BATMAN VS SUPERMAN – A ORIGEM DA JUSTIÇA

O confronto entre Superman (Henry Cavill) e Zod (Michael Shannon) em Metrópolis fez com que a população mundial se dividisse acerca da existência de extra-terrestres na Terra. Enquanto muitos consideram o Superman como um novo deus, há aqueles que consideram extremamente perigoso que haja um ser tão poderoso sem qualquer tipo de controle. Bruce Wayne (Ben Affleck) é um dos que acreditam nesta segunda hipótese. Sob o manto de um Batman violento e obcecado, ele investiga o laboratório de Lex Luthor (Jesse Eisenberg), que descobriu uma pedra verde que consegue eliminar e enfraquecer os filhos de Krypton.

 

Trailer:

Lançamento: 24 de março de 2016 (2h33min)

Direção: Zack Snyder

Elenco: Ben Affleck, Henry Cavill, Jesse Eisenberg mais

Gênero: Ação , Fantasia

Nacionalidade: EUA

 

Fonte: Adoro Cinema

Categoria: Literatura e Filmes
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BARBANTE, RIPAS E LUTA

A obra de Gerônimo Leitão, Jonas Delecave, Helena Araújo, Helena Porto e Elane Frossard traz a história dos movimentos de ocupação de áreas urbanas surgidos no Rio de Janeiro entre 1983 e 1993, que resultaram na formação de bairros populares, hoje integrados à cidade. Eduff, 96 páginas. R$ 20.

 

Fonte: O Globo

Categoria: Literatura e Filmes
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A SÉRIE DIVERGENTE: CONVERGENTE

Após a mensagem de Edith Prior ser revelada, Tris (Shailene Woodley), Quatro (Theo James), Caleb (Ansel Elgort), Peter (Miles Teller), Christina (Zoë Kravitz) e Tori (Maggie Q) deixam Chicago para descobrir o que há além da cerca. Ao chegarem lá, eles descobrem a existência de uma nova sociedade.

 

Trailer:

 

Lançamento: 10 de março de 2016 (2h0min)

Direção: Robert Schwentke

Elenco: Shailene Woodley, Theo James, Jeff Daniels mais

Gênero: Ficção científica , Aventura , Ação

Nacionalidade: EUA

Não recomendado para menores de 12 anos

 

Fonte: Adoro Cinema

Categoria: Literatura e Filmes
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O DESPERTAR DO PRÍNCIPE – COLLEEN HOUCK

Quando a jovem de dezessete anos, Lilliana Young, entra no Museu Metropolitano de Arte certa manhã, durante as férias de primavera, a última coisa que esperava encontrar é um príncipe egípcio ao vivo com poderes divinos, que teria despertado após mil anos de mumificação.

 

E ela realmente não poderia imaginar ser escolhida para ajudá-lo em uma jornada épica que irá levá-los por todo globo para encontrar seus irmãos e completar uma grande cerimônia que salvará a humanidade.

 

Mas o destino tem tomado conta de Lily, e ela, juntamente com seu príncipe sol, Amon, deverá viajar para o Vale dos Reis, despertar seus irmãos e impedir um mal em forma de um deus chamado Seth, de dominar o mundo.

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Título: O Despertar do Príncipe

Titulo Original: Reawakened

Autor: Colleen Houck

Editora: Arqueiro

Número de Paginas: 336

 

Fonte: Dicas de Livros

Categoria: Literatura e Filmes
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O REGRESSO

1822. Hugh Glass (Leonardo DiCaprio) parte para o oeste americano disposto a ganhar dinheiro caçando. Atacado por um urso, fica seriamente ferido e é abandonado à própria sorte pelo parceiro John Fitzgerald (Tom Hardy), que ainda rouba seus pertences. Entretanto, mesmo com toda adversidade, Glass consegue sobreviver e inicia uma árdua jornada em busca de vingança.

