MINISTÉRIO DA SAÚDE LANÇA APLICATIVO QUE INTEGRA SAMU AO FACEBOOK

App permite acionar Samu com apenas um toque no smartphone. Medida irá 'diminuir resposta nos atendimentos', diz ministério.

O Ministério da Saúde apresentou nesta quinta-feira (30) um aplicativo que permite acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) com apenas um toque na tela de smartphones, tablets e na página do serviço no Facebook. O anúncio foi feito pelo ministro Alexandre Padilha em visita à feira Campus Party Brasil 2014, que acontece até domingo (2) em São Paulo.

 
De acordo com o ministério, a criação do aplicativo, que se conecta à rede social Facebook e ao serviço de mapa de trânsito colaborativo Waze, tem como objetivo “diminuir o tempo de espera para cada atendimento realizado, com mais transparência”. Os testes serão realizados no carnaval de Salvador e na Copa do Mundo no Brasil.

 
Ao solicitar o serviço, além de chamar a ambulância facilmente, o usuário poderá ter auxílio do mapa do trajeto percorrido pela ambulância até a chegada ao local do atendimento.

 
O aplicativo pode ser acionado pelo site samuemergencia.com.br e exige ter uma conta no Facebook. Ao entrar no endereço, ele fará a conexão com a conta da rede social.

 
Será necessário, também, preencher informações sobre a saúde do usuário como, por exemplo, se ele tem plano de saúde, hipertensão ou diabetes. Os dados serão disponibilizados para a equipe que prestará o socorro. Também é necessário escolher familiares e amigos para serem avisados automaticamente em caso de emergência, ou seja, quando for acionado o serviço do Samu. O chamado também será registrado na página do usuário.

 
De acordo com o ministério, a medida deve diminuir o tempo de resposta para os atendimentos, “uma vez que o aplicativo fornece de forma automatizada e instantânea para o sistema todas as informações básicas que são solicitadas pelo técnico que atende ao chamado – os dados de identificação e localização precisos são enviados pela internet”.

 
“Tenho uma preocupação muito grande que a gente possa ter soluções de TI para melhorar a transparência, para que o cidadão possa acompanhar melhor os recursos, o atendimento, como é que é feita a cobrança. Então, estamos lançando esse aplicativo e esperando que vocês [participantes da Campus Party] possam dar sugestões, aperfeiçoar ou criar outras soluções”, disse o ministro em nota divulgada no site do Ministério da Saúde.

 

 

Íntegra: G1

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JOVENS BRASILEIROS TROCAM FACEBOOK POR APLICATIVOS DE MENSAGENS

Site deixa de ser elo entre amigos, dizem adolescentes do Brasil ao G1. Executivo da empresa admite que, nos EUA, jovem não é mais tão assíduo.

Executivos do Facebook começam a demonstrar preocupação porque os jovens dos Estados Unidos já não entram todo dia na rede social, fato exposto na divulgação do resultado financeiro no dia 30 de outubro. O Brasil parece seguir a mesma tendência.

 

A estudante Beatriz Bechelli, de 17 anos, prefere o Instagram ao Facebook. (Foto: Guilherme Zauith/G1)

 

“Eu não gosto mais do ‘Face’, perdi a vontade de usar. Eu comecei a achar as mesmas coisas dele, mas em outros lugares”, diz a estudante Manuela Borchardt, de 15 anos, três de Facebook, que mora em São Paulo.

 

Redes como Instagram, Twitter e aplicativos de mensagens como WhatsApp estão entre os favoritos nas telas dos smartphones dos adolescentes.

 

Adolescentes de três estados brasileiros ouvidos pelo G1 contam que continuam curtindo o Facebook, mas como ferramenta de estudos, para acompanhamento de provas e trabahos escolares, e raramente como diversão. “Eu usava mais para lazer, mas vem diminuindo mesmo. Agora com o Instagram, quem vai colocar foto no Facebook? Mas eu percebo que isso vem me ajudando na escola”, diz Beatriz Bechelli, estudante de 17 anos, de São Paulo, citando a rede social de fotos comprada pelo próprio Facebook em 2012.

 

“Eu acho que é uma coisa mais utilitária, tanto como acender ou apagar a luz”, palpita João Pedro Santana Macedo, de 16 anos, que mora em São Paulo. “Esse é o lado bom: quando eu preciso fazer algum trabalho”, complementa Giovanna de Cássia Gregodutti, de 13 anos, que também é da capital paulista.

