ÁFRICA E AMÉRICA APRESENTAM TALENTOS DA LITERATURA CONTEMPORÂNEA NA BIENAL

Evento recebe nesta segunda os escritores Valéria Luiselli, Conceição Lima e Antônio Prata

Antônio Prata acredita que o interesse pela literatura brasileira no exterior é reflexo do crescimento econômico do país

Os países latino-americanos e africanos têm rompido fronteiras e cruzado o oceano por meio de uma nova safra de autores. entre eles, Valéria Luiselli, do México, Conceição Lima, de São Tomé e Príncipe, e o brasileiro Antônio Prata. Os três escritores delineiam o cenário da literatura contemporânea Nas Américas e na África e dividirão hoje mesa em seminário na II Bienal Brasil do Livro e da Leitura. Tanto o México, quanto São Tomé e Príncipe e o Brasil foram palco de conflitos, seja pela independência, pela luta contra a repressão ou pela sobrevivência diante dos horrores do narcotráfico. O terreno se mostrou fértil em meio ao caos, no entanto, e a arte floresceu.

 

Antônio Prata acredita que o interesse pela literatura brasileira no exterior é, sobretudo, reflexo do crescimento econômico do país. “Como o Brasil está em voga, as pessoas estão olhando para o país.” O escritor, filho dos também escritores Mário Prata e Marta Goés, colabora em roteiros de novelas brasileiras e, ano passado, lançou o livro de crônicas semi-memorialistas, Nu de botas. “Os meus leitores crescem devagar, conforme vou sendo mais conhecido, também pelo o que escrevo nos jornais. Ainda é uma coisa pequena. Na lista de mais vendidos, os gêneros se misturam. Mas o público para literatura é pequeno. É muito difícil um escritor brasileiro viver de literatura.”

 

Considerada um dos nomes mais importantes da poesia africana contemporânea, Conceição Lima insere memórias e a história de São Tomé e Príncipe à literatura. Dona de um estilo intimista, ela busca imprimir a voz coletiva nos versos que constrói nos livros O Útero da casa, A dolorosa raiz do micondó e O país de Akendenguê. “Confesso que não me sinto muito confortável em falar da minha própria poesia. Atrevo-me a descrevê-la, de forma muito sintética, como uma poesia intimista, lírica, amiúde de contaminação épica, marcada por fluxos da história e na qual a voz do eu-lírico, não raras vezes, se confunde com a voz coletiva”, diz. Para ela, o amálgama entre as identidades do país e das poesias que escreve é movimentado pela germinação de sentidos entre os níveis individual e coletivo: “Há, na minha poesia ou em parte significativa dela, o entrelaçamento entre a narrativa pessoal, íntima, individual e aquilo a que se poderá chamar de narrativa da nação.”

 

Biógrafo de Fernando Pessoa conta como foi contato com familiares do poeta

 

Durante a pesquisa, o biógrafo chegou a 127 heterônimos, mas confessa que os mais importantes eram quatro: Alberto Caeiro, Ricardo Reis, Alvaro de Campos e Bernardo Soares — além de um destaque especial para para Alexander Search, António Mora, Barão de Teive. “Todos eram Pessoa e o que estava a sua volta. Álvaro de Campos, por exemplo, era de ‘Campos’ por conta de um sósia de Pessoa, Ernesto Campos. Nasceu em Tavira, terra do avô paterno de Pessoa. No dia de nascimento de Virgilio e Kant, duas de suas admirações literárias. Vivia na casa de duas tias velhas, com quem Pessoa vivia. Era engenheiro naval, como o marido da filha de sua tia Anica, que morava num quarto pegado ao dele. Visitou Stratford on Avon, onde era cônsul Eça de Queiroz. Viajou pelo Mediterrâneo ( em ” Opiário ” ) , como Pessoa havia viajado. Mas, diferentemente dele, que vai até Lisboa, desembarca em Marselha. Como Rimbaud. Nada nele era por acaso.”

