FÓRUM GLOBAL DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL REÚNE LÍDERES NA DINAMARCA

Na semana em que o Conselho da União Europeia decide sobre as metas do clima e energia para os países europeus nos próximos dez anos, cerca de 300 líderes de alto nível estão reunidos hoje e amanhã em Copenhague, capital da Dinamarca, para a quarta edição do Fórum Global de Desenvolvimento Sustentável (3GF). O tema este ano é Mudando Padrões de Produção e Consumo por Meio de uma Ação Transformadora.

 

Representantes do China, México, Etiópia, Quênia, Catar e Dinamarca fazem parte da reunião com o tema ‘Mudando Padrões de Produção e Consumo por Meio de uma Ação Transformadora’

 

Criado em 2011, o fórum conta com a parceria de seis governos: Dinamarca, China, México, Etiópia, Quênia e Catar. Grandes empresas multinacionais, como Hyundai, Samsung e Siemens também são parceiras, além de organizações como a Agência Internacional de Energia (IEA, a sigla em inglês), o Pacto Global das Nações Unidas e a Corporação Financeira Internacional do Banco Mundial (IFC, da sigla em inglês).

 

Na abertura do evento nesta segunda-feira (20/10), a primeira-ministra da Dinamarca, Helle Thorning-Schmidt, enfatizou a importância do fórum como um espaço de debate entre governos e iniciativa privada na busca de parcerias e políticas globais que garantam o desenvolvimento sustentável. Ela convocou os líderes presentes a “tomar as decisões certas, que garantam um futuro de oportunidades para as próximas gerações”.

 

O diretor-geral de Questões Globais do Ministério de Relações Exteriores do México, Roberto Dondisch, lembrou que na 21ª Conferência do Clima (COP 21), a se realizar em dezembro de 2015, em Paris, as nações discutirão os termos de um novo acordo climático global. “A cooperação entre nações desenvolvidas e nações em desenvolvimento, agora, é fundamental para a construção de políticas sustentáveis no futuro. Queremos aprimorar a nossa sinergia agora”, afirmou. Também citando a COP 21, o subchefe da Administração Nacional de Energia da China, Liu Qi, destacou a importância da construção de uma economia global de baixo carbono, com a redução da emissão de gases de efeito estufa.

 

O fórum contará com plenárias, seções temáticas especiais e rodadas de conversação entre governos e iniciativa privada. Hoje, os participantes conhecerão projetos bem-sucedidos de cidades sustentáveis e discutirão com consumidores de classe média dos países parceiros, convidados pela organização do evento, sobre como atender as expectativas dos cidadãos sem comprometer as oportunidades para as futuras gerações.

 

Nos dias 23 e 24 de outubro, um dia depois do encerramento do 3GF, o Conselho da União Europeia decidirá se aprova o pacote de medidas sobre Clima e Energia 2030. O marco regulatório, que foi apresentado pela Comissão Europeia em janeiro, tem como meta principal reduzir em 40% (em relação a 1990) a emissão de gases de efeito estufa até 2030. Outro objetivo é diminuir a dependência energética da Europa, que importa mais de 50% da energia que consome.

 

O marco regulatório busca incluir os países da União Europeia entre as economias de baixo carbono, tornando, com isso, o sistema energético do bloco econômico mais competitivo, seguro e sustentável. Além da meta de reduzir em 40% a emissão de gases de efeito estufa em 15 anos, o plano prevê a ampliação, em 27%, do consumo de energias renováveis, o aumento da eficiência energética das empresas em no mínimo 30% e reformas no sistema de emissões de créditos de carbono, para torná-lo mais eficaz.

 

Fonte: Agência Brasil

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PROTOCOLO DE NAGOYA COMEÇA A VALER SEM A PARTICIPAÇÃO DO BRASIL

Com adesão oficial de 51 países, acordo diz respeito ao acesso a recursos genéticos e repartição de benefícios da biodiversidade

RIO – O Protocolo de Nagoya, acordo internacional sobre o acesso a recursos genéticos e a repartição justa e equitativa dos benefícios de sua utilização, entrou em vigor sem a participação do Brasil, embora o país seja signatário. O texto do documento, ratificado por 51 países, foi oficializado no domingo, em Pyeongchang, na Coreia do Sul, durante a XII Conferência das Partes (COP) da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB).

