DF É AUTOSSUFICIENTE EM LEITE HUMANO E REFERÊNCIA NO MUNDO

Ministério da Saúde concede a Brasília o título de Capital Brasileira dos Bancos de Leite Humano

O Distrito Federal é a única cidade do mundo autossuficiente na captação e fornecimento de leite humano. Essa conquista foi reconhecida pelo Ministério da Saúde, ontem, quando o governador Agnelo Queiroz recebeu, no Rio de Janeiro, uma placa com o título de Capital Brasileira dos Bancos de Leite Humano.

 

“Brasília é a primeira cidade do Brasil e do mundo autossuficiente em relação ao leite humano justamente por uma política arrojada e por uma consciência das mães em doar. Doar leite humano é salvar vidas, e esse titulo é, de fato, um grande orgulho, porque tem significado de solidariedade”, enfatizou o governador durante solenidade no Instituto Nacional Fernandes Figueira/Fiocruz.

 

Estratégias


Com o recebimento do título, o governador apresentou ao ministro da Saúde, Arthur Chioro, e demais autoridades da área de aleitamento materno do estado do Rio de Janeiro, as estratégias adotadas pelo GDF para obter resultados positivos nessa política pública.

 

Entre os pontos levantados pelo chefe do Executivo do DF está a recuperação das estruturas físicas dos bancos de leite, a integração de áreas em prol desse serviço, como a atuação do Corpo de Bombeiros ao buscar as doações, e, sobretudo, a conscientização das doadoras “que têm um papel de fundamental importância”.

 

No evento, que foi transmitido pela internet para todo o Brasil e exterior, o Distrito Federal foi elogiado: “Brasília não é só a capital brasileira dos bancos de leite. É a capital do mundo e deve servir de exemplo”, destacou o ministro da Saúde.

 

Os números da capital  são expressivos. Ao todo, o DF conta com 15 bancos de leite e três postos de coleta, estrutura que, em 2013, foi responsável por coletar 17,4 mil litros de leite humano e alimentar 11 mil bebês.

 

Fruto de 30 anos de trabalho


De acordo com o secretário de Saúde, Elias Miziara, os bancos de leite da capital foram criados há mais de 30 anos e, nesse período, foram se consolidando. Para ele, o recebimento desse título demonstra que a cidade está no rumo certo.

 

“É importante destacar que esse título mostra o quanto a população de Brasília demonstra confiar no seu sistema público de saúde, quando ela participa ativamente como doadora de leite. Essa ação salva vidas, e por isso Brasília está de parabéns”, concluiu.

 

Campanha


A solenidade em que o DF foi homenageado serviu também para o lançamento da Campanha Nacional de Doação de Leite Materno de 2014. A iniciativa, capitaneada pelo Ministério da Saúde, tem o slogan “Quando você doa leite materno, doa vida para o bebê e força para a mãe”.

 

O objetivo é aumentar em pelo menos 15% o volume de coleta em todo o País, uma vez que os estoques de vários estados estão em níveis baixos.

 

“Estamos preparando o brasiliense do futuro. Já temos o selo de livres do analfabetismo; estamos implementando as creches e somos reconhecidos como autossuficiente na captação e fornecimento de leite humano. Como isso, somos referência não só no aspecto da cidade planejada, mas também da capital humanizada”, acrescentou o governador Agnelo ao JBr.

 

Fonte: Jornal de Brasília

 

 

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MINISTÉRIO DA SAÚDE LANÇA APLICATIVO QUE INTEGRA SAMU AO FACEBOOK

App permite acionar Samu com apenas um toque no smartphone. Medida irá 'diminuir resposta nos atendimentos', diz ministério.

O Ministério da Saúde apresentou nesta quinta-feira (30) um aplicativo que permite acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) com apenas um toque na tela de smartphones, tablets e na página do serviço no Facebook. O anúncio foi feito pelo ministro Alexandre Padilha em visita à feira Campus Party Brasil 2014, que acontece até domingo (2) em São Paulo.