 

Autorização para biografias

 

Calavcanti não precisou de autorização prévia para publicar a biografia de Fernando Pessoa e conta que o contato com a família do poeta foi amistosa. Ele é contra a exigência de autorização para a publicação de obras biográficas. “O debate, no Brasil, está simplificado. No primeiro mundo, pode. Aqui não deve ser diferente. Ocorre que, por lá, a indenização pode ir longe. 5 milhões de dólares, no case Leonard Ross x New York Times. 34 milhões de dólares, no case Richard Sprague x Philadelphia Inquirer. 232,4 milhões de dólares, Houston Money Managment x Wall Street Journal. Só que, por aqui, indenizações assim são consideradas censuras. Devemos fazer um debate mais informado e amplo.”

 

Três perguntas para José Paulo Cavalcanti

 

O que mudou em sua percepção sobre Fernando Pessoa após a pesquisa?

A dimensão do escritor. No início, de alguma forma, pensei que era um bom escritor, como tantos. No fim, vi que era algo muito especial. Na minha opinião, o maior vulto da literatura portuguesa.

 

Como foi seu contato com os familiares?

Muito bom. Cordialíssimo. Com certas concessões, claro. Por exemplo disse que o avô dos sobrinhos de Pessoa era sapateiro. Era mesmo, apesar de ter irmão rico. Por conta da Lei do Morgadio, que garante a totalidade da herança apenas ao filho mais velho. A família disse que ficou incomodada. Falei sobre as diferenças, com o Brasil. Aqui seria honra, um pai sapateiro ter filhos formados em universidades. Lá, não. Perguntei se poderia trocar sapateiro por ” profissão modesta ” . Eles aceitaram, com enorme satisfação. E colaboraram muito, depois disso.

 

Acha que o mercado editorial do Brasil está se consolidando no que diz respeito à literatura?

Sim. Sem dúvida. Mas continuo entendendo que não há nada mais moderno, revolucionário, democrático e transformador, para o país, que educação popular. Só um povo educado por exercer, em todos os seus limites, a cidadania.

 

II Bienal Brasil do Livro e da Leitura

Debate: As múltiplas faces de Fernando Pessoa. Hoje, às 11h.
2ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura — Esplanada dos Ministérios.
Debate: Biografias: literatura, história e identidade cultural.
Segunda-feira, às 19h. 2ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura — Esplanada dos Ministérios. Serão distribuídas senhas na entrada dos auditórios para as palestras, debates e seminários. Classificação Indicativa Livre

 

Fonte: Correio Braziliense

 

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PANE MENTAL, EFEITO DE UMA NOITE INSONE

A privação do sono amplia transtornos de humor, como a ansiedade, e prejudica o aprendizado e a tomada de decisões

Se você anda adotando estratégias erradas no dia a dia, convivendo com desempenhos baixos e discutindo sem motivo aparente, preste atenção no seu sono. Novas pesquisas confirmam que uma noite maldormida destrambelha o processamento das emoções, compromete o raciocínio e até debilita a memória.

 

Segundo um estudo do Laboratório de Sono e Neuroimagem da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, indivíduos que passam pouco tempo na cama por apenas uma noite já ficam mais aflitos do que o normal ao serem obrigados a cumprir uma tarefa desafiadora. Exames de imagem retratam que a privação do sono catapulta o impacto do estresse em áreas do cérebro responsáveis pela atividade emocional, especialmente na amígdala, estrutura relacionada a respostas negativas e a experiências desagradáveis. Para as pessoas naturalmente ansiosas, o quadro pode ser ainda pior.

 

“O equilíbrio dos sentimentos depende da qualidade do sono, e vice-versa. Sem dormir direito, ocorrem alterações de comportamento, já que a produção de neurotransmissores e hormônios fica desregulada”, afirma a neurologista Anna Karla Smith, do Instituto do Sono, em São Paulo.

 

Uma das substâncias que vão às alturas quando não dormimos bem atende pelo nome de cortisol. E esse hormônio é conhecido por patrocinar o nervosismo ou até deflagrar uma crise de ansiedade exacerbada. “Aliás, essa molécula aparece em altos níveis nos pacientes com depressão. Talvez seja uma ligação química entre essa doença e a insônia”, sugere a bióloga Yara Fleury Van Der Molen, do Ambulatório de Neuro-Sono da Universidade Federal de São Paulo.

