SELIC DEVE TER ALTA DE 0,5 PONTO PERCENTUAL, PREVÊ MERCADO

Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) esperam elevação de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros, a Selic, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) marcada para terça-feira (20) e quarta-feira (21). A taxa básica está em 11,75% ao ano. Com o ajuste previsto pelo mercado, ficaria em 12,25% ao ano pelos próximos 45 dias.

 

Ao fim de 2015, a expectativa do mercado é que a Selic chegue a 12,5% ao ano. Na última reunião de 2014, o Copom intensificou o aperto monetário, com elevação de 0,5 ponto percentual na Selic. No encontro anterior, em outubro, o aumento havia sido de 0,25 ponto percentual.

 

Apesar da intensificação e das previsões do mercado, o BC sinalizou que pretende ter cautela com os juros. A ata da reunião de dezembro do Copom destaca que “a política monetária deve se manter especialmente vigilante, de modo a minimizar riscos de que níveis elevados de inflação persistam”, mas salienta que “o esforço adicional de política monetária tende a ser implementado com parcimônia”. A reunião do Copom dura dois dias, com anúncio da nova Selic na quarta-feira.

 

A taxa Selic é o principal instrumento do BC para manter a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), dentro da meta estabelecida pela equipe econômica. O centro da meta corresponde a 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. O BC espera levar a inflação ao centro em 2016.

 

Quando o Copom  aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida. Isso reflete nos preços, pois os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

 

Fonte: Agência Brasil

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MERCADO FINANCEIRO PREVÊ INFLAÇÃO DE 6,67% EM 2015

Os investidores e analistas do mercado financeiro elevaram pela terceira vez consecutiva a projeção de inflação para 2015, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A estimativa passou de 6,6% para 6,67%. A previsão continua acima do teto da meta, que é 6,5%. Os dados são do boletim Focus, divulgado hoje (16) pelo Banco Central (BC). Para 2016, o mercado aposta em fechamento do IPCA em 5,7%.

 

O boletim Focus da última semana também reduziu, pela terceira vez, a projeção do crescimento da economia para 2015, de 0,4% para 0,38%. A estimativa para os preços administrados, que sofrem algum tipo de influência do governo, teve alta pela sexta semana, passando de 8% para 8,2%.

 

Com relação à taxa básica de juros, a Selic, a previsão para 2015 permanece em 12,5% ao ano. Amanhã (20), o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC dá início à primeira reunião de 2015 para decidir a taxa básica, atualmente em 11,75% ao ano. O Copom elevou a Selic nas últimas reuniões, a fim de conter a pressão inflacionária.

 

A projeção de câmbio foi mantida em R$ 2,80. A estimativa da dívida líquida do setor público passou de 37,25% para 37% em relação ao Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país). A projeção do déficit em conta-corrente, que mede a qualidade das contas externas, passou de US$ 77,4 bilhões a US$ 78 bilhões.

 

O saldo da balança comercial continuou em US$ 5 bilhões. Os investimentos estrangeiros foram estimados em US$ 58,2 bilhões contra US$ 60 bilhões das projeções anteriores. A previsão de crescimento da produção industrial caiu de 1,02% para 0,71%.

 

O Focus é uma pesquisa semanal do Banco Central, e as estimativas divulgadas hoje são avaliações feitas por instituições financeiras na semana passada.

 

Fonte: Agência Brasil

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PREÇOS DE ALIMENTOS, QUE PUXARAM INFLAÇÃO EM 2014, SOBEM EM RITMO MENOR ESTE ANO

Carne subiu 22,21% no ano passado, com mais exportações para Rússia

RIO – Os preços de alimentos, que puxaram a inflação em 2014, devem continuar com alta forte em 2015, apontam economistas, embora o ritmo deva ser menor. Até a carne, que subiu 22,21% e foi individualmente o item com maior impacto no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no ano passado, com 0,55 ponto percentual, também terá preço mais alto este ano.

 

Desde 2010 os preços de alimentos estão subindo em ritmo mais forte que o índice geral. Em 2014, os preços de alimentos subiram 8,03%, diante de um IPCA de 6,41%. Em 2013, as taxas foram de 6,48% e 5,91%, respectivamente. Na passagem entre 2013 e 2014 houve, então, alguma desaceleração na alta de preços de alimentos, mas o nível se manteve elevado. O grupo respondeu por 1,97 ponto percentual da inflação no ano passado, ou seja, 30,7% da alta veio de alimentos.

