NARRATIVAS COTIDIANAS

No dia 28 de maio (quinta-feira), às 19h, foi aberta a exposição Narrativas Cotidianas, individual de Bruno Baptistelli, na Galeria Fayga Ostrower, no Complexo Cultural Funarte Brasília. Contemplado pelo Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2014 – Atos Visuais Funarte Brasília, o projeto estará aberto à visitação pública de 29 de maio a 12 de julho, de segunda-feira a domingo, das 9h às 21h, com entrada gratuita.

 

 

Com curadoria de Tomás Toledo, a mostra apresenta trabalhos realizados por Baptistelli, após uma viagem de pesquisa a Brasília, que investigam as relações do imaginário imagético do artista sobre a cidade. O resultado é uma exposição-instalação, articulada em diversas plataformas, como fotografia, pintura e design, que evidencia o espaço da Galeria Fayga Ostrower, a cidade de Brasília e os elementos que as constituem: arquitetura, urbanismo, contexto social e político, além de toda a história a partir de imagens relacionadas à sua construção.

 

A exposição alimenta-se do repertório do artista para confrontar o imaginário de Brasília com a experiência real de vivenciar o local. Dessa forma, abre-se espaço para criação de novas perspectivas imagéticas, que dialogam, ao mesmo tempo, com a história da iconografia da capital brasileira e com a situação atual da cidade.

 

A proposta curatorial da exposição está lastreada no acompanhamento do processo do artista e na elaboração em conjunto do projeto de exposição. Artista e curador realizaram em conjunto a viagem de pesquisa a Brasília, possibilitando uma base comum – mas ao mesmo tempo distinta, por tratar-se de duas perspectivas sobre a cidade – para o desenvolvimento da exposição.

 

Dica:​

Exposição Narrativas Cotidianas

De ​29 de maio a 12 de julho​, de ​segunda-feira a domingo, das 9h às 21h

Local: Galeria Fayga Ostrower (Complexo Cultural Funarte Brasília – Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural, entre a Torre de TV e o Centro de Convenções​).

​E​ntrada franca.

Classificação indicativa livre

​Mais i​nformações: 3322-2076 / 3322-2029 / atosvisuais@funarte.gov.br / www.funarte.gov.br

 

Fonte: Dicas da Capital

Categoria: Cult
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LEON FERRARI – RESISTÊNCIAS E TRANSGRESSÕES

A Embaixada da Argentina traz ao CCBB a coleção do acervo do Museu de Arte Contemporânea de São Paulo com 52 obras de León Ferrari. León Ferrari talvez tenha sido um dos artistas que, nas últimas décadas, na Argentina (seu país de origem) e no Brasil (onde viveu por anos), melhor herdou o espírito combativo e resistente das vanguardas do último século. Seus trabalhos investem contra as diversas formas de repressão à liberdade, além de posicionar-se, de maneira crítica e irônica, frente a alienação da sociedade contemporânea. Não fique de fora dessa, confira!

 

 

Qual dia?

13 de maio a 13 de julho

 

Qual o horário?

De quarta a segunda, das 9h às 21h.

 

Onde vai ser?

CCBB Brasília

 

Quais as atrações?

Leon Ferrari – Resistências e Transgressões

 

Qual o valor do ingresso?

 

Entrada franca

*Valores sujeito a alterações sem aviso prévio.

Onde está vendendo?

**

Mais informações:

Telefone: (61) 3108-7600

 

Fonte: Sou Brasília

Categoria: Cult
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ROUPA NOVA EM BRASÍLIA

 

Dia 22 de Maio tem show da banda Roupa Nova, no Ginásio Nilson e Nelson! Não perca!

Data: 22 de Maio, Sexta

Hora: 21h

Local: Ginásio Nilson Nelson – Setor SRPN – Asa Norte

Atrações

 

Roupa Nova

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Ingressos

 

Área Superior

R$ 60,00 – 1º Lote

Localizada no anel Superior

Bares, Cadeiras, Banheiros

Censura 16 anos

Frente Palco Open Bar

R$ 100,00 – 1º Lote

Open Bar – Vodka, Cerveja, Agua e Refri

Localizada na frente do palco em pé e área com

cadeiras não marcada na lateral, banheiros.

