PROJETOS DE ARQUITETURA INOVADORES E CONTEMPORÂNEOS FEITOS COM MADEIRA

Mostra expõe maquetes de obras da Áustria, China, Suíça e Japão, entre outros países com o objetivo de afirmar a madeira como instrumento técnico e de linguagem para a arquitetura. Público poderá conhecer escritórios, centros comunitários, prédios, vinícolas, pontes, passarelas feitas com matéria-prima sustentável.

 

Acadêmicos e profissionais de Brasília (DF) interessados em construções sustentáveis e no uso da madeira na construção têm uma oportunidade única de conhecer obras inovadoras, que utilizam este elemento como matéria-prima para estruturas modernas e contemporâneas.

 

Quem promove a exposição “Madeira na Arquitetura do Século XXI” na capital federal é o WWF-Brasil, em conjunto com a Univers Design.

 

Composta por 11 maquetes de obras e 24 painéis de todo o mundo, a exposição traz ainda textos e fotografias que vão contar como utilizar a madeira para construir diversos tipos de estruturas. Elas foram feitas, em sua maior parte, por alunos de escolas de arquitetura.

 

As obras retratadas vêm de diversos países: Japão, Chile, Estados Unidos, Áustria, Nova Zelândia, Suíça e Inglaterra. Elas mostram casas em árvores, restaurantes, centros comunitários, escritórios, apartamentos, estúdios de fotografia, vinícolas, pontes, museus e passarelas feitos com madeira.

 

Possibilidades

3. Daniel Martins_WWF-Brasil O arquiteto, proprietário da Univers Design e curador da exposição Marcelo Aflafo contou que um dos grandes objetivos desta iniciativa é mostrar, para a sociedade, as possibilidades de uso da madeira em projetos de engenharia e arquitetura.

 

“A madeira é um instrumento de técnica e linguagem, que minimiza impactos ambientais, traz uma ideia de futuro interessante e inspiradora para os projetos. Ela tem ainda uma beleza e plasticidade enormes, sendo um material riquíssimo para uso na arquitetura”, explicou.

 

Marcelo disse que o uso de madeira em estruturas arquitetônicas é uma realidade muito forte no exterior – mas, inexplicavelmente, pouquíssimo praticada no Brasil.

 

“Os europeus usam madeira na construção há 30 anos, os canadenses entraram nessa há uns cinco, os japoneses fazem isso há séculos. E nós, que estamos sentados em cima de um imenso patrimônio de madeira, não temos nada para mostrar para o mundo”, afirmou.

 

Conservação

Para o analista de conservação do WWF-Brasil, Ricardo Russo, estimular os usos da madeira responsável, como na arquitetura, é trabalhar pela conservação dos recursos naturais.

 

“Os projetos de arquitetura geralmente trabalham com madeira certificada, que promovem a manutenção das florestas, a geração de renda na região amazônica e o fortalecimento da cadeia produtiva da madeira”, afirmou.

 

Russo lembrou ainda que os processos de exploração e produção da madeira responsável promovem baixa emissão de poluentes e gases de efeito estufa, que ajudam no combate às mudanças climáticas.

 

“Nosso objetivo, com essa exposição, é mostrar que a madeira, se bem explorada, pode vir a ser um grande fator para promover o uso sustentável dos recursos naturais”, disse.

 

A exposição é aberta ao público, que pode visitá-la todos os dias da semana, das 9h às 18h.

 

A sede do WWF-Brasil fica na SHIS EQ QL 6/8 Conjunto E 71620-430, em Brasília (DF).

 

4. Enrique Browne Madeira é Legal

 

A vinda da exposição “Madeira na Arquitetura do Século XXI” para Brasília é uma ação do Programa Madeira é Legal. Esta iniciativa é um protocolo de cooperação, assinado por 23 organizações, que tem como objetivo incentivar e promover o uso da madeira de origem legal e certificada no Brasil.

