ESPETÁCULO INSIGHTS – VOZES DE ALMAS FEMININAS

Espetáculo Insights - Vozes De Almas Femininas apresenta releitura de óperas famosas em linguagem moderna.

Insights – Vozes De Almas Femininas entra em cartaz para mais uma temporada, com oito apresentações gratuitas, nos teatros SESC Ceilândia (11 a 13/8) e Garagem (15 a 17/8), e no Instituto Reciclando Sons (28 e 29/8) para a comunidade da Estrutural.

 

 

O espetáculo – que tem a sensível direção de Gê Martu, um dos mais conhecidos e queridos diretores da cidade – traz um hipotético encontro entre duas mulheres que não se conhecem e que, ao despertarem se encontram trancadas em um lugar desconhecido. Na expectativa de entenderem como e por que foram parar ali, iniciam uma delirante jornada em busca de suas verdadeiras identidades.

 

Sinopse: Uma intrigante viagem pelos rastros de memória e a incrível imaginação de duas mulheres, que vão aos poucos recuperando as mais famosas árias femininas num espetáculo que une teatro e música.

 

Programação:

De 11 a 13 de agosto
Horário: 20h
Local: Teatro SESC Newton Rossi
Endereço: QNN 27, Lote B, Ceilândia Norte %u2013 DF

 

De 15 a 17 de agosto
Horário: 20h
Local: Teatro SESC Garagem
Endereço: W/4 Sul, 713/913

 

Dia 28 de agosto
Horário: 20h
Local: Instituto Reciclando Sons
Endereço: Quadra 2, conjunto 6, lote 2, Setor Leste, Estrutural

 

Dia 29 de agosto
Horário: 14h
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS

Informações:

 

Data – 11/08/2014 a 29/08/2014

 

Fonte: DivirtaseMais

Categoria: Cult
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SEDENTARISMO É MAIOR FATOR DE RISCO CARDÍACO PARA MULHERES

Para mulheres abaixo de 30 anos, o tabagismo é o maior vilão

A falta de exercício é o maior fator de risco para o aparecimento de doenças cardíacas em mulheres acima de 30 anos, mostra um novo estudo. A pesquisa foi feita por cientistas da Universidade de Queensland, na Austrália, com mais de 30 mil mulheres do país nascidas nas décadas de 20, 40 e 70.

 

Eles constataram que o tabagismo teve o maior impacto sobre o risco de doenças cardíacas em mulheres abaixo de 30 anos. No entanto, à medida em que elas ficavam mais velhas e abandonavam o cigarro, a falta de atividade física passou a ter influência dominante sobre o aparecimento de problemas ligados ao coração. A pesquisa foi publicada na revista científica British Journal of Sports Medicine.

 

Segundo os cientistas, as autoridades de saúde devem continuar encorajando as pessoas a deixarem de fumar, porém deveriam também se concentrar em promover a prática da atividade física.

 

“Precisamos de um maior empenho das autoridades no sentido de manter as mulheres de meia-idade ativas para que elas possam chegar à velhice mais saudáveis e praticando exercícios físicos”, disse à BBC Wendy Brown, professora do centro para a pesquisa sobre o exercício, atividade física e saúde da Universidade de Queensland.

 

Brown sugere às mulheres fazer exercícios diários de pelo menos 30 minutos para reduzir os riscos de problemas cardíacos.

 

“Garanto que qualquer mulher que faça pelo menos 30 minutos de exercício físico por dia vai sentir grandes melhorias em sua saúde”, diz Brown. “Só a prática de atividade física reduz em 50% o risco de doenças cardíacas”, acrescenta ela.

 

Os pesquisadores afirmam ainda que se todos as mulheres acima de 30 anos na Austrália seguissem as diretrizes recomendadas de exercício físico, cerca de 3 mil vidas poderiam ser salvas por ano no país.

 

Brasil

 
Dados recentes do Ministério da Saúde apontam um aumento no número de brasileiros que incorporam os exercícios físicos à rotina.

 

Entre 2009 e 2013, segundo a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), cresceu de 30,3% para 33,8% a proporção de pessoas que realizam atividade física no período de lazer.

 

Os homens são os mais ativos: 41,2% praticam exercícios no tempo livre, enquanto que, em 2009, o índice era de 39,7%.

