NÍVEL DE ATIVIDADE E DE EMPREGO NA CONSTRUÇÃO MANTÉM QUEDA EM OUTUBRO, DIZ CNI

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou nesta quarta (25) dados que mostram que a atividade e o emprego na indústria da construção mantiveram-se em queda em outubro.

 

O índice de evolução do nível de atividade registrou 36,7 pontos e o número de empregados ficou em 35,6 pontos no mês. A CNI usa uma escala que varia de 0 a 100 e valores abaixo de 50 pontos indicam atividade e emprego em queda.

 

O índice de nível de atividade efetivo em relação ao usual também ficou abaixo de 50 e registrou 27,1 pontos. A utilização da capacidade de operação das empresas do setor, único que tem o resultado em percentual e não em pontos, mostrou que a indústria operou, em média, com 57% da capacidade, 2 pontos percentuais abaixo do registrado em setembro.

 

Quanto aos próximos seis meses, dados já atualizados para novembro, todos os indicadores ficaram abaixo de 50 pontos. O índice de expectativas em relação ao nível de atividade registrou 38,5 pontos; o de novos empreendimentos e serviços, 38,2 pontos; o de compra de insumos e matérias-primas, 37,9 pontos; e o de número de empregados, 37,3 pontos.

 

A intenção de investimento foi de 24,5 pontos em novembro.

 

A Sondagem Indústria da Construção foi realizada com 595 empresas entre 2 e 12 de novembro. Dessas, 185 são de pequeno porte,, 269 são médias e 141, de grande porte.

 

Fonte: Agência Brasil

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EMPREGO EM PAÍSES AVANÇADOS SÓ VOLTA A NÍVEL PRÉ-CRISE EM 2018, DIZ OIT

Países em desenvolvimento e emergentes devem atingir nível em 2015. No Brasil, alta do salário mínimo e o 'Bolsa Família' reduzem pobreza, diz.

Do G1, em São Paulo (Íntegra)

 

Cinco anos após a crise financeira internacional, o emprego no mundo segue desigual, segundo relatório divulgado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) nesta segunda-feira (3).

 

De acordo com a OIT, nos países emergentes e em desenvolvimento, o emprego deve retornar aos níveis pré-crise em 2015. Nas economias desenvolvidas, no entanto, esse nível só deve ser retomado após 2017.

 

Pelas estimativas de crescimento atuais, o nível de emprego nas economias avançadas deve recuperar os níveis pré-crise em 2014. “Entretanto, considerando o crescimento da população economicamente ativa, o nível de emprego não vai se recuperar até 2018”, diz a OIT.

 

Entre os países analisados, 30% já têm níveis de emprego superiores aos registrados em 2007. Em 37%, houve melhora, mas insuficiente. Nos outros 33%, as taxas de emprego seguem em queda.

 

“No nível global, o número de desempregados continuará a crescer a menos que haja uma mudança de curso política. O desemprego global deve chegar a 208 milhões de pessoas em 2015, comparado aos pouco mais de 200 milhões no momento da publicação (do relatório)”, afirma a OIT.

 

Desigualdades de renda aumentaram nas economias avançadas ao longo dos últimos dois anos

 

Globalmente, segundo o estudo, as taxas de desemprego permanecem “teimosamente” altas. “Em 2012, o desemprego global chegou a 5,9%, 0,5 ponto percentual acima da taxa de 5,4% de antes da crise. Mas o desemprego global voltou a subir novamente no final de 2011, aumentando em mais de 3 milhões de pessoas ao longo de 2012, para 195,4 milhões de desempregados”. Em 2018, esse número deve chegar a 214 milhões.

 

Para que o nível de emprego mundial retorne ao registrado antes da crise, são necessários mais de 30 milhões de postos de trabalho.

 

A organização ressalta que, nos últimos cinco anos, houve um crescimento de 60% no desemprego de longo prazo (mais de 12 meses) nos países avançados e em desenvolvimento.

 

Brasil
Para o Brasil, o relatório aponta que, entre as economias da América Latina que estão no grupo de rendimento médio superior, o crescimento do tamanho da classe média foi particularmente alto no país (alta de 16 pontos percentuais) entre 1999 e 2010. “Os níveis de pobreza também caíram consideravelmente”, diz.

 

O relatório cita que o país implementou ambiciosas políticas de trabalho e social, como o aumento do salário mínimo, extensão da proteção social (como o Bolsa Família), e ampliou os investimentos em saúde, educação e infraestrutura.

“No Brasil, o aumento do salário mínimo nacional e o ‘Bolsa Família’ (programa de transferência de renda) são duas das medidas mais amplamente creditadas para explicar a redução da pobreza, o que tem abastecido o motor econômico do país”, diz o relatório.

