BRASÍLIA UTOPIA LÍRICA

A exposição apresenta o projeto do fotógrafo Vicente de Mello, com imagens que apresentam uma visão particular do fotógrafo sobre a arquitetura e o urbanismo da cidade, uma leitura subjetiva e atemporal da geometria da Capital Federal.

 

Serão apresentadas 31 fotografias tiradas com uma câmera Rolleiflex, a mesma que foi amplamente utilizada nos anos 50 e 60 durante a construção da Capital.

 

Curadoria: Beatriz Lemos e Waldir Barreto

 

Dia 16/07, quinta-feira

15h – Bate-papo com Vicente de Mello e curadores

Local: Vão em frente à Galeria 3

HORÁRIO de 9h às 21h

INGRESSO Entrada franca

 

Fonte: CCBB

Categoria: Cult
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EXPOSIÇÃO: “A MAGIA DE MIRÓ” – JOAN MIRÓ

A Caixa Cultural Brasília apresenta, entre 1º de julho e 30 de agosto, a exposição A Magia de Miró, o evento conta com 69 obras, entre desenhos e gravuras, e 23 fotografias do grande artista catalão. “Com Miró, a pintura uniu-se ao reino da poesia”. Assim a historiadora Janis Mink define, na biografia que escreveu sobre o artista para a editora alemã Taschen. Não fique de fora dessa, confira!

 

Qual dia?

1º de julho a 30 de agosto de 2015 (terça-feira a domingo)

Qual o horário?

Terça a sábado, de 10h às 20h, e domingo, de 10h as 19h

Onde vai ser?

CAIXA Cultural Brasília – SBS Quadra 4 Lotes 3/4

Quais as atrações?

Exposição “A Magia de Miró”

Qual o valor do ingresso?

Entrada franca

Mais informações:

Telefone: (61) 3206-9448 / 3206-9449

Censura: Livre

 

Fonte: Sou Brasília

Categoria: Cult
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PARKSHOPPING RECEBE EXPOSIÇÃO INTERATIVA INÉDITA SOBRE A VIDA DE AYRTON SENNA

A exposição é gratuita e proporcionará ao público da capital a chance de conferir de perto itens originais do acervo da família

Pela primeira vez em Brasília, a mostra itinerante Senna Emotion, a maior sobre a trajetória pessoal e profissional do tricampeão mundial de Fórmula 1, estará aberta ao público no ParkShopping a partir do próximo dia 8 de agosto e segue até 6 de setembro.

 

Com cerca de 330 metros quadrados, a exposição é gratuita e proporcionará ao público da capital do país a chance de conferir de perto itens originais do acervo da família. Sucesso pelas cidades em que passou neste ano, a mostra reuniu no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte mais de 40 mil fãs, que puderam conferir de perto as atrações da Senna Emotion, que está dividida em três áreas temáticas: Valores de um Campeão, O Mito da Fórmula 1 e Ayrton Senna do Brasil.

 

De acordo com Bianca Senna, diretora de Branding do Instituto Ayrton Senna e sobrinha do tricampeão, a exposição reúne parte valiosa da memória da carreira de um dos maiores pilotos da história da Fórmula 1. “As atrações são bem interativas, proporcionam uma experiência lúdica aos fãs e informação para gerações mais novas que não acompanharam a trajetória do Ayrton”, afirma.

 

Toda a mostra é inspirada na lógica dos ambientes inteligentes, que possuem forte capacidade de criar empatia com o público. “A linguagem interativa é interessante para exposições temáticas, de modo que as informações transmitidas através da experiência sejam mais atraentes, divertidas e mais bem compreendidas pelo público”, afirma Karina Israel, Diretora Executiva da YDreams Brasil, empresa responsável pela produção da mostra.

