MÃE, AMOR SEMPRE PRESENTE

Vinte artistas plásticas da Associação Candanga de Artistas Visuais que homenageiam as mães em suas diversas situações do dia a dia na exposição “Mãe, amor sempre presente”.

 

 

Horário: segunda a sábado das 10h às 22h, domingos das 12h às 20h.

Informações:

Data – 08/05/2015 a 22/05/2015

Categoria:Artes Visuais

Endereço:Shopping Liberty Mall

Entrada:Entrada gratuita

 

Fonte: Correio Braziliense

Categoria: Cult
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ARTES VISUAIS:CHÃO DE FLORES

09.05 a 29.06

 

HORÁRIO: de 9h às 21h

INGRESSO: Entrada franca

 

SAIBA MAIS

A mostra revela a arquitetura das moradias no entorno da capital federal, visando evidenciar, dessa forma, as cores e a criatividade dos moradores que usam como referêcias a sua terra natal e modismos dos materiais de construção ou reaproveitamento dos mesmos.

 

A seleção conta com 56 fotos que retratam a convivência da estética popular com o concreto e os traços modernos que constroem a cidade.

 

No dia 30 de maio haverá a projeção online de fotos e encontro de food trucks.

 

Paralelo à exposição, serão realizados workshops onde, Zuleika de Souza ensinará a fotografar arquitetura e ambientes com uso de aparelhos celulares.

 

>> Workshops de fotografia com celular

 

Dia 16 de maio, sábado – das 11h às 13h e das 15h às 17h

Dia 30 de maio, sábado –  das 15h às 17h

 

Classificação: 16 anos

Capacidade máxima: 30 pessoas

Inscrições gratuitas: oficina.chaodeflores@gmail.com

 

Fonte: CCBB DF

Categoria: Cult
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FASE CATARSE – PEDRO DAVID

A Casa da Luz Vermelha apresenta a primeira exposição individual de Pedro David em Brasília, na quinta-feira, dia 23 de abril de 2015 às 19h, com visita guiada do fotógrafo às 20h.

 

 

Fase Catarse é uma trilogia de trabalhos em fotografia realizados entre 2008 e 2011, pelo artista Pedro David. As três séries têm em comum a interpretação do ambiente urbano próprio do artista, em um período específico de sua vida.

 

As séries versam, de maneira lírica e transformadora, sobre a questão imobiliária: a dificuldade de encontrar um lugar para se viver nos centros urbanos, a educação e a relação entre vizinhos, e o esforço de recuperação após a morte de um parente próximo, através da exploração de seu ambiente e pertences.

 

 

Cada um dos trabalhos foi realizado enquanto o autor passava pelas situações descritas, o que fez com que a fotografia passasse a ser utilizada como instrumento de catarse, que o guiou por cada uma destas situações vividas e o ajudou a entendê-las e passar por elas.

 

SERVIÇO

Fase Catarse

Mostra fotográfica de Pedro David

Inauguração: 23 de abril de 2015 às 19h e visita guiada às 20h

Visitação: Até 31 de maio de 2015

De segunda a sexta, das 10h às 19h

Domingo, das 12h às 16h

Local: A Casa da Luz Vermelha

Endereço: Clube ASBAC – SCES Trecho 2, Conjunto 31, Brasília – DF.

Telefone: (61) 3878-9100

Realização: A Casa da Luz Vermelha

Apoio: Win Light

Assessoria de Imprensa: A Casa da Luz Vermelha / galeria@acasadaluzvermelha.com

 

Fonte: Galeria Casa da Luz Vermelha

Categoria: Cult
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EXPOSIÇÃO “AS MENINAS DO QUARTO 28″

Mostra apresenta desenhos de crianças judias que viveram em Theresienstadt durante a Segunda Guerra

Depois de passar por São Paulo (MuBE), diversos países da Europa e Israel, chega a Brasília a exposição “As meninas do Quarto 28”, adaptada do livro homônimo escrito pela jornalista alemã Hannelore Brenner, lançado no Brasil pela editora LeYa.

 

 

A exposição, com comitê curatorial composto por Dodi Chansky, Karen Zolko e Roberta Sundfeld e chancelada pela ONU, retrata – por meio de desenhos feitos por meninas judias que passaram pelo Quarto 28 – o dia a dia de cerca de 50 crianças que viveram no campo de concentração de Theresinstadt, próximo à cidade de Praga, durante a Segunda Guerra Mundial.

 

Com mais de 35 desenhos e uma réplica de 18m² do quarto em que elas ficavam aprisionadas, além de painéis com detalhes históricos, a exposição foi escolhida pela União Europeia, em 2013, para a tradicional homenagem realizada anualmente no Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. Em 2014, a Organização das Nações Unidas (ONU) também selecionou a exposição para lembrar as vítimas do genocídio cometido pelos nazistas.

