MAIORIA DAS CRIANÇAS COM TDAH SEGUEM COM SINTOMAS QUANDO ADULTAS

Cerca de 70% das crianças acometidas de transtorno do deficit de atenção com hiperatividade seguem tendo prejuízos quando maiores. O problema é agravado por preconceito e falta de informação

Curitiba – Instabilidade profissional, rendimento abaixo da capacidade intelectual, falta de foco e atenção, dificuldade de seguir rotinas, tédio, problemas para planejar e executar tarefas e frequente alteração de humor. Esses são alguns sintomas do adulto com transtorno do deficit de atenção com hiperatividade (TDAH), um mal neurobiológico reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que aparece na infância e frequentemente acompanha o indivíduo por toda a vida. Bastante falado, discutido e tratado em crianças, muitos desconhecem que o TDAH pode persistir em homens e mulheres já crescidos. O assunto foi debatido recentemente durante o 31º Congresso Brasileiro de Psiquiatria, em Curitiba.

 

 

Iane Kestelman, presidente da Associação Brasileira do Deficit de Atenção (ABDA), apontou o preconceito contra os pacientes com o transtorno e a falta de políticas públicas para o problema. Carlos Alberto Iglesias Salgado, mestre em psiquiatria, especialista em dependência química pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e pesquisador associado do Programa de Transtornos de Deficit de Atenção/Hiperatividade da Federal do Rio Grande do Sul (ProDAH/UFRGS) atribui a falta de divulgação e debate desse diagnóstico às questões colocadas por Kestelman.

“Primeiro, por desconhecimento de muitas coisas, não só do TDAH. E também por ser objeto de um certo preconceito, de que era um transtorno que se resolvia naturalmente ao longo da infância para a adolescência. Agora, percebe-se, por meio de estatísticas e de dados epidemiológicos, que até 70% das crianças com os vários subtítulos de deficit de atenção vão seguir tendo prejuízo na vida adulta”, diz Salgado.

 

 

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HORÁRIO DE VERÃO: 9 DICAS PARA SE ADAPTAR MAIS RÁPIDO

Não adianta mais reclamar. Os relógios já estão correndo com uma hora a mais.

 

O polêmico horário de verão começou neste domingo, 20 de outubro, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil e vai até 16 de fevereiro, para economizar 5 por cento de energia elétrica de 2014.

 

Mas e a gente como fica, já que a mudança pode causar sonolência, alterações de humor, dor de cabeça, indisposição e déficit de atenção?

 

Leonardo Ierardi, neurologista do Hospital Albert Einstein, deu alguma dicas importantes à Veja, para minimizar os efeitos do horário de verão no corpo humano.

 

A gente resumiu os passos pra você:

  1. - Não cochile durante o dia, senão a necessidade será saciada e provavelmente você não conseguirá dormir outra vez.
  2. - Durma 30 minutos ou 1 hora mais cedo, para ajudar o corpo a se descansar mais.
  3. - Estabeleça uma rotina de sono. Dormir e acordar no mesmo horário fará o corpo se acostumar mais rápido.
  4. - Durma em quarto escuro, arejado, longe de barulho, para atrair logo o sono.
  5. - Faça atividades físicas, como correr e malhar, até 5 horas antes de dormir para cansar e depois relaxar o corpo.
  6. - Evite assistir filmes violentos, usar o computador, ouvir música alta e praticar atividades estimulantes antes de se deitar.
  7. - Evite alimentos com cafeína como café, chocolate e chás, que deixam a pessoa mais ligada.
  8. - Não coma nada pesado antes de deitar.
  9. - Não durma de estômago vazio: um leite quentinho, ou um caldo, caem bem na barriga e ajudam a relaxar.

 

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FOTOS DE INFÂNCIA NO PERFIL DO FACEBOOK COMEMORAM DIA DA CRIANÇA

Depois dos protestos populares nas ruas do Brasil, os usuários de redes sociais, como Facebook e Twitter, começaram esta semana mais uma manifestação silenciosa, espontânea.

 

Foto-montagem: Satc

 

Para comemorar o dia das crianças, no próximo sábado, dia 12, os internautas estão trocando suas fotos do perfil, por fotografias da época da infância.

É divertido ver como eram os amigos quando eram pequenos.

O resultado da brincadeira aparece na quantidade de curtidas e comentários que os amigos deixam nas páginas.

Esta não é a primeira vez. Em anos anteriores os usuários do Facebook também trocaram as fotos do perfil por personagens de desenho animado ou historias em quadrinhos.

Conforme o analista em mídias digitais, Filipe Luciano Constante, essas trocas acontecem por ondas.

