DÓLAR RECUA E FICA ABAIXO DE R$ 3,90 NESTA SEGUNDA, DE OLHO NO FED

Apostas são de que juros norte-americanos podem subir apenas em 2016. Em 2015, o dólar acumula alta de 48,4%.

O dólar opera em queda frente ao real nesta segunda-feira (5), após nova rodada de dados fracos sobre os Estados Unidos alimentarem apostas de que os juros norte-americanos só subirão no ano que vem.

 

Às 12h52, o dólar recuava 1,31%, a R$ 3,8939 na venda, após cair 1,42% na sessão passada. Veja a cotação do dólar hoje.

 

Acompanhe a cotação ao longo do dia:

Às 9h19, caía 0,656%, a R$ 3,9198

Às 10h10, caía 0,46%, a R$ 3,9276

Às 11h03, caía 0,49%, a R$ 3,9264

Às 12h12, caía 0,92%, a R$ 3,9091

Às 12h33, caía 1,16%, a R$ 3,9000

 

Na sexta-feira, a moeda norte-americana recuou 1,4% e terminou a semana em queda, após seis altas semanais consecutivas. Na semana passada, o dólar recuou 0,75%. Em 2015, o dólar acumula alta de 48,4%.

 

Alta dos juros nos EUA

 

Na sexta-feira, dados mostraram que os empregadores nos EUA reduziram as contratações nos últimos dois meses e os salários caíram em setembro. Os números levaram o dólar a enfraquecer em relação às principais moedas emergentes, uma vez que a manutenção dos juros quase zerados na maior economia do mundo sustenta a atratividade de ativos de países em desenvolvimento.

 

Nesta sessão, dois relatórios fracos sobre o setor de serviços norte-americano corroboraram essa percepção.

 

“O Fed tem muitos argumentos para esperar até o ano que vem para subir juros”, disse o operador da corretora Intercam Glauber Romano.

 

Cenário doméstico

 

“Temos um cenário muito difícil aqui, com a questão do TCU e os vetos presidenciais. Nesse cenário, o exterior é secundário”, disse o operador de uma corretora nacional, referindo-se à análise pelo Tribunal de Contas da União das contas públicas do governo de 2014, que pode abrir espaço para o impeachment da presidente Dilma Rousseff, e a votação no Congresso de vetos presidenciais com impacto sobre as finanças do governo.

 

O julgamento do TCU está marcado para quarta-feira. O governo federal vai questionar a isenção do relator do processo, ministro Augusto Nardes, por considerar que ele desrespeitou as regras da magistratura ao adiantar seu posicionamento sobre o caso em entrevistas a órgãos de imprensa.

 

O Banco Central deu continuidade nesta manhã à rolagem dos swaps cambiais que vencem em novembro, vendendo a oferta total de até 10.275 contratos, equivalentes a venda futura de dólares. Até agora, a autoridade monetária já rolou US$ 1,534 bilhão, ou cerca de 15%do lote total, que corresponde a  US$ 10,278 bilhões.

 

Fonte: G1

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TAXA MÉDIA DO CARTÃO DE CRÉDITO EM AGOSTO É A MAIOR DESDE MARÇO DE 1999

Em agosto, juros ficaram em 13,37% ao mês ou 350,79% ao ano.

A taxa de juros média geral para pessoas físicas subiu de julho para agosto, segundo pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Das seis linhas de crédito pesquisadas, como cheque especial e cartão de crédito rotativo, todas ficaram mais caras.

 

No caso do cartão de crédito, houve uma elevação de 2,61%. Com isso, a taxa subiu de 13,03% ao mês (334,84% ao ano) em julho para 13,37% ao mês (350,79% ao ano) em agosto. A taxa deste mês é a maior desde março de 1999, quando chegou a 13,45% ao mês ou 354,63% ao ano).

 

O juro médio, considerando todas as modalidades de empréstimo pessoal, subiu 1,13% no mês ao passar de 7,06% ao mês (126,74% ao ano) em julho para 7,14% ao mês (128,78% ao ano) em agosto -  a maior taxa de juros desde julho de 2009.

