PRODUÇÃO DA INDÚSTRIA FECHA 2015 COM A MAIOR QUEDA DA HISTÓRIA

Recuo acumulado no ano foi de 8,3%, segundo IBGE.

A produção da indústria brasileira encerrou o ano de 2015 com queda acumulada de 8,3%, segundo dados divulgados nesta terça-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o maior recuo da série, iniciada em 2003.

 

Na comparação com novembro, a atividade fabril sofreu redução de 0,7% e diante de dezembro do ano anterior, de 11,9%.

 

No ano, entre todos os setores da indústria analisados pela pesquisa, o de veículos automotores, reboques e carrocerias registrou a maior queda, de 25,9%. A produção de itens eletrônicos e ópticos caiu mais, 30%, mas tem peso menor que o de veículos, por isso sua importância é menor no índice geral.

 

Também puxaram o freio as indústrias de máquinas e equipamentos (-14,6%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-5,9%), metalurgia (-8,9%) e produtos de metal (-11,4%). Apenas as indústrias extrativas cresceram: 3,9%.

 

Entre as categorias econômicas, a de bens de capital – máquinas e equipamentos – recuou 25,5% e a de bens de consumo duráveis, 18,7%. Os segmentos de bens de consumo semi e não-duráveis recuaram 6,7% e de bens intermediários, 5,2%.

 

Comportamento em dezembro

 

Na comparação com novembro, a maioria dos segmentos da indústria mostrou queda, com destaque para máquinas e equipamentos (-8,3%), bebidas (-8,4%) e metalurgia (-5%).

 

Por outro lado, dez ramos mostraram alta, com as maiores influências partindo de: produtos alimentícios (2,6%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (3,3%), veículos automotores, reboques e carrocerias (4,7%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (12,2%) e celulose, papel e produtos de papel (5,4%).

 

Já em relação a dezembro de 2014, que sofreu um tombo ainda maior, as montadoras registaram redução de 30,9% na produção de veículos automotores, reboques e carrocerias.

 

Também recuaram as produções de indústrias extrativas (-11,5%), máquinas e equipamentos (-25,2%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-7,6%), metalurgia (-14,1%) e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-37,1%), entre outros.

 

Apenas os segmentos de produtos alimentícios (4,4%) e celulose, papel e produtos de papel (2,6%) aumentaram sua produção.

 

Fonte: G1

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DÓLAR VOLTA A FECHAR EM ALTA APÓS TRÊS QUEDAS SEGUIDAS

Moeda avançou 0,67% frente ao real, vendida a R$ 3,9860.

O dólar fechou em alta nesta terça-feira (2), após três quedas seguidas e após ter batido o menor valor do ano na véspera. O mercado ficou atento à nova queda dos preços do petróleo e adotou tom de cautela com o fim do recesso parlamentar no Brasil.
A moeda norte-americana subiu 0,67%, vendida a R$ 3,9860. Veja a cotação do dólar hoje. No ano, o dólar acumula valorização de 0,94%.
Nesta terça, a moeda norte-americana atingiu R$ 4,0221 na máxima do dia e R$ 3,9717 na mínima.

 

De acordo com a agência Reuters, após uma recuperação na semana passada, os preços do petróleo voltaram a cair nesta semana conforme diminuíram as esperanças de um acordo para reduzir a produção global da commodity. A queda vem deprimindo o apetite por moedas relacionadas a commodities.

 

“O noticiário ainda se concentra na queda do petróleo, e o quadro segue mais desfavorável para ativos de risco”, escreveram analistas da corretora Guide Investimentos em nota a clientes.

 

No cenário local, o mercado voltou a adotar cautela ao fim do recesso parlamentar e a retomada do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.

 

A visita de representantes da agência de classificação de risco Moody’s ao Brasil nesta tarde também atraiu atenções. A Moody’s colocou em dezembro o grau de investimento brasileiro em revisão para rebaixamento, o que normalmente significa que uma ação pode ser tomada em um período de 90 dias.

 

“O cenário interno está tenso. A qualquer momento pode vir uma notícia ruim que funcione com um gatilho para uma alta do dólar”, disse o operador de uma corretora nacional à Reuters.

 

Na véspera, o dólar fechou vendido a R$ 3,9591, em baixa de 1,62%. No ano, há alta acumulada de 0,28%.

 

Nesta manhã, o Banco Central promoveu mais um leilão de rolagem dos swaps que vencem em março, vendendo a oferta total de 11,9 mil contratos. Ao todo, a autoridade monetária já rolou cerca de 11% do lote total, que equivale a US$ 10,118 bilhões.

 

Alta em janeiro

Em janeiro, o dólar subiu 1,93% sobre o real. Durante o mês, o dólar chegou à maior cotação da história. No dia 21 de janeiro, a moeda fechou os negócios cotada a R$ 4,1655.