 

Emergentes, em desenvolvimento e avançados
Nos países emergentes e em desenvolvimento, a situação do emprego é “mais positiva que o cenário global”, diz o relatório. Em 13 dos 18 países sobre os quais há informações disponíveis, as taxas de emprego superaram as de antes da crise em 2012. Em apenas quatro, foi registrada queda. Em 11, houve recuperação insuficiente.

 

“Em geral, essas economias foram menos afetadas em termos de destruição de emprego durante a crise, mas foram impactadas pela desaceleração no crescimento do emprego”, diz a OIT.

 

Nesses países, no entanto, o emprego informal segue alto, representando mais de 40% em dois terços dos avaliados.

 

Nas economias avançadas a situação é considerada mais problemática. Entre as 37 avaliadas, em apenas seis (Alemanha, Hungria, Israel, Luxemburgo, Malta e Suíça) o emprego recuperou seu nível pré-crise. Em 35% dos países, houve recuperação insuficiente desde 2007. Em quase metade das economias avançadas, tem havido queda do emprego desde o começo da crise.

 

Qualidade do trabalho
A OIT verificou que houve piora na qualidade do trabalho tano em países avançados quanto emergentes e em desenvolvimento entre 2007 e 2011. Em Israel, por exemplo, o valor médio da hora de trabalho caiu 2,5%. Na Alemanha, houve recuo no gasto com benefícios sociais.

 

Na Grécia, houve alta na incidência de emprego temporário, acompanhada pela redução no valor da hora trabalhada.

 

Desigualdades de renda
Segundo a OIT, o “fosso” entre ricos e pobres na maioria dos países de baixa e média renda continua a ser grande. Muitas famílias que conseguiram elevar-se acima da linha de pobreza estão em risco de voltar à situação anterior.

 

Nos países em desenvolvimento e emergentes, o tamanho do grupo de renda média aumentou de 263 milhões em 1999 para 694 milhões de 2010. “No entanto, um ‘grupo flutuante’ de vulneráveis – aqueles que estão acima do nível de pobreza – passou de 1,117 milhões em 1999 para 1,925 milhões em 2010, principalmente em economias de baixa e baixa e média renda”.

 

Por outro lado, as desigualdades de renda aumentaram nas economias avançadas ao longo dos últimos dois anos. Segundo o relatório, as desigualdades de renda aumentaram entre 2010 e 2011 em 14 das 26 economias avançadas pesquisadas, incluindo a França, Dinamarca, Espanha e Estados Unidos.

 

Em muitas economias avançadas, os grupos de renda média estão encolhendo – em parte, pelo desemprego de longa duração. Na Espanha, o tamanho do grupo de renda média caiu de 50% em 2007 para 46% até o final de 2010. Nos Estados Unidos, 7% da população tiveram aumento de seu patrimônio líquido durante os dois primeiros anos da recuperação. Já os restantes 93% viram seu patrimônio declinar.

 

“O tamanho cada vez menor de grupos de renda média das economias avançadas é uma questão preocupante, não só para a inclusão dessas sociedades, mas também por razões econômicas. Decisões de investimento de longo prazo por parte das empresas também dependem da proximidade dos grupos de renda média grandes e estáveis que estão em situação de consumir”, disse Raymond Torres, diretor do Instituto Internacional de Estudos do Trabalho, o braço de pesquisa da OIT.

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MULHERES BONITAS TEM MAIS DIFICULDADE PARA ARRUMAR EMPREGO

Pesquisa aponta inveja feminina como principal razão

Em algum momento, você já pensou que seria mais fácil para mulheres bonitas, serem contratadas não é? Pois saiba que uma pesquisa aponta que essas mulheres, demoram mais para arrumar emprego.

 

Crédito da foto: flickr.com/photos/markjsebastian

 

Dois pesquisadores de Israel, Bradley Ruffle e Ze’ev Shtudiner, enviaram mais de 5 mil currículos fictícios para 2,5 mil vagas reais. Cada currículo tinha duas versões: uma com foto e outra sem. Os homens bonitos fizeram sucesso – eles receberam quase duas vezes mais convites para entrevistas que os homens comuns. Já as mulheres atraentes não se deram muito bem nessa. Em comparação aos currículos sem fotos, as chances de resposta reduziram em 30% para as bonitas. Quando não eram tão atraentes assim, a perspectiva também reduzia, mas para 22%.

 

E a explicação para isso nem é tão surpreendente assim. No estudo dos israelenses, 93% dos recrutadores eram mulheres! E 34% disseram não gostar de currículos femininos com fotos… mas outras 43% aprovam quando os homens anexam fotos. A conclusão dos pesquisadores: a inveja feminina prejudica as mulheres bonitas na hora de conseguir um convite para entrevista de emprego.