 

Para isso, diversas ações vêm sendo realizadas: a publicação de livros e manuais; a realização de capacitações para associações de classe, como construtoras e incorporadoras; a promoção de workshops internacionais na Colômbia e Equador; a realização de estudos de viabilidade para aperfeiçoar a tributação da madeira no Estado de São Paulo; além da participação em feiras especializadas.

 

A abertura

A exposição teve um evento de abertura, que ocorreu no dia 11 de novembro. Entre os presentes estavam produtores florestais, especificadores de obras e  gestores públicos ligados a obras e Meio Ambiente. Eles participam de palestras com dois dos principais profissionais ligados a construção em madeira no Brasil e fizeram uma visita monitorada pelo curador da exposição.

 

SERVIÇO:

O quê? Exposição Arquitetura da Madeira no Século XXI

 

Quando? 11 de novembro a 15 de dezembro

 

Onde? No Espaço Angatu, sede do WWF-Brasil, em Brasília – SHIS EQ QL 6/8

 

Conjunto E 71620-430

 

Fonte: Agita Brasília (com adaptações).

Categoria: Cult
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PRÊMIO ODEBRECHT PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Inscrições até 06 de outubro

As inscrições para a 7ª edição do Prêmio Odebrecht para o Desenvolvimento Sustentável estão abertas até 06 de outubro de 2014 e podem ser realizadas pelo hotsite www.premioodebrecht.com/brasil/. Estudantes de cursos de graduação de todo o Brasil podem participar e inscrever seus projetos, sendo que pelo menos um dos integrantes do grupo de autores deve ser aluno dos cursos de engenharia (qualquer engenharia), agronomia ou arquitetura.

 

 

O projeto deverá conter os elementos de uma proposta de engenharia de solução tecnológica ou inovação que se mostre viável em sua execução, ou já com dados de testes ou de aplicação que demonstrem esta viabilidade.

 

A iniciativa tem como objetivo estimular a geração de conhecimento sobre temas relacionados à contribuição das engenharias, arquitetura e agronomia para o desenvolvimento sustentável, além de difundi-los à comunidade acadêmica brasileira e na sociedade.

 

Serão cinco trabalhos premiados com R$ 60 mil reais, sendo que o autor, ou grupo de autores, orientador e instituição de ensino ganham R$ 20 mil reais cada. Os estudantes autores dos projetos classificados também serão convidados a participar de processos seletivos para vagas nos negócios da Organização Odebrecht. Desde sua criação, o Prêmio já contou com mais de 450 projetos inscritos no Brasil e reconheceu um total de 30 trabalhos, concedendo R$ 1,8 milhão em premiações.

 

Na edição passada, o trabalho que conquistou a primeira colocação foi da Universidade Federal Semi-Árido – UFERSA (Mossoró/RN), que abordou o tema Criação de Tilápias com água de reuso após tratamento por osmose reversa. A 6ª edição do prêmio também reconheceu projetos do Centro Universitário Dinâmica das Cataratas – UDC (Foz do Iguaçu – PR), Instituto Militar de Engenharia – IME (Rio de Janeiro – RJ), Universidade Federal da Bahia – UFBA (Salvador – BA), e Centro Universitário da FEI (São Bernardo do Campo – SP).

 

Para o diretor de sustentabilidade da Odebrecht, Sergio Leão, a Organização encara a inovação como requisito para a mudança rumo ao desenvolvimento sustentável. “A base para esta transformação está na motivação do jovem para pensar fora da caixa”, afirma o executivo. “A Odebrecht quer premiar a criatividade do jovem futuro profissional e sua contribuição para o desenvolvimento sustentável”, conclui Leão.

 

O Prêmio Odebrecht é uma iniciativa dos negócios da Organização. Além de ser realizado no Brasil, a premiação também é realizada em outros nove países: Angola, Argentina, Estados Unidos, Panamá, Peru, República Dominicana, Venezuela, Equador e Colômbia. Nos dez países, foi submetido em 2013 um total de 507 trabalhos.

