MÃE, AMOR SEMPRE PRESENTE

Vinte artistas plásticas da Associação Candanga de Artistas Visuais que homenageiam as mães em suas diversas situações do dia a dia na exposição “Mãe, amor sempre presente”.

 

 

Horário: segunda a sábado das 10h às 22h, domingos das 12h às 20h.

Informações:

Data – 08/05/2015 a 22/05/2015

Categoria:Artes Visuais

Endereço:Shopping Liberty Mall

Entrada:Entrada gratuita

 

Fonte: Correio Braziliense

Categoria: Cult
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FÁBIO JR.- TURNÊ ÍNTIMO

Fábio JR. se apresenta em Brasília com a turnê “Íntimo”, com repertório de seu último álbum de estúdio de seu CD de 2011.

 

 

Horário: quinta, às 21h.

Informações:

Data – 22/05/2015 a 22/05/2015

Categoria: Música

Endereço: NET LIVE Brasília (SHTN Trecho 2, Conjunto 5, Bloco A)

Entrada: Mesas ouro (4 lugares): R$800 / (meia/promo) / Mesas prata (4 lugares): R$600 (meia/promo) / Pista (público em pé): R$60,00 (meia/promo)

 

Fonte: Correio Braziliense

Categoria: Fique de Olho
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ARTES VISUAIS:CHÃO DE FLORES

09.05 a 29.06

 

HORÁRIO: de 9h às 21h

INGRESSO: Entrada franca

 

SAIBA MAIS

A mostra revela a arquitetura das moradias no entorno da capital federal, visando evidenciar, dessa forma, as cores e a criatividade dos moradores que usam como referêcias a sua terra natal e modismos dos materiais de construção ou reaproveitamento dos mesmos.

 

A seleção conta com 56 fotos que retratam a convivência da estética popular com o concreto e os traços modernos que constroem a cidade.

 

No dia 30 de maio haverá a projeção online de fotos e encontro de food trucks.

 

Paralelo à exposição, serão realizados workshops onde, Zuleika de Souza ensinará a fotografar arquitetura e ambientes com uso de aparelhos celulares.

 

>> Workshops de fotografia com celular

 

Dia 16 de maio, sábado – das 11h às 13h e das 15h às 17h

Dia 30 de maio, sábado –  das 15h às 17h

 

Classificação: 16 anos

Capacidade máxima: 30 pessoas

Inscrições gratuitas: oficina.chaodeflores@gmail.com

 

Fonte: CCBB DF

Categoria: Cult
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ROUPA NOVA EM BRASÍLIA

 

Dia 22 de Maio tem show da banda Roupa Nova, no Ginásio Nilson e Nelson! Não perca!

Data: 22 de Maio, Sexta

Hora: 21h

Local: Ginásio Nilson Nelson – Setor SRPN – Asa Norte

Atrações

 

Roupa Nova

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Ingressos

 

Área Superior

R$ 60,00 – 1º Lote

Localizada no anel Superior

Bares, Cadeiras, Banheiros

Censura 16 anos

Frente Palco Open Bar

R$ 100,00 – 1º Lote

Open Bar – Vodka, Cerveja, Agua e Refri

Localizada na frente do palco em pé e área com

cadeiras não marcada na lateral, banheiros.

Censura 18 anos

Mesas Open Bar (4 pessoas)

Open Bar – Whisky, Vodka, Cerveja, Agua e Refri

Piso elevado, banheiros, serviço de garçom

Mesas Limitadas

Censura 18 anos

Mesa Ouro R$ 900 – 1º Lote

Mesa Prata R$ 700 – 1º Lote

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Pontos de Venda

 

Mormaii

(Conjunto Nocional,Patio Brasil, Brasília Shopping,

Pontão do Lago Sul)

Casa do Cowboy

(Taguatinga)

Bilheteria Digital

(Pátio Brasil)

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Mais Informações

 

Telefone: 3342-2232

Classificação: Confira a programação.

 

Fonte: DeBoa Brasília

Categoria: Fique de Olho
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FASE CATARSE – PEDRO DAVID

A Casa da Luz Vermelha apresenta a primeira exposição individual de Pedro David em Brasília, na quinta-feira, dia 23 de abril de 2015 às 19h, com visita guiada do fotógrafo às 20h.

 

 

Fase Catarse é uma trilogia de trabalhos em fotografia realizados entre 2008 e 2011, pelo artista Pedro David. As três séries têm em comum a interpretação do ambiente urbano próprio do artista, em um período específico de sua vida.

