JUROS DO CHEQUE ESPECIAL FICAM ESTÁVEIS EM NOVEMBRO, DIZ PROCON

A taxa média de juros do cheque especial apresentou leve queda em novembro, mostra levantamento feito em sete instituições bancárias pela Fundação Procon de São Paulo. Os juros médios ficaram em 12,24% ao mês (a.m.), uma redução de 0,04 ponto percentual na comparação com o mês anterior (12,28%).

 

A taxa de juros do empréstimo pessoal ficou em 6,39% a.m., o que indica uma elevação de 0,12 ponto percentual em relação à apuração de outubro. Dos sete bancos analisados, três aumentaram as taxas de juros de empréstimo pessoal.

 

O maior acréscimo ocorreu no Santander, que subiu a taxa de 7,99% para 8,49%, uma variação positiva de 6,26% em relação a outubro. Em seguida, está elevação na taxa oferecida pela Caixa Econômica Federal, de 4,8% para 5%, representando alta de 4,17% em relação a outubro. O Itaú aumentou de 6,26% para 6,43%.

 

Apesar da alta, a Caixa Econômica Federal mantém a menor taxa para empréstimo pessoal entre as instituições pesquisadas. A maior alta é verificada no Santander. Banco do Brasil (5,5%), Bradesco (6,61%), HSBC (7,3%) e Safra (5,4%) mantiveram os juros no mesmo patamar de outubro.

 

As taxas foram apuradas no dia 3 de novembro, considerando o período de 12 meses, referindo-se às máximas pré-fixadas para clientes não preferenciais, independente do canal de contratação.

 

No cheque especial, apenas o Santander elevou a taxa, de 14,84% para 14,95%, uma variação positiva de 0,74%. A única redução foi verificada na Caixa Econômica Federal, que alterou de 11,38% para 10,98%, redução de 3,51%. Os demais bancos mantiveram os valores: Banco do Brasil (11,8%), Bradesco (11,92%), HSBC (13,67%), Itaú (11,93%) e Safra (10,4%). A menor taxa é a do Safra e a maior é do Santander.

 

Fonte: Agência Brasil

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TAXA MÉDIA DO CARTÃO DE CRÉDITO EM AGOSTO É A MAIOR DESDE MARÇO DE 1999

Em agosto, juros ficaram em 13,37% ao mês ou 350,79% ao ano.

A taxa de juros média geral para pessoas físicas subiu de julho para agosto, segundo pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Das seis linhas de crédito pesquisadas, como cheque especial e cartão de crédito rotativo, todas ficaram mais caras.

 

No caso do cartão de crédito, houve uma elevação de 2,61%. Com isso, a taxa subiu de 13,03% ao mês (334,84% ao ano) em julho para 13,37% ao mês (350,79% ao ano) em agosto. A taxa deste mês é a maior desde março de 1999, quando chegou a 13,45% ao mês ou 354,63% ao ano).

 

O juro médio, considerando todas as modalidades de empréstimo pessoal, subiu 1,13% no mês ao passar de 7,06% ao mês (126,74% ao ano) em julho para 7,14% ao mês (128,78% ao ano) em agosto -  a maior taxa de juros desde julho de 2009.

 

A taxa de juros média geral para pessoa jurídica também aumentou, correspondente a uma elevação de 0,74% no mês, passando 4,06% ao mês (61,22% ao ano) em julho para 4,09% ao mês (61,77% ao ano) em agosto – a maior taxa de juros desde junho de 2009.

 

Para a Anefac, “tendo em vista o cenário econômico atual que aumenta o risco de elevação dos índices de inadimplência, a tendência é de que as taxas de juros das operações de crédito voltem a ser elevadas nos próximos meses”.

 

De acordo com o coordenador da pesquisa de juros e diretor executivo de estudos e pesquisas econômicas da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira, esses aumentos podem ser atribuídos ao “cenário econômico que aumenta o risco do crescimento nos índices de inadimplência; ao aumento das taxas de juros futuros devido à ‘turbulência política econômica’ e à elevação da carga tributária para o sistema financeiro.

 

Fonte: G1

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JURO DO CARTÃO DE CRÉDITO SE APROXIMA DE 300% AO ANO, DIZ ANEFAC

Taxa deste mês é a maior desde março de 1999, segundo a pesquisa.

Taxa deste mês é a maior desde março de 1999, segundo a pesquisa. Juros do comércio também subiram, de 5,14% para 5,16% ao mês.

