SUPERAR OBSTÁCULOS É QUESTÃO DE OTIMISMO OU RESILIÊNCIA?

Levante a mão quem nunca teve que superar algum obstáculo na vida. Para algumas pessoas, passar por situações difíceis pode ser algo muito doloroso, quase paralisante. Para outras, essas situações as tornam mais fortes e resistentes.

 

Mas o que determina essa capacidade de superar as dificuldades?

 

Sendo otimista?

 

Algumas pessoas podem dizer que superar dificuldades é uma questão de otimismo. Ser otimista pode ser entendido como um estado de confiança em relação ao futuro geral ou a alguma questão específica pessoal. A pessoa otimista, crê que tudo vai dar certo, segue em frente com seu pensamento, olhando sempre por uma perspectiva positiva, por pior que esteja a situação. É aquela pessoa que nunca perde a esperança, acredita que no fim tudo vai dar certo, que não precisa se desesperar porque as coisas “só acabam quando terminam” e no fim tudo dá certo.

 

Sendo resiliente?

 

A origem da palavra no Brasil é um termo advindo da física, que significa a deformação do material e a recuperação do mesmo ao seu estado original. Imagine um elástico que ao ser puxado em suas extremidades com determinada força se expande, ao retirar a força ele retorna a sua forma inicial. Com as pessoas, algo similar acontece, elas enfrentam situações ruins e suportam altos níveis de estresse e conflitos, e ainda assim, conseguem dar a volta por cima tornando-se mais resistentes a novos obstáculos.

 

 

A resiliência para a Psicologia fala sobre o pensar, sentir e agir do indivíduo em situações difíceis que contribuem para a superação desses momentos. A capacidade da pessoa de superar adversidades, encontrar novos caminhos em um contexto de sofrimento e ao final do processo, sair mais forte e motivado, para lidar com possíveis realidades conflituosas.

 

Podemos exemplificar com o caso do Fernando Fernandes, modelo que participou do Big Brother 2, demonstrou ser uma pessoa muito resiliente. Após ficar paraplégico por um acidente de carro, passou por um programa de neuro reabilitação em lesão medular, sua superação foi tanta que se tornou atleta, alcançando o título de campeão mundial de canoagem na Polônia em 2010.

 

(Foto: Divulgação/ Tubbs e Costa)

 

Segundo Vera (2012), algumas características pessoais contribuem para a resiliência como: autoconfiança, conquistar e manter pessoas, autocontrole, sensibilidade ao contexto, senso de humor e empatia. Uma pessoa com essas características estará mais preparada para passar por momentos difíceis sem grandes traumas. Além disso, o apoio familiar e outras redes de apoio são condições ambientais importantes para desenvolver tais características.

 

Mas o que determina a superação de um obstáculo? Otimismo ou Resiliência?

 

Antes de qualquer coisa vamos esclarecer o que é um obstáculo. É tudo aquilo que dificulta ou atrapalha o percurso dos nossos planos. Pense em um pequeno obstáculo, como na situação conturbada que surge antes de fechar aquele negócio tão esperado. Para alcançar o resultado satisfatório você deverá identificar possíveis empecilhos e encontrar os melhores caminhos que contribuirão para o êxito do negócio. Através do otimismo, você terá a tranquilidade, o bom humor e a visão ampliada para resolver as possíveis questões e encontrar as soluções adequadas.

 

Agora, se estamos falando de um obstáculo que poderia causar grandes perdas emocionais que interrompem sua rotina e seus planos de vida. Apenas o otimismo pode não ser suficiente para superar esse obstáculo. Será preciso o otimismo e aquelas características que falamos antes, que entendemos como resiliência, como: autoconfiança, autocontrole, sensibilidade ao contexto etc. Por exemplo, o caso da empresária Marilis, que levou 35 anos para descobrir que tinha doença celíaca (intolerância ao glúten). Até descobrir o diagnóstico correto perdeu muitos quilos, não tinha convívio social, sem falar no sofrimento com hospitais e os sintomas da doença. Quando descobriu o diagnóstico, teve que fazer uma readaptação alimentar e passou a criar novas receitas sem glúten. O sucesso foi tão grande com essas receitas que atualmente ela tem uma empresa que produz alimentos para pessoas com restrições alimentares, como: lactose, açúcar, glúten. Ou seja, Marilis não só superou a doença, como também, em meio ao sofrimento encontrou a solução física e econômica em sua vida. A história de Marilis é um bom exemplo de resiliência, onde apenas com o otimismo não resolveria, pois ela lidou com as frustrações, superou os obstáculos e alcançou o sucesso.

