LEI QUE PROÍBE VENDA E FABRICAÇÃO DE ARMAS DE BRINQUEDO DIVIDE OPINIÕES

A regra entrará em vigor em até 10 meses

As armas de brinquedo devem sair de circulação no Distrito Federal em até 10 meses, mas a polêmica sobre a proibição delas parece estar longe do fim. A Lei Distrital nº 5.180, de 2013, sancionada há nove dias, impede a fabricação, a comercialização e a distribuição das peças semelhantes ou não aos armamentos convencionais. Estão inclusas as que disparam balas, bolas, espuma, luz, laser e assemelhados, as que produzam sons ou as que projetam quaisquer substâncias. A aprovação da norma repercutiu nacionalmente e também fora do Brasil, com reportagem no jornal britânico The Guardian.

 

Entre as armas de brinquedo proibidas pela nova legislação distrital, estão as que disparam bala, bola, espuma, luz e laser

 

A medida, que também divide opiniões entre os brasilienses, deve ser regulamentada em até 120 dias pelo governo local. A partir daí, os comerciantes terão seis meses para acabar com os estoques. As lojas que insistirem em desrespeitar a lei receberão advertências por escrito. As multas variam entre R$ 5 mil e R$ 100 mil, além de sanções, como suspensão de atividades do comércio por 30 dias ou cassação da licença de funcionamento.

 

Mesmo com o prazo distante, a discussão sobre a abrangência e a eficácia da medida reacendeu um antigo debate sobre a influência de instrumentos lúdicos na violência entre as crianças. Pais, psicólogos, lojistas, especialistas em segurança pública e em primeira infância têm diferentes pontos de vista para a questão, alguns divergentes, outros complementares.

 

Antes de opinar sobre os efeitos da regulamentação, a subsecretária de Proteção às Vítimas de Violência (Pró-vítima), Valéria de Velasco, lembra que a norma surgiu a partir de um trabalho desenvolvido em Ceilândia, por meio do projeto Arma não é brinquedo. Parcerias com ONGs — como Desarma Brasil, Jovem de Expressão e Casa da Cidadania — promoveram ações em 11 escolas públicas da cidade e, em um mês, foram recolhidas 502 arminhas. “As crianças entenderam mais do que os adultos o espírito da campanha. Entre os brinquedos, havia espadas, ou seja, elas perceberam que se tratava de combater a violência”, observa Valéria.

 

Três perguntas para Valéria de Velasco, subsecretária de Proteção às Vítimas de Violência (Pró-vítima):

 

Por que proibir a comercialização de armas de brinquedo?
A violência no Brasil se multiplica com índices de guerra. A cada ano, são, aproximadamente, 35 mil mortos. Com essa lei, que é administrativa e não tem caráter penal, queremos dar o exemplo. Ela é educativa, direcionada para o comércio e para a fabricação. Ninguém vai ser preso na rua por estar brincando com uma arminha dessas.

 

Quais produtos não poderão ser vendidos no DF?
Qualquer um que remeta a armas de fogo sejam os que soltam bolinhas, água e raios, sejam os de bichinhos coloridos. Nenhum poderá ser comercializado ou fabricado no Distrito Federal.

 

Os críticos da medida dizem que é preciso muito mais do que proibir a venda de armas para reduzir a violência. Que recado daria a eles?
As famílias pedem paz, mas não dão um passo no que compete a isso. Quem compra uma arma está sujeito a ser vítima dela no futuro. Segurança não é só ter polícia na rua, é saber resolver conflitos de forma civilizada. É uma questão de cultura. Como alguém pretende educar com um brinquedo que só simboliza a morte e a destruição?

 

 

Íntegra Correio Web

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UDF FAZ DOAÇÃO DE BRINQUEDOS PARA HOSPITAL DA CRIANÇA

Por: Leandro Castro

 

Na sexta-feira do dia sete de junho, foram entregues ao Hospital da Criança os brinquedos da antiga brinquedoteca do UDF. A ação contou com a participação dos alunos da Universidade, que participaram votando em qual instituição seriam feitas as doações.

