MOSTRA BIENAL CAIXA DE NOVOS ARTISTAS

Como resultado da seleção de obras de artistas iniciantes de todo o Brasil, a Mostra Bienal CAIXA de Novos Artistas chega à CAIXA Cultural Brasília, após exposição nas unidades de Curitiba e São Paulo. Com trabalhos selecionados por Fernando Oliva e Rosemeire Odahara Graça, que também assina a curadoria, a mostra apresenta trabalhos de 24 artistas em fotografia, escultura, pintura, gravura, desenho, objeto, instalação, videoinstalação, intervenção e novas tecnologias.

 

Data: 16/03/2016 a 01/05/2016Como Chegar

Horário: Terça a domingo, das 9h às 21h

Local: Galeria Vitrine

Valor do Ingresso: Entrada franca

 

Fonte: Caixa Cultural

Categoria: Cult
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O PONTO DE ENCONTRO DOS LÍDERES DAS INDEPENDÊNCIAS AFRICANAS EM PORTUGAL

Casa dos Estudantes do Império é tema de livros e exposição

PRAIA (CABO VERDE) – Criada em 1944, em Portugal, para receber jovens das colônias da África e da Ásia, a Casa dos Estudantes do Império tinha um objetivo expresso já no nome: formar quadros para o sistema colonial. Mas a convivência entre alunos de origens diversas, unidos pela revolta contra a dominação portuguesa, teve o efeito contrário. Antes de ser fechada pelo ditador Antonio Salazar, em 1965, a Casa se tornou um polo difusor das culturas de países como Angola, Moçambique e Cabo Verde. Muitos estudantes saíram dali para liderar as lutas de independência que acabaram com o império português.

 

Essa história é resgatada em uma exposição promovida nos países lusófonos pela União das Cidades Capitais da Língua Portuguesa (UCCLA). Com fotografias, documentos e obras da época, a mostra já passou por Lisboa e Maputo, em Moçambique, e está em cartaz em Praia, capital de Cabo Verde. Além disso, a UCCLA publicou fac-símiles dos 22 volumes lançados pela editora da Casa dos Estudantes do Império. São os raros livros de estreia de jovens que se tornariam pioneiros das literaturas dos países africanos de língua portuguesa

 

Secretário-geral da UCCLA e idealizador da exposição, Vitor Ramalho afirma que a Casa é uma instituição singular na história do colonialismo

 

— Portugal foi o único país com uma instituição onde surgiram laços entre futuros governantes e escritores das ex-colônias. Nasci em Angola e ouvia sempre essa história dos mais velhos, mas ela é pouco lembrada hoje nos países lusófonos — diz Ramalho, que espera trazer a mostra para o Brasil nos próximos meses.

 

A Casa era um centro de convivência, lazer e assistência médica e social para universitários das colônias portuguesas, onde não havia ensino superior. A maior parte dos sócios vinha da África, com alguns egressos de Timor-Leste, Macau e Goa, na Ásia. Entre os estudantes estavam Agostinho Neto, que viria a ser o primeiro presidente de Angola, de 1975 a 1979; Joaquim Chissano, que governou Moçambique de 1986 a 2005; e Amílcar Cabral, líder do movimento de libertação de Guiné-Bissau e Cabo Verde, assassinado em 1973, antes das independências.

 

Os estudantes promoviam debates, festas e eventos que movimentavam a Casa. Nos anos 1960, criaram um selo editorial que publicava obras não só de associados (como “Poemas”, de Agostinho Neto), mas também de jovens autores que viviam nas colônias. Por isso, foram lançadas primeiro em Lisboa obras seminais da literatura africana, como “Caminhada”, do cabo-verdiano Ovídio Martins; “A cidade e a infância”, do angolano Luandino Vieira; e “Chigubo”, do moçambicano José Craveirinha (de versos como “Vim de qualquer parte/ duma nação que ainda não existe”). Décadas mais tarde, Craveirinha e Vieira receberiam o Prêmio Camões, maior distinção da língua portuguesa.

 

CASA INSPIROU ROMANCE DE PEPETELA

Também ganhador do Camões, o angolano Pepetela frequentou a Casa entre 1959 e 1962. No convívio com outros estudantes africanos, o jovem fã de Julio Verne e Eça de Queirós passou a conhecer melhor a cultura de sua terra natal. Pepetela se inspirou nessa experiência para escrever o romance “A geração da utopia” (Leya), no qual uma sócia da Casa, “no centro mesmo do Império”, descobre “sua diferença cultural em relação aos portugueses”.

