo – provocam uma imediata e paradoxal resposta do público. Se por um lado suas formas causam asco ou repulsa, sua familiaridade e doçura geram uma empatia quase imediata. Trata-se de um jogo preciso, que encanta não apenas pelo virtuosismo técnico, mas sobretudo porque desperta por meio do sensorial uma série de indagações acerca do mundo contemporâneo, dos efeitos da ciência e dos limites morais e éticos do ser humano.

 

De que maneira a arte, em parceria com a natureza e a ciência, nos faz entender um pouco mais e melhor sobre nós mesmos? Teria a humanidade consciência de que se isola de forma ingênua e perigosa daquilo a que não está acostumada, destruindo o que lhe é estranho? Conhecemos realmente os efeitos futuros das recentes e profundas manipulações genéticas? O incômodo provocado por esses monstrengos de silicone concebidos por Patricia nos mostra sobre nossos próprios sentimentos, ampliando nossa compreensão sobre questões complexas e delicadas como a imposição de padrões de beleza, o racismo e a xenofobia. Não à toa Patricia Piccinini costuma dizer que seu mundo é mais repleto de perguntas do que de respostas.

 

“Sou interessada em descobrir o sentido do que é ser humano no âmbito da engenharia genética e da biotecnologia, e como essas tecnologias influenciam a maneira como nos relacionamos com o mundo. O mundo que crio existe em algum lugar entre o que conhecemos e o que está quase sobre nós (a imaginação, ou o futuro). Minhas criaturas, apesar de estranhas e por vezes inquietantes, não são assustadoras. Em vez disso, é a sua vulnerabilidade que muitas vezes vem à tona. Elas pedem que as olhemos além de sua estranheza, nos convidando a aceitá-las. Somos cercados por modificações genéticas escondidas em nossos alimentos e animais, sem ao menos dar conta! Eu não induzo o visitante a pensar qualquer coisa sobre engenharia genética, mas pergunto como eles se sentem frente a essas possibilidades. Trabalho com uma variedade de materiais e linguagens, de esculturas feitas de silicone e fibra de vidro a fotografia e vídeo, passando pelo desenho e a pintura”, resume a artista, cujo trabalho já foi levado a inúmeras galerias ao redor do mundo e teve destaque nas Bienais de Liverpool, Berlim, Havana e Veneza. Na edição de 2003 desta última, foi a única representante da Austrália com a mostra individual We are Family.

 

Intitulada ComCiência, a primeira exposição individual de Patricia Piccinini no Brasil – que fez sua estreia em São Paulo faz um amplo apanhado da produção da artista e reúne alguns de seus principais trabalhos. Logo na entrada, no térreo, o espectador se depara com peças icônicas da artista como Big Mother (uma figura agigantada, que se assemelha a uma macaca e amamenta um bebê); The Conforter  (uma menina toda coberta de pelos acalenta um pequeno ser, de pele macia e pés fofos como um bebê humano, mas que tem uma boca agigantada e sem olhos –; ou ainda The Observer (2010), um curioso menino que observa o mundo de um ponto de vista privilegiado e perigoso, o alto de uma pilha inclinada de cadeiras. Qualquer metáfora com o percurso que a exposição propõe ao espectador não é mera coincidência.

 

Em uma das alas da exposição foi criada uma espécie de garagem, na qual estão reunidas uma série de máquinas antropomorfizadas, uma espécie de diluição provocativa entre o inorgânico e o orgânico. Em outro módulo estão organismos absolutamente descolados da realidade, como Sphinx. Mas todo o centro cultural será tomado pelas bizarras figuras (esculturas, relevos e desenhos) da artista. Segundo o curador Marcello Dantas, a proposta foi ativar todas a salas do CCBB como sendo o lugar onde esses seres vivem, comem, dormem. “É como se você tivesse entrado nesse circo, nessa casa mal-assombrada”, povoada por criaturas que podem ser completamente abstratas, absolutamente verossimilhantes, misturas biologicamente plausíveis, mesclas de diferentes animais ou mutantes perfeitamente saídos de um filme de ficção científica. Talvez um dos pontos de partida da artista tenham sido os bichos que ela, nascida em Serra Leoa em 1965, descobriu ao chegar na Austrália, aos sete anos de idade. Bastaria citar o ornitorrinco ou o canguru para confirmar o importante papel desses animais incomuns no imaginário nacional. Como diz Dantas, “trata-se de um país que tem licença poética para a invenção”.

 

O caminho é repleto de surpresas e subversões de sentido. Reforçando ainda mais esse universo potente de relações, muitas vezes contraditórias, foi criado um audioguia que permite aos visitantes ir além da percepção visual, ouvindo os sons, as respirações e até a linguagem daquelas criaturas. “A ideia é permitir que se tenha uma ideia da essência desses personagens”, explica Dantas, que concebeu o sistema com a colaboração estreita da artista, que costuma dizer que suas criações têm cheiro de gengibre.

 

“Trata-se de uma obra sobre a aceitação”, diz o curador sobre o trabalho de Patricia, acrescentando que por isso gostaria que fosse uma exposição popular e que atraísse o público infantil. “As crianças possuem menos pré-conceitos”, define. Um dos grandes atrativos da mostra, o voo de um gigantesco balão na forma de um híbrido entre uma baleia e uma tartaruga, intitulado de Skywhale e originalmente criado para as celebrações do centenário de Canberra em 2013 está agendado para fazer um sobrevoo em Brasília no dia  dia 20 de janeiro  e no dia 21 estará exposto na área verde do CCBB (Próximo ao Pavilhão de Vidro) para apreciação dos visitantes.

 

No dia 23 a artista Patrícia Piccinini realiza palestra aberta ao público às 19:30 h no Teatro I.

 

Essa mistura alquímica entre natureza e tecnologia, que flerta tanto com o surrealismo e o hiperrealismo – o que explica a aproximação recorrente feita com o trabalho de outro ilustre artista australiano, o escultor Ron Mueck –, nos faz questionar sobre nossa semelhança e vínculo com esses seres. Seríamos nós monstrengos disfuncionais como eles, ou produziremos algum dia descendentes com esse grau de disfuncionalidade? Afinal, “genética é história da forma de corpo”, sintetiza Dantas, lembrando que nosso código genético é uma espécie de narrativa, de ponto indicativo do nosso passado e do nosso futuro, que carregamos conosco.

 

Diante de possibilidades terrivelmente ameaçadoras como essa, não seria surpreendente pensar a obra de Patricia como profundamente crítica dos avanços incontrolados da ciência e um tanto desesperançosa. Porém, há na delicadeza dessas figuras e no afeto que elas despertam algo de redentor: “seria uma obra pessimista se esses seres não estivessem repleto de amor”, conclui o curador.

 

Dica:

​ComCiência

​De ​21 de janeiro a 04 de abril, de quarta a segunda, das 9h às 21h

Local: CCBB Brasília (SCES, Trecho 02, lote 22)

​Entrada franca

Classificação Indicativa: Livre​

Mais informações: 3108-7600

 

- Dia 20 de janeiro: Voo do balão sobre Brasília ( Jardins, 16h30)

 

- Dia 23 de janeiro: Palestra aberta ao público da artista Patrícia Piccinini (Teatro I, 19h30; distribuição de senhas uma hora antes do evento)

 

Fonte: Dicas da Capital

Categoria: Cult
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