 

Prof. Adriana Oliveira (UDF), Discentes: Fábio Canedo de Andrade Silva, Karine de Sousa Silva e Mayara Ferreira Costa (Alunos do 7º Semestre do Curso de Psicologia).

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A CRIANÇA É UM PROBLEMA NA ESCOLA, O QUE FAZER?

Profa. Adriana Oliveira (UDF), Discentes: Klícia de Lima Ramos e Ruth Braga de Assis dos Anjos

 

Você já recebeu um bilhetinho de reclamação da escola porque seu filho era um aluno “problema”? Ou, você é um professor que está se sentindo impotente em sala de aula? Saiba que “Alunos indisciplinados” é um tema que move pais, professores e técnicos de escolas públicas e privadas de diversos contextos no Brasil (REGO, 1996). E para vencer essa dificuldade, é necessária uma reflexão acerca do assunto e uma melhor compreensão sobre as características desses alunos, a importância das regras, as causas, as alternativas disponíveis e a importância dos pais, educadores e psicólogos no desenvolvimento da criança.

 

PERFIL DO ALUNO PROBLEMA

 

“Aluno problema” é o termo popular empregado aos alunos indisciplinados na escola (AQUINO, 1998). Eles não obedecem às regras, aos pedidos dos professores, se envolvem em brigas com os coleguinhas e até mesmo em “bate-bocas” com os professores. São estressados, muitas vezes apresentam baixo nível de aprendizagem e rendimento acadêmico, e podem acabar recebendo muita reclamação, advertência e até mesmo suspensão. Além disso, em casos mais extremos, tem sido muito comum as escolas, ao se informarem do comportamento do ingressante, rejeitarem a vaga a esses alunos para evitarem futuros problemas.

 

E ENTÃO, O QUE PODE SER FEITO?

 

1º – Compreender o que é disciplina e o comportamento indisciplinar.

 

Segundo Rego (1996), as regras e o seu cumprimento são importantes para estabelecer harmonia entre as relações, cooperação, possibilitar diálogo e preservar o direito do outro. Da mesma forma, faz-se necessária a aplicação das regras dentro do contexto escolar, pois a internalização e a obediência a elas, norteiam e delimitam as relações sociais e podem levar o indivíduo à autonomia e liberdade. Nesta ótica, a indisciplina passa a ser vista como falta de respeito, intolerância e intransigência a regras que regulam a conduta de um indivíduo ou grupo (REGO, 1996).

 

2º – Identificar as possíveis causas.

 

A responsabilidade do comportamento problema não deveria recair a apenas em uma das partes envolvidas, ou seja, só sob a família, a escola, a sociedade em geral, ou ainda, ao ambiente economicamente e culturalmente desfavorecidos (REGO, 1996). O indivíduo é um ser biopsicossocial e segundo Belloch e Olabarria (1993), isso significa que é um ser singular e integral que é afetado por fatores biológicos (vírus, bactérias, genética, defeitos na estrutura anatômica, etc.), psicológicos (forma como percebe, internaliza o mundo, sente e reage) e sociais (interação com seu núcleo familiar, amigos e sociedade em geral). Nesse ínterim, o aluno pode, por exemplo, apresentar entre tantas possibilidades algum distúrbio neurológico, de aprendizagem ou comportamental (AQUINO, 1998). E como o indivíduo é um ser único, o conjunto de fatores que determinam seu comportamento pode variar de pessoa para pessoa, recomenda-se procurar um profissional competente para fazer as devidas análises e encaminhamentos e/ou poder auxiliá-lo nesse processo de descoberta das causas e mudanças.

 

3º – Maior participação dos pais no desempenho escolar do seu filho junto à escola.

 

A escola e a família devem trabalhar em parceria para o bom desempenho do aluno. O papel de educar começa com a família e estende-se à escola. Os conceitos, virtudes e valores que durante a vida darão norte à criança devem ser transmitidos pelos pais, de forma que a escola venha apenas para complementar. Os pais devem estar presentes e ter uma participação ativa no desenvolvimento escolar da criança e do adolescente, devem apoiar e dar suporte nos conteúdos aprendidos em sala de aula e estarem atentos às suas dificuldades. É de suma importância também a comunicação e diálogos abertos entre a escola e família. A família deve estar atenta a indícios, sintomas e sinais que possam evidenciar um comportamento problemático do aluno (VASCONCELLOS, 2000).

