HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO UDF NO MÊS DE JULHO

Devido ao recesso escolar, informamos que durante todo o mês de Julho/2014, o horário de funcionamento do Centro Universitário UDF será de segunda a sexta-feira das 9h às 21h e aos sábados, das 9h às 12h.

 

Obs.: A Central de Atendimento ao Aluno – CAA e o Setor de Crédito Educativo farão atendimento ao público de 9h às 20h. Após este horário só haverá atendimento a quem já estiver presente no local.

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EMPRÉSTIMO DE FÉRIAS

Aos interessados em adiantar os estudos, a biblioteca do UDF disponibiliza o empréstimo para as férias.

 

 

Todos os livros emprestados a partir do dia 25 de Junho terão seus prazos de devolução estendidos até o dia 11 de Agosto. Os materiais renovados entre essas datas estão automaticamente incluídos.

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A CIÊNCIA DO EXERCÍCIO: DA PERFORMANCE À SAÚDE

Por: Grupo Ciência para Saúde

 

A Ciência do Exercício é uma disciplina criada há poucas décadas que tenta entender porque e como a prática de exercício afeta nosso corpo e nos faz bem. Ela estuda a anatomia, a fisiologia e o movimento humano, os ossos, os músculos e outros tecidos para também melhorar a performance de um atleta e saber como prevenir lesões. Essa ciência tem se voltado cada vez mais para os campos da saúde, fitness, medicina e reabilitação e ainda procura entender como a nutrição afeta o corpo e o desempenho.

 

Mais recentemente, a Ciência do Exercício também entrou na era do genoma passando a integrar uma abordagem molecular junto à fisiologia do exercício. Desde o Projeto Genoma Humano, que sequenciou o DNA da nossa espécie, tem havido vários avanços nessa área, revolucionando o modo de entender processos biológicos e fisiológicos. Descobrimos regiões de DNA com variações e genes que estão relacionados com a aptidão física. Um exemplo é o gene GDF8 (ou MSTN), que produz a proteína chamada miostatina. A miostatina controla o tamanho dos músculos. Quanto mais miostatina, menos massa muscular e, quanto menos miostatina, mais massa muscular. Se a pessoa não possuir o gene GDF8 ou se o gene for defeituoso e produzir pouca miostatina funcional, o músculo continua crescendo. Esse fenômeno foi observado pela primeira vez no gado belga-azul, também conhecido como super gado. Ele desenvolve de duas a três vezes mais massa muscular que o gado normal. Há relatos de casos semelhantes em cachorros, camundongos e até bebês. Em humanos, esses indivíduos podem possuir até duas vezes mais massa muscular que o normal. Vários fisioculturistas produzem pouca quantidade de miostatina ou nem têm o gene.

 

Outro exemplo de como a genômica e a biologia molecular podem contribuir para entendermos sobre aptidões para certos exercícios é o gene ATCN3. Esse gene produz uma proteína que é expressa em fibras musculares rápidas. O músculo é composto por fibras musculares e há, basicamente, dois tipos dessas fibras: lentas e rápidas. As fibras lentas são resistentes ao cansaço e especializadas para uma atividade contínua, como maratonas. As fibras rápidas são pouco resistentes ao cansaço e contraem rapidamente. São úteis para levantadores de peso e corredores de curta distância, que precisam de uma “explosão de energia”. Cada pessoa expressa os tipos de fibras musculares de forma um pouco diferente: algumas têm mais fibras rápidas, outras têm mais fibras lentas. Quem tem uma variação do gene ATCN3 que é capaz de produzir uma proteína mais ativa, é mais apto para provas de curta distância ou duração.

 

Mas não se enganem, os genes sozinhos não determinam o sucesso de um atleta, até porque o meio ambiente pode alterar a expressão dos genes. Além do treinamento e disciplina, outras influências são importantes, como família, sociedade, atitudes culturais e históricas. O conhecimento molecular sobre o corpo e o exercício pode ser aplicado para desenvolver marcadores medidos com uma única gota de sangue que ajudarão a orientar melhor o treinamento, potencializando a capacidade de cada um. Além da utilização no exercício, é possível que tais conhecimentos sejam aplicados para a população de modo geral, inclusive para tratamento de doenças. O gene GDF8, que regula a massa muscular, por exemplo, representa um ponto de partida importante para desenvolver remédios que bloqueiam a miostatina e que poderão ser usados para tratar distrofia muscular e outras condições que levam à perda de músculo, dificultando a locomoção.