 

Nas primeiras exposições ao público, uma das áreas que fez mais sucesso foi justamente a experiência interativa com óculos de realidade “aumentada”. Nesta sala, é possível experimentar uma solução interativa e inédita: com óculos de realidade virtual, o visitante é convidado a sentar na posição do piloto e acompanhar o campeão numa volta na pista de Interlagos, com direito a comentários do ídolo sobre cada ponto do circuito. “É uma experiência única. A procura foi tão alta no Rio de Janeiro que aumentamos os lugares disponíveis para esta parte da mostra em Belo Horizonte, com mais óculos e cadeiras e a repercussão dos visitantes foi ótima. Muitos deles disseram que realmente se sentiam dentro de em um carro de F1 e ficaram em êxtase com uma volta narrada pelo Ayrton. Por isso mantivemos essa área com bastante espaço em Brasília”, diz Bianca.

 

Valores de um Campeão

Na área ‘Valores de um Campeão’, os visitantes terão a oportunidade de conhecer um pouco melhor o Ayrton ‘família’. O apoio em casa sempre foi fundamental para o sucesso do campeão. Ainda criança, aos 4 anos, ele recebeu o primeiro kart do pai, e desde então se apaixonou pela velocidade. Com esse incentivo, construiu sua trajetória baseando-se em seus valores, como determinação, perfeição, dedicação, superação e orgulho de ser brasileiro.

 

Os clientes do ParkShopping poderão ver as imagens da infância e momentos em família, além de ver e fazer fotos junto à réplica do primeiro kart do piloto. Um álbum digital e interativo conta histórias com imagens da época. Por fim, há uma seleção de miniaturas dos carros de F1 e suas escuderias.

 

O mito da Fórmula 1

Já na área ‘O mito da Fórmula 1’, o visitante poderá perceber como sua dedicação fez uma brincadeira de criança perpetuar-se em todas as modalidades por que passou. Trata-se de um ambiente imersivo que apresenta o Ayrton Senna como piloto, por meio de uma projeção mapeada na parede. Em sequência, os visitantes poderão interagir com uma projeção para descobrir, através de depoimentos, o que pensavam sobre Senna seus amigos, rivais e profissionais do automobilismo.

 

Em uma vitrine interativa haverá objetos pessoais que faziam parte do dia a dia do piloto, todos originais e exclusivos da exposição. Através de uma tela será possível descobrir detalhes de cada uma das 41 vitórias de Senna na F1, seja nas curvas, nas comunicações do rádio e na vibração em cada comemoração. No centro da sala será exibido o troféu que é considerado um dos mais importantes da carreira de Ayrton, o do GP do Brasil de 1991, em uma corrida histórica recheada de desafios e emoções. Um vídeo vai relembrar este momento, em que Senna precisou levar a McLaren até o fim apenas com a sexta marcha.

 

Ayrton Senna do Brasil

E na área ‘Ayrton Senna do Brasil’, o visitante poderá ver a relação de amor, admiração e de retribuição ao povo brasileiro. Neste espaço será exibida uma das maiores atrações da exposição: através da tecnologia de ‘Vídeo Mapping’, um carro cenográfico ganha as formas de todas as máquinas que Senna eternizou na Fórmula 1. Com apenas um toque, o visitante acionará um show audiovisual que simula imagens das quatro escuderias em que correu: Toleman, Lotus, McLaren e Williams. O público também poderá apreciar uma mostra de objetos, dentre eles o capacete com o qual Senna foi tricampeão no Circuito de Suzuka, no Japão, em 1991, integrado num ambiente holográfico. Além de tudo, o visitante ainda poderá, através de uma solução de realidade aumentada, fazer uma foto com o troféu do GP do Brasil e depois receber em seu e-mail. O documentário SENNA será exibido na integra num espaço reservado para os fãs.

