SAIBA O QUE NÃO COMER QUANDO SE ESTÁ ‘MORRENDO DE FOME’

Além de não saciar a fome, alimentos gordurosos e doces 'dão barriga' e ainda podem provocar doenças como a gastrite

Aquela fome ingrata bate no meio da tarde e você pensa em atacar o primeiro chocolate que vê pela frente. Saiba que esse hábito, além de não saciar a fome e não trazer vitaminas, pode provocar até gastrite. E o motivo é simples.

 

Rúbia Maciel, nutricionista da Natue, explica que o chocolate, quando ingerido de estômago vazio, estimula a produção de ácido clorídrico. “É um ácido já presente no estômago, a fim de digerir os alimentos, mas ele causa uma irritação maior na parede gástrica, podendo evoluir para uma gastrite”, alerta.

 

E não adianta nada. Segundo a nutricionista, o açúcar não mata a fome. Além disso, o corpo não vai precisar usar toda aquela glicose do doce e, para regular esse tanto de açúcar circulante no sangue, aciona a insulina que envia glicose para as células necessárias e guarda o resto para usar em uma próxima vez: a famosa gordurinha.

 

Por isso, quando a fome bater e o estômago estiver totalmente vazio, é mais prudente optar por alimentos ricos em fibras, como as frutas, verduras, legumes, castanhas e alimentos integrais, tal qual o trigo integral, aveia, quinoa, amaranto e outros.

 

Fonte: IG

 

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VEJA DICAS PARA FAZER LANCHES MAIS LEVES E SAUDÁVEIS AO LONGO DO DIA

Na hora que bate a fome ou entre o almoço e o jantar, muita gente costuma optar por lanches mais calóricos. Momentos de ansiedade ou tristeza também pedem alimentos mais gordurosos. Mas será que essas escolhas são por causa do gosto das pessoas ou por falta de opção? No Bem Estar desta segunda-feira (17), o endocrinologista Alfredo Halpern e a nutricionista Elaine Moreira deram dicas de como driblar essa dificuldade e encontrar lanches saudáveis no dia a dia.

 

Segundo os especialistas, o lanche é a refeição feita entre o almoço e o jantar para diminuir a fome nessas refeições principais.

 

Apesar de ser importante para a saúde, a hora do lanche pode também ser perigosa, principalmente por causa da falta de opções. Para mostrar a dificuldade de achar opções menos calóricas, o apresentador Fernando Rocha foi às ruas com uma equipe do Bem Estar procurar um lanche mais natural.

 

Em um trajeto de mais ou menos 12 km, ele usou um celular para registrar o desafio – no caminho, apareceu de tudo: cachorro quente prensado, torresmo, biscoito de polvilho, pipoca, empadinha, coxinha, esfiha, lanche de mortadela com queijo, pão de leite com queijo, hambúrguer, amendoim e chocolate. Até o fim do caminho, não havia sinal de nada saudável até que finalmente a equipe encontrou um local que vendia sucos e vitaminas de frutas, como mostrou a reportagem.

 

Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, essa falta de opções é um grande obstáculo para uma alimentação balanceada – o médico defende que comer um salgado ou algo mais calórico uma vez ou outra não tem problema, mas quando isso se torna um hábito, pode ser ruim.

 

Para mostrar, por outro lado, que existe comida saudável na rua, a repórter Natália Ariede foi conhecer os caminhões móveis com pratos mais leves – a novidade tem sido uma opção para quem não quer exagerar na hora do lanche, como mostrou a reportagem.

 

Outro problema que pode atrapalhar a rotina alimentar é também o estado emocional – segundo o médico, muita gente desconta agonias e tristezas na comida. A repórter Daiana Garbin foi às ruas descobrir o que as pessoas comem em momentos de estresse e as respostas foram diversas: chocolate, pudim, coxinha, massas, esfihas e tortas, por exemplo.

 

O problema é que, na maioria das vezes, as pessoas escolhem esses alimentos no fim da tarde por gula e não por fome, como mostrou a reportagem.

 

Apesar das dificuldades e da gula, a nutricionista Elaine Moreira explicou que é possível fazer um lanche saudável.

 

Segundo a especialista, o importante é fazer combinações corretas, sem restringir a apenas um grupo alimentar – por exemplo, uma refeição com pão com manteiga, bolo e suco tem só carboidratos; se for de iogurte, achocolatado, peito de peru e queijo, só proteínas; e no caso de granola, pipoca e banana, apenas fibras. Todas essas combinações são exemplos de lanches ruins, como mostrou a nutricionista.

 

O ideal é que a refeição tenha os três grupos. A especialista alerta que é bom evitar bolos, biscoitos recheados, salgadinhos e refrigerantes e preferir sempre alimentos naturais ou minimamente processados.

 

Outra dica é levar lanches de casa, como pacotinhos pequenos de sementes, peras, iorgurtes, maçãs, bananas e outros alimentos leves.

 

Confira os vídeos aqui: Bem Estar

 

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HAMBÚRGUERES DE LANCHONETES POLUEM MAIS DO QUE CAMINHÕES

Você também acha difícil acreditar nisso? Parece impossível um inocente hambúrguer frito em uma chapa emitir mais gases do que um veículo movido a diesel? Pode parecer loucura, mas a ciência diz que sim, é possível.

 

E a diferença não é pequena. Segundo pesquisa da Universidade da Califórnia, um caminhão de 18 rodas precisa rodar 230 quilômetros para soltar a mesma quantidade de partículas que um único hambúrguer frito numa chapa de lanchonete. Isso porque na hora da fritura, ele libera partículas da gordura, fumaça, calor, e outros gases emitidos na combustão.

 

Ainda assim, como pode um hambúrguer pequenino ser mais poluente do que um caminhão gigante? Bem, dizem os pesquisadores que o problema está no controle de emissão de gases. Enquanto os veículos são fiscalizados e obrigados a instalar equipamentos para reduzir a liberação de poluentes, as chapas das lanchonetes passam incólumes. Aí o hambúrguer vira um inimigo pior ao meio ambiente do que um veículo pesado.

 

A situação é bem grave na Califórnia: as lanchonetes aparecem como a segunda maior fonte de poluição da costa sul do Estado – quase duas vezes mais que os caminhões movidos a diesel.

 

Quem diria, hein?

 

Fonte: íntegra super.abril.com

Categoria: Acontece
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