A alta mensal registrada em janeiro foi a terceira seguida. Segundo a Reuters, em três meses a moeda registrou valorização de 4,18%.

 

Fonte: G1

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CUSTO DA CONSTRUÇÃO TEM AUMENTO DE 0,32% EM JANEIRO

O Índice Nacional de Custo da Construção do Mercado (INCC-M) iniciou o ano em alta ao atingir, neste mês de janeiro, variação de 0,32%, ficando acima do registrado em dezembro passado (0,12%). Houve elevações tanto no grupo de materiais, equipamentos e serviços, que subiu de 0,23% para 0,52%, quanto no índice referente à mão de obra, que passou de 0,02% para 0,15%.

Esses resultados referem-se à coleta de preços no período de 21 de dezembro de 2015 ao último dia 20. O INCC-M é calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). No acumulado dos últimos 12 meses, o índice registra aumento de 6,82% . A taxa relativa a materiais, equipamentos e serviços acumulou elevação de 6,55% e a mão de obra, de 7,06%.

 

Neste mês de janeiro, o custo da mão de obra foi influenciado pelo reajuste salarial do Recife e as antecipações em Salvador. Das sete capitais onde é feita a pesquisa, apenas o Rio de Janeiro apresentou queda no ritmo de reajuste, com alta de 0,2% ante 0,23%.

 

Em Salvador, o índice subiu 0,61%, depois de uma estabilidade em dezembro. No Recife, a taxa passou de 0,02% para 1,13%; em Brasília, de 0,13% para 0,17%; em Belo Horizonte, de 0,13% para 0,27%; em Porto Alegre, de 0,2% para 0,31%, e em São Paulo, de 0,11% para 0,25%.

 

Fonte: Agência Brasil (com adaptações).

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GASTO DE BRASILEIROS NO EXTERIOR CAI 32%

É o menor resultado desde 2010

Com a alta do dólar, as despesas de brasileiros no exterior caíram 32,1% em 2015, na comparação com o ano anterior. Os gastos em viagens ao exterior ficaram em US$17,357 bilhões no ano passado, de acordo com dados do Banco Central (BC), divulgados nesta terça-feira (26). Esse é o menor valor desde 2010, quando os gastos chegaram a US$ 15,965 bilhões.

 

As receitas de estrangeiros deixadas no Brasil chegaram a US$ 5,844 bilhões no ano passado, com queda de 14,6%%, na comparação com 2014.

 

Com despesas maiores que as receitas, a conta de viagens internacionais fechou o ano passado negativa em US$ 11,513 bilhões, contra US$ 18,724 bilhões registrados em 2014, queda de 38,5%.

 

O chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, destacou que é a primeira vez que houve recuou no déficit da conta de viagens em relação ao ano anterior, na série histórica, com inicio de 2010. Na comparação com o ano anterior, o saldo negativou cresceu 37%, em 2011, 7%, em 2012, 18%, em 2013, e 1%, em 2014.

 

Dólar

 

Maciel lembra que a alta do dólar influencia diretamente a conta de viagens internacionais, com redução de gastos no exterior, mas gera a expectativa de aumento de gastos de estrangeiros no Brasil, este ano. Com relação aos gastos no exterior, Maciel disse que espera pela continuidade da redução, este ano, mas não na mesma proporção de 2015. “Já teve um ajuste muito forte em 2015”, ressaltou.

 

Além do dólar mais caro, Maciel citou o “crescimento menor da renda dos brasileiros” como fator que explica a redução de gastos no exterior.

 

De acordo com os dados parciais, até o dia 22 deste mês, as receitas de estrangeiros no Brasil ficaram em US$ 484 milhões e as despesas no exterior totalizaram US$ 664 milhões. O déficit na conta de viagens está em US$ 180 milhões.

 

*Matéria alterada às 12h01 para acréscimo de informação.

 

Fonte: Agência Brasil

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RIQUEZA DE 1% DA POPULAÇÃO MUNDIAL SUPERA A DOS 99% RESTANTES EM 2015

A riqueza acumulada por 1% da população mundial, os mais ricos, superou a dos 99% restantes em 2015, um ano mais cedo do que se previa, informou nesta segunda-feira (18) a organização não governamental (ONG) Oxfam. O anúncio foi feito a poucos dias do Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça que ocorrerá entre os dias 20 e 23 deste mês.

 

“O fosso entre a parcela dos mais ricos e o resto da população aumentou de forma dramática nos últimos 12 meses”, diz relatório da ONG britânica intitulado Uma economia a serviço de 1%.

 

“No ano passado, a Oxfam estimava que isso fosse ocorrer em 2016. No entanto, aconteceu em 2015, um ano antes”, destaca no texto.

