EXPOSIÇÃO SOBRE O CARNAVAL EM BRASÍLIA ESTÁ NO METRÔ DA RODOVIÁRIA DO PLANO

A exposição “Descubra porque a BOA do Carnaval é ficar em Brasília”, está aberta no metrô da estação da Rodoviária do Plano Piloto, das 6h às 23h30. O público poderá conferir a exposição até o dia 09 de fevereiro.

 

A mostra reúne 16 fotos da folia registradas em 2015 e um mapa para a visualização dos pontos dos blocos de rua.

 

As fotografias revelam a diversão de milhares de foliões reunidos que, nos últimos anos, não abriram mão de comemorar o carnaval na capital federal.

 

Aguarde mais informações*

 

Serviço

Data: até 09 de fevereiro

Hora: Das 6h às 23h30 (de segunda a sábado) | Das 7h às 19h (domingos e feriados)

Local: Estação do metrô – Rodoviária do Plano Piloto, Brasília-DF

 

Fonte: Jornal de Brasília

Categoria: Cult
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COMCIÊNCIA

A partir do dia 21 de janeiro, o prédio do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) Brasília será tomado pelas estranhas figuras criadas por Patricia Piccinini, um dos grandes destaques da produção contemporânea australiana. Ao mesmo tempo repulsivos e sedutores, os seres concebidos pela artista em seu estúdio de Melbourne – que em muito se assemelha a um espaço de criação de efeitos especiais para o cinema, com seus ateliês de pele, unha ou cabelo – provocam uma imediata e paradoxal resposta do público. Se por um lado suas formas causam asco ou repulsa, sua familiaridade e doçura geram uma empatia quase imediata. Trata-se de um jogo preciso, que encanta não apenas pelo virtuosismo técnico, mas sobretudo porque desperta por meio do sensorial uma série de indagações acerca do mundo contemporâneo, dos efeitos da ciência e dos limites morais e éticos do ser humano.

 

De que maneira a arte, em parceria com a natureza e a ciência, nos faz entender um pouco mais e melhor sobre nós mesmos? Teria a humanidade consciência de que se isola de forma ingênua e perigosa daquilo a que não está acostumada, destruindo o que lhe é estranho? Conhecemos realmente os efeitos futuros das recentes e profundas manipulações genéticas? O incômodo provocado por esses monstrengos de silicone concebidos por Patricia nos mostra sobre nossos próprios sentimentos, ampliando nossa compreensão sobre questões complexas e delicadas como a imposição de padrões de beleza, o racismo e a xenofobia. Não à toa Patricia Piccinini costuma dizer que seu mundo é mais repleto de perguntas do que de respostas.

 

“Sou interessada em descobrir o sentido do que é ser humano no âmbito da engenharia genética e da biotecnologia, e como essas tecnologias influenciam a maneira como nos relacionamos com o mundo. O mundo que crio existe em algum lugar entre o que conhecemos e o que está quase sobre nós (a imaginação, ou o futuro). Minhas criaturas, apesar de estranhas e por vezes inquietantes, não são assustadoras. Em vez disso, é a sua vulnerabilidade que muitas vezes vem à tona. Elas pedem que as olhemos além de sua estranheza, nos convidando a aceitá-las. Somos cercados por modificações genéticas escondidas em nossos alimentos e animais, sem ao menos dar conta! Eu não induzo o visitante a pensar qualquer coisa sobre engenharia genética, mas pergunto como eles se sentem frente a essas possibilidades. Trabalho com uma variedade de materiais e linguagens, de esculturas feitas de silicone e fibra de vidro a fotografia e vídeo, passando pelo desenho e a pintura”, resume a artista, cujo trabalho já foi levado a inúmeras galerias ao redor do mundo e teve destaque nas Bienais de Liverpool, Berlim, Havana e Veneza. Na edição de 2003 desta última, foi a única representante da Austrália com a mostra individual We are Family.

 

Intitulada ComCiência, a primeira exposição individual de Patricia Piccinini no Brasil – que fez sua estreia em São Paulo faz um amplo apanhado da produção da artista e reúne alguns de seus principais trabalhos. Logo na entrada, no térreo, o espectador se depara com peças icônicas da artista como Big Mother (uma figura agigantada, que se assemelha a uma macaca e amamenta um bebê); The Conforter  (uma menina toda coberta de pelos acalenta um pequeno ser, de pele macia e pés fofos como um bebê humano, mas que tem uma boca agigantada e sem olhos –; ou ainda The Observer (2010), um curioso menino que observa o mundo de um ponto de vista privilegiado e perigoso, o alto de uma pilha inclinada de cadeiras. Qualquer metáfora com o percurso que a exposição propõe ao espectador não é mera coincidência.

