CRIANÇAS QUE DÃO GOLES NO ÁLCOOL DOS PAIS PODEM COMEÇAR A BEBER MAIS CEDO, DIZ ESTUDO

Pesquisa americana realizada com 561 jovens apontou que permissão dos responsáveis pode não ser inofensiva

RIO – Deixar que seu filho ou sua filha dê uma bicada no seu vinho quando eles ainda são crianças pode não ser tão inofensivo assim, como mostra uma recente pesquisa americana publicada no “Jornal de Estudos sobre Álcool e Drogas”. Segundo o estudo, jovens que provam, por exemplo, vinho de seus pais quando mais novos, podem ser mais propensos a começar a beber até o ensino médio.

 

 

Os pesquisadores descobriram que, de 561 alunos em um estudo de longo prazo, aqueles que deram um gole de álcool até o quinto ano eram cinco vezes mais propensos do que seus colegas a beberem um drink todo até chegarem ao ensino médio. Além disso, tinham quatro vezes mais probabilidade de já terem ficado bêbados. Os resultados não provam que os primeiros goles de álcool são necessariamente os culpados, disse a pesquisadora Kristina Jackson, do Centro de Estudos de Álcool e Dependência na Universidade Brown, em Providence, em Rhode Island, nos Estados Unidos.

 

“Nós não estamos tentando dizer se é OK ou não que os pais permitam isso”, afirmou Jackson.

 

Ainda assim, ela notou, alguns pais acreditam no “modelo europeu” – a ideia de que a introdução de crianças ao álcool já cedo, em casa, vai ensiná-las sobre o consumo responsável e, assim, diminuirá o apelo do álcool de ser um “tabu”.

 

“Nosso estudo fornece evidências do contrário”, disse Jackson.

 

Os resultados são baseados em alunos do ensino médio que foram examinados periodicamente ao longo de três anos. No início do sexto ano (quando tinham em torno de 11 anos), quase 30% dos alunos disseram que já tinham tomado um gole de álcool. Na maioria dos casos, os pais que tinham fornecido – muitas vezes em uma festa ou outra ocasião especial.

 

No nono ano, 26% daqueles que tinham bebido um gole quando mais novos disseram que já tinham bebido um drink todo, contra menos de 6% de seus colegas. Além do mais, 9% ou tinha chegado bêbado ou tinha bebido compulsivamente – em comparação com pouco menos de 2% daqueles que não tinham dado goles.

 

É claro que há muitos fatores que influenciam no ato de beber enquanto se é menor de idade, Jackson observou. Sua equipe tentou explicar o maior número de fatores possíveis – incluindo os hábitos de consumo e qualquer história de alcoolismo dos pais, bem como a disposição das crianças de impulsão e tomadas de risco em geral.

 

‘MENSAGEM MISTA’

De acordo com Jackson, é possível que esses pequenos gostos de álcool passem aos filhos jovens uma “mensagem mista”.

 

“Nessa idade, algumas crianças podem ter dificuldade em compreender a diferença entre um gole de vinho com uma cerveja cheia”, explicou ela.

 

Dito isso, ela ressaltou que os pais não devem se assustar se eles já deixaram seus pequenos dar um gole no vinho.

 

“Não estamos dizendo que o seu filho está condenado”, disse Jackson.

 

Por fim, ressaltou que as conclusões apontaram para a necessidade de dar às crianças “mensagens claras e consistentes” sobre beber, e ter certeza que eles não podem ter acesso a nenhuma bebida na casa.

 

Fonte: O Globo

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BEBIDA ALCOÓLICA NÃO DIMINUI CONSCIÊNCIA, MAS INIBE REMORSO

Pesquisa mostra que a consciência sobre os erros não diminui, mas o sentimento de culpa e vergonha, sim

Pode ser fácil culpar o álcool por ligações ou mensagens inesperadas para um ex, por exemplo, mas um novo estudo mostrou que essa não é uma desculpa aceitável.

