COMO SE COMPORTAR EM UMA ENTREVISTA DE EMPREGO?

O site G1 deu algumas dicas sobre como responder às perguntas de entrevistas de emprego

Um bicho de sete cabeças: é o que parece ser uma entrevista de emprego. Por ser um ponto decisivo para quem está procurando emprego, acaba sendo a mais temida das coisas. O nervosismo toma conta, a dúvida de não saber o que responder é frenquente. Então, preste só atenção em algumas dicas dadas por alguns especialistas na área.

 

O G1 reuniu algumas perguntas que são comuns em entrevistas de emprego e pediu para o coach Roberto Recinella, para a gerente da área de expertise sales & marketing da Hays, Amanda Oliveira, e para Renato Grinberg, diretor-geral da Trabalhando.com, darem orientações sobre as respostas. Veja abaixo.

 

1) Quais são os seus pontos fortes?


Roberto Recinella: Fale a verdade e tenha exemplos de situações em que pode usá-los. Lembre-se de que cada função exige um ponto forte, então se você está se candidatando ao posto de auxiliar de escritório, liderança não é um diferencial, já disciplina, sim. Não aja como “papagaio de pirata” tentando dizer o que o entrevistador quer ouvir.

 

Danielle Mendonça: Foque sua resposta em características profissionais e evite cair em clichês como liderança e trabalho em equipe. Diga sempre a verdade e cite como projetos realizados e situações para expor as características. Se você citar como ponto forte a capacidade de tomar decisões rápidas, conte alguma situação em que tinha um grave problema e que, com poucas informações e pouco tempo (sempre definindo e detalhando qual eram essas informações e tempo), você tomou determinada decisão. Importante contar como foi esse processo de tomada de decisão e os resultados.

 

Renato Grinberg: Seja objetivo e fale o que realmente acredita que você tem como qualidade. Alongar-se demais pode demonstrar um excesso de autoestima ou prepotência.

 

2) Quais são os seus pontos fracos?


Roberto Recinella: Diga a verdade e exemplifique reforçando quais ações que você está tomando para melhorar os pontos fracos. Por exemplo: não domino inglês, mas estou fazendo um curso X ou não sou formada, mas já estou cursando a faculdade Y, estou me aperfeiçoando na área de vendas fazendo um curso em gestão comercial.

 

Danielle Mendonça: Os exemplos devem ser sobre ações que têm sido feitas para melhorar os pontos fracos. Se citar como ponto fraco ser impaciente, conte uma situação em que isso ocorreu, os impactos negativos que foram causados, o que fez você tomar consciência dessa fragilidade e o que está fazendo para melhorar.

 

Renato Grinberg: Nesse caso, seja direto e sucinto – tudo que disser pode contar pontos negativos, mas não adianta esconder uma deficiência que mais cedo ou mais tarde aparecerá.

 

3) Qual seu maior defeito?

 

Roberto Recinella: Perfeccionista ou muito sincero não são defeitos. Já dificuldade em trabalhar em equipe, inflexibilidade, mau humor são defeitos. Todos têm defeitos, ter ciência de quais são e como lidamos com eles é o que faz a diferença.

 

Danielle Mendonça: Os exemplos a serem dados devem ser sobre ações que têm sido feitas para melhorar os defeitos.

 

Renato Grinberg: Clichês como “muito organizado ou perfeccionista” não pegam bem. Diga coisas que você acredita que tenha como defeitos, mas que não o atrapalhariam na contratação como ser ansioso, por exemplo.

 

4) Fale um pouco de você.

 

Roberto Recinella: Fale da sua experiência de vida, viagens, empregos e projetos anteriores. Caso tenha se destacado em alguma área fora da profissional, por exemplo, musical ou esportiva, pode citar.

 

Danielle Mendonça: Conte sua experiência de maneira resumida. Aqui é importante achar um ponto de equilíbrio entre ser prolixo e superficial. Descreva suas funções, responsabilidades, projetos realizados, resultados obtidos, desafios e os porquês das mudanças. Não é necessário voltar até a época de faculdade, a não ser que seja questionado, que seja uma entrevista para o primeiro emprego ou um curso muito diferente de sua profissão.

 

Renato Grinberg: Seja generalista, não se aprofunde ou fale demais sobre você mesmo. Diga coisas leves e sempre positivas, mas seja sucinto.