 

Após a temporada em Brasília, a mostra segue para Salvador. Idealizada e desenvolvida pela YDreams Brasil, empresa internacional especializada em tecnologia interativa, e realizada em parceria com o Instituto Ayrton Senna, a exposição Senna Emotion foi produzida com recursos da Lei Rouanet, através do Ministério da Cultura, e conta com o patrocínio oficial de Dunlop Pneus, Drogaria Pacheco e Itaú.

 

Fonte: Jornal de Brasília

Categoria: Cult
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CARAMETADE

Exposição de Roger Regner é composta de painéis de grande porte (4m X 1,80m) que retratam personagens fictícios compostos pela fusão inusitada de figuras míticas e/ou controvertidas reconhecidas por uma expressiva carga simbólica. Com humor e ironia, Roger Regner desenhou, a partir dessa fusão de referenciais antológicos, uma espécie de terceira personalidade como Clô Bolsonaro (fusão de Clodovil Hernandez com Jair Bolsonaro) e José Luiz Inácio Sarney de Araújo Costa e Silva (fusão de Luís Inácio Lula da Silva e José Sarney). Os personagens foram recriados e renomeados não somente na imagem, mas também na bizarra identificação que se revelava mesclada surpreendendo o público.

 

 

Quando: De 12 a 31/07.

Onde: Vila Telebrasíia (no gramado lateral entre a L4 e o campo de futebol).

Local: Asa Sul

Preço: Grátis.

 

Fonte: BsbMobile

Categoria: Cult
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A MAGIA DE MIRÓ

A CAIXA Cultural Brasília apresenta, de 1º de julho a 30 de agosto, a exposição A magia de Miró, desenhos e gravuras, que reúne 69 obras do artista espanhol e 23 fotografias em preto e branco do artista catalão em seu processo criativo, registradas pelo curador Alfredo Melgar, fotógrafo galerista em Paris e Conde de Villamonte. A exposição já passou pela CAIXA Cultural São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Recife e Fortaleza e por prestigiadas galerias da Europa, América do Norte e Oceania.

 

 

Diferente de outras mostras, A magia de Miró revela um plano mais íntimo e pessoal do mundo do artista catalão, ao exibir desenhos produzidos nos seus últimos 20 anos de vida, alguns deles ainda esboços ou notas. As ilustrações sobre papel, lixa e papelão, em lápis e giz de cera, remetem ao processo criativo do artista, que pintou e desenhou sobre qualquer superfície que permitisse exibir sua enorme criatividade e conhecimento. Elas revelam o traço colorido e inconfundível do ícone do surrealismo, que explicava a presença relevante dos espaços vazios nas telas como a busca pela máxima intensidade com o mínimo esforço.

 

A coleção abrange ainda 23 fotografias em preto e branco que Alfredo Melgar fez de Joan Miró durante visitas ao ateliê do artista. Os retratos datam da década de 1970, quando o próprio Miró, já reconhecido internacionalmente, convidou Melgar para fotografá-lo. Nas imagens, o artista catalão aparece em diversos momentos de criação e descontração. Foi a partir deste contato com o universo modernista que Melgar passou a comprar as obras e se tornou amigo do mestre.

 

Dica:

A Magia de Miró

Abertura: 30 de junho, às 19h

Visitação: ​De ​1º de julho a 30 de agosto​. ​Terça-feira a domingo, das 9h às 21h

Local: CAIXA Cultural Brasília ​(​SBS Quadra 4 Lotes 3/4 Brasília-DF, anexo ao edifício Matriz da CAIXA​)​

Entrada franca

Classificação indicativa: livre

​Mais informações: 3206-9448

 

Fonte: Dicas da Capital

Categoria: Cult
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ARTES VISUAIS:CHÃO DE FLORES

09.05 a 29.06

 

HORÁRIO: de 9h às 21h

INGRESSO: Entrada franca

 

SAIBA MAIS

A mostra revela a arquitetura das moradias no entorno da capital federal, visando evidenciar, dessa forma, as cores e a criatividade dos moradores que usam como referêcias a sua terra natal e modismos dos materiais de construção ou reaproveitamento dos mesmos.

