OBESAS E DIABÉTICAS TÊM DOBRO DE RISCO DE TER FILHO AUTISTA, DIZ ESTUDO

Separadamente, as condições também aumentam a probabilidade da síndrome

RIO — Um estudo publicado na revista científica “Pediatrics” mostra que mulheres que sofrem de obesidade e diabetes durante a gestação têm quase o dobro de chances de ter um filho com autismo ou alguma outra desordem relacionada ao desenvolvimento.

A pesquisa foi baseada nos registros de 2.734 crianças que tiveram seu pós-natal feito no Centro Médico de Boston, nos EUA, entre 1998 e 2014. Os bebês foram dividos em seis grupos, de acordo com o peso da mãe e o nível de diabetes dela, e os pesquisadores concluíram que tanto a obesidade quanto o diabetes — de todos os tipos, inclusive o diabetes gestacional — estavam associados com um risco aumentado de autismo e síndromes semelhantes. Mas, quando combinadas, as duas condições aumentavam ainda mais o risco de o bebê vir a sofrer de alguma síndrome de desenvolvimento. Nesses casos, o risco chegava a quase dobrar, em comparação com mães que não tinham problemas com peso ou diabetes.

 

Dados oficiais mostram que, pelo menos nos Estados Unidos, uma em cada 68 crianças tem autismo. A informação é do Centro para Controle e Prevenção de doenças (CDC, na sigla em inglês).

 

— Nossa pesquisa mostra que o risco de autismo começa no útero — disse a co-autora Daniele Fallin, chefe do Departamento de Saúde Mental da Escola Bloomberg e diretora do Centro Wendy Klag para Autismo e Deficiências de Desenvolvimento. — É importante para nós agora tentar entender o que há na combinação de diabetes e obesidade que está potencialmente contribuindo para uma saúde fetal aquém do ideal.

 

Fonte: O Globo

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PROFESSORA DO UDF CONCEDE ENTREVISTA À TV JUSTIÇA

Entrevista decorre do número de crianças sem vagas em creches

A professora do UDF, Renata Malta Vilas-Bôas, do curso de Direito, concedeu uma entrevista a TV Justiça na última terça-feira (07). Durante a reportagem concedida a “Bancada do Programa Jornal da Justiça – 1ª Edição”, a professora falou sobre o número de crianças que esperam por uma vaga nas creches públicas brasileiras.

 

 

Veja matéria na íntegra:

 

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DISPOSITIVO AJUDA PAIS A ENCONTRAREM FILHOS PERDIDOS PELO CELULAR

Criado um equipamento para ajudar os pais a encontrarem os filhos, caso eles se percam.

Ele chama-se Guardian.

É uma espécie de pulseira – para as crianças – que envia informações para o smartphone dos pais, indicando a localização exata delas.

A pulseira pode ser colocada no braço, no pé, ou ficar presa à camiseta.

Ela é à prova d’água e tem um aplicativo pra iOS.

Com o Guardian, os pais podem conectar seus smartphones aos braceletes dos filhos e assim receber informação via Bluetooth 4.0.

Os pais podem configurar o sistema pra um perímetro de segurança (máximo de 70 metros) e, caso a criança saia ou seja levada pra fora desse espaço, o sistema manda uma notificação.

 

O Guardian também permite compartilhar a informação com outros pais que também tenham o aplicativo, para informar o “sumiço” da criança.

 

Assim, quem estiver mais próximo pode localizá-la, com a ajuda do Guardian, e o pai será avisado através da nuvem.

 

Veja como o sistema funciona no vídeo abaixo:

 

Com informações do Hypeness.

 

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MAIORIA DAS CRIANÇAS COM TDAH SEGUEM COM SINTOMAS QUANDO ADULTAS

Cerca de 70% das crianças acometidas de transtorno do deficit de atenção com hiperatividade seguem tendo prejuízos quando maiores. O problema é agravado por preconceito e falta de informação

Curitiba – Instabilidade profissional, rendimento abaixo da capacidade intelectual, falta de foco e atenção, dificuldade de seguir rotinas, tédio, problemas para planejar e executar tarefas e frequente alteração de humor. Esses são alguns sintomas do adulto com transtorno do deficit de atenção com hiperatividade (TDAH), um mal neurobiológico reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que aparece na infância e frequentemente acompanha o indivíduo por toda a vida. Bastante falado, discutido e tratado em crianças, muitos desconhecem que o TDAH pode persistir em homens e mulheres já crescidos. O assunto foi debatido recentemente durante o 31º Congresso Brasileiro de Psiquiatria, em Curitiba.

 

 

Iane Kestelman, presidente da Associação Brasileira do Deficit de Atenção (ABDA), apontou o preconceito contra os pacientes com o transtorno e a falta de políticas públicas para o problema. Carlos Alberto Iglesias Salgado, mestre em psiquiatria, especialista em dependência química pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e pesquisador associado do Programa de Transtornos de Deficit de Atenção/Hiperatividade da Federal do Rio Grande do Sul (ProDAH/UFRGS) atribui a falta de divulgação e debate desse diagnóstico às questões colocadas por Kestelman.

