MICROBIOTA: UMA PERSPECTIVA DA IMUNOLOGIA DO EXERCÍCIO

O coordenador do curso de Educação Física do UDF, prof. Bernardo Petriz, em parceria com professores de outras instituições nacionais e internacionais, teve um artigo publicado na conceituada revista de Medicina Esportiva Exercise Immunology Review.

 

 

A microbiota intestinal consiste de um conjunto de microrganismos que produzem uma variedade de moléculas sinalizadoras de natureza hormonal, ou seja, que são liberadas na corrente sanguínea e atuam em sítios distantes (receptores). A microbiota pode ser modulada por diversas condições ambientais, tais como o exercício e algumas patologias.

 

Interessantemente, o enriquecimento da diversidade bacteriana tem sido associado com uma melhora no estado de saúde geral e alterações no sistema imune, que constituem múltiplas conexões entre o hospedeiro a microbiota.

 

Por outro lado, a redução na quantidade e diversidade bacteriana da microbiota está associada com pioras na saúde, enquanto que o aumento da diversidade pode melhorar o perfil metabólico e as respostas imunes. Sendo assim, a ideia é que uma microbiota mais saudável auxilia no funcionamento geral do organismo e previne uma série de complicações metabólicas. Até o momento, poucos estudos controlados investigaram as interações entre o exercício agudo e crônico, e a microbiota intestinal.

 

No entanto, dados preliminares obtidos de estudos com animais ou probióticos mostram resultados interessantes a nível imunológico, indicando que a microbiota também atua como um órgão endócrino, sendo sensível as mudanças homeostáticas e fisiológicas decorrentes do exercício.

 

 

Indivíduos com diabetes e/ou obesidade apresentam uma redução na diversidade bacteriana da microbiota e este processo altera negativamente o sistema imune, de modo que, substâncias sinalizadoras liberadas por células imunes pioram estas patologias. Já o exercício parece restaurar parcialmente a microbiota, aumentando a sua diversidade, o que poderia melhorar os quadros adversos presentes em algumas doenças.

 

Apesar de tentador, ainda é muito cedo para estabelecer o exercício como uma ferramenta não farmacológica no tratamento de doenças associadas a distúrbios na microbiota. No entanto, definitivamente esta é uma área de grande interesse para futuros estudos na área de saúde, exercício e sistema imune.

 

Autores:

 

1- Stephane Bermon (Universidade de Nice Sophia Antipolis, Franca / Instituto de Medicina Esportiva e Cirurgia de Mônaco );

2- Bernardo Petriz (UDF – Centro Universitário, Brasília, Brasil / Centro de Análises Proteômicas e Bioquímicas, Programa de Pós-Graduação em Ciências Genômicas e Biotecnologia, Universidade Católica de Brasília);

3- Alma Kajeniene (Instituto de Esportes da Universidade de Ciências da Saúde, Lituânia);

4- Jonato Prestes (Programa de Pós-Graduação em Educação Física , Universidade Católica de Brasília);

5- Lindy Castell (Green Templenton College, Universidade de Oxford, Reino Unido);

6 – Octávio L. Franco (Centro de Análises Proteômicas e Bioquímicas, Programa de Pós-Graduação em Ciências Genômicas e Biotecnologia, Universidade Católica de Brasília / Pós-Graduação em Biotecnologia, Universidade Dom Bosco, Campo Grande, MS).

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PÓS-GRADUAÇÃO, POR QUE FAZER?

Sobre o Coordenador:

Bernardo Petriz é graduado em Educação Física com Mestrado em Atividade Física e Doenças Crônico degenerativas não Transmissíveis. Atualmente é doutorando em Ciências Genômicas e Biotecnologia, onde realizou seu estágio doutoral no laboratório de Genômica Estrutural na Universidade de Oxford no Reino Unido. Tem experiência como pesquisador na investigação das adaptações moleculares do sistema cardiovascular e musculoesquelético e da microbiota intestinal ao exercício, além de atuar como docente de Ensino Superior e Pós Graduação. É editor associado e revisor de periódicos científicos internacionais e também um dos fundadores do instituto ciência para saúde em Brasília.

