BC FARÁ DE TUDO PARA QUE INFLAÇÃO VOLTE AO CENTRO DA META EM 2016, DIZ DIRETOR

O Banco Central (BC) fará o que for preciso para que a inflação volte ao centro da meta de 4,5%, em 2016, disse nesta segunda-feira (15) o diretor de Regulação do Sistema Financeiro e de Assuntos Internacionais, Luiz Awazu Pereira, ao participar do seminário Reavaliação do Risco Brasil. Ele disse que o BC fará tudo o que lhe couber e reconheceu que a inflação não depende apenas da atuação do órgão.

 

Awazu destacou que, ao longo de 2015, serão tomadas medidas de acordo com as circunstâncias que se apresentarem para que seja criada uma trajetória e a meta, atingida em 2016. No seminário, Awazu disse que manter a nota do país nas avaliações de risco é uma “questão de alta prioridade”. Segundo ele, o trabalho da equipe está voltado com para isso.

 

O diretor sênior da agência de avaliação de risco Standard & Poors, Sebastian Briozzo, reconheceu que o papel do Banco Central é importante. No entanto, Briozzo acredita que a instituição pode não ter capacidade de resolver a questão sozinha: “vai ser difícil o BC ser bem sucedido com sua capacidade se o [desempenho] fiscal não colaborar”.

 

As metas oficiais para a inflação no Brasil prevêem como patamar ideal a taxa de 4,5%, e, como teto, 6,5%. A última taxa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) se mantém acima desses valores, com 6,56% acumulados nos últimos 12 meses.

 

Fonte: Agência Brasil

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DÓLAR APROXIMA-SE DE R$ 2,70 E FECHA NO MAIOR NÍVEL EM QUASE DEZ ANOS

Uma semana após ultrapassar R$ 2,60, a moeda norte-americana encosta em R$ 2,70. O dólar comercial encerrou a segunda-feira (15) vendido a R$ 2,685, com alta de R$ 0,034 (1,29%). O valor é o mais alto desde 29 de março de 2005, quando a cotação tinha fechado em R$ 2,702.

 

O dia foi marcado pela volatilidade no mercado financeiro. Durante toda a sessão, a moeda operou em alta, mas o movimento se intensificou por volta das 12h30. Na máxima do dia, por volta das 15h, a moeda chegou a atingir R$ 2,695. O dólar acumula alta de 4,42% em dezembro e de 13,9% no ano.

 

Desde a reeleição da presidenta Dilma Rousseff, o dólar registra grande volatilidade. A cotação não caiu mesmo após a confirmação da nova equipe econômica, com Joaquim Levy no Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa no Ministério do Planejamento e Alexandre Tombini no Banco Central.

 

A instabilidade é agravada pelo cenário externo, principalmente depois que o Federal Reserve (Fed), o Banco Central norte-americano, encerrou o programa de injeção de dólares na economia mundial, motivado pela recuperação do emprego nos Estados Unidos.

 

O dólar não tem caído apesar de o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) ter aumentado a taxa Selic (juros básicos da economia) para 11,75% ao ano. Em tese, os juros domésticos mais altos ajudam a derrubar o dólar, porque ampliam a diferença das taxas brasileiras em relação às dos Estados Unidos, tornando o Brasil mais atrativo para aplicadores internacionais.

 

O dia também foi de turbulência na Bolsa de Valores. O Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou a sessão com queda de 2,05%, no menor nível desde março deste ano. As ações da Petrobras, as mais negociadas, caíram 9,2% depois que a estatal voltou a adiar a divulgação do balanço do terceiro trimestre.

 

Fonte: Agência Brasil

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DESEMPREGO NO PAÍS FICA ESTÁVEL EM 6,8% NO TERCEIRO TRIMESTRE

Taxa é levemente menor que os 6,9% registrados no mesmo período do ano passado

RIO – A taxa de desemprego no Brasil ficou estável em 6,8% no terceiro trimestre deste ano, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados nesta terça-feira pelo IBGE. A taxa é a mesma do segundo trimestre, quando havia sido também de 6,8%, mas levemente inferior aos 6,9% do terceiro trimestre do ano passado. No primeiro trimestre do ano, o indicador havia ficado em 7,1%.

 

A população ocupada teve alta de 0,2% frente ao segundo trimestre e avançou 1,2% na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, alcançando 1,094 milhão de vagas. Já o número de brasileiros fora da força de trabalho — que não trabalham nem estão procurando emprego — aumentou em 0,9% na comparação trimestral e subiu 2,8%, frente ao mesmo período do ano passado.