Categoria: Em pauta
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GOVERNO VAI INVESTIR R$ 440 MILHÕES EM NANOTECNOLOGIA

Brasília – O governo federal vai investir R$ 440 milhões para fortalecer as ações na área de nanotecnologia até 2014. Conforme antecipado pela Agência Brasil, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) lançou a Iniciativa Brasileira de Nanotecnologia (IBN), um conjunto de medidas para criar, integrar e fortalecer as atividades do setor, com foco na inovação.

 

A iniciativa pretende aproximar a infraestrutura acadêmica e as empresas, fortalecendo as relações entre pesquisa, conhecimento e setor privado. Entre as ações da IBN está a reestruturação do Sistema de Laboratórios em Nanotecnologias (SisNano), que terão prioridade nas políticas públicas de apoio à infraestrutura e formação de recursos humanos. Das 50 propostas apresentadas por instituições e universidades de todo o país, 26 foram selecionadas para integrar o sistema.

 

O SisNano é composto por unidades especializadas e multiusuárias de laboratórios, direcionadas a pesquisa, desenvolvimento e inovação em nanociências e nanotecnologias. O sistema visa a mobilizar as empresas instaladas no Brasil e apoiar suas atividades, além de reforçar a infraestrutura existente e universalizar o acesso à comunidade científica.

 

O coordenador-geral de Micro e Nanotecnologias do ministério, Flávio Plentz, explicou em entrevista à Agência Brasil, que os laboratórios do SisNano receberão recursos para operar de maneira “aberta ao uso”, tanto para pesquisadores e empresas.

 

“Vai modificar muito o ambiente da nanotecnologia no Brasil. Porque, agora, eles [os laboratórios] vão estar à disposição para desenvolvimento e vão ter o compromisso de ser laboratórios abertos onde as pessoas poderão entrar, contratar desenvolvimento ou colocar as suas equipes ou os seus pesquisadores lá dentro fazendo o desenvolvimento”, disse Plentz.

 

O SisNano é formado por duas categorias. Os laboratórios estratégicos, ligados ao MCTI e aos órgãos públicos, nos quais 50% do tempo de uso dos equipamentos deverá ser disponibilizado a usuários externos. E os laboratórios associados, localizados em universidades e em institutos de pesquisa, deverão oferecer 15% do tempo a pesquisadores e empresas de fora da instituição.

 

A nanociência é capaz de manipular, sintetizar ou modificar a matéria em uma escala de tamanho de nanômetro, que é 1 bilionésimo do metro. Tudo que se faz em termos de modificação, manipulação ou síntese de materiais nessa escala é considerado nanotecnologia.

 

Edição: Carolina Pimentel

 

Fonte: EBC (Íntegra)

Categoria: Em pauta
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MUNICÍPIOS PEQUENOS REGISTRAM MAIORES AVANÇOS EM EDUCAÇÃO

Brasília – As três cidades com maior avanço no componente educação do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de 1991 a 2010 estão no Tocantins, Maranhão e Piauí. Os três municípios, Ribamar Fiquene (MA), Capitão Gervásio Oliveira (PI) e Monte Santo do Tocantins (TO) têm menos de 10 mil habitantes e 30 escolas, entre rurais e urbanas. Em 20 anos, o componente educação cresceu mais de 4 mil vezes nos três casos. Saiu de 0,01 e passou para 0,527 na cidade maranhense; 0,464 na piauiense e 0,547 na tocantinense. Apesar do salto, ainda estão em níveis baixo ou muito baixo e estão entre os 45% piores resultados identificados no IDHM Educação.

 

O município Capitão Gervásio Oliveira não conseguiu cumprir nenhuma das metas para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) desde 2007. Pelos últimos dados disponíveis, em 2011, no 5º ano do ensino fundamental, o município registrou Ideb de 3,3, da meta estipulada em 3,9. No 9º ano, o Ideb foi 3,0 (meta 3,7). O Ideb brasileiro equivale a 5,0 nos anos iniciais e 4,1 nos anos finais do ensino fundamental. O índice do Ministério da Educação (MEC) é calculado com base no desempenho e na aprovação dos alunos.