 

Em uma das alas da exposição foi criada uma espécie de garagem, na qual estão reunidas uma série de máquinas antropomorfizadas, uma espécie de diluição provocativa entre o inorgânico e o orgânico. Em outro módulo estão organismos absolutamente descolados da realidade, como Sphinx. Mas todo o centro cultural será tomado pelas bizarras figuras (esculturas, relevos e desenhos) da artista. Segundo o curador Marcello Dantas, a proposta foi ativar todas a salas do CCBB como sendo o lugar onde esses seres vivem, comem, dormem. “É como se você tivesse entrado nesse circo, nessa casa mal-assombrada”, povoada por criaturas que podem ser completamente abstratas, absolutamente verossimilhantes, misturas biologicamente plausíveis, mesclas de diferentes animais ou mutantes perfeitamente saídos de um filme de ficção científica. Talvez um dos pontos de partida da artista tenham sido os bichos que ela, nascida em Serra Leoa em 1965, descobriu ao chegar na Austrália, aos sete anos de idade. Bastaria citar o ornitorrinco ou o canguru para confirmar o importante papel desses animais incomuns no imaginário nacional. Como diz Dantas, “trata-se de um país que tem licença poética para a invenção”.

 

O caminho é repleto de surpresas e subversões de sentido. Reforçando ainda mais esse universo potente de relações, muitas vezes contraditórias, foi criado um audioguia que permite aos visitantes ir além da percepção visual, ouvindo os sons, as respirações e até a linguagem daquelas criaturas. “A ideia é permitir que se tenha uma ideia da essência desses personagens”, explica Dantas, que concebeu o sistema com a colaboração estreita da artista, que costuma dizer que suas criações têm cheiro de gengibre.

 

“Trata-se de uma obra sobre a aceitação”, diz o curador sobre o trabalho de Patricia, acrescentando que por isso gostaria que fosse uma exposição popular e que atraísse o público infantil. “As crianças possuem menos pré-conceitos”, define. Um dos grandes atrativos da mostra, o voo de um gigantesco balão na forma de um híbrido entre uma baleia e uma tartaruga, intitulado de Skywhale e originalmente criado para as celebrações do centenário de Canberra em 2013 está agendado para fazer um sobrevoo em Brasília no dia  dia 20 de janeiro  e no dia 21 estará exposto na área verde do CCBB (Próximo ao Pavilhão de Vidro) para apreciação dos visitantes.

 

No dia 23 a artista Patrícia Piccinini realiza palestra aberta ao público às 19:30 h no Teatro I.

 

Essa mistura alquímica entre natureza e tecnologia, que flerta tanto com o surrealismo e o hiperrealismo – o que explica a aproximação recorrente feita com o trabalho de outro ilustre artista australiano, o escultor Ron Mueck –, nos faz questionar sobre nossa semelhança e vínculo com esses seres. Seríamos nós monstrengos disfuncionais como eles, ou produziremos algum dia descendentes com esse grau de disfuncionalidade? Afinal, “genética é história da forma de corpo”, sintetiza Dantas, lembrando que nosso código genético é uma espécie de narrativa, de ponto indicativo do nosso passado e do nosso futuro, que carregamos conosco.

 

Diante de possibilidades terrivelmente ameaçadoras como essa, não seria surpreendente pensar a obra de Patricia como profundamente crítica dos avanços incontrolados da ciência e um tanto desesperançosa. Porém, há na delicadeza dessas figuras e no afeto que elas despertam algo de redentor: “seria uma obra pessimista se esses seres não estivessem repleto de amor”, conclui o curador.