 

“O quarto em escala real, mobiliado inclusive com beliches similares aos que elas dormiam, oferece aos visitantes a experiência de como foi a vida daquelas meninas. É emocionante ver desenhos tão coloridos e alegres dessas crianças, que viveram uma realidade tão difícil. A arte, realmente, tem um poder transformador”, afirma Karen Zolko, familiar de uma das meninas que habitou o Quarto 28 e representante da exposição no Brasil, junto com a amiga e sócia, Dodi Chansky.

 

Durante o período da mostra, o Programa Educativo receberá grupos que para visitas mediadas e atividades lúdicas relacionadas ao tema e à vivência da exposição. Informações e agendamentos -  9816-6070 / 3536-5806 ou agendamento@artqeduca.com.br.

 

A história

 

Há mais de meio século, entre os anos de 1942 e 1944, crianças de 12 a 14 anos moravam juntas no Quarto 28, em Theresienstadt, durante a ocupação da Checoslováquia pelos nazistas. Das 15 mil crianças do campo de concentração, apenas 93 sobreviveram. Entre estas, 15 são sobreviventes do Quarto 28.

 

Apesar da situação miserável, do racionamento de comida e do onipresente medo de ir para o “Leste” (Auschwitz-Birkenau), essas meninas puderam ter contato com professores, compositores e artistas – todos também prisioneiros do campo e judeus – que tentavam minimizar o sofrimento com atividades que as ajudariam a acreditar que aquela difícil situação seria transitória.

 

Nesse grupo de adultos determinado a proteger as crianças estava a artista plástica Friedl Dicker Brandeis que, deportada para Theresienstadt em 1942, levou poucos pertences pessoais e muitos materiais artísticos nas suas duas malas.

 

Friedl percebeu que a arte poderia ser uma importante ferramenta terapêutica para ajudar as crianças a superar as adversidades e a lidarem com os terríveis sentimentos de perda, medo e incerteza. Começou, então, a dar aulas técnicas de desenho e pintura para a ala infantil do campo de concentração. Ela contava histórias e pedia para que as crianças fizessem ilustrações. Como o objetivo era estimular a esperança naquele lugar, as narrativas eram sobre assuntos diversos e serviam como distração para tirá-las um pouco daquela triste realidade, tanto que as imagens não remetem em nada ao terror que elas vivenciavam.

 

Considerada hoje uma das precursoras da arteterapia, Friedl ficou por quase dois anos em Theresienstadt e conseguiu esconder os quase cinco mil desenhos de seus alunos em suas malas antes de ser levada para Auschwitz, em 1944. Esses desenhos foram achados 10 anos depois da guerra e levados para um museu em Praga, na República Tcheca. Das meninas que passaram pelo Quarto 28, foram encontrados cerca de 500 desenhos e 40 foram selecionados para fazer parte da mostra que viaja o mundo.

 

A história por trás da História – A relação do Brasil com As meninas do Quarto 28

 

Não foi à toa que Hannelore Brenner, a idealizadora e detentora dos direitos da exposição e autora do livro “As meninas do Quarto 28”, lançamento da Editora LeYa, incluiu o capítulo Ecos tardios do Brasil em sua obra. A relação entre o país e essa história de amizade e amor à arte está intimamente ligada por conta de Erika Stránská, filha do primeiro casamento do judeu George Stransky.

 

Em 1938, a mãe deixou Erika aos cuidados do pai para sair em busca de melhores condições de vida na Inglaterra. George acabou se apaixonando por Valeria, então primeira bailarina do Teatro de Viena, com quem se casou e teve Monika, sete anos mais jovem que a meia-irmã. As duas costumavam brincar juntas até que Erika e seu pai foram levados para campos de concentração mantidos pelo regime nazista. Ele foi para um campo de trabalho forçado e Erika foi encaminhada para Theresienstadt, mais precisamente para o Quarto 28.

 

Enquanto a mãe e a filha mais nova se refugiaram na pequena Boskov, George conseguiu escapar do campo de trabalho e ir ao encontro delas. Após o final da guerra, ele começou a procurar Erika, chegando, inclusive, a ir até a Suíça atrás de uma pista de seu paradeiro. Mas, acabou descobrindo que sua filha mais velha tinha sido deportada para Auschwitz, onde foi morta numa câmara de gás.

 

Após a tragédia, a família tentou retomar a vida da maneira que podia e, em 1946, se mudou para São Paulo. Alguns anos depois, a caçula se casa com GregorioZolko e criaseu próprio clã: as filhas Sandra e Karen Zolko e os netos André, Adriana e Lara.