 

4º- O professor pode lançar mão de algumas estratégias em sala.

 

Segundo Souza (2002), autora do livro “A práxis na formação de educadores infantis”, algumas alternativas indicadas aos professores para combater a indisciplina são:

  • Construir regras para melhorar a convivência junto com os próprios alunos;
  • Fazer trabalhos em equipe e criar recursos para despertar a vontade de querer aprender;
  • Adotar exercícios que estimulam e aulas interativas;
  • Ser atencioso e procurar conhecer o aluno, seus conflitos e problemas;
  • Incentivar os alunos e elogiar suas boas condutas;
  • Buscar a participação da família na vida escolar;

 

5º – Procurar ajuda de outros profissionais.

 

Além da participação dos pais e professores no acompanhamento ao aluno, o psicólogo escolar poderá atuar auxiliando a família e/ou professores no descobrimento e no discernimento acerca do contexto educacional para que possam alcançar maior confiança e autonomia diante de seus alunos. Poderá desenvolver junto à escola, ações esclarecedoras sobre temas diversos, como por exemplo: ética, agressividade, bullying, entre outros. Pode ainda, fazer reuniões com os pais sobre o desenvolvimento acadêmico dos alunos e trabalhos em equipe para a melhoria das relações interpessoais (VASCONCELLOS, 2000).

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O SISTEMA DE TRANSPORTE URBANO NO BRASIL: UMA BREVE REFLEXÃO

Por Prof. Flávio A. C. Basilio

 

O setor de transportes é, sem dúvida, um dos mais importantes do país, com altos efeitos de ligação/encadeamento para frente e para trás, de modo que transformações nesse setor repercutem em toda a economia. A experiência internacional mostra que existem três tipos de arranjo institucional relacionado à oferta de transporte coletivo urbano por meio do modal rodoviário: monopólio estatal, firmas privadas não reguladas e sistema híbrido baseado na oferta privada de serviços com regulação e imposição de regras pelo Estado. Sob este aspecto, a experiência internacional dos últimos 30 anos consagra a adoção do sistema híbrido de atuação. De um lado, as experiências estatais, como as do Chile da década de 1970, mostram que o resultado final é a crônica insuficiência de oferta de transporte coletivo, baixa qualidade dos serviços, alto tempo de espera, ônibus lotados e elevado custo social.

 

Do outro, as estratégias liberalizantes de ampliação da concorrência, ancoradas na ideia de que o mercado livre seria capaz de aumentar a oferta dos serviços e a redução das tarifas devido à concorrência, foram capazes de aumentar a oferta dos serviços. Contudo, como qualquer monopólio natural, esta elevação da oferta foi acompanhada de crescente elevação do preço da tarifa (muito acima do preço dos combustíveis) e excesso de capacidade ociosa, com externalidades negativas sobre o trânsito e poluição. Como colateral, observou-se, ainda, aumento da idade média da frota de ônibus e defasagem tecnológica do capital empregado. Com efeito, a liberalização além de não conseguir restringir o poder de mercado das empresas, ainda gerou ineficiência no setor porque, na presença de mais empresas do que o socialmente ótimo (monopólio), os custos de operação do sistema são maiores devido à impossibilidade de diluir o custo fixo.

 

Por essas razões, a experiência internacional consagrou a adoção do sistema híbrido de atuação, com oferta de serviços por meio da iniciativa privada e regulação tarifária e determinação de padrões mínimos de qualidade por meio do setor público.

 

Assim, o problema do monopólio natural coloca para o formulador de políticas econômicas um conflito entre a eficiência alocativa e a eficiência produtiva. Para alcançar a eficiência produtiva, uma única firma deve ofertar o serviço, pois assim, minimizam-se os custos de produção. No entanto, se uma única firma produz no mercado, ela terá a tendência em fixar os preços acima do custo marginal visando maximizar seus lucros, de tal modo que a eficiência alocativa, do ponto de vista de oferta do serviço, não será alcançada. Para garantir o benefício dos dois regimes de atuação, o sistema híbrido deve ser dotado de independência e deve regular a regra de fixação de preços, com adicional imposição de metas de qualidade, para evitar perdas de eficiência relacionadas a estratégias desinteressadas de redução de custos por parte das empresas. Ressalte-se que na insuficiência de um importante arranjo institucional, a estrutura do mercado levará, inevitavelmente, a captura do regulador pelas empresas.