 

Fonte: Superinteressante

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COMO SE COMPORTAR EM UMA ENTREVISTA DE EMPREGO?

O site G1 deu algumas dicas sobre como responder às perguntas de entrevistas de emprego

Um bicho de sete cabeças: é o que parece ser uma entrevista de emprego. Por ser um ponto decisivo para quem está procurando emprego, acaba sendo a mais temida das coisas. O nervosismo toma conta, a dúvida de não saber o que responder é frenquente. Então, preste só atenção em algumas dicas dadas por alguns especialistas na área.

 

O G1 reuniu algumas perguntas que são comuns em entrevistas de emprego e pediu para o coach Roberto Recinella, para a gerente da área de expertise sales & marketing da Hays, Amanda Oliveira, e para Renato Grinberg, diretor-geral da Trabalhando.com, darem orientações sobre as respostas. Veja abaixo.

 

1) Quais são os seus pontos fortes?


Roberto Recinella: Fale a verdade e tenha exemplos de situações em que pode usá-los. Lembre-se de que cada função exige um ponto forte, então se você está se candidatando ao posto de auxiliar de escritório, liderança não é um diferencial, já disciplina, sim. Não aja como “papagaio de pirata” tentando dizer o que o entrevistador quer ouvir.

 

Danielle Mendonça: Foque sua resposta em características profissionais e evite cair em clichês como liderança e trabalho em equipe. Diga sempre a verdade e cite como projetos realizados e situações para expor as características. Se você citar como ponto forte a capacidade de tomar decisões rápidas, conte alguma situação em que tinha um grave problema e que, com poucas informações e pouco tempo (sempre definindo e detalhando qual eram essas informações e tempo), você tomou determinada decisão. Importante contar como foi esse processo de tomada de decisão e os resultados.

 

Renato Grinberg: Seja objetivo e fale o que realmente acredita que você tem como qualidade. Alongar-se demais pode demonstrar um excesso de autoestima ou prepotência.

 

2) Quais são os seus pontos fracos?


Roberto Recinella: Diga a verdade e exemplifique reforçando quais ações que você está tomando para melhorar os pontos fracos. Por exemplo: não domino inglês, mas estou fazendo um curso X ou não sou formada, mas já estou cursando a faculdade Y, estou me aperfeiçoando na área de vendas fazendo um curso em gestão comercial.

 

Danielle Mendonça: Os exemplos devem ser sobre ações que têm sido feitas para melhorar os pontos fracos. Se citar como ponto fraco ser impaciente, conte uma situação em que isso ocorreu, os impactos negativos que foram causados, o que fez você tomar consciência dessa fragilidade e o que está fazendo para melhorar.

 

Renato Grinberg: Nesse caso, seja direto e sucinto – tudo que disser pode contar pontos negativos, mas não adianta esconder uma deficiência que mais cedo ou mais tarde aparecerá.

 

3) Qual seu maior defeito?

 

Roberto Recinella: Perfeccionista ou muito sincero não são defeitos. Já dificuldade em trabalhar em equipe, inflexibilidade, mau humor são defeitos. Todos têm defeitos, ter ciência de quais são e como lidamos com eles é o que faz a diferença.

 

Danielle Mendonça: Os exemplos a serem dados devem ser sobre ações que têm sido feitas para melhorar os defeitos.

 

Renato Grinberg: Clichês como “muito organizado ou perfeccionista” não pegam bem. Diga coisas que você acredita que tenha como defeitos, mas que não o atrapalhariam na contratação como ser ansioso, por exemplo.

 

4) Fale um pouco de você.

 

Roberto Recinella: Fale da sua experiência de vida, viagens, empregos e projetos anteriores. Caso tenha se destacado em alguma área fora da profissional, por exemplo, musical ou esportiva, pode citar.

 

Danielle Mendonça: Conte sua experiência de maneira resumida. Aqui é importante achar um ponto de equilíbrio entre ser prolixo e superficial. Descreva suas funções, responsabilidades, projetos realizados, resultados obtidos, desafios e os porquês das mudanças. Não é necessário voltar até a época de faculdade, a não ser que seja questionado, que seja uma entrevista para o primeiro emprego ou um curso muito diferente de sua profissão.

 

Renato Grinberg: Seja generalista, não se aprofunde ou fale demais sobre você mesmo. Diga coisas leves e sempre positivas, mas seja sucinto.

 

5) Onde você se vê daqui cinco anos? E daqui dez anos?

 

Roberto Recinella: Resista a responder “em seu lugar ou CEO da empresa”. Prefira ser genérico, dizendo que espera ser uma pessoa feliz que enfrentou diversos desafios, fez diversos cursos, aprimorou sua formação e que através de suas competências e comprometimento conseguiu contribuir com os objetivos da empresa.