 

Já entre os neurotransmissores mais afetados pelo pouco tempo sob os cobertores se destaca a serotonina, ligada ao bem-estar. Sem um número adequado de horas dormidas, sua concentração no cérebro cai drasticamente. Aí, surgem mais irritação e até sensações dolorosas.
Não pregar os olhos abala inclusive nossas escolhas durante as refeições. Em um segundo levantamento da Universidade de Berkeley, os pesquisadores pediram a adultos que indicassem alguns alimentos de uma lista de 80 opções. Resultado: os voluntários privados de sono tendiam a preferir as guloseimas menos saudáveis. E tem mais: com o auxílio de exames de imagens, os cientistas verificaram que esses participantes apresentavam falhas no lobo frontal, parte do cérebro responsável pela tomada racional de decisões. Em outras palavras, muito provavelmente as poucas horas sonhando atrapalham o desempenho cognitivo de uma forma geral, que vai muito além da mesa de jantar.

 

De acordo com a neurologista Rosa Hasan, do Departamento de Sono da Academia Brasileira de Neurologia, em quem dorme pouco é possível notar uma maior dificuldade para tomar decisões, manter o raciocínio e até mesmo para manter uma conversação. “Determinadas ações, como dirigir, também ficam bastante comprometidas. Se for necessário fazer alguma escolha rápida, a pessoa terá sérios problemas”, complementa.

 

O curioso é que essas panes ainda implicam uma mente cada vez mais intranquila. “O sujeito tem a concentração diminuída e uma probabilidade acentuada de cometer erros. Quando percebe o equívoco, fica inseguro, e isso aumenta a ansiedade”, arremata Yara.

 

Dormir para aprender

Varar a madrugada com o intuito de estudar, diga-se, é uma espécie de autossabotagem, segundo uma pesquisa divulgada pela Universidade da Califórnia em Los Angeles (Ucla), nos Estados Unidos. O estudo, conduzido pelo psiquiatra Andrew J. Fuligni e sua equipe, analisou as horas de estudo, as de sono e os resultados acadêmicos de 535 estudantes americanos, e descobriu que os alunos que dormiam menos possuíam dificuldade extra na compreensão de conteúdo passado pelo professor, além de receber notas mais baixas em provas.

 

“A fase do sono que fixa o aprendizado no cérebro é a REM, a dos sonhos e dos movimentos oculares”, ressalta o neurologista Shigeo Yonekura, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. “É nela que transformamos as memórias de curto em longo prazo”, completa. Acontece que chegar a esse estágio profundo – e permanecer nele – demanda um bom tempo de cabeça apoiada no travesseiro. “Por isso, privar-se de dormir facilita o esquecimento”, analisa Yonekura.

 

O artigo da Ucla ainda conclui que o sucesso acadêmico depende de uma estratégia de estudos que não culmine em bocejos e mais bocejos no dia seguinte. “Se for realmente necessário, sacrifique horas de outras atividades menos importantes, mas nunca deixe de dormir”, sugerem os autores americanos no texto do trabalho.

 

Claro que não conseguir apagar um ou outro dia é normal. A isso se dá o nome de insônia eventual, aquela que surge quando você está muito preocupado ou até animado. “Mas quem, por falta de sono, dorme duas horas a menos por mais de cinco dias na semana, durante mais de três meses, pode ser classificado como um insone crônico”, adverte o pneumologista e presidente da Associação Brasileira do Sono, Francisco Hora. Se esse for seu caso, vale ir atrás de um especialista.

 

Agora, há também aqueles que simplesmente se recusam a fechar as pálpebras já pesadas porque querem ver uns minutinhos de televisão, ler o final de um capítulo do livro ou decorar fórmulas para o exame final. Esse grupo, que fique claro, não está livre dos efeitos da carência de horas dormidas. Por isso é preciso se livrar dessas armadilhas. “O grande remédio para uma vida longa, com bom humor e excelente cognição é uma ótima noite de sono”, aposta Hora. Você não será o único satisfeito ao recarregar as energias de forma adequada. As pessoas que vivem ao seu lado também agradecerão.

 
A triste face da insônia

Ficar sem vontade de dormir pode ser sinal de depressão. Se essa situação não é contornada, a tristeza profunda dificilmente desaparece. E, mesmo quando ela some, a probabilidade de retornar é grande. Os antidepressivos lidam com a melancolia e provocam sonolência, mas precisam ser acompanhados de terapia para que questões emocionais, possíveis causas de ambos os sintomas, sejam resolvidas.

