BRASÍLIA RECEBE A EXPOSIÇÃO INTERNACIONAL, O FANTÁSTICO CORPO HUMANO

Mostra, apreciada por 20 milhões de pessoas de várias partes do mundo, surpreenderá os visitantes de 8 de agosto a 4 de novembro, no Iguatemi Brasília.

Local: Iguatemi Brasília

Data: de 08/08/2015 a 04/11/2015

O que a cafeína faz com nossa bexiga? Por que arrepiamos? O que nos faz soluçar? Essas e muitas outras curiosidades sobre o funcionamento do organismo poderão ser respondidas por meio da exposição “O Fantástico Corpo Humano”, que chegou ao Iguatemi Brasília no dia 8 de agosto.

 

A exposição, que ensina a cuidar da saúde e propõe estilo de vida mais saudável, já passou por países como Alemanha, França, Portugal, Estados Unidos, Argentina e México. No Brasil, viaja pelas principais cidades como Belo Horizonte, Curitiba, Salvador, Fortaleza, Belém, São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus, Campinas, Ribeirão Preto e Florianópolis, totalizado mais de 20 milhões de visitantes.

 

As galerias são divididas pelos sistemas do corpo e por cores: esquelético, muscular, nervoso, respiratório, digestivo, cardiovascular, circulatório e reprodutivo, além de mostrar a vida fetal e a medicina moderna. Durante a exposição, os visitantes descobrem os detalhes do funcionamento dos órgãos, com auxílio de monitores da área de saúde que usam linguagem adequada a cada grau de escolaridade.

 

“Os corpos não estão protegidos por nada. Os visitantes poderão observar todos os detalhes sem nenhuma vitrine, mas os órgãos estão todos dispostos em vitrine em razão da delicadeza e tamanho das peças. Vale lembrar que todas as peças são de corpos de verdade. Apenas os olhos foram feitos de acrílico”, diz Ruth Carvalho, responsável pelo gerenciamento da mostra.

 

A exposição ajuda a compreender as doenças de maneira totalmente nova, pois enfatiza problemas de saúde como câncer de mama, câncer de cólon, cirrose hepática (do fígado), gravidez ectópica, artrite, osteoporose e fraturas ósseas. A mostra também ilustra danos ou lesões a órgãos, como os causados por tabagismo e obesidade.

 

Para a gerente de marketing do Iguatemi Brasília, Iara Rocha, a mostra ressalta o potencial de Brasília para a promoção de grandes eventos do setor de arte, cultura e entretenimento. “Além disso, é uma ótima oportunidade para as escolas aprofundarem o conhecimento dos alunos de forma inovadora. O evento é também um excelente programa para curtir em família”, conclui.

 

Data: De 8 de agosto a 4 de novembro

 

Local: Iguatemi Brasília – SHIN CA 4, Lote A – Lago Norte – Brasília/DF.

 

Informações: (61) 41419106?,

 

- Horário de Funcionamento da Exposição:

 

De segunda a sábado: das 14 às 21 horas

Domingos e feriados: das 12 às 19 horas

 

Outras informações:

 

Criança de até 4 anos não paga quando acompanhada de pais pagantes.

A visita não tem tempo limitado.

As visitas não são guiadas, os visitantes poderão percorrer os salões livremente, mas existem monitores de plantão para dar informações adicionais quando solicitado.

Todos os itens expostos possuem totens com textos informativos e informações interessantes e curiosas.

No fim da exposição será vendido um livro com fotos e informações exibidas na exposição (preço de venda R$30,00).

Não é permitido o uso de celulares, nem fotografar, filmar, fumar ou entrar com alimentos e bebidas no interior da exposição.

Não é permitido tocar nos objetos expostos.

 

Sobre o Iguatemi Brasília

 

O Iguatemi Brasília reúne, em um só local, moda, gastronomia, serviços, passeio, conforto, conveniência e entretenimento. O shopping conta com o know-how da Iguatemi Empresa de Shopping Centers, uma empresa full service (administra, planeja e constrói), classificada como a 22ª marca mais valiosa do Brasil, a única em seu segmento. Sãomais de 180 lojas, entre elas 35 marcas inéditas na capital federal. O shopping conta, ainda, com um dos mais modernos projetos de arquitetura e paisagismo. Grandes skylights proporcionam total integração com o exterior e permitem ao público aproximação com a natureza. Além disso, oferece mais de três mil vagas de estacionamento, das quais 1,8 mil cobertas, e serviço de valet parking.

