CONHEÇA A VENCEDORA DO CONCURSO PARA LOGOTIPO DO 4š CONGRESSO E INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO UDF

A grande criativa e vencedora do concurso para Logotipo do 4º Congresso foi a professora Manuel Smith. O logotipo enviado foi avaliado por uma Comissão Julgadora designada pela Pró-Reitoria acadêmica e de acordo com os critérios pré estabelecidos no Edital 13/2014 de lançamento do concurso.

 

 

Parabéns, Manuela!

 

O Congresso acontecerá nos dias 30 e 31 de outubro de 2014 no UDF. Clique aqui para conhecer mais sobre o 4º Congresso e Iniciação Científica do UDF.

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SER BILÍNGUE FAZ BEM AO CÉREBRO E PREVINE DEMÊNCIAS, DIZ PESQUISADORA

A psicóloga Ellen Bialystok, professora da Universidade de York, no Canadá, descobriu, em uma série de pesquisas, que as pessoas bilíngues têm vantagens cognitivas em comparação aos monolíngues. De acordo com a pesquisadora, quem fala duas línguas em seu cotidiano tem mais facilidade de focar sua atenção naquilo que é relevante, ignorando as distrações.

 

Além disso, o bilinguismo pode retardar o aparecimento de demências, segundo estudos conduzidos por ela. A cientista esteve no Brasil na semana passada para participar do evento “Bilingual Institute for Advancements”, organizado pela Escola Cidade Jardim/Play Pen, de São Paulo.
A razão pela qual os cérebros bilíngues são diferentes é que, para um bilíngue, as duas línguas estão sempre ativas. Não há revezamento entre as línguas. Então se você está falando em inglês comigo agora, o português continua totalmente ativo e disponível.

 

Potencialmente, esse é um problema. Se você tem duas possibilidades ativas sobre como dizer as coisas e como entender as coisas, esperaríamos muita confusão e muitas intrusões em que você escolheria a palavra da língua errada. Mas isso não acontece na prática. Por que?

 

O que a maioria dos pesquisadores acredita ser a explicação é que há um sistema no cérebro cujo trabalho é controlar e gerenciar a atenção quando há competição, quando duas coisas estão ativas e você tem que escolher uma e ignorar a outra. Este é o chamado sistema de controle executivo, e ele fica na parte da frente do cérebro.

Cérebro (Foto: Reprodução/Globo Repórter)

 

É um sistema muito importante: é o último sistema a se desenvolver na infância e o primeiro a declinar com o envelhecimento. É a base da atenção e da realização de tarefas simultâneas.

 

A ideia é que bilíngues, que sempre têm as duas línguas ativas, conseguem gerenciar essa competição e evitar potenciais intrusões e confusões ao usar o sistema de controle executivo.

 

O que você tem é uma situação em que os bilíngues estão usando esse sistema o tempo inteiro, muito mais do que os monolíngues. Então esse sistema muda, torna-se mais eficiente e torna-se mais forte.

 

Quem pode ser considerado bilíngue?

 

O bilinguismo não é uma distinção categórica. A questão nas pesquisas não é encontrar diferenças entre bilíngues absolutamente e totalmente proficientes e aqueles completamente monolíngues.

 

Em vez disso, ver que tipo de experiência bilíngue é associada com a emergência de diferentes tipos de mudanças. Em alguns casos, um pouco de experiência bilíngue é suficiente. Em outros, muito mais é necessário. Mas em geral, a regra é fácil: quanto mais, melhor.

 

A origem das diferenças dos bilíngues é a experiência de recrutar o sistema de controle executivo para o processamento de língua comum. Quanto mais tempo de experiência você tiver, mais eficiente vai ser.

 

Então as conclusões se aplicam a pessoas que simplesmente aprendem uma segunda língua?

 

Não muito. Para muitas coisas, você precisa de uma experiência bilíngue muito maior para que essa diferença possa ficar clara.

