OBESAS E DIABÉTICAS TÊM DOBRO DE RISCO DE TER FILHO AUTISTA, DIZ ESTUDO

Separadamente, as condições também aumentam a probabilidade da síndrome

RIO — Um estudo publicado na revista científica “Pediatrics” mostra que mulheres que sofrem de obesidade e diabetes durante a gestação têm quase o dobro de chances de ter um filho com autismo ou alguma outra desordem relacionada ao desenvolvimento.

A pesquisa foi baseada nos registros de 2.734 crianças que tiveram seu pós-natal feito no Centro Médico de Boston, nos EUA, entre 1998 e 2014. Os bebês foram dividos em seis grupos, de acordo com o peso da mãe e o nível de diabetes dela, e os pesquisadores concluíram que tanto a obesidade quanto o diabetes — de todos os tipos, inclusive o diabetes gestacional — estavam associados com um risco aumentado de autismo e síndromes semelhantes. Mas, quando combinadas, as duas condições aumentavam ainda mais o risco de o bebê vir a sofrer de alguma síndrome de desenvolvimento. Nesses casos, o risco chegava a quase dobrar, em comparação com mães que não tinham problemas com peso ou diabetes.

 

Dados oficiais mostram que, pelo menos nos Estados Unidos, uma em cada 68 crianças tem autismo. A informação é do Centro para Controle e Prevenção de doenças (CDC, na sigla em inglês).

 

— Nossa pesquisa mostra que o risco de autismo começa no útero — disse a co-autora Daniele Fallin, chefe do Departamento de Saúde Mental da Escola Bloomberg e diretora do Centro Wendy Klag para Autismo e Deficiências de Desenvolvimento. — É importante para nós agora tentar entender o que há na combinação de diabetes e obesidade que está potencialmente contribuindo para uma saúde fetal aquém do ideal.

 

Fonte: O Globo

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QUASE 30% DA POPULAÇÃO MUNDIAL É OBESA OU TEM SOBREPESO

A condição atinge atualmente 22% das meninas e 24% dos meninos nos países desenvolvidos, e cerca de 13% das crianças dos dois sexos nos países em desenvolvimento

Por muito tempo relegada aos países desenvolvidos, a epidemia de obesidade já atinge 2,1 bilhões de pessoas, quase 30% da população mundial – dos quais 62% estão nos países em desenvolvimento, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira (29).

 

“A obesidade é um problema que atinge todo mundo, não importando qual é sua renda ou o lugar onde se vive”, resume Christopher Murray, diretor do Instituto de Avaliação da Saúde da Universidade de Washington, que analisou dados sobre 188 países.

Foto: Getty images

 

Entre 1980 e 2013, a porcentagem de pessoas que têm um índice de massa corpórea (IMC) superior a 25 – limite para que as pessoas sejam consideradas em sobrepeso – passou de 28,8% para 36,9% nos homens e de 29,8% para 38% nas mulheres, segundo o estudo publicado na revista britânica The Lancet.

 

O IMC é a relação entre a altura e o peso, e um índice superior a 30 é considerado como sinal de obesidade no adulto. Para uma média entre 25 e 30, fala-se em sobrepeso.

 

Mas o fenômeno ainda está longe de atingir os países da mesma forma: os Estados Unidos, o Reino Unido e a Austrália são os campeões de obesidade entre as nações mais ricas do mundo: mais de 60% de seus habitantes maiores de 20 anos são obesos ou têm sobrepeso.

 

Nos países em desenvolvimento, se a obesidade continua uma condição excepcional em alguns países da África como Burkina Faso ou Chade, outras nações do Oriente Médio, América Latina ou Oceania já ultrapassaram os países ocidentais.

 

É o caso de Egito, Líbia, Arábia Saudita, Omã, Bahrein e Kuwait, onde o sobrepeso e a obesidade tiveram um aumento brutal, atingindo 70% das mulheres com mais de 20 anos.

