ATIVIDADE FÍSICA NO INVERNO REQUER CUIDADOS COM HIDRATAÇÃO

Com as temperaturas mais baixas, o inverno exige cuidados redobrados com a hidratação, já que o clima frio gera a falsa sensação de que o corpo precisa ingerir menos líquido. De acordo com especialistas, essa preocupação deve ser redobrada entre quem faz exercício físico intenso, com o consumo de mais líquido, inclusive durante a atividade.

 

Foto: Getty Images

 

Segundo o nutrólogo Carlos Alberto Werutsky, diretor da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), “além da temperatura ambiente, que no inverno é mais amena, a intensidade do exercício é o que determina a quantidade necessária de reposição de água”, explica.

 

Werutsky lembra que “o consumo diário de líquido deve ser em média 2,7 litros para mulheres e 3,7 litros para homens, de acordo com a Recommended Dietary Allowances (RDAs), referência utilizada mundialmente para o consumo de água e nutrientes”.

 

Uma dica para os que não têm muita sede é apostar no consumo variado de bebidas, como chás, sucos e refrigerantes. “Além da água, podemos consumir outras bebidas que nos ajudem a manter o organismo hidratado, sem depender do mecanismo da sede”, sugere Werutsky.

 

De acordo com o especialista, os treinos com mais de uma hora requerem cuidado maior com a hidratação. “Nesses casos, além de líquido, é necessário repor sais minerais, principalmente o sódio, que atua na regulação dos fluidos, retendo a água no corpo e mantendo-o hidratado”, reforça Werutsky.

 

É o caso dos jogadores de futebol, que estão prontos para estrear na Copa do Mundo do Brasil. Entre eles a hidratação contínua é fundamental para o rendimento em campo.

 

“Embora os jogadores tenham mais resistência física, eles também precisam reforçar a hidratação antes, durante e depois do jogo, inclusive com o consumo de bebidas esportivas, principalmente aqueles de países de baixas temperaturas que vão jogar em cidades brasileiras mais quentes”, afirma o nutrólogo.

 

“A dificuldade de se adaptar ao clima local pode determinar uma necessidade de hidratação mais contínua desses jogadores, que devem ingerir cerca de 300 ml de líquidos a cada 15 minutos de jogo”, ressalta Werutsky.

 

Ele alerta que, nesses casos, apenas a água não resolve.

 

“Dependendo da taxa de suor durante o jogo, só água não vai reidratar. Tem que repor o sódio. Caso contrário, podem ter câimbras, além de apresentar queda na performance e perda de explosão muscular”.

 

O nutrólogo também alerta para o uso inadequado de roupas para malhar no inverno, que podem contribuir para a desidratação.

 

“É importante utilizar roupas permeáveis que permitam a troca de calor do corpo com o ambiente. O indicado é utilizar roupas de algodão e tirar o casaco quando começar a suar. E, claro, se hidratar porque o suor já indica perda de líquido”, aconselha.

 

Fonte: Portal Terra

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FIFA PRECISOU ACIONAR PM PARA AJUDAR AGENTES A LIDAR COM TORCIDA NO RIO

Jogo Brasil x Inglaterra no Maracanã foi teste final para seguranças da Fifa. Na Copa das Confederações, PMs ficarão 'invisíveis' e só agem se preciso.

Tahiane Stochero Do G1, em São Paulo

 

A Fifa precisou acionar a Polícia Militar do Rio de Janeiro para ajudar agentes de segurança privada contratados pela entidade – os chamados stewards – para resolver problemas com torcedores dentro do Maracanã, no domingo (2), durante o amistoso entre Brasil e Inglaterra. A partida serviu como teste final do esquema de segurança da Copa das Confederações, que começa no próximo dia 15 e terá partidas em seis capitais brasileiras.

 

Saída do Maracanã no domingo, após o jogo
(Foto: Mariucha Machado/G1)

 

Segundo José Hilário Medeiros, gerente de segurança do Comitê Organizador Local da Fifa para a Copa das Confederações e a Copa do Mundo, o auxílio dos policiais foi necessário porque alguns grupos não reagiram a orientações dos agentes da Fifa.