 

Entretanto, o aumento da prática de exercícios entre as mulheres foi maior, passando de 22,2% para 27,4% no mesmo período.

 

Ainda assim, mais da metade da população – 50,8% – está acima do peso ideal – destes, 17,5% são considerados obesos.

 

A pesquisa Vigitel ouviu cerca de 23 mil brasileiros maiores de 18 anos que vivem nas 26 capitais do país e no Distrito Federal.

 

Fonte: Terra

 

Categoria: Em pauta
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CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE REALIZA EVENTO “MULHER: BELEZA E LEVEZA”

O Conselho Regional de Contabilidade do DF – CRC/DF realizará no próximo dia 13(treze) às 14 horas, no Auditório do Conselho Federal de Contabilidade – CFC, o Evento “Mulher: Beleza e Leveza” em comemoração ao Dia Internacional da Mulher.

 

 

Inscrições e mais informações no site: www.crcdf.org

Categoria: UDF Indica
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CENTROS DE ATENDIMENTO À MULHER FIZERAM 2 MIL ATENDIMENTOS EM 2013

DF deve ganhar mais quatro centros ainda este ano

Os Centros Especializados de Atendimento à Mulher (Ceam), unidades da Secretaria da Mulher do Distrito Federal, realizaram 1.965 atendimentos de janeiro a dezembro em 2013 nas áreas psicológica, jurídica e de assistência social.

 

Atualmente, o DF conta com dois Ceam: um na Estação do Metrô da 102 Sul, no Plano Piloto, e outro no SIA, Trecho 2. No início de fevereiro, será inaugurado o Ceam de Planaltina, no Jardim Roriz. O centro terá capacidade para fazer, inicialmente, cerca de 20 atendimentos diários.

 

Além disso, a Secretaria da Mulher deve abrir ainda este ano mais três outros Ceam – um em Ceilândia, provavelmente em março, mês da mulher; um em Samambaia; e outro no Gama – estes dois últimos com inauguração prevista para o segundo semestre.

 

“Em Ceilândia, o prédio encontra-se em fase de reforma. Nas demais cidades, ainda ocorrem negociações para a cessão dos prédios”, informou a secretária da Mulher, Olgamir Amancia.

 

Segundo ela, a escolha das cidades não é aleatória. Elas ocupam os primeiros lugares no ranking de casos de violência contra a mulher, conforme os dados da Secretaria de Segurança Pública.

 

“Territorializar os Ceam é garantir que as mulheres tenham acesso a um serviço essencial. Também será mais uma oportunidade para que seja construída uma cultura de paz e de equidade de gênero em todo o DF”, argumentou Olgamir Amancia.

 

Como funcionam

Os Centros Especializados de Atendimento à Mulher oferecem acolhimento ao público feminino, independentemente de haver ou não violência doméstica e familiar. “É um espaço destinado a empoderar e a encorajar as mulheres do Distrito Federal pela busca de sua autonomia e emancipação”, sintetizou a gerente do Ceam da 102 Sul, Karla Valente.

 

Os centros atendem pessoalmente ou por telefone. No caso presencial, a mulher é atendida em sessões individuais e, quando há necessidade, também é encaminhada para acolhimento em outros órgãos de governo. São realizadas visitas domiciliares, e as participantes são estimuladas também a frequentar reuniões, encontros, rodas de conversa, entre outras atividades.

 

As rodas de conversa são realizadas com o objetivo de pensar e debater as políticas públicas destinadas a cada segmento específico da população feminina, como foi o caso dos encontros com as mulheres de terreiro, evangélicas, indígenas, idosas, quilombolas e outras.

 

O Ceam também tem uma versão itinerante. Nesse caso, servidores da Secretaria da Mulher percorrem o Distrito Federal para prestar atendimentos e levar informações para conscientizar a população acerca dos direitos da mulher e sobre as formas de enfrentamento à violência doméstica e familiar. Além disso, ocorre um trabalho de prevenção realizado em parceria com as escolas locais.

 

Íntegra: jornal de Brasília

Categoria: Em pauta
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ALIMENTOS QUE ALIVIAM A TPM E CÓLICAS: APRENDA JÁ

Cólicas? TPM?

 

Os remédios ajudam, claro, mas existem alimentos que também contribuem para evitar aquele conjunto de alterações físicas e emocionais que ocorrem nos dias que antecedem a menstruação: irritabilidade, nervosismo, instabilidade emocional e até depressão.