 

Temos um estudo em que dividimos adultos entre aqueles realmente bilíngues, aqueles intermediários, até os monolíngues. Demos a eles algumas tarefas sutis. Quando comparamos os realmente bilíngues com os realmente monolíngues, vemos esse efeitos. Bilíngues fazem as tarefas melhor e seus cérebros são mais eficientes. Mas se você olhar nos intermediários, eles não são muito melhores do que os monolíngues.

 

Nos estudos com crianças, como as crianças estão desenvolvendo essas habilidades, é mais fácil distinguir padrões mais sutis. Então, para crianças, mesmo pequenos aumentos da experiência bilíngue estão associados com uma melhor performance.

 

Por que decidiu estudar os efeitos do bilinguismo na demência?

 

Em 2004, publicamos nosso primeiro estudo com adultos mostrando os efeitos do bilinguismo. Até então, esses resultados eram relatados em crianças. Chamou muito a atenção da mídia e acho que falei com cerca de 300 jornalistas. Cada um deles, sem exceção, perguntou: “O que isso significaria para demência?”. Eu dizia: “Não sei, não estudamos a demência”. Expliquei que só selecionamos adultos saudáveis.

 

Mas eu pensei: se 300 jornalistas pensam que essa é uma pergunta interessante, deve ser uma pergunta interessante. Não tínhamos nenhuma evidência de que o bilinguismo teria algum efeito na memória ou na função do lobo temporal médio, afetado pela demência. Mas fizemos o estudo de qualquer maneira.

Crianças começam a aprender outro idioma cada
vez mais cedo (Foto: Reprodução/TV Integração)

 

Para nosso ligeiro espanto, descobrimos que, entre os bilíngues, a demência era diagnosticada em média 4,5 anos depois do que nos monolíngues. A razão não é clara, mas a resposta deve ter algo a ver com o fato de os bilíngues usarem a função frontal aprimorada do cérebro como compensação, quando declina a função medial.

 

Há desvantagens em ser bilíngue?

 

Há várias coisas que os bilíngues fazem pior do que os monolíngues. Ironicamente, todas são coisas de linguagem. Bilíngues têm um vocabulário menor em cada língua, têm um processo de recuperação de palavras mais lento e que envolve mais esforço. É mais difícil lembrar das palavras para eles. O processamento da língua parece envolver mais esforço.

 

Essas vantagens cognitivas dos bilíngues seriam suficientes para justificar matricular uma criança em uma escola bilíngue?

 

Há muitas razões para promover o bilinguismo em crianças. Uma delas é porque nossa pesquisa mostra que é muito bom para a cognição e o desenvolvimento. Essa é uma razão, mas há ainda mais razões para criar crianças com oportunidades bilíngues que são baseadas em resultados sociais, educacionais e ocupacionais.

 

Aprender outras línguas, além do que faz com o céu cérebro e com a função executiva, é bom porque alarga o horizonte das crianças. No caso de famílias que tem história de imigrantes, conecta as crianças com seu passado, permite que eles conversem com os avós. É bom para as crianças de muitas formas, e eu diria que, de todas as razões para apresentar as crianças oportunidades bilíngues em educação, os argumentos de cognição que estou dando são os menos importantes.

 

Fonte: Globo

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PARA INCENTIVAR LEITURA, PROJETO TRANSFORMA TÁXIS EM BIBLIOTECAS MÓVEIS

Iniciativa permite que leitores levem livros para casa e devolvam em outros táxis cadastrados

Já imaginou se em cada táxi que você entrasse encontrasse livros para ajudar a passar o tempo desperdiçado no trânsito e ainda poder levá-los para casa e continuar a leitura? Essa é a proposta do publicitário mineiro Tallis Gomes, 27 anos, para incentivar o hábito e tornar o tempo gasto no trânsito mais produtivo para os passageiros. Criador de um aplicativo para localizar táxis, o publicitário decidiu incorporar a Bibliotaxi, uma espécie de biblioteca móvel, nos veículos cadastrados no aplicativo.