“Os usuários vão seguindo o período. Neste momento, são as fotos de crianças. Quando ninguém mais aguentar este modismo, outra tendência surgirá”, comenta.

De acordo com o especialista, o mesmo aconteceu com o Dia das Mães e com o Dia dos Pais, e isso pode ocorrer também no Natal.

Uma das adeptas desta tendência é a fotografa Stella Mendes. “Entrei no ritmo da galera. É uma forma de fazer um resgate do nosso passado e compartilhar com o pessoal, tendo em vista o Dia das Crianças. Acredito que a maioria do pessoal que colocou não foi apenas pela modinha, mas porque em sua essência ainda há muito o sentimento de criança”, conclui.

E você ja postou a sua?

 

 

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CASAIS LEVAM 244 TUÍTES E 70 MENSAGENS NO FACEBOOK PARA SE APAIXONAREM

Como vários estudiosos já afirmaram, com o aumento da inserção das pessoas nas redes sociais, o contato físico, o encontro no restaurante, uma reunião no barzinho ou qualquer outro evento social da vida real ficou mais incomum e quando acontece, não é mais a mesma coisa.

 

 

As notificações do celular “pulam” na tela, a luz do visor acende, a som dá o alerta. Plim! O que fazer? Responder logo, continuar conversando com os amigos da faculdade que você não via há anos? Ah, mas é só um inbox (texto privado no Facebook), é apenas uma DM (mensagem direta no Twitter) ou um Whatsaspp (aplicativo de mensagens no celular). E assim o momento que era para ser “de verdade”, interagindo com quem está por perto, acaba se tornando o mais do mesmo na internet.

 

Os números do amor

Um estudo realizado pela varejista de eletrônicos PIXmania, no Reino Unido mostra que para conquistar um novo parceiro as pessoas levam em média 244 tuítes, 163 mensagens de texto, 70 mensagens no Facebook, 37 e-mails e 30 telefonemas (E você aí achando que estava exagerando hein). Assim homens e mulheres têm se apaixonado mais rápido do que no tempo dos nossos pais ou avós.

 

Diferença

Os casais com mais de 55 anos afirmaram na pesquisa que o processo de paquera levou em média 78 dias, enquanto os com até 25 anos levaram menos de um mês, um prazo de 24 dias para já intitular alguém como namorado. Dois terços disseram que se sentiam bem em estabelecer contato com o pretendente no intervalo de quatro horas depois do primeiro encontro.

 

Os homens investem mais na modalidade “procurando um @mor”. Eles mandam em média 517 mensagens no Facebook e tuítes durante um ano, enquanto as mulheres enviam 386. O número de casais que troca textos e imagens com conteúdo pornográfico aumentou mais de um terço. E mais da metade dos entrevistados contou que tem facilidade em uma abordagem por meio da tecnologia.

 

Fim do relacionamento

Para finalizar, os últimos dados do estudo mostram que 36% das pessoas terminam um namoro pelo telefone, 27% por SMS e 13% pelas redes sociais. Um dado interessante e, particularmente, triste é que apenas um em cada dez casais ainda escrevem cartas de amor.

 

A tecnologia hoje é uma extensão do ser humano, faz parte do dia a dia. Usamos para diversão, trabalho, passar tempo, estudar, trocar informações, etc. E, talvez, por isso seja mais fácil nos ligarmos de uma forma simples e quase automática a esse mundo. Assim, precisamos ficar atentos para não deixar que a internet tome o lugar da vida real, do que é realmente importante.

 

 

Fonte: Íntegra Correio Web

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CONSULTORIA LISTA HÁBITOS QUE MAIS IRRITAM OS CHEFES NO ESCRITÓRIO

Fofocas, atrasos em reuniões e sujeira nas mesas estão entre práticas mais criticadas por gerentes de empresas na Grã-Bretanha.

Você se atrasa para reuniões e não resiste a participar da última fofoca do escritório? Então saiba que você pode estar deixando muitos chefes irritados.

 

Chegar atrasado e deixar sujeira na mesa são alguns dos hábitos mais criticados (Foto: PA)

 

Pelo menos é isso o que constatou uma consultoria britânica, que entrevistou 2 mil gerentes na Grã-Bretanha para identificar os hábitos mais irritantes no local de trabalho.