 

Sentimentos como culpa e remorso são inibidos pelo consumo de álcool, diz estudo

 

Os pesquisadores da University of Missoury, liderados pelo professor Bruce Bartholow, sugerem que o álcool não inibe a capacidade de as pessoas saberem o que estão fazendo, mas inibe o sentimento de culpa, remorso ou vergonha. O estudo mediu as respostas baseando-se em padrões cerebrais.

 

Os pesquisadores dividiram os 67 participantes em três grupos e pediram que um ingerisse álcool antes de completar tarefas de reconhecimento de erros em um computador. Aqueles que beberam álcool se mostraram tão conscientes diante dos erros quanto o grupo de sóbrios, com a diferença que o primeiro grupo mostrou se importar menos, segundo informações do site do jornal britânico Daily Mail.

 

A um grupo – formado por homens e mulheres – foi dado refrigerante; outro grupo tomou um placebo e um terceiro ingeriu vodca com tônica.

 

Cada um deles tinha que completar uma tarefa de reconhecimento de erros. De acordo com as conclusões, os três grupos estavam conscientes sobre os erros, embora a preocupação ou o remorso com os erros tenha se mostrado menor entre os que ingeriram bebida alcoólica.

 

Fonte: Portal Terra

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APROVADA PUNIÇÃO MAIS RIGOROSA PARA QUEM DIRIGIR ALCOOLIZADO

O projeto de lei que prevê medidas mais rigorosas para quem for flagrado dirigindo embriagado foi aprovado ontem (18) pelo plenário do Senado. Pelo projeto, também passam a servir como prova a “perícia, o vídeo, testemunho ou outros meios de prova admitidos em direito”. Caso o condutor não concorde com o que for constatado, pode solicitar uma contraprova, como teste do bafômetro, por exemplo. Hoje, a infração só pode ser atestada por exame de sangue ou teste do bafômetro, que podem ser recusados pelo motorista suspeito de embriaguez ao volante. A matéria segue agora sanção presidencial.

 

Um entendimento entre o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), e o relator do projeto, senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), permitiu que ele abrisse mão, na última semana, do substitutivo que previa a chamada tolerância zero para a condução de veículo sob qualquer concentração alcoólica. Com isso, o projeto aprovado manteve os teores alcoólicos limitados pela lei.

 

As mudanças no Código de Trânsito Brasileiro dobram a multa para quem for pego dirigindo com qualquer teor de álcool no sangue. A multar, que hoje é R$ 957,70, passa para R$ 1.915,40, e se o motorista for reincidente em um período 12 meses, ela dobra de valor. O crime de conduzir o veículo sob embriaguez só é constatado por uma concentração igual ou superior a 0,6 grama de álcool por litro de sangue.

 

Íntegra Clica Brasília

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FIM DA RESSACA

Quem sofre desse mal, sabe o tanto que é incômodo. O excesso do álcool provoca a temida ressaca, na maioria das pessoas. Digo maioria, porque alguns seres simplesmente não têm ressaca alguma.

 

 

Para evitar todo esse sofrimento, foi criado nos EUA, um adesivo capaz de acabar com o mal-estar gerado pela bebida. Inventado pelo cirurgião plástico Leonard Grossman, o adesivo batizado como Bytox Hangover Prevention Patch, repõe as vitaminas e ácidos que nosso organismo perde durante o consumo de álcool e já está disponível no Reino Unido.

 

 

Leonard Grossman afirma que mais eficaz que o adesivo que ele criou, somente uma injeção de vitaminas.

 

Para funcionar, basta colocar o adesivo 45 minutos antes de cair na bebedeira. A criação, porém, não evita que a pessoa fique bêbada, mas com certeza diminuirá as ausências no trabalho nas segundas-feiras.

 

Fonte: Só notícia boa

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CÂMARA APROVA MAIS RIGIDEZ PARA QUEM DIRIGIR BÊBADO

Proposta segue para o Senado

Parece que a atual multa de R$ 957,70 para quem dirige sob efeito de álcool, não tem freado muito a imprudência dos motoristas. A Câmara dos Deputados aprovou em votação simbólica e por unanimidade, o projeto de lei que endurece a lei seca no Brasil. A proposta, que ainda tem que ser aprovada pelo senado e depois sancionada pela presidente Dilma, prevê multa no valor de R$ 1.915,40 e em caso de reincidência dobra para R$ 3.800 para quem for flagrado sob efeito de efeito de álcool, ou outras drogas que causem dependência.

