DÓLAR OPERA EM ALTA, ACIMA DE R$ 3,60, COM AÇÃO DO BC

Na sexta, moeda fechou o dia vendida a R$ 3,5817, em queda de 1,96%.

O dólar opera em alta nesta segunda-feira (21), após o Banco Central vender pouco mais de um quarto da oferta de swaps cambiais reversos, equivalentes à compra futura de até US$ 1 bilhão, depois de a moeda norte-americana perder mais de 10 por cento neste mês.

 

Às 14h09, a moeda norte-americana subia 0,62%, vendida a R$ 3,604.  Veja a cotação do dólar hoje.

 

Acompanhe a cotação ao longo do dia:

Às 9h09, alta de 1,23%, a R$ 3,6259.

Às 9h39, alta de 1,76%, a R$ 3,6448.

Às 10h, alta de 1,81%, a R$ 3,6468.

Às 10h20, alta de 1,34%, a R$ 3,6299.

Às 10h49, alta de 1,39%, a R$ 3,6318.

Às 11h09, alta de 0,99%, a R$ 3,6172.

Às 12h20, alta de 1,14%, a R$ 3,6228.

Às 12h40, alta de 0,89%, a R$ 3,6136.

Às 13h10, alta de 0,64%, a R$ 3,6046.

Às 13h54, alta de 0,81%, a R$ 3,6108.

 

Na sexta, o dólar fechou o dia vendido a R$ 3,5817, em queda de 1,96%. É o menor valor de fechamento desde  27 de agosto de 2015, quando terminou o dia a R$ 3,5528.

 

Intervenção do BC

 

“O Banco Central identificou nas mesas que o pessoal estava vendendo muito no mercado futuro e esse leilão dá conta dessa demanda. É uma válvula de escape”, disse o operador da corretora Spinelli José Carlos Amado, à agência Reuters.

 

O BC vendeu apenas 5,5 mil swaps reversos da oferta de até 20 mil, com volume equivalente a UU$ 272,7 milhões. O Banco Central não realizava leilão de swap reverso havia três anos.

 

A venda parcial dos swaps reversos foi entendida como um sinal de que a autoridade monetária não quer mudar a tendência do câmbio, mas sim corrigir exageros e garantir a liquidez, no momento de tensão no cenário político, com a possibilidade de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

 

Até o pregão passado, a moeda havia recuado 10,54% no acumulado de março. Alguns operadores discutiam ainda a possibilidade de o BC ter como fim evitar cotações voláteis e muito baixas do dólar, que prejudicariam exportadores.

 

A ação do BC, ainda segundo especialistas, também serviu como uma porta de saída rápida para investidores que haviam apostado na alta da moeda norte-americana e foram pegos de surpresa pelo tombo recente.

 

As vendas de dólares no mercado futuro, combinadas com as saídas de dólares no mercado à vista, pressionaram o cupom cambial, taxa de juros em dólar no mercado brasileiro, a níveis considerados exagerados por muitos investidores.

 

A taxa de três meses ficou em 3,46% na sexta-feira, perto dos níveis vistos no início de março, quando o BC anunciou leilão de venda de dólares com compromisso de recompra para, na opinião de operadores, corrigir distorções. Nesta sessão, a máxima foi de 3,25%.

 

Alguns operadores discutiam ainda a possibilidade de o BC ter como fim evitar cotações voláteis e muito baixas do dólar, que prejudicariam exportadores.

 

Entenda: swap cambial, leilão de linha e venda direta de dólares

 

A última vez que o BC realizou leilão de swap cambial reverso foi em 11 de março de 2013, quando o dólar era negociado pouco abaixo de R$ 2.

 

O BC também realizou mais um leilão de rolagem dos swaps tradicionais –equivalentes à venda futura de dólares– que vencem em abril com venda integral de 3,6 mil contratos. Até o momento, o BC já rolou US$ 6,352 bilhões, ou cerca de 63% do lote total para abril, que equivale a US$ 10,092 bilhões.

