CONFIANÇA DE SERVIÇOS SOBE 1,2% EM OUTUBRO

Esse é o registro da primeira alta do ano

O Índice de Confiança de Serviços teve a primeira alta no ano em outubro, puxado pela melhora das expectativas das empresas em relação ao futuro. O indicador, divulgado hoje (27) pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas, subiu 1,2% na comparação com setembro.

 

O consultor da FGV Silvio Sales avaliou que, apesar da alta, o quadro geral de indicadores mostra percepção desfavorável do setor, que teve o segundo pior resultado desde março de 2009. “Se, por um lado, as expectativas melhoraram um pouco em outubro de forma disseminada, por outro, a visão das empresas sobre o presente continua piorando”, informou.

 

O Índice de Expectativas teve alta de 4,4% em outubro, depois de ter registrado uma queda de 1% em setembro. Esse avanço ocorreu em sete dos 12 segmentos pesquisados, e, segundo a FGV, deve-se tanto na percepção sobre a tendência dos negócios, que subiu 4,4%, quando na demanda prevista, que aumentou 4,3%.

 

A pesquisa também constatou que mais empresas esperam cenário melhor para os serviços no país, já que saltou de 32,8% para 36% a parcela das otimistas e caiu de 12,6% para 10,5% a das pessimistas. Também aumentou o número de empresas que esperam crescimento da demanda, de 31,1% para 32,5%.

 

A situação atual, que compõe a outra metade do índice, recebeu avaliação pior do que em setembro, com resultado negativo em dez dos 12 segmentos pesquisados. O ISA-S caiu 3,3% em outubro, queda mais fraca que a de 6,2% registrada em setembro. A retração foi concentrada na avaliação da situação atual dos negócios, que caiu 5,7%, enquanto a redução da demanda atual ficou em 0,3%.

 

Caiu de 16,9% para 13,8% a proporção de empresas que avaliam a situação atual como boa. Já as que acreditam que a situação é ruim aumentou de 28% para 30%.

 

Fonte: Agência Brasil

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CRESCIMENTO DEVERÁ FICAR EM 0,27% EM 2014

O mercado financeiro manteve inalteradas as projeções de inflação e de crescimento da economia na semana que antecedeu as eleições. O boletim semanal Focus, divulgado hoje pelo Banco Central, informa que analistas e investidores mantiveram em 0,27% a expectativa de crescimento da economia para 2014.

 

Já a estimativa de inflação para este ano é 6,45%, pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), segundo a mesma publicação. Os preços administrados, regulados pelo governo, deverão ser reajustados no patamar de 5,15% no período.

 

Não houve alteração também para as projeções de câmbio: o dólar deverá atingir o valor de R$ 2,40; a taxa básica de juros (Selic) deverá chegar a 11% no final de 2014. A dívida líquida do setor público, no entanto, está estimada com uma leve piora, passando de 35,10% para 35,25% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todas as riquezas produzidas no país.

 

No setor externo, a situação continua delicada: o deficit em conta corrente, o indicador que mede o desequilíbrio das contas externas, deverá sburi de US$ 81 bilhões para US$ 81,5 bilhões. O saldo da balança comercial deberá cair de US$ 2,29 bilhões para US$ 2,10 bilhões. Os investimentos estrangeiros diretos (IED) estimados deverão permanecer em US$ 60 bilhões.

 

O IED, que é canalizado para o setor produtivo da economia, constitui uma das formas de o governo financiar o deficit em conta corrente.

 

A produção industrial, que já estava com previsão negativa, deverá ficar em -2,24 no final de 2014.

 

Fonte: Agência Brasil

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ECONOMISTAS VOLTAM A PIORAR PROJEÇÃO PARA O PIB DESTE ANO

Expectativa é de alta de 0,27%, levemente inferior à previsão de 0,28% da semana passada

Economistas do mercado financeiro voltaram a reduzir a projeção para o crescimento da economia brasileira neste ano, segundo o boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira. O relatório indica que o Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país) crescerá 0,27% neste ano. Na semana passada, o mercado havia elevado de 0,24% para 0,28% a previsão do PIB, quebrando uma sequência de 19 revisões negativas.

 

O levantamento é o primeiro divulgado após o BC divulgar que a economia desacelerou e cresceu só 0,27% em agosto, de acordo com o IBC-Br, resultado bem inferior ao 1,52% de julho. Com isso, pelas contas da autoridade monetária, o país cresce só 0,04% no ano, fortalecendo o pessimismo do mercado.

 

A pesquisa dessa semana também piorou a perspectiva para a indústria para queda de 2,24%, contra retração de 2,16% apontada no relatório anterior.