 
De acordo com o ministério, a criação do aplicativo, que se conecta à rede social Facebook e ao serviço de mapa de trânsito colaborativo Waze, tem como objetivo “diminuir o tempo de espera para cada atendimento realizado, com mais transparência”. Os testes serão realizados no carnaval de Salvador e na Copa do Mundo no Brasil.

 
Ao solicitar o serviço, além de chamar a ambulância facilmente, o usuário poderá ter auxílio do mapa do trajeto percorrido pela ambulância até a chegada ao local do atendimento.

 
O aplicativo pode ser acionado pelo site samuemergencia.com.br e exige ter uma conta no Facebook. Ao entrar no endereço, ele fará a conexão com a conta da rede social.

 
Será necessário, também, preencher informações sobre a saúde do usuário como, por exemplo, se ele tem plano de saúde, hipertensão ou diabetes. Os dados serão disponibilizados para a equipe que prestará o socorro. Também é necessário escolher familiares e amigos para serem avisados automaticamente em caso de emergência, ou seja, quando for acionado o serviço do Samu. O chamado também será registrado na página do usuário.

 
De acordo com o ministério, a medida deve diminuir o tempo de resposta para os atendimentos, “uma vez que o aplicativo fornece de forma automatizada e instantânea para o sistema todas as informações básicas que são solicitadas pelo técnico que atende ao chamado – os dados de identificação e localização precisos são enviados pela internet”.

 
“Tenho uma preocupação muito grande que a gente possa ter soluções de TI para melhorar a transparência, para que o cidadão possa acompanhar melhor os recursos, o atendimento, como é que é feita a cobrança. Então, estamos lançando esse aplicativo e esperando que vocês [participantes da Campus Party] possam dar sugestões, aperfeiçoar ou criar outras soluções”, disse o ministro em nota divulgada no site do Ministério da Saúde.

 

 

Íntegra: G1

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PLANOS DE SAÚDE TERÃO QUE COBRIR MAIS 40 REMÉDIOS CONTRA O CÂNCER

O governo federal ampliou o número de remédios e procedimentos contra o câncer que os planos de saúde deverão cobrir a partir do ano que vem.

No total serão mais 37 remédios orais para tratamento da doença e um novo

Rol com 87 novos procedimentos.

Outros 50 novos exames, consultas e cirurgias passam a fazer parte dos procedimentos que devem ser cobertos pelos planos.

Serão ofertados medicamentos para tratamento de tumores de grande incidência entre a população como os de estômago, fígado, intestino, rim, testículo, útero, ovário e mama.

As propostas estavam em consulta pública, mas em maio o governo já havia decidido que estas mudanças seriam garantidas.

As mudanças foram anunciadas nesta segunda-feira pelo Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

“Medicamento extra-hospitalar, principalmente para o câncer, passa a ser obrigatório para os planos de saúde. Medicamentos e procedimentos de assistência farmacêutica fora do hospital não eram obrigatórios para o plano de saúde. É uma mudança de paradigma que passa a ser obrigatório. E dá uma maior qualidade de vida ao paciente de câncer”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Foram incluídas no rol de procedimentos 28 cirurgias por vídeo-laparoscopia, que é uma técnica menos invasiva, e a obrigatoriedade de fornecimento de bolsas coletoras intestinais ou urinárias para pacientes ostomizados.

Além da inclusão de novos procedimentos, a ANS ampliou o uso de outros 44 procedimento já ofertados no rol da agência. Entre eles estão o exame de Pet Scan, que passa de três para oito indicações.

A ampliação beneficia 42,5 milhões de consumidores com plano de saúde de assistência médica e mais 18,7 milhões com planos exclusivamente odontológicos, de acordo com a ANS.