“Primeiro, por desconhecimento de muitas coisas, não só do TDAH. E também por ser objeto de um certo preconceito, de que era um transtorno que se resolvia naturalmente ao longo da infância para a adolescência. Agora, percebe-se, por meio de estatísticas e de dados epidemiológicos, que até 70% das crianças com os vários subtítulos de deficit de atenção vão seguir tendo prejuízo na vida adulta”, diz Salgado.

 

 

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CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DO QUE ABRE E FECHA NO DF NO FERIADO DE 12 DE OUTUBRO

O Jardim Zoológico preparou uma programação especial para as crianças

No feriado em comemoração ao dia de Nossa Senhora Aparecida (12/10), apenas as emergências de hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) terão funcionamento normalizado, outros serviços terão atendimento reduzido. Para o lazer, as crianças terão uma programação especial no Jardim Zoológico.

 

 

Saúde: Apenas as emergências de hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estarão abertas. Nos hospitais, fecham os ambulatórios e os postos de saúde. O Hemocentro de Brasília ficará fechado para doações e só retorna na próxima segunda-feira (14/10).

 

Comércio: todo o comércio varejista funcionará. As lojas têm liberdade para optar pelo melhor horário. Restaurantes, bares e lanchonetes também funcionam normalmente durante o feriado.

 

Shoppings: As lojas abrem entre 14h e 20h. Cinemas e praças de alimentação funcionam das 12h às 22h.

 

Biblioteca Nacional de Brasília: Não haverá expediente.

 

Complexo Cultural da República: O Museu funcionará normalmente, das 9h às 18:30h.

 

Parques: O Jardim Botânico abre das 9h às 17h. Ingressos: R$2 por pessoa, crianças de até 10 anos e idosos não pagam entrada.

 

O Parque da Água Mineral: Apenas uma piscina estará disponível aos visitantes. Abre das 8h às 16h. Ingressos: R$7,50 por pessoa, crianças até 12 anos e idosos não pagam. Recomenda-se chegar cedo, já que há grande procura pelo local.

 

Jardim Zoológico: As crianças terão direito a programação especial. Abre das 9h às 17h. Os ingressos custam R$ 2 para os visitantes acima de 6 anos, idosos não pagam.

 

Catetinho: O Catetinho funcionará normalmente no feriado, das 9h às 16h.

 

Torre de TV Digital: Está fechada desde a semana passada para a instalação das antenas de emissoras de TV e para pequenos reparos na infraestrutura. A previsão é que a reabertura ocorra no início de 2014.

 

Torre de TV: O acesso ao mirante também estará fechado devido às obras no local, mas os turistas podem visitar a Feira de Artesanato entre 9h e 19h.

 

Feiras: A Feira do Guará abre das 8h às 18h, a Feira dos Importados funciona das 9h às 18h.

 

Detran : Ocorrerão apenas as atividades de fiscalização

 

Delegacias: Operam em esquema de plantão

 

Caesb: Prestará atendimento pela Central de Relacionamento com o Cliente, no telefone 115 e manterá as atividades essenciais de manutenção e operação.

 

CEB: Prestará atendimento pela Central de Relacionamento com o Cliente, no telefone 116. Manterá as atividades essenciais de manutenção e operação.

 

Na Hora: Os postos Na Hora estarão fechados durante o feriado e também no domingo.

 

 

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CÃES SENTEM AS MESMAS EMOÇÕES QUE UMA CRIANÇA

Em outras palavras: eles são capazes de sentir as mesmas emoções que uma criança sente. Não é a toa que também agem como se fossem filhos de seus donos, certo?

 

Dessa vez, quem pesquisou sobre os caninos foi o neurocientista Gregory Berns, da Universidade Emory. Durante dois anos, ele e sua equipe treinaram cachorros para se sentirem confortáveis numa máquina de ressonância magnética. Colocaram até fone de ouvido nos bichinhos para que eles não sofressem com o barulho da máquina. A ideia era deixá-los tranquilos lá dentro e, então, descobrir o que acontece no cérebro deles em algumas situações.

 

E viram que quando os cães recebem sinais de comida ou a visita dos donos, uma área do cérebro chamada núcleo caudado começa a trabalhar mais. Essa região é cheia de receptores de dopamina, parte do sistema de recompensa do cérebro que libera sensação de prazer. E é a mesma área que nosso cérebro ativa quando estamos prestes a fazer algo que gostamos: como comer, ganhar dinheiro ou namorar.

 

E daí? Bem, segundo o pesquisador, essa semelhança entre os dois cérebros indica que os cães também sentem emoções, como nós. Ou melhor, como as crianças. “A habilidade de experimentar emoções positivas, como amor, poderia significar que os cachorros tem um nível de sensibilidade comparável ao de uma criança humana”, explica Berns. E ele vai além na conclusão: “cachorros também são pessoas”.

 

E aí, concorda?

 

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FOTOS DE INFÂNCIA NO PERFIL DO FACEBOOK COMEMORAM DIA DA CRIANÇA

Depois dos protestos populares nas ruas do Brasil, os usuários de redes sociais, como Facebook e Twitter, começaram esta semana mais uma manifestação silenciosa, espontânea.

