ESCASSEZ MUNDIAL DE ÁGUA É PIOR DO QUE SE PENSAVA

Pesquisadores usaram um modelo computacional e concluíram que dois terços do mundo enfrentam problemas

NOVA YORK – Cerca de quatro bilhões de pessoas, ou dois terços da população do mundo, enfrentam grave escassez de água durante pelo menos um mês a cada ano, muito mais do que se pensava anteriormente, de acordo com Arjen Y. Hoekstra, professor de gestão da água na Universidade de Twente, na Holanda.

Em um artigo publicado sexta-feira na revista “Science Advances”, o Dr. Hoekstra e seu colega Mesfin M. Mekonnen conceberam um modelo de computador para criar o que eles dizem ser uma imagem mais precisa da escassez de água em todo o mundo. Uma grave escassez de água pode levar à quebra de safras e baixa produtividade das culturas, o que poderia provocar aumentos de preços de alimentos, bem como fome generalizada.

 

Os pesquisadores criaram um modelo computacional para dividir o mundo em quadrículas medindo aproximadamente 3.108km. Eles então analisaram a demanda mensal de água e disponibilidade do precioso líquido em cada grade para determinar o nível de escassez.

 

Uma área experimenta escassez de água grave quando suas fazendas, indústrias e residências consomem o dobro da quantidade de água disponível nessa região.

 

“Isso significa que os níveis de água subterrânea estão caindo, lagos estão secando, menos água está fluindo em rios e fontes de água para a indústria e os agricultores estão ameaçados”, disse Hoekstra em um e-mail.

 

DESIGUALDADES

 

Mas nem todo mundo iria sofrer de forma igual. Nos países mais ricos, uma severa escassez de água poderia significar racionamento de água para rega e jardinagem, enquanto que em países muito pobres que poderia levar a escassez de água potável.

 

Metade dos quatro bilhões de pessoas que experimentam condições de escassez severa de água pelo menos um mês do ano vive na China ou Índia, disse o Dr. Hoeskstra. Dos restantes dois bilhões, a maioria vive principalmente em Bangladesh, Paquistão, Nigéria, México e as partes a oeste e ao sul dos Estados Unidos, como Califórnia, Texas e Flórida.

 

Estudos anteriores haviam estimado que entre 1,7 e 3,1 bilhões de pessoas eram afetadas pela extrema falta de água. Mas de acordo com o Dr. Hoekstra, ou esses estudos usaram medidas que eram demasiado gerais em tamanho, ou usaram médias anuais que não eram tão precisas como os dados mensais.

 

“Escassez de água doce é um grande risco para a economia mundial, afetando quatro bilhões de pessoas diretamente”, disse Hoekstra. “Mas uma vez que as pessoas restantes no mundo recebem parte de seus alimentos das áreas afetadas, o fenômeno nos envolve a todos”.

 

Fonte: O Globo

Categoria: Acontece
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CRISE POLÍTICA JÁ REDUZ A CONFIANÇA DOS CONSUMIDORES BRASILEIROS

Índice da Associação Comercial de São Paulo mostra pessimismo pela 1ª vez desde 2005.

RIO – A crise política, que se agravou nos últimos meses, já abala a confiança do brasileiro na economia. Segundo dados que serão divulgados nesta segunda-feira pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e pelo Instituto Ipsos, o Índice Nacional de Confiança (INC) caiu de 100 para 84 pontos na passagem entre junho e julho. É o menor patamar da série histórica, iniciada em 2005. Além disso, é a primeira vez desde aquele ano que o indicador, que vai de 0 a 200, fica no terreno do pessimismo — marcado por resultados abaixo de cem pontos.

 

A insegurança em relação à situação do país é maior entre os mais ricos, mais afetados pelo noticiário político, segundo Marcel Solimeo, economista-chefe da ACSP. Eles representam 25% dos 1.200 entrevistados. Nas classes A e B, o INC caiu para 75 pontos em julho, após ter ficado em 81 pontos em junho.

 

— É uma classe mais informada, não só em relação à economia, mas também em relação à política. O agravamento do pessimismo está relacionado ao agravamento da incerteza, com essa crise política que não dá sinal para onde vai — explica Solimeo.

 

Enquanto isso, os sinais de piora da economia real, principalmente no mercado de trabalho, fizeram despencar os indicadores das classes C, D e E, que foram, em um mês, do otimismo ao pessimismo. Na classe C, o resultado passou de 103 para 85 pontos. Já nas classes D e E, o índice recuou de 109 para 89 pontos.