 

Fonte: Bruna K Marques – Assessoria de Comunicação

Foto: Mário Águas

SERVIÇOS

 

Local: Iguatemi Brasília

Endereço: SHIN CA 4, Lote A – Brasília

Telefone do Local: (61) 3755-5000

Data: de 08/08/2015 a 04/11/2015

Ponto(s) de Venda(s):

Bilheteria da exposição

 

Valor dos Ingressos:

De segunda a Sexta feira: R$ 20 (meia entrada)/R$ 40 (inteira)

 

Sábado, domingo e feriados: R$ 25 (meia entrada)/R$ 50 (inteira).

 

*Meia entrada válida para estudantes, menores de 12 anos, professores, doadores de sangue e maiores de 60 anos.

 

- Promoção não cumulativa

PROMOÇÕES DE PACOTE FAMÍLIA – Ingresso especial para grupos de 3 a 5 pessoas, desde que ingressem na exposição juntos:

 

De segunda a sexta:

• 3 pessoas = R$ 60,00

• 4 pessoas = R$ 80,00

• 5 pessoas = R$ 100,00

 

Sábado e Domingo e feriados:

• 3 pessoas = R$ 75,00

• 4 pessoas = R$ 100,00

• 5 pessoas = R$ 125,00

Essas promoções não são cumulativas com outras já existentes ou que vierem a existir.

 

- Projeto Escola: R$ 15. Venda de Ingressos especiais para grupos de no mínimo 30 pessoas. Visitas em horários diferenciados. Vendas pelo e-mailprojetoescola@artway.com.br e pelos telefones (61) 3344-2900? ?/? ?3344-3906? ?/? ?3613-7125.

 

Fonte: Brasília Web

Categoria: Cult
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MÉDICO BRASILEIRO REALIZA CIRURGIA QUE FAZ CEGO VOLTAR A ENXERGAR

Flávio Rezende, chefe do Departamento de Retina da Universidade de Montreal, implantou chip na retina de uma paciente

RIO – Ao som de Zeca Pagodinho e Arlindo Cruz, o médico Flávio Rezende, que costuma ouvir música durante as cirurgias, foi o primeiro brasileiro a realizar uma operação que devolverá a visão a uma pessoa cega. O procedimento foi realizado nesta terça-feira no Hospital Maisonneuve-Rosemont, no Canadá, e durou cerca de quatro horas. O cirurgião, chefe do Departamento de Retina da Universidade de Montreal, implantou um chip na retina de uma mulher de 51 anos. O mecanismo receberá imagens de uma câmera instalada no óculos da paciente e as enviará ao cérebro.

 

— A tecnologia está bem no começo, então fazemos a comparação com uma televisão em preto e branco. Hoje quando você mostra isso para uma pessoa ela pensa que é ruim, mas a tecnologia começou dessa forma. Para um paciente que não enxergava, passar a enxergar mesmo que em preto e branco já é algo maravilhoso. Já estão trabalhando em um avanço de software, para tentar imagem em cores. Então, provavelmente, até o ano que vem pode ser que os pacientes já consigam enxergar colorido. Não é a visão que eu e você temos, é uma visão digital, eles veem píxels— explica Rezende.

 

A tecnologia é indicada para pessoas com distrofias que afetam as células receptoras de luz da retina (mais comuns em idosos), dessa forma, o chip implantado faz o papel dos fotorreceptores e manda a imagem capturada pela câmera instalada no óculos que será usado pelo paciente para o cérebro, por meio do nervo óptico. Para transmitir as informações do óculos para o chip, a tecnologia utiliza radiofrequência que, segundo o médico, é mais estável e menos suscetível à interferências externas como aconteceria no caso do uso de Wifi. No Canadá e nos EUA, uma pessoa pode ser submetida a esse tipo de cirurgia a partir dos 25 anos, já na Europa pacientes a partir dos 18 anos podem ser operados.