 

A seleção conta com 56 fotos que retratam a convivência da estética popular com o concreto e os traços modernos que constroem a cidade.

 

No dia 30 de maio haverá a projeção online de fotos e encontro de food trucks.

 

Paralelo à exposição, serão realizados workshops onde, Zuleika de Souza ensinará a fotografar arquitetura e ambientes com uso de aparelhos celulares.

 

>> Workshops de fotografia com celular

 

Dia 16 de maio, sábado – das 11h às 13h e das 15h às 17h

Dia 30 de maio, sábado –  das 15h às 17h

 

Classificação: 16 anos

Capacidade máxima: 30 pessoas

Inscrições gratuitas: oficina.chaodeflores@gmail.com

 

Fonte: CCBB DF

Categoria: Cult
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EXPOSIÇÃO “AS MENINAS DO QUARTO 28″

Mostra apresenta desenhos de crianças judias que viveram em Theresienstadt durante a Segunda Guerra

Depois de passar por São Paulo (MuBE), diversos países da Europa e Israel, chega a Brasília a exposição “As meninas do Quarto 28”, adaptada do livro homônimo escrito pela jornalista alemã Hannelore Brenner, lançado no Brasil pela editora LeYa.

 

 

A exposição, com comitê curatorial composto por Dodi Chansky, Karen Zolko e Roberta Sundfeld e chancelada pela ONU, retrata – por meio de desenhos feitos por meninas judias que passaram pelo Quarto 28 – o dia a dia de cerca de 50 crianças que viveram no campo de concentração de Theresinstadt, próximo à cidade de Praga, durante a Segunda Guerra Mundial.

 

Com mais de 35 desenhos e uma réplica de 18m² do quarto em que elas ficavam aprisionadas, além de painéis com detalhes históricos, a exposição foi escolhida pela União Europeia, em 2013, para a tradicional homenagem realizada anualmente no Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. Em 2014, a Organização das Nações Unidas (ONU) também selecionou a exposição para lembrar as vítimas do genocídio cometido pelos nazistas.

 

“O quarto em escala real, mobiliado inclusive com beliches similares aos que elas dormiam, oferece aos visitantes a experiência de como foi a vida daquelas meninas. É emocionante ver desenhos tão coloridos e alegres dessas crianças, que viveram uma realidade tão difícil. A arte, realmente, tem um poder transformador”, afirma Karen Zolko, familiar de uma das meninas que habitou o Quarto 28 e representante da exposição no Brasil, junto com a amiga e sócia, Dodi Chansky.

 

Durante o período da mostra, o Programa Educativo receberá grupos que para visitas mediadas e atividades lúdicas relacionadas ao tema e à vivência da exposição. Informações e agendamentos -  9816-6070 / 3536-5806 ou agendamento@artqeduca.com.br.

 

A história

 

Há mais de meio século, entre os anos de 1942 e 1944, crianças de 12 a 14 anos moravam juntas no Quarto 28, em Theresienstadt, durante a ocupação da Checoslováquia pelos nazistas. Das 15 mil crianças do campo de concentração, apenas 93 sobreviveram. Entre estas, 15 são sobreviventes do Quarto 28.

 

Apesar da situação miserável, do racionamento de comida e do onipresente medo de ir para o “Leste” (Auschwitz-Birkenau), essas meninas puderam ter contato com professores, compositores e artistas – todos também prisioneiros do campo e judeus – que tentavam minimizar o sofrimento com atividades que as ajudariam a acreditar que aquela difícil situação seria transitória.

 

Nesse grupo de adultos determinado a proteger as crianças estava a artista plástica Friedl Dicker Brandeis que, deportada para Theresienstadt em 1942, levou poucos pertences pessoais e muitos materiais artísticos nas suas duas malas.