 

Essa baixa de confiança é esperada. É daí para mais, está dentro do contexto de piora de expectativa — avalia Fábio Silveira, diretor de pesquisas econômicas da GO Associados.

 

QUASE METADE DOS ENTREVISTADOS CONHECE UM DESEMPREGADO

 

A queda na confiança do consumidor brasileiro está em linha com o que indicadores econômicos e a análise do quadro político vêm mostrando nos últimos meses. Os dados mais recentes do IBGE mostram que o desemprego subiu para 6,9% em junho, e a inflação ultrapassou os 9% pela primeira vez em quase 12 anos. Soma-se a isso a percepção de que a presidente Dilma Rousseff e o Congresso enfrentam dificuldades para chegar a um entendimento. Para analistas, só a mudança desse quadro pode impulsionar uma retomada do otimismo no país.

 

O Índice Nacional de Confiança considera fatores como situação financeira pessoal, capacidade de investir no futuro e segurança no emprego para mensurar a avaliação da população. A amostra é de 1.200 pessoas, distribuídas por 72 municípios do país. Até junho, o indicador havia ficado no terreno do otimismo. Chegou a ficar em 137 pontos em janeiro, mas foi perdendo força ao longo do ano.

 

— O mercado de trabalho ainda não havia sido atingido mais fortemente (no início do ano). Duas coisas preocupam muito: desemprego e inflação, que pioraram. Já virou crise, porque agora o brasileiro também vê o vizinho perdendo emprego — explica Solimeo, economista-chefe da ACSP.

 

Os dados da pesquisa mostram essa disseminação do pessimismo. Em julho, 48% dos entrevistados afirmaram ter sido demitidos ou conhecer alguém que perdeu o emprego. Enquanto isso, 53% disseram estar menos confiantes em relação ao próprio emprego, de parentes ou conhecidos, na comparação com seis meses atrás. No mesmo mês do ano passado, só 33% dos entrevistados relatavam casos de demissão e apenas 24% relatavam menos confiança no mercado de trabalho.

 

SAÍDA DIFÍCIL PELA POLÍTICA

 

Para analistas, existe uma espécie de retroalimentação entre os índices de confiança e o desempenho da economia. Com as incertezas, o consumidor gasta menos, contribuindo para piorar a recessão, que, por sua vez, gera nova onda de pessimismo. O ciclo abala não só a confiança do consumidor, como também a dos empresários — também afetados por incertezas políticas. Resultado: menos investimentos e mais demissões.

 

— É importante que haja algum evento para que haja alguma expectativa favorável. O fato novo tem que ser primeiro o político, para depois ter a condução da política econômica. Por enquanto não há sinais de qual seria esse evento — avalia Silveira, da GO Associados.

 

Solimeo, da ACSP, arremata:

 

— Precisa haver um entendimento.

 

Aloísio Campelo, superintendente adjunto de ciclos econômicos do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vagas (Ibre/FGV), afirma que a inflação menor em 2016 pode ajudar. Mas o economista lembra que o tempo de boas notícias ainda está distante. O segundo semestre ainda reserva a divulgação de um PIB fraco no segundo trimestre. As manifestações contra o governo previstas para este mês também devem aquecer a onda de pessimismo.

 

— Quando chegar janeiro vamos entrar numa fase de inflação em queda, isso será um fator positivo, ainda que o mercado de trabalho esteja ruim. Temos visto isso historicamente — avalia Campelo.

 

Fonte: O Globo

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LÍDERES DA ZONA DO EURO CHEGAM A ACORDO PARA MANTER AJUDA À GRÉCIA

Para obter a ajuda, Grécia terá de anunciar um pacote de austeridade.

O presidente do Conselho da União Europeia (UE), Donald Tusk, anunciou nesta segunda-feira (13) que os chefes de Estado da zona do euro alcançaram um acordo que permite negociar e ajudar financeiramente a Grécia. A cúpula emergencial começou no domingo (12), após o fracasso da reunião de ministros de Economia e Finanças do Eurogrupo, entrou pela madrugada e só terminou pela manhã, após quase 17 horas de discussões.

 

Os líderes decidiram, por unanimidade, iniciar negociações com a Grécia com o objetivo de manter o apoio financeiro ao país, permitindo – se forem feitas as reformas necessárias – que os gregos se mantenham na zona do euro.

 

“A reunião alcançou por unanimidade um acordo. Está tudo pronto para um programa de ajuda para a Grécia”, informou Tusk. O Parlamento grego ainda terá de aprovar as reformas exigidas para que as negociações sigam adiante.

