CUSTO DA CONSTRUÇÃO TEM AUMENTO DE 0,32% EM JANEIRO

O Índice Nacional de Custo da Construção do Mercado (INCC-M) iniciou o ano em alta ao atingir, neste mês de janeiro, variação de 0,32%, ficando acima do registrado em dezembro passado (0,12%). Houve elevações tanto no grupo de materiais, equipamentos e serviços, que subiu de 0,23% para 0,52%, quanto no índice referente à mão de obra, que passou de 0,02% para 0,15%.

Esses resultados referem-se à coleta de preços no período de 21 de dezembro de 2015 ao último dia 20. O INCC-M é calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). No acumulado dos últimos 12 meses, o índice registra aumento de 6,82% . A taxa relativa a materiais, equipamentos e serviços acumulou elevação de 6,55% e a mão de obra, de 7,06%.

 

Neste mês de janeiro, o custo da mão de obra foi influenciado pelo reajuste salarial do Recife e as antecipações em Salvador. Das sete capitais onde é feita a pesquisa, apenas o Rio de Janeiro apresentou queda no ritmo de reajuste, com alta de 0,2% ante 0,23%.

 

Em Salvador, o índice subiu 0,61%, depois de uma estabilidade em dezembro. No Recife, a taxa passou de 0,02% para 1,13%; em Brasília, de 0,13% para 0,17%; em Belo Horizonte, de 0,13% para 0,27%; em Porto Alegre, de 0,2% para 0,31%, e em São Paulo, de 0,11% para 0,25%.

 

Fonte: Agência Brasil (com adaptações).

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NÍVEL DE ATIVIDADE E DE EMPREGO NA CONSTRUÇÃO MANTÉM QUEDA EM OUTUBRO, DIZ CNI

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou nesta quarta (25) dados que mostram que a atividade e o emprego na indústria da construção mantiveram-se em queda em outubro.

 

O índice de evolução do nível de atividade registrou 36,7 pontos e o número de empregados ficou em 35,6 pontos no mês. A CNI usa uma escala que varia de 0 a 100 e valores abaixo de 50 pontos indicam atividade e emprego em queda.

 

O índice de nível de atividade efetivo em relação ao usual também ficou abaixo de 50 e registrou 27,1 pontos. A utilização da capacidade de operação das empresas do setor, único que tem o resultado em percentual e não em pontos, mostrou que a indústria operou, em média, com 57% da capacidade, 2 pontos percentuais abaixo do registrado em setembro.

 

Quanto aos próximos seis meses, dados já atualizados para novembro, todos os indicadores ficaram abaixo de 50 pontos. O índice de expectativas em relação ao nível de atividade registrou 38,5 pontos; o de novos empreendimentos e serviços, 38,2 pontos; o de compra de insumos e matérias-primas, 37,9 pontos; e o de número de empregados, 37,3 pontos.

 

A intenção de investimento foi de 24,5 pontos em novembro.

 

A Sondagem Indústria da Construção foi realizada com 595 empresas entre 2 e 12 de novembro. Dessas, 185 são de pequeno porte,, 269 são médias e 141, de grande porte.

 

Fonte: Agência Brasil

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CUSTO DA CONSTRUÇÃO ATINGE 1,87% EM JUNHO, INFLUENCIADO POR REAJUSTES SALARIAIS

O Índice Nacional de Custo da Construção do Mercado (INCC-M) apresentou forte elevação em junho, ao atingir 1,87%, informou o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).  Em maio, o INCC-M subiu 0,45%.

 

O resultado reflete as variações de preços coletados entre os dias 21 de maio e 20 de junho. A taxa foi influenciada por reajustes salariais no Rio de Janeiro e em São Paulo. A mão de obra, em junho, teve alta de 3,16%.

 

Em maio, a variação da mão de obra foi 0,24%. Desde o começo deste ano, o custo da mão de obra acumula alta de 5,2% e, em 12 meses, de 7,09%.

 

No acumulado do ano, o índice teve alta de 4,61%, e, em 12 meses, de 6,62%.

 

Das sete capitais abrangidas pela pesquisa, duas apresentaram índices superiores aos de maio: Rio de Janeiro, que variou de 1,73% para 2,87%, e São Paulo, de 0,23% para 3,43%. Nas demais capitais, as elevações foram inferiores às registradas em maio: Salvador, que variou de 0,38% para 0,24%; Brasília, de 0,49% para 0,29%; Belo Horizonte, de 0,32% para 0,15%; Recife, de 0,33% para 0,28%; e Porto Alegre, de 0,38% para 0,31%.

 

Fonte: Agência Brasil

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