 

Dica:

​ComCiência

​De ​21 de janeiro a 04 de abril, de quarta a segunda, das 9h às 21h

Local: CCBB Brasília (SCES, Trecho 02, lote 22)

​Entrada franca

Classificação Indicativa: Livre​

Mais informações: 3108-7600

 

- Dia 20 de janeiro: Voo do balão sobre Brasília ( Jardins, 16h30)

 

- Dia 23 de janeiro: Palestra aberta ao público da artista Patrícia Piccinini (Teatro I, 19h30; distribuição de senhas uma hora antes do evento)

 

Fonte: Dicas da Capital

Categoria: Cult
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A SOCIEDADE CAVALIERI

A exposição A Sociedade Cavalieri é uma instalação criada pelo artista Pierre Lapalu e apresentada pelo fictício curador Pierre Menard e que mostra gravuras e desenhos de monstros e seres imaginários. A sociedade secreta inventada por Lapalu teria sido criada por Giovanni Battista de’ Cavalieri, gravador italiano que existiu e viveu de fato entre 1526 e 1597, e teria membros nomes como Rembrandt e Goya. Nessa sociedade, os artistas associados perpetuariam o excêntrico método Cavalieri. Essa mostra, que encerraria dia 3 de janeiro, foi prorrogada até 28 de fevereiro.

 

Data: 11/11/2015 a 28/02/2016Como Chegar

Horário: Terça a domingo, das 9h às 21h

Local: Galeria Vitrine

Valor do Ingresso: Entrada franca

 

Fonte: Caixa Cultural

Categoria: Cult
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EXPOSIÇÃO “ALÉM DA PELE” DESEMBARCA NO AEROPORTO DE BRASÍLIA

Mostra fotográfica de mães e filhos com doenças de pele

Depois de passar por cinco terminais aéreos do país é a vez do Aeroporto de Brasília receber a exposição “Além da Pele”. A mostra traz 15 fotografias de crianças e adolescentes com doenças congênitas de pele.

 

A dermatologista Régia Patriota é fotógrafa e responsável pela exibição que está localizada no conector do Píer Norte do Terminal 1, até o dia 17 de janeiro de 2016.

 

Sensibilizada pelo preconceito sofrido por portadores de doenças congênitas diante da sociedade, a médica convidou mães e filhos com psoríase, dermatite atópica, albinismo, epidermólise bolhosa, ictiose e outras doenças de pele para uma sessão de fotos que resultou na exposição.

 

O principal objetivo é levar informação para a sociedade, a fim de mostrar que tais doenças não são contagiosas, e com isso contribuir para o combate ao preconceito.

 

O Aeroporto de Brasília será o último terminal aéreo a receber a mostra, que deverá retornar para São Paulo. Os passageiros de Brasília que forem embarcar, desembarcar ou realizar conexão no Terminal 1 terão a oportunidade de conferir as imagens e se sensibilizar com a causa.

 

A exposição tem patrocínio da GOL Linhas Aéreas, apoio do Instituto GOL, da Infraero, do Instituto Brasileiro de Apoio aos Portadores de Genodermatoses – IBAGEN e da Inframerica, administradora do Aeroporto de Brasília.

 

Serviço

Data: de 02 a 17 de janeiro

Local: Píer Norte do Terminal 1. Aeroporto JK, Brasília-DF

 

Fonte: Jornal de Brasília

Categoria: Cult
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PONTO DE EQUILÍBRIO EM BRASÍLIA

O conceito dos “day clubs”, tendência dos destinos praianos mais cobiçados do mundo, já tem previsão para aportar em Brasília. Seguindo os moldes dos agitados Nikki Beach e Café del Mar, o novo Aloha Day Club promete movimentar o circuito do DF com um espaço que reúne boa gastronomia, música e entretenimento. Não fique de fora dessa, confira!

 

Qual dia?

Dia 17 de janeiro

 

Qual o horário?

16h.

 

Onde vai ser?

Aloha Day Club (Orla da Concha Acústica)

 

Quais as atrações?

Ponto de Equilíbrio

Som de Bob

Down Jones

 

Qual o valor do ingresso?

Pré-Venda

Feminino: R$ 40,00

Masculino: R$ 70,00

*Valores dos ingressos sujeitos à alterações sem aviso prévio.

 

Onde está vendendo?

Sete Mares (Conjunto Nacional, Taguatinga Shopping, Alameda Shopping, Sobradinho Shopping, Taguatinga Centro, JK Shopping, Conic)

 

Bilheteria Digital (Patio Brasil, Liberty Mall, Alameda Shopping)

Site: bilheteriadigital.com.br

 

Mais informações:

Telefone: (61) 3342-2232

Classificação: 16 anos

 

Fonte: Sou Brasília

Categoria: Fique de Olho
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WESLEY SAFADÃO EM BRASÍLIA – GAROTA WHITE

O cantor Wesley Safadão faz o Garota White em Brasília, lançando seu DVD gravado aqui na capital, no dia 30 de Janeiro no Arena Lounge Mané Garrincha. Não fique de fora dessa, confira!