 

Danielle Mendonça: Seja realista e sincero, entenda a estrutura da empresa antes de dizer algo. Por exemplo: não é possível querer ser diretor em uma companhia que não possui o cargo. Faça uma autoavaliação e analise se suas pretensões são viáveis. Pode tanto falar de planos pessoais como profissionais, desde que sejam coerentes entre si. Por exemplo, não fale que quer crescer rápido profissionalmente, mas também ter qualidade de vida.

 

Renato Grinberg: Fale de possibilidades concretas em relação ao seu trabalho. Foque em o que você quer estar fazendo e não no tipo de cargo.

 

6) Por que você quer deixar sua empresa atual?

 

Roberto Recinella: Diga que deseja mudar de ramo porque não está satisfeito naquele em que está atuando ou que está à procura de novas oportunidades de crescimento, por exemplo. Nunca cite salário nem insatisfação com a chefia.

 

Danielle Mendonça: Tome cuidado para não expor pessoas e situações sem necessidade. Isso demonstra imaturidade. Foque mais na sua carreira, nos seus objetivos e como esse novo desafio pode ajudar a alcançá-los.

 

Renato Grinberg: Nunca fale mal das pessoas com quem trabalha ou do chefe. Isso pega mal. Se esse for o caso, diga que não está satisfeito com o ambiente do local em que está trabalhando e dê algum exemplo.

 

7) Por que você saiu da empresa?

 

Roberto Recinella: Fale que está em busca de novos desafios e que quer mudar de ramo de atuação.

 

Danielle Mendonça: Seja sempre coerente e analise sempre os dois lados da história: o seu e o da empresa que você deixou. O mais indicado é sempre focar nos seus objetivos de carreira, as mudanças devem estar alinhadas com eles.

 

Renato Grinberg: Tudo vai depender do motivo real da mudança e lembre-se, que se mentir, na hora de pedir referências suas, o entrevistador vai descobrir a verdade, mas não fale mal da empresa. Procure o melhor ângulo do que realmente aconteceu.

 

8) Fale do seu emprego anterior.

 

Roberto Recinella: Fale de suas conquistas, dos bons momentos, dos desafios que enfrentaram juntos, dos bons colegas, tentando sempre exemplificar as conquistas com fatos e histórias.

 

Danielle Mendonça: Explique suas funções, responsabilidades, projetos realizados, resultados obtidos e desafios.

 

Renato Grinberg: Não aproveite esse momento para desabafar. Falar que estava acumulando funções, que estava cansado de tantas atribuições, etc. Não fale mal da empresa ou do ex-chefe, foque nos pontos positivos da sua última experiência.

 

9) Por que houve uma lacuna nos seu emprego entre esse período?

 

Roberto Recinella: Pode dizer que estava se aperfeiçoando, que precisou da pausa para criar seu filho, que cuidou de um familiar que estava doente, por exemplo, desde que as opções sejam verdade. Caso não, diga que está retornando ao mercado depois de um período de reflexão sobre o rumo que deveria dar à sua carreira ou que ainda não tinha encontrado o cargo que almejava compatível com suas competências.

 

Danielle Mendonça: Seja sincero, explique por que ficou fora do mercado por um tempo ou as dificuldades de se recolocar. Se ficou sem trabalhar para fazer cursos na área ou fora da área de atuação ou para viajar para outros países, pode dizer, pois muitas vezes esse tipo de atitude demonstra coragem e vontade de aprender e inovar. Deixe claro como tomou essa decisão e que isso fazia parte de um plano de carreira. Por exemplo, se deixou o emprego para viajar por um ano, importante dizer que tipo de conhecimento e experiência buscava e como isso poderia ser benéfico para sua carreira.

 

Renato Grinberg: Mesmo que por um motivo ou outro não foi possível conseguir trabalho nesse período, seja sincero, mas mostre que você usou esse tempo de uma maneira produtiva. Fez cursos, investiu em autoconhecimento, etc.

 

10) O que você pode oferecer que outro candidato não pode?

 

Roberto Recinella: Diga que não pode responder adequadamente, já que não conhece os demais candidatos, além disso, uma competência valorizada no mercado é justamente o trabalho em equipe. Você pode falar sobre as suas competências, mas nunca da falta delas nas outras pessoas.

 

Danielle Mendonça: Analise bem os pré-requisitos da posição e faça uma relação com seus pontos fortes, principalmente aqueles que já foram reconhecidos por gestores anteriores. Se você sabe que a posição busca alguém para gerenciar um grande projeto de reestruturação, conte uma experiência em que já liderou um projeto parecido, ou equipes em transformação, ou como fez parte de uma empresa que estava passando por uma grande mudança. Explique como foi essa experiência e quais ações suas agregaram positivamente.