 

A utilização da Ciência do Exercício junto a modernas técnicas de análise molecular se tornou uma abordagem imprescindível para melhor compreendermos como o exercício físico pode atuar na prevenção e no tratamento de inúmeras doenças crônicodegenerativas de grande prevalência e incidência mundial, como a obesidade, o diabetes tipo II e as doenças cardiometabólicas. Pesquisas nessa área são norteadas pelos fortes indícios do papel do exercício físico na manutenção e na preservação da saúde, sendo também considerado um agente não farmacológico no tratamento de inúmeras doenças. Por fim, cabe ressaltar que a utilização do exercício físico como agente terapêutico tem outro ponto extremamente relevante: sua prática rotineira não requer necessariamente algum gasto financeiro, uma situação completamente oposta aos elevados gastos com saúde pública em decorrência do tratamento da obesidade, do diabetes tipo II e da hipertensão.

 

Nesse sentido, a popularização da Ciência do Exercício com pesquisas no campo da Genética e da Biologia Molecular se consolidam cada vez mais, como aconteceu naturalmente com a Fisiologia do Exercício clássica. Atualmente, um dos grandes desafios da área é a popularização destas técnicas modernas, antes apenas restritas às Ciências Biológicas. Assim, se torna mais importante que os profissionais da área da saúde tenham uma boa base fisiológica e estejam atualizados e familiarizados com estas novas ferramentas, levando a um conhecimento mais profundo e prático do papel do exercício para a saúde.

 

Os Autores

 

Grupo Ciência para Saúde é formado pelos pesquisadores e acadêmicos; Clarissa Gomes, Bernardo Petriz e Jeeser Almeida. O grupo tem como objetivo disseminar de forma clara e objetiva a Ciência da Saúde e seus princípios voltados para a prevenção e o tratamento de doenças crônico-degenerativas.

 

Currículo dos autores

 

Clarissa Pedrosa da Costa Gomes: Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Genômicas e Biotecnologia da Universidade Católica de Brasília. Realizou o estágio doutoral Institute for Systems Biology (Seattle, EUA). Tem experiência na área de Biologia Molecular e Bioquímica, com ênfase em Biotecnologia, atuando principalmente nos seguintes temas: biologia molecular, epigenética e exercício. http://lattes.cnpq.br/9081772163696021

 

Bernardo Petriz: Doutorando pelo Programa de Pós Graduação em Ciências Genômicas e Biotecnologia da Universidade Católica de Brasília, com estágio doutoral no Structural Genomics Consortium na University of Oxford UK (2012-2013). Atuando na área de proteômica, transcriptômica e bioquímica do músculo cardíaco e esquelético, e microbiota intestinal, com ênfase nos efeitos do exercício físico agudo e crônico sobre a obesidade e hipertensão. http://lattes.cnpq.br/3343118797634636

 

Jeeser Alvez de Almeida: Doutor em Educação Física (2014) pela Universidade Católica de Brasília, atualmente realiza estágio pós-doutoral na Universidade de Brasília – UnB. Estuda o campo da fisiologia do exercício clínico nas respostas morfofuncionais frente ao exercício físico. Possui experiência em modelo animal e estudos com populações especiais (Obesidade, Diabetes e Hipertensão).  http://lattes.cnpq.br/2013004154780922

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NOITE, BARULHO E BARES EM BRASÍLIA.

“A civilização começa onde há rua com bares”, cita o antropólogo Gary Wray McDonogh ao estudar os bares de Barcelona. Para McDonough, os bares seriam locais intrínsecos à civilização urbana e fundamentais na vida cultural e social das cidades. Similarmente, o sociólogo Gilberto Barral aponta para a importância dos bares como locais de práticas políticas e culturais e para a centralidade que alguns obtiveram na vida cultural de Brasília. Seria possível dissociar a vida artística de Brasília de bares como Beirute e Balaio? Possivelmente não: difícil precisar aonde terminavam as discussões políticas, artísticas e culturais entre a mesa do bar, os palcos e a academia. Apesar do peso dos bares na vida econômica, social e cultural de Brasília, uma tendência pode ser observada nos últimos anos na capital: maior cerceamento da atividade dos bares, com fechamentos, multas, processos.  Esta tendência traz à cena atores envolvidos na vida noturna (urbanistas, donos de estabelecimentos, boêmios, políticos, moradores): como dialogar e conciliar interesses distintos e visões diferentes de cidade?