 

A mesma tendência é encontrada em diversos países da América Latina (México, El Salvador, Costa Rica, Honduras, Chile e Paraguai) e sobretudo nos pequenos países do Pacífico (ilhas Tonga, Kiribati ou Samoa), onde as taxas ultrapassam os 80% tanto nas mulheres quanto nos homens com mais de 20 anos.

 

Não somente há mais pessoas em sobrepeso, como essa condição aparece cada vez mais cedo. Entre 1980 e 2013, o número de crianças ou adolescentes obesos ou em sobrepeso no mundo aumentou 50%.

 

A condição atinge atualmente 22% das meninas e 24% dos meninos nos países desenvolvidos, e cerca de 13% das crianças dos dois sexos nos países em desenvolvimento, com uma alta particularmente considerável no Oriente Médio e no norte da África, mas apenas entre as meninas.

 

“Este aumento é muito preocupante (…) na medida em que a obesidade infantil pode ter graves consequências na saúde, especialmente nas condições cardiovasculares, no diabetes e no desenvolvimento de câncer”, ressalta Marie Ng, pesquisadora que coordenou o estudo.

 

Segundo um estudo publicado em 2012 na revista The Lancet sobre “O peso mundial da doença”, o sobrepeso e a obesidade teriam causado 3,4 milhões de mortes ao longo do ano de 2010.

 

Com 160 milhões de pessoas afetadas pela doença, os Estados Unidos são o país com mais obesos ou em sobrepeso do mundo, à frente de China, Índia, Rússia, Brasil e México.

 

Nos Estados Unidos, o problema atinge pouco mais de 70% dos homens e quase 62% das mulheres com mais de 20 anos, assim como 30% das crianças e adolescentes.

 

Quanto aos obesos propriamente ditos, eles representam respectivamente 32% dos homens adultos e 34% das mulheres adultas nos Estados Unidos, contra 4% dos adultos chineses ou indianos.

 

Mesmo que o aumento da obesidade tenha diminuído de ritmo desde 2006 nos países desenvolvidos – após um boom nos anos 1980 e 1990 – os pesquisadores são categóricos.

 

“Ao longo das três últimas décadas, nenhum país conseguiu reduzir suas taxas de obesidade e nós acreditamos que esses índices irão aumentar regularmente nas nações mais pobres do mundo caso medidas urgentes não sejam tomadas”, advertiu Murray, falando numa crise da saúde pública.

 

Fonte: Portal Terra

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ESTUDO: MAIS DA METADE DOS BRASILEIROS ESTÁ ACIMA DO PESO

Brasileiros estão comendo mais calorias e praticando menos atividades físicas, além de ficar mais tempo na frente do computador

A população brasileira tem engordado nas últimas décadas. Em 1974, a primeira pesquisa sobre o tema feita pelo Ministério da Saúde mostrou que 28% dos brasileiros estavam acima do peso, e, destes, 3% eram obesos. Quase 40 anos depois, mais da metade da população no país está com excesso de peso, e a obesidade atinge 17,5% desse grupo.

 

Em 2013, a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), realizada pelo Ministério da Saúde nas capitais do país desde 2006, apontou que 50,8% da população está acima do peso.

 

Em média, desde 2006 – quando o número de brasileiros com excesso de peso era de 42,6% – houve um crescimento de 1,3 ponto percentual por ano. Mas, em 2013 o índice se manteve estável em relação ao ano anterior, quando havia ficado em 51% de excesso de peso e 17,4% de obesidade.

 

“Estamos fazendo uma transição nutricional, assim como grande parte da população global. Porém, a diferença é que ela ocorre muito mais rápida no Brasil. A boa notícia é que esse crescimento, que vinha de forma contínua e sustentável, diminuiu nesse último ano. Logicamente precisamos de um período mais longo para saber como vai ser o comportamento”, conta a diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde do Ministério, Deborah Malta.