 

Em relação à inflação, a projeção continuou em 6,45% para este ano e 6,3% para o ano que vem. Entre o chamado “top 5”, grupo de economistas que mais acertam as previsões, a estimativa também foi mantida em 6,51%, acima do teto da meta do governo, de 6,5%. A pesquisa manteve ainda inalterada a projeção para a taxa básica de juros, a Selic, em 11% ao ano.

 

Fonte: O Globo

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PACIENTE QUE TEVE SUSPEITA DE EBOLA PEDE PRIVACIDADE E DEVE RECEBER ALTA LOGO

O paciente que continua internado na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) após ter sido descartada a suspeita de ebola não tem mais necessidades clínicas para permanecer hospitalizado e deve deixar o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI) assim que seu transporte for acertado e os últimos exames forem realizados.

 

Médicos do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas comentam caso de paciente com suspeita de ebolaTânia Rêgo/Agência Brasil

 

“A liberação dele independe dos resultados. Está condicionada à questão logística mesmo”, disse o vice-diretor do INI, José Cerbino, que participou de uma entrevista coletiva na manhã de hoje na sede da Fiocruz.

 

Proveniente de Guiné, um dos países que sofrem com a epidemia, o paciente pediu privacidade e a preservação de sua imagem. Por isso, a Fiocruz não vai divulgar informações sobre horário e deslocamento do paciente, que pode ocorrer ainda hoje (14).

 

De acordo com os representantes da Fiocruz o paciente tomou conhecimento da repercussão do caso nas redes sociais, inclusive com comentários racistas e teme ser discriminado na volta para o lugar onde estava morando, no Paraná. “Ele ficou preocupado, na situação dele de refugiado isso gera uma preocupação grande”, contou Cerbino sobre o receio do paciente.

 

Segundo os vice-diretores do INI, José Cerbino Neto e Marília Santini, que trataram diretamente do caso, o paciente passa bem, mas apresenta alterações no exame de sangue que não apontam para nenhum quadro infeccioso. Como já está internado, os médicos vão aproveitar para realizar exames de imagem, tomografia e hemograma, cujos resultados não serão divulgados também em respeito à privacidade do paciente.

 

O paciente é um homem de 47 anos e está internado em um quarto comum no INI, desde a confirmação de que não tem ebola. Dois testes foram realizados no Instituto Evandro Chagas, no Pará, e ambos deram negativo. Segundo Cerbino, os testes são confiáveis e não é necessário recorrer a laboratórios no exterior.

 

Os médicos infectologistas elogiaram a atuação da unidade de atendimento de Cascavel, no Paraná, que identificou a suspeita de ebola e recomendou que todos os postos de saúde perguntem no primeiro contato se há febre e se a pessoa esteve em áreas de epidemia nos últimos dias.

 

“Se ela responder positivo para as duas perguntas já é classificada como suspeita de ebola é a contenção já deve ser iniciada ali, para evitar que tenha contato com outras pessoas e eventualmente contaminá-las”, disse Cerbino.

 

Fonte: Agência Brasil

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ECONOMIA MUNDIAL DEVERÁ CRESCER 3,3% EM 2014 E 3,8% EM 2015, DIZ FMI

O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou ligeiramente para baixo as perspetivas de crescimento da economia mundial. De acordo com a instituição, a economia mundial crescerá apenas 3,3% em 2014 e 3,8% em 2015. O World Economic Outlook, publicação do Fundo divulgada hoje, reduziu em 0,1 ponto percentual o incremento da economia global para 2014.

 

Quanto a 2015, a instituição liderada por Christine Lagarde estimava que a economia global crescesse 4% em julho passado. Nas previsões hoje divulgadas, o FMI calcula um crescimento inferior em 0,2 pontos percentuais, passando portanto para 3,8%.

 

O Fundo justifica esta revisão de suas previsões com o fato de o crescimento na primeira metade de 2014 ter sido inferior ao projetado, refletindo série de “surpresas negativas”, incluindo o desempenho mais fraco dos Estados Unidos, o crescimento estagnado na zona euro e a progressão da economia nipônica abaixo do previsto.

 

Para 2014 e 2015, o FMI antecipa que o crescimento se recupere na maioria das economias desenvolvidas. Alerta, no entanto, que “o ritmo da recuperação permanece diferente entre as regiões”, esperando que a maior recuperação ocorra nos Estados Unidos, que “o legado da crise” tenha um alívio lento na zona euro e que o crescimento “continue modesto” no Japão.

 

No documento, o Fundo alerta que os riscos para o crescimento econômico mundial aumentaram, sobretudo em razão do aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio e entre a Rússia e a Ucrânia e o impacto que as tensões têm na confiança dos mercados financeiros globais e no preço do petróleo.