 

Durante a Copa das Confederações e a Copa do Mundo, a segurança dentro dos estádios é de responsabilidade da Fifa e será feita pelos stewards, que atuam desarmados e não têm poder de polícia para revistar ou prender suspeitos.

 

No Maracanã, domingo, torcedores da Inglaterra, por exemplo, ocuparam escadas e bloquearam corredores de acesso durante a partida. Outro desafio foi com torcedores brasileiros que ocuparam assentos errados e não quiseram sentar nos lugar marcados antes da intervenção policial. Em ambos os casos, os stewards precisaram chamar a PM.

Dentro do Maracanã não foram registrados furtos ou roubos, diz a Fifa.

 

Torcedores vibraram nas arquibancadas na partida
do Brasil no Maracanã (Foto: Pilar Olivares/Reuters)

 

Alcançamos nossos objetivos, mas algumas correções, alguns ajustes, ainda precisam ser feitos, inclusive neste entrosamento entre a segurança pública e a privada. Estamos no caminho, acertando detalhes”

 

José Hilário Medeiros, gerente de segurança da Fifa para a Copa das Confederações e do Mundo

 

A presença dos stewards [agentes privados da Fifa] é algo novo para os torcedores brasileiros, mas a reação foi boa, eles receberam de maneira simpática”

 

José Monteiro, do Ministério da Justiça

 

A ideia dos organizadores é contar com um segurança para cada 50 torcedores no estádio. No domingo, mais de 800 agentes atuaram no Rio de Janeiro.

 

A Fifa contratou seis empresas de segurança brasileiras para atuar nos estádios da Copa das Confederações. Os profissionais passaram por avaliação da Polícia Federal, que observou a documentação e a formação dos agentes. Eles receberam ainda um treinamento específico da Fifa.

 

‘Novo modelo’
O amistoso entre Brasil e Inglaterra, que terminou empatado em 2 a 2, serviu para a Fifa e a Polícia Militar avaliarem a resposta da torcida brasileira a uma situação inédita: foi a primeira vez que PMs não ficaram “visíveis” no estádio e uma partida teve  os stewards como responsáveis pelo bem-estar dos torcedores.

 

Dentro do Maracanã, assim como nos estádios das outras cinco cidades-sede – Fortaleza, Brasília, Salvador, Recife e Belo Horizonte –, há salas destinadas a “esconder” os PMs, que não serão percebidos pelo público durante os jogos da Copa das Confederações, a menos que sejam acionados.

 

Em casos extraordinários, quando o público não responde aos pedidos dos agentes privados ou em situações de emergência, desastres ou atentados, a Fifa repassa a responsabilidade pela segurança para a PM ou às Forças Armadas.

 

“Ontem [domingo], tivemos vários momentos que precisamos acionar a PM, principalmente com alguns problemas com a torcida. O steward está lá para garantir o direito do ingresso do torcedor. Algumas pessoas sentaram no lugar errado, porque queriam ficar perto de amigos, e não queriam se deslocar para outra cadeira”, disse José Hilário Medeiros, foi agente da Polícia Federal, atuou no Pan de 2007 e elaborou o plano de vigilância para as Olimpíadas de 2016.

 

“Outra responsabilidade da segurança privada é conter inicialmente uma tentativa de invasão a campo e liberar áreas de acesso, como foi o caso da torcida inglesa. Eles queriam ficar nas escadas e não seguiram as recomendações dos segurança”, explicou.

 

Segundo ele, os eventos da Fifa mudam o conceito do futebol para o público, que precisa se habituar ao novo modelo. “As novas instalações serão legados que ficarão para o país, e o torcedor está se engajando neste novo conceito. Os stewards fazem parte do novo modelo”.

 

“Dentro de cenários possíveis que trabalhamos sobre o que pode haver durante uma partida, temos planos de contingência para as mais diversas possibilidades, como um apagão total, um incidente de terror, uma briga generalizada. Cada membro [da segurança] sabe até onde pode atuar. A gente passa a responsabilidade de uma área para outra de modo integrado. A decisão é rápida”, afirmou Hilário.

