SETOR DE SERVIÇOS TEM QUEDA DE 4,8% EM SETEMBRO, MOSTRA PESQUISA DO IBGE

O setor de serviços do país recuou 4,8%, em setembro de 2015, em comparação a setembro de 2014, informou pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

Segundo o gerente da pesquisa do IBGE, Roberto Saldanha, os serviços profissionais – que recuaram 8,1% – tiveram destaque no desempenho negativo dos serviços.

 

Saldanha acrescentou que, no âmbito dos serviços, houve uma queda ainda mais preocupante: os serviços técnicos profissionais, que caíram 16%. O gerente informou que esse baixo desempenho ocorreu em decorrência da desmobilização de serviços de engenharia, em setembro de 2015, envolvendo principalmente as áreas de petróleo e gás.

 

Também contribuiu para a queda do setor o baixo desempenho dos serviços administrativos, que caíram 5,3% no mês. Essa queda, segundo Saldanha, ocorreu em razão da baixa atividade das empresas de segurança e limpeza.

 

A pesquisa mostra ainda que houve queda nos serviços auxiliares de transportes e correios. Esse segmento caiu 6,4% em setembro, em decorrência da retração do transporte rodoviário de cargas. A retração na área de transporte de carga foi originada, segundo o gerente do IBGE, pela baixa demanda da indústria.

 

Fonte: Agência Brasil

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NÍVEL DE EMPREGO NA CONSTRUÇÃO CIVIL EM 2014 CAI APÓS DOIS ANOS EM ALTA

O nível de emprego na construção civil brasileira caiu 0,51%, em 2014, depois de ter registrado altas de 3,02%, em 2012, e 1,54%, em 2013. Foram fechados 18 mil postos de trabalho com carteira assinada e, com a queda, a base de empregados atingiu em dezembro 3,285 milhões. Os dados fazem parte da pesquisa feita pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

 

Apenas em dezembro, o setor eliminou 163,8 mil vagas o que significou recuo de 4,75% em comparação ao mesmo mês de 2013. Em relação ao mês anterior, em novembro, foi constatada queda de 4,34% e saldo negativo de 149.030 empregos.

 

A retração não surpreendeu o setor, disse, por meio de nota, o presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto. Segundo ele, o mercado mais enxuto e o desaquecimento nas obras de infraestrutura obrigaram as empresas a fazer cortes.

 

“Além da desaceleração no volume de edificações imobiliárias, o setor de infraestrutura registrou diminuição do ritmo de obras em função de fatores como: interrupções de obras e demissões, em função de atrasos de pagamentos dos governos da União e dos Estados; adiamento de ordens de serviços para início da execução de obras e até cancelamento de contratos em decorrência dos desdobramentos da Operação Lava Jato”, informou no texto.

 

O executivo observou que a recuperação pode ocorrer apenas a partir do próximo ano. Ao longo de 2015, conforme a análise dele, o emprego ainda estará ameaçado por conta das decisões tomadas nos dois últimos anos de se reduzir o volume de obras.

 

“Para as obras de infraestrutura, esperamos que, passada a fase do ajuste, os governos coloquem seus pagamentos em dia e reiniciem contratações de novas obras, além de impulsionarem licitações de concessões e parcerias. Com isso, há expectativa de retomada do crescimento da construção em 2016.”

 

No último mês de dezembro, o Centro-Oeste do país foi a região que apresentou o maior percentual de cortes (7,79%), comparado ao mês anterior com um saldo de 21.712 demissões. Em números absolutos, a Região Sudeste foi a que teve mais vagas suprimidas (60.822) em relação a novembro com queda de 3,59%. Nas demais regiões ocorreram as seguintes variações: Norte (-7,73% e 17.346 empregos eliminados), Nordeste (-4,11% e 30.268 cortes) e Sul (-3,77% e 18.882 cortes).

 

Fonte: Agência Brasil

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PÓS-GRADUAÇÃO, POR QUE FAZER?