 

Há mulheres que têm também dor de cabeça, sonolência, voracidade por doces, cansaço, dificuldade de concentração e mastalgia (dores nos seios).

 

Sintomas que melhoram ou desaparecem rapidamente depois que começa a menstruação.

 

Veja os alimentos e nutrientes que ajudam muito nessa fase, publicados pela Veja:

 

Cálcio

O mineral tem a capacidade de aliviar os desconfortos e dores da fase de TPM. Diminui a cólica (contração muscular), o inchaço (retenção hídrica), os desejos alimentares, os sentimentos negativos e a variação do humor.

 

Fontes: Iogurte, leite, queijos, leguminosas (feijão, ervilha, grão de bico, lentilha), frutas oleaginosas (nozes), grãos integrais, salmão, sardinha, sementes, verduras verde-escuras (couve, brócolis)

 

Vitamina B6:

 

Relacionada com a melhora dos sintomas da TPM, em especial depressão. A vitamina B6 está relacionada com a produção de serotonina, o hormônio do bem estar.

 

Fontes: Banana, salmão, peixes, frango, grãos integrais, germe de trigo, arroz integral, frutas oleaginosas (nozes).

 

Triptofano:

Aminoácido relacionado com a produção de serotonina, o hormônio do bem-estar.

 

Fontes: Leite, banana, abacaxi, feijões, nozes.

 

Magnésio:

Melhora os sintomas de cólica, dor de cabeça e ajuda no controle da compulsão de doces.

 

Fontes: Semente de abóbora, frutas oleaginosas (nozes), semente de girassol, grãos integrais, feijão, abacate, cacau, salmão, vegetais verde-escuros.

 

Vitamina C:

Fundamental para o combate do cansaço, indisposição e fadiga.

 

Fontes: Frutas cítricas (laranja, mexerica, limão), tomate, goiaba, acerola, melão.

 

Vitamina E:

Ajuda a controlar a irritabilidade, ansiedade e depressão.

 

Fontes: Azeite de oliva, óleo de canola, abacate, frutas oleaginosas (nozes), sementes (girassol, gergelim), milho, gema de ovo.

 

Ácido Graxo Ômega 3:

Nutriente antioxidante que ajuda a combater as dores. Melhora o humor e a depressão.

 

Fontes: Sardinha, atum, salmão, semente de linhaça, algas.

 

Algumas orientações que aliviam os sintomas:

 

1) Aumentar a ingestão de fibras: cereais integrais, frutas e hortaliças.

 

2) Reduzir a ingestão de gordura saturada: carnes gordas, laticínios integrais, frios e embutidos.

 

3) Reduzir a ingestão de carboidratos simples (mel, açúcares, doces em geral, pães refinados).

 

4) Priorizar carboidratos complexos, como os cereais, massas e pães integrais.

 

5) Diminuir o consumo de sal, molhos e temperos prontos, enlatados, conservas, glutamato monossódico. O sódio contido favorece o acúmulo de líquidos no organismo (inchaço, edema).

 

6) Reduzir o consumo de café, refrigerantes à base de cola, chá preto e mate. Essas bebidas contêm metilxantinas (cafeína, teobromina e teofilina) que são muito excitantes e estimulantes, o que poderá aumentar o quadro de irritabilidade, instabilidade emocional e nervosismo.

 

7) Reduzir o consumo de bebidas alcoólicas. O álcool pode desencadear cefaleia (dor de cabeça) e fadiga, além de favorecer a perda de nutrientes devido à ação diurética.

 

8) Priorizar a hidratação, aumentando a ingestão de líquidos, objetivando a boa hidratação e a eliminação de toxinas.

 

9) Acrescentar canela e cacau em pó nas frutas, ajuda a reduzir a voracidade por doces e carboidratos. A banana ainda é fonte de vitamina B6 e triptofano.

 

10) Priorizar atividade física. O exercício pode ajudar a reduzir as cólicas menstruais e melhora o humor.

 

Se nada disso der certo, procure seu médico.