 

Trailer:

 

Lançamento: 4 de fevereiro de 2016 (2h36min)

Direção: Alejandro González Iñárritu

Elenco: Leonardo DiCaprio, Tom Hardy, Domhnall Gleeson mais

Gênero: Faroeste , Aventura

Nacionalidade: EUA

Não recomendado para menores de 16 anos

 

Fonte: Adoro Cinema

Categoria: Literatura e Filmes
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O PONTO DE ENCONTRO DOS LÍDERES DAS INDEPENDÊNCIAS AFRICANAS EM PORTUGAL

Casa dos Estudantes do Império é tema de livros e exposição

PRAIA (CABO VERDE) – Criada em 1944, em Portugal, para receber jovens das colônias da África e da Ásia, a Casa dos Estudantes do Império tinha um objetivo expresso já no nome: formar quadros para o sistema colonial. Mas a convivência entre alunos de origens diversas, unidos pela revolta contra a dominação portuguesa, teve o efeito contrário. Antes de ser fechada pelo ditador Antonio Salazar, em 1965, a Casa se tornou um polo difusor das culturas de países como Angola, Moçambique e Cabo Verde. Muitos estudantes saíram dali para liderar as lutas de independência que acabaram com o império português.

 

Essa história é resgatada em uma exposição promovida nos países lusófonos pela União das Cidades Capitais da Língua Portuguesa (UCCLA). Com fotografias, documentos e obras da época, a mostra já passou por Lisboa e Maputo, em Moçambique, e está em cartaz em Praia, capital de Cabo Verde. Além disso, a UCCLA publicou fac-símiles dos 22 volumes lançados pela editora da Casa dos Estudantes do Império. São os raros livros de estreia de jovens que se tornariam pioneiros das literaturas dos países africanos de língua portuguesa

 

Secretário-geral da UCCLA e idealizador da exposição, Vitor Ramalho afirma que a Casa é uma instituição singular na história do colonialismo

 

— Portugal foi o único país com uma instituição onde surgiram laços entre futuros governantes e escritores das ex-colônias. Nasci em Angola e ouvia sempre essa história dos mais velhos, mas ela é pouco lembrada hoje nos países lusófonos — diz Ramalho, que espera trazer a mostra para o Brasil nos próximos meses.

 

A Casa era um centro de convivência, lazer e assistência médica e social para universitários das colônias portuguesas, onde não havia ensino superior. A maior parte dos sócios vinha da África, com alguns egressos de Timor-Leste, Macau e Goa, na Ásia. Entre os estudantes estavam Agostinho Neto, que viria a ser o primeiro presidente de Angola, de 1975 a 1979; Joaquim Chissano, que governou Moçambique de 1986 a 2005; e Amílcar Cabral, líder do movimento de libertação de Guiné-Bissau e Cabo Verde, assassinado em 1973, antes das independências.

 

Os estudantes promoviam debates, festas e eventos que movimentavam a Casa. Nos anos 1960, criaram um selo editorial que publicava obras não só de associados (como “Poemas”, de Agostinho Neto), mas também de jovens autores que viviam nas colônias. Por isso, foram lançadas primeiro em Lisboa obras seminais da literatura africana, como “Caminhada”, do cabo-verdiano Ovídio Martins; “A cidade e a infância”, do angolano Luandino Vieira; e “Chigubo”, do moçambicano José Craveirinha (de versos como “Vim de qualquer parte/ duma nação que ainda não existe”). Décadas mais tarde, Craveirinha e Vieira receberiam o Prêmio Camões, maior distinção da língua portuguesa.

 

CASA INSPIROU ROMANCE DE PEPETELA

Também ganhador do Camões, o angolano Pepetela frequentou a Casa entre 1959 e 1962. No convívio com outros estudantes africanos, o jovem fã de Julio Verne e Eça de Queirós passou a conhecer melhor a cultura de sua terra natal. Pepetela se inspirou nessa experiência para escrever o romance “A geração da utopia” (Leya), no qual uma sócia da Casa, “no centro mesmo do Império”, descobre “sua diferença cultural em relação aos portugueses”.

 

— Foi na Casa que pela primeira vez me apercebi da riqueza das culturas africanas, não só de Angola, mas de todo o continente. Foi também aí que tomei maior contato com a literatura que se fazia em Angola, mas que era quase clandestina. Compreendi cada vez mais que a cultura, particularmente tudo o que tivesse como origem as tradições e crenças seculares, se transmitiam de geração em geração, conservando o núcleo de uma consciência que mais cedo ou mais tarde explodiria em consciência social e política — diz Pepetela, por e-mail.