 

Sobre o(s) curso(s):

Pós Graduação em Prevenção e Tratamento de Doenças Crônico degenerativas.

 

Público-alvo:

Para o curso de Pós Graduação em Prevenção e Tratamento de Doenças Crônico degenerativas: Graduados em Educação física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Nutrição, Terapia ocupacional, Medicina, Odontologia e áreas afins com experiência e/ou interesse em atuar em centros de reabilitação, hospitais e organizações públicas e privadas.

 

Os diferenciais do(s) curso(s):

Neste Pós Graduação, os diferenciais são o ineditismo deste curso no Brasil e o alinhamento de seu conteúdo com tópicos avançados e atuais da genética e biologia molecular no contexto das doenças crônico degenerativas. Todos estes aspectos são somados a docentes e pesquisadores experientes na área acadêmica e na prática das disciplinas que ministram. Por fim, o conhecimento das diversas áreas de atuação no tratamento destas doenças fornecera maiores recursos técnicos para uma atuação profissional multidisciplinar.

 

Mais informações:

Através do email “posgraduacao@udf.edu.br ” ou pelos sites www.udf.edu.br /

 

www.cienciaparasaude.com.br

 

Seu conhecimento no curso certo:

Integrar ao currículo a tradição e a experiência de mais de 40 anos do UDF em formação de profissionais bem sucedidos, além de estar em contato com tópicos avançados na prevenção e tratamento de doenças crônico degenerativas é sem dúvida, colocar seu conhecimento no curso e local certos.

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PRESIDENTE DO CONSELHO REGIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA MINISTRARÁ PALESTRA NO UDF

Como uma maneira de comemorar o Dia da Educação Física, o UDF realizará, no próximo dia 1º, um bate papo com a Presidente do Conselho Regional da categoria, Cristina Calegaro. O encontro pretende, também, informar e conscientizar os estudantes do curso sobre o papel do Educador Físico e a atuação do Conselho no Distrito Federal.

 

“Para ter um bom futuro profissional, é interessante que o aluno conheça o funcionamento do seu conselho e as principais atividades do mesmo”, afirma o Coordenador substituto de Educação Física, Jeeser Alves.

 

O evento, oferecido exclusivamente aos alunos do curso de Educação Física, será realizado  no Auditório do Ed. Sede a partir das 20h.

 

Participe!

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ATIVIDADE FÍSICA NO INVERNO REQUER CUIDADOS COM HIDRATAÇÃO

Com as temperaturas mais baixas, o inverno exige cuidados redobrados com a hidratação, já que o clima frio gera a falsa sensação de que o corpo precisa ingerir menos líquido. De acordo com especialistas, essa preocupação deve ser redobrada entre quem faz exercício físico intenso, com o consumo de mais líquido, inclusive durante a atividade.

 

Foto: Getty Images

 

Segundo o nutrólogo Carlos Alberto Werutsky, diretor da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), “além da temperatura ambiente, que no inverno é mais amena, a intensidade do exercício é o que determina a quantidade necessária de reposição de água”, explica.

 

Werutsky lembra que “o consumo diário de líquido deve ser em média 2,7 litros para mulheres e 3,7 litros para homens, de acordo com a Recommended Dietary Allowances (RDAs), referência utilizada mundialmente para o consumo de água e nutrientes”.

 

Uma dica para os que não têm muita sede é apostar no consumo variado de bebidas, como chás, sucos e refrigerantes. “Além da água, podemos consumir outras bebidas que nos ajudem a manter o organismo hidratado, sem depender do mecanismo da sede”, sugere Werutsky.

 

De acordo com o especialista, os treinos com mais de uma hora requerem cuidado maior com a hidratação. “Nesses casos, além de líquido, é necessário repor sais minerais, principalmente o sódio, que atua na regulação dos fluidos, retendo a água no corpo e mantendo-o hidratado”, reforça Werutsky.

 

É o caso dos jogadores de futebol, que estão prontos para estrear na Copa do Mundo do Brasil. Entre eles a hidratação contínua é fundamental para o rendimento em campo.

