HAMLET – WILLIAM SHAKESPEARE

Hamlet é uma tragédia de William Shakespeare, escrita entre 1599 e 1601.

Sinopse:

 

A peça, passada na Dinamarca, reconta a história de como o Príncipe Hamlet tenta vingar a morte de seu pai Hamlet, o rei, executando seu tio Cláudio, que o envenenou e em seguida tomou o trono casando-se com a mãe de Hamlet. A peça traça um mapa do curso de vida na loucura real e na loucura fingida — do sofrimento opressivo à raiva fervorosa — e explora temas como a traição, vingança, incesto, corrupção e moralidade.

 

Autor: William Shakespeare
Edição: Vol.01
Categoria:Literatura Estrangeira, Clássicos
Formato: PDF
Linguagem: Português
Lançamento: 1603

 

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Categoria: Literatura e Filmes
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ÁFRICA E AMÉRICA APRESENTAM TALENTOS DA LITERATURA CONTEMPORÂNEA NA BIENAL

Evento recebe nesta segunda os escritores Valéria Luiselli, Conceição Lima e Antônio Prata

Antônio Prata acredita que o interesse pela literatura brasileira no exterior é reflexo do crescimento econômico do país

Os países latino-americanos e africanos têm rompido fronteiras e cruzado o oceano por meio de uma nova safra de autores. entre eles, Valéria Luiselli, do México, Conceição Lima, de São Tomé e Príncipe, e o brasileiro Antônio Prata. Os três escritores delineiam o cenário da literatura contemporânea Nas Américas e na África e dividirão hoje mesa em seminário na II Bienal Brasil do Livro e da Leitura. Tanto o México, quanto São Tomé e Príncipe e o Brasil foram palco de conflitos, seja pela independência, pela luta contra a repressão ou pela sobrevivência diante dos horrores do narcotráfico. O terreno se mostrou fértil em meio ao caos, no entanto, e a arte floresceu.

 

Antônio Prata acredita que o interesse pela literatura brasileira no exterior é, sobretudo, reflexo do crescimento econômico do país. “Como o Brasil está em voga, as pessoas estão olhando para o país.” O escritor, filho dos também escritores Mário Prata e Marta Goés, colabora em roteiros de novelas brasileiras e, ano passado, lançou o livro de crônicas semi-memorialistas, Nu de botas. “Os meus leitores crescem devagar, conforme vou sendo mais conhecido, também pelo o que escrevo nos jornais. Ainda é uma coisa pequena. Na lista de mais vendidos, os gêneros se misturam. Mas o público para literatura é pequeno. É muito difícil um escritor brasileiro viver de literatura.”

 

Considerada um dos nomes mais importantes da poesia africana contemporânea, Conceição Lima insere memórias e a história de São Tomé e Príncipe à literatura. Dona de um estilo intimista, ela busca imprimir a voz coletiva nos versos que constrói nos livros O Útero da casa, A dolorosa raiz do micondó e O país de Akendenguê. “Confesso que não me sinto muito confortável em falar da minha própria poesia. Atrevo-me a descrevê-la, de forma muito sintética, como uma poesia intimista, lírica, amiúde de contaminação épica, marcada por fluxos da história e na qual a voz do eu-lírico, não raras vezes, se confunde com a voz coletiva”, diz. Para ela, o amálgama entre as identidades do país e das poesias que escreve é movimentado pela germinação de sentidos entre os níveis individual e coletivo: “Há, na minha poesia ou em parte significativa dela, o entrelaçamento entre a narrativa pessoal, íntima, individual e aquilo a que se poderá chamar de narrativa da nação.”

 

Biógrafo de Fernando Pessoa conta como foi contato com familiares do poeta

 

Durante a pesquisa, o biógrafo chegou a 127 heterônimos, mas confessa que os mais importantes eram quatro: Alberto Caeiro, Ricardo Reis, Alvaro de Campos e Bernardo Soares — além de um destaque especial para para Alexander Search, António Mora, Barão de Teive. “Todos eram Pessoa e o que estava a sua volta. Álvaro de Campos, por exemplo, era de ‘Campos’ por conta de um sósia de Pessoa, Ernesto Campos. Nasceu em Tavira, terra do avô paterno de Pessoa. No dia de nascimento de Virgilio e Kant, duas de suas admirações literárias. Vivia na casa de duas tias velhas, com quem Pessoa vivia. Era engenheiro naval, como o marido da filha de sua tia Anica, que morava num quarto pegado ao dele. Visitou Stratford on Avon, onde era cônsul Eça de Queiroz. Viajou pelo Mediterrâneo ( em ” Opiário ” ) , como Pessoa havia viajado. Mas, diferentemente dele, que vai até Lisboa, desembarca em Marselha. Como Rimbaud. Nada nele era por acaso.”

