PESQUISA FEITA POR PROFESSOR DO UDF PODE AUXILIAR NA PREVENÇÃO DE DOENÇAS

A tese de doutorado realizada pelo Professor Dr. Jeeser Alves, do curso de Educação Física do Centro Universitário UDF, pode auxiliar na prevenção de doenças causadas por hipertensão arterial e obesidade. Uma parte inicial dos resultados obtidos por ele foram publicados na revista International Journal of Sports Medicine, uma das mais conceituadas na área de Medicina Esportiva.

 

O estudo foi publicado pela revista utilizando resultados iniciais da tese de Doutorado do professor. “Trata-se de testes realizados em ratos obesos de forma a observar a capacidade aeróbia dos mesmos. Desta forma, podem-se verificar os benefícios da realização destas atividades na prevenção de doenças”, explica o professor.

 

Através da pesquisa, será possível, então, detectar os agentes de saúde resultantes da prática de exercícios físicos. “Hoje em dia todo mundo recomenda a prática de atividades físicas como uma forma de prevenção de doenças, porém, mais da metade da população brasileira não pratica por não ter noção real dos benefícios”, justifica.

 

A pesquisa


Foi verificado o efeito do exercício em intensidade moderada em ratos obesos equiparando-se a uma pessoa praticante de atividades físicas na mesma intensidade, isto é, 5 vezes por semana durante 30 minutos.

 

Ao final do treinamento, os animais apresentaram melhora de 20% na capacidade aeróbia, mesmo não apresentando sinais de emagrecimento quando comparado ao controle. Curiosamente, mesmo não apresentando redução de peso, os animais exercitados ganharam menos peso comparados àqueles que não se exercitaram.

 

Com isto, o estudo concluiu que a prática do exercício, mesmo que em períodos curtos, podem ser benéficos embora não apresentem reduções em peso corporal em períodos iniciais de prática de atividade. Desta forma, embora resultados estéticos possam não aparecer de maneira imediata com a prática do exercício físico, é relatado que em apenas uma sessão de exercício o indivíduo perceba melhoras fisiológicas. Este estudo foi um pontapé inicial para os próximos experimentos que estão em fase final pelo nosso grupo de pesquisa, no qual envolve também outros professores do UDF. Este artigo demonstra uma intensidade segura de exercício que é capaz de promover importantes mudanças no perfil aeróbio.

 

Categoria: UDF pra você
Tags: , , , , , , , , , ,
Comentar

TER UM IRMÃO MAIS NOVO PODE FAZER MAL AO SEU CORAÇÃO

Aquela velha rixa entre irmãos ganhou outro argumento, a favor dos mais velhos: a chegada de outro filho pode aumentar a pressão sanguínea dos outros irmãos – e isso aumenta o risco de ter problemas cardíacos. Mas, calma, nem tudo é ruim. Com o tempo, a ciumeira passa e o coração fica fora de perigo.

 

 

A descoberta veio de uma pesquisa de universidades americanas, espanholas, indianas e bolivianas. Os antropólogos selecionaram 200 famílias, que vivem em sociedades agrícolas espalhadas por vilas amazônicas da Bolívia. E durante os meses de junho a setembro de 2007, colheram dados demográficos e socioeconômicos, e mediram a pressão sanguínea dos filhos. Eles perceberam que a chegada de um irmãozinho aumentava entre 3% e 5,9% a pressão sanguínea dos outros. Se fosse uma irmã, a pressão subia um pouco menos – em média, 3.8%.

 

O motivo? Ciúme e posse. Afinal, com um novo membro na família, os filhos precisam dividir a atenção dos pais, os brinquedos. É como se o caçula representasse uma ameaça aos outros pequenos. Ainda mais se o recém-chegado for um menino. Nas famílias estudadas, o papel masculino ainda é o mais forte, dominador e, por conta disso, um novo irmão pode ser mais “ameaçador” do que uma irmã. Aí o nascimento de um garoto pode aumentar ainda mais a pressão sanguínea dos outros filhos.

 

Só que isso passa. Conforme os filhos crescem e amadurecem, a pressão sanguínea volta ao normal. Aí os filhos começam a se dar bem… Ou não.

 

Fonte: Íntegra Super Interessante

Categoria: Acontece
Tags: , , , , , , , , ,
Comentar

FICAR SENTADO POR MUITO TEMPO ELEVA CHANCES DE MORTE POR SÉRIE DE DOENÇAS

Belo Horizonte — Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), 20 minutos diários de atividade física intensa o bastante para promover cansaço bastam para que a pessoa não seja considerada sedentária e para diminuir consideravelmente as chances de desenvolver uma série de doenças.