 

O taxista Diego Kaleo Santana, 33 anos, aderiu ao projeto há três meses e aprovou a iniciativa

 

Inspirado em iniciativa com os táxis da Vila Madalena, em São Paulo, Thalis abraçou a causa e decidiu levar a ideia para todo o Brasil. O projeto, que começou em janeiro de 2013, ganhou corpo com a doação de mais 80 mil livros de uma livraria no ano passado e hoje já funciona em 26 cidades.

 

A ideia é bastante simples. Uma sacola é deixada pelo taxista no banco de trás do veículo com pelo menos três livros – que podem ir de clássicos como O príncipe, de Nicolau Maquiavel, à best sellers como A culpa é das estrelas, de John Green. Então, o passageiro escolhe o título e dá início à leitura. Se ele gostar, pode levá-lo para casa. Para devolvê-lo, basta localizar um outro táxi cadastrado na Bibliotáxi e entregá-lo ao motorista. “A intenção é que os livros retornem aos veículos por meio dos passageiros e que isso continue a funcionar com a ajuda deles, que podem doar livros para o projeto”, explica a representante da Easy Taxi, Camila Ferreia.

 

Em Brasília, 60% dos taxistas que são cadastrados no aplicativo já usam a biblioteca à bordo. Na profissão há oito anos, Diego Kaleo Santana, 33, aderiu ao projeto há três meses e aprovou a iniciativa. “A maioria das pessoas gosta da ideia, mesmo ficando um pouco receosas em levar o livro. Para nós, acaba sendo um atrativo a mais”, conta. Leitor assíduo desde criança, Diego explica que, entre uma corrida e outra, não resiste ao hábito. “Quando eu leio, me coloco na figura central da pessoa e consigo encarar melhor a vida. As pessoas que leem são, com certeza, mais felizes”, relata o taxista.

 

Passageiros também aprovam a ideia da “biblioteca ambulante”. A filósofa e servidora pública Antônia Sylvhia, 52 anos, conta que se surpreendeu ao entrar em um táxi com livros. “Já vi ações na parada de ônibus, mas no táxi é a primeira vez”, disse. Para ela, toda forma de informação e incentivo a leitura é válida. Apesar da possibilidade de levar para casa, Antônia acha que os livros podiam ter textos mais curtos para dar tempo de ler no caminho.

 

A estudante do 2º ano do Ensino Médio Maria Vitória Mansur, 16 anos, também não sabia da ideia, e se surpreendeu ao se deparar pela primeira vez com o BiblioTaxi. Veja, a seguir, o que ela achou da ideia.

 

Fonte: Correiobraziliense

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CAMPANHA: COLETA DE CAIXAS TETRA PAK PARA CONSTRUÇÃO DE FORRO ISOLANTE

Você sabe o que são embalagens “Tetra Pak”? São embalagens utilizadas em alimentos e bebidas como leite, sopas, sucos e outros produtos líquidos. Elas são feitas a partir de cartolina forrada com plástico e podem ser reutilizadas de várias maneiras. Uma delas é para construir forros isolantes térmicos para casas como solução sustentável para os problemas de desconforto térmico.

 

Pensando nisto, o UDF convida você a participar de uma campanha de arrecadação de embalagens Tetra Pak em prol de uma ação social. Com esse material, técnicos dos laboratórios da Instituição ensinarão a construir forros térmicos, que serão instalados em casas localizadas em comunidades carentes.

 

Para doar, basta depositar as caixinhas em um dos pontos de coleta localizados nos Edifícios Sede e 4R durante a Semana da Responsabilidade Social (15 à 20/09).

 

Participe desta campanha! Com uma única ação, você colabora com o meio ambiente e ajuda o próximo.

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PARTICIPE DO 14š CONGRESSO NACIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA – CONIC

O Sindicato das Entidades Mantenedoras de Ensino Superior – SEMESP realizará, nos dias 28 e 29 de novembro deste ano, o 14º Congresso Nacional de Iniciação Científica – CONIC. O objetivo é identificar talentos e estimular a produção de conteúdo científico por meio do exercício da criatividade e do conhecimento adquiridos.

 

Este ano o evento acontecerá na Universidade Cidade de São Paulo – UNICID. A Instituição, assim como o UDF, faz parte do Grupo Cruzeiro do Sul Educacional.