 

“Embora os jogadores tenham mais resistência física, eles também precisam reforçar a hidratação antes, durante e depois do jogo, inclusive com o consumo de bebidas esportivas, principalmente aqueles de países de baixas temperaturas que vão jogar em cidades brasileiras mais quentes”, afirma o nutrólogo.

 

“A dificuldade de se adaptar ao clima local pode determinar uma necessidade de hidratação mais contínua desses jogadores, que devem ingerir cerca de 300 ml de líquidos a cada 15 minutos de jogo”, ressalta Werutsky.

 

Ele alerta que, nesses casos, apenas a água não resolve.

 

“Dependendo da taxa de suor durante o jogo, só água não vai reidratar. Tem que repor o sódio. Caso contrário, podem ter câimbras, além de apresentar queda na performance e perda de explosão muscular”.

 

O nutrólogo também alerta para o uso inadequado de roupas para malhar no inverno, que podem contribuir para a desidratação.

 

“É importante utilizar roupas permeáveis que permitam a troca de calor do corpo com o ambiente. O indicado é utilizar roupas de algodão e tirar o casaco quando começar a suar. E, claro, se hidratar porque o suor já indica perda de líquido”, aconselha.

 

Fonte: Portal Terra

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SEM DOR NAS COSTAS COM EXERCÍCIOS

O tempo em que ela era motivo para ficar em casa, em vez de malhar, já era. Hoje, a ginástica é mais solução do que problema para esse mal moderno – basta escolher a modalidade certa.

Você passa várias horas trabalhando na frentedo computador e gasta um tempão presa no trânsito todo dia. Na academia, faz seu treino de olho no relógio e, quando chega em casa à noite, só quer se jogar no sofá de qualquer jeito para assistir à sua novela. Antes de dormir, aproveita para ler um pouco na cama e não resiste àquela acessada no seu perfil no Facebook – e, confesse, já chegou até a pegar no sono conectada -, com o corpo todo torto. Essa rotina parece a sua? Você não está sozinha – nem nos hábitos nem no risco de sofrer de dor nas costas, já que ela é resultado principalmente da nossa postura errada no dia a dia. De acordo com um estudo da Escola Nacional de Saúde Pública, 36% dos brasileiros se queixam do problema. Dado mais alarmante: a Organização Mundial de Saúde estima que 80% da população global teve, tem ou terá dor nas costas em algum momento da vida. “A mais comum é na região lombar, causada principalmente por sedentarismo, excesso de peso, erros na execução dos exercícios e postura errada no dia a dia, como sentada diante do computador e na posição escolhida para dormir”, esclarece o fisioterapeuta esportivo David Homsi, de São Paulo.

 

Drama feminino
Nós, mulheres, somos vítimas em potencial. Além da anatomia que convida a desequilíbrios posturais – quadris mais largos e joelhos em xis -, há os fatores salto alto, bolsa pesada carregada em um ombro só, exagero de exercícios para o bumbum, mania de encolher a barriga a fim de parecer mais magrinha… Todos vilões da dor. “No consultório, atendo três mulheres para cada homem”, confirma o ortopedista Moisés Cohen, chefe do departamento de ortopedia e traumatologia da Unifesp e diretor do Instituto Cohen de Ortopedia, Reabilitação e Medicina do Esporte, em São Paulo. Isso sem falar no momento da gravidez – quando o peso corporal aumenta e a sobrecarga na coluna também – e no stress da vida moderna, que deixam a gente com a sensação de carregar o mundo nas costas e faz o corpo sofrer de verdade.