 

5) Onde você se vê daqui cinco anos? E daqui dez anos?

 

Roberto Recinella: Resista a responder “em seu lugar ou CEO da empresa”. Prefira ser genérico, dizendo que espera ser uma pessoa feliz que enfrentou diversos desafios, fez diversos cursos, aprimorou sua formação e que através de suas competências e comprometimento conseguiu contribuir com os objetivos da empresa.

 

Danielle Mendonça: Seja realista e sincero, entenda a estrutura da empresa antes de dizer algo. Por exemplo: não é possível querer ser diretor em uma companhia que não possui o cargo. Faça uma autoavaliação e analise se suas pretensões são viáveis. Pode tanto falar de planos pessoais como profissionais, desde que sejam coerentes entre si. Por exemplo, não fale que quer crescer rápido profissionalmente, mas também ter qualidade de vida.

 

Renato Grinberg: Fale de possibilidades concretas em relação ao seu trabalho. Foque em o que você quer estar fazendo e não no tipo de cargo.

 

6) Por que você quer deixar sua empresa atual?

 

Roberto Recinella: Diga que deseja mudar de ramo porque não está satisfeito naquele em que está atuando ou que está à procura de novas oportunidades de crescimento, por exemplo. Nunca cite salário nem insatisfação com a chefia.

 

Danielle Mendonça: Tome cuidado para não expor pessoas e situações sem necessidade. Isso demonstra imaturidade. Foque mais na sua carreira, nos seus objetivos e como esse novo desafio pode ajudar a alcançá-los.

 

Renato Grinberg: Nunca fale mal das pessoas com quem trabalha ou do chefe. Isso pega mal. Se esse for o caso, diga que não está satisfeito com o ambiente do local em que está trabalhando e dê algum exemplo.

 

7) Por que você saiu da empresa?

 

Roberto Recinella: Fale que está em busca de novos desafios e que quer mudar de ramo de atuação.

 

Danielle Mendonça: Seja sempre coerente e analise sempre os dois lados da história: o seu e o da empresa que você deixou. O mais indicado é sempre focar nos seus objetivos de carreira, as mudanças devem estar alinhadas com eles.

 

Renato Grinberg: Tudo vai depender do motivo real da mudança e lembre-se, que se mentir, na hora de pedir referências suas, o entrevistador vai descobrir a verdade, mas não fale mal da empresa. Procure o melhor ângulo do que realmente aconteceu.

 

8) Fale do seu emprego anterior.

 

Roberto Recinella: Fale de suas conquistas, dos bons momentos, dos desafios que enfrentaram juntos, dos bons colegas, tentando sempre exemplificar as conquistas com fatos e histórias.

 

Danielle Mendonça: Explique suas funções, responsabilidades, projetos realizados, resultados obtidos e desafios.

 

Renato Grinberg: Não aproveite esse momento para desabafar. Falar que estava acumulando funções, que estava cansado de tantas atribuições, etc. Não fale mal da empresa ou do ex-chefe, foque nos pontos positivos da sua última experiência.

 

9) Por que houve uma lacuna nos seu emprego entre esse período?

 

Roberto Recinella: Pode dizer que estava se aperfeiçoando, que precisou da pausa para criar seu filho, que cuidou de um familiar que estava doente, por exemplo, desde que as opções sejam verdade. Caso não, diga que está retornando ao mercado depois de um período de reflexão sobre o rumo que deveria dar à sua carreira ou que ainda não tinha encontrado o cargo que almejava compatível com suas competências.

 

Danielle Mendonça: Seja sincero, explique por que ficou fora do mercado por um tempo ou as dificuldades de se recolocar. Se ficou sem trabalhar para fazer cursos na área ou fora da área de atuação ou para viajar para outros países, pode dizer, pois muitas vezes esse tipo de atitude demonstra coragem e vontade de aprender e inovar. Deixe claro como tomou essa decisão e que isso fazia parte de um plano de carreira. Por exemplo, se deixou o emprego para viajar por um ano, importante dizer que tipo de conhecimento e experiência buscava e como isso poderia ser benéfico para sua carreira.

 

Renato Grinberg: Mesmo que por um motivo ou outro não foi possível conseguir trabalho nesse período, seja sincero, mas mostre que você usou esse tempo de uma maneira produtiva. Fez cursos, investiu em autoconhecimento, etc.