 

Enquanto os estudos ficam na rede de Mark Zuckerberg, o lado mais social dos jovens se concentra nos aplicativos, especialmente os apps de mensagens como o WhatsApp e o Snapchat. Até o Twitter, apesar da limitação de caracteres, é uma opção entre os jovens entrevistados.

 

O Facebook evitou comentar se a fuga de usuários jovens que ocorre nos EUA se repete no Brasil e, como disse o diretor David Ebersman durante a divulgação do balanço da empresa em outubro, a empresa trabalha para garantir o “engajamento para públicos de todas as idades”.

 

Os jovens, porém, são os usuários que apontam tendências na rede. No Brasil, isso é ainda mais crítico, já que o país tem a segunda maior população de adolescentes noFacebook, com 12,2 milhões de usuários com idade de 13 a 17 anos, ou pouco mais de 14% dos 86 milhões de membros da rede social. O G1 conversou com 11 jovens brasileiros nesta faixa etária sobre uso de ferramentas sociais no dia a dia.

 

Privacidade
“Apesar de o Facebook ter virado quase uma extensão da sua vida, as pessoas perderam a noção do que é público e do que é privado”, analisa Beatriz. “Acho que a gente está usando [o Facebook] porque todo mundo tem e é uma maneira de juntar todas as plataformas, mas eu uso só para a escola e para meus interesses pessoais”, afirma a jovem que deseja estudar fora do país e encontra na rede social pessoas que já passaram pela experiência.

 

Larissa Nogueira Reis, de 16 anos, também de São Paulo, diz que o que a incomoda é o lado artificial dos usuários aflorado no site. “As pessoas ficam postando fotos como se a vida fosse uma maravilha. Outro dia eu vi uma foto de um casal e parecia que estava tudo bem, mas logo depois eles se separaram.”

 

“Tem gente desconhecida que eu não adicionei e fica comentando e curtindo minhas coisas. Postei uma foto e um cara que eu não conheço comentou ‘linda’”, diz Giovanna de Cássia.

 

O paulistano, Marcos Rossini Diniz, de 13 anos, também reclama da exibição em sua “timeline” de postagens de pessoas que não são seus contatos. “Não são meus amigos, mas pessoas de páginas que eu curto e eu acabo recebendo esses textos e vídeos.”

 

Para não enfrentar esses dissabores, os jovens preferem ter cada vez mais na ponta dos dedos aplicativos específicos para bater papo com os amigos. “Eu tenho muitos amigos que estão saindo do Facebook e estão preferindo outros apps como o WhatsApp, o Instagram e o Twitter”, diz Giovanna.

 

“Muita gente está deixando de usar o Facebook pra usar esses aplicativos, mas quem não tem smartphone vai usar o Facebook”, diz o gaúcho Caio Menezes, de 13 anos. Larissa Silva Faria, de 16 anos, também de São Paulo, diz preferir o WhatsApp, mesmo também tendo instalado no celular o aplicativo de mensagens do Facebook. “É mais prático, mais simples e trava menos.”

 

Fuga de jovens
Na avaliação dos criadores do aplicativo WeChat, concorrente do WhatsApp, os adolescentes, em geral, buscam ferramentas de comunicação rápida.

 

“Os jovens estão buscando alternativas ágeis e práticas para comunicação, que tenham mais funcionalidades e proporcionem uma boa experiência ao usuário, algo mais completo que uma rede social e que ofereça interação com seus contatos”, disse Katie Lee, executiva do WeChat, em entrevista por e-mail.

 

O paraense João Manoel Chagas, de 13 anos, lista ainda o Skype, que usa para falar com pessoas que conhece em jogos on-line. Segundo o jovem, com a possibilidade de ter conversas “cara a cara”, “no Skype você pode descobrir se a pessoa tem um caráter bom. No Facebook, a pessoa pode falar bem, mas ter um comportamento totalmente diferente das redes sociais”.

 

Para Staci Youn, gerente de comunicações do LINE, aplicativo de mensagens que também disputa espaço com WhatsApp e WeChat, a debandada dos jovens rumo aos apps de bate papo ocorre no mundo todo.