O Pantanal Mato-grossense, exemplo da biodiversidade brasileira – YASUYOSHI CHIBA / AFP

 

A oficialização do documento foi seguida pela primeira Reunião das Partes do Protocolo de Nagoya, com agenda até o próximo dia 17 e participação das referidas nações que integram o acordo. O encontro deu início às discussões para a implementação do que está previsto no documento, que só foi validado após as 50 ratificações necessárias para entrar em vigor.

 

A não participação do Brasil, considerado a nação com a maior biodiversidade do planeta no protocolo, enfrenta críticas de especialistas. A expectativa é que a entrada em vigor do tratado proporcione mais segurança jurídica e maior transparência para provedores e usuários de recursos genéticos.

 

O mote é a criação de uma estrutura voltada ao uso de recursos genéticos e conhecimentos tradicionais associados ao reforçar as oportunidades para uma partilha justa e equitativa de benefícios. O protocolo pode dar novos incentivos à conservação da biodiversidade e ao uso sustentável de seus componentes.

 

“Ferramentas práticas como o Protocolo de Nagoya são fundamentais para o uso sustentável e equitativa da biodiversidade. Congratulo os Estados-membros que ratificaram esse instrumento jurídico internacional importante. Ao cumprir a promessa feita na Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável de 2002, fizeram uma contribuição significativa para a agenda de desenvolvimento sustentável pós-2015”, disse o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, em material divulgado recentemente pela ONU, no Brasil.

 

Ratificaram ou aderiram ao tratado: Albânia, Belarus, Benin, Butão, Botsuana, Burkina Faso, Burundi, Comores, Costa do Marfim, Dinamarca, Egito, Etiópia, União Europeia, Fiji, Gabão, Gâmbia, Guatemala, Guiné-Bissau, Guiana, Honduras, Hungria, Índia, Indonésia, Jordânia, Quênia, Laos, Madagascar, Ilhas Maurício, México, Estados Federados da Micronésia, Mongólia, Moçambique, Mianmar, Namíbia, Níger, Noruega, Panamá, Peru, Ruanda, Samoa, Seicheles, África do Sul, Espanha, Sudão, Suíça, Síria, Tadjiquistão, Uganda, Uruguai, Vanuatu e Vietnã.

 

Fonte: O Globo

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CONSCIÊNCIA PODE PERMANECER POR ATÉ TRÊS MINUTOS APÓS A MORTE, DIZ ESTUDO

Cientistas entrevistaram pacientes que chegaram a ter morte clínica, mas voltaram à vida

RIO – Aquele túnel com uma luz brilhante no fundo e uma sensação de paz descritos por filmes e outras pessoas que alegaram ter passado por experiência de quase morte podem ser reais. No maior estudo já feito sobre o tema, cientistas da Universidade de Southampton disseram ter comprovado que a consciência humana permanece por ao menos três minutos após o óbito biológico. Durante esse meio tempo, pacientes conseguiriam testemunhar e lembrar depois de eventos como a saída do corpo e os movimentos ao redor do quarto do hospital.

 

Cena da novela “Amor Eterno Amor” da Rede Globo retrata a experiência de quase morte estudadas pelos cientistas da Universidade de Southampton – Reprodução

 

Ao longo de quatro anos, os especialistas examinaram mais de duas mil pessoas que sofreram paradas cardíacas em 15 hospitais no Reino Unido, Estados Unidos e Áustria. Cerca de 16% sobreviveram. E destes, mais de 40% descreveram algum tipo de “consciência” durante o tempo em que eles estavam clinicamente mortos, antes de seus corações voltarem a bater.

 

O caso mais emblemático foi de um homem ainda lembrou ter deixado seu corpo totalmente e assistindo sua reanimação do canto da sala. Apesar de ser inconsciente e “morto” por três minutos, o paciente narrou com detalhes as ações da equipe de enfermagem e descreveu o som das máquinas.

 

- Sabemos que o cérebro não pode funcionar quando o coração parou de bater. Mas neste caso, a percepção consciente parece ter continuado por até três minutos no período em que o coração não estava batendo, mesmo que o cérebro normalmente encerre as atividades dentro de 20 a 30 segundos após o coração – explicou ao jornal inglês The Telegraph o pesquisador Sam Parnia.