 

Este resultado, em última análise, traz aos usuários os mesmos problemas evidenciados nos sistemas puros de atuação, ou pior, a majoração desses problemas, que agora aparecem conjuntamente. Parece que este é o caso observado na economia brasileira, no qual a ausência de um sistema centralizado, independente e organizado de regulação leva à ineficiência alocativa e produtiva do sistema de transporte urbano rodoviário de passageiros, hoje a cargo das prefeituras municipais.

 

Sobre o autor:


 

Flávio A. C. Basilio – Economista com Ph.D em economia. Professor de administração do UDF.

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FREUD: A FORMALIZAÇÃO DE UM SABER QUE TORNA PROBLEMÁTICA QUALQUER VERDADE

Por prof. Fábio Liborio Rocha

 

Pensamos que a rejeição que alguns teóricos têm de Freud, ocorre por causa da máscara indicada no seminário 17 de Lacan, onde estes críticos insistem em tentar representar uma fantasia pacificadora do sujeito, para esconder sua enorme atividade pulsional reprimida, uma vida repleta de candura onírica, citadas no Seminário 20 (Mais, Ainda, p.15), de Lacan.

 

Mas sabedores da parte fisiológica do Ser, onde importantes hormônios influenciam nossos atos e pensamentos, devemos ter cautela para não provocar o temido mal estar na cultura, que Freud se preocupava tanto. Por isso saudamos a psicomotricidade do Raman-Thiers, onde podemos observar os fantasmas oníricos de carne e osso, sempre que podemos de nosso “cachimbo freudiano”, e o andar dos faunos e das erínias em nossa frente, com o sedutor perfume de sândalo. Oh… caro Lacan, como é preciosa a certeza epistemológica do nível Real não santificado. Todavia o desejo no sujeito é único e se emancipou como sujeito narcísico, sujeito como tal. Este o é, em sua própria lei, em sua ausência de lei.

 

Nosso minicurso propõe Lacan em sentido ontológico a tarefa antifilosófica de romper com o domínio freudiano da palavra sobre a mente humana ao investigar os enganos linguísticos do sujeito. Ocorre então uma diferenciação entre o desejo de Lacan e o desejo de Freud que aquele assumiu como sujeito de linguagem a partir de seus conceitos de inconsciente.

 

Em Lacan, o desejo do outro pode também ser crível e sabê-lo por mim. Assim, o desejo do homem, é o desejo do Outro. Com efeito, o amor, será o amor do Outro em eterno devir porque segundo Lacan o amor sempre faz signos recíprocos. Para designar esse deslocamento do conhecimento do desejo para Freud, Lacan cunhou a linguagem do nome do pai inconsciente, a porta de entrada de sua antifilosofia. O sujeito revela a sua verdade sobre o amor, qual não pode se dizer “por inteira”, só poderá se meia-verdade, meio-dita, semi-dizer, sendo assim a única verdade mediada. Fenômeno que acontece com todo ser, pois temendo o erro de Descartes, tomamos nossas preocupações epistemológicas, revela um “sujeito suposto saber”.

 

Assim, concluímos que o desejo é, em suma, a sua própria interpretação, em si, na fala do outro e por esta razão o amor se encontra como um signo somado ao corpo que o simboliza. Assim mesmo amigos, uma cerca aberta ou semi-dizer: o Amor visa o Ser, mas consegue escapar justamente porque não queria Ser. No Édipo também há desejo, mas não há sentido como podemos entrever em Freud. O Édipo se encontrava freudiano, no momento em que Lacan engendra uma hermenêutica do conflito edipiano deliberando atrair pura e simplesmente o amor do mais potente, quer dizer, do pai. O sujeito esquiva-se tanto mais quanto o seu narcisismo se encontra aí ameaçado, na medida em que recebendo este amor de pai surge para ele uma castração. Foi dessa forma que Lacan difere de Freud ainda em sua obra A Interpretação dos Sonhos, vol – I, de Freud quando inferiu sobre os desejos. Será que e foi este o motivo da rejeição a Freud? Mas esta conversa deixaremos para o próximo Post neste blog. Muitas saudades,

 

Sobre o autor:

 

Prof. Fábio Liborio é pós-doutorando em Psicologia na UNB com o tema: “Verdade e gozo na antifilosofia de Jacques Lacan”. Sou graduado em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2000), mestre em Filosofia com subárea em Ética pela UGF (2003) e doutor em História, pela Universidade Federal do Paraná (2009). Responsável pela disciplina de Ética e Filosofia em Psicologia (UDF), e Bioética (Ciências Biológicas) e Filosofia do Direito (UDF). Fui professor no Dptº de História da UNB. Ministro aulas no seminário de Psicanálise como estágio obrigatório na pós-graduação de Psicologia na UNB.