 

Renato Grinberg: Essa pergunta tem a ver com autoconhecimento e conhecimento do cargo e empresa. Busque o que você tem de melhor para oferecer que seja relevante para aquele cargo/empresa.

 

11) Cite três coisas que seu ex-gerente queria que você melhorasse.

 

Roberto Recinella: Pode dizer algo do tipo: “O meu ex-gerente eu não sei, mas eu acho que devo melhorar…” Isso demonstra autoconhecimento e proatividade. Seja honesto e demonstre o que você está fazendo para melhorar as coisas citadas.

 

Danielle Mendonça: Diga a verdade, mas traga também exemplos de atitudes recentes para melhorar.

 

Renato Grinberg: Seja coerente com o que você acha que tem que melhorar, mas que obviamente não eliminariam você daquela função. Por exemplo, se a função é analista financeiro e você disser que tem dificuldades com números, não será contratado.

 

12) Qual o seu objetivo na empresa?

 

Roberto Recinella: Pode dizer que pretende se empenhar ao máximo, superar desafios e auxiliar a empresa a atingir os resultados desejados e, se for reconhecido, crescer conforme as oportunidades oferecidas.

 

Danielle Mendonça: Se seu objetivo é crescer profissionalmente, mencione como você imagina que essa posição pode lhe proporcionar conhecimento, exposição, desafios e, assim, alavancar seu crescimento.

 

Renato Grinberg: Fale que quer contribuir para o crescimento da empresa, sempre trabalhando em equipe e também aprender novas coisas, se desenvolver e evoluir profissionalmente.

 

13) Por que a nossa empresa deve te contratar?

 

Roberto Recinella: Não fale que precisa aprender uma nova função, pois a empresa não é uma instituição de caridade ou uma escola. O melhor caminho é falar sobre seu comprometimento e citar situações em que você fez a diferença em cargos anteriores, os aprendizados e como deseja aplicá-los na empresa.

 

Renato Grinberg: Diga que está apto a atender às demandas e expectativas da empresa e dê alguns exemplos do que você acha que são essas expectativas.

 

14) Qual o tipo de posição você acredita ser mais adequada ao seu perfil?

 

Roberto Recinella: Diga que pode ser qualquer posição que possa fazer a diferença utilizando as competências da melhor forma. Cite resumidamente essas competências e em quais áreas elas seriam melhor utilizadas, como vendas, marketing , logística, administrativo, controladoria, etc. Aproveite a chance para recapitular e reforçar algumas de suas contribuições em empresas anteriores.

 

Renato Grinberg: Fale sobre liderança e motivação, mas não se esqueça de manter os pés no chão, tenha noção de quais as funções você pode desempenhar de acordo com sua experiência profissional.

 

15) O que você almeja na sua carreira profissional?

 

Roberto Recinella: Diga algo na linha: ser um profissional reconhecido pelas minhas habilidades em gerar resultados sem que para isso eu precise desrespeitar normas e pessoas, além disso, ser capaz de reconhecer novas oportunidades que apareçam em minha trajetória profissional.

Danielle Mendonça: Mencione aspectos de aprendizado profissional como conhecimentos específicos, participação em algum projeto, gerenciamento de equipe pela primeira vez; e de aprendizado pessoal, como lidar com pessoas diferentes de você, vencer grandes desafios, etc.

Renato Grinberg: Pode dizer que quer se desenvolver profissionalmente e alcançar cargos cada vez mais relevantes na empresa, ou seja, ser capaz de cada vez mais agregar valor à sua função.

 

16) Que tipos de funções e responsabilidades você aprecia no trabalho?

 

Roberto Recinella: Sugiro algo como aquelas que me desafiem, mesmo sabendo que muitas vezes terei que realizar muitas tarefas entediantes e rotineiras que são igualmente importantes para o sucesso do meu trabalho, mas algumas tarefas me encantam como finanças, vendas, logística, etc.

 

Renato Grinberg: Seja sincero e diga o que mais aprecia profissionalmente, mas sempre prestando atenção no perfil da vaga à qual você está concorrendo. Nunca diga: odeio falar ao telefone para uma vaga de vendas, por exemplo.

 

17) Quais são as características e elementos do seu trabalho que você considera mais importantes?

 

Roberto Recinella: Trabalho em equipe, a soma do trabalho de todos que faz

a empresa ser bem-sucedida e alcançar seus objetivos. Ter humildade de reconhecer quando preciso de ajuda para realizar uma tarefa e assim aprender como realizá-la. Proatividade para apresentar soluções e melhorar procedimentos e resultados.

Renato Grinberg: Fale o que realmente você acha que é relevante para aquela função.