 

No Maracanã, mais de 800 stewards atuaram internamente, auxiliados por 350 PMs – que ficam em salas de pronta-resposta. Outros 650 policiais atuaram nas imediações do estádio, apoiados por 450 guardas municipais. A Polícia Militar aumentou em 6 mil o efetivo normal de policiamento da capital fluminense. A Polícia Civil teve um acréscimo de mil além do normal, segundo José Monteiro, diretor da Secretaria Extraordinária de Grandes Eventos (Sesge), órgão do Ministério da Justiça, que coordena a atuação das polícias estaduais, Federal e Rodoviária Federal na Copa das Confederações

 

Cambistas venderam ingressos para amistoso no
entorno do Maracanã (Foto: Mariucha Machado/G1)

 

A atuação dos cambistas e a cultura da contravenção ao redor dos estádios é algo da cultura brasileira, que não vai existir mais porque, para os grandes eventos, haverá limitação na compra de ingressos pela internet e todos são nominais”

 

José Monteiro, do Ministério da Justiça

 

Problemas pontuais
Tanto José Hilário Medeiros, da Fifa, quanto José Monteiro, da Sesge, afirmam que a partida mostrou que o esquema de segurança previsto está correto, apesar de problemas pontuais. Entre as reclamações do público estão dificuldades de acesso ao Maracanã e a presença de cambistas – a PM prendeu 15 no entorno do estádio.

 

“Este foi o primeiro teste completo para a Copa das Confederações. Alcançamos nossos objetivos, mas algumas correções, alguns ajustes, ainda precisam ser feitos, inclusive neste entrosamento entre a segurança pública e a privada. Estamos no caminho, acertando detalhes e, nesta semana, faremos uma série de reuniões para ver o que precisa ser aperfeiçoado”, disse José Hilário.

 

Outro problema foi a formação de filas na entrada do Maracanã.  “A dificuldade no controle de acesso vai ser suprida com maior número de detectores de metais portáteis [chamados de raquetes] nos jogos oficiais, para não formar filas, evitar tumultos. A tendência é que as pessoas entrem mais rápido. Isso já estava previsto”, afirmou o gerente do comitê da Fifa.

 

“Conseguimos colocar em prática pela primeira vez o que tínhamos planejado, que se aproximou muito de um evento como a Fifa quer. A atuação dos cambistas e a cultura da contravenção ao redor dos estádios é algo da cultura brasileira, que não vai existir mais porque, para os grandes eventos, haverá limitação na compra de ingressos pela internet e todos são nominais. A presença dos stewards também é algo novo para os torcedores brasileiros, mas a reação foi boa, eles receberam de maneira simpática”, disse Monteiro, do Ministério da Justiça.

 

Para a Copa das Confederações, também haverá reforço no policiamento dos entornos e em pontos de reuniões do público, como estações de ônibus. “Duas arenas – a de Pernambuco e a de Brasília –, por serem mais afastadas de áreas residenciais, facilitam o trabalho da segurança pública. Mas estamos muito confortáveis para trabalhar em todas as sedes. As avaliações mostram que o nível de risco em todas elas é baixo, mas isso pode mudar para a Copa do Mundo”, afirmou Monteiro.

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MEDALHA NO JUDÔ PARA O BRASIL

Mayra Aguiar conquista medalha de bronze na categoria até 78kg

A judoca Mayra tem muitos motivos para comemorar seu aniversário hoje (03). Na disputa contra a holandesa Marhinde Verkerk, ontem (02), a brasileira saiu melhor e faturou a medalha de bronze para o Brasil. Foi a terceira medalha  do judô brasileiro nos Jogos Olímpicos de Londres.

 

Mayra, apesar de jovem, já tem grandes conquistas na carreira: duas medalhas em Mundiais, a prata em 2010 e o bronze em 2011. Além disso, também obteve sucesso nos Jogos Pan-americanos de 2007 (prata na categoria até 70kg) e de 2011 (bronze). Parabéns!!!

 

O Brasil está em 21º lugar nos Jogos Olímpicos de Londres.

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ARÁBIA SAUDITA PERMITE A PARTICIPAÇÃO DE SUAS ATLETAS NAS OLIMPÍADAS

Uma grande conquista para as mulheres do país

Em decisão inédita, a Arábia Saudita comunicou que suas atletas femininas poderão participar das Olimpíadas de Londres, que acontecem este ano, no dia 27 de julho.