 

10) O que você pode oferecer que outro candidato não pode?

 

Roberto Recinella: Diga que não pode responder adequadamente, já que não conhece os demais candidatos, além disso, uma competência valorizada no mercado é justamente o trabalho em equipe. Você pode falar sobre as suas competências, mas nunca da falta delas nas outras pessoas.

 

Danielle Mendonça: Analise bem os pré-requisitos da posição e faça uma relação com seus pontos fortes, principalmente aqueles que já foram reconhecidos por gestores anteriores. Se você sabe que a posição busca alguém para gerenciar um grande projeto de reestruturação, conte uma experiência em que já liderou um projeto parecido, ou equipes em transformação, ou como fez parte de uma empresa que estava passando por uma grande mudança. Explique como foi essa experiência e quais ações suas agregaram positivamente.

 

Renato Grinberg: Essa pergunta tem a ver com autoconhecimento e conhecimento do cargo e empresa. Busque o que você tem de melhor para oferecer que seja relevante para aquele cargo/empresa.

 

11) Cite três coisas que seu ex-gerente queria que você melhorasse.

 

Roberto Recinella: Pode dizer algo do tipo: “O meu ex-gerente eu não sei, mas eu acho que devo melhorar…” Isso demonstra autoconhecimento e proatividade. Seja honesto e demonstre o que você está fazendo para melhorar as coisas citadas.

 

Danielle Mendonça: Diga a verdade, mas traga também exemplos de atitudes recentes para melhorar.

 

Renato Grinberg: Seja coerente com o que você acha que tem que melhorar, mas que obviamente não eliminariam você daquela função. Por exemplo, se a função é analista financeiro e você disser que tem dificuldades com números, não será contratado.

 

12) Qual o seu objetivo na empresa?

 

Roberto Recinella: Pode dizer que pretende se empenhar ao máximo, superar desafios e auxiliar a empresa a atingir os resultados desejados e, se for reconhecido, crescer conforme as oportunidades oferecidas.

 

Danielle Mendonça: Se seu objetivo é crescer profissionalmente, mencione como você imagina que essa posição pode lhe proporcionar conhecimento, exposição, desafios e, assim, alavancar seu crescimento.

 

Renato Grinberg: Fale que quer contribuir para o crescimento da empresa, sempre trabalhando em equipe e também aprender novas coisas, se desenvolver e evoluir profissionalmente.

 

13) Por que a nossa empresa deve te contratar?

 

Roberto Recinella: Não fale que precisa aprender uma nova função, pois a empresa não é uma instituição de caridade ou uma escola. O melhor caminho é falar sobre seu comprometimento e citar situações em que você fez a diferença em cargos anteriores, os aprendizados e como deseja aplicá-los na empresa.

 

Renato Grinberg: Diga que está apto a atender às demandas e expectativas da empresa e dê alguns exemplos do que você acha que são essas expectativas.

 

14) Qual o tipo de posição você acredita ser mais adequada ao seu perfil?

 

Roberto Recinella: Diga que pode ser qualquer posição que possa fazer a diferença utilizando as competências da melhor forma. Cite resumidamente essas competências e em quais áreas elas seriam melhor utilizadas, como vendas, marketing , logística, administrativo, controladoria, etc. Aproveite a chance para recapitular e reforçar algumas de suas contribuições em empresas anteriores.

 

Renato Grinberg: Fale sobre liderança e motivação, mas não se esqueça de manter os pés no chão, tenha noção de quais as funções você pode desempenhar de acordo com sua experiência profissional.

 

15) O que você almeja na sua carreira profissional?

 

Roberto Recinella: Diga algo na linha: ser um profissional reconhecido pelas minhas habilidades em gerar resultados sem que para isso eu precise desrespeitar normas e pessoas, além disso, ser capaz de reconhecer novas oportunidades que apareçam em minha trajetória profissional.

Danielle Mendonça: Mencione aspectos de aprendizado profissional como conhecimentos específicos, participação em algum projeto, gerenciamento de equipe pela primeira vez; e de aprendizado pessoal, como lidar com pessoas diferentes de você, vencer grandes desafios, etc.

Renato Grinberg: Pode dizer que quer se desenvolver profissionalmente e alcançar cargos cada vez mais relevantes na empresa, ou seja, ser capaz de cada vez mais agregar valor à sua função.

 

16) Que tipos de funções e responsabilidades você aprecia no trabalho?