 

18) Qual é a coisa mais importante que você aprendeu nos últimos anos?

 

Roberto Recinella: Pode dizer que não sabe tudo ou nem sempre tem razão, que existem muitas pessoas que possuem habilidades e conhecimentos diferentes dos seus, proporcionando a oportunidade de aprendizado e desenvolvimento pessoal e profissional. Pode dizer ainda que a entrevista, independente de você ser selecionado ou não, já está proporcionando um aprendizado.

Danielle Mendonça: Busque algum exemplo de aprendizado que seja um pré-requisito para essa posição e que possa ser utilizado pelo gestor. Exemplo: se um dos pré-requisitos é gestão de equipe, conte algum desafio que teve com sua equipe anterior.

 

Renato Grinberg: Fale sobre coisas profissionais que você realmente tenha aprendido e que sejam importantes para a nova função que você deseja assumir.

 

19) Comente uma situação em que você buscou uma nova responsabilidade que desafiava suas habilidades.

 

Roberto Recinella: Sempre é aconselhável que antes de qualquer entrevista você revise seu arquivo mental de histórias e experiências profissionais, tanto as bem como as mal sucedidas. Nessa hora você deve acessá-las e comentar o acontecimento com objetividade, através da exposição de fatos e não de sentimentos.

Danielle Mendonça: Busque algum exemplo de aprendizado que seja um pré-requisito para essa posição. Se você sabe que um dos pré-requisitos é gestão de equipe, e citou que um dos seus pontos fracos é impaciência, conte como alguém da sua equipe anterior o ajudou a melhorar essa característica.

Renato Grinberg: Comente algo que tenha realmente acontecido, não minta, sempre explorando seus pontos fortes.

 

20) Comente uma ocasião na qual você trouxe uma nova e criativa ideia que impactava a performance de sua equipe.

 

Roberto Recinella: Se isso aconteceu mesmo, conte com detalhes de fatos, caso não tenha nada para dizer, não se preocupe, isso é o que geralmente acontece. Responda honestamente que você ainda não teve essa ocasião, mas isso não impede que ocorra a qualquer momento. Apenas não minta ou discorra sobre uma ideia esdrúxula ou comum só para poder responder.

Danielle Mendonça: Se você sabe que um dos pré-requisitos é liderar um projeto de mudança ou reestruturação, conte exemplos em que, de forma diferente de tudo o que já havia sido feito, motivou e treinou sua equipe, e que assim eles se tornaram agentes de mudança na empresa, influenciando outras áreas.

 

21) Você se sente pronto para mudar de uma função para outra?

 

Roberto Recinella: Se responder que sim, diga que desde que seja um desafio e contribua para a carreira e com isso possa contribuir com a empresa em sua estratégia de crescimento. Mas fale isso só se realmente pensar assim.

 

Danielle Mendonça: Foque sua resposta em 3 pontos: experiências prévias com exemplos de sucesso que o qualifica para a função, desejo de aprendizado e desenvolvimento nos pré- requisitos que você não possui e alinhamento entre essa função e seus objetivos profissionais.

 

Renato Grinberg: Diga que sim, e forneça um exemplo de flexibilidade. Por exemplo, um projeto que você realizou ou contribuiu e que teoricamente não era sua função na empresa.

 

22) Você se sente pronto para mudar de país ou estado?

 

Roberto Recinella: Pode dizer que depende do estado, do país e das condições para a família quanto ao acesso e qualidade dos serviços de educação e saúde. Mas não deixe claro que não pode tomar nenhuma decisão sem antes falar com a sua família. O fato de você estar interessado em uma empresa ou determinado cargo não significa que deva “vender a alma” para conquistá-lo. Ouça seu coração. Mudanças devem ser pensadas e planejadas.

 

Danielle Mendonça: Não faz sentido buscar posições globais ou que tenham muito contato com outros países se o profissional não tem disponibilidade para viagens.

 

Renato Grinberg: Só responda positivamente se for verdade e se isso fizer sentido para você. Falar que sim e depois voltar atrás é um tiro no pé.

 

23) No que os candidatos devem pensar antes de dar as respostas? Sempre no lado pessoal, profissional ou nos dois?

 

Roberto Recinella: Nos dois. O candidato deve aliar sua trajetória profissional com a sua qualidade de vida. É um ser humano que tem vida pessoal e profissional e por isso deve responder pensando em sua experiência de vida como um todo.

Danielle Mendonça: Ambos. O importante é manter a coerência, tanto o lado profissional quanto o pessoal devem estar alinhados.

 

Renato Grinberg: Trata-se de uma entrevista de emprego, portanto, as respostas devem ser profissionais, não pessoais.