 

Assim como no trimestre anterior, o Nordeste foi a região que mais contribuiu para o aumento da geração de vagas, respondendo por 799 mil, das 1,094 milhão criadas no trimestre, na comparação com mesmo período do ano passado. No segundo trimestre, a pesquisa tinha apontado um crescimento expressivo das vagas formais no Nordeste do país, quando dois terços dos empregos criados foram na região.

 

A região Norte foi a que apresentou a maior queda na desocupação entre o terceiro trimestre de 2013 e o terceiro trimestre deste ano, um declínio de 0,6 ponto percentual para 6,9%. A região Nordeste manteve-se com a maior taxa de desemprego entre as regiões, com 8,6%, ante 9% no mesmo período do ano passado. A região Sul permaneceu com a maior taxa de ocupação, mas foi a única que apresentou aumento no desemprego de 4,1% para 4,2%. No Sudeste, a taxa de desemprego teve ligeiro decréscimo de 0,1 ponto para 6,9%. No Centro-Oeste, a taxa recuou de 5,5% para 5,4%.

 

MENOS TRABALHADORES COM CARTEIRA

 

No terceiro trimestre deste ano, 78,1% dos empregados do setor privado tinham carteira de trabalho assinada. O contingente de trabalhadores com proteção teve queda de 0,6% em relação ao trimestre anterior — a primeira neste tipo de comparação desde o início da pesquisa, cuja primeira divulgação foi em janeiro deste ano. Frente ao terceiro trimestre de 2013, houve avanço de 2,9%.

 

Os trabalhadores sem carteira assinada tiveram queda também de 0,6% em relação ao segundo trimestre deste ano. Em comparação com o mesmo trimestre de 2013, houve diminuição de 6% nesse grupo.

 

Segundo Cimar Azeredo, coordenador da pesquisa, a criação de vagas não foi suficiente para fazer a taxa de desemprego se mover. Das 227 mil vagas cortadas, 84% deles tinham origem na região Sudeste. Hoje 52% do emprego com carteira estão na região Sudeste.

 

— É a região em termos econômicos mais importante do país, as industrias automotivas estão concentradas nesta região e é a região que apresenta uma queda de carteira neste período mais recente. Mas a pesquisa mostra que no período anual você tem um saldo de um milhão de trabalhadores no Brasil com carteira assinada — explicou o especialista.

 

O IBGE informou ainda que os empregados domésticos com carteira de trabalho tiveram um alta de 0,6% em relação ao trimestre anterior e registraram um acréscimo de 7,6% em comparação ao mesmo período do ano passado, enquanto os sem carteira nessa categoria recuaram 2,3% nessa comparação.

 

PESQUISA SUBSTITUIRÁ PME

 

O IBGE planeja substituir a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) pela Pnad Contínua ainda no início de 2015. O instituto não tem, no entanto, uma data exata para completar essa transição. A principal diferença é a abrangência da pesquisa. A PME acompanha o mercado de trabalho nas seis maiores regiões metropolitanas brasileiras. Já a Pnad Contínua dá um retrato mais amplo e levanta dados de 3.464 municípios.

 

Historicamente, a Pnad Contínua registra taxas superiores às apontadas pela PME. O IBGE explica que a diferença ocorre porque as metodologias dos levantamentos são muito diferentes.

 

Além da diferença de abrangência e da periodicidade, as pesquisas têm nomenclaturas diferentes para os mesmos indicadores. A População Economicamente Ativa (PEA), que une empregados e desempregados, na PME passa a ser chamada de força de trabalho na Pnad Contínua. Além disso, a Pnad Contínua traz informações da população de 14 anos ou mais. Na PME , a população investigada é de dez anos ou mais.

 

A nova Pnad vai incluir ainda entre os trabalhadores aqueles que trabalham sem remuneração, em apoio a atividades econômicas da famílias, como um comércio, um cultivo. Na pesquisa, esse é conhecido como o trabalhador familiar auxiliar. Os novos indicadores da Pnad seguem recomendações da Organização Internacional do Trabalho (OIT), adotadas na última Conferência Internacional dos Estatísticos do Trabalho, de outubro de 2013.

 

O IBGE ainda não faz estudos sobre o rendimento na Pnad Contínua, mas o coordenador da pesquisa, Cimar Azeredo, disse que em fevereiro o instituto terá condições de prestar essas informações.

 

Colaborou Renan Almeida (estagiário)

 

Fonte: O Globo

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SERASA: INADIMPLÊNCIA CAI EM NOVEMBRO COMPARADA A OUTUBRO

A inadimplência do consumidor caiu 1,2% em novembro ante outubro, segundo levantamento divulgado hoje (9) pela empresa de consultoria Serasa Experian. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve crescimento de 10,9%. No acumulado de janeiro a novembro deste ano ante o mesmo período de 2013, o índice fechou com elevação de 5,6%.