 

Cenário político

 

A operação vem no momento em que a crise política alimenta apostas no impeachment da presidente Dilma Rousseff, algo que muitos operadores entendem como possível primeiro passo para a recuperação da economia brasileira.

 

Em particular, a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes de suspender a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro-chefe da Casa Civil era vista positivamente nas mesas. Pesquisa do Datafolha mostrando amplo apoio ao impeachment de Dilma também corroborava o humor.

 

“O mercado está operando política, o que significa que a volatilidade vai ser bastante elevada por tempo. O BC está em uma situação difícil”, disse o operador Marcos Trabbold, da corretora B&T.

 

Pesquisa Reuters publicada na quinta-feira mostrou que, pela mediana do mercado, o dólar pode ir a R$ 4,25 ou a R$ 3,50 neste ano dependendo do desfecho político.

 

Fonte: G1

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BRASIL PASSARÁ A SER 10š MAIOR COTISTA DO FMI APÓS REVISÃO, DIZ BC

País vai subir 4 posições após reforma coordenada pelo FMI

O Brasil vai subir quatro posições e passará a ser o 10º maior cotista do Fundo Monetário Internacional (FMI) após a integralização do aumento de sua cota, informou o Banco Central nesta segunda-feira (22).

De acordo com o BC, a 14ª Revisão Geral de Quotas resulta de uma longa negociação que teve início após a crise de 2008 e culminou em um acordo em 2010, “visando dobrar os recursos regulares do FMI, assim como aumentar a participação relativa das economias emergentes e em desenvolvimento dinâmicas”.

 

Com a 14ª Revisão Geral de Cotas do FMI, o processo de integralização será concluído nas próximas semanas e a participação do Brasil chegará a 2,32%, contra 1,78% anteriormente.
Em nota, o BC destacou que o resultado líquido do aumento de cotas não afeta o nível das reservas internacionais do Brasil.

 

Segundo o FMI, quatro países emergentes –Brasil, Rússia, Índia e China– estarão pela primeira vez entre os dez maiores cotistas do FMI e, de acordo com o comunicado do BC, esses países terão juntos 14,2% em cotas, ou 13,5 % em poder de voto.

 

Com a reforma, todos os 188 membros do FMI vão ampliar sua cota de recursos no fundo para cerca de 477 bilhões de direitos especiais de saques, a moeda do FMI (US$ 659,67 bilhões ante cerca de US$ 238,5 bilhões.

 

Fonte: G1

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INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS PROJETAM QUEDA DA ECONOMIA EM 2,95% ESTE ANO

A economia brasileira deve encolher 2,95%, este ano, de acordo com projeções de instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC). Esse foi o 13º ajuste consecutivo na projeção de queda do Produto Interno Bruto (PIB). No boletim Focus divulgado na semana passada, a estimativa estava em 2,81%. A queda estimada para a produção industrial é 3,5%, este ano.

 

Para as instituições financeiras, o encolhimento da economia vem acompanhado de inflação acima do teto da meta (6,5%), em 6,87%. Na semana passada, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) estava em 6,86%. O centro da meta de inflação é 4,5%.

 

O principal instrumento usado pelo BC para controlar a inflação é a taxa básica de juros, a Selic. O Comitê de Política Monetária (Copom), responsável por definir a Selic, elevou a taxa por sete vezes consecutivas. Nas reuniões do comitê em setembro, outubro e novembro de 2015, o Copom optou por manter a Selic em 14,25% ao ano. Na reunião do Copom deste mês, as instituições financeiras esperam que a Selic suba para 14,75% ao ano. Ao fim de 2016, a projeção para a Selic é 15,25%.

 

A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

 

A pesquisa do Banco Central também traz a projeção para a inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) que permanece em 6,14%, este ano. Para o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), a estimativa foi ajustada de 6,48% para 6,51%. A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) segue em 5,81%. A projeção para a alta dos preços administrados permanece em 7,5%.