 

As séries versam, de maneira lírica e transformadora, sobre a questão imobiliária: a dificuldade de encontrar um lugar para se viver nos centros urbanos, a educação e a relação entre vizinhos, e o esforço de recuperação após a morte de um parente próximo, através da exploração de seu ambiente e pertences.

 

 

Cada um dos trabalhos foi realizado enquanto o autor passava pelas situações descritas, o que fez com que a fotografia passasse a ser utilizada como instrumento de catarse, que o guiou por cada uma destas situações vividas e o ajudou a entendê-las e passar por elas.

 

SERVIÇO

Fase Catarse

Mostra fotográfica de Pedro David

Inauguração: 23 de abril de 2015 às 19h e visita guiada às 20h

Visitação: Até 31 de maio de 2015

De segunda a sexta, das 10h às 19h

Domingo, das 12h às 16h

Local: A Casa da Luz Vermelha

Endereço: Clube ASBAC – SCES Trecho 2, Conjunto 31, Brasília – DF.

Telefone: (61) 3878-9100

Realização: A Casa da Luz Vermelha

Apoio: Win Light

Assessoria de Imprensa: A Casa da Luz Vermelha / galeria@acasadaluzvermelha.com

 

Fonte: Galeria Casa da Luz Vermelha

Categoria: Cult
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BRASÍLIA POP COM LULU SANTOS E CAPITAL INICIAL

 

Dia 16 de Maio acontece o Brasília Pop com Lulu Santos e Capital Inicial. A partir das 21h na Área Externa do Mané Garrincha. Confira!

Data: 16 de Maio, Sábado

Hora: 21h

Local: Área Externa do Mané Garrincha

Atrações do Brasília Pop

 

Lulu Santos

Capital Inicial

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Ingressos

 

Área VIP

 

R$ 70,00 – 1º lote

Frente Palco

 

R$ 100,00 – 1º lote

Camarote Balako na Lua

 

R$ 150,00 – 1º lote

*Djs e espaço exclusivo, acesso a frente palco

 

Mesa Open Bar (4 lugares)

 

R$ 800,00 – 1º lote

Cadeira extra (até 2 por mesa): R$ 250,00

*Localizada na lateral do palco, atendimento com garçons, entrada, bares e banheiros exclusivos, acesso a frente palco. Open bar de vodka, cerveja, água e refrigerante.

 

**Valores dos ingressos sujeitos à alterações sem aviso prévio.

 

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Pontos de Venda

 

Chilli Beans – Conjunto Nacional, Boulevard Shopping, Patio Brasil, Brasilia Shopping, Taguatinga Shopping, Iguatemi Shopping, Pier 21

Casa do Cowboy – Taguatinga

Loja da Bilheteria Digital – Pátio Brasil

bilheteriadigital.com.br

Ingresso em Casa Brasília – (Tele Entrega Oficial): 9209-1074 Whatsapp: 9808-2016 (Venda em até 3x no cartão)

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Mais Informações

 

Telefone: (61) 3342-2232 / 8438-0000

Classificação: Área Vip, Frente Palco e Camarote Balako na Lua: 16 anos / Mesas: 18 anos.

 

Fonte: DeBoa Brasília

Categoria: Fique de Olho
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EXPOSIÇÃO “AS MENINAS DO QUARTO 28″

Mostra apresenta desenhos de crianças judias que viveram em Theresienstadt durante a Segunda Guerra

Depois de passar por São Paulo (MuBE), diversos países da Europa e Israel, chega a Brasília a exposição “As meninas do Quarto 28”, adaptada do livro homônimo escrito pela jornalista alemã Hannelore Brenner, lançado no Brasil pela editora LeYa.

 

 

A exposição, com comitê curatorial composto por Dodi Chansky, Karen Zolko e Roberta Sundfeld e chancelada pela ONU, retrata – por meio de desenhos feitos por meninas judias que passaram pelo Quarto 28 – o dia a dia de cerca de 50 crianças que viveram no campo de concentração de Theresinstadt, próximo à cidade de Praga, durante a Segunda Guerra Mundial.

 

Com mais de 35 desenhos e uma réplica de 18m² do quarto em que elas ficavam aprisionadas, além de painéis com detalhes históricos, a exposição foi escolhida pela União Europeia, em 2013, para a tradicional homenagem realizada anualmente no Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. Em 2014, a Organização das Nações Unidas (ONU) também selecionou a exposição para lembrar as vítimas do genocídio cometido pelos nazistas.