 

— Foi na Casa que pela primeira vez me apercebi da riqueza das culturas africanas, não só de Angola, mas de todo o continente. Foi também aí que tomei maior contato com a literatura que se fazia em Angola, mas que era quase clandestina. Compreendi cada vez mais que a cultura, particularmente tudo o que tivesse como origem as tradições e crenças seculares, se transmitiam de geração em geração, conservando o núcleo de uma consciência que mais cedo ou mais tarde explodiria em consciência social e política — diz Pepetela, por e-mail.

 

Dos cerca de 600 sócios da Casa, pouco mais de cem fugiram de Portugal em 1961 para participar das lutas de independência nos países africanos, que durariam até a metade da década seguinte. O regime Salazar apertou a vigilância sobre a instituição, que foi fechada em 1965. Autora de “A Casa dos Estudantes do Império e o lugar da literatura na conscientização política”, Inocência Mata, professora das universidades de Lisboa e de Macau, diz que a instituição foi “um bumerangue” que se voltou contra o regime colonial.

 

— Os estudantes cooptaram a Casa para difundir o ideal de autonomia e combater a invisibilidade dos africanos — diz Inocência, nascida em São Tomé e Príncipe. — O regime fechou a instituição porque passou a vê-la como um ninho de rebeldes. Mas seus integrantes deixaram um legado: formaram uma nova elite política africana e ajudaram a construir as literaturas de seus países.

 

Guilherme Freitas viajou a convite da UCCLA

 

Fonte: O Globo

Categoria: Literatura e Filmes
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EDITORAS INVESTEM EM HISTÓRIAS QUE EXPANDEM UNIVERSO DE ‘STAR WARS’

Livros se passam antes ou depois dos filmes produzidos até agora

SÃO PAULO — Logo no começo de “Star Wars: O despertar da Força” (2015), os personagens mencionam uma batalha da qual só se sabe o nome do planeta onde ocorreu. O confronto, contado em detalhes e com as consequências visíveis para quem assistir ao filme, está em “Estrelas perdidas”, de Claudia Gray, que a Companhia das Letras lançou no fim do ano passado pelo selo Seguinte, dedicado ao público jovem. O livro faz parte do que os fãs chamam de “universo expandido” e se encaixa na cronologia da saga criada por George Lucas nos anos 1970.

 

Na trama, que começa oito anos após a queda da Velha República, acompanha o surgimento da Rebelião e termina com a derrota do Império, os amigos de infância Ciena Ree e Thane Kyrell crescem compartilhando o sonho de se tornar pilotos e, quando chegam à idade adulta, seguem caminhos diferentes. O livro relata, ainda, eventos que se passam depois de “O retorno de Jedi” (1983), e traz pistas sobre o episódio VII. Nenhum dos personagens é mencionado na aventura de Ray e Finn, embora estejam dentro do que os fãs chamam de “cânone”, o conjunto de histórias que forma o universo “Star Wars”.

 

— Ciena e Thane não são mencionados, é verdade. Mas dá para ver alguma coisa da história deles no filme. Tem que ler o livro e entender exatamente o que é — brinca a autora americana, cujo nome verdadeiro é Amy Vincent, em entrevista ao GLOBO.

 

Autora de livros para o público jovem, como a trilogia de ficção científica “Firebird” e a série paranormal “Noite eterna”, ela foi escolhida pela Disney e pela Lucasfilm para escrever “Estrelas perdidas” justamente por seu sucesso junto a esse grupo específico de leitores, que varia de 14 a 21 anos e busca temas um pouco mais adultos.

 

— Lá atrás, nos anos 1990, quando os livros começaram a sair, eu lia cada um deles, e ainda guardo alguns no meu coração, especialmente o trabalho de Timothy Zahn e A.C. Crispin — disse ela, que é fã de “Star Wars” desde os 7 anos de idade. — Sempre gostei de mergulhar nesse universo e descobrir o que poderia estar acontecendo com os personagens.

 

A resposta de Claudia explica também o conceito de “universo expandido”: histórias que não aparecem nos filmes, mostram pontos de vista alternativos e podem cobrir períodos anteriores ou posteriores a eles. Os livros são apenas uma parte desse mosaico, que contém também quadrinhos e séries animadas. O que a autora não explica é a diferença entre as “lendas” e o “cânone”, que aparece quando a Disney compra a Lucasfilm de George Lucas por cerca de US$ 4 bilhões.

 

— As lendas são o cânone antigo ou tudo o que foi feito fora dos filmes antes de a Disney comprar a Lucasfilm e os direitos de produzir “Star Wars” — esclarece Nathalia Dimambro, responsável pela edição brasileira de “Estrelas perdidas”. — O novo cânone é tudo o que foi produzido depois da aquisição e se concentra basicamente em torno da trilogia original (os episódio IV ao VI).