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FALAR SOBRE CRIANÇA É:

Por Gizelha Maria Pereira Gomes

 

falar sobre alguém muito especial, pois agora falo dela, depois da adolescência, a seguir de um adulto e por fim do “mais vivido”.

 

É desenvolvimento, crescimento, mudança, evolução, progresso, movimento,

 

falar sobre alguém que espera ser amada, respeitada, querida, importante, ajudada, procurada, orientada, elogiada, especial.

 

falar sobre alguém que precisa ser entendida, amparada, acalmada, com paciência, tolerância e sabedoria, na tentativa de garantirmos um adolescente , um adulto e um mais vivido, mais saudáveis e equilibrados emocionalmente.

 

Se a gente cuida é porque ama e se ama, a gente cuida.

 

O mais importante numa relação entre os responsáveis e as crianças, ou seja,   aqueles que respondem pelo crescimento e desenvolvimento de uma criança é o amor, carinho, alegria, atenção, presença, dedicação, palavras, gestos, acolhimento, sorriso, o ouvir, o falar, o silenciar-se quando necessário. É dizer SIM e NÃO, colocar limites. É chamar a atenção, mas dizer TE AMO sempre.

 

Espera-se que esta criança cresça emocionalmente equilibrada para  desenvolver na vida adulta todo seu potencial humano. Para que se torne um adulto feliz. Tornar-se ela própria, e não uma simples repetição do que seus responsáveis foram ou são.

 

O tempo é senhor de todas as respostas. Tudo tem seu tempo e ele ajuda a criança amadurecer e fazer suas próprias escolhas. Mas precisa da orientação de alguém que com muito amor poderá contribuir de maneira favorável no desenvolvimento desta criança.

 

Que toda criança possa ser feliz e encontrar seu espaço, seu lugar, o momento e o tempo certo, pessoas que as ame, respeite e se lembre que se cheguei lá, fui um dia criança. Como?

 

Dependendo do contexto, dos gestos de amor, da qualidade deste amor, das  experiências vivenciadas pela criança, estes serão modelos para as futuras ações desta criança!!!!

 

Faça a sua história diferente!!!!! Você pode, deve, precisa e merece!!!!

 

“ Temos que  ser criança para sonhar, adolescente para arriscar, adulto para colocar os pés no chão e maduros o suficiente para dosar tudo isso.”  Andreza Filizzola

 

Sobre a autora:

 

Gizelha Maria Pereira Gomes – Professora da Educação Infantil ao Ensino Médio; Pedagoga nas áreas de Orientação Educacional da Educação Infantil ao Ensino Médio e Magistério das Matérias Pedagógicas do Ensino Médio;

 

Psicóloga Clínica, atendendo em consultório próprio há 25 anos, no Centro Universitário do Distrito Federal – UDF, há sete anos e como Professora Mestre há 24 anos, nesta Instituição de Ensino Superior.

 

Amo tudo que “faço”, “estou” e “sou”.

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PÓS-GRADUAÇÃO, POR QUE FAZER?

Sobre o Coordenador:

 

Lucas Vissotto possui Graduação em Engenharia Civil pela Universidade Estadual de Goiás (2007), Graduação em Geografia pela Universidade Federal de Goiás (2007), Mestrado em Geotecnia pela Universidade Federal de Goiás (2009), Doutorado em Geotecnia pela Universidade de Brasília (2013) e Analista em Infra-estrutura do DNIT. Coordenador do Curso de Engenharia Civil do UDF e Professor em Nível Superior. Tem experiência na área de Engenharia Civil, com ênfase em Geotecnia, Fundações, Mecânica das Rochas, Simulação Numérica, Mineração, Pavimentação, Terraplenagem e Tecnologia dos Materiais. Desenvolveu projetos e obras de Infra-estrutura como rodovias BR’s 101, 381, 153, 040 e outras; Usinas Hidroelétricas; Túneis de Adução, Rodoviários e de Minas Subterrâneas entre várias Obras Civis.

 

 

Sobre o(s) curso(s):

 

Pós-Graduação em Estradas, Estruturas em Concreto Armado e Engenharia de Segurança do Trabalho.