 

A projeção para a cotação do dólar subiu de R$ 4,20 para R$ 4,21, no fim deste ano. A estimativa para o déficit em transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e as transferências de renda do país com o mundo, passou de US$ 38,6 bilhões para US$ 38,5 bilhões, este ano. A estimativa para o superávit comercial (exportações maiores que importações de produtos) subiu de US$ 33 bilhões para US$ 35 bilhões.

 

O investimento direto no país (recursos estrangeiros que vão para o setor produtivo) deve chegar a US$ 55 bilhões.

 

A dívida líquida do setor público deve chegar a 40% do PIB, de acordo com a estimativa das instituições financeiras.

 

Fonte: Agência Brasil

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INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS REGISTRAM QUEDA DE 37% EM JULHO NA COMPARAÇÃO COM 2014

Resultado de todas as trocas de serviços e do comércio do país com o mundo ficou negativo em US$ 6,2 bi, resultado 33% menor que em julho de 2014

BRASÍLIA – Com a economia em recessão, os investimentos estrangeiros no Brasil caíram nada menos que 37% em julho na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo Banco Central, entraram no país US$ 6 bilhões no mês passado para financiar a produção. Para os especialistas, esse é o melhor tipo de recurso que pode cobrir o rombo das contas externas. O lado bom é que esse déficit está cada vez menor por causa da alta do dólar.

 

Em julho, o resultado de todas as trocas de serviços e do comércio do Brasil com o resto do mundo ficou negativo em US$ 6,2 bilhões: 33% a menos que o déficit do mesmo mês do ano passado. Isso ocorreu porque a moeda americana mais cara desestimula os gastos com importados, viagens e outros serviços e ainda estimula as exportações.

 

Essa alta do dólar faz com que os brasileiros viagem menos para fora e gastem menos. As despesas dos turistas caíram nada menos que 30% em julho: ficaram em US$ 1,7 bilhão. O tradicional mês de férias com a família na Disney não atrai mais tanto viajante como antes porque foram precisos R$ 3,50 para comprar um dólar.

 

Fora a estilingada recente da moeda americana, a economia em retração também desestimulou os gastos. A despesa com aluguel de equipamentos, por exemplo, caiu 28%. No mês passado, somaram US$ 1,7 bilhão.

 

O quadro de julho das contas externas reflete um aprofundamento do que tem acontecido neste ano. As contas externas têm déficit de 44,1 bilhões: 24% a menos que nos sete primeiros meses do ano. Já os investimentos diretos no país caíram 33% e estão em US$ 39,9 bilhões. Ou seja, os investimentos ainda não financiam integralmente o rombo das contas externas.

 

Fonte: O Globo

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SAÍDA DE DÓLARES DO BRASIL SUPERA INGRESSO NA PARCIAL DE JUNHO

Resultado deste mês, até dia 18, foi divulgado pelo Banco Central.

Os dólares continuaram saindo da economia brasileira na parcial do mês de junho. Segundo informações divulgadas pelo Banco Central nesta segunda-feira (22), a retirada de recursos da economia brasileira superou o ingresso de divisas em US$ 3,12 bilhões neste mês, até o dia 18. Em maio, US$ 2,07 bilhões já haviam saído do Brasil.

 

No acumulado deste ano, até 18 de junho, porém, houve mais ingresso do que saída de recursos do país. Neste período, ainda de acordo com números da autoridade monetária, US$ 12,66 bilhões entraram no Brasil.

 

Impacto no dólar

 

A saída de recursos registrada em maio favoreceria, em tese, a alta do dólar. Com menos moeda norte-americana no mercado, seu preço tenderia, teoricamente, a ficar maior. Em junho, porém, o dólar vem registrando queda.

 

No fim de maio, a moeda norte-americana estava cotada a R$ 3,18, recuando para R$ 3,06 nesta segunda-feira (22), por volta das 12h05.