 

 

Sobre a Instituição

 

A Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias (Abrace), instituição reconhecida e atuante no Distrito Federal, percebeu a necessidade de ir além da assistência às famílias de crianças portadoras de câncer. Portanto, moveu esforços e mobilizou a sociedade civil para erguer um centro especializado, com recursos plenos e gerenciamento eficiente para o tratamento integrado e multiprofissional da criança e do adolescente. Assim nasceu o projeto do Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB), um hospital que atende exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e é gerido pelo Instituto do Câncer Infantil e Pediatria Especializada (ICIPE).

 

 

No próximo semestre, continuaremos com campanhas de responsabilidade social, que envolverão várias outras instituições. Fique de olho!

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8 FILMES COM BRINQUEDOS QUE CAUSARAM POLÊMICA

De bonecos assassinos a ursinhos de pelúcia politicamente incorretos, o cinema nos ensinou: nem todo brinquedo é feito de plástico e ternura. A SUPER listou oito filmes cujos (nem tão inofensivos) protagonistas ganharam a simpatia do público, mas também inspiraram muita polêmica – dentro ou fora das telas. Conheça-os, seguindo pela ordem cronológica de lançamento:

 

1. I am Suzanne! (idem, 1933)

 

 

Para causar polêmica e semear a discórdia, não é preciso que os bonecos usem drogas ou tentem assassinar seus donos. Prova disso é o filme de 1933, dirigido por Robert V. Lee. O longa conta a história do titereiro Tony, que se apaixona pela dançarina Suzanne. Depois de uma série de reviravoltas em um enredo com muito melodrama, são as marionetes de Tony que se tornam um obstáculo entre o casal. A coisa fica séria quando o jovem, muito tímido, confessa seu amor a uma boneca que criou tomando Suzanne inspiração. Só que a mocinha não entende muito bem e tem um surto de ciúmes (é, da boneca). É então que ~spoiler~ esbraveja “Eu sou Suzanne!”, logo antes de atirar na indesejada marionete. A cena surreal pode ser vista aqui.

 

2. Brinquedo Assassino (Child’s play, 1988)

 

 

O título em inglês do filme lançado em 1988 não enganava ninguém: Chuck não é brincadeira de criança. O longa conta a história de um serial killer que é assassinado em uma loja de brinquedos e, por meio de um ritual macabro, transfere seu espírito para o corpo de um bonequinho. Depois que Brinquedo Assassino foi lançado nos cinema, uma multidão organizou um protesto na porta da MGM. Os manifestantes alegavam que o filme incitava a violência em crianças e exigiam que ele fosse banido. Mas não adiantou. Chuck continuou em cartaz. A história rendeu quatro sequências, que aumentaram a família de brinquedos assassinos (em 1998 ele ganhou uma noiva e, em 2004, nasceu seu primeiro filho). Agora, resta uma nova polêmica: em que momento a série perdeu o status de cult trash e passou a apenas a ser apenas ruim?

 

3. A Boneca Assassina (Dolly dearest, 1991)

 

 

Se Chuck já não fosse comprometivo, Dolly seria um partidão. Embora os dois brinquedos nunca tenham sido formalmente apresentados, têm muito em comum: no longa de 1991, a boneca-título também é possuída por um espírito do mal e passa a exercer uma influência macabra na garota que a leva para casa, aterrorizando toda a família – e, por tabela, as criancinhas que assistiam ao filme sem ter noção da trama macabra. O longa é só mais um da inacreditavelmente grande lista de filmes com bonecos do mal, uma onda que teve particular força nos anos 1980 e 1990. Nas nossas contas, são pelo menos 30 produções com essa temática lançados no período.

 

Bônus: Dentro desse “subgênero”, vale lembrar dos filmes Bonecas Macabras (Dolls, 1987 – foto da direita), que conta não com um brinquedo do mal, mas uma coleção inteira de itens mal-assombrados; e Bonecos da Morte (Puppetmaster, 1989), que dava novos contornos aos aparentemente inofensivos (mas sempre ligeiramente assustadores) bonecos de ventríloquos.

