PERGAMUM MOBILE: A BIBLIOTECA NA PALMA DA SUA MÃO

O Sistema de Bibliotecas Cruzeiro do Sul disponibiliza por meio do software Pergamum, a tecnologia WEBAPP na versão Mobile para acesso ao acervo das suas bibliotecas.
Nessa versão, os usuários podem realizar consultas ao acervo, fazer renovações e reservar materiais, de preferência, utilizando celular smartphone ou tablet.
Para acessar, basta se conectar por meio de dispositivos móveis (celular, iPAD etc), através do link: http://biblioteca.udf.edu.br/pergamum/mobile
Alunos de graduação devem digitar antes da matrícula o número 140. Exemplo: 1400123456. Já professores e funcionários devem digitar antes da matrícula o número 9106. Exemplo: 910612345.

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NO DF, 4G É ATÉ NOVE VEZES MAIS RÁPIDA, MAS NÃO HÁ REDE NO AEROPORTO

Testes foram feitos sábado (27) com aparelhos e chips cedidos pela Claro. G1 avaliou serviço da nova tecnologia em quatro pontos da capital federal.

Raquel Morais Do G1 DF (Íntegra)

 

A quarta geração de banda larga móvel (4G), lançada no Distrito Federal pela Claro no dia 16 de abril, apresentou rendimento superior ao da rede 3G, com velocidade de download até nove vezes maior, segundo teste realizado pelo G1 no sábado (27) em quatro pontos da capital. A avaliação foi feita no Aeroporto Juscelino Kubitschek, nos arredores do Estádio Nacional, no Congresso Nacional e no Setor Hoteleiro Norte.

 

A nova conexão passou a ser exigida na terça-feira (30) em Brasília e em mais cinco cidades que serão sede da Copa das Confederações: Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e Belo Horizonte.

 

Os testes consideraram o desempenho das redes no upload de fotos no Facebook, envio da imagem por email e download de aplicativos. A proposta previa ainda o uso do YouTube, que não aconteceu por problemas nos aparelhos utilizados na avaliação.

 

As operações foram realizadas com smartphones do modelo Samsung Galaxy S III – um dos cinco que possuem acesso à banda larga móvel de quarta geração – e com chips cedidos pela Claro.

 

O G1 não conseguiu captar o sinal do 4G na área de desembarque doméstico, no piso térreo, nem em frente aos portões de embarque nacional, no primeiro andar, do Aeroporto JK.

 

Confira os resultados:

 

SpeedTest (Foto: Reprodução)

 

Velocidade
Foram realizados três testes sequenciais de velocidade no Congresso, por meio do aplicativo SpeedTest, que apontaram velocidade média, nas redes 4G, de 9,2 megabits por segundo (Mbps) no download e de 11,15 Mbps no upload. No 3G os índices ficaram em 2,129 Mbps e 1,569 Mbps, respectivamente.

 

A velocidade média da rede 4G na região dos hotéis foi de 6,93 Mbps no download e de 9,58 Mbps no upload, contra 2,338 Mbps e 1,596 Mbps, respectivamente, no 3G.

 

Já no Estádio Nacional, a velocidade média nas redes 4G foi de 13,89 Mbps no download e de 5,79 Mbps no upload. No 3G, os índices no estádio foram de 1,359 Mbps e 1,403 Mbps.

 

Facebook
No Congresso, o tempo de publicação de foto recém-tirada no local foi 3 segundos via rede 4G, contra 8 segundos na 3G. No Setor Hoteleiro Norte, foram precisos 4 segundos com a rede 4G, menos do que os 6 segundos utilizando o 3G. No estádio, a nova tecnologia de conexão garantiu o cumprimento da tarefa em 3 segundos, contra os 8 segundos usando 3G.

 

E-mail
O tempo no Congresso para enviar uma foto por e-mail com a conexão 4G foi de 2 segundos, contra 5 segundos com a rede 3G. Na área dos hotéis, os tempos com 4G e 3G foram, respectivamente, de 6 e 7 segundos. Já no estádio, a tarefa utilizando a rede 4G foi cumprida em 5 segundos, maior que os 4 segundos gastos com o 3G.

 

 

Game
Para fazer o download do game “Dead Trigger”, que tem 164 Megabytes (MB) de tamanho, foram necessários 3 minutos e 15 segundos com a tecnologia 4G no Congresso, tempo bem inferior aos 6 minutos e 13 segundos gastos com o 3G. No Setor Hoteleiro Norte, o teste levou 3 minutos e 6 segundos com a tecnologia 4G e 7 minutos e 2 segundos com o 3G. No Estádio Nacional, o jogo levou 3 minutos e 18 segundos para ser baixado com 4G, contra 20 minutos e 56 segundos com 3G – mais de 6 vezes que o registrado com a nova tecnologia.