 

Dos 2.060 pacientes com parada cardíaca estudados, 330 sobreviveram e 140 disseram ter experimentado algum tipo de consciência ao ser ressuscitado. Embora muitos não se lembrassem de detalhes específicos, alguns relatos coincidiram. Um em cada cinco disseram que tinha sentido uma sensação incomum de tranquilidade, enquanto quase um terço disse que o tempo tinha se abrandado ou se acelerado.

 

Alguns lembraram de ter visto uma luz brilhante, um flash de ouro ou o sol brilhando. Outros relataram sentimentos de medo, afogamento ou sendo arrastado pelas águas profundas. Cerca de 13% disseram que se sentiam separados de seus corpos.

 

De acordo com Parnia, muito mais pessoas podem ter experiências quando estão perto da morte, mas as drogas ou sedativos utilizados no processo de ressuscitação podem afetar a memória:

 

- As estimativas sugerem que milhões de pessoas tiveram experiências vivas em relação à morte. Muitas assumiram que eram alucinações ou ilusões, mas os relatos parecem corresponder a eventos reais. E uma proporção maior de pessoas pode ter experiências vivas de morte, mas não se lembrarem delas devido aos efeitos da lesão cerebral ou sedativos em circuitos de memória.

 

Fonte: O GLobo

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UDF, COMPROMETIMENTO COM O FUTURO DO PAÍS

A rodada de sabatinas aos candidatos a governador do GDF terminou e foi um sucesso. Participaram do evento, Toninho (Psol), José Roberto Arruda, na época o candidato do PR, hoje representado por Jofran Frejat, Rodrigo Rollemberg  (PSB) e Agnelo Queiroz (PT). O único convidado que não conseguiu comparecer devido à agenda de campanha cheia, foi o Luiz Pitman (PSDB).

 

 

Confira aqui, a matéria na íntegra e algumas fotos do evento que mobilizou o UDF no último mês.

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MÉDICOS EXPLICAM COMO SÃO FEITOS OS TRATAMENTOS A LASER NOS OLHOS E PELE

O que os tratamentos de pele e olhos têm em comum? No Bem Estar desta terça-feira (23), a dermatologista Márcia Purceli e o oftalmologista Samir Bechara explicaram que o laser é um fator que pode ser usado nas duas áreas – no caso da visão, por exemplo, ele é usado para tratar problemas, como glaucoma e consequências da diabetes, ou ainda corrigir graus de óculos para quem tem hipermetropia, miopia e astigmatismo. É importante, porém, que a cirurgia seja sempre bem indicada, como alertou o médico.

 

Além desses problemas de visão, a cirurgia a laser pode ajudar também o paciente que tem presbiopia, que é a vista cansada. Mais comum em pacientes com mais de 40 anos de idade, esse problema acontece porque o músculo ciliar do olho já está fraco e o cristalino endurecido, dificultando o foco da imagem. Por isso, pacientes com presbiopia, ao lerem um livro, por exemplo, têm que afastá-lo para enxergar melhor, como explicou o oftalmologista Samir Bechara.

 

Fora o uso do laser nos olhos, a dermatologista Márcia Purceli explicou que ele pode ainda fazer bem para a pele, estimulando a produção de colágeno, por exemplo. Esse estímulo é importante para fechar os poros, mas para que isso realmente funciona, o paciente precisa fazer antes uma limpeza de pele. Além do colágeno, o laser pode ainda ser usado para tratar manchas, rugas, vasos ou ainda elminar pelos, como mostrou a médica.

 

Lipoaspiração a laser

 

Muita gente tem vontade de fazer uma lipoaspiração, mas acaba desistindo com medo da dor e da demora da recuperação. Porém, existe um método menos agressivo, que é a lipo a laser – mais suave do que a tradicional, ela deixa menos hematomas, menos sangramento, menos inchaço, provoca menos dores e o paciente ainda se recupera mais rápido. Vale ressaltar, no entanto, que esse procedimento não é um simples tratamento de beleza e não deve ser feito em consultório – como alertou a reportagem da Daiana Garbin, a lipoaspiração a laser é uma cirurgia que envolve muito rigor durante e também no pós-operatório

 

Fonte: G1

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UNIÃO EUROPEIA E ESTADOS UNIDOS SE MOBILIZAM PARA COMBATER EBOLA

A União Europeia convocou os membros do bloco a recuperar o tempo perdido com novas contribuições para combater o ebola, num momento em que os Estados Unidos anunciaram o desbloqueio rápido de 88 milhões de dólares para combater a epidemia.