 

A insônia e o Alzheimer

Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, revelaram que os problemas para dormir podem ser um dos primeiros sinais da doença de Alzheimer. Os estudos constataram uma redução no tempo de sono de ratos que começaram a desenvolver, no cérebro, placas da chamada proteína beta-amiloide, precursoras do mal.

 

Para turbinar o sono e a mente

A meditação relaxa ao mesmo tempo que garante atenção nos momentos necessários. Por isso, potencializa tanto o desempenho do cérebro no dia como traz a vontade de dormir à noite. Já os exercícios, além de causarem cansaço, o que ajuda a adormecer, estimulam os neurônios. Mas, se praticados perto da hora de dormir, geram insônia.

 

 

Fonte: Abril

 

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EM ENTREVISTA, COORDENADOR FALA SOBRE ORIENTAÇÃO GRATUITA PARA PREENCHIMENTO DO IRPF 2014

Em entrevista à TV Globo no último dia primeiro, o Coordenador do curso de Ciências Contábeis do Centro Universitário UDF, professor Eurípedes Junior, falou sobre a prestação do serviço de orientação gratuita dada a comunidade durante todo o mês de abril. Segundo o professor, o objetivo é orientar sobre o preenchimento correto do Imposto de Renda Pessoa Física – IRPF 2014.

 

O serviço, realizado na entrada do Edifício Sede das 18h às 19h30, vai até o dia 30/04. É necessário apresentar a declaração do ano anterior e toda a documentação relativa ao ano base de 2013.

 

Assista abaixo a íntegra da reportagem.

 

 

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CONSUMIDOR DIMINUI BUSCA POR CRÉDITO EM 3,2% NO 1š TRIMESTRE, APONTA SERASA

Em março, a demanda foi 7,5% inferior que a registrada no mesmo mês de 2013. Já na comparação com fevereiro último houve elevação

Os consumidores reduziram a procura por crédito em 3,2%, no primeiro trimestre deste ano sobre o mesmo período do ano passado, segundo mostra do Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito. Em março, a demanda foi 7,5% inferior que a registrada no mesmo mês de 2013. Já na comparação com fevereiro último houve elevação (1,9%).

 

“As taxas de juros em elevação e o menor grau de confiança dos consumidores, em comparação ao mesmo momento do ano passado, pesaram negativamente” justificaram, por meio de nota, os economistas da Serasa Experian.

Houve recuos entre todas as classes econômicas e a maior queda foi verificada entre os consumidores de baixa renda com ganhos de até R$ 500 por mês (-7,6%). Na faixa entre R$ 5 mil e R$ 10 mil a procura caiu 6,8% e entre os que recebem acima de R$ 10.000 mensais a demanda diminuiu 7%. Nas faixas entre R$ 500 e R$ 1.000 ocorreu redução de 3,1%. Também caiu a demanda por crédito de trabalhadores com renda entre R$ 1 mil e R$ 2 mil mensais (-1,4%) e entre R$ 2 mil e R$ 5 mil (-4,4%).

De janeiro a março, a Região Centro-Oeste foi a que registrou a maior queda (-7,8%); seguida pelas regiões Sudeste (-4,1%); Norte (-2,7%); Sul, (-1,4%) e Nordeste (-0,3%).

 

Fonte: Correio Braziliense

 

Categoria: Acontece
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AÇÃO NO UDF COMEMORA O DIA MUNDIAL DA ATIVIDADE FÍSICA

Uma ação organizada pela Coordenação do curso de Educação Física do Centro Universitário UDF ressaltou a importância da prática de exercícios físicos para a melhoria da saúde. A proposta foi incentivar a pratica de exercícios através de um objeto muito comum entre os jovens: o vídeo game.

 

No horário do intervalo do período noturno, os alunos presentes na Área de Convivência foram convidados a brincar utilizando um vídeo game com sensor de movimentos. Enquanto brincavam, espantavam o sedentarismo e praticavam atividades físicas. Pelo segundo ano consecutivo, o evento atraiu um número considerável de participantes, fazendo com que deixassem a preguiça de lado e participassem da ação.