 

Fonte: G1

 

 

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PROCURANDO UM EMPREGO? SAIBA COMO AS REDES SOCIAIS PODEM TE AJUDAR

Se você ainda tem dúvidas de que as mídias sociais podem te ajudar a arranjar um emprego, fique atento a essas dicas. Especialistas afirmam que o uso consciente das redes pode sim ajudar, independente da área de atuação. Veja os principais motivos:

#Networking: enquanto você está ligado nas redes sociais está recuperando contatos antigos e construindo novas relações. Ao se aproximar de outros usuários o seu networking aumenta e maiores são as chances de conseguir contatos quentes que o levem a um bom emprego.

#Marketing Pessoal: nunca foi tão fácil fazer marketing pessoal quanto hoje em dia. É bom estabelecer presença em diversos canais, o que requer tempo, mas pode gerar boas recompensas. As empresas geralmente buscam esse material na internet para avaliar melhor as características do candidato, então é bom estar com as redes em dia.

#Seguidores: Tente aproximar-se das empresas do segmento em que você atua, acompanhando suas páginas, lendo e aprendendo um pouco mais sobre o funcionamento daquele setor. É importante estar atento às notícias, estudos e pesquisas, por isso leia bastante e siga aquelas páginas que são cruciais para o seu desenvolvimento profissional.

#Cuidado com a escrita: a prática de escrever rápido e frases curtas muitas vezes nos faz perder o hábito da boa escrita. A correta expressão e comunicação são muito valorizadas no mercado de trabalho, portanto fique atento aos erros gramaticais nas redes para não deixar que isso manche seu currículo.

Fonte: Lecom SA – Comunicação Digital

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@PROCURA-SE_UM_EMPREGO

No seu perfil do twitter devem tem alguns contatos de agências de empregos não é? Você curte as empresas que gostaria de trabalhar no facebook? Não? Então você está perdendo tempo! Isso porque uma pesquisa divulgada em abril, realizada pela Michael Page, mostra que procurar emprego por meio das redes sociais é uma inovação que está fazendo sucesso.

De acordo com a pesquisa, as pessoas não passam mais horas folheando jornais e revistas atrás de uma vaga. O negócio agora é não deixar de conferir as redes sociais. Tanto as empresas, quanto os candidatos estão aderindo a moda. E quem pensa que isso é coisa para jovens, engana-se! Os dados revelam que 48% dos participantes com mais de quarenta anos usam as ferramentas online para procurar trabalho.

Interessante, não é?! Segundo o diretor de Marketing para a América Latina da Michael Page, o Sérgio Sabino, isso se deve ao fato de que essa nova geração é muito dinâmica e acaba transmitindo isso até para a maneira como procura o emprego.

O importante é saber utilizar as ferramentas que estão ao nosso alcance para nos levar além, seja no âmbito profissional ou pessoal.

Fonte: Info online

Categoria: Fique de Olho
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TRABALHO, FUNDAMENTO SAGRADO

Reflexões sobre o 1º de Maio

Estamos próximos do dia primeiro de maio, o “Dia do Trabalhador”, que é comemorado com efusividade por muitos e tratado com indiferença por alguns. Para outros, não há o que festejar.

Mas o que significa o trabalho? Uma mera ocupação, um emprego somente, uma relação de troca da força laboral por dinheiro? É bem mais que isso. É algo sacralizado.

É um fator essencial à dimensão cultural, existencial e ontológica do ser humano, é a base para o desenvolvimento da civilização, é meio pelo qual o homem e a sociedade alcançam níveis de convivência mais avançados e progressivos.

Fator essencial à existência do homem, tem sentido pessoal, social, holístico e religioso.

No sentido pessoal, é fundamento econômico e financeiro que forma a base para sustento próprio e da família. Representa o emprego de potencialidades, talentos, força e capacidades. Enseja equilíbrio e autodomínio ao homem e à mulher.

Sob o prisma social, pela sua produção, o indivíduo contribui para o outro, para empresas, grupos e nações, gera interdependência com semelhantes, pois cada um usufrui do labor do outro, o que confere importância a todos e lhes aumenta a capacidade gregária.

Como fundamento holístico, o ser humano estreita relações com a natureza e aprende a com ela conviver em vez de tentar dominá-la – alguns incauto tentam, em vão – aperfeiçoa o mundo para melhor preservá-lo e aproveitar seus potenciais sem exauri-lo.

Sob o aspecto religioso, homem e mulher exercitam faculdades dadas por um Ser Supremo, pois presentes no trabalho a paciência, a dedicação, a bondade e a renúncia.

Em vista dos sentidos que encerra o trabalho, as pessoas devem ter apreço e zelo pelo trabalho do outro como o faz com o seu. Nesse diapasão, por respeito ao labor alheio, o trabalhador é alcançado por diversos tipos de deveres.