 

Profissional da saúde leva uma mulher com suspeita de ebola para uma ambulância em Monróvia, na Libéria, nesta segunda-feira (15) (Foto: Reuters/James Giahyue)

 

A União Europeia deve apresentar um grande compromisso na reunião internacional organizada no fim de setembro pela ONU, em Nova York, disse a comissária europeia de Ajuda Humanitária Kristalina Georgieva, ao concluir em Bruxelas os trabalhos de uma reunião ministerial.

 

Georgieva pediu aos países membros que estimem antes da reunião de Nova York suas contribuições para completar o pacote de 150 milhões de euros que a Comissão já destinou à luta contra a epidemia.

 

Em Washington, o presidente Barack Obama pediu ao Congresso que aprovasse uma parcela de 88 milhões de dólares adicionais, o que elevaria o montante total da ajuda dos Estados Unidos a 250 milhões de dólares.

 

 

Obama precisa detalhar seu plano de ação na terça-feira durante uma visita à sede principal dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos em Atlanta.

 

No dia 5 de setembro, a União Europeia anunciou um pacote de quase 100 milhões destinados a reforçar globalmente os serviços públicos nos países envolvidos. Para Georgieva, a mobilização europeia é muito necessária, já que a comunidade internacional perdeu muito tempo no início.

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estimou que serão necessários nove meses e 500 milhões de euros para frear a epidemia.

 

Na reunião desta segunda-feira, convocada a pedido da França, uma dezena de países expuseram seu compromisso de desbloquear créditos e recursos, entre eles Alemanha, que indicou estar disposta a receber doentes.

 

Isolar o vírus, não a África
“Devemos isolar a doença, mas não os países”, indicou o comissário a cargo da Saúde, Tonio Borg, depois que várias companhias aéreas cortaram as rotas aéreas com os países afetados, entre eles Guiné, Serra Leoa e Libéria.

 

O coordenador da ONU para o ebola, David Nabarro, pediu à União Europeia que não repita os mesmos preconceitos apresentados no início da propagação da Aids. Por sua vez, a Human Rights Watch (HRW) convocou os governos envolvidos a garantir que as medidas tomadas respeitem os direitos fundamentais.

 

Serra Leoa decretou o confinamento de toda a população de 19 a 21 de setembro, enquanto as autoridades da Libéria são acusadas de realizar quarentenas arbitrárias.

 

“Devemos trabalhar contra o estigma”, indicou o secretário de Cooperação Internacional da Espanha, Jesús Gracia, que participou da reunião.

 

A epidemia de ebola na África Ocidental, a mais grave da história desta febre hemorrágica identificada em 1976, matou mais de 2.400 pessoas dos 4.784 casos detectados, segundo o último balanço de sexta-feira da OMS.

 

A reunião de Bruxelas também permitiu passar em revista as medidas de coordenação já tomadas para reforçar a proteção do Continente europeu contra qualquer propagação do vírus. ‘Para a Europa, o risco é mínimo, mas devemos permanecer alertas’, disse Borg.

 

Fonte: G1

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MAIORIA DOS INGRESSOS PARA OLIMPÍADAS CUSTARÁ ATÉ R$ 70

Mais da metade dos ingressos para as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, custará menos de R$ 70. O anúncio foi feito nesta terça-feira (16), pelo Comitê Organizador dos Jogos. Serão colocados à venda, 7,5 milhões de bilhetes. Desses, 3,8 milhões terão preços populares. O objetivo, segundo o Comitê, é possibilitar que o maior número de torcedores tenha acesso aos eventos esportivos.