 

— O óculos tem uma antena sem fio que se comunica com o olho. Para que a tecnologia funcione existem alguns critérios: o nervo óptico deve estar funcionando, depende também do tamanho do olho da pessoa. É realmente artesanal, cada prótese é customizada para cada paciente— afirmou Rezende.

 

O mecanismo permite que a intensidade da entrada de luz seja regulada pelo próprio paciente através de um computador de mão, do tamanho de um smartphone. A tecnologia também pode ser desligada a critério do usuário, função importante, por exemplo, durante o sono.

 

— É como uma máquina fotográfica, que você controla o diafragma para entrada de luz. Estabelecemos quais os objetivos do paciente. Por exemplo, se o objetivo é conseguir fazer melhor as coisas dentro de casa, então a companhia ajusta de acordo com a quantidade de luz que existe em ambientes internos. Para nós parece uma coisa banal, mas para eles é uma mudança de vida. Os pacientes passam a se locomover pelos cômodos sem bater nas coisas, alguns até conseguem distinguir letras— conta.

 

A cirurgia custa cerca de US$ 170 mil e existe a intenção de que seja trazida para o Brasil. De acordo com Rezende, a empresa detentora da tecnologia pretende apresentar a proposta à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para obter o aval e trazer o olho biônico para o país.

 

— Estou orgulhoso por ser o primeiro brasileiro a fazer isso. Estamos tentando desenvolver um projeto para levar à Anvisa. Agora está economicamente difícil conseguir a aprovação e levar a tecnologia ao Brasil, mas quando a economia melhorar o projeto já estará lá para ser analisado— destaca.

 

Fonte: O Globo

Categoria: Acontece
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CÂNCER DE PULMÃO É O QUE MAIS MATA NO MUNDO, MAS VERBA PARA PESQUISA É INSUFICIENTE

Segundo pesquisa, estigma que liga tumor ao cigarro prejudica investimentos em novas terapias

RIO — O engenheiro Paulo Eduardo Pires voltava de um congresso nos EUA quando, em meio aos alertas de gripe suína no aeroporto, começou a ter sintomas parecidos com os do mal. Um mês depois, o incômodo persistia, o que o levou a fazer exames como raio-X e tomografia. Era 2009 quando ele recebeu a notícia de que não tinha uma gripe e, sim, um câncer de pulmão. Paulo não entendeu:

 

— Fui surpreendido porque nunca tinha colocado um cigarro na boca — lembra, comentando que mantinha um estilo de vida sem excessos e era daqueles que até faziam campanhas antitabaco em sua empresa; e o que ele, seus familiares e colegas sabiam era que este câncer acometia fumantes.

 

A relação entre tabaco e câncer de pulmão é bem estabelecida. Por isso, estatísticas e campanhas costumam destacar que 85% dos pacientes são ou foram fumantes. Só que 15% deles jamais fumaram. Faltam números conclusivos, mas há uma percepção de que este grupo vem crescendo, especialmente no caso das mulheres. O avanço de terapias para esses casos está a pleno vapor, embora continuem a intrigar cientistas: as causas ainda não estão claras, são pessoas mais jovens, com hábitos saudáveis e difíceis de serem diagnosticadas.

 

O câncer de pulmão é o que mais provoca mortes no mundo. São mais de 1,59 milhão por ano — mais do que cólon, mama e próstata juntos, que somam 1,52 milhão. No Brasil, em 2012 (último dado disponível do Instituto Nacional do Câncer), a doença matou 22.426 pessoas. Mas, apesar do impacto, recebe menos atenção e é cercado de estigma por conta da forte ligação com o tabaco, segundo uma pesquisa apresentada pela Fundação Bonnie J. Addario para Câncer de Pulmão, dos EUA. Realizado com dez mil pessoas em dez países, o estudo mostrou que 85% sabem pouco ou nada sobre este tipo de câncer e 80% dos diagnosticados acreditam ter culpa pela doença.