 

Em 1974, a família viaja para a Checoslováquia e, durante um passeio pelo Museu Judaico de Praga, visita uma exposição de desenhos de crianças feitos durante a Segunda Guerra no campo de concentração de Theresienstadt.

 

A enorme surpresa se deu quando Monika reconheceu a assinatura da sua irmã, Erika Stránská, em um deles. Começou, então, a busca por detalhes de como teria sido a sua vida. Mas, quase nada foi descoberto naquela época devido ao regime comunista que vigorava.

 

Em 2012, incentivada por um amigo, Karen Zolko resolve mais uma vez procurar informações sobre o paradeiro da meia-irmã de sua mãe.Com a dissolução da Checoslováquia e as facilidades da internet, a brasileira consegue entrar em contato com o diretor do museu e descobre que lá não estava apenas um desenho de Érika, mas sim 30 deles.

 

“Montar esse quebra-cabeça era um presente que eu queria dar para a minha mãe. Consegui 70 anos depois, com a ajuda fundamental de amigos e familiares”, conta Karen Zolko que, junto com Dodi Chansky, representa o projeto da exposiçãono Brasil.

 

Além de um link para acessar as imagens, o diretor do museu mandou uma lista de contatos de pessoas que poderiam ajudar com mais informações sobre a história. Uma delas era a jornalista Hannelore Brenner, que começa a trocar dados e documentos com a brasileira e mostra para a família que Erika era uma das meninas que morou no Quarto 28.

 

Dessa ligação surge uma amizade e a ideia de trazer a exposição para o Brasil. “Nosso objetivo agora é levá-la para mais capitais do país e, quem sabe, ajudar outras famílias a conhecer e finalizar suas histórias pessoais, como aconteceu com a minha”, revela Karen.

 

“Usando essa emocionante história como inspiração, queremos ajudar a difundir o poder da arte e da educação como ferramentas fundamentais para enfrentar as mais difíceis situações da vida. Para isso, incluímos na programação oficial um bate-papo com representantes de quatro instituições brasileiras que usam a arteterapia para auxiliar crianças que estão passando por momentos adversos”, explica Dodi, parceira no projeto da exposição e amiga da família há anos.

 

Serviço


Abertura: 19/03 , às 19h

Visitação: De 20/03 a 26/04 (terça a domingo)

Horário: 9h às 18h30

Local: Museu Nacional

Endereço: Setor Cultural Sul, lote 2 – Zona 0 – Anexo

Entrada: Gratuita

Classificação: Livre

 

Fonte: Jornal de Brasília

Categoria: Cult
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MÁSCARAS AFRICANAS PELO OLHAR DE KRISTOF DEGRAUWE

A Aliança Francesa de Brasília recebe, de 17 de março a 30 de abril, como parte da 18ª Semana da Francofonia, a exposição do fotógrafo belga Kristof Degrauwe.  A mostra “A Máscara Oculta” (The Hidden Mask)  foi criada em Lubumbashi (República Democrática do Congo), entre 1999 e 2000, com base na vasta coleção de máscaras “escondidas” nas lojas do museu etnográfico de lá. São 30 fotos (40 x 50 cm) interpretadas pelo olhar do fotógrafo e de uma forma muito intuitiva, a partir da própria máscara, ignorando o seu significado exato.

 

 

Exposição de fotos

 

Título:  A Máscara Oculta (The Hidden Mask)

 

Abertura: 17 março, às 20h

 

Visitação: 17 de março a 30 de abril, das 10h às 19h

 

Local: Espaço Cultural Ernesto Silva – Aliança Francesa | SEPS 708/907 lote A

 

Classificação indicativa: livre

 

Entrada franca

 

Fonte: Jornal de Brasília

Categoria: Cult
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FESTA BRASILEIRA REÚNE RIQUEZA CULTURAL NACIONAL

Cinco dias regados a comidas e bebidas típicas, artesanato, brincadeiras e shows musicais

Um grande passeio pela riqueza da identidade cultural brasileira. Assim promete ser a FESTA BRASILEIRA, que pela primeira vez acontece em Brasília, reunindo expositores, atrações culturais e comidas típicas de vários estados do País. De 1º a 5 de abril, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, será possível, dentre outras coisas, provar a famosa cachaça mineira, o queijo colonial gaúcho, o acarajé baiano, o sabor do baião de dois nordestino, adquirir produtos de confecção em couro e artesanato e, de quebra, assistir a vários shows. E o melhor, com entrada franca!