 

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Capitão Gervásio de Oliveira registra cerca de 900 matrículas no ensino básico. Zenaide Lopes da Silva que é professor há 25 anos e diretor de uma unidade escolar do município diz que o grande problema é a falta de interesse dos estudantes. A escola tem 250 alunos, quase um terço das matrículas do município.

 

Pelos dados da Prova Brasil 2011 disponibilizados pelo portal QEdu: Aprendizado em Foco – uma parceria entre a Meritt e a Fundação Lemann, organização sem fins lucrativos voltada para educação – dos estudantes do 5º ano, 7% aprenderam o conteúdo de matemática adequado para o período e 21% o adequado em português. Os cálculos são baseados em meta estabelecida pelo movimento Todos pela Educação.

 

“O acesso à escola melhorou muito. Mas o interesse dos alunos não. Há 20 anos o pessoal tinha mais interesse em aprender. Eu comecei a dar aula em uma turma multiseriada de 60 alunos. Alfabetizava a turma toda sozinho e eles queriam aprender. Hoje não é mais assim”, diz Silva. O diretor aponta a falta de estrutura e material didático apropriado como fatores que levam a essa falta de vontade de estudar. Segundo ele, a escola está sem 50 livros para usar nas salas de aula desde o começo do ano.

 

Dados do Censo Escolar de 2011, também disponibilizado pelo QEdu mostram que a escola dirigida por Silva não tem biblioteca, laboratório de informática, laboratório de ciências ou quadra de esportes. “A estrutura é péssima. Não temos espaço para educação física, os professores ficam enrolando porque não tem espaço. As salas são pequenas e parecem um presídio, sabe? As janelas são muito altas e pequenas. Aqui faz muito calor, estamos no semiárido, se tivesse um ar-condicionado os alunos iam ficar mais confortáveis”, analisa o diretor.

 

Monte Santo do Tocantins tem nove escolas e 430 matrículas. A cidade é pequena – a menor das três, com 2.085 habitantes. Ao contrário da cidade piauiense, pelos últimos dados disponíveis, em 2009, a cidade superou a meta do Ideb para o município e atingiu 3,9, da meta de 3,8 para o 5º ano do ensino fundamental e 4,3 (meta 3,5) para o 9º ano.

 

Ao falar da escola das filhas, Sadreli Andrade diz com segurança: “é ótima”. O que mudou em 20 anos foi a formação dos professores. Ela é coordenadora da escola José Benício Mariz, onde duas filhas estudam e uma terceira se formou. “Agora todos os professores tem graduação e formação específica, antes não era assim”, diz.

 

Sandreli diz que sempre incentivou as filhas a estudar. Uma delas, recém-formada no ensino médio decidiu que vai seguir a carreira da mãe e cursar pedagogia. “No meu tempo a gente morava em fazenda e tinha que andar até a escola. Hoje, temos todas as facilidades. A mais velha está na faculdade em Paraíso [cidade à 63 quilômetros de Palmas] e tem transporte escolar gratuito para ir às aulas”.

 

Dados do Censo Escolar mostram que a escola não possui biblioteca, sala de leitura ou quadra de esporte. Apesar disso, a diretora, Maria de Lurdes Benício, diz que a escola tem sim uma boa estrutura, que inclui laboratório de informática com 20 computadores e que isso ajuda os alunos a aprenderem. “A educação evoluiu muito, eu leciono há 21 anos. Antes, tudo era tão difícil, não tínhamos acesso à tecnologia. Hoje, temos como pesquisar, como buscar informações na internet, não precisamos contar só com os livros didáticos”, diz. Os últimos dados disponíveis mostram que, em 2007, 13% dos alunos tinham aprendizado em português adequado para o 9º ano do ensino fundamental.