 

“Apenas olhando para o crescimento global de novos usuários no mundo todo e para outros apps de mensagens ganhando tração globalmente, podemos dizer que é um fenômeno global”, avalia.

 

Com 280 milhões de usuários no mundo todo, o LINE, de origem asiática, privilegia o envio de desenhos e animações para sinalizar emoções, algo que o próprio Facebook começou a adotar. “Enxergamos o mercado brasileiro como um impulsionador de tendências em muitos aspectos”, afirma.

 

Alessandra Paletta Giner, de 16 anos, diz usar o WhatsApp “todas as horas em que está acordada” e afirma que o Facebook está um “pouco chato”, mas há o lado positivo. “O negócio de você postar foto e vídeo do que você quiser é muito bom. É o único que une tudo”, diz.

 

Na visão da jovem, a necessidade de respostas rápidas pode ser o motivo pelo qual os adolescentes estão se afastando do Facebook. “A minha idade é uma idade que quer, tipo, tudo na hora. Se mandar um e-mail, a chance de alguém te responder em um minuto é muito pequena. Então, se você mandar alguma coisa que pode esperar até amanhã, para alguém da minha idade, é melhor nem mandar”, conclui.

 

Fonte: G1 (Íntegra)

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QUANTAS FASES TEM CANDY CRUSH SAGA?
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Ó Oráculo que tudo sabe, tudo diz. Já vi você responder perguntas sobre física quântica e astronomia, sobre medicina e biologia. Mas quero ver você responder a maior dúvida que assola a humanidade neste momento: afinal de contas, quantas fases tem o Candy Crush Saga? E não adianta começar a jogar, porque o meu irmão já passa da 350 e parece estar longe do fim!

 

CANDY CRASH

 

 

Seu irmão está próximo do  fim. Atualmente, há cerca de 385 fases no Candy Crush Saga, segundo a King, criadora do jogo. “Atualmente” porque esse número muda constantemente, para deixar vocês, noias dos games, felizes e fritadinhos.

 

O pessoal da empresa explica que eles tentam fazer atualizações do jogo a cada três semanas. E a maioria dessas atualizações inclui novas fases para os viciadinhos.

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FOTOS DE INFÂNCIA NO PERFIL DO FACEBOOK COMEMORAM DIA DA CRIANÇA

Depois dos protestos populares nas ruas do Brasil, os usuários de redes sociais, como Facebook e Twitter, começaram esta semana mais uma manifestação silenciosa, espontânea.

 

Foto-montagem: Satc

 

Para comemorar o dia das crianças, no próximo sábado, dia 12, os internautas estão trocando suas fotos do perfil, por fotografias da época da infância.

É divertido ver como eram os amigos quando eram pequenos.

O resultado da brincadeira aparece na quantidade de curtidas e comentários que os amigos deixam nas páginas.

Esta não é a primeira vez. Em anos anteriores os usuários do Facebook também trocaram as fotos do perfil por personagens de desenho animado ou historias em quadrinhos.

Conforme o analista em mídias digitais, Filipe Luciano Constante, essas trocas acontecem por ondas.

“Os usuários vão seguindo o período. Neste momento, são as fotos de crianças. Quando ninguém mais aguentar este modismo, outra tendência surgirá”, comenta.

De acordo com o especialista, o mesmo aconteceu com o Dia das Mães e com o Dia dos Pais, e isso pode ocorrer também no Natal.

Uma das adeptas desta tendência é a fotografa Stella Mendes. “Entrei no ritmo da galera. É uma forma de fazer um resgate do nosso passado e compartilhar com o pessoal, tendo em vista o Dia das Crianças. Acredito que a maioria do pessoal que colocou não foi apenas pela modinha, mas porque em sua essência ainda há muito o sentimento de criança”, conclui.

E você ja postou a sua?

 

 

Íntegra Só Notícia Boa

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CASAIS LEVAM 244 TUÍTES E 70 MENSAGENS NO FACEBOOK PARA SE APAIXONAREM

Como vários estudiosos já afirmaram, com o aumento da inserção das pessoas nas redes sociais, o contato físico, o encontro no restaurante, uma reunião no barzinho ou qualquer outro evento social da vida real ficou mais incomum e quando acontece, não é mais a mesma coisa.