 

Autorização para biografias

 

Calavcanti não precisou de autorização prévia para publicar a biografia de Fernando Pessoa e conta que o contato com a família do poeta foi amistosa. Ele é contra a exigência de autorização para a publicação de obras biográficas. “O debate, no Brasil, está simplificado. No primeiro mundo, pode. Aqui não deve ser diferente. Ocorre que, por lá, a indenização pode ir longe. 5 milhões de dólares, no case Leonard Ross x New York Times. 34 milhões de dólares, no case Richard Sprague x Philadelphia Inquirer. 232,4 milhões de dólares, Houston Money Managment x Wall Street Journal. Só que, por aqui, indenizações assim são consideradas censuras. Devemos fazer um debate mais informado e amplo.”

 

Três perguntas para José Paulo Cavalcanti

 

O que mudou em sua percepção sobre Fernando Pessoa após a pesquisa?

A dimensão do escritor. No início, de alguma forma, pensei que era um bom escritor, como tantos. No fim, vi que era algo muito especial. Na minha opinião, o maior vulto da literatura portuguesa.

 

Como foi seu contato com os familiares?

Muito bom. Cordialíssimo. Com certas concessões, claro. Por exemplo disse que o avô dos sobrinhos de Pessoa era sapateiro. Era mesmo, apesar de ter irmão rico. Por conta da Lei do Morgadio, que garante a totalidade da herança apenas ao filho mais velho. A família disse que ficou incomodada. Falei sobre as diferenças, com o Brasil. Aqui seria honra, um pai sapateiro ter filhos formados em universidades. Lá, não. Perguntei se poderia trocar sapateiro por ” profissão modesta ” . Eles aceitaram, com enorme satisfação. E colaboraram muito, depois disso.

 

Acha que o mercado editorial do Brasil está se consolidando no que diz respeito à literatura?

Sim. Sem dúvida. Mas continuo entendendo que não há nada mais moderno, revolucionário, democrático e transformador, para o país, que educação popular. Só um povo educado por exercer, em todos os seus limites, a cidadania.

 

II Bienal Brasil do Livro e da Leitura

Debate: As múltiplas faces de Fernando Pessoa. Hoje, às 11h.
2ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura — Esplanada dos Ministérios.
Debate: Biografias: literatura, história e identidade cultural.
Segunda-feira, às 19h. 2ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura — Esplanada dos Ministérios. Serão distribuídas senhas na entrada dos auditórios para as palestras, debates e seminários. Classificação Indicativa Livre

 

Fonte: Correio Braziliense

 

Categoria: UDF pra você
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TODA POESIA: PAULO LEMINSKI

Sinopse: Ao conciliar a rigidez da construção formal e o mais genuíno coloquialismo, o autor praticou ao longo de sua vida um jogo de gato e rato com leitores e críticos. Se por um lado tinha pleno conhecimento do que se produzira de melhor na poesia – do Ocidente e do Oriente -, por outro parecia comprazer–se em mostrar um ‘à vontade’ que não raro beirava o improviso, dando um nó na cabeça dos mais conservadores. Pura artimanha de um poeta consciente e dotado das melhores ferramentas para escrever versos. Este volume percorre a trajetória poética completa do autor curitibano, mestre do verso lapidar e da astúcia.

 
Idioma: português
Encadernação: Brochura
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 2013
Número de páginas: 424

Categoria: Literatura e Filmes
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A CULPA É DAS ESTRELAS

Descrição

Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.
Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.

 

 

Ficha técnica

Título: A Culpa É das Estrelas
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Edição: 1
Ano: 2012
Idioma: Português

Categoria: Literatura e Filmes
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LIVRO – GADO NOVO

No interior do Mato Grosso uma menina é assassinada. Cinco personagens são tocados por esse crime sem que, necessariamente, o tenham presenciado ou saibam do ocorrido. Eles narram, um a um, o seu dia à medida que tomam conhecimento do fato ou que os desdobramentos os atingem. Assim é o romance Gado Novo, do jovem escritor catarinense Guille Thomazi.

 

 

O autor constrói uma história envolvente, que deixa o leitor em suspense, a mercê do ritmo vibrante imposto pela narração sempre em primeira pessoa. São frases curtas, linguagem crua e uma trama que faz sentir o calor do fogo que consome a mata, no período de dois ou três dias, enquanto o protagonista busca o assassino da criança. Gado Novo é curto e potente como um tiro de revólver, como um coice. Um romance vigoroso, que revela a voz de um dos mais talentosos escritores da nova geração no Brasil.