 

“O quarto em escala real, mobiliado inclusive com beliches similares aos que elas dormiam, oferece aos visitantes a experiência de como foi a vida daquelas meninas. É emocionante ver desenhos tão coloridos e alegres dessas crianças, que viveram uma realidade tão difícil. A arte, realmente, tem um poder transformador”, afirma Karen Zolko, familiar de uma das meninas que habitou o Quarto 28 e representante da exposição no Brasil, junto com a amiga e sócia, Dodi Chansky.

 

Durante o período da mostra, o Programa Educativo receberá grupos que para visitas mediadas e atividades lúdicas relacionadas ao tema e à vivência da exposição. Informações e agendamentos -  9816-6070 / 3536-5806 ou agendamento@artqeduca.com.br.

 

A história

 

Há mais de meio século, entre os anos de 1942 e 1944, crianças de 12 a 14 anos moravam juntas no Quarto 28, em Theresienstadt, durante a ocupação da Checoslováquia pelos nazistas. Das 15 mil crianças do campo de concentração, apenas 93 sobreviveram. Entre estas, 15 são sobreviventes do Quarto 28.

 

Apesar da situação miserável, do racionamento de comida e do onipresente medo de ir para o “Leste” (Auschwitz-Birkenau), essas meninas puderam ter contato com professores, compositores e artistas – todos também prisioneiros do campo e judeus – que tentavam minimizar o sofrimento com atividades que as ajudariam a acreditar que aquela difícil situação seria transitória.

 

Nesse grupo de adultos determinado a proteger as crianças estava a artista plástica Friedl Dicker Brandeis que, deportada para Theresienstadt em 1942, levou poucos pertences pessoais e muitos materiais artísticos nas suas duas malas.

 

Friedl percebeu que a arte poderia ser uma importante ferramenta terapêutica para ajudar as crianças a superar as adversidades e a lidarem com os terríveis sentimentos de perda, medo e incerteza. Começou, então, a dar aulas técnicas de desenho e pintura para a ala infantil do campo de concentração. Ela contava histórias e pedia para que as crianças fizessem ilustrações. Como o objetivo era estimular a esperança naquele lugar, as narrativas eram sobre assuntos diversos e serviam como distração para tirá-las um pouco daquela triste realidade, tanto que as imagens não remetem em nada ao terror que elas vivenciavam.

 

Considerada hoje uma das precursoras da arteterapia, Friedl ficou por quase dois anos em Theresienstadt e conseguiu esconder os quase cinco mil desenhos de seus alunos em suas malas antes de ser levada para Auschwitz, em 1944. Esses desenhos foram achados 10 anos depois da guerra e levados para um museu em Praga, na República Tcheca. Das meninas que passaram pelo Quarto 28, foram encontrados cerca de 500 desenhos e 40 foram selecionados para fazer parte da mostra que viaja o mundo.

 

A história por trás da História – A relação do Brasil com As meninas do Quarto 28

 

Não foi à toa que Hannelore Brenner, a idealizadora e detentora dos direitos da exposição e autora do livro “As meninas do Quarto 28”, lançamento da Editora LeYa, incluiu o capítulo Ecos tardios do Brasil em sua obra. A relação entre o país e essa história de amizade e amor à arte está intimamente ligada por conta de Erika Stránská, filha do primeiro casamento do judeu George Stransky.

 

Em 1938, a mãe deixou Erika aos cuidados do pai para sair em busca de melhores condições de vida na Inglaterra. George acabou se apaixonando por Valeria, então primeira bailarina do Teatro de Viena, com quem se casou e teve Monika, sete anos mais jovem que a meia-irmã. As duas costumavam brincar juntas até que Erika e seu pai foram levados para campos de concentração mantidos pelo regime nazista. Ele foi para um campo de trabalho forçado e Erika foi encaminhada para Theresienstadt, mais precisamente para o Quarto 28.

 

Enquanto a mãe e a filha mais nova se refugiaram na pequena Boskov, George conseguiu escapar do campo de trabalho e ir ao encontro delas. Após o final da guerra, ele começou a procurar Erika, chegando, inclusive, a ir até a Suíça atrás de uma pista de seu paradeiro. Mas, acabou descobrindo que sua filha mais velha tinha sido deportada para Auschwitz, onde foi morta numa câmara de gás.

 

Após a tragédia, a família tentou retomar a vida da maneira que podia e, em 1946, se mudou para São Paulo. Alguns anos depois, a caçula se casa com GregorioZolko e criaseu próprio clã: as filhas Sandra e Karen Zolko e os netos André, Adriana e Lara.

