CO2 NA ATMOSFERA ATINGE NÍVEL RECORDE EM 30 ANOS, DIZ ONU

Outros gases do efeito estufa produzidos pelo homem também aumentaram

GENEBRA – Os níveis dos gases do efeito estufa na atmosfera tiveram uma alta recorde em 2014, num momento em que o implacável agravamento das mudanças climáticas faz com que o planeta fique mais perigoso para as gerações futuras, disse a Organização Meteorológica Mundial (OMM), uma agência da ONU, nesta segunda-feira.

 

“Todo ano, dizemos que o prazo está se esgotando. Temos que agir agora para reduzir as emissões de gases do efeito estufa se quisermos ter uma chance de manter o aumento da temperatura em níveis administráveis”, disse o secretário-geral da entidade, Michel Jarraud, em comunicado.

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Gráficos de emissões elaborados por essa agência da Organização das Nações Unidas mostram a elevação constante dos níveis de dióxido de carbono, o principal gás do efeito de estufa, que alcançou 400 partes por milhão (ppm), estabelecendo um novo recorde a cada ano desde que foram iniciados monitoramentos confiáveis, em 1984.

 

Os níveis de dióxido de carbono alcançaram a média de 397,7 ppm em 2014, mas rapidamente romperam a barreira de 400 ppm no hemisfério norte no início de 2014, e novamente no início de 2015. Logo, 400 ppm será uma realidade permanente, disse Jarraud.

 

“Isso significa temperaturas mais quentes no mundo, eventos climáticos mais extremos, como ondas de calor e inundações, derretimento de gelo, elevação do nível do mar e aumento da acidez dos oceanos. Isto está acontecendo agora e estamos nos movendo em território desconhecido em uma velocidade assustadora”, afirmou.

 

O aumento nos níveis de dióxido de carbono vem sendo amplificado por níveis mais elevados de vapor de água, que por sua vez foram subindo por causa das emissões de dióxido de carbono, afirmou a WMO.

 

Níveis dos outros dois principais gases do efeito de estufa produzidos pelo homem, o metano e o óxido nitroso, também continuaram sua inexorável ascensão anual em 2014, chegando a 1.833 partes por bilhão (ppb) e 327,1 ppb, respectivamente. Ambos tiveram seu mais rápido ritmo de aumento em uma década.

 

O painel de cientistas do clima da ONU estima que as concentrações de dióxido de carbono, metano e óxido nitroso são as mais elevadas em pelo menos 800.000 anos.

 

Mais de 150 países, liderados pela China e Estados Unidos, os maiores emissores de gases de efeito estufa, divulgaram planos para limitar as emissões de gases do efeito de estufa a partir de 2020. Mas os planos revelados até agora não irão reduzir as emissões o suficiente para atender a uma meta acordada em 2010 de limitar o aquecimento mundial a menos de 2° Celsius em relação aos níveis pré-industriais.

Fonte: O Globo

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INPE: 1.672 PESSOAS MORRERAM NO PAÍS ATINGIDAS POR RAIOS ENTRE 2000 E 2013

A cada 50 mortes por raios no mundo, uma acontece no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). De acordo com o Inpe, cerca de 50 milhões de raios caem a cada ano em todo o país, sendo 20 mil apenas na cidade de São Paulo. Entre os anos 2000 e 2013, informou o Inpe, 1.672 pessoas morreram no país por causa de raios. Nesse período, o estado campeão em número de mortes foi São Paulo, com 269 casos, seguido por Minas Gerais, com 130 casos. A cidade com maior número de mortos foi Manaus, com 20 casos.

 

 

Brasil é campeão mundial em incidência de raios. Saiba como se proteger

 

A maior parte das mortes ocorreram, segundo o instituto, em atividades rurais (24% do total), seguido por ocorrências dentro de casa (16%), próximo a um veículo (12%), embaixo de uma árvore ou jogando futebol (9%), sob coberturas como toldos ou deques (6%) e na praia (5%).

 

Na tarde do último dia (29), oito banhistas foram atingidos por um raio na cidade de Praia Grande, no litoral de São Paulo e quatro deles morreram. Os demais ficaram feridos. Eles estavam na praia quando o temporal teve início e a maior parte tentou se abrigar embaixo de um guarda-sol, que atraiu o raio e provocou as mortes.