Uma consulta pública foi feita pela agência para colher contribuições para a inclusão e ampliação do rol de procedimentos.

Foram recebidas 7.340 contribuições e os consumidores foram responsáveis por 50% delas.

Com informações da Agência Brasil.

Íntegra Só Notícia Boa

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COMEÇA COLETA DE AMOSTRAS PARA PESQUISA QUE TRAÇA PERFIL DA SAÚDE DA POPULAÇÃO BRASILEIRA

São Paulo – Começou hoje (9) a coleta de amostras para os exames da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS). O levantamento, encomendado pelo Ministério da Saúde ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), busca fazer um perfil da população brasileira em relação à prevalência de doenças crônicas não transmissíveis, aos estilos de vida e ao acesso ao atendimento médico. Para isso, são aplicados questionários em uma amostra de cerca de 80 mil domicílios com base no censo demográfico. Além disso, em cerca de 20 mil das residências estão sendo feitos exames clínicos.

 

Pesquisa encomendada pelo Ministério da Saúde busca fazer um perfil da população brasileira em relação à prevalência de doenças crônicas não transmissíveis, aos estilos de vida e ao acesso ao atendimento médico

 

“Nunca foi feita na América Latina, em um país da dimensão do Brasil sobretudo, uma pesquisa baseada em amostra censitária, amostra que representa a população. Portanto, as informações recolhidas da pesquisa podem ser extrapoladas para toda a população”, disse o diretor de Filantropia do Hospital Sírio-Libanês, Sergio Zanetta. O hospital, com sede na capital paulista, é responsável pela organização da rede de coleta das amostras.

 

Serão feitos exames de sangue e de urina que vão diagnosticar doenças como diabetes, hipertensão, anemia e dengue. “Doenças em que é importante saber sua dimensão, sua quantidade, sua distribuição geográfica e a importância de cada uma no Brasil”, disse Zanetta. Serão coletados também dados relacionados aos hábitos da população, como a quantidade de sal ingerida. “Isso é importante para traçar o perfil médico do consumo de sal no país, que é um dos fatores associados ao desenvolvimento de uma série de doenças, sobretudo à hipertensão arterial”.

 

Além de balizar as políticas públicas relacionadas à saúde, Zanetta diz que a pesquisa se tornará um ponto de partida para estudos e projetos. “Esse é um instrumento fundamental para o desenvolvimento da pesquisa no Brasil, vai ser utilizado por muitos anos como uma base para várias pesquisas e para o desenvolvimento de vários projetos”, avaliou.

 

Estão sendo investidos no projeto R$ 21 milhões, sendo R$ 15 milhões repassados pelo Ministério da Saúde ao IBGE e R$ 6 milhões pelo Hospital Sírio-Libanês. A instituição filantrópica faz o aporte a partir dos recursos obtidos com as isenções tributárias que tem direito. Para execução da coleta de amostras, o hospital firmou uma parceria com o grupo Diagnósticos da América e com o laboratório Fleury. Estão envolvidos cerca de mil profissionais de 470 laboratórios em 671 municípios.

 

Edição: Fábio Massalli

 

Fonte: EBC (Íntegra)

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PIRÂMIDE ALIMENTAR DO BRASILEIRO É REDESENHADA E INCLUI ARROZ INTEGRAL

A redução da quantidade energética a ser ingerida diariamente e a valorização de produtos regionais estão entre as principais mudanças

Belo Horizonte — Arroz, feijão, carne e salada. O prato presente na mesa de milhões de brasileiros é alardeado por especialistas há anos como uma das mais saudáveis combinações. Ainda assim, a população só engorda. Para resgatar a importância da boa alimentação, a pirâmide alimentar adaptada à população brasileira foi redesenhada. O novo formato proposto pelo Ministério da Saúde e pela nutricionista Sônia Tucunduva Philippi, que criou o formato antigo, de 1999, mantém a disposição dos grupos de nutrientes e inclui alimentos como o arroz integral, as folhas verde-escuras e a castanha-do-pará.