 

Para mostrar o agravamento da desigualdade nos últimos anos, a organização estima que “62 pessoas têm tanto capital como a metade mais pobre da população mundial”, quando, há cinco anos, era a riqueza de 388 pessoas que estava equiparada a essa metade.

 

Durante o Fórum Econômico Mundial de Davos se encontrarão os líderes políticos e representantes das empresas mais influentes do mundo, a Oxfam pede a ação dos países em relação a essa realidade.

 

“Não podemos continuar a deixar que milhões de pessoas tenham fome, quando os recursos para ajuda estão concentrados, no mais alto nível, em tão poucas pessoas”, afirma Manon Aubry, diretora dos Assuntos de Justiça Fiscal e Desigualdades da Oxfam na França, citada pela agência de notícias France Presse (AFP).

 

Segundo a ONG, “desde o início do século 21 a metade mais pobre da humanidade se beneficia de menos de 1% do aumento total da riqueza mundial, enquanto a parcela de 1% dos mais ricos partilharam metade do mesmo aumento”.

 

Para combater o crescimento dessas desigualdades, a Oxfam pede o fim da “era dos paraísos fiscais”, acrescentando que nove em dez empresas que figuram entre “os sócios estratégicos” do Fórum Econômico Mundial de Davos “estão presentes em pelo menos um paraíso fiscal”.

 

“Devemos abordar os governos, as empresas e as elites econômicas presentes em Davos para que se empenhem a fim de acabar com esta era de paraísos fiscais, que alimenta as desigualdades globais”, diz Winnie Byanyima, diretor-geral da Oxfam International, que estará em Davos.

 

No ano passado, vários economistas contestaram a metodologia utilizada pela Oxfam. A ONG defendeu o método utilizado no estudo de forma simples: o cálculo do patrimônio líquido, ou seja, os ativos  menos a dívida.

 

A pequena localidade suíça de Davos vai acolher, a partir da próxima quarta-feira (20), líderes políticos e empresários para debater a 4ª Revolução Industrial.

 

Esta 46ª edição do fórum, que termina em 23 de janeiro, ocorre no momento em que o medo da ameaça terrorista e a falta de respostas coerentes para a crise de refugiados na Europa se juntam às dificuldades que a economia mundial encontra para voltar a crescer e à forte desaceleração das economias emergentes.

 

Segundo o presidente do fórum, Klaus Schwab, a “4ª revolução industrial refere-se à fusão das tecnologias”, principalmente no mundo digital, que “tem efeitos muito importantes nos sistemas político, econômico e social”.

 

Fonte: Agência Brasil (com adaptações).

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COPOM DEVE ELEVAR SELIC EM 0,5 PONTO PERCENTUAL, PREVÊ MERCADO

A taxa básica de juros, a Selic, deve ser elevada em 0,5 ponto percentual para 14,75% ao ano, pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), que se reúne amanhã (19) e quarta-feira (20). Atualmente, a taxa está em 14,25% ao ano. A expectativa é de instituições financeiras consultadas semanalmente pelo BC.

 

Para o fim de 2016, a estimativa mediana (que desconsidera os extremos nas projeções) para a Selic é 15,25% ao ano. Em 2017, a expectativa é que a taxa básica seja reduzida, encerrando o período em 12,88% ao ano. Na semana passada, essa mesma previsão ficou em 12,75% ao ano.

 

A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação.

 

Inflação

 

Para este ano, a expectativa das instituições financeiras é que a inflação fique acima do teto da meta, 6,5%. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), este ano, foi ajustado pela terceira vez seguida, ao passar de 6,93% para 7%. Para o próximo ano, a expectativa é que a inflação fique abaixo do limite superior, mas ainda distante do centro da meta, em 5,40%. A previsão anterior era 5,20%. O teto da meta de inflação para 2017 é 6%. O centro da meta é 4,5%, tanto para este ano quanto para 2017.

 

As instituições financeiras projetam retração da economia, em 2016. A estimativa para a queda do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, permanece em 2,99%. Para 2017, as instituições financeiras esperam por recuperação da economia, com crescimento de 1%. A estimativa anterior de expansão era 0,86%.

 

Produção industrial

 

A produção industrial deve apresentar retração de 3,47% este ano, contra 3,45%, previstos na semana passada. Em 2017, o setor deve se recuperar, mas a projeção de crescimento foi ajustada de 1,98% para 1,80%.

 

Dólar

 

A projeção para a cotação do dólar segue em R$ 4,25, ao final de 2016, e foi alterada de R$ 4,23 para R$ 4,30, no fim de 2017.

 

Fonte: Agência Brasil

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CRESCIMENTO ECONÔMICO DE BRASIL E CHINA SE ESTABILIZA, DIZ OCDE

Na Grã-Bretanha e nos EUA, indicador aponta para enfraquecimento.