 

Ribamar Fiquene teve a maior variação no IDHM Educação: aumento de 5170 vezes. Em relação ao Ideb, o município superou a meta do índice para 2011 no 5º ano – 4,3 da meta de 3,7; e atingiu a meta de 3,7 para o 9º ano. Pelos dados do Qedu, baseados na Prova Brasil, em 2011, 17% dos alunos do 5º ano tinham aprendizado adequado em português. No 9º ano, a taxa caiu para 6% dos alunos. Já em matemática, 12% dos alunos do 5º ano e 1% dos alunos do 9º ano tinham o aprendizado aquedo ao período.

 

Edição: Denise Griesinger

  • Direitos autorais: Creative Commons – CC BY 3.0

 

Fonte: EBC (Íntegra)

Categoria: Acontece
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ESTUDANTE DO DF TRANSFORMA GURGEL ANO 90 EM CARRO ELÉTRICO

Veículo é carregado na tomada, anda 40 min sem parar e faz até 70 km/h. Projeto custou R$ 70 mil; consumo é menor que de micro-ondas, diz jovem.

Isabella Formiga Do G1 DF (Íntegra)

 

Após três anos de pesquisa, planejamento, e muito trabalho, o estudante de engenharia mecânica Ewerson Freitas, de 20 anos, conseguiu concluir a adaptação de um carro movido à energia elétrica no Distrito Federal. Segundo o jovem, o carro anda 40 minutos sem parar e chega a fazer 70 km/h com seis baterias de 12 volts. Com a carga cheia, ele percorre cerca de 45 quilômetros. Além de reduzir a emissão de gases e poluentes, o carro não tem ruídos e vibrações.

 

O estudante Ewerson Freitas e o carro movido a energia elétrica que adaptou durante três anos (Foto: Divulgação)

 

“Funciona 100% elétrico, tem o rendimento perfeito”, diz o estudante. “O consumo dele é mais baixo que de um microondas ligado, o equivalente a uma televisão de médio porte.”

 

As baterias, que levam 10 horas para serem carregadas, ficam localizadas na parte da frente e no porta malas do carro. Para recarregá-las, basta ligar o carro a uma tomada. “É a mesma coisa que pegar e ligar a geladeira na tomada. Tem uma extensão de cinco metros”, diz. “Pego a extensão, ligo na tomada e carrego.”

 

Veículo do modelo Gurgel foi adaptado para andar movido
à energia elétrica (Foto: Divulgação)

 

Com o apoio de um empresário que conheceu em uma feira de ciências, Ewerson comprou por R$ 6 mil um veículo do modelo Gurgel, dos anos 90, e substituiu o motor convencional dele.

 

O custo do total do projeto, diz o estudante, foi de R$ 70 mil, entre peças, horas trabalhadas e experimentação. O jovem diz que utilizou 90% de peças nacionais e diversas peças de sucata para a produção do motor. “Muita coisa encontramos no ferro velho e alteramos. Fomos montando um Frankenstein, pegando pedaços”, disse.

Ewerson diz que a grande motivação para adaptar um carro movido a baterias foi a questão ambiental. “A ideia principal dele é ser um carro que não seja poluente, que não tenha emissão de gases poluentes, que seja um carrinho urbano, mesmo”, diz. “Não adianta dizer que é ambientalista e usar uma caminhonete poluente gigante e ir sozinho para o trabalho.”

 

O estudante diz, no entanto, que não pode usar o carro para andar na cidade porque não tem a documentação adequada. “Por ser um carro convertido, existe um projeto burocrático imposto pelo governo”, diz. “Para os especialistas no assunto, ter alterado as peças originais do carro pode comprometer, dar problemas. Se eu fizer um carro meu do zero, é muito mais fácil com a documentação do que pegar um carro de montadora e converter ele, burocraticamente falando”.

 

Agora, Ewerson pretende fazer melhorias no carro que apelidou de “Gurgelzinho”, ou “Gugu”. O jovem diz que sonha em abrir uma empresa no segmento de veículos elétricos no futuro, mas que não quer perder o foco. “São só sonhos”, diz.

