CONHEÇA A VENCEDORA DO CONCURSO PARA LOGOTIPO DO 4š CONGRESSO E INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO UDF

A grande criativa e vencedora do concurso para Logotipo do 4º Congresso foi a professora Manuel Smith. O logotipo enviado foi avaliado por uma Comissão Julgadora designada pela Pró-Reitoria acadêmica e de acordo com os critérios pré estabelecidos no Edital 13/2014 de lançamento do concurso.

 

 

Parabéns, Manuela!

 

O Congresso acontecerá nos dias 30 e 31 de outubro de 2014 no UDF. Clique aqui para conhecer mais sobre o 4º Congresso e Iniciação Científica do UDF.

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SITE LISTA 4 SINAIS DO CORPO QUE NÃO DEVEM SER IGNORADOS

A ciência vem fazendo grandes avanços no sentido de ligar os pontos e descobrir o que pode ampliar os riscos para uma série de doenças. E já sabe-se também que problemas de saúde aparentemente temporários, de insônia a baixos níveis de vitamina D, podem contribuir para sérios problemas de saúde.

 

O site do jornal Huffington Post reuniu quatro sinais de alerta que não devem ser ignorados. Confira.

 

Insônia

 

De acordo com uma pesquisa apresentada em 2012 na American Heart Association, as pessoas que sofrem de insônia são duas vezes mais propensas a sofrer de ataque cardíaco do que as pessoas que não têm problemas para dormir.

 

Os pesquisadores acreditam que ao passo que o déficit de sono de uma pessoa aumenta, pode acontecer o mesmo com sua pressão sanguínea, podendo trazer inflamação nas paredes vasculares. A pressão do sangue pode aumentar depois de uma única noite de sono mal dormida.

 

Estresse

 

O fato de que o estresse faz mal para sua saúde não é exatamente uma surpresa, mas um novo estudo mostra como ele também pode ter um impacto duradouro no cérebro. Pesquisadores rastrearam mulheres próximas dos 40 anos e descobriram que aquelas que vivenciaram um grande número de fatores desencadeadores do estresse (problemas no trabalho, divórcio, doenças na família) se mostraram mais propensas a desenvolver demência em idades mais avançadas.

 

O estresse crônico pode impulsionar a produção de componentes inflamatórios e danificar áreas do cérebro ligadas à memória.

 

Alto consumo de refrigerante

 

Depois de analisarem 14 estudos, pesquisadores da Columbia University’s Mailman School of Public Health descobriram que as pessoas que consumiam mais de 250 ml de refrigerante açucarado por dia apresentaram um risco 19% maior para o desenvolvimento de câncer pancreático, uma das doenças mais mortais.

 

O caminho que o açúcar faz depois que você toma um refrigerante faz com que o pâncreas aumente a produção de insulina. Como resultado, as células do pâncreas podem ser expostas a uma maior concentração de insulina do que as outras células do corpo. Isso pode criar um desequilíbrio que, acredita-se, pode impulsionar o câncer.

 

Vitamina D

 

Enquanto os médicos acreditaram por anos que a deficiência da vitamina D poderia aumentar o risco de infecções respiratórias, um estudo finlandês feito em 2013 mostrou que as pessoas com menores níveis deste tipo de vitamina estão 2,6 vezes mais suscetíveis à pneumonia. Isto sugere que a vitamina D é essencial para fortalecer o sistema imunológico.

 

Tudo o que é preciso fazer, neste sentido, é tomar pelo menos 15 minutos de sol três vezes por semana. Simplesmente abrir a cortina não é suficiente – os raios ultravioleta que o seu corpo precisa não chegam a penetrar pela janela.

 

Vale lembrar que, além de tentar driblar ou evitar os fatores acima, fazer exercícios é extremamente importante para prevenir doenças. Um relatório de 2013 mostrou que as atividades físicas são tão eficazes quanto os remédios na prevenção de doenças coronárias e diabetes.

 

Fonte: Terra

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DESCOBERTOS NOVOS GASES QUE DESTROEM A CAMADA DE OZÔNIO

Além dos clorofluorocarbonos, novos gases provavelmente produzidos pelo homem também contribuem para a deterioração da camada de ozônio

Especialistas britânicos identificaram quatro novos gases que contribuem para a destruição da camada de ozônio, apesar de desconhecerem sua origem. Cientistas da Universidade inglesa de Anglia Oriental trabalharam a partir de diversas análises do ar, algumas tomados ainda nos anos 1970, e descobriram as novas substâncias, cujo acúmulo é motivo de preocupação, destacaram em artigo publicado no último número da revista Nature Geoscience.

 

O buraco na camada de ozônio da Antártida foi descoberto em 1985, o que motivou que em 1987 fosse assinado o protocolo de Montreal, que proibiu as substâncias que o produziam. Na época foram identificados os clorofluorocarbonos (CFC) como os principais destruidores da camada de ozônio.