 

 

Íntegra Só notícia boa

Categoria: Acontece
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MULHERES SÓ RECEBERÃO DOAÇÃO DE ÓVULOS ATÉ OS 50 ANOS

Por: Carolina Gonçalves

 

Brasília – A partir de agora, mulheres que querem engravidar mas dependem da doação de óvulos só poderão receber o material genético até os 50 anos de idade. A regra começa a valer amanhã (9), quando a nova resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) sobre reprodução assistida será publicada no Diário Oficial da União. A resolução preenche a lacuna de não existir, no Brasil, uma legislação que regulamente a prática da reprodução assistida.

 

Antes não havia um limite de idade estabelecido. A regra é uma das novidades da terceira versão das normas que regulamentam o procedimento. A primeira norma foi estabelecida em  1992 e revisada, apenas uma vez, em 2010. A comissão de especialistas, que reúne ginecologistas e geneticistas, se debruçou nos últimos 12 meses para atualizar o documento a partir de experiências que vem sendo observadas pelos médicos.

 

“É comprovado que a idade reprodutiva da mulher é até os 45 anos. Elevamos para 48 anos e depois de uma discussão exaustiva chegamos aos 50 anos. A partir daí existem riscos para a mulher e para a criança”, explicou José Hiran Gallo, coordenador da Câmara Técnica de Reprodução Assistida do CFM. Após os 50 anos, aumentam os casos de hipertensão na gravidez e diabetes. A gestação nessa idade ainda pode provocar, para a criança, nascimento abaixo do peso e o parto pré-maturo.

 

Apesar da definição, os especialistas reconhecem que podem surgir casos em que a regra poderá ser flexionada. “Da mesma forma que, em alguns casos, o médico pode decidir não fazer o procedimento em mulheres mais novas, por considerar que não terão condições de gerar, ele pode também flexionar em casos de mulheres acima de 50 anos, se considerar que elas teriam condições de engravidar”, explicou Carlos Vital, vice-presidente do CFM.

 

A idade para doação do óvulo também ficou limitada nos casos de doação compartilhada, ou seja, quando uma mulher que está tentando engravidar doa parte dos seus óvulos para uma mulher mais velha, que não produz mais óvulos, em troca do custeio de parte do tratamento. Os médicos decidiram que a idade máxima para a doação é 35 anos para as mulheres e de 50 para homem que se dispõem a doar sêmen.

 

De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), Adelino Amaral, a qualidade dos óvulos doados até essa idade é maior e, com isso, as chances da receptora engravidar aumentam. “A partir dos 35 anos, a qualidade do óvulo diminui e o risco de doenças genéticas aumenta”, explicou.

 

O número de óvulos e embriões também vai considerar apenas a idade da mulher que está doando. Ou seja, a receptora pode receber até quatro oócitos (células germinativas femininas) e embriões transferidos, considerando que, mulheres com até 35 anos, recebem até dois embriões, as receptoras com idade entre 36 e 39 anos podem receber até três embriões e as mulheres entre 40 e 50 anos recebem o máximo permitido de até quatro embriões.

 

De acordo com especialistas na área, a probabilidade de uma mulher acima de 40 anos engravidar é quase 10%, enquanto que, até os 35 anos, as chances são superiores a 40%. Considerando esses cenários, a limitação reduz as chances da gestação múltipla, ou seja, de mais de um filho, o que poderia significar risco para mulheres mais velhas.

 

“Existe uma demanda muito grande de mulheres de mais de 45 anos ou mulheres mais jovens que não produzem óvulos. Tem mais de 5 mil mulheres aguardando um procedimento como a reprodução assistida, apenas no serviço público de saúde de Brasília”, disse Amaral.

 

O custo do procedimento completo varia entre R$ 15 mil e R$ 20 mil. No sistema público de saúde, o procedimento é feito em apenas cinco unidades da federação. Além do Distrito Federal, a reprodução é feita em hospitais públicos de Goiânia, Natal, Recife e em dois hospitais de São Paulo.

 

De acordo com a SBRA, menos de 5% das fertilizações in vitro são feitas gratuitamente no país. “Tem algumas situações em clínicas que fazem hoje a doação compartilhada, em que a doadora não paga nada e a receptora decide pagar todo o tratamento”, disse. A receptora que arca com parte ou o total dos custos do tratamento assume o risco de não poder receber o material, caso a produção seja inferior.