 

 

A taxa de abril é a maior desde março de 1999, quando chegou a 13,45% ao mês ou 354,63% ao ano.

 

Hoje, a taxa básica de juros (Selic) está em 13,25% ao ano.

 

No caso dos juros do comércio, também houve alta, passando de 5,14% ao mês (82,48% ao ano) em março para 5,16% ao mês (82,90% ao ano) em abril. A taxa é a maior desde dezembro de 2011 (5,36% ao mês ou 87,12% ao ano).

 

Os juros do cheque especial subiram ainda mais, passando de 9,64% ao mês (201,74% ao ano) em março para 9,74% ao mês (205,06% ao ano) no mês seguinte e atingindo  a maior desde junho/2003 (9,79% ao mês ou 206,73% ao ano).

 

Para o coordenador da pesquisa e diretor-executivo da associação, estas elevações podem ser atribuídas a fatores como: “cenário econômico que aumenta o risco do crescimento nos índices de inadimplência; elevação da taxa básica de juros e a expectativa de novos aumentos frente a um cenário de elevação nos índices de inflação”.

 

Fonte: G1

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CONSUMIDOR DIMINUI BUSCA POR CRÉDITO EM 3,2% NO 1š TRIMESTRE, APONTA SERASA

Em março, a demanda foi 7,5% inferior que a registrada no mesmo mês de 2013. Já na comparação com fevereiro último houve elevação

Os consumidores reduziram a procura por crédito em 3,2%, no primeiro trimestre deste ano sobre o mesmo período do ano passado, segundo mostra do Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito. Em março, a demanda foi 7,5% inferior que a registrada no mesmo mês de 2013. Já na comparação com fevereiro último houve elevação (1,9%).

 

“As taxas de juros em elevação e o menor grau de confiança dos consumidores, em comparação ao mesmo momento do ano passado, pesaram negativamente” justificaram, por meio de nota, os economistas da Serasa Experian.

Houve recuos entre todas as classes econômicas e a maior queda foi verificada entre os consumidores de baixa renda com ganhos de até R$ 500 por mês (-7,6%). Na faixa entre R$ 5 mil e R$ 10 mil a procura caiu 6,8% e entre os que recebem acima de R$ 10.000 mensais a demanda diminuiu 7%. Nas faixas entre R$ 500 e R$ 1.000 ocorreu redução de 3,1%. Também caiu a demanda por crédito de trabalhadores com renda entre R$ 1 mil e R$ 2 mil mensais (-1,4%) e entre R$ 2 mil e R$ 5 mil (-4,4%).

De janeiro a março, a Região Centro-Oeste foi a que registrou a maior queda (-7,8%); seguida pelas regiões Sudeste (-4,1%); Norte (-2,7%); Sul, (-1,4%) e Nordeste (-0,3%).

 

Fonte: Correio Braziliense

 

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JUROS DO CHEQUE ESPECIAL TÊM LIGEIRO AUMENTO EM NOVEMBRO

São Paulo – Os juros médios cobrados para o cheque especial subiram 0,07 ponto percentual em novembro na comparação com outubro, segundo pesquisa divulgada hoje (11) pelo Procon de São Paulo. O aumento, que deixou a taxa média em 8,25% ao mês, foi puxado pelo reajuste das taxas em quatro dos sete bancos avaliados. O Banco do Brasil, o Bradesco, o HSBC e o Safra elevaram os valores cobrados para essa modalidade de crédito.

 

O Itaú, no entanto, reduziu a taxa de 9,13% para 8,75%, uma queda de 4,16%. A Caixa Econômica e o Santander mantiveram os juros no mesmo patamar. A CEF continua cobrando a menor taxa entre os bancos pesquisados (4,41% ao mês). O Santander permanece com os maiores juros para o cheque especial (10, 59%).

 

Para o empréstimo pessoal, considerando contratos de 12 meses, a taxa permaneceu praticamente estável nas instituições  pesquisadas, variando apenas 0,01 ponto percentual. O pequeno aumento veio do reajuste feito pelo Bradesco, que aumentou 6,27% para 6,31% os juros cobrados ao mês. A taxa média para o empréstimo pessoal está em 5,28%. A CEF cobra o menor valor para essa forma de crédito (3,51%) e o Bradesco, o maior (6,31%).

 

Edição: Lana Cristina

 

  • Direitos autorais: Creative Commons – CC BY 3.0

 

Fonte: EBC (Íntegra)

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JUROS VÃO CONTINUAR ‘SUBINDO E DESCENDO’, AFIRMA DILMA A PREFEITOS

Presidente ressalvou que juros brasileiros estão em 'patamares aceitáveis'. Na semana passada, Copom elevou taxa básica de 7,25% para 7,5%.