 

Além do fluxo de recursos, outros fatores também influenciam a cotação do dólar no Brasil. Entre elas, estão o comportamento da economia norte-americana, as sinalizações sobre a taxa de juros nos Estados Unidos, os indicadores da economia brasileira – que registraram desempenho ruim em 2014 – além de declarações de integrantes da equipe econômica e da oferta de contratos de “swap cambial” (que funcionam como venda de dólares no mercado futuro) pelo BC brasileiro, entre outros.

 

Retirada de estímulos nos EUA

 

Nos Estados Unidos, a expectativa dos analistas é de continuidade da retirada de estímulos à economia, que começa a dar sinais de recuperação. Em 2015, há previsão de que pode haver até mesmo aumento de juros nos Estados Unidos, o que tenderia a gerar retirada de dólares do Brasil, em direção aos EUA.

 

Na última semana, entretanto, o Federal Reserve (BC norte-americano) informou que a atividade econômica tem se expandido moderadamente, depois de ficar praticamente estagnada no primeiro trimestre do ano – sem indicar quando poderá começar a subir os juros.

 

Indicadores da economia brasileira

 

Os indicadores da economia brasileira, que pioraram nos últimos anos e os fracos resultados dos últimos meses, também impactam a cotação do dólar no Brasil. As contas externas registraram em 2014 um déficit de 4,17% do PIB, o que configura o pior resultado em 13 anos (e um dos mais altos do mundo). No primeiro trimestre deste ano, porém, houve queda do déficit em conta corrente.

 

Ao mesmo tempo, as contas públicas brasileiras tiveram o primeiro déficit da história no último ano, segundo informou o Banco Central. Após o pagamento de juros da dívida pública, foi registrado um déficit de R$ 343 bilhões – o equivalente a expressivos 6,7% do PIB no ano passado. Apesar das medidas de ajuste fiscal, o resultado piorou nos três primeiros meses deste ano.

 

Swaps cambiais

 

Outro fator que tende a influenciar a cotação do dólar foi o anúncio do Banco Central de que não iria renovar o programa de oferta diária de swaps cambiais (que funcionam como uma venda futura de dólares), que venceu no dia 31 de março. O programa vigorava desde agosto de 2013.

 

O Banco Central, no entanto, informou que vai renovar integralmente os contratos que vencem a partir de 1º de maio, “levando em consideração a demanda pelo instrumento e as condições de mercado”. Segundo a instituição, os leilões de venda de dólares com compromisso de recompra “continuarão a ser realizados em função das condições de liquidez do mercado de câmbio”.

 

Os swaps cambiais são contratos para troca de riscos. O Banco Central oferece um contrato de venda de dólares, com data de encerramento definida, mas não entrega a moeda norte-americana. No vencimento deles, o BC se compromete a pagar uma taxa de juros sobre valor dos contratos e recebe do investidor a variação do dólar no mesmo período.

 

Fonte: G1

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GASTOS DE BRASILEIROS NO EXTERIOR CAEM 21% ESTE ANO

Os brasileiros gastaram em viagens ao exterior US$ 8,291 bilhões, de janeiro a maio deste ano, o que representa uma queda de 21% em relação a igual período do ano passado. Os dados foram divulgados hoje (22), pelo Banco Central (BC).

 

Em maio, as despesas ficaram em US$ 1,414 bilhão, com queda de 42% em relação a igual mês do ano passado (US$ 2,259 bilhões).

 

Segundo o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, a alta do dólar é o principal fator que influencia a redução dos gastos em viagens internacionais. “É um item [das contas externas] muito sensível à taxa de câmbio. Um dos primeiros itens a responder à alta do dólar”, disse. Outro fator para essa diminuição nos gastos é a queda na atividade econômica.