 

O preço da carne disparou no ano passado puxado por uma oferta menor por causa de abate de animais em anos anteriores, pela seca, que prejudicou as pastagens e pelo aumento das exportações para a Rússia. O país sofreu sanções de Estados Unidos e União Europeia pela anexação da Crimeia e acabou aumentando as compras de carnes brasileiras.

 

Mas não foi apenas a carne que puxou a inflação: o preço da refeição (consumida fora de casa) subiu 9,96% e teve impacto de 0,50 ponto percentual, seguido pelo lanche, com alta de 9,21% e impacto de 0,18 ponto percentual.

 

— O ano de 2014 teve dois movimentos. As condições climáticas, com a seca, afetaram os preços, principalmente no primeiro semestre. Depois, no entanto, os preços de commodities como soja, milho e trigo recuaram e favoreçam os preços, mesmo com o dólar mais alto — afirma o professor da PUC-Rio Luiz Roberto Cunha.

 

No caso da alimentação fora de casa, que avançou 9,79% em 2014 — depois de 10,07% em 2013 — influenciam também outros custos que afetam o setor de serviços como um todo: aluguel, alta do salário mínimo e energia. A refeição, segundo item de maior influência no IPCA geral, é o principal produto do grupo alimentação fora de casa.

 

— Há uma combinação dos fatores que influenciam os preços de alimentos e também os custos de serviços. O que é o negócio de comida? São os alimentos somados ao preço da mão de obra, dos aluguéis e da energia, que subiu 17,06% em 2014 — completa Cunha.

 

Alta de alimentos desacelera em 2015

 

Quase um quarto (24,86%) do orçamento das famílias é destinado às despesas com alimentação.

 

Já a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (INPC) – que considera as famílias com renda entre um e cinco salários mínimos – ficou em 0,62% em dezembro, frente a 0,53% em novembro. Com isso, fechou 2014 em 6,23%, acima da taxa de 5,56% de 2013. Os alimentos também foram a principal fonte de pressão: com alta de 7,80%, responderam por 2,34 ponto percentual dos 6,23%. A segunda maior influência veio do grupo habitação, com alta de 8,82% e impacto de 1,47%

 

Projeções de consultorias apontam que a alta nos preços de alimentos deve desacelerar este ano. A projeção da Tendências é aumento de 6,35%, enquanto a LCA Consultores estima uma alta de 6,9%. O ritmo de alta deve continuar mais forte na alimentação fora de casa que no domicílio. Para a Tendências, a variação deve ser de 7,3% e 5,2%, respectivamente. Já LCA estima 8,80% e 7,10%.

 

— A alta nos preços de alimentos deve ser menor em 2015 que em 2014, embora ainda em nível alto. A expectativa é que não haverá grandes pressões de preços em commodities agrícolas. Ao mesmo tempo, a renda continua crescendo, mesmo que em ritmo menor, o que afeta a alimentação fora de casa — explica a economista da Tendências Adriana Molinari.

 

Uma das vantagens, aponta o economista da LCA Consultores Fabio Romão, é que não há previsão de problemas climáticos como a estiagem do ano passado. Além disso, as boas safras de soja e milho ajudam a manter os preços menos pressionados.

 

— A alimentação vai continuar subindo, com uma taxa forte, mas aquém dos últimos anos. A alimentação não será um vetor tão importante para a inflação quanto foi em 2013 e em 2014. Agora, o peso maior será dos preços administrados — explica Fabio Romão.

 

A carne, protagonista da inflação em 2014, segue em alta, mas com ritmo bem inferior ao dos 22,21% do ano passado. A projeção da LCA Consultores é de aumento de 8,30% do preço da carne este ano.

 

A atividade econômica fraca deve contribuir, segundo Romão, para a desaceleração dos preços da alimentação fora de casa. A projeção da LCA ainda é elevada, de 8,80%, mas está abaixo dos 9,79% de 2014.

 

Preço de alimentos dobra em dez anos

 

Levantamento feito pelo IBGE mostrou que os preços de alimentos dobraram entre 2005 e 2014, com alta de 99,73%, enquanto a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 69,34%. O maior aumento nesse período ocorreu na alimentação fora de casa, com aumento de 136,14%, enquanto os alimentos consumidos em casa subiram 86,59%. Se considerada apenas a refeição fora de casa, o aumento acumulado em dez anos foi de 141,05%.

