JULIO IGLESIAS PASSARÁ POR BRASÍLIA EM SUA ÚLTIMA TURNÊ

Um dos maiores nomes da música internacional, cantor espanhol confirma dez apresentações no país; show em Brasília será no Ulysses Guimarães em 13 de setembro

 

 

Brasília será uma das nove cidades brasileiras escolhidas para receber a última turnê da carreira de Julio Iglesias. Um dos mais conhecidos cantores espanhóis, Julio passará dois meses no Brasil, com apresentações também em Fortaleza, Recife, São Paulo, Rio de Janeiro, Balneário Camboriú, Curitiba, Porto Alegre e Passo Fundo. Na Capital Federal, o show será realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, no próximo dia 13 de setembro, às 21h. A passagem pelo país faz parte de turnê mundial. os ingressos começaram a ser vendidos nesta sexta-feira (18).

 

Aos 70 anos, Julio Iglesias está no rol dos 10 artistas que mais venderam discos em todo mundo e é o mais bem ranqueado entre os latinos. Ao todo, foram mais de 300 milhões de cópias entre os 80 álbuns gravados pelo artista. A turnê iniciou em fevereiro no Panamá e, desde então, fez apresentações em outros 27 países. No Brasil, Fortaleza será o primeiro destino do artista, com show marcado para 5 de setembro. O último, será em Passo Fundo, em 4 de outubro.

 

Os ingressos estarão à venda na Central de Ingressos do Brasília Shopping e também pelo site ingressorapido.com.br Os valores para meia entrada variam de R$ 220 até R$ 700.

 

Carreira

 

Em seus 45 anos de carreira, Julio Iglesias já recebeu mais de 2,6 mil discos de ouro e platina. Já se apresentou em mais de 5 mil concertos em 600 cidades diferentes ao redor do mundo, com uma audiência de aproximadamente 60 milhões de pessoas.

 

Grandes nomes da música mundial fizeram parceria com o cantor como Frank Sinatra, Stevie Wonder, Willie Nelson, Diana Ross, Sting, entre outros. Ganhou sua estrela na Calçada da Fama em Hollywood em 1988 e foi premiado com a maior honraria da Sociedade Americana de Compositores, o “ASCAP Pied Piper Award” – prêmio concedido a poucos nomes como Frank Sinatra, Ella Fitzgerald e Barbra Streisand. Também é o único artista estrangeiro a ser agraciado com honrarias pelo Ministério da Cultura da China.

 

SERVIÇO

 

Julio Iglesias em Brasília

Quando: 13 de setembro, às 21h.

Onde: Auditório Master do Centro de Convenções Ulysses Guimarães – SDN, Brasília, DF.

Ingressos: Central de Ingressos no Brasília Shopping; www.ingressorapido.com.br

Valores: entre R$ 220* e R$ 700*. (*valores referentes a meia entrada).

Tem: Acessibilidade, ar condicionado.

Capacidade: 2,8 mil pessoas

Classificação indicativa: 16 anos

Informações: (61) 9699-7142

 

Fonte: Jornal de Brasilia

Categoria: Cult
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GOVERNO DIZ QUE 700 MIL TURISTAS VIERAM AO BRASIL

Aeroportos receberam um volume médio diário de 485 mil passageiros no torneio

A Copa no Brasil foi, realmente, do mundo. De acordo com os números apresentados pelo governo federal, no balanço final do Mundial realizado nesta segunda-feira, no Maracanã, quase 700 mil turistas estrangeiros entraram no Brasil no mês de junho, volume 132% superior ao mesmo período no ano passado. A expectativa em abril de 2010 era de 600 mil. Apenas durante a primeira semana da Copa, o setor hoteleiro nas 12 cidades-sedes chegou a 80%, também superando a própria projeção do Governo, que era de 74%. Números que se refletiram também nos aeroportos.

 

 

Os 21 aeroportos utilizados durante a Copa receberam um volume médio diário de 485 mil passageiros, índice superior ao verificado em datas especiais como carnaval e as festas de fim de ano. Além disso, de acordo com os dados apresentados pelo governo federal, o índice médio de atraso nos voos foi de 7,46%. Inferior ao padrão internacional (15%) e europeu (7,6%).