 

— Ouço muitas histórias de pessoas que se sentem envergonhadas, tenham elas fumado ou não — comenta Danielle Hicks, da fundação, que integra a campanha “Qualquer um. Qualquer pulmão”, para conscientizar que a doença é mais abrangente do que se imagina. — Foca-se demais em como ela ocorreu, em vez de em como diagnosticá-la e tratá-la precocemente

 

Para se ter uma ideia, dados compilados de órgãos do governo americano — como o Instituto Nacional do Câncer (NCI) e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças — mostram que para o câncer de mama foram investidos US$ 17,8 mil por indivíduo em 2012, e para o de pulmão, apenas US$ 1,3 mil. Além disso, foram investidos, entre 2008 e 2010, US$ 1,8 bilhão em pesquisas para o câncer de mama, contra US$ 776 milhões para o de pulmão.

 

PERFIL DIFERENTE EM DOENTES NÃO-FUMANTES

O fumo é um fator de risco para todos os tipos de câncer, não apenas o de pulmão. Mas quem não fuma dificilmente crê estar sujeito ao problema.

 

— Um câncer que aflige a todos igualmente é mais facilmente alvo de campanhas, pois todos se sentem como potenciais vítimas, entre aspas, como por exemplo os de próstata e mama — justifica Ricardo Sales dos Santos, cirurgião torácico do Hospital Albert Einstein, concordando que o estigma existe também no Brasil.

 

No caso dos doentes que nunca fumaram, alterações genéticas, poluição do ar e exposição a agentes químicos seriam possíveis causas. A idade mediana para câncer de pulmão é de 65 anos. Para não fumantes, 40 anos. Em ambos os casos, a doença se confunde com infecções, asma e pneumonia etc.

 

— O sistema de vigilância americano já separa os cânceres de pulmão entre fumante e não fumante, porque entende que são doenças diferentes do ponto de vista epidemiológico, molecular, terapêutico e de prognóstico. Além de afetar pacientes jovens, de vida saudável e em idade produtiva — explica o oncologista Carlos Gil, especialista em câncer de pulmão do Grupo Oncologia D’Or. — Apesar dos avanços, ainda é uma doença muito grave, que precisa de atenção especial.

 

Paulo é um dos que estão mudando a cara deste câncer. Há seis anos convive com ele, provando que as chances de sobrevivência são mais animadoras do que mostram as estatísticas. Não foi fácil. Nesse período, fez cirurgias, ficou mais de um mês internado em estado grave, reconstruiu os dedos após complicações da doença, sentiu dores fortes, perdeu os movimentos temporariamente. Hoje, aos 61 anos, trabalha, caminha e exibe no tom de voz um ânimo de quem tem qualidade de vida.

 

— Os médicos não acreditavam que eu conseguiria, mas fui vencendo uma batalha a cada dia. Minha família conta que, enquanto estava internado, falava que queria conhecer meu neto. Ele nasceu há 20 dias — orgulha-se Paulo, que conseguiu obter um medicamento importado de difícil acesso para se tratar. — Tenho que controlar a doença e tomar o remédio para estender a sobrevida o máximo possível. Meu pacto com Deus é de 30 anos.

 

A incidência mundial é de 1,8 milhão de novos casos de câncer de pulmão por ano. No Brasil, são 16,4 mil entre os homens e 10,9 mil entre as mulheres. As políticas antitabagistas já tiveram efeito na redução dos tumores em homens (nos EUA, foi de um quarto). Mas o foco em diagnóstico precoce é ainda uma demanda de ativistas.

 

— Os investimentos, se existem, estão focados em campanhas de prevenção de maneira geral, com especial enfoque no tabagismo. Claro que isso é muito importante. Mas não temos campanhas de detecção precoce do câncer de pulmão — cobra Luciana Holtz, presidente do Instituto Oncoguia, que planeja lançar campanha em defesa do rastreamento, como existe para o câncer de mama.

 

O Ministério da Saúde admite que a doença é geralmente detectada em estágio avançado, mas acredita que “não há estudos que comprovem a eficácia” do rastreamento para o pulmão.

 

O tema gera debate. Em 2011, o NCI financiou um estudo com 25 mil pessoas que indicou queda de 20% na mortalidade devido ao rastreamento por tomografia. Por isso, em 2013, a Força-Tarefa de Serviços Preventivos dos EUA, um painel independente de especialistas, passou a recomendar o rastreamento anual em adultos entre 55 e 80 anos fumantes ou ex-fumantes (há até 15 anos).