 

Friedl percebeu que a arte poderia ser uma importante ferramenta terapêutica para ajudar as crianças a superar as adversidades e a lidarem com os terríveis sentimentos de perda, medo e incerteza. Começou, então, a dar aulas técnicas de desenho e pintura para a ala infantil do campo de concentração. Ela contava histórias e pedia para que as crianças fizessem ilustrações. Como o objetivo era estimular a esperança naquele lugar, as narrativas eram sobre assuntos diversos e serviam como distração para tirá-las um pouco daquela triste realidade, tanto que as imagens não remetem em nada ao terror que elas vivenciavam.

 

Considerada hoje uma das precursoras da arteterapia, Friedl ficou por quase dois anos em Theresienstadt e conseguiu esconder os quase cinco mil desenhos de seus alunos em suas malas antes de ser levada para Auschwitz, em 1944. Esses desenhos foram achados 10 anos depois da guerra e levados para um museu em Praga, na República Tcheca. Das meninas que passaram pelo Quarto 28, foram encontrados cerca de 500 desenhos e 40 foram selecionados para fazer parte da mostra que viaja o mundo.

 

A história por trás da História – A relação do Brasil com As meninas do Quarto 28

 

Não foi à toa que Hannelore Brenner, a idealizadora e detentora dos direitos da exposição e autora do livro “As meninas do Quarto 28”, lançamento da Editora LeYa, incluiu o capítulo Ecos tardios do Brasil em sua obra. A relação entre o país e essa história de amizade e amor à arte está intimamente ligada por conta de Erika Stránská, filha do primeiro casamento do judeu George Stransky.

 

Em 1938, a mãe deixou Erika aos cuidados do pai para sair em busca de melhores condições de vida na Inglaterra. George acabou se apaixonando por Valeria, então primeira bailarina do Teatro de Viena, com quem se casou e teve Monika, sete anos mais jovem que a meia-irmã. As duas costumavam brincar juntas até que Erika e seu pai foram levados para campos de concentração mantidos pelo regime nazista. Ele foi para um campo de trabalho forçado e Erika foi encaminhada para Theresienstadt, mais precisamente para o Quarto 28.

 

Enquanto a mãe e a filha mais nova se refugiaram na pequena Boskov, George conseguiu escapar do campo de trabalho e ir ao encontro delas. Após o final da guerra, ele começou a procurar Erika, chegando, inclusive, a ir até a Suíça atrás de uma pista de seu paradeiro. Mas, acabou descobrindo que sua filha mais velha tinha sido deportada para Auschwitz, onde foi morta numa câmara de gás.

 

Após a tragédia, a família tentou retomar a vida da maneira que podia e, em 1946, se mudou para São Paulo. Alguns anos depois, a caçula se casa com GregorioZolko e criaseu próprio clã: as filhas Sandra e Karen Zolko e os netos André, Adriana e Lara.

 

Em 1974, a família viaja para a Checoslováquia e, durante um passeio pelo Museu Judaico de Praga, visita uma exposição de desenhos de crianças feitos durante a Segunda Guerra no campo de concentração de Theresienstadt.

 

A enorme surpresa se deu quando Monika reconheceu a assinatura da sua irmã, Erika Stránská, em um deles. Começou, então, a busca por detalhes de como teria sido a sua vida. Mas, quase nada foi descoberto naquela época devido ao regime comunista que vigorava.

 

Em 2012, incentivada por um amigo, Karen Zolko resolve mais uma vez procurar informações sobre o paradeiro da meia-irmã de sua mãe.Com a dissolução da Checoslováquia e as facilidades da internet, a brasileira consegue entrar em contato com o diretor do museu e descobre que lá não estava apenas um desenho de Érika, mas sim 30 deles.

 

“Montar esse quebra-cabeça era um presente que eu queria dar para a minha mãe. Consegui 70 anos depois, com a ajuda fundamental de amigos e familiares”, conta Karen Zolko que, junto com Dodi Chansky, representa o projeto da exposiçãono Brasil.