 

Procura-se alívio
Quem já deu um mau jeito nas costas ou sentiu a coluna travar de repente sabe o tamanho do incômodo. No auge da dor, vale tudo: analgésico, massagem, acupuntura, fisioterapia, repouso absoluto…Todas são alternativas válidas para o alívio do desconforto desde que adotadas com orientação médica. Também é importante descobrir a origem do problema, pois há casos em que a dor nas costas é um alerta de problemas respiratórios, renais e gastrointestinais ou hérnia de disco, que se forma quando os discos intervertebrais saem da posição normal e comprimem as raízes nervosas entre as vértebras da coluna. Descartadas essas opções, esqueça qualquer desculpa para não malhar. Exercitar-se é unanimidade entre os especialistas como uma ferramenta para fortalecer o corpo, aumentar a elasticidade dos músculos das costas e relaxar – e, portanto, prevenir e tratar a dor. Nossos especialistas apontaram as aulas mais indicadas para isso, mas, antes, um alerta: se a dor persistir, consulte um ortopedista ou médico do esporte a fim de investigá-la e encontrar a melhor solução.

 

Musculação
“É essencial para fortalecer o core (que engloba os músculos do abdômen, da parte de baixo das costas e dos quadris), responsável pela sustentação da coluna”, fala Antônio Caputo, educador físico especializado em reabilitação, do Rio de Janeiro. “Quando você reforça essa musculatura, equilibra a forças entre a parte da frente e a de trás do corpo, diminuindo o risco de dor nas costas.” A orientação de um professor é chave para evitar erros na execução e exagero nas repetições ou na escolha das cargas – o que pode piorar a situação, em vez de melhorar. Para quem está começando, pegar leve é a regra número um. “Uma boa ideia é apostar em exercícios que usam somente o peso do corpo, em vez de partir para as máquinas”, reforça Caputo.

 

Natação
A fama de aula completa não é à toa: ela alonga o corpo, tonifica os músculos, trabalha a respiração e desestressa – todos benefícios que se refletem em costas sem dor. O esporte leva vantagem também porque a flutuação quase anula a ação da gravidade e, com isso, a pressão na coluna. “A água aquecida relaxa, funciona como um analgésico natural e aumenta o bem-estar de quem sente dor”, acrescenta a professora de educação física Renata Rodrigues, da Cia. Athletica no Rio de Janeiro. Mas atenção antes de pular na água. “Dependendo da causa da dor, nados borboleta, peito e crawl devem ser evitados, pois podem forçar as costas e o pescoço”, avisa Renata.

 

Pilates
Mesmo quem procura o método por outras razões – barriga durinha, músculos desenhados, mais alongamento – acaba prevenindo (ou aliviando, caso já tenha) a dor na lombar. “Os movimentos focam a estabilização da coluna e trabalham flexibilidade, força e equilíbrio”, diz Rafaela Porto, de São Paulo, instrutora pelo método Stott Pilates. Isso faz do pilates uma atividade ótima tanto para fortalecer o corpo quanto para tratar a dor, seja qual for a origem. Antes de começar, converse com o professor para saber se é preciso restringir algum tipo de posição. Se não houver limitação, até as grávidas podem aproveitar a prática para ajudar no controle do peso, na hora do parto (o abdômen mais forte facilita a saída do bebê) e na volta ao corpo de antes.

 

Treinamento funcional
“Um dos segredos do sucesso da aula se deve à infinidade de movimentos possíveis e do uso de acessórios como elásticos e bolas para desafiar o corpo de forma dinâmica e de acordo com a condição física e o objetivo de cada um”, fala Jackeline Figueiredo, fisioterapeuta do Rio de Janeiro. Para quem sente dor ou tem algum problema de coluna, a atividade pode ser usada como reabilitação – foi essa a aplicação original do funcional, quando foi idealizado, há pelo menos duas décadas: recuperar atletas lesionados e prepará-los para continuar tendo um bom desempenho em suas modalidades.

 

Guarde suas costas
Desvendamos alguns mitos e verdades quando o assunto é dor e atividade física!

 

Correr é proibido para quem tem dor nas costas.
DEPENDE. Da intensidade da corrida, do peso da corredora, do jeito como você corre. Se você ainda está muito acima do peso (cerca de 10 quilos), é bom secar antes de começar a correr, pois o impacto da atividade pode levar a lesões nas costas. Também é bom fazer musculação para lombar, pernas e abdômen para reforçar a estrutura do corpo.