O dever com o colega por intermédio da cortesia, da solidariedade, da superação do orgulho e da inveja, da inibição da calúnia e da maledicência, do respeito às diferenças, da imparcialidade, da ajuda desinteressada e da sinceridade.

O dever com a organização na qual trabalha por meio do desempenho diligente, do cumprimento de acordos organizacionais, da lealdade, do empenho, do interesse pela solidez e longevidade da empresa. E mais, o que é mais, deveres com a sociedade, pelo cumprimento da finalidade social da empresa e pela contribuição para o bem comum da população presente e vindoura.

Mas as organizações não são seres inertes, pois nós a fazemos agir, lhe damos corpo e alma. Será que damos condições para o outro exercitar suas potencialidades plenas, contemplamos seus direitos, respeitamos a diversidade entre pessoas e somos justos na oferta de oportunidades? São reflexões que devem inquietar nossas mentes e corações.

Temos nos preocupado com aqueles que não trabalham? Como poderemos ter um mundo melhor, se boa parte das pessoas não consegue ocupação mínima que lhes propicie os sentidos do trabalho e condições de sobrevivência?

Se de um lado o trabalho pode conferir glória à existência do semelhante, de outro, sua negação pode dramatizar sua vida. Cuidemos pois, da nossa ocupação, respeitemos o trabalho do outro e, na medida de nossas forças e solidariedade, de facilitar acesso ao trabalho a quem não tem.

Parabéns ao trabalhador. Mas lembremo-nos do irmão sem trabalho.

*Francisco Paulo é Mestre, doutorando em Educação e professor do UDF

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EX-ALUNA DO UDF É DESTAQUE NO MERCADO

Contadora formada pela instituição, Eunice Sousa é Gerente Controller do Taguatinga Shopping

Para a Semana do Contabilista, comemorado nesta segunda-feira, 25, o UDF.Blog rende homenagens a data com um nome que vem dando o que falar no mercado. Especialista em Finanças e Controladoria, Eunice Sousa é formada há 2 anos pelo UDF e há 1 mês ocupa o cargo de Gerente Controller do Taguatinga Shopping.

Bem antes disso, ela começou a carreira no ramo da construção civil. E esteve por 3 anos à frente da Coordenação de Departamento Pessoal das Organizações PaulOOctávio. Diariamente ela supervisiona aproximadamente 150 funcionários.  Mas para o trabalho em equipe, Eunice não prioriza apenas resultados. Para ela, o desafio maior consiste em motivar o corpo funcional.

Leia mais na entrevista:

UDF: O que faz um Gerente Controller?

Eunice Sousa: O Gerente Controller é o antigo Gerente Financeiro, mas sob uma ótica diferente. Ele é responsável pela área financeira e pela implantação e implementação de todos os processos (burocráticos) de um empreendimento. Processos esses que envolvem todos os departamentos e setores.

UDF: Como é trabalhar no grande varejo?

Eunice: É desafiador! As rotinas são implementadas diariamente, devido a versatilidade do setor.

UDF: Como começou na carreira?

Eunice: Eu trabalho desde muito cedo. Meu primeiro emprego com registro em carteira foi em uma Cooperativa na área de Construção Civil que tempos depois se transformaria em uma construtora. Nela trabalhei por quase 10 anos. Foi lá que aprendi tudo que sei hoje. Minha grande escola. Sai de lá, passei por outra construtora, uma imobiliária e fui parar na Coordenação de Pessoal do Grupo Paulo Octávio.

UDF: Fale sobre sua formação e o reconhecimento dado pelo UDF.

Eunice: Fiz o Técnico em Contabilidade no Instituto Monte Horebe, e logo em seguida, entrei para curso de Ciências Contábeis no UDF. O Centro Universitário é uma instituição idônea e com grande senso de responsabilidade na formação de profissionais.

UDF: Como foi trabalhar na Coordenação das Organizações Paulo Octávio?

Eunice: Considero uma experiência ímpar para a lapidação do meu lado profissional.

UDF: Como um MBA em Finanças e Controladoria contribui para o currículo?

Eunice: Foi através do MBA de Finanças e Controladoria que ganhei visibilidade para o cargo de Gerente Controller do Taguatinga Shopping. Acho de grande relevância a especialização através de um MBA de peso, que esteja inserido na realidade profissional do indivíduo.

UDF: Dia do Contabilista ou do Contador? O quê há para comemorar?

Eunice: Com certeza, comemoro os dois. Mas ambas as datas representam a consolidação de uma classe cada vez mais atuante no mercado de trabalho.

UDF: Um recado para os estudantes.

Eunice: Busquem sempre aliar a prática à teoria. Eis o diferencial!

Categoria: UDF pra você
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