 

Os CFCs, que têm capacidade de sobrevivência que varia entre 50 e 100 anos, foram inventados nos anos 1920 e utilizados amplamente em aerossóis e em refrigeradores. No entanto, os últimos estudos apontam que novos gases que não foram detectados antes dos anos 1960, provavelmente produzidos pelo homem, também contribuem para a deterioração da camada de ozônio, declarou hoje o pesquisador chefe deste estudo, Johnannes Laube.

 

Como cientistas esperam resfriar o planeta antes que seja tarde demais

 

Estes quatro novos gases chegam à atmosfera a partir fontes ainda não identificadas, apesar de três deles concorrerem com o CFC e o outro é hidroclorofluorocarbono (HCFC). Os analistas descobriram os gases ao analisar amostras de ar capturadas de diferentes maneiras nos anos 70, assim como de borbulhas de ar apanhadas em camadas de neve na Groenlândia.

 

Os cientistas de Anglia Oriental estimam que 74 mil toneladas destes gases foram lançados na atmosfera e se acumulam a um ritmo que é motivo de preocupação. Alguns comentaristas científicos ressaltaram hoje que as novas substâncias podem ser liberadas por fábricas e possivelmente utilizadas de maneira ilegal.

 

“A identificação destes quatro novos gases é muito preocupante porque que contribuem para a destruição da camada de ozônio”, insistiu hoje Laube. “Não sabemos de onde estão saindo e isto deveria ser investigado. Entre as fontes possíveis estão químicos para a produção de inseticidas e solventes para a limpeza de componentes eletrônicos”, acrescentou o especialista.

 

Um aspecto que é de grande inquietação é que alguns destes novos gases se decompõem a um ritmo muito lento na atmosfera, por isso podem permanecer na atmosfera durante muitos anos ainda se o mundo não tomar medidas agora para frear sua emissão.

 

Para o cientista Piers Forster, da Universidade inglesa de Leeds, esta pesquisa evidencia que a destruição da camada de ozônio não é algo que pertença à história. “As concentrações achadas neste estudo são muito pequenas. No entanto, o artigo nos lembra que precisamos permanecer atentos e vigiar continuamente a atmosfera”, acrescentou.

 

Fonte: Terra

 

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EXERCÍCIOS MENTAIS CONSEGUEM ESTIMULAR ÁREAS LIGADAS À TAREFA TREINADA

Segundo diferentes pesquisas, as atividades que prometem deixar o cérebro afiado não são capazes de deixar ninguém mais inteligente

A ideia é tentadora: bastam alguns minutos de passatempos e enigmas diários para se tornar mais inteligente, esperto, sociável, habilidoso e autoconfiante. Em um mundo com 3,6 milhões de pessoas com a doença de Alzheimer, a preocupação em deixar o cérebro afiado é grande, e existem empresas que prometem exatamente isso. Com joguinhos agradáveis de fazer, muitos deles on-line, desenvolvedores garantem um incremento das funções cognitivas para os usuários. O chamado “treinamento cerebral”, contudo, está longe de ser um consenso.

 

(Exemplo de exercício mental)

 

Dois estudos recentes indicam que o método não serve para o que se propõe. Mas não chega a ser uma farsa. Cientistas que investigaram a eficácia desse tipo de ginástica para a mente concluíram, em pesquisas independentes, que ninguém fica mais inteligente por resolver os passatempos. Por outro lado, eles podem melhorar o desempenho nas tarefas específicas que estão sendo treinadas. Além disso, um dos estudos encontrou evidências de que a memória de trabalho (também chamada de curto prazo) é beneficiada pela “malhação” cerebral.

 

“É difícil passar um tempo na internet sem ver o anúncio de algum site que promete treinar seu cérebro, melhorar sua atenção e aumentar o seu QI. Essas alegações são particularmente atraentes para pais de crianças que estão passando por dificuldades na escola”, diz o psicólogo Randall Engle, pesquisador do Instituto de Tecnologia da Geórgia e autor de um estudo sobre o tema, publicado no jornal Psychological Science. “Esses sites, aplicativos e livros de passatempos tornaram-se bastante populares, mas as pesquisas estão mostrando que, embora possam ajudar a manter uma informação na mente, eles não vão te beneficiar no sentido de ajudá-lo a raciocinar e a resolver problemas”, garante.

 

Íntegra: Correioweb

Categoria: Acontece
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PÍLULA ANTICONCEPCIONAL PARA HOMENS É CRIADA NA AUSTRÁLIA

Um grupo de cientistas australianos desenvolveu uma pílula anticoncepcional para homens que bloqueia o transporte de espermatozoides, mas não afeta seu desenvolvimento.