 

Outro ponto comemorado pelas autoridades brasileiras foi o aspecto da mobilidade durante a Copa, um dos pontos de maior preocupação antes do início do torneio. Principalmente em dia de jogos. O aspecto mais ressaltado foi o uso do transporte público, com destaque para o Recife. Na capital pernambucana, 63% do público geral acessou a Arena Pernambuco utilizando o metrô ou BRT nos dias dos jogos. O índice, no entanto, é inferior a outras duas cidades. No Rio de Janeiro, 65% dos torcedores chegaram ao Maracanã via metrô. Já em São Paulo, o recorde, com 80% das pessoas tendo acesso ao Itaquerão por metrô ou trem.

 

Vale lembrar que diferentemente do que acontece em São Lourenço da Mata, as estações do Maracanã e do Itaquerão ficam próximas ao estádio. Além disso, no jogo entre Itália e Costa Rica, muitos torcedores chegaram à Arena Pernambuco com a partida já em andamento, devido a bloqueios da policia rodoviária na BR-232. “O balanço final é que, apesar dos problemas pontuais, não enfrentamos situações que afetaram e comprometeram o sucesso do evento”, afirmou o secretário executivo do Ministério do Esporte, Luis Fernandes.

 

Estádios
Com relação a operação dos 12 estádios, também não foram registrados maiores problemas. De acordo com Ricardo Trade, diretor-geral do Comitê Organizador Local (COL), apenas na preparação dos gramados foram gastos R$ 6 milhões, pagos pela Fifa e o COL. “Esse legado de infraestrutura. Temos agora 12 arenas modernas. Fica agora o compromisso com os brasileiros de aproveitar tudo isso para o futuro”, destacou. As falhas registradas já foram repassadas ao comitê organizador da Copa da Rússia, que esteve no Brasil durante o Mundial.

 

Vale ressaltar que, das 12 cidades-sedes, Cuiabá, Manaus e Brasília não possuem nenhum clube nas Séries A e B do Campeonato Brasileiro.

 

Fonte: Superesportes

Categoria: Em pauta
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EXISTE UMA PLATAFORMA ECONÔMICO-COMERCIAL BRASILEIRA DE INSERÇÃO INTERNACIONAL?

Por Prof. Carlos Costa

 

A política externa é a expressão em nível estatal da relação variável entre o meio e o agente e suas preferências, produzindo um comportamento dinâmico e de difícil apreensão pelo observador, porquanto as condições sistêmicas se alteram continuamente nas Relações Internacionais.

 

Nessa perspectiva também pode ser compreendida a Política Externa Brasileira (PEB), resultado das preferências dos agentes políticos brasileiros, os quais consideram em certa medida e sob interpretações diversas as condições e demandas nacionais e as possibilidades viáveis no sistema internacional. No presente artigo, e à luz da supracitada abordagem, far-se-á uma breve análise da plataforma brasileira de inserção internacional, considerando as agendas econômica e comercial internacionais e o perfil da política externa praticada no Brasil durante a administração petista.

 

Sob o escopo de sua longa duração histórica, de 1822 aos tempos hodiernos, a PEB apresenta padrões estáveis de expressão e comportamento, o que é observado em seu tom pacifista, na preferência pela solução pacífica de controvérsias; em seu viés juridicista, na defesa de regimes internacionais, porquanto carece de força militar para definir litígios; e, por exemplo, em sua simpatia pela agenda desenvolvimentista, voltada para o crescimento econômico e para a melhoria das condições sociais. Conquanto apresente esses traços consolidados, a PEB não é estática e se altera em função de variados elementos, destacando-se as mudanças de Governo e de plataformas políticas, além de mudanças das condições tanto em nível doméstico como em internacional.

 

 

Destarte, a PEB do governo Lula se constitui, além de mudança em relação à política externa pretérita, na expressão das preferências políticas do Governo considerando as condições sistêmicas. Assim, do lado das condições sistêmicas, o período coberto pela administração petista – de 2003 a 2013 – é caracterizado como propício para uma política externa mais audaciosa, mas nem por isso sob a margem privilegiada de ser menos cuidadosa ou calculada.