 

Roberto Recinella: Sugiro algo como aquelas que me desafiem, mesmo sabendo que muitas vezes terei que realizar muitas tarefas entediantes e rotineiras que são igualmente importantes para o sucesso do meu trabalho, mas algumas tarefas me encantam como finanças, vendas, logística, etc.

 

Renato Grinberg: Seja sincero e diga o que mais aprecia profissionalmente, mas sempre prestando atenção no perfil da vaga à qual você está concorrendo. Nunca diga: odeio falar ao telefone para uma vaga de vendas, por exemplo.

 

17) Quais são as características e elementos do seu trabalho que você considera mais importantes?

 

Roberto Recinella: Trabalho em equipe, a soma do trabalho de todos que faz

a empresa ser bem-sucedida e alcançar seus objetivos. Ter humildade de reconhecer quando preciso de ajuda para realizar uma tarefa e assim aprender como realizá-la. Proatividade para apresentar soluções e melhorar procedimentos e resultados.

Renato Grinberg: Fale o que realmente você acha que é relevante para aquela função.

 

18) Qual é a coisa mais importante que você aprendeu nos últimos anos?

 

Roberto Recinella: Pode dizer que não sabe tudo ou nem sempre tem razão, que existem muitas pessoas que possuem habilidades e conhecimentos diferentes dos seus, proporcionando a oportunidade de aprendizado e desenvolvimento pessoal e profissional. Pode dizer ainda que a entrevista, independente de você ser selecionado ou não, já está proporcionando um aprendizado.

Danielle Mendonça: Busque algum exemplo de aprendizado que seja um pré-requisito para essa posição e que possa ser utilizado pelo gestor. Exemplo: se um dos pré-requisitos é gestão de equipe, conte algum desafio que teve com sua equipe anterior.

 

Renato Grinberg: Fale sobre coisas profissionais que você realmente tenha aprendido e que sejam importantes para a nova função que você deseja assumir.

 

19) Comente uma situação em que você buscou uma nova responsabilidade que desafiava suas habilidades.

 

Roberto Recinella: Sempre é aconselhável que antes de qualquer entrevista você revise seu arquivo mental de histórias e experiências profissionais, tanto as bem como as mal sucedidas. Nessa hora você deve acessá-las e comentar o acontecimento com objetividade, através da exposição de fatos e não de sentimentos.

Danielle Mendonça: Busque algum exemplo de aprendizado que seja um pré-requisito para essa posição. Se você sabe que um dos pré-requisitos é gestão de equipe, e citou que um dos seus pontos fracos é impaciência, conte como alguém da sua equipe anterior o ajudou a melhorar essa característica.

Renato Grinberg: Comente algo que tenha realmente acontecido, não minta, sempre explorando seus pontos fortes.

 

20) Comente uma ocasião na qual você trouxe uma nova e criativa ideia que impactava a performance de sua equipe.

 

Roberto Recinella: Se isso aconteceu mesmo, conte com detalhes de fatos, caso não tenha nada para dizer, não se preocupe, isso é o que geralmente acontece. Responda honestamente que você ainda não teve essa ocasião, mas isso não impede que ocorra a qualquer momento. Apenas não minta ou discorra sobre uma ideia esdrúxula ou comum só para poder responder.

Danielle Mendonça: Se você sabe que um dos pré-requisitos é liderar um projeto de mudança ou reestruturação, conte exemplos em que, de forma diferente de tudo o que já havia sido feito, motivou e treinou sua equipe, e que assim eles se tornaram agentes de mudança na empresa, influenciando outras áreas.

 

21) Você se sente pronto para mudar de uma função para outra?

 

Roberto Recinella: Se responder que sim, diga que desde que seja um desafio e contribua para a carreira e com isso possa contribuir com a empresa em sua estratégia de crescimento. Mas fale isso só se realmente pensar assim.

 

Danielle Mendonça: Foque sua resposta em 3 pontos: experiências prévias com exemplos de sucesso que o qualifica para a função, desejo de aprendizado e desenvolvimento nos pré- requisitos que você não possui e alinhamento entre essa função e seus objetivos profissionais.

 

Renato Grinberg: Diga que sim, e forneça um exemplo de flexibilidade. Por exemplo, um projeto que você realizou ou contribuiu e que teoricamente não era sua função na empresa.