 

Segundo Eulina Nunes, coordenadora de Índices de Preços do IBGE, esse aumento contínuo dos alimentos tem sido atribuído às condições climáticas em todo o mundo, ao dólar e também ao aumento da demanda.

 

 

 

Fonte: O Globo

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PREÇO DO PETRÓLEO DESPENCA E COLABORA PARA QUEDA DE 1,43% DA BOLSA BRASILEIRA

Ações da Petrobras recuaram mais de 5%; dólar comercial subiu 1,09%, a R$ 2,667

SÃO PAULO — As incertezas externas e internas e a queda do petróleo no mercado internacionais pesaram sobre os negócios nos mercados brasileiros nessa segunda-feira. O Ibovespa, índice de referência da Bolsa local, recuou 1,43%, chegando aos 48.139 pontos. Esse desempenho foi puxado pela queda nas ações da Petrobras e bancos. Já o dólar comercial fechou em alta de 1,09% ante o real, a R$ 2,665 na compra e a R$ 2,667 na venda.

 

Os investidores refletem a nova queda no preço do petróleo. O barril do tipo Brent está sendo negociado a US$ 47,76, um recuo de 4,69%. Nesta segunda-feira, o banco de investimentos americano Goldman Sachs divulgou relatório prevendo que o barril do Brent chegará a US$ 42 daqui a três meses, por causa do excesso de capacidade de armazenamento nos Estados Unidos e antecipando aumento de estoques entre os produtores globais.

 

A cotação da commodity parece não ter reagido à notícia, divulgada domingo, de que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, firmou acordo com a Arábia Saudita para tentar recuperar os preços do petróleo no mercado internacional. Os detalhes do acordo não foram divulgados.

 

As ações da Petrobras, que passaram a manhã em terreno positivo, caíra com força no período da tarde. Os papéis preferenciais (sem direito a voto) da estatal fecharam em queda de 5,21%, a R$ 8,91, e os ordinários (com direito a voto) recuaram 5,59% a R$ 8,77.

 

— Estamos em um momento em que é difícil prever até quando via essa correção no preço das commodities. O investidor estrangeiro ainda vê a Bolsa brasileira muito atrelada à exportação de matérias primas, por isso esse efeito — disse Adriano Moreno, estrategista da Futura Invest.

 

Moreno, no entanto, lembra que no início do ano a Bolsa costuma ficar muito mais volátil, já que os gestores estão fazendo os ajustes de carteiras. Ele também não descarta uma mudança de rumo no pregão dessa segunda-feira, já que as Bolsas no exterior operam em alta.

 

Na avaliação de Raphael Figueredo, analista da Clear Corretora, os investidores estão mais influenciados pelo cenário doméstico, em que o relatório Focus do Banco Central mostrou uma nova revisão para baixo da perspectiva de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

 

— O descolamento em relação ao mercado externo existe devido a questões domésticas. Há uma preocupação com inflação e a redução da projeção do PIB. Além disso, o câmbio continua pressionado — avaliou.

 

Luiz Roberto Monteiro, operador da corretora Renascença, lembra que os índice de metais e de energia globais estão em queda. Com o recuo do minério de ferro, também registrou queda a Vale – recuo de 0,20% nas preferenciais e alta de 1,29% nas ordinárias.

 

OI TEM MAIOR QUEDA PERCENTUAL

 

A maior pressão negativa para o Ibovespa veio do setor bancário. O Banco do Brasil recuou 1,73%, enquanto o Bradesco registrou queda de 1,77%. O Itaú Unibanco, ação de maior peso no Ibovespa, caiu ainda com mais força, de 2,41%.

 

De acordo com Luis Gustavo Pereira, analista chefe da Guide Investimentos, a queda na cotação das ações de bancos reflete uma preocupação com a qualidade desses ativos.

 

— Há um aumento de risco em algumas operações e isso pode levar a algum ajuste nas provisões das instituições financeiras — disse.

 

A maior queda percentual ocorreu na operadora de telefonia Oi, que caiu 13,63%, a R$ 5,70. Os acionistas da Portugal Telecom, acionista da Oi, fariam nessa segunda uma Assembleia Geral para discutir a proposta da Altice para comprar da Oi os ativos da firma portuguesa. No entanto, a assembleia foi suspensa.