Sobre o Coordenador:

 

Lucas Vissotto possui Graduação em Engenharia Civil pela Universidade Estadual de Goiás (2007), Graduação em Geografia pela Universidade Federal de Goiás (2007), Mestrado em Geotecnia pela Universidade Federal de Goiás (2009), Doutorado em Geotecnia pela Universidade de Brasília (2013) e Analista em Infra-estrutura do DNIT. Coordenador do Curso de Engenharia Civil do UDF e Professor em Nível Superior. Tem experiência na área de Engenharia Civil, com ênfase em Geotecnia, Fundações, Mecânica das Rochas, Simulação Numérica, Mineração, Pavimentação, Terraplenagem e Tecnologia dos Materiais. Desenvolveu projetos e obras de Infra-estrutura como rodovias BR’s 101, 381, 153, 040 e outras; Usinas Hidroelétricas; Túneis de Adução, Rodoviários e de Minas Subterrâneas entre várias Obras Civis.

 

 

Sobre o(s) curso(s):

 

Pós-Graduação em Estradas, Estruturas em Concreto Armado e Engenharia de Segurança do Trabalho.

 

Público-alvo:

 

Profissionais de nível superior das áreas, Engenharias, Arquitetura, Geologia, Economia, Administração, Geografia e Direito; além de profissionais dos setores empresariais, da administração pública e educação.

 

Os diferenciais do(s) curso(s):

 

Visando atender aos profissionais que buscam uma especialização certificada pela instituição mais tradicional do distrito federal, os cursos de pós-graduação em Estradas, Estruturas em Concreto Armado e Segurança do Trabalho do UDF possui, aulas um final de semana por mês, disciplinas ministradas por diretores e gestores do Ministério dos Transportes, DNIT, Ministério das Cidades, VALEC, DER’s além de consultores e projetistas.

 

Mais informações:

 

Através do email “posgraduacao@udf.edu.br ” ou pelo site www.udf.edu.br

 

Seu conhecimento no curso certo:

 

Integrar ao currículo a tradição e a experiência de mais de 40 anos do UDF em formação de profissionais bem sucedidos, sem dúvida, é colocar seu conhecimento no curso e local certos.

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PRÊMIO ODEBRECHT PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Inscrições até 06 de outubro

As inscrições para a 7ª edição do Prêmio Odebrecht para o Desenvolvimento Sustentável estão abertas até 06 de outubro de 2014 e podem ser realizadas pelo hotsite www.premioodebrecht.com/brasil/. Estudantes de cursos de graduação de todo o Brasil podem participar e inscrever seus projetos, sendo que pelo menos um dos integrantes do grupo de autores deve ser aluno dos cursos de engenharia (qualquer engenharia), agronomia ou arquitetura.

 

 

O projeto deverá conter os elementos de uma proposta de engenharia de solução tecnológica ou inovação que se mostre viável em sua execução, ou já com dados de testes ou de aplicação que demonstrem esta viabilidade.

 

A iniciativa tem como objetivo estimular a geração de conhecimento sobre temas relacionados à contribuição das engenharias, arquitetura e agronomia para o desenvolvimento sustentável, além de difundi-los à comunidade acadêmica brasileira e na sociedade.

 

Serão cinco trabalhos premiados com R$ 60 mil reais, sendo que o autor, ou grupo de autores, orientador e instituição de ensino ganham R$ 20 mil reais cada. Os estudantes autores dos projetos classificados também serão convidados a participar de processos seletivos para vagas nos negócios da Organização Odebrecht. Desde sua criação, o Prêmio já contou com mais de 450 projetos inscritos no Brasil e reconheceu um total de 30 trabalhos, concedendo R$ 1,8 milhão em premiações.