 

Por exemplo, na arena comercial, no período em pauta, observa-se um crescimento do comércio internacional, alavancado pelo crescimento chinês e pelo aumento do consumo norte-americano. À época, a PEB priorizou um possível acordo global sob os marcos da Rodada Doha para o Desenvolvimento, inaugurada na Conferência Ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC) no Qatar em 2001. A estratégia brasileira era atuar sob coalizões para aumentar seu poder de barganha e pressão, e, nessa interpretação, logrou constituir, com apoio chinês e indiano, o G-20 Comercial na ministerial de Cancún em 2003. A lógica era utilizar essa coalizão para pressionar o QUAD (Estados Unidos, União Europeia, Japão e Canadá) pela queda dos subsídios agrícolas. Na reunião de Genebra em 2008 quase se chegou a um termo, mas Índia e China – as quais à época possuíam mais da metade de suas populações em meio rural – não estavam preparadas para uma completa liberalização do mercado agrícola, já que subsidiam suas respectivas populações rurais. Dessa forma, já se passam 13 anos sem um acordo nos marcos de Doha. Ademais, no âmbito do Mercosul, ainda na abordagem multilateral, houve evolução nos acordos com Índia, Colômbia, Equador e Venezuela (2005), além de Cuba e Israel (2007).

 

No viés bilateral, o Brasil priorizou o espaço sul-americano, formando acordos comerciais com México (2003), Colômbia, Equador, Venezuela, Suriname e Peru (2005), além de Cuba (2006). Todavia, o Brasil não firmou acordos com seus principais mercados consumidores: China, Estados Unidos, Japão e União Europeia. Frisa-se apenas exceção à Argentina, que ocupa a 3ª posição entre os principais parceiros comerciais do Brasil, mas cujo fluxo comercial e dinâmica se dão no sistema Mercosul. Portanto, ao priorizar a estratégia multilateralista, o Brasil se afastou da vertente bilateral e perdeu o momento propício para negociar acordos com Estados Unidos, União Europeia e China. Vale ressaltar que as condições atuais não viabilizam tratados de livre comércio com esses atores, dado que medidas protecionistas foram assumidas à época de crise econômica eclodida em 2008, as quais ainda não foram plenamente eliminadas. Ademais, a União Europeia questiona a atual política industrial do Brasil junto à OMC, por considerar que o governo brasileiro aprofundou práticas de regime tributário discriminatório, o que dificulta um espaço para negociar acordos importantes com o parceiro europeu. Além de inviabilizar a conclusão da negociação do acordo birregional entre Mercosul e União Europeia, que já se arrasta por 14 anos.

 

No aspecto econômico, a agenda brasileira manteve seu traço desenvolvimentista, buscando na cooperação internacional e na diplomacia parlamentar afirmar sua projeção internacional. O espaço mercosulino foi prioridade, ampliando o capital do Fundo de Convergência Estrutural do Mercosul (FOCEM) para atenuar assimetrias econômicas entre os Estados-partes. Ademais, a PEB ampliou a influência brasileira na criação, em 2010, da Comunidade de Estados Latino-Americanos e do Caribe (CELAC) e na constituição da União das Nações Sul-Americanas (UNASUL) em 2008, sem, contudo, converter essas iniciativas em uma agenda econômica concreta. Quanto aos investimentos estrangeiros (IE), o Brasil, desde sua redemocratização, não possui uma política pública para atração de capital estrangeiro e, mais preocupante, não criou iniciativas modernas e eficientes para uma agenda de competitividade e inovação. Frisa-se aqui que o Brasil apenas aumentou o capital do BNDES e da FINEP, sem criar um método mais célere para alavancar a inovação no Brasil. Reflexo dessa má interpretação da realidade – acreditando que apenas dinheiro gera inovação – está no péssimo perfil do país em rankings internacionais. O Brasil cai constantemente há 4 anos, ocupando, por exemplo, o 54º lugar no World Competitiveness Yearbook, publicado pelos Institute for Managment Development (IMD), o qual avalia uma lista de 60 países. Vale frisar que os dados brasileiros são calculados pela Fundação Dom Cabral, entidade brasileira, sendo repassados ao IMD. Dessa forma, o Brasil não posssui uma plataforma internacional para o trato de questões econômicas e de competitividade.

