MARATONISTA HÁ 20 ANOS, DRAUZIO VARELLA LANÇA LIVRO SOBRE CORRIDA

‘Correr’ foi lançado no último sábado (25), no evento Rio Run Market

RIO — Corredor de maratonas há 20 anos, o médico paulista Drauzio Varella é crítico feroz do sedentarismo e do sobrepeso. Segundo ele, quem não faz ao menos 30 minutos de exercício por dia está vivendo de forma errada. Drauzio lança seu livro mais recente, ‘Correr’, no último sábado (25), durante a Rio Run Market, a feira que antecede a Maratona do Rio, prova que já completou algumas vezes.

 

 
O senhor está com 72 anos e corre maratonas. Quando é a hora de parar?
 
Enquanto as pernas aguentarem. Digo isso no meu livro. Sei que tem uma hora em que não vai dar mais. Mas não estou perto dela. Na verdade, não há conhecimento científico sobre os limites do corpo porque o ser humano não vivia tanto. Ainda são poucas as pessoas com mais de 70 anos que correm maratonas. O grande teste será ver como as pessoas que estão na meia-idade agora e correm, ou são ativas de outra forma, estarão quando chegarem aos 70 anos ou mais. Hoje, me considero o mais saudável dos meus amigos.
 
O senhor começou a correr maratonas aos 50 anos. Há uma época ideal?
 
Mais cedo teria sido melhor. Mas nunca é tarde para começar.
 
Muita gente vê a maratona como um desafio quase impossível. O que há de verdade nisso?
 
Na verdade, a maratona exige disciplina, treinamento. Mas é factível para a maioria das pessoas que treinam para isso. O lado psicológico é muito importante. É ele que nos faz levar uma vida mais regrada. Não exagerar na bebida. Não comer demais. No meu caso, fico mesmo mais antissocial, porque não dá para fazer um jantar, tomar um vinho e ficar acordado até tarde e fazer um treino longo no dia seguinte. É preciso vontade e disciplina. Mas correr uma maratona não é tão difícil assim.
 
Há quem considere que a maratona causa muito desgaste. É fato?
 
Você pode sofrer durante a prova, pode ser muito dura. Já passei por momentos em que achei que ia parar. Mas sempre encontramos forças e prosseguimos. Fico ótimo depois da prova. Não fico destruído. Tomo um banho e estou novo. A sensação de concluir uma maratona é maravilhosa. Felicidade e satisfação indescritíveis. Dá um barato que não tem quem pague.
 
A crença de que a corrida destrói os joelhos tem fundamento?
 
É uma bobagem. Um mito. No meu livro cito um estudo muito interessante. Ele mostra que, na verdade, não-corredores têm mais lesões nos joelhos do que corredores. Corro maratonas há mais de 20 anos e nunca tive problemas nos joelhos.
 
A maratona é para todo mundo?
 
É para quem gosta. Você pode adorar correr e nunca ter vontade de fazer uma maratona. Além da disciplina, há ainda o componente genético. Homens muito grandes e pesados sofrerão mais, claro. Vejo rapazes hipertrofiados correndo com um esforço enorme. Isso acontece porque, de fato, aquele corpo bombado de academia é tão pouco saudável quanto o de um sedentário.
 
O senhor faz alguma dieta especial para correr maratonas?
 
Não. Nunca fiz. Esse é outro mito. Não acredito em suplementos. Não trazem resultado. O importante é ter uma alimentação equilibrada com frutas, verduras, legumes. E não abusar de nenhum alimento. Nas semanas que antecedem uma maratona é preciso ingerir mais carboidratos, mas com moderação.
 
O senhor destaca sempre a importância do exercício. Qual o papel dele em nossas vidas?
 
Não é que exercício faça bem. A vida sedentária é que faz mal.
 
Por que é tão difícil deixar o sedentarismo?
 
Porque desperdiçar energia é contra a natureza humana. Na verdade, é contra a natureza de qualquer animal. Essa tendência natural é uma necessidade ancestral de economizar energia, surgida numa época em que não havia comida fácil. Agora vivemos num ambiente de comida abundante, gostosa e relativamente barata. O resultado é acumular gordura. Para você vencer a tendência ao sedentarismo, precisa de disciplina.
 
Temos tendência natural a acumular gordura…
 
Sim. E o resultado é impressionante. E as pessoas não engordam apenas por fora. O fígado acumula uma quantidade impressionante de gordura. Inclusive o das crianças. Isso é extremamente nocivo. A obesidade causa dependência, perda de mobilidade, suscetibilidade a doenças. Tenho um paciente que precisou fazer uma cirurgia bariátrica para emagrecer e me disse “sabe o que é felicidade, doutor? É poder amarrar o sapato”. Isso é muito triste.
 