 

 

Estão confirmadas participações de expositores de São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás, Minas Gerais, Bahia e do Distrito Federal e entorno. Ao todo, serão 120 estandes com os mais variados tipos de produtos e uma programação cultural paralela, que tem como compromisso levar ao palco exemplos da diversidade cultural nacional.

 

Diariamente no palco principal o público poderá conferir o trabalho do Circo de Palco de Novo Hamburgo, que mistura acrobacias, teatro, dança e poesia na linha do chamado Novo Circo. A companhia apresentará pockets shows com números de contorcionismo, trapézio e muito mais. De noite, o palco receberá diferentes atrações. No dia da abertura da feira, sobem ao palco alguns dos principais nomes da chamada Geração 80. Estarão se revezando Kiko Zambianchi, Mauricio Gasperini (ex-banda Rádio Taxi) e Kid Vinil (ex-banda Magazine). No dia seguinte, 2 de abril, será a vez da dupla sertaneja Maciel e Edilson.  Em 3 de abril, o som do grupo Candanguero toma a cena, com muito samba, choro, Bossa Nova, frevo, maracatu. Sábado, dia 4 de abril, o palco será da Orquestra de Violeiros Sinfonia do Cerrado, da Folia do Divino Espírito Santo, das Catireiras do Divino e dos Catireiros Soberanos, vindos especialmente de Niquelândia, Goiás. E também da cidade goiana são o Grupo de Congada de Santa Efigênia e as Catireiras de Santa Efigênia, que fazem o show de encerramento da feira.

 

Para a criançada, o evento contará com uma grande brinquedoteca. Enquanto os adultos passeiam pelos estandes de comidas, bebidas, móveis, confecções e utilidades domésticas, a meninada pode se divertir com atrações como cama elástica, piscina de bolinhas, pula-pula, totó, tobogã, pintura de rosto, pista de dança infantil (com DJs que fazem a cena musical brasiliense), salãozinho fashion, além de shows de mágicas e personagens vivos, como Frozen, Peppa e Galinha Pintadinha, dentre outros. Ainda especialmente para o público infantil serão ministradas oficinas de balão, desenho livre, capoeira e bolos.

 

PROGRAMAÇÃO SHOWS

 

De 1º a 05 de abril – Circo de Palco de Novo Hamburgo/RS. Pockets shows na quarta e na quinta e três apresentações na sexta, sábado e domingo.

 

1º de abril – Show Geração Anos 80

 

02 de abril -  Maciel e Edilson

 

03 de abril -  Candanguero

 

04 de abril – Orquestra de Violeiros Sinfonia do Cerrado, Folia do Divino Espírito Santo, As Catireiras do Divino e os Catireiros Soberanos (Niquelândia – GO)

 

05 de abril – Grupo de Congada de Santa Efigênia e As Catireiras de Santa Efigênia – Niquelândia – GO

 

FEIRA FESTA BRASILEIRA

 

Data: 1º a 5 de abril de 2015

 

Horários: quarta e quinta das 16h às 22h e sexta, sábado e domingo das 11h às 22h.

 

ENTRADA FRANCA

 

Informações: www.festabrasileira.com.br – (61) 3345 0011

 

Fonte: Jornal de Brasília

Categoria: Fique de Olho
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A SÉRIE DIVERGENTE: INSURGENTE

Lançamento: 19 de março de 2015 (1h59min)

Direção: Robert Schwentke

Atores: Shailene Woodley, Theo James, Octavia Spencer mais

Gênero: Ficção científica , Ação

Nacionalidade: EUA

 

Sinopse:

Não recomendado para menores de 14 anos

Tris (Shailene Woodley) e Quatro (Theo James) agora são fugitivos e procurados por Jeanine Matthews (Kate Winslet), líder da Erudição. Em busca de respostas e assombrados por prévias escolhas, o casal enfrentará inimagináveis desafios enquanto tentam descobrir a verdade sobre o mundo em que vivem.

Trailer

Fonte: AdoroCinema

 

 

Categoria: Literatura e Filmes
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EXPERIÊNCIA TUMULTO III 25.02 A 20.04

HORÁRIO: de 9h às 21h
INGRESSO: Entrada franca
SAIBA MAIS sobre a mostra
Em Experiência Tumulto III, o artista Wagner Barja, defensor da “arte contemporânea
popular”, reconstitui seu universo plástico em trinta obras (poesia visual, vídeo-objeto,
instalações, esculturas, fotografias de grandes dimensões e vídeos que apresentam
performances e intervenções urbanas) realizadas ao longo de sua carreira, além de obra
inédita concebida especialmente para a exposição.
Fonte:  CCBB DF

Categoria: Cult
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