 

Além disso, avisa a instituição, mantêm-se os riscos de uma “deflação efetiva ou de um período prolongado de inflação muito baixa” na zona euro, no curto prazo, e de uma possível estagnação econômica nas economias desenvolvidas, no médio prazo.

 

Fonte: Agência Lusa

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CIENTISTA BRASILEIRA DESCOBRE NOVO MÉTODO DE FAZER IMAGEM QUÂNTICA

Uma câmera fotográfica capta a luz refletida pelos objetos fotografados. A obtenção da imagem de um objeto depende, portanto, de uma luz que chegue até ele. O que uma cientista brasileira descobriu, em um experimento conduzido na Academia Austríaca de Ciências, foi que é possível obter a imagem de um objeto a partir de fótons (partículas elementares da luz) que não tiveram qualquer interação com o objeto. A pesquisa foi publicada no fim de agosto na revista “Nature”.

 

Para chegar a esse feito, Gabriela Barreto Lemos, que faz pós-doutorado na Áustria, e sua equipe usaram pares “gêmeos” de fótons. Cada “irmão” tem um comprimento de onda diferente, ou seja, eles têm cores diferentes, mas estão “entrelaçados”, o que significa que mantêm as mesmas propriedades.

 

 

No experimento, os cientistas iluminaram um objeto com um dos fótons, com comprimento de onda que seria indetectável por uma câmera. Enquanto isso, o outro fóton que, não interagiu com o objeto, foi detectado pela câmera, formando a imagem com a qual seu irmão gêmeo havia interagido.

 

“Iluminamos o objeto com um dos fótons e em vez de coletar a imagem do fóton que interagiu com o objeto, detectamos a luz do outro fóton, o irmão daquele que interagiu com objeto”, disse Gabriela, em entrevista à revista “Nature”. “Por serem gêmeos, mesmo que estejam separados, eles continuam compartilhando informação e essa informação pode ser acessada pelos dois juntos ou por cada um deles separadamente.”

 

É como se os dois fótons tivessem uma comunicação “telepática” entre si, em que eles pudessem saber o que o outro está iluminando mesmo estando separados fisicamente.

 

Fonte: G1

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CONHEÇA A VENCEDORA DO CONCURSO PARA LOGOTIPO DO 4š CONGRESSO E INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO UDF

A grande criativa e vencedora do concurso para Logotipo do 4º Congresso foi a professora Manuel Smith. O logotipo enviado foi avaliado por uma Comissão Julgadora designada pela Pró-Reitoria acadêmica e de acordo com os critérios pré estabelecidos no Edital 13/2014 de lançamento do concurso.

 

 

Parabéns, Manuela!

 

O Congresso acontecerá nos dias 30 e 31 de outubro de 2014 no UDF. Clique aqui para conhecer mais sobre o 4º Congresso e Iniciação Científica do UDF.

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SER BILÍNGUE FAZ BEM AO CÉREBRO E PREVINE DEMÊNCIAS, DIZ PESQUISADORA

A psicóloga Ellen Bialystok, professora da Universidade de York, no Canadá, descobriu, em uma série de pesquisas, que as pessoas bilíngues têm vantagens cognitivas em comparação aos monolíngues. De acordo com a pesquisadora, quem fala duas línguas em seu cotidiano tem mais facilidade de focar sua atenção naquilo que é relevante, ignorando as distrações.

 

Além disso, o bilinguismo pode retardar o aparecimento de demências, segundo estudos conduzidos por ela. A cientista esteve no Brasil na semana passada para participar do evento “Bilingual Institute for Advancements”, organizado pela Escola Cidade Jardim/Play Pen, de São Paulo.
A razão pela qual os cérebros bilíngues são diferentes é que, para um bilíngue, as duas línguas estão sempre ativas. Não há revezamento entre as línguas. Então se você está falando em inglês comigo agora, o português continua totalmente ativo e disponível.

 

Potencialmente, esse é um problema. Se você tem duas possibilidades ativas sobre como dizer as coisas e como entender as coisas, esperaríamos muita confusão e muitas intrusões em que você escolheria a palavra da língua errada. Mas isso não acontece na prática. Por que?

 

O que a maioria dos pesquisadores acredita ser a explicação é que há um sistema no cérebro cujo trabalho é controlar e gerenciar a atenção quando há competição, quando duas coisas estão ativas e você tem que escolher uma e ignorar a outra. Este é o chamado sistema de controle executivo, e ele fica na parte da frente do cérebro.

Cérebro (Foto: Reprodução/Globo Repórter)

 

É um sistema muito importante: é o último sistema a se desenvolver na infância e o primeiro a declinar com o envelhecimento. É a base da atenção e da realização de tarefas simultâneas.