Há aqueles que fazem exercício apenas no fim de semana e acham que se exercitam. Por exemplo, jogar futebol uma vez por semana é praticar exercício?
 
Claro que não. Primeiro que futebol assim não é esporte. É um jogo. E um jogo que destrói os joelhos.
 
Que conselho dá a um sedentário?
 
Se você não tem 30 ou 40 minutos por dia para fazer exercícios, está vivendo errado. Quando você conversa com um sedentário, ouve sempre uma ladainha de obrigações. Uma interminável história triste. Todo o tempo é absorvido pelo trabalho, pelos filhos, pela mãe doente, por uma lista infinita de problemas que, em tese, tomam todo o tempo. Mas precisamos ter tempo para nós.
 
As pessoas são muito autocondescendentes?
 
Sim. Há uma tendência a não se considerar responsável pela própria saúde. Mas cuidar da saúde cabe a nós mesmos. As pessoas têm ideias mirabolantes, procuram explicação divina, “Deus quis”. Ora, Deus lá tem tempo para provocar infartos? A frase “saúde é um bem de todos e um dever do Estado” é equivocada, um absurdo. É obrigação de cada um cuidar de si. Não comer demais, não se entregar ao sedentarismo. Quem não faz isso se expõe a um risco maior de doenças, custa mais caro para a saúde pública.
 
Mas o problema só aumenta…
 
Sim. Veremos uma discussão séria em saúde pública em pouco tempo. Está cada vez mais difícil arcar com os custos crescentes das doenças associadas à obesidade e ao sedentarismo. Por que alguém que se mantém no peso certo e se exercita terá que pagar as mesmas taxas de outro que conscientemente não faz isso e, logo, corre mais riscos? É justo? É uma discussão importante. Será que daqui a algum tempo não veremos as seguradoras de saúde adotarem a mesma estratégia que usam hoje com carros? Em vez de, por exemplo, cobrarem mais de quem está acima do peso, podem dar um “desconto” para os demais, assim como fazem hoje com quem usa menos o seguro de um automóvel.
 
Fonte: O Globo (com adaptações)

Categoria: Literatura e Filmes
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ATIVIDADE FÍSICA NO INVERNO REQUER CUIDADOS COM HIDRATAÇÃO

Com as temperaturas mais baixas, o inverno exige cuidados redobrados com a hidratação, já que o clima frio gera a falsa sensação de que o corpo precisa ingerir menos líquido. De acordo com especialistas, essa preocupação deve ser redobrada entre quem faz exercício físico intenso, com o consumo de mais líquido, inclusive durante a atividade.

 

Foto: Getty Images

 

Segundo o nutrólogo Carlos Alberto Werutsky, diretor da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), “além da temperatura ambiente, que no inverno é mais amena, a intensidade do exercício é o que determina a quantidade necessária de reposição de água”, explica.

 

Werutsky lembra que “o consumo diário de líquido deve ser em média 2,7 litros para mulheres e 3,7 litros para homens, de acordo com a Recommended Dietary Allowances (RDAs), referência utilizada mundialmente para o consumo de água e nutrientes”.

 

Uma dica para os que não têm muita sede é apostar no consumo variado de bebidas, como chás, sucos e refrigerantes. “Além da água, podemos consumir outras bebidas que nos ajudem a manter o organismo hidratado, sem depender do mecanismo da sede”, sugere Werutsky.

 

De acordo com o especialista, os treinos com mais de uma hora requerem cuidado maior com a hidratação. “Nesses casos, além de líquido, é necessário repor sais minerais, principalmente o sódio, que atua na regulação dos fluidos, retendo a água no corpo e mantendo-o hidratado”, reforça Werutsky.

 

É o caso dos jogadores de futebol, que estão prontos para estrear na Copa do Mundo do Brasil. Entre eles a hidratação contínua é fundamental para o rendimento em campo.

 

“Embora os jogadores tenham mais resistência física, eles também precisam reforçar a hidratação antes, durante e depois do jogo, inclusive com o consumo de bebidas esportivas, principalmente aqueles de países de baixas temperaturas que vão jogar em cidades brasileiras mais quentes”, afirma o nutrólogo.

 

“A dificuldade de se adaptar ao clima local pode determinar uma necessidade de hidratação mais contínua desses jogadores, que devem ingerir cerca de 300 ml de líquidos a cada 15 minutos de jogo”, ressalta Werutsky.