 

A taxa de juros média geral para pessoa jurídica também aumentou, correspondente a uma elevação de 0,74% no mês, passando 4,06% ao mês (61,22% ao ano) em julho para 4,09% ao mês (61,77% ao ano) em agosto – a maior taxa de juros desde junho de 2009.

 

Para a Anefac, “tendo em vista o cenário econômico atual que aumenta o risco de elevação dos índices de inadimplência, a tendência é de que as taxas de juros das operações de crédito voltem a ser elevadas nos próximos meses”.

 

De acordo com o coordenador da pesquisa de juros e diretor executivo de estudos e pesquisas econômicas da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira, esses aumentos podem ser atribuídos ao “cenário econômico que aumenta o risco do crescimento nos índices de inadimplência; ao aumento das taxas de juros futuros devido à ‘turbulência política econômica’ e à elevação da carga tributária para o sistema financeiro.

 

Fonte: G1

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CIENTISTAS CRIAM DROGA QUE ‘ALTERA’ DNA E INIBE EVOLUÇÃO DO CÂNCER

Grupo da UnB espera liberação de R$ 170 mil para seguir com estudo.

Cientistas da Universidade de Brasília desenvolveram uma droga capaz de alterar a estrutura do DNA e assim evitar a multiplicação de células com câncer. A pesquisa começou há quatro anos, e o grupo aguarda atualmente a liberação de R$ 170 mil para prosseguir com o estudo. A expectativa é de que o remédio já esteja no mercado daqui a 12 anos.

 

De acordo com os pesquisadores, a descoberta partiu da ideia de enxergar o nucleossomo – unidade da cromatina, que compacta o DNA dentro da célula – como alvo terapêutico. O medicamento atua conectado a ele, modulando a abertura e fechamento das fitas de informação genética. Assim, ele interfere na interação entre o DNA e proteínas, podendo “barrar” o que não é desejado, como o câncer.

 

A tecnologia não impede o surgimento da doença, mas evita que células com informações genéticas não desejadas se reproduzam. “No câncer, por exemplo, temos uma alta proliferação celular, e isso acontece porque a expressão de vários genes está desregulada na célula. Se regulamos essa disfunção, tratamos o câncer”, explica a biomédica e doutoranda em patologia molecular Isabel Torres.

 

“Não esperamos que esta nova classe de drogas cure a doença, mas, sem dúvida, ela representa uma esperança aos pacientes que não respondem a terapias tradicionais. A ideia é associar estas novas moléculas a outras drogas disponíveis no mercado para obtenção de uma melhor resposta clínica”, completa.

 

Orientador da pesquisa, o professor e médico Guilherme Santos afirma acreditar que o procedimento possa ser utilizado contra vários tipos de câncer, como o gliobastoma (no cérebro) o melanoma (na pele), além de doenças hormonais e obesidade. Os primeiros resultados do trabalho foram publicados na revista “Trends in Pharmacological Sciences – Cell” no final de março.

 

A próxima etapa envolve testes em camundongos e ainda não tem data para acontecer por falta de recursos. Para recrutar investidores enquanto esperam dinheiro de fundos de pesquisa, os cientistas criaram a startup Nucleosantos Therapeutics. A ideia é que ela descubra e desenvolva mais moléculas que possam se ligar a nucleossomos.

 

Isabel afirma que a nova tecnologia surge como alternativa para pacientes que perderam as esperanças nos tratamentos convencionais. “Como cientista, acreditamos que esta estratégia inovadora terá um grande impacto na forma de observar o funcionamento celular e com isto poder intervir precisamente em distúrbios celulares. É incrível observar que poderemos modular diretamente a expressão gênica e, consequentemente, o conteúdo proteico das células.”