 

Segundo os organizadores, o evento representa um estímulo ao engajamento dos estudantes de graduação no processo de investigação científi­ca, o que contribui para a formação de pro­fissionais cada vez mais qualifi­cados para o mercado de trabalho. O Congresso apoia o desenvolvimento intelectual contínuo dos alunos, incentiva a pesquisa, a arte e a cultura e busca facilitar seu contato com o que há de mais novo no mercado, ao mesmo tempo em que promove visibilidade e valor aos trabalhos apresentados.

 

Confira o Regulamento e faça sua inscrição no site www.conic-semesp.org.br

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CAI PREVISÃO DO MERCADO PARA CRESCIMENTO DA ECONOMIA: ESTIMATIVA DE 0,52%

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) continua no mesmo patamar, de 6,27%

O mercado financeiro continua pessimista em relação ao desenvolvimento econômico. De acordo com o boletim Focus, apurado e publicado semanalmente pelo Banco Central, o crescimento da economia está estimado agora em 0,52%. Na pesquisa anterior, analistas e investidores tinham a perspectiva de aumento de 0,70%. A produção industrial poderá ter ligeira melhora, ao passar de -1,76% para -1,70%.

 

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) continua no mesmo patamar, de 6,27%. Não houve também alteração no câmbio. O dólar continua estimado em R$ 2,35, ao fim do ano. Os juros básicos da economia (Selic) deve fechar o ano em 11%. Os preços administrados, aqueles com influência do governo, crescerão 5,05% ante os 5,10% da pesquisa anterior.

 

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A dívida líquida do setor público terá uma ligeira queda na percepção do mercado, passando de R$ 34,99 bilhões para R$ 34,94 bilhões.

 

Fonte: CorreioBraziliense

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PALESTRA DA OAB DISCUTE TÉCNICAS DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM

 

A Ordem dos Advogados do Brasil – OAB realizará no UDF, no próximo dia 08, uma palestra sobre técnicas de conciliação, negociação, mediação e arbitragem. O objetivo é difundir e informar sobre as práticas pacíficas de resolução de conflitos entre os alunos e professores da Instituição.

 

Segundo Sídio Rosa, professor do curso de Direito do UDF e responsável pela organização do evento, o encontro será uma demonstração de resolução de conflitos, a chamada ‘cultura de litígio’. “Vamos demonstrar as vantagens da quebra de paradigma da ‘cultura do litígio’, que busca uma maior aproximação da chamada ‘cultura de pacificação social’”, explica o professor.

 

O evento será presidido por membros da comissão da OAB em dois turnos: pela manhã a palestra está prevista para começar às 8h30, já à noite, a partir das 20h. Ambos os encontros serão realizados no Auditório do Edifício Sede do UDF.

 

Para participar, basta acessar a Área do Aluno e efetuar sua inscrição. Serão concedidas horas complementares aos acadêmicos presentes.

 

Convide os seus colegas de classe e participe!

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INGLÊS SEM FRONTEIRAS

Esta aberto o processo seletivo para realização do teste Toefl ITP level 1 do Programa Inglês sem Fronteiras, destinado a alunos de Graduação e Pós-graduação Strictu Sensu. Estudantes cadastrados no Programa Ciência Sem Fronteiras tem prioridade sobre as vagas destinadas às aulas presenciais.

 

O Programa:

 

Programa Inglês sem Fronteiras (IsF) abrange diferentes tipos de apoio à aprendizagem da língua inglesa. O acesso ao estudo do idioma e a testes de nivelamento é facilitado a graduandos e pós-­graduandos interessados em aperfeiçoar seus conhecimentos no idioma.

 

Para concretizar tais atividades, o IsF conta com ações específicas, caracterizadas pelos módulos ensino de inglês online My English Online (MEO), diagnóstico do nível de proficiência no idioma inglês e ensino presencial.

 

Saiba mais sobre o Programa através do site http://isf.mec.gov.br/

 

Participe do Processo Seletivo. Cliquei aqui e leia o Edital.

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