 

Também estão em queda as ações do setor elétrico. A Cemig teve queda de 3,29% e as da CPFL recuaram 0,73%. As ações de educação continuam pressionadas no curto prazo devido às mudanças no financiamento do Fies. Kroton caiu 8,39% e Estácio recuou 10,29%.

 

A Bolsa no Brasil opera na contramão dos mercados europeus. As ações sobem puxadas por companhias do setor farmacêuticas e por firmas gregas, após terem registrado sua maior queda semanal desde outubro na semana passada. O índice DAX, de Frankfurt, teve alta de 1,38% e o CAC 40, da Bolsa de Paris, registrou valorização de 1,18%. Já o FTSE 100, de Londres, ficou estável. Nos Estados Unidos, os principais índices estão em queda. Dow Jones recua 0,65% e o S&P 500 cai 0,88%. As Bolsas americanas operam até as 19h (horário de Brasília).

 

Fonte: O Globo

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PROJEÇÃO PARA INFLAÇÃO EM 2015 CONTINUA ACIMA DA META E CHEGA A 6,56%

Os investidores e os analistas do mercado financeiro elevaram de 6,53% para 6,56% a estimativa de inflação para 2015, apurada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A projeção ultrapassa o teto da meta, de 6,5%. O centro da meta é 4,5%, podendo variar dois pontos percentuais.

 

A projeção para o crescimento da economia foi reduzida de 0,55% para 0,5%. Os preços administrados, aqueles que sofrem algum tipo de influência do governo, como a tarifa de energia elétrica, tiveram a estimativa de aumento elevada de 7,8% para 7,85%.

 

Os números estão no relatório Focus divulgado semanalmente pelo Banco Central (BC). No documento, a taxa básica de juros (Selic) esperada permanece inalterada desde a última previsão, na semana passada, com 12,5% ao ano, e o câmbio, em R$ 2,80 – ambas estimadas para o fim do ano.

 

A estimativa da dívida líquida do setor público passou de 37% para 37,3% em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todas as riquezas do país.

 

Houve melhora no déficit em conta-corrente, um dos principais indicadores das contas externas, que passou de US$ 77,79 bilhões para US$ 77 bilhões, com o saldo da balança comercial em US$ 5 bilhões, e os investimentos estrangeiros diretos estimados em US$ 60 bilhões.

 

Fonte: Agência Brasil

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FGV INDICA INFLAÇÃO ACUMULADA EM 12 MESES DE 6,87%

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) encerrou o mês de dezembro com alta de 0,75%, o que representa avanço sobre o fechamento de novembro (0,65%) e ligeiro decréscimo na comparação com a última medição, referente à terceira prévia do mês (0,76%). Com essa variação, a taxa acumula alta de 6,87% entre janeiro e dezembro de 2014.

 

 

O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que cinco dos oito grupos de despesas pesquisados tiveram elevação de preços com taxas abaixo do registrado na apuração anterior. Entre eles, está o de habitação, que causou o maior impacto sobre o resultado (de 0,8% para 0,7%). Nessa classe de despesa, a maior influência foi a de eletricidade residencial (de 3,24% para 2,65%).

 

Em educação, leitura e recreação, o índice variou 0,89% ante 1,19% sob o efeito da passagem aérea (de 21,60% para 14,7%). No grupo transportes, a taxa ficou em 0,66% ante 0,73%, e o principal motivo foi a perda de força do preço da gasolina (de 1,16% para 0,17%).

 

Em comunicação, houve alta de 0,49% ante 0,58% com destaque para a tarifa de telefone móvel (de 1,42% para 1%). No grupo despesas diversas, a taxa passou de 0,21% para 0,20% e entre os itens que contribuíram para esse leve decréscimo estão os alimentos para animais domésticos (de 1,13% para 0,83%).

 

Já os alimentos seguiram em direção oposta e subiram 1,06% acima do período anterior (0,85%). A elevação foi puxada pelos laticínios – cujos preços caíram com taxa menor do a registrada na terceira prévia de dezembro (de -2,30% para -1,65%).