 

Etapas

 

A pesquisa foi dividida basicamente em quatro etapas: desenho e simulações das potenciais drogas; experimentos que demonstrem a interferência nas interações feitas pelo DNA; experimentos em animais; e testes em seres humanos. Os cientistas já gastaram R$ 70 mil, de financiamento do governo federal, além de aproveitar parte do material usado na pesquisa de Santos no pós-dourado na Inglaterra – avaliado em R$ 60 mil.

 

Ainda não há definição sobre o formato do novo medicamento, mas a equipe estuda testá-la tanto via oral quanto injetável. “Precisamos de financiamento para podermos avançar nesta pesquisa. Seria ótimo podermos contar com dinheiro de doações de empresas e pessoas ricas – milionários com ações filantrópicas –, a exemplo do que ocorre em outras grandes universidades, como Harvard e Cambridge”, diz a biomédica.

 

Fonte: G1

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AUMENTO DA SOJA, MILHO E AVES IMPULSIONA INFLAÇÃO EM JULHO, DIZ FGV

Por outro lado, itens como bovinos ficaram mais baratos.

O aumento nos preços da soja, do milho e das aves impulsionou a inflação atacadista na segunda prévia do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) de julho. Por outro lado, itens como bovinos ficaram mais baratos na passagem do mês, o que impediu uma aceleração ainda maior do índice geral, que avançou a 0,71% no período, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).

 

 

Entre as matérias-primas brutas, a taxa avançou de 0,17% na segunda prévia de junho para alta de 1,58% na leitura divulgada hoje. Contribuíram para esse movimento soja em grão (-0,47% para 4,25%), aves (-0,94% para 5,26%) e milho em grão (-4,16% para 0,99%). Em sentido oposto, destacam-se bovinos (-0,20% para -0,98%), algodão em caroço (3,41% para -1,79%) e suínos (6,49% para 0,98%).

 

Nos bens finais (0,55% para 0,56%), a maior contribuição de alta veio do subgrupo alimentação, cuja taxa passou de 0,73% para 0,98% na segunda prévia de julho. Já nos bens intermediários (0,30% para 0,32%), o destaque coube ao subgrupo materiais e componentes para a manufatura (0,25% para 0,44%).

 

Com os resultados, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que representa o atacado, subiu 0,76% na segunda prévia do IGP-M de julho. No mesmo período de junho, a taxa foi de 0,35%.

 

Fonte: G1

Categoria: Em pauta
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PRODUÇÃO DE VEÍCULOS NO BRASIL CAI 18,5% NO 1š SEMESTRE DE 2015

Nos primeiros 6 meses do ano, foram produzidas 1.276.638 unidades.

A produção brasileira de veículos, incluindo automóveis, comerciais leves (picapes e furgões), caminhões e ônibus, recuou 18,5% no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2014, segundo dados divulgados pela associação de fabricantes (Anfavea) nesta segunda-feira (6).

 

Nos primeiros 6 meses do ano, foram montadas 1.276.638 unidades, contra 1.566.049 no ano passado. O resultado de 2015 é o pior para o período desde 2006, quando o setor somou 1,13 milhão de unidades fabricadas.

 

O declínio acompanha a queda de 20,7% nas vendas, de acordo com a federação dos concessionários (Fenabrave).

 

Em junho, a produção chegou a 184.015 unidades, o que representa recuo de 12,5%, em relação a maio, que havia alcançado 210.386 unidades. Comparado com junho de 2014, quando 215.934 veículos foram produzidos, houve baixa de 14,8%. É o pior resultado para o mês desde 2004, segundo a Anfavea.

 

Caminhões e ônibus

 

Embora tenham número bem menor que de automóveis, a fabricação de caminhões e ônibus sentiu mais a crise no setor, com declínio de 45% e 27%, respectivamente.

 

“Posso dizer que o setor de caminhões teve queda brutal na produção. Retornamos a produção de caminhões de junho de 1999″, afirmou o presidente da Anfavea, Luiz Moan.

 

Exportações

 

Os primeiros meses de 2015 foram ruins, mas a exportação de veículos se recuperou e soma 197.348 unidades no 1º semestre – uma alta de 16,6% ante o mesmo período do ano passado. Em junho, o número de unidades enviadas para fora do país chegou a 48.068.