 

Público-alvo:

 

Profissionais de nível superior das áreas, Engenharias, Arquitetura, Geologia, Economia, Administração, Geografia e Direito; além de profissionais dos setores empresariais, da administração pública e educação.

 

Os diferenciais do(s) curso(s):

 

Visando atender aos profissionais que buscam uma especialização certificada pela instituição mais tradicional do distrito federal, os cursos de pós-graduação em Estradas, Estruturas em Concreto Armado e Segurança do Trabalho do UDF possui, aulas um final de semana por mês, disciplinas ministradas por diretores e gestores do Ministério dos Transportes, DNIT, Ministério das Cidades, VALEC, DER’s além de consultores e projetistas.

 

Mais informações:

 

Através do email “posgraduacao@udf.edu.br ” ou pelo site www.udf.edu.br

 

Seu conhecimento no curso certo:

 

Integrar ao currículo a tradição e a experiência de mais de 40 anos do UDF em formação de profissionais bem sucedidos, sem dúvida, é colocar seu conhecimento no curso e local certos.

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PÓS-GRADUAÇÃO, POR QUE FAZER?

Sobre o Coordenador:

Bernardo Petriz é graduado em Educação Física com Mestrado em Atividade Física e Doenças Crônico degenerativas não Transmissíveis. Atualmente é doutorando em Ciências Genômicas e Biotecnologia, onde realizou seu estágio doutoral no laboratório de Genômica Estrutural na Universidade de Oxford no Reino Unido. Tem experiência como pesquisador na investigação das adaptações moleculares do sistema cardiovascular e musculoesquelético e da microbiota intestinal ao exercício, além de atuar como docente de Ensino Superior e Pós Graduação. É editor associado e revisor de periódicos científicos internacionais e também um dos fundadores do instituto ciência para saúde em Brasília.

 

Sobre o(s) curso(s):

Pós Graduação em Prevenção e Tratamento de Doenças Crônico degenerativas.

 

Público-alvo:

Para o curso de Pós Graduação em Prevenção e Tratamento de Doenças Crônico degenerativas: Graduados em Educação física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Nutrição, Terapia ocupacional, Medicina, Odontologia e áreas afins com experiência e/ou interesse em atuar em centros de reabilitação, hospitais e organizações públicas e privadas.

 

Os diferenciais do(s) curso(s):

Neste Pós Graduação, os diferenciais são o ineditismo deste curso no Brasil e o alinhamento de seu conteúdo com tópicos avançados e atuais da genética e biologia molecular no contexto das doenças crônico degenerativas. Todos estes aspectos são somados a docentes e pesquisadores experientes na área acadêmica e na prática das disciplinas que ministram. Por fim, o conhecimento das diversas áreas de atuação no tratamento destas doenças fornecera maiores recursos técnicos para uma atuação profissional multidisciplinar.

 

Mais informações:

Através do email “posgraduacao@udf.edu.br ” ou pelos sites www.udf.edu.br /

 

www.cienciaparasaude.com.br

 

Seu conhecimento no curso certo:

Integrar ao currículo a tradição e a experiência de mais de 40 anos do UDF em formação de profissionais bem sucedidos, além de estar em contato com tópicos avançados na prevenção e tratamento de doenças crônico degenerativas é sem dúvida, colocar seu conhecimento no curso e local certos.

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PÓS-GRADUAÇÃO, POR QUE FAZER?

 

Sobre o Coordenador:

 

Kelly Amorim é Professora de Direito e Processo do Trabalho do UDF, autora de livros pela Editora Jus Podvim e Professora de Cursinhos para Concurso Público.

 

Sobre o(s) curso(s):

 

Pós-Graduação em  Direito e Processo do Trabalho

 

Público-alvo:

 

Advogados, Contadores, Gestores de RH, Bacharéis em Direito e o público que se interessa na área trabalhista.

 

Os diferenciais do(s) curso(s):

 

Você estudará com professores renomados e atuantes na área, como o Ministro do TST Maurício Godinho. Além disso, encontrará disciplinas importantes para a atuação do profissional, preço acessível e carga horária  excelente.

 

Mais informações:

 

Através do email “posgraduacao@udf.edu.br ” ou pelo site www.udf.edu.br

 

Seu conhecimento no curso certo:

 

Tenha a garantia de um ensino de qualidade com professores comprometidos com o seu reconhecimento.

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