 

Ele alerta que, nesses casos, apenas a água não resolve.

 

“Dependendo da taxa de suor durante o jogo, só água não vai reidratar. Tem que repor o sódio. Caso contrário, podem ter câimbras, além de apresentar queda na performance e perda de explosão muscular”.

 

O nutrólogo também alerta para o uso inadequado de roupas para malhar no inverno, que podem contribuir para a desidratação.

 

“É importante utilizar roupas permeáveis que permitam a troca de calor do corpo com o ambiente. O indicado é utilizar roupas de algodão e tirar o casaco quando começar a suar. E, claro, se hidratar porque o suor já indica perda de líquido”, aconselha.

 

Fonte: Portal Terra

Categoria: Acontece
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AYRTON SENNA É ELEITO O MELHOR PILOTO DE TODOS OS TEMPOS DA F1

O tricampeão mundial de Fórmula 1 Ayrton Senna foi escolhido pela rede de televisão britânica BBC o maior piloto da categoria de todos os tempos.

 

 

A eleição foi realizada com jornalistas que trabalham na cobertura da competição para a emissora.

 

O resultado foi divulgado nessa terça-feira no site da rede estatal.

 

Desde o início do ano a BBC vinha publicando perfis dos 20 maiores pilotos, em ordem decrescente, de acordo com sua própria avaliação.

 

A série encerrou nesta terça com o perfil de Ayrton Senna, campeão dos mundiais de 1988, 1990 e 1991 e morto em acidente durante o GP de Ímola, em 1994.

 

“Provavelmente nenhum piloto na história da Fórmula 1 se dedicou mais ao esporte, deu mais de si mesmo na busca inflexível de sucesso. Senna era uma força da natureza, uma poderosa combinação de talento cru e espetacular com uma determinação às vezes aterrorizante”, publicou a BBC.

 

A emissora inglesa também destacou que a morte do brasileiro pode ter ajudado na sua escolha.

 

Outros dois brasileiros aparecem na lista dos 20 maiores pilotos: Nelson Piquet (16º) e Emerson Fittipaldi (17º).

 

Dos atuais corredores, Michael Schumacher foi apontado como o 4º maior de todos os tempos, Fernando Alonso ficou em 10º e Lewis Hamilton, em 15º lugar.

 

Veja a lista completa:

 

1- Ayrton Senna (Brasil)

2- Juan Manuel Fangio (Argentina)

3- Jim Clark (Grã-Bretanha)

4- Michael Schumacher (Alemanha)

5- Alain Prost (França)

6- Stirling Moss (Grã-Bretanha)
7- Jackie Stewart (Grã-Bretanha)
8- Sebastian Vettel (Alemanha)
9- Niki Lauda (Áustria)
10- Fernando Alonso (Espanha)
11- Alberto Ascari (Itália)
12- Gilles Villeneuve (Canadá)
13- Nigel Mansell (Grã-Bretanha)
14- Mika Hakkinen (Finlândia)
15- Lewis Hamilton (Grã-Bretanha)
16- Nelson Piquet (Brasil)
17- Emerson Fittipaldi (Brasil)
18- Jack Brabham (Austrália)
19- Graham Hill (Grã-Bretanha)
20- Jochen Rindt (Áustria)

 

Íntegra Só notícia boa

Categoria: Acontece
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1,6 MIL PESSOAS PARTICIPARAM DA PRIMEIRA CORRIDA VERDE DE BRASÍLIA

O evento aconteceu na Esplanada dos Ministérios

Mais de mil pessoas compareceram a Esplanada dos Ministérios, ontem (3), para participar da 1ª Corrida Verde de Brasília: DF Rumo à Rio+20.  A corrida começou cedinho, às 8h15 da manhã.

 

Para abrir oficialmente os percursos, de 10 e 5 km, a primeira brasileira a vencer a Corrida de São Silvestre, a candanga Carmem de Oliveira, compareceu ao evento e deu início à corrida.

 

O evento contou com medidas sustentáveis, já que a corrida inaugura a Semana do Meio Ambiente, em Brasília, e planeja incentivar a população a participar no Rio+20. O carro madrinha era movido à eletricidade, oito dos batedores do percurso fizeram o trajeto utilizando bicicleta e o lixo produzido durante a corrida passou por coleta seletiva.