 

“O ‘Euro Summit’ salienta a necessidade crucial de reconstruir a confiança com as autoridades gregas como um pré-requisito de um possível futuro acordo para o programa [de ajuda financeira] ESM [Mecanismo de Estabilização Europeia]. Nesse contexto, o comprometimento das autoridades gregas é peça-chave, e uma implementação bem-sucedida deverá seguir uma política de compromissos”, diz o Conselho Europeu, por meio de nota.

 

De acordo com o documento, o programa de financiamento grego ficaria entre € 82 e 86 bilhões. Em grave crise, a Grécia tem dívidas superiores a 150% de seu Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de tudo o que é produzido no país.

 

Tusk disse que a ajuda financeira será dada mediante o compromisso do governo grego de levar adiante “sérias reformas” econômicas. Ainda não foram divulgados detalhes do acordo, mas é esperado que os gregos anunciem até quarta (15) um pacote de reformas econômicas exigidas pela União Europeia.

 

Tusk afirmou ainda que o acordo costurado para iniciar as negociações para o terceiro resgate da Grécia irá permitir um maior apoio ao país. “Nós concordamos, em princípio, que estamos prontos para começar as negociações para trazer um programa para o Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE), que em outras palavras significa continuar a apoiar a Grécia”, afirmou.

 

‘Quem vai ajudar’

 

O programa de ajuda à Grécia, existente desde 2012 e que expirou no último dia 30 de junho, havia sido firmado por meio de um mecanismo criado pelos europeus para ser temporário, conhecido como EFSF. A Grécia ainda tinha € 1,8 bilhão a receber por meio desse mecanismo, mas o governo recusou as condições de austeridade impostas, que incluíam aumento de impostos e cortes nas aposentadorias.

 

Com o prolongamento da crise na Europa, o EFSF foi substituído pelo Mecanismo de Estabilização Europeia (ESM, na sigla em inglês), que é permanente e o único canal para novas ajudas das instituições europeias a países em crise. Por isso, o novo pedido grego de ajuda foi direcionado para o ESM.

 

Condições à Grécia

 

Seis medidas de austeridade, incluindo reformas fiscal e no sistema de pensões, vão precisar ser decretadas até quarta à noite, e todo o pacote de resgate precisará ser apreciado pelo Parlamento antes que as negociações possam começar.

 

A Grécia ainda terá que impor mudanças no seu imposto sobre o comércio e no seu sistema de aposentadorias, além de fortalecer a independência da agência de estatísticas.

 

Após isso, os ministros das Finanças do Eurogrupo se encontrariam novamente na sexta (17) ou no próximo fim de semana para começar formalmente as negociações com a Grécia.

 

De acordo com a proposta preliminar da Europa, a Grécia precisa de € 7 bilhões até 20 de julho, quando deve fazer um resgate crucial de títulos junto ao Banco Central Europeu (BCE), e de mais € 12 bilhões até meados de agosto, quando vence outro pagamento ao BCE.

 

‘Dura batalha’

 

O primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, afirmou que seu governo travou uma “batalha dura” durante seis meses e “lutou até o final para um acordo que permitirá a recuperação do país”. “Enfrentamos dilemas difíceis e tivemos que fazer concessões para evitar a aplicação dos planos de alguns círculos ultraconservadores europeus”, disse.

 

Angela Merkel

 

A chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou que vai recomendar “com total convicção” ao Parlamento de seu país que autorize a abertura de negociações com a Grécia sobre um terceiro resgate assim que o Parlamento grego aprovar o pacote inteiro e promulgar as leis iniciais.

 

Merkel não disse quando isso irá acontecer, mas afirmou que fará um relatório positivo ao comitê parlamentar esta semana. É melhor, segundo ela, não antecipar o fim do recesso parlamentar de verão até que tenham certeza que as leis gregas foram aprovadas, disse ela.

 

Questionada se confia que a Grécia vai implementar o pacote, ela disse: “Será uma estrada longa e difícil.”

 

François Hollande

 

O presidente da França, François Hollande, afirmou que o acordo entre Grécia e as instituições “preserva a soberania grega”. Ele qualificou o premiê grego Alexis Tsipras como um “valente” por alcançar entendimento.

 

Os líderes da cúpula do euro começaram discutir a situação da Grécia no final da tarde de domingo, depois que ministros de Economia e Finanças do Eurogrupo terminaram reunião sem acordo para conceder um novo pacote (o terceiro) de ajuda financeira ao país. “O Eurogrupo terminou. Passamos a tarefa à cúpula de líderes do euro”, disse o ministro das Finanças da Finlândia, Alexander Stubb, que participou da reunião.

