PROFESSOR PUBLICA ESTUDO EM RENOMADA REVISTA INTERNACIONAL

Um estudo feito pelo professor Bernardo Petriz, do curso de Educação Física do UDF, foi publicado recentemente pela prestigiada revista científica BMC Genomics. O artigo faz parte da tese de doutorado do professor e contou com a participação do também professor da Instituição, Jeeser Alves.

 

“O artigo cientifico apresenta uma grande relevância por ser um dos primeiros a mostrar que o exercício modifica o conjunto de bacterias que temos em nosso organismo (Microbiota intestinal), além de ser o primeiro a mostrar isso em modelo animal obeso e hipertenso”, explica Petriz.

 

Leia abaixo um resumo do estudo feito pelo professor:

 

Exercitando nossas bactérias

 

As bactérias estão por toda parte e, no nosso intestino, alcançam a casa de trilhões e trilhões. Elas podem afetar nosso peso corporal, a digestão de alimentos e participar da susceptibilidade ou resistência a certas doenças. Vários fatores, como remédios, doenças, estresse e, principalmente, a alimentação podem alterar a microbiota, como é chamado o conjunto de microrganismos no nosso corpo. Essas modificações ocorrem ao longo de toda nossa vida, desde o nascimento, tendo a microbiota um papel fundamental no desenvolvimento e na função do sistema imunológico. Além disso, sabe-se que a microbiota intestinal desempenha papel importante na quebra e estocagem de substratos energéticos, influenciando, assim, nosso metabolismo.

 

Curiosamente, alguns estudos recentes realizados em ratos e também em humanos saudáveis mostraram que a prática de exercício físico também pode modificar a composição da microbiota no intestino. Como o exercício tem papel essencial na regulação metabólica e no gasto energético, ele pode modular a interação entre corpo e bactérias, alterando o metabolismo de modo positivo. Mas ainda desconhecemos tais relações, especialmente em indivíduos patológicos (ex. obesidade, diabetes, hipertensão, etc).

 

Portanto, nosso grupo de pesquisa propôs um estudo para examinar os efeitos do exercício aeróbio em intensidade moderada no status da microbiota intestinal em ratos obesos, hipertensos e saudáveis. Os resultados antes do treinamento (corrida em esteira) apontam para um perfil bacteriano semelhante entre ratos normais e hipertensos, que difere significativamente dos animais obesos. Seis espécies de bactérias eram mais abundantes em ratos obesos que em ratos hipertensos ou saudáveis. Uma das espécies, Bacterioides acidifaciens, pode estar relacionada com a inflamação que ocorre decorrente da obesidade. Em outras palavras, podemos sugerir que indivíduos obesos possuem uma microbiota bem diferente de não obesos.

 

Após quatro semanas de exercício em esteira, ocorreram mudanças na composição e diversidade de espécies bacterianas em todos os animais: obesos, hipertensos e saudáveis. Enquanto certas bactérias diminuíram depois do exercício, outras aumentaram. Também correlacionamos a abundância de bactérias com a concentração de lactato no sangue, um indicador de performance utilizado no campo da fisiologia do exercício. Após o treinamento, a concentração de lactato sanguíneo diminuiu em todos os animais (pelo teste de máxima fase estável do lactato – MFEL), o que indicou uma melhora da capacidade aeróbia. Uma maior abundância de bactérias de duas famílias estava relacionada com um menor acúmulo de lactato no sangue. Portanto, o exercício foi eficaz em promover melhora na capacidade aeróbia e favoreceu a proliferação dessas bactérias.

 

Nossos resultados são bastante animadores e, apesar de estarmos no início dos estudos sobre microbiota e exercício, pudemos confirmar que o exercício é capaz de alterar as comunidades de bactérias intestinais. Isso demonstra o potencial efeito do exercício no tratamento e até prevenção de certas patologias, bem como uma direção para a descoberta de novos alvos de tratamento usando a microbiota.