 

 

As notificações do celular “pulam” na tela, a luz do visor acende, a som dá o alerta. Plim! O que fazer? Responder logo, continuar conversando com os amigos da faculdade que você não via há anos? Ah, mas é só um inbox (texto privado no Facebook), é apenas uma DM (mensagem direta no Twitter) ou um Whatsaspp (aplicativo de mensagens no celular). E assim o momento que era para ser “de verdade”, interagindo com quem está por perto, acaba se tornando o mais do mesmo na internet.

 

Os números do amor

Um estudo realizado pela varejista de eletrônicos PIXmania, no Reino Unido mostra que para conquistar um novo parceiro as pessoas levam em média 244 tuítes, 163 mensagens de texto, 70 mensagens no Facebook, 37 e-mails e 30 telefonemas (E você aí achando que estava exagerando hein). Assim homens e mulheres têm se apaixonado mais rápido do que no tempo dos nossos pais ou avós.

 

Diferença

Os casais com mais de 55 anos afirmaram na pesquisa que o processo de paquera levou em média 78 dias, enquanto os com até 25 anos levaram menos de um mês, um prazo de 24 dias para já intitular alguém como namorado. Dois terços disseram que se sentiam bem em estabelecer contato com o pretendente no intervalo de quatro horas depois do primeiro encontro.

 

Os homens investem mais na modalidade “procurando um @mor”. Eles mandam em média 517 mensagens no Facebook e tuítes durante um ano, enquanto as mulheres enviam 386. O número de casais que troca textos e imagens com conteúdo pornográfico aumentou mais de um terço. E mais da metade dos entrevistados contou que tem facilidade em uma abordagem por meio da tecnologia.

 

Fim do relacionamento

Para finalizar, os últimos dados do estudo mostram que 36% das pessoas terminam um namoro pelo telefone, 27% por SMS e 13% pelas redes sociais. Um dado interessante e, particularmente, triste é que apenas um em cada dez casais ainda escrevem cartas de amor.

 

A tecnologia hoje é uma extensão do ser humano, faz parte do dia a dia. Usamos para diversão, trabalho, passar tempo, estudar, trocar informações, etc. E, talvez, por isso seja mais fácil nos ligarmos de uma forma simples e quase automática a esse mundo. Assim, precisamos ficar atentos para não deixar que a internet tome o lugar da vida real, do que é realmente importante.

 

 

Fonte: Íntegra Correio Web

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NO DF, 4G É ATÉ NOVE VEZES MAIS RÁPIDA, MAS NÃO HÁ REDE NO AEROPORTO

Testes foram feitos sábado (27) com aparelhos e chips cedidos pela Claro. G1 avaliou serviço da nova tecnologia em quatro pontos da capital federal.

Raquel Morais Do G1 DF (Íntegra)

 

A quarta geração de banda larga móvel (4G), lançada no Distrito Federal pela Claro no dia 16 de abril, apresentou rendimento superior ao da rede 3G, com velocidade de download até nove vezes maior, segundo teste realizado pelo G1 no sábado (27) em quatro pontos da capital. A avaliação foi feita no Aeroporto Juscelino Kubitschek, nos arredores do Estádio Nacional, no Congresso Nacional e no Setor Hoteleiro Norte.

 

A nova conexão passou a ser exigida na terça-feira (30) em Brasília e em mais cinco cidades que serão sede da Copa das Confederações: Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e Belo Horizonte.

 

Os testes consideraram o desempenho das redes no upload de fotos no Facebook, envio da imagem por email e download de aplicativos. A proposta previa ainda o uso do YouTube, que não aconteceu por problemas nos aparelhos utilizados na avaliação.

 

As operações foram realizadas com smartphones do modelo Samsung Galaxy S III – um dos cinco que possuem acesso à banda larga móvel de quarta geração – e com chips cedidos pela Claro.

 

O G1 não conseguiu captar o sinal do 4G na área de desembarque doméstico, no piso térreo, nem em frente aos portões de embarque nacional, no primeiro andar, do Aeroporto JK.

 

Confira os resultados:

 

SpeedTest (Foto: Reprodução)

 

Velocidade
Foram realizados três testes sequenciais de velocidade no Congresso, por meio do aplicativo SpeedTest, que apontaram velocidade média, nas redes 4G, de 9,2 megabits por segundo (Mbps) no download e de 11,15 Mbps no upload. No 3G os índices ficaram em 2,129 Mbps e 1,569 Mbps, respectivamente.