 

De acordo com a Coordenadora do curso, professora Juliana Costa, a prática de exercícios físicos, “além de trazer benefícios psicológicos como melhora da autoestima e de fatores estéticos, auxilia na prevenção da depressão e na melhora da memória.”

 

Vale lembrar que a prática de atividades físicas associada à alimentação balanceada é a melhor forma de promoção de hábitos saudáveis.

 

Categoria: UDF pra você
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SAIBA O QUE NÃO COMER QUANDO SE ESTÁ ‘MORRENDO DE FOME’

Além de não saciar a fome, alimentos gordurosos e doces 'dão barriga' e ainda podem provocar doenças como a gastrite

Aquela fome ingrata bate no meio da tarde e você pensa em atacar o primeiro chocolate que vê pela frente. Saiba que esse hábito, além de não saciar a fome e não trazer vitaminas, pode provocar até gastrite. E o motivo é simples.

 

Rúbia Maciel, nutricionista da Natue, explica que o chocolate, quando ingerido de estômago vazio, estimula a produção de ácido clorídrico. “É um ácido já presente no estômago, a fim de digerir os alimentos, mas ele causa uma irritação maior na parede gástrica, podendo evoluir para uma gastrite”, alerta.

 

E não adianta nada. Segundo a nutricionista, o açúcar não mata a fome. Além disso, o corpo não vai precisar usar toda aquela glicose do doce e, para regular esse tanto de açúcar circulante no sangue, aciona a insulina que envia glicose para as células necessárias e guarda o resto para usar em uma próxima vez: a famosa gordurinha.

 

Por isso, quando a fome bater e o estômago estiver totalmente vazio, é mais prudente optar por alimentos ricos em fibras, como as frutas, verduras, legumes, castanhas e alimentos integrais, tal qual o trigo integral, aveia, quinoa, amaranto e outros.

 

Fonte: IG

 

Categoria: Em pauta
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PALESTRA: INCENTIVO FISCAL PARA FINANCIAMENTO À PESQUISA

Como forma de orientar e estimular a busca por incentivo fiscal para financiamento de pesquisas de Iniciação Científica e Tecnológica, a Coordenação dos cursos de Tecnologia do Centro Universitário UDF, convidou o Diretor de Engenharia e Operações da Rede Nacional de Ensino e Pesquisas – RNP para palestrar sobre o assunto. O encontro apresentará as possibilidades de formulação de parcerias com a iniciativa privada, para viabilizar os projetos em andamento e também a criação de novos.

 

De acordo com o professor Jorge Luiz Santana, Coordenador dos cursos de T.I. da Instituição e responsável pela organização do evento, o objetivo é aproximar alunos com o mercado de trabalho, estimulando-os na busca de mecanismos que possibilitem o crescimento acadêmico/profissional.

 

A palestra ocorrerá no próximo dia 23 no Auditório do Ed. Sede e tem início previsto para 18h. Poderão se inscrever alunos e professores de todos os cursos que participaram da reunião referente ao Projeto de Iniciação Científica, realizada no dia 22 de março.

 

Acadêmicos poderão fazer a inscrição para o evento através da Área do Aluno. Já os professores poderão se inscrever clicando aqui.

 

Categoria: UDF pra você
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RIO 2

Continuação do sucesso “Rio”, mais uma vez dirigida pelo brasileiro Carlos Saldanha, que contará as novas aventuras da arara azul Blu e sua companheira Jade na cidade do Rio de Janeiro. Desta vez, Blu e Jade têm filhos, um macho e uma fêmea, e esta última tem medo de voar, exatamente como o seu pai… Juntos, a nova família vai se envolver em uma trama em meio à Copa do Mundo de 2014.

 

 

 

 

 

 

Elenco: Jesse Eisenberg; Anne Hathaway; Jemaine Clement; Will.I.Am; Tracy Morgan; George Lopez; Leslie Mann; Rodrigo Santoro
Direção: Carlos Saldanha
Gênero: Infantil
Duração: 102 min.
Distribuidora: Fox Films
Classificação: Livre

 

Trailer:

 

Categoria: Literatura e Filmes
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