 

“Foi a melhor marca de exportação nos últimos 20 meses”, apontou Moan. “Os mercados que mais expandimos as exportações foram México, Peru e Chile. No acumulado, aumentamos em 70% as exportações ao México.”

 

Emprego

 

A crise afeta o nível de empregos, com corte de 14,5 mil funcionários do setor, em relação ao primeiro semestre de 2014. Atualmente, 136,9 mil pessoas trabalham na indústria automotiva, ante 151,4 mil no final de junho do ano passado.
De acordo com o presidente da Anfavea, outros 36,9 mil trabalhadores estão afastados (de licença, férias coletivas ou contratos suspensos, o chamado lay-off). “Isso significa 27% da força de trabalho. Isso mostra o esforço da indústria para manter o nível de emprego”, afirmou Moan.

 

Estoques

 

Com as linhas de montagem em ritmo lento, os estoques nos pátios e lojas foram reduzidos em junho, mas continuam altos. No final de junho, 338,8 mil unidades estavam paradas à espera de compradores, o que representa um total de 47 dias de vendas no ritmo atual. Ou seja, se todas as fábricas parassem de produzir, as lojas ainda levariam 47 dias para ficar sem carros para vender.

 

Previsões

 

A Anfavea decidiu manter as projeções para 2014, com queda de 17,8% na produção de automóveis, comericias leves, caminhões e ônibus, e de 20,6% nas vendas. Por outro lado, as exportações devem subir 1,1%.

 

Fonte: G1

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INFLAÇÃO PELO IPC-S GANHA FORÇA NA PRIMEIRA SEMANA DE MAIO

Maiores altas ocorreram em Salvador (1,03%) e Belo Horizonte (0,86%)

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) avançou 0,70% na primeira semana de maio, 0,09 ponto percentual acima da taxa divulgada no fim de abril, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

 

Cinco das sete capitais pesquisadas tiveram acréscimo de preços, com a maior alta registrada em Salvador (1,03%), seguida de Belo Horizonte (0,86%). Brasília foi a capital com a variação mais baixa, de 0,54%.

 

A maior contribuição partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação (0,14% para 0,61%). Nesta classe de despesa, o item salas de espetáculo passou de -0,75% para 2,83%.

 

Também registraram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Saúde e Cuidados Pessoais (1,37% para 1,50%), Vestuário (0,76% para 1,05%), Alimentação (0,86% para 0,93%), Transportes (0,05% para 0,08%), Comunicação (0,07% para 0,10%) e Habitação (0,57% para 0,58%).

 

Veja o comportamento dos itens nas seguintes classes de despesas:

 

Medicamentos em geral (3,49% para 3,74%)

Roupas (0,98% para 1,28%)

Hortaliças e legumes (2,68% para 5,72%)

Seguro facultativo para veículos (-0,56% para 0,09%)

Mensalidade para internet (0,05% para 0,32%)

Tarifa de eletricidade residencial (0,59% para 0,85%), respectivamente.

 

Entenda o índice

 

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) calcula a variação de preços de produtos e serviços em sete capitais do país, de maneira quadrissemanal, com fechamentos nos dias 7, 15, 22 e 30 de cada mês. Apesar de a coleta ser semanal, a apuração das taxas de variação leva em conta a média dos preços coletados nas quatro últimas semanas até a data de fechamento.

 

O indicador avalia o custo de vida de famílias com renda mensal de 1 a 33 salários mínimos residentes em Recife, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre, nas seguintes classes de despesas:  Alimentação, Habitação, Vestuário, Saúde e Cuidados Pessoais, Educação, Leitura e Recreação, Transportes e Despesas Diversas.

 

Fonte: G1

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JURO DO CARTÃO DE CRÉDITO SE APROXIMA DE 300% AO ANO, DIZ ANEFAC

Taxa deste mês é a maior desde março de 1999, segundo a pesquisa.