 

Segundo os economistas da Serasa, a alta da inadimplência em novembro deste ano, em relação ao mesmo mês do ano passado, decorre das maiores dificuldades do consumidor em pagar as suas contas em dia, tendo em vista os aumentos sucessivos das taxas de juros ao longo desse período e o enfraquecimento gradual do mercado de trabalho, com queda do nível de emprego em alguns setores, especialmente o industrial.
Por outro lado, o recuo da inadimplência em novembro, em relação ao mês de outubro, é explicado pela menor quantidade de dias úteis, 20 e 23, respectivamente, causando impacto principalmente no número de cheques devolvidos, pela segunda vez, por insuficiência de fundos.

 

O valor médio das dívidas não bancárias apresentou alta de 12,9% de janeiro a novembro deste ano em relação ao mesmo período de 2013. O valor médio dos cheques sem fundos e títulos protestados também teve crescimento de 6,3% e 0,8%, respectivamente. O valor médio da inadimplência com os bancos caiu 3,7%.

 

Fonte: Agência Brasil

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INFLAÇÃO MEDIDA PELO IPC-S AVANÇA NO FECHAMENTO DE NOVEMBRO

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) registrou variação de 0,65% na última apuração de novembro, aponta levantamento do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). A taxa é 0,07 ponto percentual maior do que a observada na última divulgação. O indicador acumula alta de 6,07% no ano e 6,81% nos últimos 12 meses.

 

Cinco das oito classes de despesa que compõem o índice apresentaram acréscimo. O maior avanço foi registrado no item educação, leitura e recreação, que passou de 0,85% para 1,02%. O destaque nesse grupo foram os preços das passagens aéreas, cuja variação ficou em 23,41% ante 15,86% registrada na última divulgação.

 

Em seguida estão os preços relacionados a habitação (de 0,67% para 0,83%). O comportamento do item tarifa de eletricidade residencial chama a atenção, com alta de 3,73%. Na apuração anterior, a taxa estava em 2,49%.

 

Também apresentaram taxas mais elevadas as seguintes classes de despesa: transportes (de 0,52% para 0,62%), comunicação (de 0,21% para 0,31%) e vestuário (de 0,44% para 0,46%). Nesses grupos, os destaques foram os itens gasolina (de 1,05% para 1,9%), tarifa de telefone móvel (de 0,37% para 0,57%) e calçados masculinos (de 0,44% para 1,06%).

 

Houve desaceleração nos grupos saúde e cuidados pessoais (de 0,44% para 0,42%), despesas diversas (de 0,28% para 0,25%) e alimentação (de 0,66% para 0,65%). Os maiores recuos foram verificados nos itens artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,27% para -0,16%), clínica veterinária (de 0,64% para 0,23%) e laticínios (de -1,91% para -2,56%).

 

As versões que fazem parte do sistema de divulgação do IGP seguem um calendário previamente definido. As versões IPC-S, IPC-3i e IPC-C1 dispõem de calendário próprio. A primeira baseia-se em um sistema de coleta quadrissemanal, com encerramento em quatro datas pré-estabelecidas (07, 15, 22 e 31). Apesar de a coleta ser semanal, a apuração das taxas de variação leva em conta a média dos preços coletados nas quatro últimas semanas até a data de fechamento.

 

Fonte: Agência Brasil

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BOLETIM FOCUS: ANALISTAS ESPERAM SALDO ZERO PARA BALANÇA COMERCIAL

A expectativa para a balança comercial brasileira em 2014 piorou pela sétima vez, de acordo com o boletim Focus, divulgado hoje (1°) pelo Banco Central (BC). Na penúltima semana de novembro, a estimativa era fechamento com superávit (exportações maiores que importações) de US$ 100 milhões. Na última semana do mês, analistas e investidores alteraram a projeção para saldo zero. O Focus é uma pesquisa semanal do Banco Central feita no mercado. As estimativas divulgadas nesta segunda-feira são avaliações feitas por mais de 100 instituições financeiras na semana passada.

 

Com relação à Selic, taxa básica de juros da economia, os analistas continuaram estimando fechamento em 11,5%. Isso significa que esperam elevação de 0,25 na taxa esta semana, quando o Comitê de Política Monetária do BC faz sua última reunião do ano. Para 2015, a estimativa de fechamento da taxa básica continua 12%.

 

Quanto ao crescimento da economia, a projeção, que estava em 0,2%, foi para 0,19%, com leve redução. O mercado manteve a expectativa de fechamento do dólar em R$ 2,55. A projeção da inflação pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo permanece em 6,43% para 2014, e subiu de R$ 6,45 para R$ 6,49 para o fechamento de 2015.