 

22) Você se sente pronto para mudar de país ou estado?

 

Roberto Recinella: Pode dizer que depende do estado, do país e das condições para a família quanto ao acesso e qualidade dos serviços de educação e saúde. Mas não deixe claro que não pode tomar nenhuma decisão sem antes falar com a sua família. O fato de você estar interessado em uma empresa ou determinado cargo não significa que deva “vender a alma” para conquistá-lo. Ouça seu coração. Mudanças devem ser pensadas e planejadas.

 

Danielle Mendonça: Não faz sentido buscar posições globais ou que tenham muito contato com outros países se o profissional não tem disponibilidade para viagens.

 

Renato Grinberg: Só responda positivamente se for verdade e se isso fizer sentido para você. Falar que sim e depois voltar atrás é um tiro no pé.

 

23) No que os candidatos devem pensar antes de dar as respostas? Sempre no lado pessoal, profissional ou nos dois?

 

Roberto Recinella: Nos dois. O candidato deve aliar sua trajetória profissional com a sua qualidade de vida. É um ser humano que tem vida pessoal e profissional e por isso deve responder pensando em sua experiência de vida como um todo.

Danielle Mendonça: Ambos. O importante é manter a coerência, tanto o lado profissional quanto o pessoal devem estar alinhados.

 

Renato Grinberg: Trata-se de uma entrevista de emprego, portanto, as respostas devem ser profissionais, não pessoais.

 

Fonte: G1

 

 

Categoria: UDF pra você
Tags: , , , ,
2 Comentários

PÓS-GRADUAÇÃO ENTREGA BOLSA PARA FABIANO MORAES

Neste semestre a pró-reitoria de pós-graduação lançou o programa de bolsa por mérito acadêmico, que prevê bolsa de 100% na pós-graduação do UDF, para alunos com a maior média, ao final do curso. No segundo semestre doze alunos foram contemplados. Hoje vamos conhecer mais um deles, o Fabiano.

Fabiano Moraes Calado Santana
Curso: Administração

Sua melhor memória da IES?

Compartilhamento de saberes junto aos colegas e mestres.

Para você, qual a participação do UDF na sua vida (profissional, social) daqui em diante?

Será de grande valia, pois o UDF é uma instituição renomada, conceituada e de tradição.

O UDF é sinônimo de?

Sucesso

Qual o “cantinho” do UDF te traz boas lembranças?

A Área de Convivência, por ser um lugar agradável e ter me proporcionado momentos de desconcentração com os colegas de turma.

Quais são as expectativas para o futuro profissional?

Aperfeiçoar-me e com empenho e persistência tornar-me um agente transformador.

Um conselho para quem fica…

Aproveite ao máximo os conhecimentos adquiridos.

Um conselho para quem já se formou…

Encerrou-se apenas uma etapa. É preciso continuar se empenhando para adquirir sucesso profissional.

Em uma única palavra, o que o UDF significa para você?

Oportunidade.

Como percebe a bolsa de pós-graduação, dada pela instituição, devido ao seu desempenho como aluno?

Um grande reconhecimento pela dedicação ao longo do curso e um importante incentivo para a continuidade dos estudos.

Categoria: Retrato
Tags: , , , , , , , , ,
Comentar

BOLSA ACADÊMICA NA PÓS-GRADUAÇÃO: CAROLINE RIBEIRO

A aluna Caroline Ribeiro da Silva conseguiu uma bolsa, por mérito acadêmico, para cursar pós-graduação no UDF. Ela foi a melhor aluna da sua turma. Confira uma entrevista para conhecer um pouco mais sobre ela.

Caroline Ribeiro da Silva
Curso: Letras Português/Espanhol

Sua melhor memória da IES?
As amizades e os professores que contribuíram muito para a minha formação profissional.

Para você, qual a participação do UDF na sua vida (profissional, social) daqui em diante?
A faculdade foi o meu referencial, auxiliando-me nas escolhas e nas minhas metas, tanto na área profissional quanto na área social.

O UDF é sinônimo de?
Futuro

Qual a maior qualidade do UDF?
Profissionais excelentes, estrutura física e atendimento ao aluno.

Qual “cantinho” do UDF te traz boas lembranças?
A Área de Convivência, onde eu me encontrava com os amigos para colocar a conversa em dia. E o pátio, onde aconteciam as reuniões do grupo evangélico.