 

Seus criadores, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Melbourne, utilizaram ratos geneticamente modificados para testar o novo anticoncepcional.

 

Ele bloqueia duas proteínas que são essenciais para permitir que o espermatozoide se desloque por meio dos órgãos reprodutores masculinos.

 

De acordo com a emissora local ABC, durante os testes científicos, os ratos que receberam o produto tiveram relações sexuais mas não ejacularam esperma.

 

Vendas

 

O chefe da pesquisa, Sab Ventura, afirmou que espera comercializar o anticoncepcional para homens nas farmácias em cerca de dez anos.

 

Ele terá forma de pílula e provavelmente terá que ser ingerida diariamente.

 

Se após algum tempo o homem quiser ter filhos, terá apenas que deixar de tomar a pílula.

 

Este novo anticoncepcional “não deve criar nenhum efeito secundário a longo prazo se o usuário quiser ter filhos depois ou se quiser reverter suas funções”, explicou Ventura.

 

As tentativas anteriores de criar um anticoncepcional masculino estavam focadas em anular as funções do espermatozoide, o que gerou preocupações em relação a problemas de infertilidade.

 

Com informações do UOL.

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DEPENDÊNCIA DO GOOGLE PREJUDICA ‘MEMÓRIA OFFLINE’, DIZ PESQUISA

Um experimento da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, revelou que o uso constante de ferramentas de busca, como o Google.com e outros, está deixando os jovens mais esquecidos. Segundo especialistas, a tecnologia deixou as pessoas dependentes demais, tornando-as mais propensas a não lembrar de informações que podem ser encontradas a um clique de distância. Sendo assim, guardar na nuvem significa esquecer na “memória offline”.

 

Os testes realizados pela universidade comprovaram que as pessoas envolvidas no estudo tinham uma tendência maior a se lembrar de informações que sabiam terem sido apagadas de um computador. Na situação inversa, com dados que estavam armazenados, o nível de esquecimento foi maior, por mais que os pesquisadores afirmassem que era importante que os envolvidos não esquecessem tais dados. Informações geográficas (como locais de eventos) e datas (de aniversário e outras) estavam entre os dados utilizados no estudo.

 

Estudo provou que alguns enxergam o Google como uma extensão da própria inteligência (Foto: Daily Mail)

 

A pesquisa vai além e afirma que, para muitos, o Google.com acabou se tornando uma extensão da própria inteligência. Por mais que os jovens envolvidos esquecessem as informações passadas para eles – de forma ainda mais presente que em pessoas mais velhas, por exemplo – os jovens envolvidos no estudo ainda se consideravam mais espertos por saberem utilizar tais ferramentas e as terem como parte integrante do processo de cognição.

 

O estudo também revelou uma propensão menor a compartilhar informações. Em vez de contar com a ajuda da memória dos amigos, por exemplo, os envolvidos no estudo preferiram armazenar os dados em meios digitais. Na visão deles, é mais confiável e à prova de falhas.

 

O estudo foi feito pelos psicólogos Daniel Wegner e Adrian Ward que escreveram ao jornal Scientific American com as conclusões da pesquisa para um projeto da Harvard University.

 

Fonte: Techtudo (íntegra)

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CÉLULAS DO OLHO PODEM AJUDAR A DIAGNOSTICAR MAL DE ALZHEIMER

Cientistas acreditam que, futuramente, oftalmologistas poderão detectar doença a partir de exame de vista periódico.

Alterações em células específicas da retina podem ajudar a diagnosticar e acompanhar a progressão do Mal de Alzheimer, segundo uma nova pesquisa conduzida por cientistas americanos.

 

Cientistas acreditam que Mal de Alzheimer poderá ser diagnosticado junto com exame de vista (Foto: AP)

 

 

O Mal de Alzheimer é uma doença degenerativa que afeta os neurônios. Seu sintoma primário é a perda da capacidade de memória.

 

A equipe de pesquisadores descobriu que camundongos com a doença perderam espessura na camada das células oculares. Como a retina é uma extensão direta do cérebro, eles acreditam que a perda de neurônios retinais pode estar relacionada à diminuição de células do cérebro devido ao Alzheimer. As descobertas foram reveladas durante uma conferência de neurociência ocorrida nos Estados Unidos.

 

A equipe prevê que, futuramente, os oftalmologistas, munidos dos devidos aparelhos, consigam detectar o Mal de Alzheimer durante um exame de vista periódico. Segundo o estudo dos cientistas, alterações nas células da retina também poderiam ajudar a detectar o glaucoma – que leva à cegueira – e que é considerado uma doença neurodegenerativa similar ao Alzheimer.