 

Na edição passada, o trabalho que conquistou a primeira colocação foi da Universidade Federal Semi-Árido – UFERSA (Mossoró/RN), que abordou o tema Criação de Tilápias com água de reuso após tratamento por osmose reversa. A 6ª edição do prêmio também reconheceu projetos do Centro Universitário Dinâmica das Cataratas – UDC (Foz do Iguaçu – PR), Instituto Militar de Engenharia – IME (Rio de Janeiro – RJ), Universidade Federal da Bahia – UFBA (Salvador – BA), e Centro Universitário da FEI (São Bernardo do Campo – SP).

 

Para o diretor de sustentabilidade da Odebrecht, Sergio Leão, a Organização encara a inovação como requisito para a mudança rumo ao desenvolvimento sustentável. “A base para esta transformação está na motivação do jovem para pensar fora da caixa”, afirma o executivo. “A Odebrecht quer premiar a criatividade do jovem futuro profissional e sua contribuição para o desenvolvimento sustentável”, conclui Leão.

 

O Prêmio Odebrecht é uma iniciativa dos negócios da Organização. Além de ser realizado no Brasil, a premiação também é realizada em outros nove países: Angola, Argentina, Estados Unidos, Panamá, Peru, República Dominicana, Venezuela, Equador e Colômbia. Nos dez países, foi submetido em 2013 um total de 507 trabalhos.

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GUIA DE CARREIRA: ENGENHARIA CIVIL

Área exige interesse por trabalho em grupo

Em tempos de crescimento de investimentos em infraestrutura e obras para as Olimpíadas de 2016 e para a Copa do Mundo de 2014, o mercado para o profissional da área de engenharia civil, está cada vez maior. E dizem até, que o Brasil, é o paraíso para a engenharia civil. Mas você sabe o que faz um profissional dessa área?

 

 

Formação
O curso de graduação em engenharia civil tem a duração de cinco anos. Os dois primeiros são dedicados à construção de uma formação mais sólida nas áreas de matemática e física, que são a base do conhecimento do engenheiro e ajudam a melhorar o raciocínio lógico que será utilizado pelos profissionais em campo. Nos outros três, os alunos passam para a parte profissional e estudam os segmentos específicos da carreira, como as áreas hidráulica, estrutural e de geotecnia.

 

O trabalho em laboratórios realizado durante o período de graduação pode dar uma noção de como será a vida do engenheiro e auxiliar o estudante a optar por um segmento de preferência dentro da engenharia civil.

 

Após a graduação, caso deseje voltar a carreira para as aulas em universidades e a realização de experimentos, o engenheiro pode optar por um mestrado e, se ainda quiser continuar o estudos, um doutorado.

 

A média salarial de um engenheiro civil em Brasília é de R$ 8 mil a R$ 10 mil, mas para ganhar esse salário, é necessário que o profissional tenha no mínimo, cinco anos de experiência e alguma especialização.

 

Fonte: G1

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APELO ECOLÓGICO: SUSTENTABILIDADE CHEGA ÀS PONTES

A Ecoponte é montada em três dias de forma a não agredir o meio ambiente e procura atender, principalmente, as estradas rurais do país.


Pensando na preservação do meio ambiente, uma empresa de Presidente Prudente, no interior de São Paulo, está apostando na Ecoponte, que possui estruturas sustentáveis, e sua construção lança à atmosfera 50% menos de CO2 que a construção de pontes convencionais de concreto.

As Ecopontes são edificadas com menor custo-tempo (em até três dias); com materiais não inflamáveis, sem utilização de madeiras, pois são produzidas com objetos metálicos; com baixo índice de HH (homens hora), ou seja, menor utilização de mão de obra, evitando acidentes e sem geração de resíduos sólidos, entre outros fatores.

Muitos devem estar pensando que este tipo de ponte, talvez, não seja tão resistente quanto as convencionais. Quem acredita nisto está enganado. As pontes sustentáveis permitem a passagem de veículos pesados como bi-trem e treminhões, usados no transporte de derivados da cana -de-açúcar, reflorestadoras, mineradoras e agroindústrias.

Leia mais em ECOPONTES

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