 

Os 19 chefes de Estado da zona do euro, reunidos em Bruxelas, na Bélgica, disseram para a Grécia que a confiança em Atenas deve ser restaurada antes que sejam abertas negociações sobre qualquer novo resgate financeiro para que o país permaneça na zona do euro.

 

RESUMO DO CASO

 

- A Grécia enfrenta uma forte crise econômica por ter gastado mais do que podia.

- Essa dívida foi financiada por empréstimos do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do resto da Europa.

- Em 30 de junho, venceu uma parcela de € 1,6 bilhão da dívida com o FMI. Então, o país entrou em “default” (situação de calote), o que pode resultar na sua saída da zona do euro. Essa saída não é automática e, se acontecer, pode demorar. Não existe um mecanismo de “expulsão” de um país da zona do euro.

- Como a crise ficou mais grave, os bancos estão fechados para evitar que os gregos saquem tudo o que têm e quebrem as instituições.

- A Grécia depende de recursos da Europa para manter sua economia funcionando. Os europeus, no entanto, exigem que o país corte gastos e aumente impostos para liberar mais dinheiro. O prazo para renovar essa ajuda também venceu em 30 de junho.

- Em 5 de julho, os gregos foram às urnas para decidir se concordam com as condições europeias para o empréstimo, e decidiram pelo “não”.

- Os líderes europeus se reuniram esta semana para discutir a situação grega e deram um “ultimato” ao governo grego, exigindo uma proposta até dia 9 de julho.

- A Europa pressiona para que a Grécia aceite as condições e fique na zona do euro. Isso porque uma saída pode prejudicar a confiança do mundo na região e na moeda única.

- Para a Grécia, a saída do euro significa retomar o controle sobre sua política monetária (que hoje é “terceirizada” para o BC europeu), o que pode ajudar nas exportações, entre outras coisas, mas também deve fechar o país para a entrada de capital estrangeiro e agravar a crise econômica.

 

Fonte: G1

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CRISE AFETA CONFIANÇA, E CRIAÇÃO DE NOVAS EMPRESAS DESACELERA

Entre janeiro e maio, foram criados 822.519 empreendimentos no Brasil.

De janeiro a maio, a criação de novas empresas cresceu em relação ao mesmo período do ano passado, segundo indicador da Serasa Experian. No entanto, o ritmo de alta tem sido menor a cada mês devido, principalmente, à crise, que afeta a confiança dos empreendedores.

 

Entre janeiro e maio de 2015, foram criados 822.519 novos empreendimentos no Brasil. O número é 3,4% superior aos mesmos meses de 2014 que, por sua vez, haviam mostrado avanço de 5,2% frente a 2013.

 

De acordo com os economistas da Serasa Experian, a desaceleração da abertura de novas empresas neste ano “é reflexo da recessão da economia bem como da queda da confiança de empresários e consumidores”.

 

O número de novos Microempreendedores Individuais (MEIs) surgidos em maio cresceu 4,5% em relação a abril, para 132.661. As Sociedades Limitadas registraram criação de 17.210 unidades, uma queda de 1,3% frente ao mês anterior. A criação de Empresas Individuais avançou 3,1%, com um total de 15.436 novos negócios em maio.

 

O Sudeste lidera o ranking de nascimento de empresas, com 414.018 novos negócios abertos entre janeiro e maio de 2015 ou 50,3% do total. Na sequência estão a Região Nordeste, com 18,3%, a Região Sul, com 16,6% de participação, o Centro-Oeste, com 9,5%, e a Região Norte, com 5,3%.

 

O setor de serviços continua sendo o mais procurado por quem quer empreender: de janeiro a maio de 2015, 504.428 novas empresas surgiram neste segmento, o equivalente a 61,3% do total. Em seguida, 248.488 empresas comerciais (30,2% do total) e, no setor industrial, foram abertas 67.107 empresas (8,2% do total) neste mesmo período.

 

Fonte: G1

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MÚSICA “AI SE EU TE PEGO” GANHA NOVA VERSÃO EM PORTUGAL

O sertanejo está tomando conta do mundo

A música do cantor sertanejo Michel Teló realmente está rodando o mundo. Manifestantes portugueses criaram uma nova versão da música para ser cantada durante protestos contra as medidas de austeridade, em meio à crise econômica na Europa. A música tem o refrão “Ai, não, não nos calam”.
 

 

 

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