 

 

Pesquisas recentes, contudo, mostram que a manutenção de um corpo saudável é mais complexa. Não que a recomendação do órgão ligado às Nações Unidas não seja válida. É sim. Mas é importante não ficar muito tempo parado no restante do dia.

 

Mesmo que o indivíduo seja um atleta, caso ele passe mais de quatro horas ininterruptas sentado diariamente, ele entra no grupo de risco para todas as causas de mortalidade. Sim, é isso mesmo. Segundo um estudo australiano publicado recentemente no periódico Archives of Internal Medicine, ficar sem se mexer por muito tempo pode levar à morte mais cedo, e o risco cresce à medida que aumenta o número de horas colado à cadeira. De acordo com os resultados do estudo, ficar sentado mais de seis horas por dia, por exemplo, aumenta em 40% as possibilidades de alguém morrer nos próximos 15 anos. Se o período parado sobre para 11 horas, dobra-se o risco de morte em apenas três anos.

 

Fonte: Íntegra Correio Web

Categoria: Em pauta
Tags: , , , , ,
Comentar

NUTRIÇÃO PARA A OSTEOARTRITE E ARTRITE REUMATOID

Texto elaborado pelo departamento científico da VP Consultoria Nutricional

 

 

Apesar de a Osteoartrite e Artrite Reumatoide serem doenças que ocorrem nas articulações, elas têm uma diferença principal. Enquanto a Osteoartrite é uma inflamação relacionada com desgaste das articulações por um problema mecânico (ou seja, sobrecarga constante da referida articulação), a Artrite Reumatoide é caracterizada como uma doença sistêmica e autoimune, ou seja, o organismo começa a não reconhecer o próprio organismo, causando uma resposta do sistema de defesa, que ataca a própria articulação.

 

 

Como temos fisiopatologias diferentes, essas condições devem ser tratadas diferentemente. A Osteoartrite deve ser tratada, primeiramente, evitando mais ainda a sobrecarga da articulação afetada. Portanto, é fundamental evitar um exercício repetido ou posição constante que sobrecarregue a articulação. Com isso, é importante manter um peso saudável para esta finalidade. O tratamento medicamentoso, muitas vezes, fica circulante entre anti-inflamatórios e analgésicos. Porém, a nutrição também pode ajudar.

 

 

Estudos têm mostrado que a utilização de ômega-3 (EPA e DHA), presentes em peixes, pode auxiliar como coadjuvante ao tratamento, apesar de que o excesso de gordura na dieta pode ser um fator de risco para o desenvolvimento da Osteoartrite. Portanto, um equilíbrio de gordura na dieta, com gorduras ricas em ômega-3, é uma boa estratégia. Aminoácidos, como a glucosamina e condroitina, além de antioxidantes, também entrariam neste contexto por favorecerem a recuperação da articulação e o tratamento da Osteoartrite.

 

 

Já a Artrite Reumatoide é uma doença autoimune. Então, é importante considerar diversos aspectos, como os nutrientes que servirão como matéria-prima para formação de tecidos e nutrientes anti-inflamatórios para controle deste problema.

 

 

É preciso pensar na ativação constante deste sistema de defesa que está agredindo as articulações.  Para isso, é importante verificar se há presença de alimentos potencialmente alergênicos que levam à super estimulação do sistema de defesa, piorando a causa. Qualquer alimento que provoque este tipo de reação no indivíduo, virtualmente pode prejudicar o seu estado; e, na identificação desse possível alérgeno alimentar, uma dieta de exclusão é indicada.

 

 

A vitamina D, sintetizada a partir da exposição solar, é moduladora do sistema imune, estando relacionada com o controle e prevenção da Artrite Reumatoide e uma série de outras doenças. O ômega-3 aqui também é tão importante quanto na Osteoartrite, pela questão anti-inflamatória.

 

 

Portanto, além do tratamento medicamentoso, é preciso pensar na alimentação e em cuidados nutricionais no tratamento e prevenção da Osteoartrite e Artrite Reumatoide. Desta forma, será possível melhorar a qualidade de vida destes indivíduos que sofrem constantemente com estas doenças.