 

A velocidade média da rede 4G na região dos hotéis foi de 6,93 Mbps no download e de 9,58 Mbps no upload, contra 2,338 Mbps e 1,596 Mbps, respectivamente, no 3G.

 

Já no Estádio Nacional, a velocidade média nas redes 4G foi de 13,89 Mbps no download e de 5,79 Mbps no upload. No 3G, os índices no estádio foram de 1,359 Mbps e 1,403 Mbps.

 

Facebook
No Congresso, o tempo de publicação de foto recém-tirada no local foi 3 segundos via rede 4G, contra 8 segundos na 3G. No Setor Hoteleiro Norte, foram precisos 4 segundos com a rede 4G, menos do que os 6 segundos utilizando o 3G. No estádio, a nova tecnologia de conexão garantiu o cumprimento da tarefa em 3 segundos, contra os 8 segundos usando 3G.

 

E-mail
O tempo no Congresso para enviar uma foto por e-mail com a conexão 4G foi de 2 segundos, contra 5 segundos com a rede 3G. Na área dos hotéis, os tempos com 4G e 3G foram, respectivamente, de 6 e 7 segundos. Já no estádio, a tarefa utilizando a rede 4G foi cumprida em 5 segundos, maior que os 4 segundos gastos com o 3G.

 

 

Game
Para fazer o download do game “Dead Trigger”, que tem 164 Megabytes (MB) de tamanho, foram necessários 3 minutos e 15 segundos com a tecnologia 4G no Congresso, tempo bem inferior aos 6 minutos e 13 segundos gastos com o 3G. No Setor Hoteleiro Norte, o teste levou 3 minutos e 6 segundos com a tecnologia 4G e 7 minutos e 2 segundos com o 3G. No Estádio Nacional, o jogo levou 3 minutos e 18 segundos para ser baixado com 4G, contra 20 minutos e 56 segundos com 3G – mais de 6 vezes que o registrado com a nova tecnologia.

 

Tabela comparativa:

 

 

‘Ainda está em construção’
Segundo especialistas em telecomunicações, o 4G deve alcançar, em média, uma velocidade de acesso entre 20 e 40 vezes mais rápida do que a oferecida pela rede 3G – entre 256 kilobits por segundo (Kbps) e 1 megabit por segundo (Mbps).

 

A diretora regional da Claro no Centro-Oeste, Soraia Tupinambá, disse que desde o lançamento da tecnologia em Recife, no começo de fevereiro, cinco mil brasileiros já aderiram à nova plataforma.

 

Ainda sem um balanço das vendas no DF, Soraia afirmou que a tecnologia foi implantada em 90% do Plano Piloto e abrange 50% – mínimo exigido pela Anatel – nas outras regiões administrativas. A diretora também alertou para o fato de o 4G ainda não estar funcionando totalmente no interior do aeroporto, fato constatado durante o teste pelo G1. As operadoras e a Infraero chegaram a um acordo na última semana sobre a construção das antenas nos terminais.

 

A cobertura ainda está em construção. O que se pode dizer é que é um serviço com qualidade superior a que se tem em casa. É muito mais do que o que se tem por wi-fi [conexão sem fio], que nos melhores pacotes chega a 10 megabytes”

 

Soraia Tupinambá, diretora da Claro no Centro-Oeste

 

“A cobertura ainda está em construção. O que se pode dizer é que é um serviço com qualidade superior a que se tem em casa. É muito mais do que o que se tem por wi-fi [conexão sem fio], que nos melhores pacotes chega a 10 megabytes”, disse. “A gente quer oferecer aos usuários a melhor experiência de acesso móvel à internet.”

 

De acordo com Soraia, já no pacote mais barato, o 4G atende às necessidades de quem diariamente utiliza o celular para acessar redes sociais e o YouTube, usar email e fazer downloads de músicas.

 

“Também é ideal para quem é aficcionado por tecnologia, novidade, rapidez. Isso não significa que o 3G seja insuficiente. Na verdade, a qualidade dele tende a melhorar, já que a adesão de uns à outra plataforma vai acabar fazendo com que esse terminal desafogue.”

 

A estudante de direito Jéssica D’avilla disse estar curiosa para conhecer a tecnologia. Para ela, que trocou de operadora recentemente, depois de ter o iPhone furtado seis dias após a compra, o 3G da Claro já supria as necessidades.