 

Qual dia?

Dia 30 de janeiro

 

Qual o horário?

22h

 

Onde vai ser?

Estádio Nacional Mané Garrincha

 

Quais as atrações?

Wesley Safadão

Dj Gustavo Carvalho

Dj Rafael Ramalho

 

*Traje obrigatório: branco

Qual o valor do ingresso?

Premium

R$150,00 (meia)

*Open Bar: Cerveja, Água, Refrigerante, Vodka

Prime

R$200,00 (meia)

*Open Bar: Cerveja, Água, Refrigerante, Vodka Importada, Wisky

**Valores dos ingressos sujeitos à alterações sem aviso prévio.

 

Onde está vendendo?

Site: ticmix.com.br

Taguatinga Shopping – Gadplace – Loja – Térreo (Em frente à Agittus Calçados)

JK Shopping Térreo – Gadplace (Entrada principal em frente à SmartFit)

Liberty Mall – Gadplace – Quiosque – Térreo (Em frente à Arezzo Calçados)

 

Mais informações:

Telefone: (61) 8501-4492

Classificação: 18 anos

 

Fonte: Sou Brasília

Categoria: Fique de Olho
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PROJETOS DE ARQUITETURA INOVADORES E CONTEMPORÂNEOS FEITOS COM MADEIRA

Mostra expõe maquetes de obras da Áustria, China, Suíça e Japão, entre outros países com o objetivo de afirmar a madeira como instrumento técnico e de linguagem para a arquitetura. Público poderá conhecer escritórios, centros comunitários, prédios, vinícolas, pontes, passarelas feitas com matéria-prima sustentável.

 

Acadêmicos e profissionais de Brasília (DF) interessados em construções sustentáveis e no uso da madeira na construção têm uma oportunidade única de conhecer obras inovadoras, que utilizam este elemento como matéria-prima para estruturas modernas e contemporâneas.

 

Quem promove a exposição “Madeira na Arquitetura do Século XXI” na capital federal é o WWF-Brasil, em conjunto com a Univers Design.

 

Composta por 11 maquetes de obras e 24 painéis de todo o mundo, a exposição traz ainda textos e fotografias que vão contar como utilizar a madeira para construir diversos tipos de estruturas. Elas foram feitas, em sua maior parte, por alunos de escolas de arquitetura.

 

As obras retratadas vêm de diversos países: Japão, Chile, Estados Unidos, Áustria, Nova Zelândia, Suíça e Inglaterra. Elas mostram casas em árvores, restaurantes, centros comunitários, escritórios, apartamentos, estúdios de fotografia, vinícolas, pontes, museus e passarelas feitos com madeira.

 

Possibilidades

3. Daniel Martins_WWF-Brasil O arquiteto, proprietário da Univers Design e curador da exposição Marcelo Aflafo contou que um dos grandes objetivos desta iniciativa é mostrar, para a sociedade, as possibilidades de uso da madeira em projetos de engenharia e arquitetura.

 

“A madeira é um instrumento de técnica e linguagem, que minimiza impactos ambientais, traz uma ideia de futuro interessante e inspiradora para os projetos. Ela tem ainda uma beleza e plasticidade enormes, sendo um material riquíssimo para uso na arquitetura”, explicou.

 

Marcelo disse que o uso de madeira em estruturas arquitetônicas é uma realidade muito forte no exterior – mas, inexplicavelmente, pouquíssimo praticada no Brasil.

 

“Os europeus usam madeira na construção há 30 anos, os canadenses entraram nessa há uns cinco, os japoneses fazem isso há séculos. E nós, que estamos sentados em cima de um imenso patrimônio de madeira, não temos nada para mostrar para o mundo”, afirmou.

 

Conservação

Para o analista de conservação do WWF-Brasil, Ricardo Russo, estimular os usos da madeira responsável, como na arquitetura, é trabalhar pela conservação dos recursos naturais.

 

“Os projetos de arquitetura geralmente trabalham com madeira certificada, que promovem a manutenção das florestas, a geração de renda na região amazônica e o fortalecimento da cadeia produtiva da madeira”, afirmou.

 

Russo lembrou ainda que os processos de exploração e produção da madeira responsável promovem baixa emissão de poluentes e gases de efeito estufa, que ajudam no combate às mudanças climáticas.