 

— As sociedades médicas brasileiras ainda não despertaram para essa importância, e muitos colegas duvidam que seja possível realizar o rastreamento no Brasil. Mas é possível e seguro — diz Sales dos Santos, que realizou o projeto “Propulmão”, com 790 participantes, seguindo os critérios do estudo americano.

 

Finalizado ano passado, dos indivíduos rastreados, 10% tinham nódulos suspeitos, 3% foram submetidos a exames mais invasivos e 1,4% foram diagnosticados com tumores malignos.

 

Por meio desse rastreamento, Wagner Alves, de 69 anos, foi diagnosticado em estágio inicial. Descobriu o projeto pela TV e decidiu se inscrever porque fumara dos 14 aos 54 anos.

 

— No meu caso, funcionou 100% — comemora. — Tinha seis nódulos malignos. Fiz a cirurgia ano passado. Tive uma recuperação rápida e tenho uma cicatriz mínima. Ainda faço consultas periódicas.

 

Com 71 anos, Maria do Carmo Meneses fumou por 50 anos e, mesmo tendo parado há cerca de uma década, tinha uma tosse persistente. Também descobriu o câncer em estágio inicial pelo rastreamento e foi submetida à cirurgia.

 

— Confesso que senti um pouco de culpa por ter fumado, embora não soubesse do risco quando jovem. Mas pelo menos a família me deu todo o apoio, sem me julgar — comenta.

 

Fonte: O Globo

Categoria: Acontece
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MÉDICOS EXPLICAM COMO SÃO FEITOS OS TRATAMENTOS A LASER NOS OLHOS E PELE

O que os tratamentos de pele e olhos têm em comum? No Bem Estar desta terça-feira (23), a dermatologista Márcia Purceli e o oftalmologista Samir Bechara explicaram que o laser é um fator que pode ser usado nas duas áreas – no caso da visão, por exemplo, ele é usado para tratar problemas, como glaucoma e consequências da diabetes, ou ainda corrigir graus de óculos para quem tem hipermetropia, miopia e astigmatismo. É importante, porém, que a cirurgia seja sempre bem indicada, como alertou o médico.

 

Além desses problemas de visão, a cirurgia a laser pode ajudar também o paciente que tem presbiopia, que é a vista cansada. Mais comum em pacientes com mais de 40 anos de idade, esse problema acontece porque o músculo ciliar do olho já está fraco e o cristalino endurecido, dificultando o foco da imagem. Por isso, pacientes com presbiopia, ao lerem um livro, por exemplo, têm que afastá-lo para enxergar melhor, como explicou o oftalmologista Samir Bechara.

 

Fora o uso do laser nos olhos, a dermatologista Márcia Purceli explicou que ele pode ainda fazer bem para a pele, estimulando a produção de colágeno, por exemplo. Esse estímulo é importante para fechar os poros, mas para que isso realmente funciona, o paciente precisa fazer antes uma limpeza de pele. Além do colágeno, o laser pode ainda ser usado para tratar manchas, rugas, vasos ou ainda elminar pelos, como mostrou a médica.

 

Lipoaspiração a laser

 

Muita gente tem vontade de fazer uma lipoaspiração, mas acaba desistindo com medo da dor e da demora da recuperação. Porém, existe um método menos agressivo, que é a lipo a laser – mais suave do que a tradicional, ela deixa menos hematomas, menos sangramento, menos inchaço, provoca menos dores e o paciente ainda se recupera mais rápido. Vale ressaltar, no entanto, que esse procedimento não é um simples tratamento de beleza e não deve ser feito em consultório – como alertou a reportagem da Daiana Garbin, a lipoaspiração a laser é uma cirurgia que envolve muito rigor durante e também no pós-operatório

 

Fonte: G1

Categoria: Acontece
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PÓS-GRADUAÇÃO, POR QUE FAZER?

