COMIDA ‘PARA VIAGEM’ DOBRA O RISCO DE OBESIDADE, DIZ ESTUDO

Pessoas expostas a muitos restaurantes que servem comida para viagem são 80% mais propensas à obesidade

Pessoas que moram perto de restaurantes que trabalham com o sistema “para viagem” - ou seja, você compra, paga e leva para comer onde bem entender - comem mais junk food e são quase duas vezes mais propensas à obesidade. Os dados são do jornal britânico Daily Mail.

 

Consumidores que são mais tentados a comprar alimentos neste sistema, geralmente presente em redes de fast food, comem 40 g extras de alimentos altamente calóricos – o que equivale a metade de uma porção pequena de fritas do McDonald’s – toda semana, quando comparados com quem consome o alimento no local comprado.

 

Trabalhar perto de uma lanchonete de fast food traz grandes problemas, bem como tê-los perto de casa. A pesquisa, publicada na versão online do British Medical Journal, envolveu 5.442 adultos de Cambridgeshire, entre 29 e 62 anos.

 

Em média, as pessoas estão expostas a 32 locais que servem comida para viagem – nove delas na própria vizinhança e 14 próximo do trabalho.

 

Existem 48% mais locais deste tipo e redes de fast food próximas do trabalho do que perto de casa, diz o estudo.

 

Os pesquisadores examinaram a quantidade de comida para viagem ingerida pelas pessoas e, para isso, usaram questionários para alimentos como pizza, hambúrguer, frituras e batatinhas. Eles também usaram o Índice de Massa Corporal (IMC) como uma medida do seu peso.

 

Os resultados mostraram que as pessoas expostas a muitos restaurantes que servem comida para viagem eram 80% mais propensas à obesidade e 20% mais suscetíveis a ter um IMC mais alto. Eles também relataram consumir três ou mais dos tipos de comida listados.

 

Os pesquisadores afirmam que, comparadas às pessoas menos expostas a estabelecimentos deste tipo, o consumo adicional era de 15%. “Em uma semana, isso se traduz em um adicional de 39.9 g de comida para viagem. Esta quantidade semanal constitui mais do que a metade de uma pequena porção de fritas do McDonald’s”, dizem.

 

Ao longo da última década, o consumo de comida fora de casa aumentou 29%, enquanto que no mesmo período o número de restaurantes com comida para viagem aumento dramaticamente. Segundo os especialistas, isso contribui para aumentar os níveis de sobrepeso e obesidade.

 

Thomas Burgoine, líder do estudo, ressalta que os alimentos ingeridos fora tendem a ser menos saudáveis do que os preparados em casa. “É claro que existem muitos fatores que contribuem para o risco de uma pessoa desenvolver a obesidade”, disse, observando que, em todo caso, o estudo mostra novas evidências que de há alguma relação entre o número de restaurantes de comida para viagem e o consumo.

 

Ele acredita que, no futuro, este tipo de pesquisa pode ajudar a desenvolver estratégias efetivas de combate à obesidade.

 

Fonte: Terra

 

Categoria: Em pauta
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FESTIVAL GASTRONÔMICO MOVIMENTA MAIS DE 70 RESTAURANTES DE BRASÍLIA

O Brasília Restaurant Week apresenta variedade de pratos com preços fixos em diferentes estabelecimentos

A 10ª edição do maior evento de culinária da capital, o Brasília Restaurant Week, tem dado a oportunidade para muitas pessoas conferirem o melhor da gastronomia local em diferentes estabelecimentos. O desafio dos chefs é explorar todas as vertentes possíveis, de modo criativo e que agrade a todos os gostos. As casas que integram o projeto oferecem pratos que incluem entrada e sobremesa, com o valor fixo de R$ 41,90 (almoço) e R$ 51,90 (jantar).

 

 

A Confraria do Camarão, por exemplo, decidiu apostar em pratos servidos tradicionalmente no dia a dia, como o Caldo de camarão, Isca de Peixe, Camarão à milanesa e Espaguete Tamandaré. Já o Café Antiquário serve como almoço o Peito de frango grelhado acompanhado de Salada agridoce de alface.

 

 

O Respeitável Burguer traz a famosa batata doce frita, completa com Frango assado como opção de jantar. As sobremesas variam entre pudins, mousses, sorvetes especiais e doces exóticos.

 

 

Mais de 70 estabelecimentos participam do projeto gastronômico que segue até o dia 9 deste mês. A cada refeição vendida é acrescentado o valor de R$ 1, o qual será destinado a uma intituição de caridade. A iniciativa é realizada em todas as cidades por onde o evento passa. Espera-se que mais de 100 mil pessoas desfrutem dos menus oferecidos ao longo do evento.

 

 

Serviço: Brasília Restaurant Week
Quando: Até 09 de fevereiro de 2014
Onde: Lista completa em www.restaurantweek.com.br
Quanto: R$ 41,90 (almoço) e R$ 51,90 (jantar)

 

 

Íntegra: Correioweb

Categoria: Cult
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POSTAR FOTO EM REDES SOCIAIS DEIXA A COMIDA MAIS GOSTOSA

E não é que essa modinha tem uma razão de ser? Bem, talvez seus amigos ainda não tenham se dado conta, mas essa mania de postar fotos daqueles pratos mexicanos deliciosos antes de comê-los deixa a comida mais gostosa.