 

4. Feebles, os terríveis (Meet the feebles, 1989)

 

 

A hipopótamo Heide, na foto acima, lhe parece familiar? É bem provável que sim. Isso porque ela e os demais personagens do filme lançado em 1989 são uma sátira dos fantoches mais famosos da TV e do cinema: os Muppets. No longa, não há resquícios da ingenuidade e do otimismo inocentes dos personagens originais – os bonecos politicamente incorretos se esbaldam em humor negro, intrigas, sexo e drogas. Apesar de nunca ter sido lançado oficialmente no Brasil, Feebles tem uma aura cult graças ao seu criador: trata-se do segundo filme com roteiro e direção assinados por Peter Jackson, cineasta que transportou a Terra Média para a telona com a trilogia O Senhor dos Anéis e, em dezembro deste ano, volta ao universo criado por J.R.R.Tolkien com a adaptação cinematográfica de O Hobbit.

 

5. Pequenos guerreiros (Small Soldiers, 1998)

 

 

Se você nasceu nos anos 1990, certamente já pegou uns trechos de Pequenos guerreiros nas tardes de TV. Mal sabia você que, enquanto assistia inocentemente às batalhas entre os bonecos do Comando de Elite e os Gorgonóides (brinquedos que ganham vida graças aos avanços tecnológicos de uma empresa que desenvolve armas para o Departamento de Defesa dos Estados Unidos), uma porção de adultos questionava a violência e a temática adulta do longa. Acontece que, quando foi lançado, todo o marketing foi direcionado aos pequenos, o que foi considerado um erro. Afinal, os bonecos se enfrentam numa guerra bem violenta. Talvez seja legal você rever o filme (nem que seja para se lembrar de como Kirsten Dunst era adorável naquela época).

 

6. A garota ideal (Lars and the real girl, 2007)

 

 

Lars é um cara tímido que vive uma vida reclusa e evita o contato humano. Preocupado com a solidão de seu irmão mais novo, Gus recomenda que Lars visite o RealDoll.com, um site que vende bonecas infláveis anatomicamente corretas e em tamanho real. O jovem com pouca tecnologia social vê na sugestão a oportunidade de conseguir não um brinquedo sexual, mas sim uma parceira de vida. Pã. Bianca chega pelo correio e Lars passa a tratar sua nova namorada inflável com grande respeito. Enquanto passeia com ela pela cidade, causa polêmica na vizinhança, que não sabe bem como lidar a situação (por que será?). A premissa tinha potencial para o erro mas, sem caçoar de seu protagonista, o longa foi bem recebido pela crítica e rendeu a Ryan Gosling, o ator responsável por viver Lars com delicadeza e sinceridade, indicações ao Globo de Ouro e SAG na categoria de Melhor Ator. Pã duplo.

 

7. Um Novo Despertar (The Beaver, 2011)

 

 

A elogiada atuação de Mel Gibson em Um novo despertar, longa dirigido e co-estrelado por Jodie Foster, não eliminou totalmente o estranhamento causado por sua história um tanto inusitada. No filme, Gibson vive Walter Black, um homem deprimido que chega ao fundo do poço quando é expulso de casa pela esposa. Pensando em acabar com tudo, ele conhece O Castor, um fantoche de mão que lhe ajuda a lidar com seus problemas e a se comunicar com a sua família. Apesar de apresentar uma abordagem diferenciada a temas pesados como a depressão e a esquizofrenia, o longa dividiu opiniões – no Rotten Tomatoes a premissa ganhou avaliações que vão a extremos opostos, do genial ao leviano.