Censura 18 anos

Mesas Open Bar (4 pessoas)

Open Bar – Whisky, Vodka, Cerveja, Agua e Refri

Piso elevado, banheiros, serviço de garçom

Mesas Limitadas

Censura 18 anos

Mesa Ouro R$ 900 – 1º Lote

Mesa Prata R$ 700 – 1º Lote

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Pontos de Venda

 

Mormaii

(Conjunto Nocional,Patio Brasil, Brasília Shopping,

Pontão do Lago Sul)

Casa do Cowboy

(Taguatinga)

Bilheteria Digital

(Pátio Brasil)

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Mais Informações

 

Telefone: 3342-2232

Classificação: Confira a programação.

 

Fonte: DeBoa Brasília

Categoria: Fique de Olho
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100 ANOS DE XILOGRAVURA – HANSEN BAHIA

Obras do artista alemão radicado baiano estarão expostas na Marcelo Henrique Lima Galeria até 18 de maio

A partir do dia 18 de abril, Brasília recebe a exposição 100 Anos de Xilogravura – Hansen Bahia. Artista alemão radicado em território baiano, Hansen dedicou sua vida e criações a retratar a terra e o povo que o acolheu e pelos quais se apaixonou. Um pequeno recorte do expressivo acervo de obras do artista estará exposto na Marcelo Henrique Lima Galeria, na Asa Norte, com curadoria de Bené Fonteles. O lançamento no dia 18 de abril começa às 17h. A visitação fica aberta até 18 de maio, com entrada franca.

 

 

Hansen é um dos principais nomes da xilogravura mundial. Nenhum outro artista retratou a Bahia, a partir da xilogravura, como ele, levando suas obras a exposições na América Latina, Estados Unidos e Europa. Chegou ao Brasil em 1950, na cidade de São Paulo, para expor e ilustrar livros. Cinco anos depois, em 1955, aportou em Salvador – como fizeram Caribé e Pierre Verger nos anos 40. O encantamento começou logo ali. Em 1959, Hansen assumiu o estado em seu sobrenome e nele tomou inspiração de todas as originais e mestiças imagens cotidianas que lhe invadiam olhos e coração.

 

É no Recôncavo Baiano, em Cachoeira e São Félix, que artista se instala e vive até seu falecimento, em 1978. Em Cachoeira, compra uma antiga casa, onde hoje funciona a Fundação Hansen Bahia, inaugurada pouco antes de sua morte. Foi professor da Escola de Belas Artes da UFBA, ilustrou livros de Jorge Amado, o expressivo e definitivo álbum inspirado no poema Navio Negreiro, de Castro Alves, a “Ópera dos três vinténs”, de Bertold Brecht, entre tantas outras. Participou das primeiras cinco Bienais de São Paulo e suas obras estão nos mais importantes museus brasileiros; no Ermitage, em São Petesburgo; e Albertina, em Viena.

 

Mais sobre Hansen

Nascido em Hamburgo em 1915, foi escultor, poeta, escritor, cineasta e pintor. Entre 1936 e 1945, serve como soldado marinheiro na Segunda Guerra Mundial. No Brasil, descobriu a ancoragem para transmutar as sombras da guerra e desenvolver sua poética expressionista. Trouxe uma arte com forte influência estética de origem europeia, dando a tudo isso a temática e o sotaque baiano. Na xilogravura expressionista consolida um meio de compreender e amar o mundo, tornando suas criações e a Bahia reconhecidas internacionalmente.