 

 

Referências Bibliográficas

  1. SRIDHAR, M.S.; JARRETT, C.D.; XEROGEANES, J.W.; LABIB, S.A. Obesity and symptomatic osteoarthritis of the knee. J Bone Joint Surg Br;  94(4):433-40, 2012.
  2. LOPEZ, H.L. Nutritional interventions to prevent and treat osteoarthritis. Part I: focus on fatty acids and macronutrients. PM R; 4(5 Suppl):S145-54, 2012.
  3. JARGIN, S.V. Supplementation of glycosaminoglycans and their precursors in osteoarthritis versus diet modification. Int J Rheum Dis; 15(3):e45-6, 2012.
  4. PEREA, S. Nutritional management of osteoarthritis. Compend Contin Educ Vet; 34(5):E1-3, 2012.
  5. BRUNNER, A.M.; HENN, C.M.; DREWNIAK, E.I.; et al. High dietary fat and the development of osteoarthritis in a rabbit model. Osteoarthritis Cartilage;  20(6):584-92, 2012.

6.       MILES, E.A.; CALDER, P.C. Influence of marine n-3 polyunsaturated fatty acids on immune function and a systematic review of their effects on clinical outcomes in rheumatoid arthritis. Br J Nutr; 107 Suppl 2:S171-84, 2012.

7.       EL-CHAMMAS, K.; DANNER, E. Gluten-free diet in nonceliac disease. Nutr Clin Pract; 26(3):294-9, 2011.

8.       HVATUM, M.; KANERUD, L.; HÄLLGREN, R.; et al. The gut-joint axis: cross reactive food antibodies in rheumatoid arthritis. Gut; 55(9):1240-7, 2006.

9.       ANTICO, A.; TAMPOIA, M.; TOZZOLI, R.; et al. Can supplementation with vitamin D reduce the risk or modify the course of autoimmune diseases? A systematic review of the literature. Autoimmun Rev; 2012 Jul 7 [Epub ahead of print].

 

Categoria: Retrato
Tags: , , , , , , , ,
1 Comentário

COMO SE PREVENIR DAS DOENÇAS DO INVERNO

Com o inverno chegando algumas medidas de precauções devem ser tomadas para evitar as tão temidas doenças de inverno. Próprias dessa época, essas doenças atingem principalmente crianças e idosos que estão mais suscetíveis a adquirir uma enfermidade.

As gripes, resfriados, rinites, infecções respiratórias e asma são algumas delas. É preciso ficar atento aos primeiros sinais das doenças para que elas possam ser tratadas de imediato, evitando a necessidade de internamento hospitalar. Para algumas pessoas o inverno é um período do ano em que os espirros, tosses e desconforto são motivos de muita preocupação. Como se tudo isso não bastasse, há aqueles que são extremamente sensíveis à mudança de temperatura.

A adaptação do organismo a essas mudanças não acontece de forma a prevenir o surgimento da doença, por isso é importante que para quem tem alergia e sensibilidade ao frio procurar sempre manter-se agasalhado e evitar ao máximo exposição desnecessária às baixas temperaturas.

Alimentar-se bem, ingerir bebidas quentes, evitar estar em lugares com multidões e cuidar dos primeiros sintomas assim que possível, são algumas das formas de amenizar o problema. Em casos em que ocorre febre alta, secreções amareladas e tosse ininterrupta o médico deverá ser consultado de imediato. A preocupação em procurar um médico é justamente para evitar que um simples resfriado possa se transformar em uma pneumonia e levar o paciente a um nível mais complicado de recuperação.

Atenção redobrada para as crianças que nessa época do ano são as principais vítimas de gripes e resfriados causando grande desconforto além da falta de apetite.

Ao primeiro sinal, tome as devidas medidas para sanar os sintomas da melhor maneira possível, evitando que esses sintomas evoluam para outra doença mais grave. E previna-se, sem dúvida, esta continua sendo a melhor forma de ficar livre das doenças típicas do inverno.

Fonte: http://mundohoje.com.br/como-se-prevenir-das-doenas-do-inverno.html

Categoria: Fique de Olho
Tags: , , , , , , ,
Comentar

OS BENEFÍCIOS DO CHÁ VERDE PARA A SAÚDE

Não é à toa que mais de 160 países fazem uso do chá verde, preparado com a erva Camellia sinensis. Este chá é rico em catequinas, uma classe de substâncias polifenoicas com poderes antioxidantes e anti-inflamatórios altamente favoráveis à saúde humana, pois modulam uma série de alterações metabólicas e condições clínicas.

O consumo do chá verde já foi pesquisado para o tratamento de diversas doenças, como as neurodegenerativas, adjunto no controle da composição corporal e de peso, lesões cervicais infectadas por HPV, para melhora da performance cognitiva, prevenção da doença de Parkinson e de alguns tipos de câncer, redução do colesterol, regulação de enzimas do fígado, diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares.