 

 

O país era um dos 3 do mundo que não permitiam a participação das mulheres nos jogos olímpicos. Qatar e Brunei, os outros dois países, mudaram de idéia e também permitirão suas atletas nas Olimpíadas.

 

Na Arábia Saudita, as mulheres não podem ir à escola, dirigir, votar, casar e nem deixar o país, sem a autorização do pai ou do marido.

 

Fonte: Só notícia boa

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RIO 2016

Oportunidade de emprego para pessoas com deficiência

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016, anunciou que vai criar um banco de dados para pessoas com deficiência, interessadas em participar dos eventos esportivos no Rio de Janeiro.

 

 

A expectativa de Carlos Arthur Nuzman, presidente do comitê organizador, é ir além do número de cotas que a legislação brasileira reserva para profissionais com deficiência – recrutando cerca de 200 pessoas portadoras de necessidades especiais.

 

O anúncio do plano contou com a participação do diretor de Recursos Humanos do Rio 2016, Henrique Gonzalez, de representantes do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) e integrantes de organizações não-governamentais, que desenvolvem atividades voltadas para pessoas com deficiência.

 

Fonte: Terra

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SECRETÁRIO DE JUVENTUDE É ALUNO DO UDF

Por uma política da juventude

Fernando Neto tem 27 anos, é formado em Ciência Política e estudante de Direito no UDF. Militante do PT desde os 12 anos, ele começou no movimento estudantil ainda no ensino fundamental. Na faculdade, participou do Centro Acadêmico de Direito, o Cadir, e do Diretório Central dos Estudantes (DCE). Praticante de jiu-jitsu e de instrumentos, como a guitarra, nas horas vagas. O futuro advogado tem como sonho: “fazer a diferença ajudando a melhorar a vida das pessoas”.

Atualmente, no posto de secretário da pasta, Fernando levanta a bandeira de uma política para a juventude, por meio de ações como o combate às drogas e a evasão escolar. Veja mais na entrevista exclusiva para o UDF.Blog:

UDF: Como iniciou sua carreira política? Fez parte de algum movimento estudantil?
Fernando Neto: Participei de Grêmios durante toda minha história estudantil. No UDF, fiz parte do Centro Acadêmico de Direito (Cadir) e do Diretório Central dos Estudantes (DCE).

UDF: Como foi sua trajetória até a Secretaria de Juventude do DF?
Fernando: Comecei pela militância na juventude do Partido dos Trabalhadores (PT), depois na história do movimento estudantil e mais recente como coordenador de Juventude na campanha do governador Agnelo Queiroz.

UDF: Como foi receber o convite para compor a mesa de pesquisa sobre violência e direitos humanos?
Fernando: Foi uma emoção muito grande voltar para minha instituição como palestrante e ter como ouvinte, mestres que me ajudaram a formar conceitos e princípios jurídicos, que balizam minha história para a temática dos direitos humanos. Me senti honrado pelo convite.

UDF: Já fez ou teve vontade de realizar algum projeto de pesquisa?
Fernando: Sim. Realizei e tenho o objetivo de realizar vários outros projetos, como o diagnóstico da juventude no Distrito Federal.

UDF: Fale sobre sua formação no UDF e o reconhecimento no mercado.
Fernando: Tenho uma relação familiar com a UDF. Meu pai e meu tio se formaram na instituição e hoje fecho um ciclo geracional. O Centro Universitário possui reconhecimento no mercado e, com certeza, esse posicionamento abre portas, além de formar, notoriamente, grandes profissionais.

UDF: Cites algumas metas e propostas como secretário.
Fernando: Pretendo incluir na agenda política da cidade, políticas públicas de juventude que constituam, a partir do jovem, o desenvolvimento econômico e social do DF, em contraponto à realidade atual. E reduzir, com isso, pontos como a violência e a desigualdade, melhorando também o acesso à cultura.

UDF: Mensagem aberta aos alunos.
Fernando: A geração de nossos avós lutou pela ditadura; a de nossos pais, pela democracia; e, a nossa pela realização de nossos sonhos. Temos, portanto, a responsabilidade de sermos vanguardistas e, ao mesmo tempo, guardiões de uma nova etapa para nossa cidade e para o país.

Categoria: UDF pra você
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