 

Nos casos de doação compartilhada, as clínicas são obrigadas a guardar sigilo sobre a doadora, mas fornecem todos os tipos de informações como estatura, cor dos olhos e dos cabelos, peso, até a escolaridade da doadora, para tentar aproximar aparência física e compatibilidades como a de sangue, evitando problemas no futuro.

 

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC na rede

(imagem: Galeria de raphaelstrada / Creative Commons)

Categoria: Acontece
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CRESCE O NÚMERO DE MULHERES DEPENDENTES DE PÍLULAS ESTIMULANTES

Nos anos 1950, os barbitúricos estavam na moda. Na década de 1960, veio o Valium, seguido pelas anfetaminas para perda de peso nos anos 1970. Depois, nos anos 1990, chegou o Prozac e agora a pípula da moda tem como principal princípio ativo o Adderall, um estimulante que é conhecido comercialmente por nomes como Ritalina, Modafinil, entre outros.

 

O remédio, que é indicado para o tratamento de distúrbios do sono ou défict de atenção e hiperatividade, está sendo usado por um número crescente de mulheres que precisam suportar longas jornadas de trabalho, vida social intensa e a pressão em todas as áreas. Crianças e adolescentes também estão entre os mais novos consumidores dos produtos para melhorar a atenção e o desempenho nas escolas. Dez por cento dos estudantes de Cambridge, na Inglaterra, admitiram, em pesquisa recente, abusar do uso de tais estimulantes.

 

Ainda, segundo levantamento feito no ano passado, 26% das mulheres na Inglaterra trabalham mais de 48 horas semanais, cerca de 10 horas por dia. “Nosso estilo de vida se tornou angustiante e inflexível. Estamos nos adaptando a situações com a ajuda de pílulas em vez de admitir que o mundo profissional deveria se tornar mais humano”, afirmou a professora Barbara Sahakian, neurocientista da Universidade de Cambridge, ao jornal Daily Mail.

 

Usuárias relatam que os remédios fazem com que elas se sintam supermulheres, que não se preocupem com as longas jornadas de trabalho, tampouco percam o foco nas tarefas, permanecendo numa função por horas a fio. No entanto, especialistas alertam que os medicamentes não são livres de efeitos colaterais, como perda de peso, hiperatividade, insônia e taquicardia. Outro efeito comum é o de transformar a personalidade, a ponto de amigos e familiares estranharem o usuário, que se torna calmo, quase que indiferente a tudo.

 

Outras mulheres relatam que o desejo sexual desaparece por completo e que sentem dificuldades para praticar atividades, como as esportivas.
Entrevistadas pelo jornal inglês afirmam que quando tentam abandonar o remédio sentem-se depressivas e aborrecidas, retornando ao consumo.

 

A Internet reúne diversos fóruns de discussões sobre o uso e os efeitos dos remédios, incluindo a preocupação de que os filhos possam notar a dependência até os efeitos colaterias como cólicas.

 

O aumento do uso de estimulantes vai de encontro a pesquisas que mostram que mulheres com idades entre 25 e 34 anos são as mais estressadas entre toda a população na Inglaterra

 

Fonte: Íntegra Terra

Categoria: Em pauta
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MULHERES RECONHECEM HOMENS INFIÉIS COM APENAS UM OLHAR

Não adianta inventar mil mentiras, esconder seu passado. Esse tal sexto sentido feminino parece realmente funcionar.

 

 

Pelo menos entre as 34 mulheres (ok, esse número é beeeem pequeno) quem foram convidadas por pesquisadores da Universidade Ocidental da Austrália. Elas e outros 34 homens analisaram as fotos dos rostos de 189 adultos caucasianos e depois tiveram de dizer se eram infiéis ou não. Os donos e donas das imagens já haviam contado aos pesquisadores se costumavam trair ou não seus parceiros.

 

E, sim, elas desmascararam boa parte dos mocinhos infiéis – sem julgá-los pela beleza. “Quanto mais ‘machão’ maior era o risco de ser classificado como infiel e de ter uma história sexual cheia de traições”, explica o pesquisador Gillian Rhodes. Já os homens não se saíram tão bem assim. Eles tentavam julgar as mulheres mais bonitas como as mais safadas, mas erraram na maior parte das vezes.

 

É, amigo, melhor ficar na sua. Mesmo porque, vale lembrar, esse negócio de traição ainda pode te levar a um infarto fatal.

 

Íntegra Super Interessante

Categoria: Acontece
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