 

Informações Técnicas

 

Título Gado Novo
Editora 7 Letras
Ano 2013
Assunto Literatura Brasileira – Romances
Categoria: Literatura e Filmes
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LUIS FERNANDO VERISSIMO E AUDÁLIO DANTAS VENCEM O PRÊMIO JABUTI

'Diálogos impossíveis' e obra sobre Herzog são eleitos Livros do Ano. Nomes foram anunciados em cerimônia de premiação nesta quarta, em SP.

“Diálogos impossíveis”, de Luis Fernando Verissimo, e “As duas guerras de Vlado Herzog”, escrito por Audálio Dantas, foram os vencedores nas categorias Livros do Ano de Ficção e Não Ficção, respectivamente, da 55ª edição do Prêmio Jabuti.

 

Capas dos livros “Diálogos impossíveis”, de Luis Fernando Verissimo, e “As duas guerras de Vlado Herzog”, de Audálio Dantas (Foto: Divulgação)

 

Os nomes foram anunciados em cerimônia realizada na noite desta quarta-feira (13), na Sala São Paulo, em SP. Os autores receberam o troféu Jabuti dourado e um prêmio de R$ 35 mil cada. Suas obras foram eleitas por mais de 650 associados da Câmara Brasileira do Livro, organizadora do Jabuti.

 

Além deles, também foram premiados durante a solenidade os três primeiros colocados de cada uma das 27 categorias que fazem parte do Jabuti, organizado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL). Os primeiros em cada categoria levaram, além da estatueta, R$ 3,5 mil cada. No total, 2.107 obras disputaram o Jabuti deste ano.

 

Os nomes dos três primeiros colocados em cada categoria já haviam sido revelados pela CBL no dia 17 de outubro, data em que a apuração dos votos foi feita em uma sessão aberta ao público na sede da entidade, em Pinheiros.

 

Fonte: G1 (Íntegra)

Categoria: Literatura e Filmes
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OBRA DE CLARICE LISPECTOR É FINALISTA DO PRÊMIO DE MELHOR LIVRO TRADUZIDO NOS EUA

Agência Lusa 10.04.2013 - 18h15 | Atualizado em 10.04.2013 - 19h43

Brasília – A primeira tradução para o inglês de Um Sopro de Vida (A Breath of Life), o último romance de Clarice Lispector, por Johnny Lorenz, é finalista do Prêmio de Melhor Livro Traduzido nos Estados Unidos, na categoria Ficção. O anúncio dos dez finalistas, escolhidos entre os 25 nomeados, foi feito hoje (10) pelo centro de investigação literária que criou a premiação, o Three Percent, da Universidade de Rochester, no estado norte-americano de Nova Iorque.

 

Escritora Clarice Lispector

 

 

O Prêmio de Melhor Livro Traduzido nos Estados Unidos é atribuído anualmente ao melhor livro traduzido para o inglês, publicado no mercado norte-americano, considerando a qualidade da obra e da tradução. Segundo a organização, a premiação é “uma oportunidade para honrar e distinguir tradutores, editores e outros agentes literários que ajudam a disponibilizar a literatura de outras culturas aos leitores americanos”.

 

A cerimônia de entrega dos prêmios ocorrerá em Nova Iorque no dia 4 de junho. O autor e o tradutor das obras premiadas nas categorias de Ficção e Poesia receberão um prêmio de US$ 5 mil dólares (cerca de 3.800 euros) cada, atribuído pela Amazon.

 

Clarice Lispector decidiu ser escritora em 1933, aos 13 anos. Em 1942, publicou sua primeira obra, Perto do Coração Selvagem. Ela escreveu 36 livros, entre os quais A Paixão Segundo G.H, A Vida Íntima de Laura, A Mulher que Matou os Peixes, Laços de Família e A Maçã no Escuro.

 

Um Sopro de Vida, o último romance de Clarice Lispector, foi editado nos Estados Unidos em 2012 pela New Directions. A escritora brasileira morreu em 1977 aos 57 anos.

 

  • Direitos autorais: Creative Commons – CC BY 3.0

Fonte: EBC na rede

Categoria: Em pauta
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LIVRO: MORTE SÚBITA

O novo livro de J.K. Rowling, autora da aclamada série Harry Potter, que vendeu mais 450 milhões de livros pelo mundo, conta a história de Pagford e seus habitantes, que, após a morte inesperada de Barry Fairbrother, membro da Câmara do vilarejo, fica em choque.

 

 

Autor: Rowling, J.k.

Editora: Nova Fronteira

Categoria: Literatura Estrangeira / Romance

Categoria: Literatura e Filmes
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