Qual são as expectativas para o futuro profissional?
Ser uma profissional completa. Que eu possa conhecer as diversas áreas nas quais a minha profissão me permita atuar e ser útil ao mercado de trabalho.

Gosta da infra da IES?
A estrutura do UDF é completa e excelente. Sempre que precisei tive o total apoio e suporte.

Um conselho para quem fica…
Para não desistir dos seus sonhos. Metas, objetivos e a dedicação são “a chave do negócio”.

Um conselho para quem já se formou…
Procurar se atualizar e se especializar sempre. Assim como nós, o mundo não para.

Em uma única palavra, o que o UDF significa para você?
Sucesso.

Como percebe a bolsa de pós-graduação, dada pela instituição, devido ao seu desempenho como aluno?
A bolsa reflete o reconhecimento e o valor que a instituição dá aos seus alunos. Ser reconhecido é fantástico e isso influenciará na minha vida profissional, social e familiar.

Categoria: Retrato
Tags: , , , ,
Comentar

SECRETÁRIO DE JUVENTUDE É ALUNO DO UDF

Por uma política da juventude

Fernando Neto tem 27 anos, é formado em Ciência Política e estudante de Direito no UDF. Militante do PT desde os 12 anos, ele começou no movimento estudantil ainda no ensino fundamental. Na faculdade, participou do Centro Acadêmico de Direito, o Cadir, e do Diretório Central dos Estudantes (DCE). Praticante de jiu-jitsu e de instrumentos, como a guitarra, nas horas vagas. O futuro advogado tem como sonho: “fazer a diferença ajudando a melhorar a vida das pessoas”.

Atualmente, no posto de secretário da pasta, Fernando levanta a bandeira de uma política para a juventude, por meio de ações como o combate às drogas e a evasão escolar. Veja mais na entrevista exclusiva para o UDF.Blog:

UDF: Como iniciou sua carreira política? Fez parte de algum movimento estudantil?
Fernando Neto: Participei de Grêmios durante toda minha história estudantil. No UDF, fiz parte do Centro Acadêmico de Direito (Cadir) e do Diretório Central dos Estudantes (DCE).

UDF: Como foi sua trajetória até a Secretaria de Juventude do DF?
Fernando: Comecei pela militância na juventude do Partido dos Trabalhadores (PT), depois na história do movimento estudantil e mais recente como coordenador de Juventude na campanha do governador Agnelo Queiroz.

UDF: Como foi receber o convite para compor a mesa de pesquisa sobre violência e direitos humanos?
Fernando: Foi uma emoção muito grande voltar para minha instituição como palestrante e ter como ouvinte, mestres que me ajudaram a formar conceitos e princípios jurídicos, que balizam minha história para a temática dos direitos humanos. Me senti honrado pelo convite.

UDF: Já fez ou teve vontade de realizar algum projeto de pesquisa?
Fernando: Sim. Realizei e tenho o objetivo de realizar vários outros projetos, como o diagnóstico da juventude no Distrito Federal.

UDF: Fale sobre sua formação no UDF e o reconhecimento no mercado.
Fernando: Tenho uma relação familiar com a UDF. Meu pai e meu tio se formaram na instituição e hoje fecho um ciclo geracional. O Centro Universitário possui reconhecimento no mercado e, com certeza, esse posicionamento abre portas, além de formar, notoriamente, grandes profissionais.

UDF: Cites algumas metas e propostas como secretário.
Fernando: Pretendo incluir na agenda política da cidade, políticas públicas de juventude que constituam, a partir do jovem, o desenvolvimento econômico e social do DF, em contraponto à realidade atual. E reduzir, com isso, pontos como a violência e a desigualdade, melhorando também o acesso à cultura.

UDF: Mensagem aberta aos alunos.
Fernando: A geração de nossos avós lutou pela ditadura; a de nossos pais, pela democracia; e, a nossa pela realização de nossos sonhos. Temos, portanto, a responsabilidade de sermos vanguardistas e, ao mesmo tempo, guardiões de uma nova etapa para nossa cidade e para o país.

Categoria: UDF pra você
Tags: , , , , , , , , , , , , ,
1 Comentário

DEPRESSÃO INFANTIL: TRISTEZA NÃO, DOENÇA!