Sobre o Coordenador:

Bernardo Petriz é graduado em Educação Física com Mestrado em Atividade Física e Doenças Crônico degenerativas não Transmissíveis. Atualmente é doutorando em Ciências Genômicas e Biotecnologia, onde realizou seu estágio doutoral no laboratório de Genômica Estrutural na Universidade de Oxford no Reino Unido. Tem experiência como pesquisador na investigação das adaptações moleculares do sistema cardiovascular e musculoesquelético e da microbiota intestinal ao exercício, além de atuar como docente de Ensino Superior e Pós Graduação. É editor associado e revisor de periódicos científicos internacionais e também um dos fundadores do instituto ciência para saúde em Brasília.

 

Sobre o(s) curso(s):

Pós Graduação em Prevenção e Tratamento de Doenças Crônico degenerativas.

 

Público-alvo:

Para o curso de Pós Graduação em Prevenção e Tratamento de Doenças Crônico degenerativas: Graduados em Educação física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Nutrição, Terapia ocupacional, Medicina, Odontologia e áreas afins com experiência e/ou interesse em atuar em centros de reabilitação, hospitais e organizações públicas e privadas.

 

Os diferenciais do(s) curso(s):

Neste Pós Graduação, os diferenciais são o ineditismo deste curso no Brasil e o alinhamento de seu conteúdo com tópicos avançados e atuais da genética e biologia molecular no contexto das doenças crônico degenerativas. Todos estes aspectos são somados a docentes e pesquisadores experientes na área acadêmica e na prática das disciplinas que ministram. Por fim, o conhecimento das diversas áreas de atuação no tratamento destas doenças fornecera maiores recursos técnicos para uma atuação profissional multidisciplinar.

 

Mais informações:

Através do email “posgraduacao@udf.edu.br ” ou pelos sites www.udf.edu.br /

 

www.cienciaparasaude.com.br

 

Seu conhecimento no curso certo:

Integrar ao currículo a tradição e a experiência de mais de 40 anos do UDF em formação de profissionais bem sucedidos, além de estar em contato com tópicos avançados na prevenção e tratamento de doenças crônico degenerativas é sem dúvida, colocar seu conhecimento no curso e local certos.

Categoria: Retrato
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QI GONG: UMA PRÁTICA PARA A SAÚDE

Qi Gong (lê-se em português Ti kun) É um termo de origem chinesa que se refere ao trabalho/exercício (Gong) de cultivo da Energia Vital (Qi), para sua melhor circulação no corpo.

 

O Qi Gong não foi criado por um único indivíduo e resulta de milhares de anos de experiências dos chineses no uso da energia para tratar doenças, promover a saúde e a longevidade, melhorar as habilidades de luta, expandir a mente, alcançar diferentes níveis de consciência e desenvolver a espiritualidade. As diversas técnicas de Qi Gong desenvolveram-se separadamente em diversos locais da China, mas em muitos casos se influenciaram mutuamente.

 

O termo Qi Gong é relativamente recente, data do início do século XX, sendo aplicado hoje a múltiplos exercícios para desenvolvimento da força (física, energética, mental e espiritual) ou para fins terapêuticos, mediante a utilização do Qi.

 

Diversos estudos científicos sobre a eficiência das práticas de Qi Gong e seus princípios estão sendo realizados atualmente. Durante os primeiros anos da década de 1970 foram realizadas pesquisas pioneiras sobre o Qi Gong, que comprovaram seus efeitos no corpo humano e a existência do “Qi” através de métodos científicos ocidentais.  Destas se destaca a de Gu Hansen e Lin Houshen, do Instituto de Qi Gong e Medicina Chinesa de Shangai, que comprovaram que o Qi pode ser medido por sensores infravermelhos; seus resultados foram aceitos e debatidos com entusiasmo pela maioria da comunidade científica internacional.

 

O curso de Pós-Graduação em Acupuntura oferecido pelo UDF/Instituto Ta consta em seu currículo a disciplina de Prática de Qi Gong para harmonização interna dos estudantes, futuros terapeutas.