 

(Foto: Vejabrasil)

 

O diálogo torna-se necessário: uma cidade sem vida noturna, sem bares abertos, sem uma boemia criativa, tende a ser uma cidade economicamente menos competitiva, culturalmente débil e sexualmente menos tolerante, segundo o economista Richard Florida. Entretanto, deve-se conciliar o direito ao sossego e o direito a diversão, entre aqueles que têm a percepção da vida notívaga como perigosa fisicamente e moralmente ameaçadora e os que têm na noite, exatamente por sua dimensão subversiva e questionadora das estéticas e convenções sexuais vigentes durante o dia, importante espaço de formação subjetiva, comunitária e política. Deve-se ainda levantar questões como o direito à noite, dentro da perspectiva apontada por Henri Lefebvre do direito à cidade: direito aos espaços noturnos de encontro, de alteridade, sem necessariamente estarem submetidos à comoditização. Enfim, promover a cidadania mesmo na boemia.

 

Preocupa-me o cerceamento de bares, especialmente após a instituição da lei 4.092/2008, a chamada “Lei do Silêncio”: importantes polos de vida artística e cultural de Brasília foram afetados, acarretando prejuízos para músicos, DJs, estabelecimentos e seus funcionários, além dos frequentadores (com cada vez menos opções de saídas). Os limites de decibéis de 55 dB durante a noite faz com que, na prática, todos os bares de Brasília, especialmente os do Plano Piloto (devido as configurações espaciais especificas) operar na ilegalidade. Não foram poucos os bares fechados, multados e/ou proibidos de executarem música, acústica ou mecânica: Balaio, Senhoritas, Piauí, Pinella estão entre estes. A lei 4.092/08 não especifica os métodos de medição do suposto grau de “poluição ambiental” que um bar possa causar: os 55 dB devem ser medidos na pista de dança (se houver?)? Nas mesas? Na janela do reclamante e no horário especificado? Além disso, como delimitar uma legitima reclamação de um morador de uma anônima mal-intencionada (vinda de concorrentes ou mesmo de agentes públicos vendendo soluções?)?

 

Alguns estudos afirmam que tendemos a supervalorizar o barulho quando não vemos a fonte ou temos antipatia por ele (por exemplo, alguém que não goste de um gênero musical tende a sobrevalorizar seu volume). Assim, elementos subjetivos estão envolvidos na definição do que seria “poluição sonora”, sendo reducionista entender apenas por uma numeração, tornando-se ainda mais necessária especificar metodologias para sua medição antes de ir simplesmente fechando e multando bares. 55 dB é um limite o qual a conversação humana naturalmente ignora e aquele pagode, ainda que tocado dentro dos limites legais, pode irritar algum vizinho. Arquitetos, empresários e agentes públicos precisam dialogar para encontrar meios de conciliar os interesses e a amenizar as colateralidades de bares no quesito “barulho”. Assim, investir em isolamento acústico, tanto por parte dos construtores de edifícios residenciais quanto dos donos de bares, torna-se necessário. Arquitetos devem valorizar, também, a disciplina de Conforto Acústico, a fim de amenizar as colateralidades em seus projetos e a contribuir com uma cidade ambientalmente amigável.

 

Restrições a bares e boates podem levar cidades a ter grandes prejuízos na sua imagem e na sua economia e cultura. Nova York e Paris são duas das grandes cidades que agora lidam com os prejuízos que legislações superzelosas e a intolerância de parcela de sua população infligiram à vida noturna local. A vida noturna tornou-se assunto político, de Amsterdam à Brasília. Alinho-me aqueles que entendem que a cidade deve fomentar uma vida noturna diversificada, democrática, inclusiva e segura, benéfica a sua vida política, cultural, econômica e social. Os diversos atores envolvidos na produção da vida noturna de Brasília devem, urgentemente, sentar à mesa de um bar e encontrar novas formas de governança de modo a tornar a capital um lugar mais alegre e boêmio. To dentro desta mesa, só me chamar.

 

O Autor:

Prof. Marcelo Augusto de Almeida Teixeira

 

Arquiteto com graduação (1997) e mestrado (2013) pela Universidade de Brasília. Doutorando em Sociologia para Universidade de Brasília. Participa do grupo de estudos “Urbanidade e estilos de vida” do Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília. Possui diversos projetos arquitetônicos residenciais, comerciais e de interiores em Brasília e Teresina (Piauí), além de ter participado de varias mostras de design de interiores em Brasília. Objetos de pesquisa: globalização e urbanismo, políticas sexuais, espaço e subjetividades, Sociologia da arquitetura. É boêmio, apreciador de tatuagens e cerveja.