 

Nesse contexto, o único êxito alcançado pelo país não foi fruto de seu, ainda carente, empreendedorismo econômico, mas advindo de elemento exógeno. A crise econômica mundial de 2008 teve como grande efeito diminuir a distância de poder econômico entre os países desenvolvidos e as potências emergentes. Dado que a crise surgiu e se concentrou nos espaços norte-americano e europeu, e visto que Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul – os BRICS – apresentaram elevado nível de resiliência aos efeitos negativos do crítico crédito subprime, as questões econômicas não mais poderiam ser resolvidas legitimamente e nem eficientemente no G-7. Nesse sentido, o G-20 Financeiro, criado em 1999 na esteira das crises econômicas sistêmicas da década de 1990, passou a ser o foro próprio para reformar os regimes internacionais na arena econômico-financeira. Além de iniciar a revisão de regras financeiras e relacionadas a riscos de crédito e de mercado, o ápice do G-20 Financeiro foi lograr a reforma do Grupo Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional, favorecendo as economias emergentes, em especial China, que passaram a ter um maior voto ponderado nesses órgãos. Ainda assim, isso não se refletiu em melhoria do perfil econômico brasileiro. Pelo contrário, em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), o país caiu da 6ª posição ocupada em 2012 para a atual 8ª, e se continuar na hodierna trajetória, deve migrar em 2015 para a 9ª posição. Assim, se houve uma má interpretação brasileira sobre a melhor opção no tabuleiro comercial – sacrificando acordos bilaterais por um acordo global, na arena econômica não houve se quer um projeto para converter relações exteriores em benefícios econômicos. O Brasil não ensejou uma cooperação mais próxima aos países produtores de inovação – como Suécia e Coreia do Sul – e se afastou da União Europeia e dos Estados Unidos, restando para este último apenas um memorando de entendimento para biocombustíveis acordado em 2007, o qual não se tornou operacional.

 

Destarte, a PEB não criou uma plataforma sustentável e efetiva para tratar a agenda econômica e comercial no sistema internacional. Importante mencionar que os objetivos econômicos são destaque ao longo de todo período histórico da PEB, desde o século XIX – quando se priorizou, além da definição de limites, a questão do comércio de café e dos tratados comerciais desiguais, passando pelo período entreguerras – em que a PEB buscou seu objetivo maior da industrialização, alcançando o período do regime militar e da redemocratização, no qual a PEB foi acionada para as metas desenvolvimentistas e priorizou seu maior projeto econômico-comercial, o Mercosul. Assim, a agenda econômica na política externa brasileira é um legado construído desde o nascimento do Estado brasileiro, produto das demandas nacionais e das possibilidades internacionais. E nesse aspecto, a política externa petista quebrou a continuidade, ao não desenhar uma estratégia econômica de inserção internacional. Aliás, ao se aproximar de países que praticam políticas socialistas e autárquicas (a exemplo de Bolívia e Venezuela) incluindo nacionalização de ativos estrangeiros, o Brasil apenas logrou se afastar das economias líderes, tanto no campo das relações bilaterais como no desempenho econômico.

 

O autor:

 

Carlos Costa é Mestre em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (UnB), Especialista em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (UnB) e Bacharel em Relações Internacionais pela Universidade Católica de Brasília (UnB). Atuou como Analista de Risco no Banco de Brasília e como Especialista em Projetos Internacionais de Inovação na Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Atualmente é Professor do Curso de Relações Internacionais do Centro Universitário do Distrito Federal.

Categoria: Retrato
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EXPOSIÇÃO DO BRASIL NA COPA É “MARKETING CONSIDERÁVEL” PARA TURISMO, DIZ BC

Até o dia 18 deste mês as receitas de estrangeiros em viagem no Brasil chegaram a US$ 365 milhões

A exposição dos atrativos do Brasil durante a Copa do Mundo deve influenciar positivamente as receitas de turismo, na avaliação do chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel. “Sem dúvida, a exposição das belezas naturais do país é um marketing considerável e que tende a influenciar positivamente as receitas de turismo futuramente”, disse.