 

Além de um link para acessar as imagens, o diretor do museu mandou uma lista de contatos de pessoas que poderiam ajudar com mais informações sobre a história. Uma delas era a jornalista Hannelore Brenner, que começa a trocar dados e documentos com a brasileira e mostra para a família que Erika era uma das meninas que morou no Quarto 28.

 

Dessa ligação surge uma amizade e a ideia de trazer a exposição para o Brasil. “Nosso objetivo agora é levá-la para mais capitais do país e, quem sabe, ajudar outras famílias a conhecer e finalizar suas histórias pessoais, como aconteceu com a minha”, revela Karen.

 

“Usando essa emocionante história como inspiração, queremos ajudar a difundir o poder da arte e da educação como ferramentas fundamentais para enfrentar as mais difíceis situações da vida. Para isso, incluímos na programação oficial um bate-papo com representantes de quatro instituições brasileiras que usam a arteterapia para auxiliar crianças que estão passando por momentos adversos”, explica Dodi, parceira no projeto da exposição e amiga da família há anos.

 

Serviço


Abertura: 19/03 , às 19h

Visitação: De 20/03 a 26/04 (terça a domingo)

Horário: 9h às 18h30

Local: Museu Nacional

Endereço: Setor Cultural Sul, lote 2 – Zona 0 – Anexo

Entrada: Gratuita

Classificação: Livre

 

Fonte: Jornal de Brasília

Categoria: Cult
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EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL “MUSIC MANIAC” DE JOÃO TREVISA

 

É em torno do universo da música que gira a exposição individual “Music Maniac”, de João Trevisan, na Galeria Cookers, em cartaz  de 17 de março a 8 de abril.

 

“Voltei a escutar Jazz e comecei a produzir desenhos que lidam com este universo aliado à força das emoções que eu sentia. Tento racionalizá-las em momentos de concentração que remetem a memórias da infância. Desde pequeno acompanhava meu pai, que escutava muito Jazz. ” Conta João Trevisan.

 

“Quando estas emoções surgem, elas se associam racionalmente a uma imagem que me aconteceu quando era muito jovem, seja uma foto de um cantor de Jazz ou uma cena que remetia ao ritmo que tocava na vitrola. Algo que se assemelha a uma regressão.” Completa Trevisan.

 

Estas imagens se unem de maneira organizada e resultam em composições que se constroem como uma espécie de colagem visual que tem no desenho sua força motriz. A relação com Brasília, cidade natal do artista, também aflora em composições que remetem à Arte Urbana. Em um diálogo com o Grafitti, o artista aplica traços livres em um ato primitivo e não racional. Ao chegar ao papel, seu processo criativo ganha uma organização racional.

 

“Imagens e palavras se fundem à memória e ao espaço urbano, em uma amálgama cuja cartografia poética tem elementos muito peculiares, como linhas que lembram caminhos percorridos pelo artista em sua trajetória na capital do país.” Revela Renato Acha, curador da mostra.

 

As figuras da música nomeiam a mostra “Music Maniac”, composta por uma série de 14 desenhos se distribui pelo espaço da Cookers Cozinha Criativa (412 norte) até o dia 8 de abril. As obras estão à venda e serão substituídas por novos trabalhos da mesma série ao logo da mostra, de acordo com a demanda de comercialização. Ou seja, os visitantes e habitués do espaço sempre terão uma surpresa a cada semana.

 

Serviço: Exposição “Music Maniac” de João Trevisan

Data: De 17 de março a 8 de abril de 2015

Local: Galeria Cookers (CLN 412 – Bloco B – Loja 20 – Asa Norte)

Visitação: De terça a sábado, de 12 às 23 horas

Classificação indicativa: Livre.

Entrada franca

Informações: 3033-8434

 

Fonte: Jornal de Brasília

 

 

Categoria: Cult
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