No Brasil, a dose pode variar entre 1 a 10 xícaras por dia. Em países asiáticos, o consumo médio é de até 3 xícaras por dia. Mas, mais importante talvez que o consumo, seja o preparo do chá para aproveitar ao máximo os benefícios de seus compostos. O método mais indicado é a infusão das folhas, ou seja, 1 colher de chá em 240 ml de água fervida por 5 minutos sob agitação leve. As folhas a granel, em substituição aos saches, possuem concentração de catequinas menor.

Mas mesmo um alimento com tantas qualidades pode não ser indicado para todas as pessoas. Gestantes devem evitar este chá pela presença de cafeína, já que passa pela placenta, assim como lactantes, pois apesar da concentração pequena de cafeína, o bebê não tem ainda a capacidade de metabolizar esta substância.

Este chá pode causar também reações e complicações como agitação, anemia, ansiedade, diarreia, dor abdominal, dor de cabeça, fadiga, entre outros. Portanto, sempre é interessante buscar a ajuda de um profissional para individualizar as orientações e evitar prejuízos. A premissa da individualidade bioquímica deve considerada para quem consumir o chá.

Outro cuidado é com relação ao risco de interação com uma série de medicamentos, ervas e suplementos. Deste modo, a presença de qualquer patologia e uso de medicamentos deve ser considerada no momento da escolha e indicação de consumo de alimentos e chás. No mas, é aproveitar a bebida e ter mais qualidade de vida para o dia a dia!

Bibliografia:
1. CLEMENT, Y.; Can green tea do that? A literature review of the clinical evidence. Prev Med; 49(2-3); 83-7, 2009.

2. GUIA DE PRODUTOS NATURAIS – Vol 1. Science Health Care. Goiânia, 2009.

3. MATSUBARA, S.; RODRIGUEZ-AMAYA, D.B. Teores de catequinas e teaflavinas em chás comercializados no Brasil. Ciênc Tecnol Aliment; 26(2): 401-407, 2006.

4. NISHIYAMA, M.F.; COSTA, M.A.F.; COSTA, A.M., et al. Chá verde brasileiro (Camellia sinensis var assamica): efeitos do tempo de infusão, acondicionamento da erva e forma de preparo sobre a eficiência de extração dos bioativos e sobre a estabilidade da bebida. Ciênc Tecnol Aliment, 30(Supl.1): 191-196, 2010.

5. RAINS, T.M.; AGARWAL, S.; MAKI, K.C. Antiobesity effects of green tea catechins: a mechanistic review. J Nutr Biochem; 21(1): 1-7, 2011.

6. WAZAIFY, M.; AFIFI, F.U.; EL-KHATEEB, M. et al. Complementary and alternative medicine use among Jordanian patients with diabetes. Complement Ther Clin Pract; 17(2): 71-5, 2011.

*A nutricionista Barbara Sanches é bolsista do curso de pós-graduação em Fitoterapia Funcional

Categoria: Fique de Olho
Tags: , , , , , , , , ,
2 Comentários
Termo de Uso de Conteúdo –

Nós permitimos e incentivamos a reprodução do conteúdo deste blog, desde que as condições determinadas abaixo sejam respeitadas.
Qualquer utilização que não respeite este Termo será considerada violação de propriedade intelectual e estará sujeita à todas as sanções legais.
Você pode copiar, distribuir e exibir o conteúdo, sob as seguintes condições:


Atribuição

Você deve dar crédito ao autor original sempre que o conteúdo possuir autoria. Veja o exemplo abaixo.
Por: (inserir o nome do autor)


Origem


A fonte deve ser citada da seguinte forma: Fonte: UDF.Blog (com o  link http://blog.udf.edu.br/)


Utilização do conteúdo


É vedada a criação de obras derivadas do conteúdo do UDF.Blog.
Você não pode alterar, transformar ou criar outra obra com base nesta.
Você não pode utilizar o conteúdo para finalidades comerciais ou publicitárias.


Política de Privacidade


Todas as informações fornecidas por você serão utilizadas para sua identificação.
Seus dados não serão vendidos ou compartilhados com terceiros sem sua prévia autorização.
Caso tenha solicitado, usaremos seus dados para mantê-lo informado sobre serviços, novidades e benefícios. Você sempre terá a opção de cancelar o recebimento de tais mensagens.


Condições gerais para os comentários


Buscando manter um relacionamento mais próximo e oferecer a possibilidade de participação dos usuários em nossos conteúdos, comentários são permitidos e bem-vindos em nosso blog.
Eles estão sujeitos a aprovação e serão publicados sempre que de acordo com as seguintes condições:

Os conteúdos dos comentários publicados são de responsabilidade dos usuários, não tendo nenhuma interferência ou opinião do UDF Centro Universitário.