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ESTÁGIO SUPERVISIONADO SERÁ TEMA DE PALESTRA DO CURSO DE ENFERMAGEM

A aproximação das demandas de estágios curriculares à prática da prestação de serviços a comunidade se tornou tema de uma palestra organizada pela Coordenação do curso de Enfermagem no UDF. Serão dois dias nos quais alunos e professores discutirão temas importantes para o desenvolvimento de atividades supervisionadas na rede do Distrito Federal.

 

A abertura oficial do evento acontecerá na próxima segunda-feira, às 19h. Já na terça-feira, os presentes poderão visitar os trabalhos expostos pelos alunos. Os banners ficarão expostos durante toda semana para apreciação da comunidade acadêmica.

 

De acordo com o Coordenador do curso, professor Suderlan Sabino, o objetivo é apresentar experiências de alunos que já participam de atividades de Estágio Curricular Supervisionado.

 

Data: 09 e 10 de junho

Horário: Dia 09 (das 19h às 22h); Dia 10 (das 8h às 12h e das 19h às 22h)

Local: Campus I

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ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM É TEMA DE PALESTRA NO UDF

Nos próximos dias 10 e 11, os acadêmicos do curso de Enfermagem poderão participar das palestras: “Assistência de Enfermagem à pacientes com distúrbios neurológicos” e “Assistência de Enfermagem à pacientes com distúrbios metabólicos e endócrinos”, respectivamente. O objetivo do evento é discutir a assistência dada por profissionais da enfermagem a pacientes desta natureza.

 

 

O Coordenador Adjunto do curso, e responsável pela palestra, professor Roberto Albuquerque, explica a importância da participação no evento “os enfermeiros devem ser hábeis na avaliação geral da função neurológica, metabólica e endócrina, além de conhecer as implicações e prescrições de enfermagem para os pacientes com distúrbios nesses sistemas”.

 

No primeiro dia, o evento será realizado na sala 120 do Ed. Sede, já no segundo dia, o ponto de encontro será a sala 109. Os acadêmicos que estiverem presentes nos dois dias receberão certificado de participação, válido como comprovante de atividade complementar, equivalente à 6h.

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PROJETO UNIVERSIDADE CIDADÃ

Com o objetivo de mudar o comportamento da sociedade através da consciência cidadã, alunos e professores do curso de Ciências Contábeis participarão, nesta quarta-feira (28), de um debate sobre as questões da Educação Fiscal. O evento, voltado ao público universitário, pretende esclarecer o jovem sobre a importância de participar, como cidadão-estudante ou já no exercício da profissão, da obtenção e da gestão dos recursos públicos.

 

De acordo com o Coordenador do curso, professor Eurípedes Júnior, é necessária uma ação educativa permanente voltada para o desenvolvimento de hábitos, atitudes e valores dos cidadãos. “A proposta é aprimorar a consciência social do cidadão”, complementa. Poderão participar acadêmicos dos cursos de Ciências Contábeis, Administração, Gestão Pública e Direito também poderão participar.

 

O evento será realizado no Auditório do Ed. Sede a partir das 19h30. Para participar, baste se inscrever na Área do Aluno.

 

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VÍDEOS DO CICLO DE PALESTRAS JURÍDICO-TRABALHISTAS

Iniciado em fevereiro deste ano, o Ciclo de Palestras Jurídico-Trabalhistas apresentado pelo Ministro do Tribunal Superior do Trabalho -TST e professor do UDF, Maurício Godinho, tem atraído um número considerável de participantes. Agora, você poderá assistir aos vídeos de cada apresentação do Ministro, realizada no Auditório do Edifício Sede do UDF.

 

 

 

 

 

Assista cada palestra na íntegra, clicando abaixo:

 

O Sistema Constitucional Trabalhista Brasileiro.

Princípios Constitucionais e Princípios Especiais do Direito do Trabalho.

Relação de Emprego e Relação de Trabalho no Direito Brasileiro. Em breve

Terceirização Trabalhista. Em breve

A nova Jurisprudência do TST e a Negociação Coletiva Trabalhista. Em breve

 

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Por: (inserir o nome do autor)


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