 

De acordo com dados preliminares do BC, neste mês, até o dia 18, as receitas de estrangeiros em viagem no Brasil chegaram a US$ 365 milhões. A Copa do Mundo começou no dia 12. Segundo Maciel, se forem consideradas essas receitas, deve haver crescimento 24% nas receitas com viagens neste mês, em relação a junho de 2013.

 

Mas, de acordo com o chefe do departamento, o maior efeito da Copa deve ser observado em julho porque a maioria das despesas é feita no cartão de crédito (com pagamento posterior pelo turista).

 

Foto: Tomás/Portal da Copa/Maio de 2013

Também é possível avaliar efeitos do evento esportivo no país na conta de transporte, que registra despesas e receitas principalmente com fretes e também com passagens áreas. Há aumento das receitas quando o estrangeiro compra passagens aéreas de empresas brasileiras. De janeiro a maio, as receitas com transportes chegaram a US$ 2,409 bilhões, contra US$ 2,194 bilhões em igual período do ano passado. Como a compra das passagens é feita antecipadamente, já houve influência da Copa mesmo antes do início dos jogos, explicou Maciel.

 

Apesar do aumento das receitas de estrangeiros, tanto a conta de viagens quanto a de transportes vão continuar negativas, mas houve melhora na projeção do BC. Para a conta de viagens internacionais, formada pelas receitas dos estrangeiros e as despesas de brasileiros no exterior, o BC revisou a projeção de déficit de US$ 18,5 bilhões para US$ 18 bilhões, em 2014. “A conta de viagens internacionais é tradicionalmente negativa. O brasileiro viaja. Neste período de Copa há um fator que atenua esse impacto negativo [das despesas de brasileiros em viagem no exterior] que é a receita de estrangeiros”, disse Maciel.

 

Para a conta de transportes, a projeção do BC do saldo negativo passou de US$ 11,1 bilhões para US$ 10 bilhões. O que mais influenciou a revisão, segundo o Maciel, foi a redução das exportações e das importações do Brasil, o que está relacionado aos fretes.

 

Fonte: CorreioBraziliense

Categoria: Acontece
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RUMO AO HEXA!

Por Prof. DSc. Lucas Vissotto

 

Furadeiras, mateletes, cheiro de tinta e da grama que acabou de ser plantada. É tudo está ficando pronto e bonito para os TURISTAS que esperamos receber. Pena que ao custo das últimas três copas do mundo. Vamos rumo ao hexa. Faço essa provocação ao final da última quinta-feira (29/05/2014) após viajar até à Cidade de Ipatinga próximo à Belo Horizonte para inspecionar as obras de duplicação da BR 381/MG. Acordei às 4:30hs, no caminho até o Aeroporto de Brasília, passei pelo Eixão completamente vazio, quem dera fosse sempre assim.

 

Rapidamente após atravessar o Balão agora pela trincheira sem retenções, encontro um estacionamento como de habitual, repleto de veículos, mas com um número enorme de vagas para os veículos, a praça arborizada com espelho d’água é agora meu querido asfalto betuminoso usinado à quente.

 

Embarco rapidamente por meio de confortáveis esteiras rolantes e o avião decola pontualmente. Pousa em BH exatamente às 7:40hs, no trajeto até as obras vejo grandes realizações com um trágico acidente fatal envolvendo carro e moto. Me sensibilizo com parceiros de profissão pela dedicação na conclusão urgente da obra de duplicação de uma rodovia sinuosa da década de 30. No retorno rodovia fechada, protestos e atraso com retorno já à noite em cima da hora. Professores e Engenheiros temos a dupla missão de formarmos para construirmos um Brasil melhor. Devemos estar presentes, participarmos, discutirmos, propormos e ao final, avançarmos em prol de uma sociedade melhor. Indignar e sorrir da desgraça é preciso e importante. Não apenas porque somos foco hoje, e podemos estragar a festa, e sim, porque queremos mais: escolas, hospitais e tudo mais, agora e SEMPRE. Devemos recomeçar com ânimo redobrado à cada dia, pois a energia despendida até aqui foi grande mas insuficiente. Há toda uma Nação para construirmos, vamos em frente torcendo pela Seleção Brasileira!