 

Quem tem hérnia de disco não pode fazer exercício.
MITO. Até algum tempo atrás, pensava-se que a cirurgia era a única solução para a hérnia, mas esse conceito está ultrapassado. Hoje, grande parte dos casos é resolvida só com exercícios, que têm que ser indicados individualmente.

 

Estalar a coluna é bom para colocá-la no lugar.
MITO. Essa não é a melhor maneira de colocar o corpo no eixo, muito menos com a ajuda do namorado, de uma amiga ou de qualquer pessoa que não tenha estudado e se preparado para dar o tranco do jeito certo, o que pode piorar (e muito) a situação. O desalinhamento pode acontecer por causa da contração da musculatura das costas, que provoca dor e faz você se entortar a fim de encontrar uma posição mais confortável.

 

Quem tem dor nas costas não pode fazer spinning.
MITO. Desde que a bicicleta seja regulada de acordo com a sua altura, não há impedimento. “A altura do guidão e do selim deve ser ajustada para que o corpo fique ereto, e as pernas, esticadas (sem hiperestender os joelhos) enquanto você pedala”, observa David Homsi. Também é bom manter o abdômen contraído e evitar carga muito pesada e pedaladas em pé.

 

Três pecados para a coluna
Conheça – e evite – os erros mais comuns na hora de fazer atividade física

 

Exagerar na carga
Aumentar bruscamente o peso usado nos exercícios também. “Quem quer levantar mais do que aguenta acaba sobrecarregando outras partes do corpo, além da coluna, para conseguir realizar o movimento”, fala o educador físico Antônio Caputo, do Rio de Janeiro. O certo é evoluir aos poucos.

 

Não estabilizar a coluna
Quadris encaixados e abdômen contraído protegem a lombar e minimizam o perigo de se machucar durante o exercício. “Flexionar os joelhos, encostar em uma parede e deitar em um banco reto são outras maneiras de preservar a coluna na musculação”, avisa David Homsi.

 

Agachar errado
Esse é o movimento mais simples que há, mas muita gente erra na execução. Moisés Cohen dá a dica para fazer com perfeição – e sem perigo – o exercício campeão para coxas e glúteos. “Mantenha as costas retas, sem empinar o bumbum, para não forçar a lombar”, diz. “Os joelhos não devem ultrapassar a ponta dos pés na hora do agachamento, pois, a partir desse ponto, você estará jogando a carga na articulação, e não mais na coxa”, completa.

 

Fonte: Boa Forma

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2Š VOLTA UDF

No próximo dia 17, será realizada no Parque da Cidade Dona Sarah Kubitscheck, a 2ª volta UDF. Na ação, organizada pelo curso de Educação Física em parceria com o curso de Enfermagem, haverá atividades físicas, dicas de alimentação e saúde, caminhada e corrida.

 

De acordo com a professora Juliana Costa, Coordenadora do curso de Educação Física, o evento objetiva promover a reflexão sobre o estado de saúde das pessoas presentes, bem como analisar as possíveis estratégias que podem ser adotas para promoção da mesma. Durante todo o evento, alunos do curso farão mensuração da pressão arterial e glicemia dos frequentadores do Parque.

 

O evento terá início às 8h e será aberto ao público. As inscrições para as provas poderão ser feitas no local. O ponto de encontro será a Administração do Parque.

 

Veja abaixo a programação completa:

 

  • 8h às 8h40min – Café da manhã (com frutas e sucos)
  • 8h40min às 9h10min – Informes sobre motivação, técnica de corrida, saúde e condicionamento físico.
  • 9h10min às 9h50min – Corrida e caminhada
  • 9h50min às 10h – Reflexão sobre aspectos importantes discutidos nos informes e vivenciados durante o exercício físico.

 

Os benefícios da atividade física


O sedentarismo é prevalente (67%) na região do Distrito Federal e está associado a doenças crônicas não-transmissíveis (obesidade, diabetes, hipertensão, entre outras), além de ter possíveis relações com estresse, fadiga e baixa auto-estima.