 

A Autora

 

Elizabeth Dias Parente. Graduada em Ciências Sociais e Educação Física. Especialista em Metodologia do Ensino da História e Esporte Escolar. Extensão Universitária em Dança Circular. Formação em Dança Sênior, Lian Gong em 18 Terapias, Qi Gong e  Tai Chi Chuan. Estudo de Ballet Clássico e Contemporâneo por 10 anos. Docente há 25 anos. Experiência de 15 anos como professora do Ensino de 3º grau em IES da rede particular de ensino. Atua como tutora à distância e supervisora de disciplinas em EAD pela UAB/UnB desde 2011.

Categoria: Retrato
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PRIMEIRO TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA NO DF SERÁ REALIZADO NESTA QUARTA-FEIRA

Cirurgia será feita em um hospital da rede pública do Distrito Federal

O primeiro transplante de medula da rede pública do DF vai ser feito no Instituto de Cardiologia, hospital credenciado ao SUS (Sistema Único de Saúde), às 14h desta quarta-feira (20).

 

Reprodução/TV Record Brasília

 

 

O paciente é um homem adulto que sofre de uma doença no sangue que ataca os ossos. O tipo de transplante que ele vai fazer é chamado de autólogo, quando as células usadas no procedimento são retiradas, tratadas e depois reimplantadas. No caso dele, o material já está pronto para o transplante, guardado em um freezer a – 80°C.

 

O transplante de medula óssea é o sexto tipo feito pela rede pública do Distrito Federal. Os do rim, córnea, fígado, coração e pulmão já são feitos.

 

Íntegra R7

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PRÊMIO NOBEL DE MEDICINA VAI PARA DOIS NORTE-AMERICANOS E UM ALEMÃO

Os três foram premiados pelas descobertas sobre o sistema de transporte no interior da célula, para que "as moléculas sejam transportadas ao local correto da célula no momento adequado".

O Prêmio Nobel de Medicina de 2013 foi atribuído nesta segunda-feira (7/10) aos americanos James E. Rothman e Randy W. Schekman, assim como ao alemão Thomas C. Südhof. Os três foram premiados por suas descobertas sobre o sistema de transporte no interior da célula, para que “as moléculas sejam transportadas ao local correto da célula no momento adequado”, destacou o Comitê Nobel.

 

Juleen Zierath (D), presidente do comitê do Nobel de Medicina ou Fisiologia, fala durante o anúncio dos vencedores do Prêmio Nobel de Medicina de 2013

 

As descobertas tiveram um enorme impacto na compreensão da forma como a carga é entregue dentro e fora da célula e têm implicações nos trabalhos sobre diversas doenças, incluindo distúrbios neurológicos e problemas imunológicos, assim como o diabetes.

 

Os três cientistas premiados com o Nobel “descobriram os princípios moleculares que regem a forma como esta carga é entregue no lugar correto da célula no momento adequado”, explica o júri.

 

Organização do sistema de transporte no interior da célula

 

James Rothman é professor de Biologia Celular e de Química. Randy Schekman ensina Biologia e Thomas Südhof Medicina. Os três venceram o prêmio por seus trabalhos de pesquisa de forma independente.

 

Confira os nomes dos vencedores dos últimos 10 anos:

 

2013: James E. Rothman (Estados Unidos), Randy W. Schekman (Estados Unidos) e Thomas C. Südhof (Alemanha)

2012: Shinya Yamanaka (Japão) e John B. Gurdon (Grã-Bretanha)

2011: Bruce Beutler (Estados Unidos), Jules Hoffmann (França), Ralph Steinman (Canadá)

2010: Robert Edwards (Grã-Bretanha)

2009: Elizabeth Blackburn (Austrália-Estados Unidos), Carol Greider e Jack Szostak (Estados Unidos)

2008: Harald zur Hausen (Alemanha), Françoise Barré-Sinoussi e Luc Montagnier (França)

2007: Mario Capecchi (Estados Unidos), Oliver Smithies (Estados Unidos) e Martin Evans (Grã-Bretanha)

2006: Andrew Z. Fire (Estados Unidos) e Craig C. Mello (Estados Unidos)

2005: Barry J. Marshall (Austrália) e J. Robin Warren (Austrália)

2004: Richard Axel (Estados Unidos) e Linda B. Buck (Estados Unidos)

 

 

Íntegra Correio Web

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