 

Em entrevista à Agência Brasil, o capitão Marcos Palumbo, do Corpo de Bombeiros de São Paulo, disse que na Operação Verão, que teve início em dezembro do ano passado e terminou em março deste ano, 18 pessoas morreram por causa de raios somente no litoral de São Paulo, número que ele considerou alto.

 

Relâmpagos, na definição utilizada pelo Inpe, são correntes elétricas muito intensas que ocorrem na atmosfera, consequência do rápido movimento de elétrons de um lugar para o outro. Os elétrons movem-se tão rápido que fazem o ar ao seu redor iluminar-se, resultando em um clarão, e aquecer-se, resultando em um som, que é chamado de trovão. Quando o relâmpago se conecta ao solo é chamado de raio. Segundo o governo paulista, a descarga elétrica de um raio corresponde a cerca de mil vezes a intensidade de um chuveiro elétrico.

 

Segundo o capitão Palumbo, para se proteger de raios, as pessoas devem saber inicialmente que uma tempestade de raios pode acontecer, inclusive, sem chuva. “Não há uma regra para isso. A regra que o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil de São Paulo estabelecem é que quando se vê que fechou o tempo e o céu ficou escuro, com aquelas nuvens negras, a tempestade já está formada. E se você estiver em praia, campo de futebol, estacionamento de shopping ou lugares abertos, o risco de você poder ser atingido por raio aumenta”, disse.

 

Nestes casos, ressaltou o capitão, é preciso evitar estar em lugares abertos. “Aconteceu a formação dessas nuvens e fechou o tempo, saia da praia, saia da água, saia da piscina. Você precisa se proteger dentro de uma casa, de uma edificação, de um prédio ou de um carro”, disse.

 

No entanto, ressaltou o capitão, as pessoas não devem se abrigar embaixo de árvores ou de guarda-sóis, por exemplo. “Evitem se abrigar em locais em que você acha que tem proteção, mas não tem. Se a tempestade de raios está próxima a você, você não deve se proteger embaixo de pontos de ônibus, árvores e postes. Um raio vai buscar sempre, da nuvem para o solo, os pontos mais altos, onde há a menor distância entre a nuvem e o solo, que podem ser um prédio, uma árvore, um poste ou uma casa ou, em um lugar descampado, a própria pessoa. Então, não se pode nunca estar em um local onde você vai ser o ponto mais alto”, destacou Palumbo.

 

Em caso de tentar se abrigar dentro de um carro, ressaltou ele, é preciso fechar os vidros e evitar contato com a parte metálica. Já dentro de casa é importante não atender telefones com fio, desligar os aparelhos eletrônicos e ficar longe de canos de água. “Houve um caso, na Avenida Paulista, onde um prédio foi atingido e a descarga veio pela linha de telefone, provocando a morte de uma pessoa que estava ao telefone”, disse.

 

Se for impossível buscar abrigo, o ideal é que a pessoa se agache com os pés juntos, curvado para frente, colocando as mãos nos joelhos e a cabeça entre eles até a tempestade passar. “Você não pode ser o ponto mais alto naquele local onde o raio está caindo”, ressaltou o capitão do Corpo de Bombeiros.

 

De acordo com Palumbo, as praias do litoral paulista tem atualmente 1,2 mil guarda-vidas com treinamento para situações que envolvam raios. “Se o bombeiro apitar ou pedir para que saiam da praia, [é preciso] que as pessoas acreditem nisso. Se tiver orientação para que você se abrigue, saia da praia”.

 

Editor Fábio Massalli

 

Fonte: Agência Brasil

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FÓRUM GLOBAL DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL REÚNE LÍDERES NA DINAMARCA

Na semana em que o Conselho da União Europeia decide sobre as metas do clima e energia para os países europeus nos próximos dez anos, cerca de 300 líderes de alto nível estão reunidos hoje e amanhã em Copenhague, capital da Dinamarca, para a quarta edição do Fórum Global de Desenvolvimento Sustentável (3GF). O tema este ano é Mudando Padrões de Produção e Consumo por Meio de uma Ação Transformadora.