 

Saiba mais sobre o estudo em www.cienciaparasaude.com.br

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ÓLEO DE COCO AJUDA NO COMBATER ÀS CÁRIES

 

 

Muito tem se falado do óleo de coco na luta contra a balança, mas poucos sabem que ele também pode ser um grande aliado no combate às cáries.

 

Cientistas irlandeses fizeram o teste contra a bactéria de açúcar Streptococcus mutans, que ao ter contato com o dente, produz ácido que o leva a apodrecer. O óleo mostrou ótimos resultados no combate dessas bactérias.

 

Essa novidade pode incentivar a produção de cremes dentais e enxaguantes bucais com essa substância.

 

A cárie dentária afeta até 90% das crianças nos países industrializados.

 

Fonte: Só notícia boa

 

Categoria: Acontece
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CONJUNTIVITE: A HORA DE BUSCAR AJUDA MÉDICA

“Procure um médico em casos de suspeita e antes de qualquer medicamento”, alerta Lorena Albernaz

Com a chegada dos dias mais frios cresce também os casos de conjuntivite. Doença relacionada aos hábitos de higiene, a inflamação da membrana que protege a parte externa do olho, se dá pelo contato físico com pessoas e objetos contaminados. Nos últimos dias, autoridades de Saúde noticiaram um surto da epidemia no DF, o que elevou em 50% o número de pacientes com o diagnóstico. Segundo especialistas, este resultado deve-se a uma mutação do vírus causador da doença.

Sem época certa para aparecer, o tempo seco aliado à baixa umidade facilitam sua propagação. É o que explica o coordenador da Escola de Saúde do UDF, professor Manoel Neto. “Nesta época do ano, as pessoas tendem a ficar em locais fechados e aglomerações, cenários perfeitos para a transmissão do agente causador da doença”. Dentre os sintomas mais comuns da conjuntivite estão: irritação ocular, olho vermelho, edema nas pálpebras, prurido, intolerância à luz e aumento da secreção ocular.

Com tratamento específico, a conjuntivite pode ser viral, bacteriana ou alérgica. De acordo com o professor, alguns cuidados são essenciais. “Primeiramente, é necessário que consulte um oftalmologista para que ele analise uma amostra das secreções e averigue a natureza da doença.  Antibióticos também devem ser evitados, por serem mais eficazes às conjuntivites bacterianas”, recomenda.

Sobre os riscos da automedicação e o que é preciso evitar, a professora Lorena Albernaz, coordenadora do curso de Farmácia do UDF, dá novas dicas: “É muito importante que não se faça o uso de fármacos e tampouco água boricada sem auxílio médico, o que pode acentuar ainda mais a inflamação. Não encoste também o frasco da pomada ou colírio nos olhos. E lave sempre as mãos antes e depois de aplicar a medicação. O soro fisiológico serve para lavar os olhos não tendo, portanto, efeito terapêutico”, ensina.

Perguntado sobre a melhor forma de prevenção, o coordenador defende a educação como saída: “Devemos aprender e ensinar hábitos saudáveis e corretos de higiene para a população. Somente assim conseguiremos controlar a contaminação”. Responsabilidade a ser levada também pelos alunos da Escola de Saúde.

12 de maio – De carona no tema, você saberia dizer o que celebramos neste dia? Seja qual for a sua resposta. Você com certeza já foi paciente ou visitante de um hospital e lá, foi atendido (a) por estes profissionais que atuam como parceiros do médico. O Dia Mundial do Enfermeiro é uma homenagem a inglesa Florence Nightingale, precursora da enfermagem pelo mundo. No Brasil, a data foi instituída pelo governo de Getúlio Vargas. Por aqui rendemos também homenagem à Anna Nery, pioneira da profissão no país. As comemorações pela data envolvem ainda a Semana da Enfermagem, entre os dias 12 e 20 de maio. Neste ano, a Semana ganhará pela primeira vez sessão solene na Câmara dos Deputados. A solenidade com representantes do setor acontece no dia 16/05, às 10h. A transmissão ao vivo será feita pela TV Câmara.

Arte: Jornal de Brasília

Categoria: Fique de Olho
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