 

Foto-montagem: Satc

 

Para comemorar o dia das crianças, no próximo sábado, dia 12, os internautas estão trocando suas fotos do perfil, por fotografias da época da infância.

É divertido ver como eram os amigos quando eram pequenos.

O resultado da brincadeira aparece na quantidade de curtidas e comentários que os amigos deixam nas páginas.

Esta não é a primeira vez. Em anos anteriores os usuários do Facebook também trocaram as fotos do perfil por personagens de desenho animado ou historias em quadrinhos.

Conforme o analista em mídias digitais, Filipe Luciano Constante, essas trocas acontecem por ondas.

“Os usuários vão seguindo o período. Neste momento, são as fotos de crianças. Quando ninguém mais aguentar este modismo, outra tendência surgirá”, comenta.

De acordo com o especialista, o mesmo aconteceu com o Dia das Mães e com o Dia dos Pais, e isso pode ocorrer também no Natal.

Uma das adeptas desta tendência é a fotografa Stella Mendes. “Entrei no ritmo da galera. É uma forma de fazer um resgate do nosso passado e compartilhar com o pessoal, tendo em vista o Dia das Crianças. Acredito que a maioria do pessoal que colocou não foi apenas pela modinha, mas porque em sua essência ainda há muito o sentimento de criança”, conclui.

E você ja postou a sua?

 

 

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LEI QUE PROÍBE VENDA E FABRICAÇÃO DE ARMAS DE BRINQUEDO DIVIDE OPINIÕES

A regra entrará em vigor em até 10 meses

As armas de brinquedo devem sair de circulação no Distrito Federal em até 10 meses, mas a polêmica sobre a proibição delas parece estar longe do fim. A Lei Distrital nº 5.180, de 2013, sancionada há nove dias, impede a fabricação, a comercialização e a distribuição das peças semelhantes ou não aos armamentos convencionais. Estão inclusas as que disparam balas, bolas, espuma, luz, laser e assemelhados, as que produzam sons ou as que projetam quaisquer substâncias. A aprovação da norma repercutiu nacionalmente e também fora do Brasil, com reportagem no jornal britânico The Guardian.

 

Entre as armas de brinquedo proibidas pela nova legislação distrital, estão as que disparam bala, bola, espuma, luz e laser

 

A medida, que também divide opiniões entre os brasilienses, deve ser regulamentada em até 120 dias pelo governo local. A partir daí, os comerciantes terão seis meses para acabar com os estoques. As lojas que insistirem em desrespeitar a lei receberão advertências por escrito. As multas variam entre R$ 5 mil e R$ 100 mil, além de sanções, como suspensão de atividades do comércio por 30 dias ou cassação da licença de funcionamento.

 

Mesmo com o prazo distante, a discussão sobre a abrangência e a eficácia da medida reacendeu um antigo debate sobre a influência de instrumentos lúdicos na violência entre as crianças. Pais, psicólogos, lojistas, especialistas em segurança pública e em primeira infância têm diferentes pontos de vista para a questão, alguns divergentes, outros complementares.

 

Antes de opinar sobre os efeitos da regulamentação, a subsecretária de Proteção às Vítimas de Violência (Pró-vítima), Valéria de Velasco, lembra que a norma surgiu a partir de um trabalho desenvolvido em Ceilândia, por meio do projeto Arma não é brinquedo. Parcerias com ONGs — como Desarma Brasil, Jovem de Expressão e Casa da Cidadania — promoveram ações em 11 escolas públicas da cidade e, em um mês, foram recolhidas 502 arminhas. “As crianças entenderam mais do que os adultos o espírito da campanha. Entre os brinquedos, havia espadas, ou seja, elas perceberam que se tratava de combater a violência”, observa Valéria.

 

Três perguntas para Valéria de Velasco, subsecretária de Proteção às Vítimas de Violência (Pró-vítima):

 

Por que proibir a comercialização de armas de brinquedo?
A violência no Brasil se multiplica com índices de guerra. A cada ano, são, aproximadamente, 35 mil mortos. Com essa lei, que é administrativa e não tem caráter penal, queremos dar o exemplo. Ela é educativa, direcionada para o comércio e para a fabricação. Ninguém vai ser preso na rua por estar brincando com uma arminha dessas.

 

Quais produtos não poderão ser vendidos no DF?
Qualquer um que remeta a armas de fogo sejam os que soltam bolinhas, água e raios, sejam os de bichinhos coloridos. Nenhum poderá ser comercializado ou fabricado no Distrito Federal.

 

Os críticos da medida dizem que é preciso muito mais do que proibir a venda de armas para reduzir a violência. Que recado daria a eles?
As famílias pedem paz, mas não dão um passo no que compete a isso. Quem compra uma arma está sujeito a ser vítima dela no futuro. Segurança não é só ter polícia na rua, é saber resolver conflitos de forma civilizada. É uma questão de cultura. Como alguém pretende educar com um brinquedo que só simboliza a morte e a destruição?

 

 

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