 

Representantes do China, México, Etiópia, Quênia, Catar e Dinamarca fazem parte da reunião com o tema ‘Mudando Padrões de Produção e Consumo por Meio de uma Ação Transformadora’

 

Criado em 2011, o fórum conta com a parceria de seis governos: Dinamarca, China, México, Etiópia, Quênia e Catar. Grandes empresas multinacionais, como Hyundai, Samsung e Siemens também são parceiras, além de organizações como a Agência Internacional de Energia (IEA, a sigla em inglês), o Pacto Global das Nações Unidas e a Corporação Financeira Internacional do Banco Mundial (IFC, da sigla em inglês).

 

Na abertura do evento nesta segunda-feira (20/10), a primeira-ministra da Dinamarca, Helle Thorning-Schmidt, enfatizou a importância do fórum como um espaço de debate entre governos e iniciativa privada na busca de parcerias e políticas globais que garantam o desenvolvimento sustentável. Ela convocou os líderes presentes a “tomar as decisões certas, que garantam um futuro de oportunidades para as próximas gerações”.

 

O diretor-geral de Questões Globais do Ministério de Relações Exteriores do México, Roberto Dondisch, lembrou que na 21ª Conferência do Clima (COP 21), a se realizar em dezembro de 2015, em Paris, as nações discutirão os termos de um novo acordo climático global. “A cooperação entre nações desenvolvidas e nações em desenvolvimento, agora, é fundamental para a construção de políticas sustentáveis no futuro. Queremos aprimorar a nossa sinergia agora”, afirmou. Também citando a COP 21, o subchefe da Administração Nacional de Energia da China, Liu Qi, destacou a importância da construção de uma economia global de baixo carbono, com a redução da emissão de gases de efeito estufa.

 

O fórum contará com plenárias, seções temáticas especiais e rodadas de conversação entre governos e iniciativa privada. Hoje, os participantes conhecerão projetos bem-sucedidos de cidades sustentáveis e discutirão com consumidores de classe média dos países parceiros, convidados pela organização do evento, sobre como atender as expectativas dos cidadãos sem comprometer as oportunidades para as futuras gerações.

 

Nos dias 23 e 24 de outubro, um dia depois do encerramento do 3GF, o Conselho da União Europeia decidirá se aprova o pacote de medidas sobre Clima e Energia 2030. O marco regulatório, que foi apresentado pela Comissão Europeia em janeiro, tem como meta principal reduzir em 40% (em relação a 1990) a emissão de gases de efeito estufa até 2030. Outro objetivo é diminuir a dependência energética da Europa, que importa mais de 50% da energia que consome.

 

O marco regulatório busca incluir os países da União Europeia entre as economias de baixo carbono, tornando, com isso, o sistema energético do bloco econômico mais competitivo, seguro e sustentável. Além da meta de reduzir em 40% a emissão de gases de efeito estufa em 15 anos, o plano prevê a ampliação, em 27%, do consumo de energias renováveis, o aumento da eficiência energética das empresas em no mínimo 30% e reformas no sistema de emissões de créditos de carbono, para torná-lo mais eficaz.

 

Fonte: Agência Brasil

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PAÍSES SE COMPROMETEM A FORTALECER LEIS CLIMÁTICAS EM CONFERÊNCIA AMBIENTAL

Os resultados serão levados à 21ª Conferência da Partes sobre o Clima, da Organização das Nações Unidas, que ocorrerá em 2015, em Paris

Durante três dias de debates na 2ª Conferência Globe Internacional para Mudanças Climáticas, especialistas e parlamentares se comprometeram a gerar discussões que obriguem todos os governantes a promover respostas eficazes no combate ao aquecimento global em seus países. Os resultados serão levados à 21ª Conferência da Partes sobre o Clima, da Organização das Nações Unidas, que ocorrerá em 2015, em Paris.

 

 

“O compromisso dos deputados e senadores de revisar e fortalecer suas leis climáticas nacionais e de ajudar a firmar as bases de um acordo climático consistente em 2015, em Paris, está entre os passos que os legisladores devem tomar para que haja um avanço integral e juridicamente que assegure que a redução de emissão seja uma realidade”, disse Jonh Gummer, presidente honorário da Globe Internacional, no último dia da 2ª Conferência Globe Internacional para Mudanças Climáticas, na Cidade do México. Participaram do encontro promovido pela organização apartidária, 275 parlamentares de 65 países.