 

Segundo o Institute of Leadership & Management (ILM), as práticas que mais incomodam são:

 

- Chegar atrasado em reuniões (citado por 65% dos gerentes)

 

- Deixar pratos e outros recipientes sujos sobre a mesa após o almoço (63%)

 

- Fofocar sobre os colegas (60%)

 

- Discutir abertamente assuntos confidenciais da empresa (54%)

 

- Mandar um e-mail para alguém sentado bem na sua frente (56%)

 

- Deixar o celular tocar alto (42%)

 

- Fazer muitos intervalos para fumar (39%)

 

- Ir trabalhar doente, em vez de ficar em casa (34%)

 

- Levar os filhos pequenos ao trabalho (27%)

 

O mau uso dos e-mails está entre os hábitos mais irritantes no escritório, diz o levantamento – segundo o qual 57% dos entrevistados odeiam aquelas mensagens coletivas, enviadas para todo o escritório.

 

“Pense nas melhores formas de se comunicar”, sugere o relatório do ILM. “E-mails muitas vezes são impessoais e pouco claros. Às vezes, a interação cara a cara ou o bom e velho telefonema podem ser mais apropriados.”

 

Roupas impróprias e jargão
Roupas inadequadas e o uso excessivo de jargão também prejudicam o ambiente de trabalho, aponta a pesquisa britânica.

 

Quase um em cada quatro entrevistados se queixou do fato de colegas exagerarem no emprego de termos como “pensar fora da caixa” e “vamos manter contato”, entre outras expressões típicas do universo dos escritórios.

 

“Muitas vezes essas expressões são vagas e imprecisas”, queixou-se um trabalhador britânico entrevistado pela BBC.

 

Para o ILM, o uso excessivo de jargão “aliena as pessoas e nem sempre é a melhor forma de se comunicar”.

 

No que diz respeito ao vestuário, 27% dos gerentes entrevistados disseram terem sido forçados a dar bronca em seus funcionários que usaram, por exemplo, roupas muito ousadas ou sandálias muito informais.

 

Pequenas mudanças
Essas pequenas irritações no ambiente profissional podem prejudicar o rendimento, mas soluções simples fazem grande diferença, de acordo com a pesquisa.

 

O hábito de levar um bolo para os colegas aniversariantes ou preparar-lhes chá e café melhora a convivência para praticamente a maioria dos entrevistados.

 

“A pesquisa mostra que gestos simples significam muito no escritório, como ouvir um ‘obrigado’ após realizar uma tarefa e dar-se ao trabalho de dizer ‘oi’ e ‘tchau’ aos colegas”, diz o ILM.

 

Fonte: G1 (Íntegra)

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BRASIL TERÁ ÍNDICE PARA AVALIAR FELICIDADE E BEM-ESTAR DA POPULAÇÃO

São Paulo – O site do primeiro indicador de bem-estar e felicidade no Brasil foi lançado hoje (13) pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV) em parceria com o Movimento Mais Feliz e a rede social MyFunCity. O Well Being Brazil (WBB), como será chamado o Índice de Bem-Estar Brasil, vai medir o nível de satisfação do brasileiro.

 

Well Being Brazil vai medir a felicidade da população (Galeria de El Mostrito / Creative Commons)

 

O primeiro índice do indicador, segundo informou Mauro Motoryn, presidente do Movimento Mais Feliz, deverá sair no final de dezembro. “Ele terá a característica e a cara do Brasil. O WBB é o retrato real do país e trará um estudo de tendência e uma pesquisa acadêmica juntos”, disse.

 

O nome do índice foi definido em inglês para poder possibilitar pesquisas também pelas universidades internacionais, declarou ainda Motoryn. “Esta será a primeira mensuração que será feita no Brasil para pesquisar o índice de satisfação do cidadão brasileiro com os serviços públicos, com os serviços públicos das empresas privadas e a sua percepção sobre o que lhe rodeia como segurança e meio ambiente”, explicou em entrevista à Agência Brasil.

 

Segundo ele, o indicador será formado por um tripé: cidadão, Poder Público (que inclui também as políticas públicas de empresas privadas que interferem na vida do cidadão) e a percepção do cidadão sobre tudo o que o rodeia.

 

Para Motoryn, a grande importância de se criar um índice como este, e passar a medir a satisfação do cidadão brasileiro, é a de contribuir com as políticas públicas. “É o estabelecimento de políticas públicas que venham a causar a melhoria de qualidade de vida do cidadão”, disse.

 

A ideia é que, além do índice, as pessoas também se utilizem da plataforma do MyFunCity para poder dar subsídios à gestão pública. “Se de um lado eu tenho o índice, do outro eu tenho uma rede social de interesse público que vai alimentar as prefeituras para elas poderem estabelecer suas plataformas de gestão”, explicou.

 

Isso, segundo Motoryn, funcionará em todas as cidades brasileiras. “Lá você poderá postar fotos e comentários. Não é só dar nota, se gostei ou não gostei. O Brasil já passou da fase do gostar ou não gostar. Temos o ‘gostei por isso’ ou ‘não gostei por isso’ e ‘minha participação na gestão é essa ou aquela’”, completou.