Taxa deste mês é a maior desde março de 1999, segundo a pesquisa. Juros do comércio também subiram, de 5,14% para 5,16% ao mês.

 

 

A taxa de abril é a maior desde março de 1999, quando chegou a 13,45% ao mês ou 354,63% ao ano.

 

Hoje, a taxa básica de juros (Selic) está em 13,25% ao ano.

 

No caso dos juros do comércio, também houve alta, passando de 5,14% ao mês (82,48% ao ano) em março para 5,16% ao mês (82,90% ao ano) em abril. A taxa é a maior desde dezembro de 2011 (5,36% ao mês ou 87,12% ao ano).

 

Os juros do cheque especial subiram ainda mais, passando de 9,64% ao mês (201,74% ao ano) em março para 9,74% ao mês (205,06% ao ano) no mês seguinte e atingindo  a maior desde junho/2003 (9,79% ao mês ou 206,73% ao ano).

 

Para o coordenador da pesquisa e diretor-executivo da associação, estas elevações podem ser atribuídas a fatores como: “cenário econômico que aumenta o risco do crescimento nos índices de inadimplência; elevação da taxa básica de juros e a expectativa de novos aumentos frente a um cenário de elevação nos índices de inflação”.

 

Fonte: G1

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PRODUÇÃO DE VEÍCULOS CAI 7% EM MARÇO ANTE 2014, APONTA ANFAVEA

1º trimestre fecha em baixa de 16,2%, com 663,10 mil unidades.

A produção de automóveis, ônibus e caminhões no Brasil registrou queda de 7% em março, apontou a associação das fabricantes (Anfavea) nesta terça-feira (7). No período, foram produzidas 253,6 mil unidades, frente a 272,8 mil no mesmo mês de 2014.

 

Em comparação a fevereiro, quando a indústria teve 206,3 mil veículos produzidos, houve crescimento de 22,9%.

 

Trimestre ‘extremamente ruim’

 

De janeiro a março, o setor produziu 663,10 mil veículos, o que representa queda de 16,2% no acumulado, ao comparar com o mesmo período de 2014, que chegiu a 791,67 mil veículos.

 

“Foi extremamente ruim”, resumiu o presidente da Anfavea, Luiz Moan.

 

As vendas caíram 17% no primeiro trimestre, em conformidade com o que foi divulgado pela federação dos concessionários, a Fenabrave, no último dia 1º.

 

Previsões mais pessimistas para o ano

 

Com o desempenho abaixo do esperado, a Anfavea reviu as previsões para o ano. Em dezembro passado, a entidade estimou alta de 4,1% na produção, com 3,276 milhões de unidades, e vendas estáveis em 2015.

 

 

No entanto, as novas estimativas da associação esperam queda de 10% na produção total, sendo 9,3% de baixa, para carros, e 22,5%, no setor de caminhões e ônibus.

 

Em relação às vendas, a queda prevista é de 13,2% no total, com 12,3% em carros e 31,5%, no caso de caminhões e ônibus.

 

Caminhões têm grande queda

 

A associação dos fabricantes destacou a queda nas vendas de caminhões no Brasil. De acordo com a entidade, houve queda 46,7% entre março de 2015, com 7.374 unidades produzidas, e o mesmo mês de 2014, quando 13.844 caminhões foram produzidos.

 

Na comparação anual, a baixa é de 49,3%, já que a indústria registrou 21.696 caminhões fabricados no 1º trimestre de 2015, contra 42.794 unidades no mesmo período de 2014.

 

Testes com a nova gasolina

 

Anfavea diz que já terminou os testes de durabilidade dos motores a gasolina com o percentual de etanol aumentado e enviou o relatório ao grupo de trabalho interministerial, que fará análise e tirará conclusões. O grupo deveria se reunir nesta terça-feira, mas o encontro foi adiado.

 

“Aceitamos o desafio e fizemos os testes de forma acelerada, isto quer dizer que dividimos entre as montadoras”, disse Moan.

 

Fonte: G1

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