 

A vice-presidenta do Banco Mundial, Rachel Kyte, destacou que é fundamental o reforço da segurança energética e a diminuição de riscos de catástrofes. “Reconhecer que é preciso ter uma legislação climática realista, que seja regulamentada de acordo com os benefícios locais e regionais, para que possa fortalecer e reforçar a segurança energética, a redução dos riscos de desastres e maior acesso à energia sustentavél, é um avanço.”

 

O Brasil foi representado pelo senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do senado, pela senadora Vanessa Grassiotin (PCdoB-AM), presidente da Comissão Mista sobre Mudanças Climáticas do Congresso(PSB-SE) e pelo deputado federal Márcio Macêdo (PT-SE).

 

Durante as discussões, o deputado Márcio Macêdo (PT-SE) apresentou dados de avanços do Brasil no cumprimento das metas voluntárias de redução das emissões de dióxido de carbono ligadas à queda do desmatamento. “Cumprimos 76,1% das metas voluntárias de redução de gases de efeito estufa previstas para 2020, que eram de reduzir entre 36,1% e 38,9% as emissões.”

 

Fonte: Correiobraziliense

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2013 PODE SER O 7š ANO MAIS QUENTE DESDE 1850, APONTA AGÊNCIA DA ONU

Organização Meteorológica avaliou temperaturas entre janeiro e setembro. Nível do mar tem subido 3,2 mm anualmente desde 1993, diz relatório.

O ano de 2013 tem tudo para ser considerado pela Organização Meteorológica Mundial como o sétimo mais quente desde 1850, quando foram iniciadas as medições deste tipo pela instituição. De janeiro a setembro, a temperatura global subiu 0,48º C acima da média registrada entre 1961 e 1990.

 

As informações foram divulgadas na manhã desta quarta-feira (13) durante coletiva de imprensa em Varsóvia, na Polônia, onde acontece a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP 19.

 

O documento afirma que os nove primeiros meses do ano aparecem, ao lado de 2003, no sétimo lugar entre os mais quentes da história e pode ser considerado um dos dez mais quentes já registrados.

 

Enquanto em 2012 as temperaturas extremas foram registradas nos Estados Unidos, em 2013 o calor foi mais intenso na Austrália.

 

O texto confirmou ainda que nível do mar tem subido, em média, 3,2 mm anualmente desde que as medições por satélite foram iniciadas, em 1993. A taxa é considerada “um novo recorde” pela agência da Organização das Nações Unidas (ONU).

 

Segundo o relatório, a taxa observada de aumento do nível do mar entre 2001 e 2010 era de 3 mm e a média observada no século passado foi de 1,6 mm de elevação ao ano.

 

Para Michel Jarraud, secretário-geral da organização, as concentrações atmosféricas de dióxido de carbono (CO2)  e outros gases de efeito estufa atingiram níveis máximos de emissões em 2012 e “nós esperamos que eles atinjam níveis sem precedentes, mais uma vez, em 2013. Isso significa que estamos comprometidos com um futuro mais quente”, explicou.

 

Segundo ele, o nível dos oceanos subiu 20 centímetros apenas no século passado “fazendo com que as populações costeiras fiquem mais vulneráveis a tempestades. Vimos isso com consequências trágicas nas Filipinas”, disse o porta-voz da organização meteorológica.

 

Até o início de novembro deste ano, foram registrados 86 ciclones tropicais, de tufões a furacões no Atlântico. O índice se aproxima da média registrada entre 1981 e 2010, quando, anualmente, ocorreram 89 grandes tempestades.

 

Entre as tempestades registradas este ano está o tufão Haiyan, que atingiu as Filipinas e causou destruição em muitas cidades do país.

 

Dados regionais
De acordo com o texto da agência da ONU, as temperaturas na América do Norte ficaram acima acima da média em 2013, mas foram mais moderadas que em 2012.