 

A Companhia das Letras lançou sete títulos “canônicos” da saga, incluindo três novelizações dos filmes. Além do livro de Claudia, a editora publicou mais três romances sob uma coleção chamada “Jornada para ‘Star Wars: O despertar da Força’”: “A arma de um Jedi: uma aventura de Luke Skywalker”, de Jason Fry, que se passa entre “Uma nova esperança” (1977) e “O Império contra-ataca” (1980); “A missão do contrabandista: uma aventura de Han Solo e Chewbacca”, de Greg Rucka, ambientado no mesmo período, e “Alvo em movimento: uma aventura da princesa Leia”, de Cecil Castelucci e Jason Fry, cujos eventos ocorrem entre “O Império contra-ataca” (1980) e “O retorno de Jedi” (1983).

 

A editora não revela números de vendas, apenas diz que foram distribuídos 15 mil exemplares de “Estrelas perdidas”, o que confirma a aposta nesse filão. Nathalia diz que a empresa está estudando a compra de novos títulos da saga, especialmente “Star Wars: Before the awakening”, que conta histórias de Rey, Finn e Poe Dameron antes de se encontrarem em “O despertar da Força”.

 

— É um título muito pedido pelos fãs — disse ela. — Mas ainda estamos avaliando.

 

Os títulos adultos e os infantis ficaram com a Aleph, especializada principalmente em ficção científica. Desde 2014, a editora paulista já lançou 14 livros da saga, entre “lendas” e que se incluem no novo cânone. Um dos carros-chefe é “Marcas da guerra”, de Chuck Weding, que esteve no Brasil no ano passado. Ambientado logo após “O retorno de Jedi”, dá dicas do que acontece no cenário político após a queda do Império.

 

— Tem uma passagem que mostra o contrabando do sabre de luz do Darth Vader como se fosse uma relíquia. É uma indicação de que os Cavaleiros de Ren já estavam começando a se organizar — revela Daniel Lameira, editor da Aleph, que contabiliza mais ou menos 300 mil exemplares vendidos reunindo inclusive os livros infantis.

 

A Aleph planeja o lançamento de pelo menos mais quatro títulos do novo cânone em 2016, incluindo “Herdeiro de Jedi”, de Kevin Hearne; “Lords Sith”, de Paul Kemp; “Discípulo sombrio”, de Christie Golden, e “Battlefront”, de Alexander Freed. Um dos diferenciais das edições são as capas exclusivas, encomendadas a estúdios e artistas europeus que são fãs da saga.

 

Fonte: O Globo

Categoria: Literatura e Filmes
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PARA INCENTIVAR LEITURA, PROJETO TRANSFORMA TÁXIS EM BIBLIOTECAS MÓVEIS

Iniciativa permite que leitores levem livros para casa e devolvam em outros táxis cadastrados

Já imaginou se em cada táxi que você entrasse encontrasse livros para ajudar a passar o tempo desperdiçado no trânsito e ainda poder levá-los para casa e continuar a leitura? Essa é a proposta do publicitário mineiro Tallis Gomes, 27 anos, para incentivar o hábito e tornar o tempo gasto no trânsito mais produtivo para os passageiros. Criador de um aplicativo para localizar táxis, o publicitário decidiu incorporar a Bibliotaxi, uma espécie de biblioteca móvel, nos veículos cadastrados no aplicativo.

 

O taxista Diego Kaleo Santana, 33 anos, aderiu ao projeto há três meses e aprovou a iniciativa

 

Inspirado em iniciativa com os táxis da Vila Madalena, em São Paulo, Thalis abraçou a causa e decidiu levar a ideia para todo o Brasil. O projeto, que começou em janeiro de 2013, ganhou corpo com a doação de mais 80 mil livros de uma livraria no ano passado e hoje já funciona em 26 cidades.

 

A ideia é bastante simples. Uma sacola é deixada pelo taxista no banco de trás do veículo com pelo menos três livros – que podem ir de clássicos como O príncipe, de Nicolau Maquiavel, à best sellers como A culpa é das estrelas, de John Green. Então, o passageiro escolhe o título e dá início à leitura. Se ele gostar, pode levá-lo para casa. Para devolvê-lo, basta localizar um outro táxi cadastrado na Bibliotáxi e entregá-lo ao motorista. “A intenção é que os livros retornem aos veículos por meio dos passageiros e que isso continue a funcionar com a ajuda deles, que podem doar livros para o projeto”, explica a representante da Easy Taxi, Camila Ferreia.

 

Em Brasília, 60% dos taxistas que são cadastrados no aplicativo já usam a biblioteca à bordo. Na profissão há oito anos, Diego Kaleo Santana, 33, aderiu ao projeto há três meses e aprovou a iniciativa. “A maioria das pessoas gosta da ideia, mesmo ficando um pouco receosas em levar o livro. Para nós, acaba sendo um atrativo a mais”, conta. Leitor assíduo desde criança, Diego explica que, entre uma corrida e outra, não resiste ao hábito. “Quando eu leio, me coloco na figura central da pessoa e consigo encarar melhor a vida. As pessoas que leem são, com certeza, mais felizes”, relata o taxista.