 

No setor externo, a previsão de déficit em conta corrente, o indicador que mede o desequilíbrio das contas externas, segue em US$ 83 bilhões. A previsão de queda da produção industrial está em 2,26%. A dívida líquida do setor público ficou estimada em 36% do Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas no país, ante 35,85% na semana passada.

 

Os investimentos estrangeiros diretos estimados deverão permanecer em US$ 60 bilhões. Os preços administrados, regulados pelo governo, deverão ser reajustados em 5,3%.

 

Fonte: Agência Brasil

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TENTATIVAS DE FRAUDES CONTRA O CONSUMIDOR CRESCEM 7,1% EM OUTUBRO

As tentativas de fraudes contra o consumidor brasileiro ficaram em 188.626 em outubro, uma alta de 7,1% em relação a setembro, aponta a empresa de consultoria Serasa Experian. Na comparação com outubro de 2013, houve queda de 15,8%. O acumulado do ano apresenta queda de 6,5%, em relação ao mesmo período em 2013.

 

 

As tentativas de fraudes são roubos de identidade, em que os dados pessoais são usados por criminosos para firmar negócios ou a obtenção de crédito com a intenção de não honrar os pagamentos.

 

A telefonia foi o setor que respondeu pela maior parcela de tentativas de fraudes, com 68.584 ocorrências, o equivalente a 36,4% do total. O setor de serviços, que inclui construtoras, imobiliárias, seguradoras e serviços em geral, teve 59.976 registros, ou 31,8% do total. O setor bancário foi o terceiro do ranking com 42.997 tentativas, 22,8% do total. O segmento varejo teve 13.725 tentativas, ou seja, 7,3% das investidas contra o consumidor.

 

Economistas da Serasa dizem que o crescimento das investidas em outubro foi reflexo da data comemorativa do Dia das Crianças, que aumenta a circulação dos consumidores no mercado.

 

Fonte: Agência Brasil

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DÓLAR VIRA E PASSA A OPERAR EM ALTA À ESPERA DE EQUIPE ECONÔMICA

Dólar chegou a voltar ao patamar de R$ 2,50 no início dos negócios. Na véspera, moeda caiu mais de 2% e voltou a patamar de R$ 2,52.

O dólar virou e passou a operar em alta após recuar para o patamar de R$ 2,50 no início dos negócios desta segunda-feira (24), com grandes ordens de compra de investidores que aproveitaram a baixa cotação já vinda da semana passada em reação às notícias sobre a equipe econômica do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, que agradou o mercado, segundo a agência Reuters. Na sessão de sexta-feira, a moeda caiu mais de 2% com a expectativa em cima dos novos integrantes.

 

Ex-secretário do Tesouro Nacional, Joaquim Levy se tornou a principal opção para o Ministério da Fazenda. Caso isso se confirme, Nelson Barbosa deve assumir o Planejamento e Alexandre Tombini permanecerá na presidência do Banco Central.

 

Às 11h18, a moeda norte-americana avançava 0,46%, a R$ 2,5333 na venda.

 

“Vimos alguns fluxos de saída grandes agora, aproveitando que a taxa está muito baixa”, disse o gerente de câmbio da corretora Fair, Mario Battistel. “O dólar vai ter dificuldade para cair muito mais até que a equipe (econômica) seja efetivamente confirmada ou que haja mais detalhes sobre quais medidas vão ser adotadas”, disse o operador de câmbio da corretora B&T Marcos Trabbold.

 

Agentes financeiros criticam a atual política econômica por, segundo eles, contribuir para gerar inflação alta e crescimento baixo. “É um bom primeiro passo. Agora precisamos ver o que vem em seguida”, disse o operador de uma corretora internacional.

 

O dólar fechou em baixa em relação ao real na sexta-feira (21), voltando ao patamar de R$ 2,52. A moeda norte-americana recuou 2,05%, a R$ 2,5216. Na semana, o dólar teve queda de 3,04%. No mês e no ano, há valorização de 1,73% e 6,96%, respectivamente.

 

Nesta manhã, o Banco Central vendeu a oferta total de até 4 mil swaps cambiais, que equivalem a venda futura de dólares, pelas atuações diárias. Foram vendidos 2,7 mil contratos para 1º de junho e 1,3 mil para 1º de setembro de 2015, com volume correspondente a 197,7 milhões de dólares. O BC também fará nesta sessão mais um leilão de rolagem dos swaps que vencem em 1º de dezembro, que equivalem a 9,831 bilhões de dólares, com oferta de até 14 mil contratos. Ao todo, a autoridade monetária já rolou cerca de 68% do lote total.

 

No exterior, o dólar caía ante o euro, mas operava perto da máxima em dois anos, com investidores apostando que o Banco Central Europeu (BCE) fará uma política monetária mais expansionista para evitar deflação na zona do euro.

 

Fonte: G1

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