 

A construção do indicador se dará por ação conjunta envolvendo o meio acadêmico, empresas e movimentos sociais. O índice está sendo desenvolvido em fases: nesses primeiros 20 dias, por exemplo, será estabelecida a metodologia de estudo. Começa-se então a coleta de dados para se chegar à primeira proposta do que é essencial para os cidadãos do país. Haverá também audiências públicas com governadores, prefeitos e sociedade civil nas cidades de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, do Recife, de Manaus e Brasília. As audiências vão produzir um questionário definitivo, que levará a uma nova pesquisa de campo. A última fase é a divulgação do índice, prevista para dezembro.

 

“Toda a pesquisa será estruturada com questionários em profundidade, que serão disponibilizados na internet”, explicou Motoryn. Quaisquer pessoas poderão participar e se inscrever na pesquisa, bastando acessar o site criado para o indicador. Segundo ele, dez temas serão analisados: clima e atividades ao ar livre, transporte e mobilidade, família, redes de relacionamento, profissão e dinheiro, educação, governo, saúde, segurança e consumo.

 

O questionário completo que vai reunir as informações estará disponível tanto em português quanto em inglês no site www.wbbindex.org.

 

Fonte: EBC na rede

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MULHERES BONITAS SÃO MAIS EGOÍSTAS

A coisa não anda muito boa pro lado das pessoas bonitas. Não faltam pesquisas para denegrir a imagem deles: gente bonita é mais malvada, gente bonita sacaneia mais os outros, mulher bonita emburrece os homens. E agora outro estudo ainda diz que mulheres bonitas costumam ser mais egoístas.

 

 

Numa pesquisa conduzida por cientistas israelenses, 118 mulheres responderam a um questionário sobre personalidade e valores (se eram neuróticas, cabeça aberta, seguras, conformistas, compreensivas, etc). E depois gravaram um vídeo, em que liam, em voz alta, a previsão do tempo.

 

Depois, outros 118 voluntários (40% deles eram homens) assistiram aos vídeos e deram notas à beleza das mulheres. Aí os pesquisadores perceberam que, as mulheres eleitas mais bonitas pelo público, também eram mais egoístas – não pensam muito nos outros e, geralmente costumam colocar os próprios interesses sempre a frente de qualquer coisa

 

Segundo a pesquisa, elas se conformam com as regras sociais e tentam sempre atender às expectativas. Mas para conseguir isso não pensam duas vezes em se promover ao invés de se preocupar com os outros.

 

Que feio, gente.

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FIQUE MAIS OTIMISTA: COMA 3 FRUTAS E VEGETAIS POR DIA

As pessoas que comem 3 ou mais porções de frutas e vegetais por dia tendem a ser mais otimistas em relação ao futuro.

É o que descobriu um novo estudo feito por cientistas norte-americanos, divulgado na revista científica Psychosomatic Medicine.

Os seres humanos mais otimistas têm no sangue níveis mais elevados de carotenoides, compostos antioxidantes que vêm das frutas e vegetais, mostrou a pesquisa.

“Os indivíduos mais otimistas tendem a ter [no sangue] níveis mais elevados de carotenoides como o betacaroteno”, um corante natural encontrado em frutas como a laranja e nas folhas dos vegetais, explica Julia Boehm, cientista da Harvard School of Public Health, que coordenou o estudo.

O estudo avaliou a concentração, no sangue, de nove tipos diferentes de antioxidantes, como os carotenoides (betacaroteno e vitamina E, por exemplo), em cerca de 1.000 homens e mulheres norte-americanos com idades entre os 25 e os 74 anos.

A pesquisa mostrou que as pessoas que consumiam duas ou menos porções de fruta e vegetais por dia eram significativamente menos otimistas do que as que comiam três ou mais porções diariamente.

Uma das teorias é a de que os antioxidantes – como os carotenoides – podem ser capazes de aliviar o stress, já que os participantes que eram mais otimistas tinham mais 13% de carotenoides no sangue do que aqueles que apresentavam menos sinais de otimismo.

Embora não tenham ainda a certeza de que o consumo mais frequente de fruta e vegetais justifique totalmente estas diferenças, os cientistas acreditam que estes hábitos saudáveis podem explicar pelo menos parcialmente os resultados. Segundo Boehm é o primeiro estudo do tipo a relatar a existência de uma relação entre o otimismo e a presença de níveis de concentração saudável de carotenoides.

Com informações do Boas Notícias.

 

 

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