 

Em 1974, a família viaja para a Checoslováquia e, durante um passeio pelo Museu Judaico de Praga, visita uma exposição de desenhos de crianças feitos durante a Segunda Guerra no campo de concentração de Theresienstadt.

 

A enorme surpresa se deu quando Monika reconheceu a assinatura da sua irmã, Erika Stránská, em um deles. Começou, então, a busca por detalhes de como teria sido a sua vida. Mas, quase nada foi descoberto naquela época devido ao regime comunista que vigorava.

 

Em 2012, incentivada por um amigo, Karen Zolko resolve mais uma vez procurar informações sobre o paradeiro da meia-irmã de sua mãe.Com a dissolução da Checoslováquia e as facilidades da internet, a brasileira consegue entrar em contato com o diretor do museu e descobre que lá não estava apenas um desenho de Érika, mas sim 30 deles.

 

“Montar esse quebra-cabeça era um presente que eu queria dar para a minha mãe. Consegui 70 anos depois, com a ajuda fundamental de amigos e familiares”, conta Karen Zolko que, junto com Dodi Chansky, representa o projeto da exposiçãono Brasil.

 

Além de um link para acessar as imagens, o diretor do museu mandou uma lista de contatos de pessoas que poderiam ajudar com mais informações sobre a história. Uma delas era a jornalista Hannelore Brenner, que começa a trocar dados e documentos com a brasileira e mostra para a família que Erika era uma das meninas que morou no Quarto 28.

 

Dessa ligação surge uma amizade e a ideia de trazer a exposição para o Brasil. “Nosso objetivo agora é levá-la para mais capitais do país e, quem sabe, ajudar outras famílias a conhecer e finalizar suas histórias pessoais, como aconteceu com a minha”, revela Karen.

 

“Usando essa emocionante história como inspiração, queremos ajudar a difundir o poder da arte e da educação como ferramentas fundamentais para enfrentar as mais difíceis situações da vida. Para isso, incluímos na programação oficial um bate-papo com representantes de quatro instituições brasileiras que usam a arteterapia para auxiliar crianças que estão passando por momentos adversos”, explica Dodi, parceira no projeto da exposição e amiga da família há anos.

 

Serviço


Abertura: 19/03 , às 19h

Visitação: De 20/03 a 26/04 (terça a domingo)

Horário: 9h às 18h30

Local: Museu Nacional

Endereço: Setor Cultural Sul, lote 2 – Zona 0 – Anexo

Entrada: Gratuita

Classificação: Livre

 

Fonte: Jornal de Brasília

Categoria: Cult
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FILIPE CATTO INTERPRETA CANÇÕES DE SUCESSOS DE CÁSSIA ELLER EM NOVO SHOW

O músico se apresenta nesta sexta, sábado e domingo, no Teatro da Caixa

Filipe Catto era pré-adolescente quando assistiu, em Porto Alegre, ao show de Cássia Eller com o repertório do DVD Acústico MTV. Impactado, passou a ter certeza a partir daquele momento que queria ser cantor. “Foi a coisa mais linda a que havia assistido até então. Aquela voz tão grande, aquela presença cênica, diferentes de tudo que já vira e ouvira, mexeram muito comigo”, lembra.

 

O artista de 27 anos, nascido em Lajeado, no interior do Rio Grande do Sul, radicado há 6 anos em São Paulo, tido como uma das boas revelações da moderna MPB, “descobriu” Cássia, ainda criança. Na época, Por enquanto, canção de Renato Russo gravada por ela no CD de estreia, tocava no rádio sem parar. “A partir dali passei a segui-la e tudo culminou ao vê-la em cena pela primeira vez. Foi então que, como diz a letra da música de Péricles Cavalcanti, eu também queria ser Cássia Eller”.

 

Cantor, compositor, violonista e pianista, Catto já é bem conhecido do brasiliense. Em 2012, ele fez uma série de apresentações na cidade e uma delas, na Sala Cássia Eller, do complexo Cultural da Funarte, em projeto que homenageava a cantora. No ano passado fez um concorridíssimo pocket show no espaço cultural da Fnac, no ParkShopping.

 

Cantor, compositor, violonista e pianista, Catto já é bem conhecido do brasiliense. Em 2012, ele fez uma série de apresentações na cidade e uma delas, na Sala Cássia Eller, do complexo Cultural da Funarte, em projeto que homenageava a cantora. No ano passado fez um concorridíssimo pocket show no espaço cultural da Fnac, no ParkShopping.

 

Fonte: Correio Braziliense

Categoria: Fique de Olho
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