UDF.blog entrevista a autora do livro “Uma História de Grande Porte”

Roberta Fraga nasceu em Brasília/DF e se formou em Direito pelo UDF Centro Universitário, em 2001. Desde então ela é Analista Judiciária do Supremo Tribunal Federal (STF), mãe e escritora nas horas vagas. É a filha Clarice, de 2 anos, por sinal, que lhe rende uma fonte inesgotável de inspiração. A autora, que escreve também no blog Peculiarizar, palestra em breve sobre seu primeiro livro infantil.

Leia a entrevista, feita por e-mail:

UDF: Quem é a Roberta?

Roberta Fraga: Tenho 32 anos e sou apaixonada por literatura, artes, artesanato e cinema. Tenho uma formação jurídica, mas desde criança as  inclinações me indicavam para o mundo das letras. Além dos textos escritos, trabalho confeccionando livrinhos táteis em feltro, onde dou vazão a minha faceta artesanal. O blog é feito com minha minha irmã Carol e existe há 2 anos.  Meu interesse no espaço é divulgar meus trabalhos, pessoas peculiares e interagir na rede.

UDF: Quando começou a escrever? E por que esta predileção pelo público infantil?

RF: Escrevo desde sempre. Eu me lembro que a primeira poesia que eu escrevi foi aos oito anos. Aos 9 decidi que queria ser escritora, mas a falta de conhecimento sobre a área e as poucas oportunidades no mercado editorial naquela época venceram momentaneamente a minha tenacidade. Guardei trabalhos, trabalhei em silêncio. Trilhei o caminho do Direito e aqui estou. Escrever para crianças é doce, descompromissado. Eles são mais verdadeiros. Sem falar que o público infantil dá liberdade de temas; é como nos desenhos animados: tudo é possível, sem censuras. Mas eu também desenvolvo textos em realismo fantástico. Um deles roteirizado por um amigo querido, cineasta também do DF, que transformou meu conto Z no roteiro para “Fragmentos”.

UDF: Por que abordar um tema tão delicado e, ao mesmo tempo, polêmico em seu primeiro livro?

RF: Há tempos eu buscava um tema menos óbvio. Por que falar para crianças tem sempre que ser com fadas ou seres fantásticos com super-poderes? Por que as crianças não podem ser elas mesmas? Fiquei um tempo pensando na expressão muito dita por aí “elefante branco” e aí, vi que no mercado o elefante é uma figura extremamente fofa e carismática. Então resolvi quebrar esse paradigma. É uma alegoria, um texto que descreve uma situação. Algumas pessoas entendem o alcance, outras não, mas todas reconhecem a tristeza e como é triste ser triste. O livro propõe uma reflexão. É uma história simples, breve demais para alguns, contada pelos olhos de um garotinho. E é nessa brevidade que cabe e dúvida a respeito do que não é dito.

UDF: Sua inspiração para “Uma história de Grande Porte” veio de …? Cite alguns escritores que admira.

RF: Eu me inspirei em diversas matérias sobre a depressão, na convivência com pessoas próximas que enfrentaram o problema, no relato de pais sobre como os filhos estão amadurecendo rápido demais. Então por que não colocar isso em questão? São tantos os escritores que admiro. Sou um verdadeiro rato de biblioteca. Gabriel García Marquez, Clarice Lispector, Nelson Rodrigues, Dostoiévski, Rubens Fonseca, entre outros. Mas vou confessar uma predileção pelo Nobel da Língua Portuguesa, Saramago.

UDF: As crianças costumam ler e entender a história? Como tem sido o retorno?

RF: Eu tentei escrever sobre o problema da forma mais simples que eu encontrei, mas não sei se as crianças percebem. Acho que elas percebem que há algo errado com o elefante, mas não se posicionam, não concretizam. Em todo o caso, busquei tratar o tema de uma forma lúdica, mas reflexiva e propor uma leitura crítica, mediada, a fim de poder ser contextualizada.

UDF: Como foi o lançamento do livro em Brasília?

RF: O livro foi lançado em outubro de 2010, na 29° Feira do Livro de Brasília. Dei autógrafamos, conversei um pouco com o público e doei 100 exemplares para o projeto Arca das Letras (do Ministério do Desenvolvimento Agrário, que cria minibibliotecas nos assentamentos rurais e urbanos). Este ano estamos trabalhando na divulgação dele e na discussão sobre o tema. O evento inaugural será o debate no dia 06/04, na Livraria Cultura da Casa Park.  So para ilustrar, o aluno acometido de um possível quadro de depressão – e apenas o profissional poderá atestar isso – é  um aluno que não “dá trabalho” e muitas das vezes esse problema acaba passando desapercebido.