 

É o que dizem os pesquisadores da Universidade de Minnesota e Universidade Harvard. Segundo o estudo, criar um ritual antes de comer qualquer coisa faz com que sua comida ganhe um sabor extra.

 

E pra provar eles convidaram 26 voluntários para comer uma barra de chocolate. Mas antes de abocanhar o doce eles deveriam, sem desembrulhá-lo, quebrar a barra na metade. Só então poderiam desembrulhar uma metade e comer – e, em seguida, fazer o mesmo com a outra parte. Outros 26 convidados ganharam a mesma barra de chocolate, mas não precisaram fazer nenhum ritual antes de comê-la.

 

Depois de concluir essa difícil tarefa, cada participante preencheu um questionário para contar quanto havia apreciado o doce. E o pessoal do ritual gostou bem mais do chocolate do que os outros. É que, dizem eles, tirar e postar fotos do prato antes de comê-lo aguça sua percepção sobre a comida e o sabor dela.

 

Viu só, se você adora postar fotos de comida no Instagram ou Facebook, agora já tem como justificar essa mania.

 

Crédito da foto: whatemilydidnext.files.wordpress.com

 

Íntegra Super Interessante

Categoria: Acontece
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AMOR DEIXA A COMIDA MAIS GOSTOSA

Não, não é só papo de propaganda de tempero. Quando a comida é feita com amor, ela fica mais gostosa mesmo. De verdade.

 

 

Quem descobriu foi um pesquisador da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. O psicólogo Kurt Gray convidou 87pessoas para o teste. Todos ganharam uma caixa cheia de doces – um grupo recebeu também um recado gentil “espero que você goste dos doces, selecionei especialmente para você”, enquanto o outro recebeu uma mensagem grosseira, do tipo “eu não tô nem aí se você vai gostar desses doces. Coloquei qualquer coisa”.

 

Depois, eles responderam a duas perguntas: “quão doce estava a comida?” e “quão gostosos estavam os doces?”. Apesar de todos terem ganhado os mesmos doces, quem havia recebido o recado carinhoso gostou mais da comida. “Isso porque o jeito que captamos as intenções dos outros muda nossa percepção física do mundo”, explica Gray.

 

Entendeu por que a comida de mãe é tão gostosa?

 

Crédito da foto: flickr.com/geraldbrazell

Categoria: Acontece
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HOJE É O DIA DA PIZZA

A data é comemorada desde 1985

Hum… Já da até pra sentir o cheirinho no ar. Pizza salgada ou doce, independente do sabor ela já pertence ao cardápio dos brasilienses. E que tal comemorar esse dia, pedindo a sua pizza predileta? Os sabores mais tradicionais são margherita, mussarella, portuguesa, calabresa, pepperoni, quatro queijos ou frango. Mas não é regra. Hoje em dia cada pizzaria criou seu próprio estilo, com várias opções de recheio, tamanhos e preços. A data foi criada pelo então secretário de Turismo de São Paulo, Caio Luís de Carvalho, em um evento que premiou as melhores receitas de pizza de mussarela e margherita da cidade. O sucesso foi tanto que o secretário decretou a data de encerramento como o dia oficial da Pizza.

 

 

Bom apetite!

 

Fonte: Spresso SP

Categoria: Acontece
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O MUNDO SEM AS ABELHAS

Alguns alimentos dependem delas para produzir frutos

Maçã, soja, café, feijão, tomate, cenoura, cebola, laranja e morango. A humanidade seria capaz de sobreviver sem estes alimentos? Podemos estar a ponto de descobrir. O que esses produtos têm em comum, além de sua óbvia importância econômica, é que todos dependem de abelhas para levar seu pólen de uma flor à outra e, assim, produzir frutos. Pesquisas feitas nos EUA mostram que pelo menos um terço da comida ali consumida depende desses insetos para existir. E é de lá que vêm as notícias mais preocupantes: nos últimos 25 anos a população de abelhas americanas caiu 50%.

 

Inúmeros fatores são acusados por essa redução, mas o principal é o uso excessivo de pesticidas. Uma pesquisa lançada em março mostrou que a substância diminui o número de rainhas nas colmeias e atrapalha o senso de localização dos insetos, dizimando sua população. “Outro fator é a baixa variabilidade genética das abelhas criadas em cativeiro. Elas ficam mais frágeis a qualquer ameaça”, disse Arício Xavier Linhares, professor de entomologia na Unicamp.

No Brasil o caso não é tão grave, pois nossas abelhas são mais variadas geneticamente, e ainda temos exemplares não domesticados. Mesmo assim, cientistas já começam a perceber um declínio nessa população selvagem. Se os pesquisadores não encontrarem nenhum modo de deter essa tendência, eles só poderão contar com o trabalho de outros polinizadores, como mariposas e morcegos. Isto é, se também não acabarmos com eles.

Fonte: Galileu

Categoria: Acontece
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