 

Site da Fundação Hansen Bahia: www.hansenbahia.com.br

 

SERVIÇO

Exposição 100 Anos de Xilogravura – Hansen Bahia

Local: Marcelo Henrique Lima Galeria – CLN 112, Bloco D, Sala 205 – Asa Norte

Abertura da exposição: sábado, 18 de abril de 2015, às 17h

Visitação: de 20 de Abril a 18 de Maio de 2015

Horário de Funcionamento: seg a sex, das 13h às 19h / sáb, das 13h às 18h

Contato: 61 3547.2820 / 9269.2602 – mhlgaleria@gmail.com

Site: www.mhlarte.com.br

 

Assessoria de Imprensa – Pareia Comunicação e Cultura

Davi Mello: 61 9147.8074  (claro)

Keyane Dias: 8575.8500 (oi)  / 61 8310.6920 (tim)

 

Fonte: Blog Pareia Comunicação

Categoria: Cult
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ROMANCE ‘CONTAR TUDO’, DO PERUANO JEREMÍAS GAMBOA CHEGA AO BRASIL

Com referências à música e intrigantes cenas de sexo, obra conta a história de um jornalista que decide largar tudo e viver de literatura

RIO — O romance tem mais de 500 páginas e um título auspicioso: “Contar tudo”. Elogiado pelo Nobel Mario Vargas Llosa e recebido por críticos literários latino-americanos como uma revelación, é o primeiro livro publicado no Brasil do jornalista e escritor peruano Jeremías Gamboa, de 40 anos. E o que um autor praticamente estreante tem tanto a contar? A própria vida, mas aqui confundida com a história de Gabriel Lisboa: um jovem estudante de Jornalismo da periferia de Lima que conta moedas para pagar a passagem, ouve Lou Reed e Caetano Veloso e lê livros o dia todo, tem certa dificuldade com os amores, mora de favor na casa de um tio e faz estágio em uma revista política semanal. E que um dia, tornado jornalista experiente, decide largar tudo e viver de literatura — tal qual Gamboa, que abandonou as redações (hoje colabora semanalmente com uma coluna de literatura para o “El Comercio”) para escrever o livro e dar oficinas de escrita no Peru. Ao tentar responder a si mesmo como faria isso — viver de literatura nos dias de hoje — o autor encontrou o título e o cerne do romance, uma bravata existencial em direção às palavras.

 

Muitos primeiros romances falam sobre a própria vida do escritor. É mais fácil escrever sobre o que se conhece?

 

É mais fácil, sim, mas a parte inventada aparece imediatamente. Desde o primeiro parágrafo, que escrevi saindo de um banho nos Estados Unidos, comecei a mentir, porque o meu protagonista faz o mesmo mas em um quarto em Santa Anita, na periferia de Lima. Escrever ficção é viver pelos pés de alguém. Gabriel Lisboa não sou eu, mas é um garoto feito de mim: dos meus medos, meus assuntos, meus desejos, meus sonhos.

 

É um romance caudaloso. Isso foi um problema durante a escrita?

 

É um problema editorial, pelo qual eu temia. Não queria que a extensão complicasse sua publicação e depois sua tradução: as cerca de 200 mil palavras encareceriam o custo de edição, a quantidade de papel, o custo das traduções. Neste sentido foi um problema. Mas no sentido literário, não. Gosto muito das novelas longas, e é de se agradecer que um escritor tenha uma história extensa e o tom preciso para narrá-la: é como sustentar uma relação amorosa duradoura e plena de bem-estar. Eu comecei a “contar tudo” pela metade, a partir do momento da renúncia, mas constantemente fazia flashbacks para contar o início da vida do personagem como jornalista. Então descobri que era uma novela de iniciação, que devia ser mais linear. Às vezes, quando escrevia, eu tinha receios pelo tamanho da história porque não há como se ter muito controle sobre a totalidade. E porque quando uma cena não saía sentia que todo o livro estava em risco. É como navegar um transatlântico.

 

Por que o livro se tornou um best-seller no Peru?

 

Foi impressionante. Hoje acho que foi uma empatia muito grande dos leitores com o protagonista: um garoto que representa uma maneira de ser de muitos peruanos, um adolescente mestiço e sem oportunidades que se lança a um lugar no mundo da mesma forma que muitos filhos de migrantes peruanos em Lima, transformando-se, e à cidade, definitivamente.

 

Em que momento de “Contar tudo” você notou que tinha uma linguagem própria?