 

Dos cerca de 600 sócios da Casa, pouco mais de cem fugiram de Portugal em 1961 para participar das lutas de independência nos países africanos, que durariam até a metade da década seguinte. O regime Salazar apertou a vigilância sobre a instituição, que foi fechada em 1965. Autora de “A Casa dos Estudantes do Império e o lugar da literatura na conscientização política”, Inocência Mata, professora das universidades de Lisboa e de Macau, diz que a instituição foi “um bumerangue” que se voltou contra o regime colonial.

 

— Os estudantes cooptaram a Casa para difundir o ideal de autonomia e combater a invisibilidade dos africanos — diz Inocência, nascida em São Tomé e Príncipe. — O regime fechou a instituição porque passou a vê-la como um ninho de rebeldes. Mas seus integrantes deixaram um legado: formaram uma nova elite política africana e ajudaram a construir as literaturas de seus países.

 

Guilherme Freitas viajou a convite da UCCLA

 

Fonte: O Globo

Categoria: Literatura e Filmes
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DEADPOOL

Ex-militar e mercenário, Wade Wilson (Ryan Reynolds) é diagnosticado com câncer em estado terminal, porém encontra uma possibilidade de cura em uma sinistra experiência científica. Recuperado, com poderes e um incomum senso de humor, ele torna-se Deadpool e busca vingança contra o homem que destruiu sua vida.

 

Trailer:

 

Lançamento: 11 de fevereiro de 2016 (1h48min)

Direção: Tim Miller

Elenco: Ryan Reynolds, Morena Baccarin, Ed Skrein mais

Gênero: Ação , Aventura , Comédia

Nacionalidade: EUA , Canadá

Sinopse: Não recomendado para menores de 16 anos

 

Fonte: AdoroCinema

Categoria: Literatura e Filmes
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BRASILEIRO FESTEJA PRÊMIO EM FESTIVAL FRANCÊS DE QUADRINHOS

‘Tungstênio’, de Marcello Quintanilha, foi considerado a melhor história policial

SÃO PAULO – Radicado na Espanha e morando em Barcelona há 14 anos, o niteroiense Marcello Quintanilha, de 44 anos, foi premiado anteontem, no Festival de Angoulême, na categoria Polar, que segundo o autor pode ser definida como uma mistura dos gêneros policial e suspense, com uma pitada de crítica social. O livro escolhido pelo “Festival de Cannes dos quadrinhos” foi “Tungstênio”, lançado no Brasil em 2014 pela editora Veneta e na França no ano passado, pela Çà et Là.

 

— O selo de participação num certame como esses já é uma grande coisa. Ganhar um prêmio tem uma dimensão muito maior — diz ele, em entrevista por Skype ao GLOBO.

 

Ambientada em Salvador, a história de “Tungstênio” acompanha as agruras de quatro personagens: um sargento reformado do exército, um jovem traficante, um policial e sua mulher. É uma mudança e tanto das ambientações do início de sua carreira, quando as tramas se passavam nos subúrbios cariocas e eram protagonizadas por jogadores de futebol, motoristas de van e outros personagens da fauna local.

 

Quintanilha diz que os quadrinhos brasileiros são muito apreciados no mercado europeu. Nem tanto por ser estrangeiros ou por ter alguma particularidade, mas porque são bons.

 

— Não existe nada extraordinário nisso — diz o quadrinista. — Existe uma mudança conjuntural. Com a internet, a circulação dessas obras está mais ágil. Fica mais fácil.

 

O autor disse que acompanha o máximo que pode o que está se passando no mercado brasileiro de quadrinhos. Ele acha que o país passa por um momento interessante, mas é preciso “preencher algumas lacunas”:

 

— Precisamos melhorar nossa relação com as obras de gênero, criar publicações que reúnam histórias de terror, policiais, de cangaço. Costumávamos ter isso antes e perdemos. O mercado se fortalece.

 

Quintanilha está trabalhando em um novo livro, que deve ser lançado ainda no primeiro semestre. Segundo ele, são histórias curtas, dando segmento ao que fez em “Talco de vidro” (2015).

 

— São histórias bem fortes, que mergulham na psicologia dos personagens. São histórias inspiradas naquilo que eu sou e que pessoas muito próximas de mim viveram.

 

Fonte: O Globo

Categoria: Literatura e Filmes
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