Categoria: Acontece
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CES 2013 APRESENTA TRAVESSEIRO COM CAIXAS DE SOM

Feira de tecnologia mostra travesseiro que vai levar sua playlist para dentro dos seus sonhos

…Mas é só dar o play que ele vira quase que um home-theater pessoal //Crédito: Reprodução Mashable

 

Hoje em dia é raro ver alguém na rua sem fones plugados na orelha. Há quem diga que isso é um jeito de colocar trilha sonora na nossa vida – de repente, nosso cotidiano fica mais parecido com um filme. Mas e se o seu sonho também pudesse ser embalado pela música que você quisesse? É exatamente essa a ideia do travesseiro da foto.

Através de um transmissor wireless, você pode tanto ouvir música como escutar o som da sua televisão, isso porque o travesseiro traz caixas de som embutidas embaixo do estofado. O pessoal do site Mashable usou e garantiu que ele é tão confortável quanto o modelo surdo (ou seria mudo?) que você provavelmente usa pra dormir – a parte fofinha encobre a superfície dura dos alto-falantes.

De um dos lados há um pequeno controle remoto para ajustar volume ou escolher a hora que ele vai desligar. Para lavar, basta retirar a cobertura externa – as caixinhas não precisam ser removidas. A novidade foi anunciada em Las Vegas durante a CES 2013, uma das principais feiras de tecnologia do planeta. O travesseiro, produzido pela Brookstone, custará 129 dólares e deve chegar às lojas ainda no primeiro semestre de 2013.

 

Íntegra Revista Galileu

Categoria: Acontece
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2Š SEMANA UNIVERSITÁRIA DO UDF

As inscrições para a 2ª Semana Universitária do UDF já começaram. Esse ano o tema será Empreendedorismo e Inovação e acontecerá de 24 a 26 de outubro de 2012, nos períodos matutino e noturno. A Semana Universitária busca promover a tríade que compõem a formação do Ensino Superior: ensino-pesquisa-extensão. A programação conta com aproximadamente 150 atividades diversificadas e interdisciplinares que envolvem todos os cursos nos dois edifícios, simultaneamente.

 

 

As Coordenações de Cursos, os docentes e alunos participam ativamente da Semana, propondo várias atividades que reforçam a identidade interdisciplinar e inovadora do evento.

 

Os participantes receberão Certificado do evento que contará como horas de atividade complementar.

 

Informações e inscrições no site do UDF

Categoria: UDF pra você
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VOCÊ CONSEGUE FICAR UM ANO SEM INTERNET?

O jornalista Paul Miller vai lembrar, na prática, como vivíamos em um passado não tão distante

O jornalista especializado em tecnologia Paul Miller, decidiu enfrentar um dos maiores temores dos viciados em inovações: viver sem internet por um ano.

 

 

Ele vai abrir mão de inovações tecnológicas por um pouco de paz. Se conseguir, o que ele admitiu ser uma tarefa enlouquecedora, ele ficará off-line por um ano. “Eu não sei quanto tempo vai durar. Pode ser pra sempre, pode ser por três horas.”

 

Por motivos profissionais ou pessoais, o objetivo do jornalista é ficar sem navegar na web a partir de qualquer dispositivo, pedir para alguém verificar coisas pra ele na web, bisbilhotar a internet alheia olhando no aparelho de outras pessoas, desfrutar de programas de entretenimento como o Netflix (mesmo se for ligado por outra pessoa), e fazer transações bancárias pela rede, ele terá que pagar as contas manualmente ou pelo telefone.

 

Mas, como jornalista ele não pode ficar sem publicar seu trabalho, já que ele não pretende se demitir. Para continuar trabalhando Paul vai utilizar os métodos “antigos”. Entregar seus textos e fotos pessoalmente na redação e trabalhar em conjunto com editores e produtores que ficarão responsáveis por publicar seu trabalho.
E você, quer embarcar nessa também?

 

Fonte: Site Galileu

 

Categoria: Acontece
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