 

Desde o início eu intuí. Sem essa certeza seria difícil abandonar o que estava fazendo para escrevê-lo. Custou muito encontrar uma voz própria, sobretudo pelo tratamento que daria à pobreza, que é uma característica dos meus personagens. Quando encontrei uma maneira digna de representá-los, achei algo parecido com a minha voz nos contos do livro “Punto de fuga” (primeiro livro de Gamboa, a coletânea de contos “Pontos de fuga”, em tradução livre, deve ser publicada ainda este ano pela Alfaguara). Foi precisamente este processo lento e doloroso do encontro de uma voz própria que quis representar no romance.

 

Há muita música no romance. Lou Reed é quase um personagem.

 

Escrevo com música. Deve ser por isso. Jamais soube escrever em silêncio. No momento de escrever este livro ouvi muita música, e fui incorporando as canções e discos desde o primeiro parágrafo. De fato a música é um gatilho da escrita. Gosto muito das ficções de Hanif Kureishi, Nick Hornby, e do chileno Alberto Fuguet, que incorporam muita música pop à trama. Eu me formei com música e por isso Gabriel também. Algumas das melhores lições que recebi sobre criação vêm da música, por isso homenageei Lou Reed, que me ensinou um sentido de escritura e liberdade, e Caetano Veloso, que foi meu grande guru na maneira de encarar meu ser mestiço.

 

É um romance sobre a escrita. As cenas de sexo do tímido Gabriel foram as mais difíceis, como costumam afirmar muitos escritores?

 

São difíceis como qualquer outra. Quando me aproximava delas, e sabia que entraria nelas, temia não conseguir escrevê-las e recorrer às elipses. Ao final acredito que tenham dado certo, graças à poesia de Jorge Eduardo Eielson, por exemplo, que li bastante durante a escrita. Quando li elogios a essas cenas de cama me senti seguro, empoderado como escritor. O sexo é um momento esplêndido para conhecer as pessoas e também para apresentar a essência dos personagens.

 

Fonte: O Globo

Categoria: Literatura e Filmes
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MÁSCARAS AFRICANAS PELO OLHAR DE KRISTOF DEGRAUWE

A Aliança Francesa de Brasília recebe, de 17 de março a 30 de abril, como parte da 18ª Semana da Francofonia, a exposição do fotógrafo belga Kristof Degrauwe.  A mostra “A Máscara Oculta” (The Hidden Mask)  foi criada em Lubumbashi (República Democrática do Congo), entre 1999 e 2000, com base na vasta coleção de máscaras “escondidas” nas lojas do museu etnográfico de lá. São 30 fotos (40 x 50 cm) interpretadas pelo olhar do fotógrafo e de uma forma muito intuitiva, a partir da própria máscara, ignorando o seu significado exato.

 

 

Exposição de fotos

 

Título:  A Máscara Oculta (The Hidden Mask)

 

Abertura: 17 março, às 20h

 

Visitação: 17 de março a 30 de abril, das 10h às 19h

 

Local: Espaço Cultural Ernesto Silva – Aliança Francesa | SEPS 708/907 lote A

 

Classificação indicativa: livre

 

Entrada franca

 

Fonte: Jornal de Brasília

Categoria: Cult
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GUILHERME & SANTIAGO VOLTA A BRASÍLIA PARA SHOW MEMORÁVEL

Sertanejos se apresentam na Villa Mix, a partir das 22h30. Antes, o cantor Rangel Castro faz show de abertura

Sucesso nas paradas musicais de 2014 com o hit “Jogado na rua”, que já conta mais de 15 milhões de visualizações no Youtube, a dupla sertaneja Guilherme & Santiago retorna a Brasília na sexta-feira, dia 10 de abril, em apresentação na Villa Mix. Para o show, eles trazem o repertório de “Tudo pra Você”, o disco de inéditas lançado no ano passado, além dos inesquecíveis sucessos de carreira, como “Do outro lado da cidade”, “Mentira de amor”, “Azul”, “Som e imagem”, “Chovendo estrelas”, “Perdi você”, “Franguinho na panela” e “Magia e Mistério”. Os ingressos custam entre R$40 e R$100 (meia entrada).