 

 

A medida também amplia o número de provas que podem ser usadas para verificar o estado de embriaguez do motorista. Além do teste do bafômetro e do exame de sangue, valerão também provas de testemunhas, exame clínico, e vídeos. Os deputados derrubaram a fotografia como prova, porque pode ser facilmente adulterada.

 

A suspensão do direito de dirigir por um ano permanece para o motorista que for flagrado dirigindo bêbado.

 

Fonte: Só notícia boa

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ÁLCOOL DEIXA AS PESSOAS MAIS CONSERVADORAS

Eu sei. Você sempre pensou que seria o contrário, não é mesmo? Deve estar se lembrando das coisas que fez quando estava sobre o efeito do álcool. Essa notícia é mesmo um tanto quanto estranha. Mas um estudo da Universidade do Arkansas (EUA) aponta que as pessoas ficam mais conservadoras quando bebem.

 

 

Nessa pesquisa foi constatado que quanto mais alto o nível de álcool no sangue dos voluntários, mais conservadoras eram suas opiniões em relação a sexo, educação e posicionamento político. A hipótese do estudo é que o álcool deixa as pessoas mais conservadoras porque prejudica o raciocínio. É o que os pesquisadores chamam de “pensamento de pouco esforço” — segundo eles, se você não pensa direito sobre as coisas, acaba caindo nas ideias conservadoras.

 

Fonte: Superinteressante

 

 

 

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REDES SOCIAIS SÃO MAIS TENTADORAS DO QUE ÁLCOOL E CIGARRO

Pesquisa feita na Alemanha mostra quais desejos as pessoas conseguem controlar mais facilmente

Usar o Twitter ou atualizar o status do Facebook pode ser mais difícil de resistir que a vontade de fumar ou tomar um copo de cerveja. É o que diz um estudo conduzido pela Booth Business School (Universidade de Chicago) e que tinha como objetivo mensurar o quanto uma pessoa consegue resistir aos desejos e vontades ao longo do dia.

 

Os resultados foram surpreendentes. A pesquisa percebeu que a força de vontade de uma pessoa para resistir às tentações diminuía ao longo do dia, assim como diminuía a resistência ao trabalho. Em contrapartida, entre os desejos “controláveis”, o grupo de pesquisados citou atividades como sexo e impulsos consumistas.

 

 

As atividades mais problemáticas citadas na pesquisa foram a vontade de dormir e se divertir. De acordo com a matéria publicada pela revista Exame online, esses desejos trazem certa tensão para a vida das pessoas, porque elas precisam controlar o desejo natural de descansar e relaxar para dar conta da carga de trabalho e outras tarefas.

 

 

Já o desejo de acessar meios de comunicação, como redes sociais, por exemplo, foram citados entre os mais difíceis de superar. Apesar do uso frequente das redes sociais não trazer consequências sérias para a vida da pessoa, é capaz de ocupar um tempo considerável do seu dia. Mas, o acesso fácil e gratuito ao Twitter torna a vontade de engajar neste tipo de atividade mais difícil de ser contornada.

 

Agora, já no caso da nicotina e do álcool, os custos envolvidos são maiores para a pessoa, tanto para a sua saúde física quanto financeira. Além disso, é mais complicado ter a oportunidade de fumar e beber ao longo do dia.

 

A pesquisa foi feita na cidade de Würzburg (Alemanha). Foram distribuídos smartphones para 200 pessoas, entre 18 e 25 anos de idade, que deveriam responder mensagens enviadas pelo time de pesquisadores e listar os desejos que tiveram nos últimos 30 minutos. Também deveriam relatar a intensidade de tal vontade, se conflitava ou não com outras tarefas e se resistiram ou deixaram-se levar por ela.

 

Fonte: Revista Info

 

 

 

 

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