 

As entradas mais baratas custarão R$ 40. Serão 14 eventos com ingressos a esse valor. Entre eles, a maratona e a fase preliminar da disputa de futebol, que, acontecerá também em outros quatro estados, além do Rio de Janeiro (Minas Gerais, Distrito Federal, Bahia e São Paulo). Já as finais do atletismo, vôlei de praia, vôlei (masculino) e basquete (masculino), serão os eventos esportivos com os bilhetes mais caros. Um ingresso para cada um destes eventos pode sair por até R$ 1.200. Para a cerimônia de Abertura, as entradas variam de R$ 200 a R$ 4.600. O encerramento será um pouco mais barato, com preços entre R$ 200 e R$ 3.000.

Como comprar

 

A partir de novembro, os interessados em adquirir ingressos devem se cadastrar no site de vendas, indicando quais esportes lhe interessam. A partir de então, o torcedor começará a receber notícias sobre essas modalidades. A solicitação de compra propriamente dita poderá ser feita entre março e junho de 2015. Em junho, será realizado o primeiro sorteio, como aconteceu na Copa do Mundo.

 

O segundo período de solicitação será entre julho e setembro de 2015. Nesta fase, os torcedores que não conseguiram ingressos anteriormente terão prioridade de compra. Em outubro, após os dois sorteios, começa a fase de venda direta, que, até dezembro, será exclusiva para brasileiros. As Olimpíadas começam no dia 5 de agosto de 2016.

 

Fonte: EBC

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MANTER A DISCIPLINA É MAIS IMPORTANTE QUE ACHAR DIETA CERTA

Uma equipe de pesquisadores canadenses pode causar frisson no “mercado das dietas” ao concluir que todas elas – de Atkins a Vigilantes do Peso, passando pela dieta da proteína e incluindo outras – têm resultados semelhantes, desde que seguidas com disciplina.

 

Foto: nitrub / Getty Images

 

O estudo, divulgado na publicação científica da Associação Americana de Medicina, recomenda que quem quer perder peso simplesmente escolha aquela que melhor se adequa ao estilo de vida – e se mantenha fiel à sua opção.

 

Reunindo dados de 48 testes clínicos, a pesquisa observou que todas as dietas cortaram calorias a um nível semelhante, o que pode explicar os resultados.

 

Os cientistas da Universidade de McMaster, em Ontário, e do Hospital do Instituto de Pesquisa de Doenças Infantis, em Toronto, analisaram dados de mais de 7.286 pessoas acima do peso que estavam de dieta.

 

O estudo mostrou que, após 12 meses, quem seguiu uma dieta com pouco carboidrato e baixo nível de gordura perdeu em média 7,3 kg. Aqueles que seguiam uma dieta baixa em carboidrato perderam um pouco mais de peso nos primeiros seis meses.

 

Mas “as diferenças entre as dietas foram pequenas e pouco significativas do ponto de vista de quem quer perder peso”, eles escreveram.

 

“Nossos resultados devem servir para reassegurar os médicos e o público de que não há necessidade de (escolher) uma única dieta que funcione para todos, porque dietas diferentes parecem oferecer benefícios (semelhantes) na perda de peso”, diz o estudo.

 

“Os pacientes podem escolher, entre as dietas mais associadas à perda de peso, aquela que lhes oferece menos desafios.”

 

No entanto, o estudo não analisou os efeitos mais amplos de cada dieta sobre a saúde dos indivíduos, por exemplo, em termos de níveis de colesterol, que podem variar de acordo com a escolha.

 

‘Certa para mim’
Susan Jebb, da Universidade de Oxford e conselheira do governo britânico para questões de obesidade, disse que as dietas eram mais semelhantes do que pareciam.

 

“É mais uma questão de se manter fiel à dieta”, disse Jebb. “Isso provavelmente significa encontrar a dieta certa pra você, e não a dieta que for melhor que as outras.”

 

Vegetarianos, por exemplo, teriam dificuldade em seguir dietas ricas em proteína e pobres em carboidratos, enquanto pessoas que vivem sozinhas se adequam mais facilmente a uma dieta baseada em líquidos do que aquelas que precisam cozinhar refeições para a família, exemplifica.

 

Jebb, que defende o corte na recomendação do consumo diário de calorias para 1,5 mil, reforça a importância de manter horários fixos para as refeições e aconselha evitar alimentos com grande teor de açúcar e gordura, como biscoitos, bolos e chocolates.

 

Fonte: Portal Terra

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