 

A ideia é que bilíngues, que sempre têm as duas línguas ativas, conseguem gerenciar essa competição e evitar potenciais intrusões e confusões ao usar o sistema de controle executivo.

 

O que você tem é uma situação em que os bilíngues estão usando esse sistema o tempo inteiro, muito mais do que os monolíngues. Então esse sistema muda, torna-se mais eficiente e torna-se mais forte.

 

Quem pode ser considerado bilíngue?

 

O bilinguismo não é uma distinção categórica. A questão nas pesquisas não é encontrar diferenças entre bilíngues absolutamente e totalmente proficientes e aqueles completamente monolíngues.

 

Em vez disso, ver que tipo de experiência bilíngue é associada com a emergência de diferentes tipos de mudanças. Em alguns casos, um pouco de experiência bilíngue é suficiente. Em outros, muito mais é necessário. Mas em geral, a regra é fácil: quanto mais, melhor.

 

A origem das diferenças dos bilíngues é a experiência de recrutar o sistema de controle executivo para o processamento de língua comum. Quanto mais tempo de experiência você tiver, mais eficiente vai ser.

 

Então as conclusões se aplicam a pessoas que simplesmente aprendem uma segunda língua?

 

Não muito. Para muitas coisas, você precisa de uma experiência bilíngue muito maior para que essa diferença possa ficar clara.

 

Temos um estudo em que dividimos adultos entre aqueles realmente bilíngues, aqueles intermediários, até os monolíngues. Demos a eles algumas tarefas sutis. Quando comparamos os realmente bilíngues com os realmente monolíngues, vemos esse efeitos. Bilíngues fazem as tarefas melhor e seus cérebros são mais eficientes. Mas se você olhar nos intermediários, eles não são muito melhores do que os monolíngues.

 

Nos estudos com crianças, como as crianças estão desenvolvendo essas habilidades, é mais fácil distinguir padrões mais sutis. Então, para crianças, mesmo pequenos aumentos da experiência bilíngue estão associados com uma melhor performance.

 

Por que decidiu estudar os efeitos do bilinguismo na demência?

 

Em 2004, publicamos nosso primeiro estudo com adultos mostrando os efeitos do bilinguismo. Até então, esses resultados eram relatados em crianças. Chamou muito a atenção da mídia e acho que falei com cerca de 300 jornalistas. Cada um deles, sem exceção, perguntou: “O que isso significaria para demência?”. Eu dizia: “Não sei, não estudamos a demência”. Expliquei que só selecionamos adultos saudáveis.

 

Mas eu pensei: se 300 jornalistas pensam que essa é uma pergunta interessante, deve ser uma pergunta interessante. Não tínhamos nenhuma evidência de que o bilinguismo teria algum efeito na memória ou na função do lobo temporal médio, afetado pela demência. Mas fizemos o estudo de qualquer maneira.

Crianças começam a aprender outro idioma cada
vez mais cedo (Foto: Reprodução/TV Integração)

 

Para nosso ligeiro espanto, descobrimos que, entre os bilíngues, a demência era diagnosticada em média 4,5 anos depois do que nos monolíngues. A razão não é clara, mas a resposta deve ter algo a ver com o fato de os bilíngues usarem a função frontal aprimorada do cérebro como compensação, quando declina a função medial.

 

Há desvantagens em ser bilíngue?

 

Há várias coisas que os bilíngues fazem pior do que os monolíngues. Ironicamente, todas são coisas de linguagem. Bilíngues têm um vocabulário menor em cada língua, têm um processo de recuperação de palavras mais lento e que envolve mais esforço. É mais difícil lembrar das palavras para eles. O processamento da língua parece envolver mais esforço.

 

Essas vantagens cognitivas dos bilíngues seriam suficientes para justificar matricular uma criança em uma escola bilíngue?

 

Há muitas razões para promover o bilinguismo em crianças. Uma delas é porque nossa pesquisa mostra que é muito bom para a cognição e o desenvolvimento. Essa é uma razão, mas há ainda mais razões para criar crianças com oportunidades bilíngues que são baseadas em resultados sociais, educacionais e ocupacionais.

 

Aprender outras línguas, além do que faz com o céu cérebro e com a função executiva, é bom porque alarga o horizonte das crianças. No caso de famílias que tem história de imigrantes, conecta as crianças com seu passado, permite que eles conversem com os avós. É bom para as crianças de muitas formas, e eu diria que, de todas as razões para apresentar as crianças oportunidades bilíngues em educação, os argumentos de cognição que estou dando são os menos importantes.

 

Fonte: Globo

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