 

O Autor:
Lucas Vissotto possui Graduação em Engenharia Civil pela Universidade Estadual de Goiás (2007) , Graduação em Geografia pela Universidade Federal de Goiás (2007), Mestrado em Geotecnia pela Universidade Federal de Goiás (2009), Doutorado em Geotecnia pela Universidade de Brasília (2013), Analista em Infra-estrutura do DNIT. Coordenador do Curso de Engenharia Civil do UDF e Professor em Nível Superior. Tem experiência na área de Engenharia Civil, com ênfase em Geotecnia, Fundações, Mecânica das Rochas, Simulação Numérica, Mineração, Pavimentação, Terraplenagem e Tecnologia dos Materiais. Desenvolveu projetos e obras de Infra-estrutura como rodovias BR’s 101, 381, 153, 040 e outras; Usinas Hidroelétricas; Túneis de Adução, Rodoviários e de Minas Subterrâneas entre várias Obras Civis.

Categoria: Retrato
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DENGUE: ELIMINE OS PRINCIPAIS FOCOS DA DOENÇA

Saiba o que fazer com vasos de plantas, calhas, piscinas e outros locais

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), dengue é a doença tropical que se espalha mais rapidamente pelo mundo, sendo que 50 milhões de pessoas hoje já estão infectadas em todos os continentes. Os principais sintomas da dengue são febre aguda que se caracteriza por um início repentino, permanecendo por cinco a sete dias. O paciente apresenta dor de cabeça intensa, dores nas articulações e dores musculares, seguidas de erupções cutâneas três a quatro dias depois. A seguir, veja como prevenir a reprodução do mosquito transmissor:

 

Evite o acúmulo de água em embalagens vazias como garrafas e latas


“O Aedes aegytpi coloca seus ovos em água limpa, mas não necessariamente potável”, explica o entomologista Rafael Freitas, do Laboratório de Transmissores de Hematozoários do Instituto Oswaldo Cruz. Por isso, jogue fora pneus velhos, vire garrafas com a boca para baixo e, caso seu quintal seja propenso à formação de poças, realize a drenagem do terreno. Ainda que você tenha guardado esses objetos limpos e secos, é importante deixá-los em lugares cobertos e nas condições descritas. “Deixar depósitos no seu quintal pode fazer com que, em dias de chuva, a água se acumule nesses locais e o mosquito comece a se criar.”

 

Plantas podem ser inimigas da sua saúde


Evite ter plantas aquáticas, que necessitam de uma quantidade de água muito grande para sobreviverem. Isso faz com que você precise manter um vaso ou aquário cheio de água parada e limpa – local perfeito para a proliferação do mosquito. Além disso, nas plantas normais, o uso de pratos nos vasos pode gerar acúmulo de água. Há três alternativas: eliminar esse prato, lavá-lo regularmente ou colocar areia. “A areia conserva a umidade e ao mesmo tempo evita que e o prato se torne um criadouro de mosquitos”, aponta o infectologista Ralcyon Teixeira do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Dessa forma, o uso da areia seria a melhor solução para você, que evitaria um foco da dengue, e para a plantinha, que continuaria recebendo os nutrientes necessários.

 

Desobstrua calhas e cubra a caixa d’água

 

Tais medidas não exigem uma reforma na sua casa, mas são capazes de evitar a dengue. “Pesquisas realizadas em campo mostram que os grandes reservatórios, como caixas d’água, são os criadouros mais produtivos de dengue”, afirma o entomologista Rafael. Por isso mantenha sempre suas caixas d’água cobertas com uma tampa adequada e sólida, evitando o uso de plásticos – uma vez que após a chuva eles também podem acumular água. “Fora os grandes focos, as larvas do mosquito podem ser encontradas em pequenas quantidades de água também”, completa. Para evitar até essas pequenas poças, calhas e canos devem ser checados todos os meses, pois um leve entupimento pode criar reservatórios ideais para o desenvolvimento do Aedes aegypti. As calhas são um perigo quase invisível, pois, quando entupidas, são um ótimo criadouro para o mosquito e que sequer podemos ver. Além disso, limpe também marquises e rebaixos de banheiros e cozinhas, para evitar o acúmulo de água.