 

A Austrália registrou entre novembro de 2012 e novembro de 2013 temperaturas consideradas “as maiores de todos os tempos”. Em alguns locais do país, os termômetros registraram 49,6º C. Na Ásia, o Japão teve o verão mais quente já registrado. A China e a Coreia do Sul registraram em agosto temperaturas altas.

 

Sobre a quantidade de chuvas, o relatório apontou que a América do Sul registrou uma quantidade de precipitação muito abaixo da média, principalmente no Nordeste do Brasil, “onde partes desta região sofreram com a pior seca em 50 anos no início de 2013”. O texto afirma ainda que o Planalto brasileiro experimentou seu maior déficit de chuvas desde que os registros começaram, em 1979.

 

Já Alemanha, Polônia, Áustria, Suíça e outros países da Europa tiveram índices extremos de chuva no fim de maio e começo de junho, com inundações na região dos rios Danúbio e Elba.

 

Região Nordeste do Brasil sofreu este ano uma das piores secas já registradas (Foto: TV Globo)

 

Fonte: G1 (Íntegra)

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CHUVA PODE VOLTAR A CAIR NO DISTRITO FEDERAL NESTA SEXTA-FEIRA

No fim de semana também há previsão de pancadas de chuva no Distrito Federal

Há pequena possibilidade de chuva em áreas isoladas do Distrito Federal, nesta sexta-feira (27/9). O céu pode ficar de claro a nublado no fim da tarde. A previsão é do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

O céu do DF amanheceu claro, mas deve ficar nublado no fim do dia

 

Já para o fim de semana, a quantidade chuva será maior. No sábado (28/9), o sol aparece forte e no final da tarde deve ocorrer chuvas isoladas, segundo a meteorologista Morgana Almeida. No domingo (29/9), as pancadas de chuva acontecem em áreas maiores, também no fim da tarde.

 

Hoje, a temperatura mínima registrada na madrugada foi de 19°C e a máxima pode chegar a 32°C. A umidade relativa do ar deve variar entre 60% e 25% nas horas mais quentes do dia.

 

Fonte: Íntegra Correio Web

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DISTRITO FEDERAL AMANHECE SOB CHUVA FORTE APÓS QUASE TRÊS MESES DE SECA

Segundo o Inmet, a chuva desta quarta-feira foi a primeira precipitação registrada pela estação meteorológica do DF desde de junho

Depois de mais de três meses enfrentando calorão e secura, o Distrito Federal amanheceu sob chuva forte desde as primeiras horas desta quarta-feira (18/9). De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a estação seca deste ano foi atípica dos outras, pois foi dividida em três períodos. Apesar dos chuviscos ocorridos em pontos isolados, hoje foi o primeiro dia, desde junho, que houve registro de precipitações pela estação meteorológica do DF.

 

Brasilienses caminham sob chuva próximo à Catedral

 

Segundo o Inmet, a previsão do tempo para hoje é de céu encoberto a nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Ainda pode chover na quinta-feira (19/9), mas na sexta-feira (20/9) já não há previsão de precipitações.

 

A temperatura nas horas mais quentes do dia não deve passar de 27 ºC, diferente dos 32,6 ºC registrados na terça-feira (17/9) – dia mais quente do ano -, de acordo com o Inmet. A umidade relativa do ar deve variar entre 95% e 40%. Ontem, a umidade relativa do ar baixou a 27%.

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TEMPERATURA PODE CHEGAR AOS 27C NESTA QUINTA-FEIRA, APONTA INMET

A umidade relativa do ar deve variar entre 80% e 30% nas horas mais quentes do dia

O céu do Distrito Federal vai ficar de claro a parcialmente nublado com névoa seca nesta quinta-feira (22/8). A previsão é do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

 

O céu vai ficar de claro a parcialmente nublado com névoa seca

 

 

A temperatura mínima registrada na madrugada foi de 14°C. A máxima pode chegar a 27°C. Ventos fracos e moderedos com rajadas pode diminuir a sensação térmica, segundo o Inmet.

 

O tempo ainda continuará seco durante o dia. A umidade relativa do ar deve variar entre 80% e 30% nas horas mais quentes do dia.

 

Fonte: Correio Web (Íntegra)

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