Priscilla Mendes Do G1, em Brasília

 

A presidente Dilma Rousseff afirmou na noite desta terça-feira (23), em discurso durante um evento de prefeitos em Brasília, que os juros no Brasil foram reduzidos para “patamares aceitáveis”, mas vão continuar “subindo e descendo”.

 

A presidente Dilma Rousseff discursa em abertura do II Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

 

No início da tarde, em entrevista no Palácio do Planalto, a presidente disse que não falaria mais sobre juros para não dar base à “especulação”

Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu elevar a taxa de juros de 7,25% para 7,5% ao ano, a primeira elevação da Selic desde julho de 2011, quando a taxa subiu de 12,25% para 12,5%.

 

Reduzir os juros para patamares menores não significa que ele não suba e não desça, não suba e não desça. Ele vai continuar subindo e descendo, mas ele vai fazer isso num nível mais adequado para os padrões internacionais.”

 

Presidente Dilma Rousseff

 

No discurso, que abriu o 2º Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável – Desafios dos Novos Governantes Locais, promovido pela Frente Nacional de Prefeitos, Dilma afirmou que o país precisa crescer “num ritmo acelerado”, antes de fazer o comentário sobre a variação da taxa de juros.

 

“Este país tem de crescer acelerado. Para ele crescer acelerado, ele tem que ser competitivo. Daí porque fizemos um grande esforço, do início do governo até hoje. Primeiro, nós reduzimos os juros brasileiros para patamares aceitáveis. Reduzir os juros para patamares menores não significa que ele não suba e não desça, não suba e não desça. Ele vai continuar subindo e descendo, mas ele vai fazer isso num nível mais adequado para os padrões internacionais e portanto mais competitivo”, declarou.

 

A presidente também também defendeu o controle da inflação e pediu aos prefeitos uma “gestão eficiente” porque, segundo ela, nenhum país do mundo virou um país desenvolvido sem que se tornasse “crescentemente mais eficiente”. “Isso é um esforço de cada um de nós”, declarou.

 

A presidente disse que é “obrigação” do Estado ajudar os municípios a manter seus programas sociais, mas disse que precisa cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal e garantir que a inflação “esteja sob controle”.

 

“Eu cumpro a Lei de Responsabilidade Fiscal e garanto que as contas fiscais brasileiras sejam estáveis. Eu tenho de garantir também que a inflação neste país esteja sob controle. Então eu tenho um orçamento dado e regras bem claras. Não posso criar despesa sem apontar receita, e isso cria para o governo federal regras bem claras de gestão dos recursos públicos”, declarou.

 

Ela também destacou o fato de ter desonerado a folha de pagamentos de diversos setores e afirmou que o Brasil tem um dos menores níveis de desemprego do mundo, atualmente em 5,7%.

 

“Esse menor nível de desemprego no mundo permite também que tenhamos hoje um mercado pujante, uma demanda imensa no setor de serviços e permite também que nos tenhamos junto o controle da inflação, o fato de termos um país fiscalmente estável”, afirmou a presidente.

 

Parcerias
Dilma disse que o governo ganhou uma “imensa capacidade” de se relacionar com os estados de forma republicana. Segundo ela, no passado, “se olhava muito para que time torcia o prefeito, o governador ou o presidente da República ou de que partido ele era”.

 

“Esse relacionamento de forma republicana é algo que só engrandece os agentes públicos aos olhos do país e isso de fato é fazer política com P maiúsculo. Isso é o que significa de forma efetiva utilizar os recursos públicos”, declarou.

 

Dilma defendeu a parceria entre governo federal e municípios no cadastramento de beneficiários do Bolsa Família, na construção e custeio de creches e no combate ao crack.

 

“Vocês podem ter certeza que vocês terão um governo propenso, disposto e interessado em parcerias”, disse aos prefeitos. “Queremos melhorar, com obras de mobilidade, de saneamento e de habitação, o perfil das cidades brasileiras”.

 

A presidente defendeu a construção de metrôs nas grandes capitais e falou sobre o que o escritor Nelson Rodrigues definiu como “complexo de vira-lata”.

 

“O complexo vira-lata é o fato de acharmos que não merecíamos muitas coisas. Isso explica porque nós não tenhamos uma estrutura de metrô como muitos outros países têm, porque diziam que isso não era adequado para o Brasil”, afirmou.

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