 

(imagem: buscasaude.com.br)

 

Seguindo recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o valor energético da dieta foi reduzido de 2.500kcal para 2.000kcal por dia. Na pirâmide atual, apresentada em junho, os alimentos estão distribuídos em oito grupos e em quatro níveis, de acordo com o nutriente que mais se destaca (veja ao lado). Para cada grupo, são estabelecidos valores energéticos, fixados em função da dieta e da quantidade dos alimentos, permitindo estabelecer os equivalentes em energia (kcal). A alimentação indicada deve ser composta por quatro a seis refeições diárias, distribuídas em três principais (café da manhã, almoço e jantar), com 15% a 35% das recomendações diárias de energia; e em até três lanches intermediários (manhã, tarde e noite), com 5% a 15% das recomendações diárias de energia.

 

De acordo com Philippi, na mudança, houve uma preocupação em destacar os alimentos integrais e regionais, fazendo com que eles passem a ser mais bem aproveitados. “Como o hábito regional não muda rapidamente, o esforço é resgatar o bom hábito alimentar. É preciso valorizá-lo a todo momento e torná-lo mais próximo. Então, valorizam-se, por exemplo, as frutas do Nordeste; o maior consumo de leite, iogurte e queijo nas regiões que têm problema de cálcio entre os habitantes; ou sugere-se o consumo dos doces de Minas Gerais em menor quantidade”, exemplifica.

 

 

Fonte: Correio Web (Íntegra)

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ACORDO PARA REDUZIR SÓDIO EM ALIMENTOS TERÁ BAIXO IMPACTO

Os acordos firmados entre governo e indústria para reduzir o sódio em alimentos prontos terão pouca eficácia, pois boa parte do mercado já cumpre, de partida, as metas propostas, afirma o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).

 

 

Dos 27 salgadinhos de milho analisados em janeiro de 2012, 72,7% estavam dentro da meta prevista para 2014 e firmada no fim de 2011, indica o levantamento do Idec.

 

Também já estavam enquadrados 59% das 40 batatas fritas analisadas e 68% de 156 bolos e rocamboles.
O instituto analisou, em janeiro e setembro de 2012, 530 produtos das principais marcas do mercado que integram as últimas fases do acordo.

 

Desde abril de 2011, o Ministério da Saúde tem anunciado parcerias voluntárias com a indústria de alimentos para reduzir o sódio da dieta do brasileiro e, assim, o impacto de doenças como infarto e hipertensão.

 

“As metas são tímidas. Algumas delas para 2015 já estão sendo cumpridas porque a indústria já estava lidando com esse patamar. Se você quer ter uma política consistente, precisa trabalhar com níveis maiores de rigidez”, afirma Silvia Vignola, consultora técnica do instituto.

 

Estima-se que, no Brasil, o consumo médio de sal seja de 12 g diários. O recomendado pela Organização Mundial da Saúde é abaixo de 5 g de sal (equivalente a 2 g de sódio).

 

O levantamento do Idec, obtido pela Folha, reforça a avaliação já feita pelo instituto no início dos acordos de que as metas eram pouco ambiciosas. E conta com o respaldo de médicos.

 

“É melhor do que não ter nada, mas há condições de avançarmos mais rapidamente. Se o governo dá remédio para tratar hipertensão, é incoerente não ter uma política mais agressiva de redução do sal”, afirma Carlos Alberto Machado, da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

 

Mesmo alcançadas as metas, a quantidade de sódio usada para salgar e conservar alimentos ainda é alta, dizem Vignola e Machado.

 

Eles defendem um sistema de alertas nas embalagens para informar o consumidor.

 

OUTRO LADO

 

O Ministério da Saúde diz que, no primeiro momento, o que se busca é conseguir a adequação de 50% das marcas à meta, já que há muita disparidade no uso do sódio. A pasta lembra que, antes dos acordos, parte da indústria já vinha reduzindo o sal.