 

“Nosso objetivo, com essa exposição, é mostrar que a madeira, se bem explorada, pode vir a ser um grande fator para promover o uso sustentável dos recursos naturais”, disse.

 

A exposição é aberta ao público, que pode visitá-la todos os dias da semana, das 9h às 18h.

 

A sede do WWF-Brasil fica na SHIS EQ QL 6/8 Conjunto E 71620-430, em Brasília (DF).

 

4. Enrique Browne Madeira é Legal

 

A vinda da exposição “Madeira na Arquitetura do Século XXI” para Brasília é uma ação do Programa Madeira é Legal. Esta iniciativa é um protocolo de cooperação, assinado por 23 organizações, que tem como objetivo incentivar e promover o uso da madeira de origem legal e certificada no Brasil.

 

Para isso, diversas ações vêm sendo realizadas: a publicação de livros e manuais; a realização de capacitações para associações de classe, como construtoras e incorporadoras; a promoção de workshops internacionais na Colômbia e Equador; a realização de estudos de viabilidade para aperfeiçoar a tributação da madeira no Estado de São Paulo; além da participação em feiras especializadas.

 

A abertura

A exposição teve um evento de abertura, que ocorreu no dia 11 de novembro. Entre os presentes estavam produtores florestais, especificadores de obras e  gestores públicos ligados a obras e Meio Ambiente. Eles participam de palestras com dois dos principais profissionais ligados a construção em madeira no Brasil e fizeram uma visita monitorada pelo curador da exposição.

 

SERVIÇO:

O quê? Exposição Arquitetura da Madeira no Século XXI

 

Quando? 11 de novembro a 15 de dezembro

 

Onde? No Espaço Angatu, sede do WWF-Brasil, em Brasília – SHIS EQ QL 6/8

 

Conjunto E 71620-430

 

Fonte: Agita Brasília (com adaptações).

Categoria: Cult
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PAULO GUSTAVO – 220 VOLTS

Após quatro temporadas de sucesso na TV paga, o programa de humor “220 Volts” ganha uma versão para o teatro, só com as personagens femininas de maior destaque na TV. “220 Volts” é o terceiro espetáculo criado por Paulo Gustavo.

 

Na peça “220 volts”, assistimos a um recorte do que rola no variado universo feminino atual. São seis esquetes (cenas curtas) com as mais divertidas e populares personagens: Ivonete, Mulher Feia, Senhora dos Absurdos, Maria Alice, a Famosa e …. Através delas identificamos todo tipo de mulher que passeia pelo mundo moderno, desde a bonitinha carente, passando pela gostosa liberada, a preconceituosa antiquada e machista, a feia com autocrítica, a apresentadora de um programa para mulheres na TV, e a popularíssima mulata classe C. Com tantas mulheres diferentes interpretadas pelo inigualável Paulo Gustavo – e mais o apoio de atores e bailarinos – o mínimo que se pode esperar de “220 volts”, além de humor ágil e inteligente, são risadas em altíssima voltagem.

 

O espetáculo conta ainda com a participação do ator Marcos Majella que atua com Paulo Gustavo em outro sucesso humorístico, o programa Vai que cola. Não fique de fora dessa, confira!

 

Qual dia?

12 e 13 de Dezembro – únicas apresentações

 

Qual o horário?

Sábado 12/12 – 21:30h

Domingo 13/12 – 18h

 

Onde vai ser?

Centro de Convenções Ulysses Guimarães – Auditório Master

 

Quais as atrações?

Peça “220 volts”

 

Qual o valor do ingresso?

Setor Poltrona VIP R$ 90,00*

Setor Poltrona VIP Lateral R$ 80,00*

Setor Poltrona Especial R$ 80,00*

Setor Poltrona Especial Lateral R$ 60,00*

Setor Poltrona Superior R$ 25,00*

*Valores de meia entrada

*Valores dos ingressos sujeitos à alterações sem aviso prévio.

 

Onde está vendendo?

Ingressos à venda pelo site www.ingresso.com e na Central de ingressos do Brasília Shopping, à dinheiro, sem taxas de conveniências. (De segunda a sábado das 10h às 22h e domingo das 14h às 20h)

 

Mais informações:

Telefone: (61) 3522 9521

Censura: 14 anos

 

Fonte: Sou Brasília

Categoria: Fique de Olho
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