 

Tabela comparativa:

 

 

‘Ainda está em construção’
Segundo especialistas em telecomunicações, o 4G deve alcançar, em média, uma velocidade de acesso entre 20 e 40 vezes mais rápida do que a oferecida pela rede 3G – entre 256 kilobits por segundo (Kbps) e 1 megabit por segundo (Mbps).

 

A diretora regional da Claro no Centro-Oeste, Soraia Tupinambá, disse que desde o lançamento da tecnologia em Recife, no começo de fevereiro, cinco mil brasileiros já aderiram à nova plataforma.

 

Ainda sem um balanço das vendas no DF, Soraia afirmou que a tecnologia foi implantada em 90% do Plano Piloto e abrange 50% – mínimo exigido pela Anatel – nas outras regiões administrativas. A diretora também alertou para o fato de o 4G ainda não estar funcionando totalmente no interior do aeroporto, fato constatado durante o teste pelo G1. As operadoras e a Infraero chegaram a um acordo na última semana sobre a construção das antenas nos terminais.

 

A cobertura ainda está em construção. O que se pode dizer é que é um serviço com qualidade superior a que se tem em casa. É muito mais do que o que se tem por wi-fi [conexão sem fio], que nos melhores pacotes chega a 10 megabytes”

 

Soraia Tupinambá, diretora da Claro no Centro-Oeste

 

“A cobertura ainda está em construção. O que se pode dizer é que é um serviço com qualidade superior a que se tem em casa. É muito mais do que o que se tem por wi-fi [conexão sem fio], que nos melhores pacotes chega a 10 megabytes”, disse. “A gente quer oferecer aos usuários a melhor experiência de acesso móvel à internet.”

 

De acordo com Soraia, já no pacote mais barato, o 4G atende às necessidades de quem diariamente utiliza o celular para acessar redes sociais e o YouTube, usar email e fazer downloads de músicas.

 

“Também é ideal para quem é aficcionado por tecnologia, novidade, rapidez. Isso não significa que o 3G seja insuficiente. Na verdade, a qualidade dele tende a melhorar, já que a adesão de uns à outra plataforma vai acabar fazendo com que esse terminal desafogue.”

 

A estudante de direito Jéssica D’avilla disse estar curiosa para conhecer a tecnologia. Para ela, que trocou de operadora recentemente, depois de ter o iPhone furtado seis dias após a compra, o 3G da Claro já supria as necessidades.

 

“Ele é muito bom, ainda mais em comparação com outros 3G do mercado, que é o que tenho agora.” A adesão à outra empresa ocorreu pelo desconto oferecido na compra de um novo aparelho.

 

Os pacotes do 4G disponibilizados pela Claro possuem franquia de 2 gigabytes (GB) ou 5 GB, com preços a partir de R$ 178. Em todos, torpedos e ligações para números da Claro são ilimitados. Eles variam até R$ 351, dependendo da quantidade de minutos de voz escolhida. Já no caso do 3G, os pacotes têm franquia de 300 megabytes (MB) ou 600 MB, com taxas entre R$ 128 e R$ 301.

Categoria: Em pauta
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WHATSAPP

Troque mensagens de graça

Você já conhece esse serviço? O WhatsApp é um serviço de troca de mensagens gratuitas via smartphone. Nele você pode criar um grupo fechado de amigos, e decidir, por exemplo, para qual balada vão no final de semana; enviar fotos, vídeos e músicas sem gastar nada.

 

 

 

O primeiro ano é grátis para Android e Windows Phone, para IPhone o aplicativo custa US$ 0,99, cerca de R$ 2. Aproximadamente 10 bilhões de mensagens são enviadas por dia através desse aplicativo.

 

 

Se você ainda não tem, que tal testar? Para sua segurança, baixe o aplicativo direto na loja de aplicativos do seu celular.

 

Fonte: Só notícia boa

Categoria: Acontece
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O FIM DO CELULAR

O celular poderá desaparecer daqui a cinco anos.

No segundo dia do Campus Party, evento de inovação tecnológica, Internet e entretenimento eletrônico em rede, o professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT) Sugata Mitra falou sobre o fim do celular.

 

 

De acordo com o site de notícias G1, ele acredita que o aparelho vai dar lugar a outra tecnologia em cerca de cinco anos, assim como aconteceu com a vitrola e o walkman.

 

Para o pesquisador, as novas tecnologias vão lançar um desafio aos professores. Um exemplo citado por ele são as provas escolares. Mitra falou que as provas não medem a compreensão, e, sim, a memória, pois no passado, o cérebro era o único meio de se reter informações.

 

Mais informações no site G1

 

 

 

Categoria: Em pauta
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