 

“Ele é muito bom, ainda mais em comparação com outros 3G do mercado, que é o que tenho agora.” A adesão à outra empresa ocorreu pelo desconto oferecido na compra de um novo aparelho.

 

Os pacotes do 4G disponibilizados pela Claro possuem franquia de 2 gigabytes (GB) ou 5 GB, com preços a partir de R$ 178. Em todos, torpedos e ligações para números da Claro são ilimitados. Eles variam até R$ 351, dependendo da quantidade de minutos de voz escolhida. Já no caso do 3G, os pacotes têm franquia de 300 megabytes (MB) ou 600 MB, com taxas entre R$ 128 e R$ 301.

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ACESSAR O FACEBOOK DE EX-COMPANHEIRO PIORA O HUMOR

Pessoas com o hábito apresentam mais emoções negativas e dificuldade para superar o término

Acompanhar as atualizações que um antigo amor faz em seu perfil do Facebook ou outra rede social pode ser mais nocivo do que parece. Um estudo da Escola de Ciências Sociais da Universidade Brunel, na Inglaterra, mostra que pessoas que têm esse hábito apresentam mais emoções negativas em relação ao ex-parceiro, como inveja, raiva e hostilidade, menos maturidade em vários aspectos da vida e mais dificuldade em apontar algum saldo positivo do relacionamento que terminou.

 

A psicóloga Tara Marshall pediu que 464 usuários do Facebook que já haviam tido a experiência de terminar um namoro, a maioria mulheres cursando a universidade, respondessem a um questionário on-line que avaliava os padrões de uso do site e os sentimentos em relação ao último “ex”. Os resultados, publicados no Cyberpsychology, Behavior and Social Networking, mostra que os voluntários que mantinham o antigo companheiro entre seus amigos virtuais ou que, não o tendo, acompanhavam seu perfil de outras formas (por exemplo, através da página de algum amigo em comum) apresentavam níveis de crescimento pessoal semelhante ao de stalkers, isto é, pessoas que perseguem e invadem a privacidade de outras de maneira doentia. Também relatavam se sentir mais tristes, ansiosos e mal-humorados depois que acessavam a página.

 

Estudos anteriores sugerem que, dos quase 1 bilhão de usuários da rede social, ao menos um terço costuma dar uma “espiadinha” na atividade virtual dos ex. “A maioria das pessoas tende a postar imagens e informações positivas sobre si. Assim, uma pessoa de ‘coração partido’ fica exposta a uma espécie de propaganda do ex, o que dificulta a superação do término ou, como se vê, desperta inveja, ressentimento e embota o processo de retirar aprendizado do que viveu com aquela pessoa”, diz Tara.

 

Fonte: Íntegra Uol

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FACEBOOK TE DEIXA MAIS GORDO, POBRE E MALVADO, DIZ ESTUDO

Um estudo resolveu mostrar toda a verdade por trás das fotos de gente rica, magra e boazinha postadas no Facebook.

De acordo com um estudo da Universidade de Colúmbia e de Pittsburgh, a imagem positiva que surge a partir da página faz com que o autocontrole das pessoas diminua.

 

Andrea Michele Piacquadio/Shutterstock

 

Uma das consequências mais fáceis de perceber é a agressividade.

 

“Quando você se sente bem consigo mesmo, você se sente no direito de fazer as coisas. E você quer proteger aquela imagem melhorada, o que faz com que as pessoas reajam tão fortemente àquelas que não concordam com suas opiniões”, disse Keith Wilcox, um dos autores do estudo, ao “Wall Street Journal”.

 

O estudo foi dividido em cinco partes e contou com 541 participantes e, também, chegou a desagradável conclusão que os usuários do “face” ficam mais gordas e pobres.

 

Aqueles que passam mais tempo on-line e tinham muitos amigos na rede social tinham mais tendências de comer besteira e ter mais gordura no corpo, assim como mais dívidas no cartão de crédito.

 

Outra parte do estudo mostrou que aqueles que passavam cinco minutos no Facebook, ficavam mais inclinados a comer biscoito do que uma barra de cereal.

 

Além disso, os internautas mostravam mais preguiça na hora de resolver problemas matemáticos e desistiam mais facilmente.

 

O porta-voz do Facebook não quis comentar o assunto ao “WSJ”.

 

Fonte: Íntegra UOL

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