 

 

Com mais de 20 anos de carreira, os irmãos goianos cativaram o público brasiliense ainda logo nos primeiros trabalhos, e prometem um show especial para na volta à cidade. Eles preparam a gravação de um novo DVD, ainda para este ano, com a inclusão da música “Meia noite e meia”, lançada recentemente pela dupla.

 

Com 17 álbuns, 4 DVDs e cerca de 180 shows por ano, Guilherme e Santiago sempre tiveram o apoio incondicional da família e uma grande equipe unida em torno do ideal de levar alegria e emoção aos seus expectadores. Foram apresentadores do programa “Terra Nativa”, na Band, por dois anos, e provaram que a comunicação com todo tipo de público é o forte da dupla.

 

Esbanjando talento e carisma, os artistas se consolidaram entre os principais artistas sertanejos da atualidade, com espaço garantido entre os jovens e aceitação desde as festas de peão até as baladas. Para abrir o show da dupla, a Villa Mix convidou o cantor Rangel Castro.

 

Serviço

 

O que: Guilherme & Santiago + Rangel Castro

 

Onde: Villa Mix Brasília – SHTN Trecho 2 Conjunto 5 – Vila Planalto – Brasília – DF

 

Quando: Dia 10 de abril de 2015, sexta-feira, a partir das 22h30.

 

Classificação indicativa: 18 anos

 

Tem: Acessibilidade, Ar-condicionado.

 

Ingressos:

 

(Homem) R$ 60,00 1º Lote Frente Palco (Meia entrada)

 

(Mulher) R$ 40,00 1º Lote Frente Palco (Meia entrada)

 

(Homem) R$ 100,00 1º Lote Camarote (Meia entrada)

 

(Mulher) R$ 70,00 1º Lote Camarote (Meia entrada)

 

Compre seu ingresso: Vendas antecipadas na Koni Store 209 Sul, 109 Norte e QI 11 Lago Sul

 

Restrições do evento:

 

• Proibida a entrada de menores de 18 anos, obrigatória a apresentação de documento de identificação RG ou CNH, original, com foto recente de no máximo dez anos para entrada na casa.

 

• Proibida a entrada de boné, gorro, moletom de capuz, toca, regata, mochila, correntes, arguile, chinelo.

 

• Para pagamentos com cartão de crédito ou débito é obrigatória a apresentação do documento de identidade original e a utilização do mesmo é autorizada somente para o titular do cartão.

 

Mais Informações: (61) 3326-9796

 

Fonte: Jornal de Brasília

Categoria: Fique de Olho
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BRASÍLIA ROCK SHOW – PARALAMAS E TITÃS

O primeiro festival de 2015 promete abalar as estruturas da capital! As duas maiores expressões do Rock Brasileiro estão de volta: Paralamas e Titãs. Não perca o Brasília Rock Show dia 7 de março, sábado, a partir das 21h.

 

 

Data: 07 de março, Sábado

Hora: A partir de 21h

Local: Ginásio Nilson Nelson – Setor SRPN – Asa Norte

Atrações

Paralamas do Sucesso

Titãs

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Ingressos

Área Superior

 

R$ 50,00

Frente Palco

 

R$ 80,00

Camarote Balako na Lua

 

R$ 100,00

Camarote Moranga

 

R$100,00

*Valores dos ingressos sujeitos à alterações sem aviso prévio.

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Pontos de Venda

Free Corner – Conjunto Nacional, 304 Sul, Gilberto Salomão

Casa do Cowboy – Taguatinga

Bilheteria Digital

Ingresso em Casa Brasília – (Tele Entrega Oficial): 9209-1074 Whatsapp: 9808-2016 (Venda em até 3x no cartão)

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Mais Informações

Telefone: 61  3342-2232 / 8438-0000

Classificação: 18 Anos.

 

Fonte: DeBoa Brasília

Categoria: Fique de Olho
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