 

Tenha consciência em relação ao lixo

 

Não despeje lixo em valas, valetas ou margens de córregos e riachos, mantendo-os desobstruídos. Isso permite a passagem de água durante as chuvas de forma adequada, evitando uma enchente ou acúmulos menos expressivos, que também pode se tornar focos do mosquito. “Em casa, deixe as latas de lixo sempre bem tampadas e tente separar o lixo nos dias em que o lixeiro passa, evitando deixá-lo na rua durante muitos dias”, aponta o infectologista Ralcyon.

 

 

 

Desinfete os ralos da sua casa

 

Ralos pequenos de cozinhas e banheiros raramente tornam-se foco de dengue devido ao constante uso de produtos químicos, como xampu, sabão e água sanitária. “Entretanto, alguns ralos são rasos e conservam água estagnada em seu interior”, alerta o entomologista Rafael. Na dúvida, jogue desinfetante nos ralos da sua casa e edificações externas a cada 15 dias pelo menos.

 

 

 

 

Cuidados com piscinas e aquários

 

Assim como as piscinas, a possibilidade de laguinhos caseiros e aquários se tornarem foco de dengue deixou muitas pessoas preocupadas. Mas fique tranquilo. De acordo com o infectologista Ralcyon, peixes são grandes predadores de formas aquáticas de mosquitos. “Pesquisas realizadas no Ceará mostraram que um único exemplar de peixe Betta splendes pode consumir cerca de 500 larvas de mosquito por dia”, conta. O cuidado maior deve ser dado, portanto, às piscinas que não são limpas com frequência.

Certifique-se de higienizar a piscina regularmente ou mantê-la coberta no tempo que você não usá-la. Isso evita que a água se torne um grande criadouro do Aedes aegypti.

 

 

Bebedouro dos animais

 

Qual a última vez que você lavou o pote de água do seu bichinho de estimação? Se você não lembra, melhor aumentar a frequência das limpezas. Isso porque o bebedouro nada mais é do que um pequeno foco de água parada, que pode servir de criadouro para o mosquito. O ideal é higienizar o potinho sempre que trocar a água do bicho, garantindo a higiene.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Categoria: Em pauta
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X-MEN: DIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO

No futuro, os mutantes são caçados impiedosamente pelos Sentinelas, gigantescos robôs criados por Bolívar Trask. Os poucos sobreviventes precisam viver escondidos, caso contrário serão também mortos. Entre eles estão o professor Charles Xavier, Magneto, Tempestade, Kitty Pryde e Wolverine, que buscam um meio de evitar que os mutantes sejam aniquilados. O meio encontrado é enviar a consciência de Wolverine em uma viagem no tempo, rumo aos anos 1970. Lá ela ocupa o corpo do Wolverine da época, que procura os ainda jovens Xavier e Magneto para que, juntos, impeçam que este futuro trágico para os mutantes se torne realidade.

 

Elenco: James McAvoy; Michael Fassbender; Hugh Jackman; Jennifer Lawrence; Nicholas Hoult; Patrick Stewart; Ian McKellen; Ellen Page
Direção: Bryan Singer
Gênero: Ação
Duração: 135 min.
Distribuidora: Fox Films
Classificação: 12 Anos

 

Trailer:

 

 

Categoria: Literatura e Filmes
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ELBA RAMALHO INTERPRETA SUCESSOS DA CARREIRA EM SHOW NO ARRAIAL SOLIDÁRIO

A cantora se apresenta no próximo sábado (30/5), no Net Live Brasília; confira outros destaques da agenda da semana

FESTA DO BEM


Acontece sábado, às 20h, no Net Live Brasília (SHTN, Tc. 2, Cj. 5), mais uma edição do projeto Arraial Solidário. A atração deste ano é a cantora paraibana Elba Ramalho, que interpreta sucessos de 30 anos de carreira, como De volta para o aconchego, Banho de cheiro e Ai que saudade de ocê. Ingressos: R$ 130; R$ 70 (crianças entre 6 e 10 anos) e entrada franca para crianças com até 5 anos. O valor inclui bebidas e comidas típicas e serviço de manobrista. A renda ajudará instituições que cuidam de crianças e idosos carentes do Distrito Federal. Informações: 3214-1426. Classificação indicativa livre.

