APRENDA COMO CULTIVAR ALIMENTOS ORGÂNICOS EM ESPAÇOS REDUZIDOS DA CASA

Ter uma horta com espécies variadas e alimentos sempre fresquinhos não precisa ser privilégio das moradias com quintais

Ter uma horta com espécies variadas e alimentos sempre fresquinhos para enriquecer o sabor das receitas não precisa ser privilégio das moradias com quintais. Isso é o que afirma Marizeth Estrela, paisagista, especialista em jardinagem orgânica e Feng Shui. Para Marizeth, uma parede é espaço suficiente para fazer uma horta vertical e ter ao alcance das mãos alimentos saudáveis e colhidos na hora.

 

Para escolher onde a horta será montada, é preciso avaliar o espaço e a luminosidade disponíveis. “É importante dar prioridade a áreas com incidência de luz solar pela manhã, próximas a janelas ou mais ventiladas”, alerta a paisagista.

 

Escolhido o local, é necessário fixar uma treliça de ferro ou madeira na parede para o cultivo da horta. A treliça precisa ser colocada de forma que possa ficar com, pelos menos, 5 cm de distância da parede, para evitar problemas com infiltração e também garantir a boa ventilação das espécies. Em alguns espaços, o ideal é que seja feita uma impermeabilização na parede por profissionais qualificados.

 
Para o plantio, a dica da especialista é a escolha de vasos de acordo com a decoração do ambiente. Preferir as opções com características em comum, como cor, material e formato é garantia para acertar. Quem não quer investir em vasos plásticos pode utilizar garrafas PET cortadas ao meio, canos de PVC ou vasos de barro. A montagem da horta vertical na treliça é feita com ganchos metálicos em formato de S. Esse tipo de gancho pode ser feito manualmente com arame, sem prejuízo ao resultado final. Eles são usados para fixar os vasos na treliça, mantendo-os suspensos.

 

Quanto às espécies, Marizeth recomenda a escolha de hortaliças variadas. “Variedades como alface, tomilho limão, manjericão, orégano, sálvia, alecrim, pimenta, cebolinha, hortelã, salsa, são as mais indicadas para o plantio. Frutos de pequeno porte, como o tomate-cereja, também se adaptam a solos com pouca profundidade”, explica. Segundo a paisagista, é natural que as raízes cresçam com o tempo, requerendo a poda e o replantio, mas esse é um cuidado eventual.

 

A recomendação de Marizeth é de que a terra escolhida seja um substrato orgânico, pronto para o uso. “Em um vaso, com profundidade de cerca de 30 cm, pode-se iniciar o plantio colocando 1/3 de argila expandida; o restante pode ser completado com terra adubada ou o substrato, cobrindo as raízes das mudas. Na hora de plantar, caso haja ervas daninhas ou outras invasoras, basta arrancá-las com as mãos”.

 

De acordo com a paisagista, uma rega diária é suficiente para as mudas se desenvolverem. Borrifar a água sobre as espécies ou molhar as mãos na água e sacudi-las sobre as culturas imitando o efeito da chuva é uma alternativa para não machucar as mudas mais sensíveis, como a alface, o tomilho e a hortelã. “A terra deve estar úmida, nunca encharcada. Esse cuidado na quantidade de água favorece a cultura e também evita que a água da rega escorra pela parede”, lembra Marizeth.

 

Para evitar a presença de insetos nocivos próximos às espécies cultivadas na horta vertical, o recurso utilizado pela paisagista é incluir na horta variedades como tagetes, gerânios, hortelã, citronela ou arruda. “Essas plantas funcionam como repelentes naturais”, ensina.

 

As hortas verticais são fáceis de fazer e não demandam muitos recursos, inclusive de disponibilidade de tempo do dono da casa. A alternativa para obter alimentos frescos, livres de substâncias nocivas à saúde, também pode dar um novo ar ao interior do imóvel, deixando o espaço mais convidativo e agradável. O bem-estar inclui quem pratica a atividade, que pode ser tida como um lazer, para relaxar e afastar preocupações.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Correio Braziliense

 

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UP, NAS ALTURAS

Homem imita a arte e voa numa casa com centenas de balões

Quem assistiu o filme UP – Altas aventuras, da Disney Pixar, não se esquece da história do excêntrico idoso que coloca balões na casa e sai voando em busca de aventuras.

 

Mostrando que a vida imita a arte, o balonista Jonathan Trappe, de 38 anos, fez o mesmo: resolveu sair voando com uma casa na vida real!

 

Como ele se divertiu e o passeio terminou bem, isso é uma boa notícia.

 

A casa, mais leve, feita especialmente para essa finalidade, foi levantada com sucesso usando 300 balões de hélio.

 

Trappe “decolou” de um aeródromo privado, a leste de Los Angeles, EUA, e atingiu uma altitude de mais de 10.000 pés.

 

O vôo durou cerca de uma hora e teve final feliz.

 

Dois anos atrás, ele se tornou o primeiro homem a voar sobre o Canal Inglês por um conjuntos de balões.

 

Desta vez ele voou acima do Festival Internacional de Leon, no México.

 

A peripécia foi capa da revista BallonSport e foi ao ar no canal NatGeo mundial.

 

Veja as imagens do sobrevôo maluco gravadas por Trappe:

 

 

Fonte: Íntegra Só notícia boa

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DF LIDERA LISTA DE MAIOR PREÇO POR METRO QUADRADO

Apesar de ligeira queda em julho, o preço dos imóveis continua em alta

Quem pretende comprar imóveis na Capital Federal deve se preparar. O Distrito Federal continua liderando a lista com o valor de R$ 8.271 o metro quadrado. Os dados foram divulgados pela Fipe.

 

 

Abaixo a lista das sete capitais pesquisadas:

 

 

Fonte:G1

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MORAR JUNTO ANTES DE CASAR?

Você pode estar fazendo uma escolha errada

Você já pensou em morar junto com o parceiro (a) antes de casar de verdade, para “testar” o convívio, não é? Pois saiba que essa decisão pode ser uma grande furada.

 

 

Segundo um artigo publicado no New York Times, quem mora junto antes de casar tem mais chances de ter um casamento infeliz e de encarar o divórcio depois. Isso porque, segundo um estudo citado no texto, eles se juntam sem pensar muito no assunto. Já passam um tempão juntos, revezando as noites na casa um do outro, então por que não se unirem logo? E qualquer coisa, se der errado, um deles (ou os dois) sai da casa. Simples.

 

E isso parece ser tendência. O artigo diz que a maioria das pessoas de 20 e poucos anos vão viver com o par romântico pelo menos uma vez. E, mais da metade dos noivos, já vão ter morado juntos.

 

O problema, diz o artigo, é que eles se enganam: sair dessa relação não é tão fácil assim. Além das contas, eles dividem os amigos, o cachorro, os segredos… Já pensou na trabalheira que dá largar isso tudo, fazer a separação de bens? Aí eles preferem ficar juntos, casar. Mas logo se separam. (E aquela festa de 30 mil reais? Que desperdício, hein?)

 

Pois é. Mas ninguém garante também que sua vida conjugal vai ser linda se você namorar por 4 anos, sem dividir um teto antes, casar na igreja e ter 3 filhos. Cada caso é um caso. Melhor, então, fazer o que der vontade, né não?

 

Fonte: Super Interessante

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