 

Passageiros também aprovam a ideia da “biblioteca ambulante”. A filósofa e servidora pública Antônia Sylvhia, 52 anos, conta que se surpreendeu ao entrar em um táxi com livros. “Já vi ações na parada de ônibus, mas no táxi é a primeira vez”, disse. Para ela, toda forma de informação e incentivo a leitura é válida. Apesar da possibilidade de levar para casa, Antônia acha que os livros podiam ter textos mais curtos para dar tempo de ler no caminho.

 

A estudante do 2º ano do Ensino Médio Maria Vitória Mansur, 16 anos, também não sabia da ideia, e se surpreendeu ao se deparar pela primeira vez com o BiblioTaxi. Veja, a seguir, o que ela achou da ideia.

 

Fonte: Correiobraziliense

Categoria: Em pauta
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DIVERGENTE VOL.1, POR VERONICA ROTH

Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível!

 

 

Livro: Divergente
Autor: Veronica Roth
Versão: Atualizada
Categoria: Romance
Formato: PDF
Lançamento: 2010
Licença: Shareware
Download: Clique aqui

 

Sinopse:

 

Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.  A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.  E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

 

Fonte: PDFlivros

Categoria: Literatura e Filmes
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ADMIRÁVEL MUNDO NOVO

Ano 634 df (depois de Ford). O Estado científico totalitário zela por todos. Nascidos de proveta, os seres humanos (pré-condicionados) têm comportamentos (pré-estabelecidos) e ocupam lugares (pré-determinados) na sociedade- os alfa no topo da pirâmide, os ípsilons na base. A droga soma é universalmente distribuída em doses convenientes para os usuários. Família, monogamia, privacidade e pensamento criativo constituem crime. Os conceitos de ‘pai’ e ‘mãe’ são meramente históricos. Relacionamentos emocionais intensos ou prolongados são proibidos e considerados anormais. A promiscuidade é moralmente obrigatória e a higiene, um valor supremo. Não existe paixão nem religião. Mas Bernard Marx tem uma infelicidade doentia- acalentando um desejo não natural por solidão, não vendo mais graça nos prazeres infinitos da promiscuidade compulsória, Bernard quer se libertar. Uma visita a um dos poucos remanescentes da Reserva Selvagem, onde a vida antiga, imperfeita, subsiste, pode ser um caminho para curá-lo.

 

Especificações técnicas


Idioma: português

Encadernação: Brochura

Altura: 21 cm

Largura: 14 cm

Peso: 0,351 kg

Edição:

Ano de Lançamento: 2001

Número de páginas: 312

 

Clique aqui e leia o livro na versão digital.

 

Categoria: Literatura e Filmes
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UDF OFERECE CURSO DE APRIMORAMENTO GRATUITO AOS ALUNOS

Visando propiciar ao aluno o conhecimento básico e o aperfeiçoamento em  disciplinas de uso fundamental, o Centro Universitário UDF criou o “Programa de Aprimoramento”. Através dele, o aluno receberá, gratuitamente, orientações básicas  sobre Matemática, Física e Português (leitura, interpretação e escrita).
De acordo com o professor Gabriel Cardoso, idealizador do Programa, “a política de  aprimoramento dessas disciplinas auxilia o aluno e faz com que este consiga prosseguir  em seus estudos e/ou melhorar seu desempenho acadêmico”. Ele afirma ainda que,  apesar do Programa ser prioritário aos calouros, qualquer aluno poderá participar.
Cronograma das aulas:
Português: de 18 de março a 22 de maio – terças e quintas-feiras, das 18h às 18h50 pela professora Maria do Carmo, sala 115 (sede);

 

Matemática: de 18 de março a 30 de maio – terças e sextas-feiras, das 18h às 18h50   pelo professor Ubirajara Gusmão, sala 116 (sede);
Física: de 18 de março a 03 de junho – terças e quintas-feiras, das 18h às 18h50 pelo professor Ednardo Spaniol, sala 06 (4R).

Categoria: UDF pra você
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O APANHADOR NO CAMPO DE CENTEIO

Síntese: Um garoto americano de 16 anos relata com suas próprias palavras as experiências que ele atravessa durante os tempos de escola e, depois, revela tudo o que se passa em sua cabeça. Saiba o que um adolescente pensa sobre seus pais, professores e amigos.

 

 

Edição: 15 / 2004

Idioma: Português

País de Origem: Brasil

Número de Paginas: 207

Título Original: The Catcher In the Rye

 

Categoria: Literatura e Filmes
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