As condições econômicas estão se estabilizando no Brasil e na China e a perspectiva é de crescimento estável na zona do euro, enquanto as economias dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha estão perdendo força, disse a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) nesta segunda-feira (11).

 

A OCDE informou que seu indicador econômico, que tem o objetivo de capturar os pontos de virada econômicos, mostrou sinais de estabilização tanto na China quanto no Brasil.

 

“Na Grã-Bretanha e nos EUA, o indicador aponta para enfraquecimento do crescimento, embora em níveis relativamente altos”, disse a organização em um comunicado.

 

“Entre as principais economias emergentes, os índices da China e do Brasil confirmam sinais de estabilização, indicados na avaliação do mês passado”, completou. “Na Rússia, o indicador prevê que o crescimento está perdendo ritmo enquanto o da Índia sinaliza crescimento em fortalecimento.”

 

Em um índice onde 100 representa a média de longo prazo, a OCDE disse que a economia da zona do euro continuou em 100,6 em sua última revisão das condições, com a Itália e França em 100,9.

 

A leitura dos EUA caiu para 99,1 de 99,2, enquanto a da Grã-Bretanha foi a 99,1 de 99,3.

 

A China ficou em 98,4, acima dos 98,3 do relatório anterior. A leitura do Brasil subiu para 99,5 de 99,3, enquanto a da Rússia foi de 99,6 a 99,4.

 

Fonte: G1

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MERCADO PREVÊ MAIS INFLAÇÃO EM 2016 E RETRAÇÃO DE QUASE 3% NO PIB

Mercado prevê dólar em R$ 4,25 no final deste ano, mostra pesquisa.

Na primeira pesquisa realizada pelo Banco Central em 2016, os economistas do mercado financeiro pioraram suas estimativas para a inflação e para o “encolhimento” da economia brasileira.

 

Após a inflação somar 10,67% no ano passado, a maior em 13 anos, a previsão dos analistas dos bancos é de que ela seja de 6,93% em 2016 – também acima do teto de 6,5% do sistema de metas de inflação.

 

Na última semana de dezembro, o mercado estimava um IPCA (o índice oficial da inflação) de 6,87% para este ano.

 

O levantamento divulgado nesta segunda-feira (11) foi feito pelo BC com mais de 100 instituições financeiras na semana passada e deu origem ao relatório conhecido como Focus.

 

Para 2017, a previsão do mercado continuou estável em 5,2%.

 

Na semana passada, em carta aberta enviada ao ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, por conta do descumprimento da meta de inflação de 2015, o Banco Central informou que buscará “circunscrever” o IPCA aos limites estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 2016 (abaixo de 6,5%) e, também, fazer convergir a inflação para a meta de 4,5%, em 2017.

 

Produto Interno Bruto

 

Para o PIB de 2016, o mercado financeiro passou a prever uma contração de 2,99%, contra a estimativa anterior de queda de 2,95%. Esta foi a 14ª queda seguida na previsão do mercado para o PIB do próximo ano.

 

Como o mercado segue estimando “encolhimento” do PIB em 2015 (-3,73%, a maior em 25 anos). Se a previsão se concretizar, será a primeira vez que o país registra dois anos seguidos de contração na economia – a série histórica oficial, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tem início em 1948.

 

Para o comportamento do nível de atividade em 2017, os economistas das instituições financeiras baixaram a previsão de crescimento de 1% para 0,86% na semana passada.

 

O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira. No mês passado, a “prévia” do PIB do BC indicou uma contração de 3,38% até setembro.

 

Taxa de juros

 

Após o Banco Central ter mantido os juros estáveis em 14,25% no fim de novembro, o maior patamar em nove anos, o mercado manteve a estimativa de que os juros voltarão a subir na próxima semana, quando se reúne o Comitê de Política Monetária (Copom), para 14,75% ao ano.

 

Para o fim de 2016, a estimativa permaneceu em 15,25% ao ano – o que pressupõe novos aumentos dos juros básicos da economia no decorrer do ano que vem.

 

A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para tentar conter pressões inflacionárias. Pelo sistema de metas de inflação brasileiro, a instituição tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. As taxas mais altas tendem a reduzir o consumo e o crédito, o que pode contribuir para o controle dos preços.

 

Câmbio, balança e investimentos

 

Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2016 subiu de R$ 4,21 para R$ 4,25. Para o fechamento de 2017, a previsão dos economistas para o dólar subiu de R$ 4,20 para R$ 4,23.

 

A projeção para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2016 ficou inalterada em US$ 35 bilhões de resultado positivo. Para o próximo ano, a previsão de superávit permaneceu também em US$ 35 bilhões.

 

Para 2016, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil ficou inalterada em US$ 55 bilhões e, para 2017, a estimativa dos analistas permaneceu em US$ 60 bilhões.

 

Fonte: G1

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