 

Fonte: Correio Web

Categoria: Em pauta
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CORRIDA DE RUA: SAIBA COMO EVITAR E TRATAR DORES

Aplicação de gelo e o tênis certo estão na lista

Nem mesmo o frio afasta algumas pessoas dos  exercícios físicos. Mas é preciso ficar atento quando você sentir alguma dor após a corrida, por exemplo. De acordo com o treinador Marcelo Duarte, coordenador técnico da MD Runners, a dor não precisa fazer parte do processo. “Atletas amadores de elite, que buscam baixar o tempo ou aumentar os quilômetros percorridos, costumam ter a dor como companheira, que pode se agravar se não houver orientação médica adequada. Já os corredores que buscam ganhar qualidade de vida não devem sentir nenhum tipo de incômodo. As dores são um aviso de que algo está errado. Esse ponto indica que o treino ultrapassou os limites”, orienta o treinador.

 

Conte sempre com acompanhamento de um profissional, mas é preciso ficar atento também a outros detalhes para evitar problemas futuros. Além de respeitar o treino fornecido pelo profissional especializado, que será gradativo, jamais corra com tênis inadequados e evite correr em terrenos desnivelados. O ganho de peso pode prejudicar o desempenho, sobrecarregando ossos, articulações e tendões”, explica a triatleta e assessora esportiva Márcia Ferreira.

 

Confira algumas dicas para evitar e tratar dores e incômodos comuns entre os corredores amadores:

 

  • Coluna (lombar)

Segundo Marcelo Duarte, a culpa não costuma ser da corrida: “Geralmente, este é um problema preexistente, que ter origem em se permanecer por muito tempo na mesma posição, com a postura errada na cadeira do escritório, colchões muito macios, e flacidez na parede abdominal. A prática de RPG costuma resolver o problema”.

 

  • Músculos, tendões e articulações

Considerado um santo remédio, o gelo pode ser aplicado antes do treino, em regiões onde o corredor amador costuma sentir dores com mais frequência. Segundo o treinador Marcelo Duarte, 15 minutos é tempo suficiente para garantir os benefícios. Márcia Ferreira explica que a aplicação de gelo também é eficaz no pós-treino. “O calor só deve ser usado no tratamento final das lesões musculares, mas precisa ser administrado por profissional especializado”, diz a triatleta. De acordo com Marcelo Duarte, anestésicos e analgésicos em spray podem aliviar o incômodo, mas não devem ser regra na vida do corredor amador: “Se as dores persistirem é preciso procurar orientação médica”, diz o treinador. Os especialistas afirmam que não existem evidências científicas dos benefícios do alongamento antes do treino como forma de evitar contusões. “A atividade pode ser uma boa forma de aquecer antes do treino, mas o excesso, em uma pessoa despreparada, pode até provocar uma lesão muscular”, orienta Márcia Ferreira.

 

  • Pés

As bolhas costumam incomodar a vida dos corredores de rua. “As meias de algodão grosso não são indicadas, já que o atrito provocado junto com o tênis e o suor pode ser o estopim para o surgimento de bolhas. Para evitar bolhas, prefira modelos mais finos, confeccionados em materiais que não retêm a umidade. Em treinos e corridas de rua, aplique vaselina, cremes específicos para os pés ou esparadrapos impermeáveis entre os dedos”, diz Marcelo Duarte.

 

  • Assaduras

Incômodas, elas costumam surgir entre as coxas ou nas axilas. “O atrito provocado pelo suor em contato com elásticos de shorts e tops podem provocar assaduras e até cortes. Para evitar, aplique hidratante no local”, diz Marcelo Duarte.

 

Fonte: Site Globo

 

 

 

Categoria: Em pauta
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ÓTIMA NOTÍCIA PARA QUEM GOSTA DE CORRER

Fazer cooper uma vez por semana pode aumentar 6 anos de vida

Se você tem o hábito de correr moderadamente, comece a comemorar. De acordo com estudo, fazer cooper uma hora por semana pode aumentar sua expectativa de vida em até seis anos. E o melhor, os movimentos suaves são ainda mais benéficos que os exercícios pesados. As informações são do jornal Daily Mail.

 

Segundo os pesquisadores, correr em um ritmo lento pode reduzir o risco de morte em 44%, fazendo com que os homens vivam, em média, 6,2 anos a mais e as mulheres, 5,6 anos.

 

Os resultados desafiam estudos anteriores sobre cooper, que questionavam se a prática era saudável ou perigosa para o organismo.

 

O estudo Copenhagen City Heart avaliou cerca de 20 mil homens e mulheres entre 20 e 93 anos, e anulou as hipóteses de que correr faz mal para a saúde. Ao contrário disso, a corrida melhora a captação de oxigênio, reduz a pressão arterial, previne a obesidade e melhora a função cardíaca e psicológica.

 

Foto: Getty Images

Fonte:  Íntegra site Terra

Categoria: Em pauta
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