 

“As metas são factíveis, importantes para mudar o cenário a curto prazo”, afirma Patrícia Jaime, coordenadora-geral de alimentos e nutrição do ministério.

 

Ela lembra que novas metas serão criadas e que o processo vai se estender até 2020, quando todo o mercado deverá usar os menores índices praticados hoje.

 

A Abia (Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação) diz que a redução é calculada com base no maior valor praticado para trazer todos os fabricantes a um padrão mínimo, que pode ser revisto no futuro.

 

Há limitações para reduções maiores, afirma Paulo Nicolelis, da Abia. “A primeira chama-se tecnologia ou investimento. A segunda é o hábito do consumidor. Chegamos onde os médicos gostariam? Acho que não, mas a ideia é chegar.”

 

Íntegra Folha de S. Paulo

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PESQUISA VAI AVALIAR A SAÚDE DA POPULAÇÃO BRASILEIRA

A partir de 2013, o Ministério da Saúde iniciará pesquisa com o objetivo de avaliar a saúde da população. Cerca de 16 mil pessoas, de 1.600 municípios, vão passar por exames de sangue e urina, além de medir a pressão arterial.

A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) faz parte do Plano de Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis. A meta é colher dados sobre os hábitos de alimentação, tabagismo, uso de bebidas alcoólicas, da prática de atividade física e sobre fatores associados a comportamentos não saudáveis da população.

 

De acordo com o Ministério da Saúde, as informações vão ser base de ações de combate às doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72% das mortes no Brasil.

 

O levantamento vai contar com  a parceria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para levar questionários a 80 mil residências. Ele pretende estimar a cobertura de exames preventivos de câncer de colo de útero e de mama e quer ainda investigar a atenção dada aos doentes diagnosticados com hipertensão, diabetes e depressão, incluindo o acesso a medicamentos, exames complementares de diagnóstico e continuidade nos cuidados.

 

A PNS se propõe ainda a delinear o perfil lipídico da população e a dimensionar o acesso ao diagnóstico de alguns problemas crônicos, como a hipertensão e o diabetes.

 

Fonte: Clica Brasília

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DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A AIDS

Campanha lançada nesta quinta-feira, em Brasília, fala sobre o preconceito

Com o slogan “A AIDS não tem preconceito. Previna-se”, a campanha lançada pelo Ministério da Saúde, durante a abertura da 14ª Conferência Nacional de Saúde, tem como público-alvo jovens homossexuais de 15 a 24 anos, devido o último Boletim epidemiológico sobre HIV/Aids, divulgado no inicio desta semana, ter mostrado que a doença tem avançado neste grupo de pessoas. Os dados da pesquisa mostram que, nos últimos 12 anos, entre jovens, desta faixa etária de idade, os casos de Aids aumentaram 10,1%. Já em jovens da mesma idade, que não são homossexuais, houve uma queda.

O evento começou às 9h, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

Programação:

.19h30: começa a Festa da Solidariedade, com projeção de imagens, símbolos e lugares alusivos ao Dia Mundial de Luta contra a AIDS na fachada do Congresso Nacional, na circunferência do Museu da República e nos Ministérios da Saúde e da Educação. Em frente ao Museu, no espelho d’água, haverá um Flash Mob, envolvendo os convidados para a formação de um laço humano de solidariedade.

.20h30: em tenda montada em frente ao Museu, haverá apresentação de balé aéreo, uma performance circense com tecidos. A tenda irá acomodar ações de prevenção, como distribuição de preservativos, testes rápidos anti-HIV para a população e informações sobre HIV/Aids.

A Festa da Solidariedade terá, ainda, apresentação de artistas convidados de várias tendências musicais, do samba ao funk, passando pela MPB, música eletrônica e rock’n’roll.

Mais Informações aqui

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