UDF: Como boa leitora, cite uma frase que lhe motiva diante dos problemas da vida?

RF: Uma frase que me motiva e que nunca saiu da minha cabeça, foi na primeira aula de Direito, matéria Teoria Geral do Estado. Não me recordo agora o nome da professora, mas ela escreveu assim no quadro: “Sei de muito pouco, mas tenho a meu favor tudo o que não sei, porque sou terreno virgem e livre de preconceitos.” Não sei a fonte da citação e nem a exatidão dela, mas guardei assim na memória e no coração e assim gostaria de mantê-la.

UDF: Para você, ler e escrever “soaria” como uma válvula de escape?

RF: Tenho em mim uma teoria conspiratória dessas que eu crio e recrio diariamente de que todos os escritores escrevem e reescrevem suas próprias biografias. Ele estende sua maneira de ver o mundo e se recria a partir disso em muitos personagens. Escrever para mim é tudo: escape, informação, fantasia, é doar experiências de vida.

UDF: Palavra aberta.

RF: Queria dizer às pessoas que qualquer que seja a condição em que elas estejam, vivam. Qualquer que sejam seus parâmetros, suas bagagens de vitórias ou derrotas, seus apoios ou abandonos. Nunca, em momento algum, deixem de sonhar.

Sinopse do livro
“Uma História de Grande Porte” é um livro voltado para crianças de primeira (0 a 3 anos) e segunda infâncias (3 a 6 anos) que visa criar uma alegoria para a depressão infantil. Em se considerando o aumento de casos em crianças dessa idade e a dificuldade em diagnosticar a doença, já que os sintomas podem ser facilmente confundidos com os de outras doenças.

Depressão infantil: saiba os sintomas
Os sintomas depressivos em crianças são diferentes do adulto. Ela sente dor na barriga constante, dores de cabeça, o seu rendimento escolar cai de forma brusca e o seu comportamento altera muito.

Com isso, ela se torna uma criança teimosa; agressiva; por vezes preguiçosa ou tímida; passa a ter transtornos no sono; alterações de humor, com  sentimentos de rejeição e culpa; hipersensibilidade, o que faz chorar sem motivos e muita das vezes perder o interesse em atividades que fazia, isolando-se socialmente.

Com informações do Sabetudo.net.

Imagens: Rafa Zart

Categoria: UDF pra você
Tags: , , ,
Comentar
Termo de Uso de Conteúdo –

Nós permitimos e incentivamos a reprodução do conteúdo deste blog, desde que as condições determinadas abaixo sejam respeitadas.
Qualquer utilização que não respeite este Termo será considerada violação de propriedade intelectual e estará sujeita à todas as sanções legais.
Você pode copiar, distribuir e exibir o conteúdo, sob as seguintes condições:


Atribuição

Você deve dar crédito ao autor original sempre que o conteúdo possuir autoria. Veja o exemplo abaixo.
Por: (inserir o nome do autor)


Origem


A fonte deve ser citada da seguinte forma: Fonte: UDF.Blog (com o  link http://blog.udf.edu.br/)


Utilização do conteúdo


É vedada a criação de obras derivadas do conteúdo do UDF.Blog.
Você não pode alterar, transformar ou criar outra obra com base nesta.
Você não pode utilizar o conteúdo para finalidades comerciais ou publicitárias.


Política de Privacidade


Todas as informações fornecidas por você serão utilizadas para sua identificação.
Seus dados não serão vendidos ou compartilhados com terceiros sem sua prévia autorização.
Caso tenha solicitado, usaremos seus dados para mantê-lo informado sobre serviços, novidades e benefícios. Você sempre terá a opção de cancelar o recebimento de tais mensagens.


Condições gerais para os comentários


Buscando manter um relacionamento mais próximo e oferecer a possibilidade de participação dos usuários em nossos conteúdos, comentários são permitidos e bem-vindos em nosso blog.
Eles estão sujeitos a aprovação e serão publicados sempre que de acordo com as seguintes condições:

Os conteúdos dos comentários publicados são de responsabilidade dos usuários, não tendo nenhuma interferência ou opinião do UDF Centro Universitário.