 

Os dados preliminares deste mês também mostram redução nesses gastos. Até o dia 18 deste mês, ficaram em US$ 1,027 bilhão. O BC projeta queda de 17% nos gastos em junho, em comparação ao mesmo mês de 2014. As receitas deixadas por estrangeiros em viagem no Brasil também devem cair este mês por causa do efeito da Copa do Mundo, no ano passado. Ou seja, em 2014, com a Copa, houve mais receitas do que este ano.

 

De janeiro a maio, as receitas de estrangeiros no Brasil chegaram a US$ 2,498 bilhões ante US$ 2,791 bilhões em igual período do ano passado. Em maio, essas receitas somaram US$ 417 milhões.

 

O BC espera que o déficit na conta de viagens internacionais, formado pelos gastos de brasileiros e receitas de estrangeiros, fique em US$ 14,5 bilhões, este ano. A projeção anterior era US$ 16 bilhões.

 

Fonte: Agência Brasil

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ENDIVIDAMENTO DAS FAMÍLIAS CHEGA A 46,3% DA RENDA, O MAIOR NÍVEL JÁ REGISTRADO PELO BC

Elevação se deve ao crescimento do crédito imobiliário.

BRASÍLIA – Apesar do aperto do crédito feito pelo Banco Central para conter a inflação, o endividamento das famílias quebrou novo recorde. A percentagem da dívida em relação à renda anual subiu de 46,2% para 46,3% em abril: a maior já registrada pelo Banco Central desde quando a autarquia começou a registrar os dados há dez anos.

 

 

Esse aumento do endividamento das famílias reflete um crescimento do crédito imobiliário. Os números do BC revelam que houve leve queda do endividamento que exclui o financiamento da casa própria de 27,73% para 27,61% em abril.

 

O comprometimento de renda das famílias, ou seja, a parcela da renda que servirá para pagar dívidas naquele mês, teve uma leve alta. Passou de 21,97% para 21,98%. Se descontar a parcela do financiamento da casa própria, o peso da dívida caiu de 19,64% para 19,6%.

 

Por causa das altas de juros, todo o tipo de crédito para as famílias ficou mais caro. E os bancos já não emprestam mais como antes. O crédito – que funcionou como combustível para o crescimento da economia brasileira nos últimos anos – estagnou em abril.

 

O volume total dos empréstimos no Brasil cresceu somente 0,1%: a pior taxa para o mês de abril desde quando o BC começou a registrar os dados em 2007.

 

Fonte: O Globo

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CRESCIMENTO DEVERÁ FICAR EM 0,27% EM 2014

O mercado financeiro manteve inalteradas as projeções de inflação e de crescimento da economia na semana que antecedeu as eleições. O boletim semanal Focus, divulgado hoje pelo Banco Central, informa que analistas e investidores mantiveram em 0,27% a expectativa de crescimento da economia para 2014.

 

Já a estimativa de inflação para este ano é 6,45%, pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), segundo a mesma publicação. Os preços administrados, regulados pelo governo, deverão ser reajustados no patamar de 5,15% no período.

 

Não houve alteração também para as projeções de câmbio: o dólar deverá atingir o valor de R$ 2,40; a taxa básica de juros (Selic) deverá chegar a 11% no final de 2014. A dívida líquida do setor público, no entanto, está estimada com uma leve piora, passando de 35,10% para 35,25% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todas as riquezas produzidas no país.

 

No setor externo, a situação continua delicada: o deficit em conta corrente, o indicador que mede o desequilíbrio das contas externas, deverá sburi de US$ 81 bilhões para US$ 81,5 bilhões. O saldo da balança comercial deberá cair de US$ 2,29 bilhões para US$ 2,10 bilhões. Os investimentos estrangeiros diretos (IED) estimados deverão permanecer em US$ 60 bilhões.

 

O IED, que é canalizado para o setor produtivo da economia, constitui uma das formas de o governo financiar o deficit em conta corrente.

 

A produção industrial, que já estava com previsão negativa, deverá ficar em -2,24 no final de 2014.

 

Fonte: Agência Brasil

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