 

GALENO EM BRASÍLIA

 

O Museu Nacional dos Correios (SCS, Q. 4, Bl. A, Ed. Apolo) recebe, a partir de quinta, às 18h, a exposição Galeno: uma nova direção. A mostra inédita exibe pinturas e objetos que fazem referências à terra natal do artista Francisco Galeno, Parnaíba (PI). No dia da abertura, o curador da exposição, Ralph Gehre, realizará um passeio comentado pelo museu. Visitação até 27 de julho, de terça a sexta, das 10h às 19h; sábado, domingo e feriados, das 12h às 18h. Entrada franca. Informações: 3213-5076. Classificação indicativa livre.

 

NOITE DE SAMBA

 

Sábado, às 20h, tem samba em dose dupla no Minas Brasília Tênis Clube (SCEN, Tc. 3, Lt. 3; 2108-7252). Jorge Aragão e Luciano Ibiapina se juntam no projeto Dueto do samba para relembrar os sucessos do gênero. Jorge Aragão canta Papel de pão, Identidade e Coisa de pele. Já Ibiapina, apresenta as canções do álbum Minha vez. A noite ainda conta com shows de artistas da cidade. Ingressos: R$ 60 (camarote) e R$ 40 (pista); Valores de meia-entrada e de 1º lote. Pontos de venda: Zimbrus (305 Sul, Pier 21 e Taguatinga), Pátio Brasil Shopping e no site bilheteriadigital.com.br. Informações: 2194-7586. Não recomendado para menores de 18 anos.
DIRETO DO RIO DE JANEIRO

 

Sucesso no Rio de Janeiro, o Baile do Almeidinha com Hamilton de Holanda & Orquestra está de volta a Brasília. Sexta, às 20h, no Arena Futebol Clube (SCES, Tc. 3), a big band toca hits de Chico Buarque, Arlindo Cruz, Jorge Ben Jor, Sombrinha, Pixinguinha e Tom Jobim. O show tem a participação de Ellen Oléria e Pedro Martins. A noite segue ao som dos DJs Cacai Nunes e Nagô. Ingressos a R$ 60 e R$ 30 (meia também para doadores de 1 livro em bom estado de conservação, exceto apostilas de concurso e livros de graduação). Informações: 8121-7041. Não recomendado para menores de 18 anos.

 

EM CLIMA DE FESTA


Brasília já está em clima de festa junina. Sexta, às 22h, o Arraiá Universitário 2014 anima os brasilienses com shows das bandas Balalaica e Filhos de Lampião, entre outras, no Orla Club (ao lado do Pier 21). Ingressos: R$ 60 e R$ 30 (meia). Valores de 1º lote e sujeitos a alteração. Informações: 3447-8899. Não recomendado para menores de 18 anos. No sábado, a pedida é a Santa Junina com Zezé di Camargo & Luciano, Péricles, Zé Ricardo & Thiago e Rastapé. Às 20h, na Ascade (SCES, Tc. 2). Ingressos: R$ 80 (homem) e R$ 60 (mulher), camarote; R$ 60 (homem) e R$ 40 (mulher), frente palco. Valores de meia-entrada, 1º lote e sujeitos a alteração. Informações: 3263-4668. Não recomendado para menores de 16 anos.

 


AS DESVENTURAS DE UM

 

Dirigida por Eri Johnson, a comédia Casar pra quê? chega ao Teatro dos Bancários (314/315 Sul) neste fim de semana. No palco, Kel Braga e Alessandro Anes abordam, com humor, as diferenças cotidianas de um casamento. A peça está há 8 anos em cartaz, já passou por todo Brasil e contabiliza mais de 1 milhão de espectadores. Sessões sábado, às 21h, e domingo, às 20h. Ingressos: R$ 70 e R$ 35 (meia também para doadores de 1kg de alimento não perecível). Informações: 3262-9090 e 3262-9021. Não recomendado para menores de 14 anos.

 

Fonte: Divirta-se Mais

 

 

Categoria: Fique de Olho
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