 

No grupo vestuário, o aumento foi 0,72% ante 0,62% e as roupas masculinas foram as que mais subiram (de 0,9% para 1,18%). Em saúde e cuidados pessoais foi registrada a mesma taxa de variação apurada anteriormente (0,52%).

 

Os cinco itens que mais pressionaram a inflação no período foram: tarifa de eletricidade residencial (2,65%), batata-inglesa (19,44%), tarifa de táxi (8,67%), aluguel residencial (0,85%) e refeições em bares e restaurantes (0,48%). Já no período de janeiro a dezembro, os principais itens foram: refeições em bares e restaurantes (0,59%), tarifa de eletricidade residencial (0,38%), aluguel residencial (0,35%), plano e seguro de saúde (0,32%) e condomínio residencial (0,19%).

 

Fonte: Agência Brasi

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BC FARÁ DE TUDO PARA QUE INFLAÇÃO VOLTE AO CENTRO DA META EM 2016, DIZ DIRETOR

O Banco Central (BC) fará o que for preciso para que a inflação volte ao centro da meta de 4,5%, em 2016, disse nesta segunda-feira (15) o diretor de Regulação do Sistema Financeiro e de Assuntos Internacionais, Luiz Awazu Pereira, ao participar do seminário Reavaliação do Risco Brasil. Ele disse que o BC fará tudo o que lhe couber e reconheceu que a inflação não depende apenas da atuação do órgão.

 

Awazu destacou que, ao longo de 2015, serão tomadas medidas de acordo com as circunstâncias que se apresentarem para que seja criada uma trajetória e a meta, atingida em 2016. No seminário, Awazu disse que manter a nota do país nas avaliações de risco é uma “questão de alta prioridade”. Segundo ele, o trabalho da equipe está voltado com para isso.

 

O diretor sênior da agência de avaliação de risco Standard & Poors, Sebastian Briozzo, reconheceu que o papel do Banco Central é importante. No entanto, Briozzo acredita que a instituição pode não ter capacidade de resolver a questão sozinha: “vai ser difícil o BC ser bem sucedido com sua capacidade se o [desempenho] fiscal não colaborar”.

 

As metas oficiais para a inflação no Brasil prevêem como patamar ideal a taxa de 4,5%, e, como teto, 6,5%. A última taxa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) se mantém acima desses valores, com 6,56% acumulados nos últimos 12 meses.

 

Fonte: Agência Brasil

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DÓLAR APROXIMA-SE DE R$ 2,70 E FECHA NO MAIOR NÍVEL EM QUASE DEZ ANOS

Uma semana após ultrapassar R$ 2,60, a moeda norte-americana encosta em R$ 2,70. O dólar comercial encerrou a segunda-feira (15) vendido a R$ 2,685, com alta de R$ 0,034 (1,29%). O valor é o mais alto desde 29 de março de 2005, quando a cotação tinha fechado em R$ 2,702.

 

O dia foi marcado pela volatilidade no mercado financeiro. Durante toda a sessão, a moeda operou em alta, mas o movimento se intensificou por volta das 12h30. Na máxima do dia, por volta das 15h, a moeda chegou a atingir R$ 2,695. O dólar acumula alta de 4,42% em dezembro e de 13,9% no ano.

 

Desde a reeleição da presidenta Dilma Rousseff, o dólar registra grande volatilidade. A cotação não caiu mesmo após a confirmação da nova equipe econômica, com Joaquim Levy no Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa no Ministério do Planejamento e Alexandre Tombini no Banco Central.

 

A instabilidade é agravada pelo cenário externo, principalmente depois que o Federal Reserve (Fed), o Banco Central norte-americano, encerrou o programa de injeção de dólares na economia mundial, motivado pela recuperação do emprego nos Estados Unidos.

 

O dólar não tem caído apesar de o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) ter aumentado a taxa Selic (juros básicos da economia) para 11,75% ao ano. Em tese, os juros domésticos mais altos ajudam a derrubar o dólar, porque ampliam a diferença das taxas brasileiras em relação às dos Estados Unidos, tornando o Brasil mais atrativo para aplicadores internacionais.

 

O dia também foi de turbulência na Bolsa de Valores. O Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou a sessão com queda de 2,05%, no menor nível desde março deste ano. As ações da Petrobras, as mais negociadas, caíram 9,2% depois que a estatal voltou a adiar a divulgação do balanço do terceiro trimestre.

 

Fonte: Agência Brasil

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