 

8. Ted (idem, 2012)

 

 

John, um garoto tímido e solitário, recebe de presente um grande e fofinho urso de pelúcia e deseja que ele ganhe vida. Para sua surpresa, descobre que seu pedido foi atendido: o urso Teddy agora pode falar e o pequeno John ganha um melhor amigo. Filme perfeito para assistir em companhia de seu filho de 11 anos, certo? O deputado Protógenes Queiroz certamente pensou que sim e ficou extremamente chocado ao descobrir que Ted, filme do criador de Family Guy (Uma família da pesada no Brasil), Seth MacFarlane, acompanha as aventuras de um ursinho bem crescido, que adora falar palavrões, usar drogas e fazer sexo. O susto de Protógenes – que parece ter ignorado a classificação indicativa de 16 anos – causou polêmica bem maior do que o humor politicamente incorreto do personagem criado por MacFarlane: o deputado solicitou que a classificação indicativa do filme fosse alterada para 18 anos.

 

Fonte: íntegra super.abril.com

Categoria: Acontece
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ÓTIMA NOTÍCIA PARA QUEM TEM CRIANÇA EM CASA

Abrinq anuncia queda de preço em 76% dos brinquedos brasileiros

A partir de maio 76% dos brinquedos brasileiros vão custar menos de R$ 50, para enfrentar a concorrência da China.

 

A informação é da Abrinq, Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos.

 

 

Os fabricantes nacionais vão reduzir seus preços para competir com os brinquedos importados da Ásia.

 

O limite de R$ 50 foi escolhido porque é a faixa que historicamente vende mais, segundo pesquisa da associação.
Até o fim do ano, os preços dos produtos serão reduzidos, na média, entre 5% e 6%.

 

O presidente da Abrinq, Synésio Batista da Costa, disse ao UOL que a associação enviou ao governo, um pedido de redução nos tributos que incidem sobre a folha de pagamento do setor, de20% para 1%.

A redução nos preços dos produtos, porém, não dependerá de o governo atender ou não a essa reivindicação.

 

Fonte: Matéria retirada na íntegra do Só notícia boa

 

Categoria: Em pauta
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TEATRO E DANÇA PARA CURTIR O FIM DE SEMANA

Atrações para crianças e adultos. Confira na agenda:

Sempre olhe para o mar

O artista espanhol Joaquín Sánchez fará apresentação do solo de dança e teatro “Sempre olhe para o mar”. Você poderá conferir o espetáculo hoje, no Instituto Cervantes Brasilia. “Sempre olhe para o mar” nos mostra um mundo poético e pessoal do bailarino que é compartilhado com o público abertamente.

“Sobreviver é fácil, você só tem que se levantar a cada dia, comer na hora e beber água. Viver, viver é o difícil. Um dia sobreviver já não é bastante e você decide que quer e deseja sentir-se vivo de verdade. Sempre olhe o mar foi o resultado dessa escolha”, conta Sánchez

Local: Espaço Cultural Instituto Cervantes

Endereço: SEPS 707/907

Data: 29/04

Horário: às 21h

Preço: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Entrada franca para alunos e usuários da biblioteca do Instituto Cervantes

Informações: (61) 3242-0603

Classificação Indicativa: 16 anos

 

E o espetáculo infantil “A Revolta dos Brinquedos”

O espetáculo infantil “A Revolta dos Brinquedos”, da Cia Teatral Néia e Nando conta a saga de brinquedos antigos para permanecerem atrativos em tempos de novas tecnologias. Alguém lembrou de “Toy Story” aí?

Clara é uma menina acostumada a ter todos os caprichos atendidos pela mãe. Ao saber que ganharia brinquedos novos somente quando os antigos estragassem, a criança passa a descuidar das bonecas. Diante do comportamento de Clara, os brinquedos começam a traçar estratégias para reverter a situação.

Local: Teatro Brasília Shopping

Endereço: W3 Norte

Data: Até 01/05/2011

Horário: Sábado, Domingo, às 15h e às 17h

Preço: R$30 (inteira) e R$15  (meia)

Informações: (61) 2109-2122

Classificação Indicativa: Livre

Categoria: Fique de Olho
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