 

A corrida é uma modalidade que exige poucos recursos materiais que pode ser praticado por uma grande proporção da população. A prática regular de exercício físico, como a corrida, promove alguns benefícios, podendo afetar positivamente a qualidade de vida de seus praticantes, bem como prevenindo as doenças associadas ao sedentarismo.

 

“Esperamos que, com o evento, as pessoas presentes sintam-se motivadas e conscientes dos benefícios da prática regular da corrida realizada da forma adequada, conforme orientado nas exposições orais dos palestrantes, e que adquiram autonomia para praticarem em seu tempo livre”, finaliza a professora Juliana.

 

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PESQUISA FEITA POR PROFESSOR DO UDF PODE AUXILIAR NA PREVENÇÃO DE DOENÇAS

A tese de doutorado realizada pelo Professor Dr. Jeeser Alves, do curso de Educação Física do Centro Universitário UDF, pode auxiliar na prevenção de doenças causadas por hipertensão arterial e obesidade. Uma parte inicial dos resultados obtidos por ele foram publicados na revista International Journal of Sports Medicine, uma das mais conceituadas na área de Medicina Esportiva.

 

O estudo foi publicado pela revista utilizando resultados iniciais da tese de Doutorado do professor. “Trata-se de testes realizados em ratos obesos de forma a observar a capacidade aeróbia dos mesmos. Desta forma, podem-se verificar os benefícios da realização destas atividades na prevenção de doenças”, explica o professor.

 

Através da pesquisa, será possível, então, detectar os agentes de saúde resultantes da prática de exercícios físicos. “Hoje em dia todo mundo recomenda a prática de atividades físicas como uma forma de prevenção de doenças, porém, mais da metade da população brasileira não pratica por não ter noção real dos benefícios”, justifica.

 

A pesquisa


Foi verificado o efeito do exercício em intensidade moderada em ratos obesos equiparando-se a uma pessoa praticante de atividades físicas na mesma intensidade, isto é, 5 vezes por semana durante 30 minutos.

 

Ao final do treinamento, os animais apresentaram melhora de 20% na capacidade aeróbia, mesmo não apresentando sinais de emagrecimento quando comparado ao controle. Curiosamente, mesmo não apresentando redução de peso, os animais exercitados ganharam menos peso comparados àqueles que não se exercitaram.

 

Com isto, o estudo concluiu que a prática do exercício, mesmo que em períodos curtos, podem ser benéficos embora não apresentem reduções em peso corporal em períodos iniciais de prática de atividade. Desta forma, embora resultados estéticos possam não aparecer de maneira imediata com a prática do exercício físico, é relatado que em apenas uma sessão de exercício o indivíduo perceba melhoras fisiológicas. Este estudo foi um pontapé inicial para os próximos experimentos que estão em fase final pelo nosso grupo de pesquisa, no qual envolve também outros professores do UDF. Este artigo demonstra uma intensidade segura de exercício que é capaz de promover importantes mudanças no perfil aeróbio.

 

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AÇÃO NO UDF COMEMORA O DIA MUNDIAL DA ATIVIDADE FÍSICA

Uma ação organizada pela Coordenação do curso de Educação Física do Centro Universitário UDF ressaltou a importância da prática de exercícios físicos para a melhoria da saúde. A proposta foi incentivar a pratica de exercícios através de um objeto muito comum entre os jovens: o vídeo game.

 

No horário do intervalo do período noturno, os alunos presentes na Área de Convivência foram convidados a brincar utilizando um vídeo game com sensor de movimentos. Enquanto brincavam, espantavam o sedentarismo e praticavam atividades físicas. Pelo segundo ano consecutivo, o evento atraiu um número considerável de participantes, fazendo com que deixassem a preguiça de lado e participassem da ação.

 

De acordo com a Coordenadora do curso, professora Juliana Costa, a prática de exercícios físicos, “além de trazer benefícios psicológicos como melhora da autoestima e de fatores estéticos, auxilia na prevenção da depressão e na melhora da memória.”

 

Vale lembrar que a prática de atividades físicas associada à alimentação balanceada é a melhor forma de promoção de hábitos saudáveis.

 

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