 

Scott Turner, diretor do programa de transtornos de memória do Centro Médico da Universidade Georgetown, nos Estados Unidos, afirmou: ‘ A retina é uma extensão do cérebro, por isso faz sentido que os mesmos processos patológicos encontrados no cérebro de Alzheimer também sejam observados no olho. ‘

 

Turner e sua equipe analisaram a espessura da retina em uma área que anteriormente não havia sido investigada. O estudo incluiu camada nuclear interna e a camada de células ganglionares da retina (um tipo de neurônio encontrado na retina).

 

Eles concluíram que uma perda de espessura ocorreu apenas em camundongos com Mal de Alzheimer. A camada de células ganglionares da retina foi reduzida à metade de seu tamanho e a camada nuclear interna diminuiu em mais de um terço.

 

‘Nossa descoberta sugere uma nova compreensão do processo da doença em seres humanos e pode levar a novas formas de diagnosticar ou prever a doença de Alzheimer que poderiam ser tão simples como um exame de vista’, explicou Turner.

 

Não-invasivo
Turner acrescentou que, eventualmente, os tratamentos desenvolvidos para frear a progressão do Mal de Alzheimer também poderiam ser usados para tratar o glaucoma. “Esperamos que isso se traduza em pacientes humanos e suspeitamos que o afinamento da retina, assim como o afinamento cortical, ocorre muito antes do início do processo de demência”, disse Tuner à BBC News.

 

“Porém, estudos em humanos ainda são necessários para comprovar nossa tese. O problema é que os biomarcadores principais da doença de Alzheimer são muito caros ou invasivos. Já um exame minucioso da espessura da retina – por tomografia de coerência ótica – seria um procedimento barato e não-invasivo”.

 

A causa do Mal de Alzheimer , uma das principais causadoras da demência, ainda é desconhecida. Apesar de ainda não haver cura, médicos acreditam que o tratamento precoce do Alzheimer é a maneira mais eficaz para evitar a perda de memória, seu principal sintoma.

 

Para Laura Phipps, do Alzheimer Research UK, centro de pesquisa para a doença baseado no Reino Unido, há cada vez mais evidências ligando a perda de células da retina ao Mal de Alzheimer. “Diagnosticar a doença de Alzheimer com precisão pode ser uma tarefa difícil. Por isso, é vital para continuar investindo em pesquisa para melhorar os métodos de diagnóstico”, afirmou Phipps.

 

Fonte: G1 (Íntegra)

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CIENTISTAS IDENTIFICAM MECANISMO PARA REGENERAR CÉLULAS NERVOSAS

No sistema periférico, regeneração é natural; no central, pode ser induzida. Descoberta pode ajudar a melhorar os tratamentos de lesões em nervos.

Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Washington, nos EUA,  identificaram uma reação em cadeia que provoca a regeneração de ramos danificados de células nervosas. A descoberta pode ajudar a melhorar os tratamentos de lesões em nervos, que causam a perda de sensibilidade ou paralisia.

 

Seção fina de nervo e músculo (Foto: Courtesy of Nikon Small World/ Dr. David Ward, dgward.com)

 

Segundo divulgado, a chave para o processo de regeneração de nervos é a proteína HDAC5. No sistema nervoso periférico, quando uma célula é danificada, sua regeneração é natural.

 

A primeira reação ao dano é uma onda de cálcio que viaja pelo axônio, ramos de células nervosas responsáveis pelo envio de mensagens, para o corpo da célula. Além disso, a HDAC5 é liberada do núcleo da célula e ativa genes envolvidos no processo de regeneração. A proteína também viaja para o local do dano, para ajudar na criação de microtubos que servem de suporte para a célula.

 

Esse mecanismo foi descoberto em pesquisa de laboratório em que os cientistas cortaram axônios de células danificadas. Eles também experimentaram mudar o gene da HDAC5 para mantê-la “aprisionada” ao núcleo dos nervos periféricos. Assim os axônios não foram regenerados.

 

No entanto, no sistema nervoso central, composto pelo cérebro e a medula central, esse processo não ocorre. Neste sistema, a HDAC5 nunca sai do núcleo das células danificadas. Os pesquisadores acreditam que essa é uma das razões mais importantes de por que o sistema central não regenera axônios por conta própria.

 

Agora os pesquisadores trabalham em formas de manipular o sistema central para ajudar as células a regenerar ramos perdidos. Em culturas de células e em animais foi possível estimular a regeneração de axônios com dosagens de fármacos que facilitam a saída da HDAC5 do núcleo celular.

 

Valeria Cavalli, professora de neurobiologia e coautora do estudo, também trabalha em parceria com outros pesquisadores da Divisão de Cirurgia Plástica e Reconstrutiva da universidade, para investigar se a proteína HDAC5 ou outros componentes da reação em cadeia podem ser usados para ajudar a restaurar a função sensorial em enxertos de nervos.

 

Fonte: G1 (Íntegra)

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