 

Esse aumento no peso está diretamente relacionado a mudanças no estilo de vida do brasileiro. Com a urbanização e a modernização da sociedade, as pessoas passaram a ter menos tempo para cuidar de sua alimentação e, consequentemente, da saúde. O consumo de calorias aumenta, e a prática de atividades físicas diminui.

 

“A alimentação não funciona mais só para atender as demandas biológicas, mas também as sociais, simbólicas e culturais. E a indústria, ao oferecer uma série de práticas, não só do ponto de vista de ter alimentos de fácil preparo, atende uma demanda real que é da própria vida. Ficamos quase 10 ou 12 horas fora de casa, chegamos cansados e não temos tempo para cuidar da alimentação”, afirma Denise Oliveira e Silva, coordenadora do Programa de Alimentação Nutrição e Cultura da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Brasília.

 

“Bye bye” feijão com arroz


No cenário atual até o tradicional arroz com feijão está perdendo espaço na mesa dos brasileiros. Segundo Malta, várias pesquisas do Ministério da Saúde detectaram uma queda no consumo desses dois alimentos no decorrer dos anos.

 

“Os brasileiros, como várias populações do mundo, vêm americanizando seus hábitos e deixando de comer seu prato tradicional: arroz, feijão com alguma proteína, frango ou carne, e salada ou verdura cozida”, reforça Marcio Mancini, chefe do ambulatório de obesidade do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

 

Assim, houve um aumento no consumo de alimentos altamente calóricos, como frituras, industrializados e fast-foods.

 

“Tínhamos e temos um patrimônio alimentar do ponto de vista da nossa herança indígena, africana e europeia e que nos daria uma alimentação de excelente qualidade. Isso está sendo massificado por alimentos pré-preparados que, provavelmente, contribuem para o que estamos vivendo hoje”, opina Silva.

 

Além das mudanças nos hábitos alimentares, o brasileiro tem praticado menos esporte. A Vigitel indicou que apenas 33,8% da população fazem alguma atividade física regularmente.

 

Segundo Mancini, uma série de fatores leva a essa diminuição, como o aumento do uso de veículos particulares, devido ao transporte público deficitário nas grandes cidades, a falta de áreas de lazer, como parques, principalmente nas periferias, além do crescimento da violência, que levou as pessoas a ficarem mais em casa.

 

“Além disso, dentro de casa as crianças estão brincando com smartphones, videogame e computador, que são atividades ligadas ao sedentarismo, diferentemente das brincadeiras de antigamente, que levavam ao gasto de caloria”, completa o especialista.

 

Risco maior entre a população de baixa renda


Essa mudança no estilo de vida causa um impacto maior nas camadas de baixa renda. O percentual de pessoas acima do peso com até oito anos de estudo é de 58,1%, enquanto entre os que têm uma escolaridade mínima de 12 anos fica em 45,5%. O percentual de obesidade também segue esse padrão: é de 22,3% entre os que possuem uma escolaridade de até oito anos e de 14,3% entre aqueles com 12 anos ou mais de estudo.

 

“Há um mercado perverso de alimentos mais baratos e calóricos para as populações de baixa renda. Nós, como sanitaristas, observamos que o risco é maior entre as populações de baixa renda do que entre as de renda média e alta, porque há também um aspecto relacionado ao acesso à informação e ao preço dos alimentos. Hoje, lamentavelmente, é mais caro consumir legumes, verduras e frutas do que comprar um litro de qualquer refrigerante”, observa Silva.

 

O excesso de peso e a obesidade podem causar várias doenças, como problemas cardiovasculares, cerebrovasculares, respiratórios e digestivos, além de hipertensão, diabetes, câncer e doenças psicológicas, como depressão.

 

Fonte: Terra

 

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PELA PRIMEIRA VEZ EM ANOS, BRASIL ESTABILIZA TAXAS DE SOBREPESO E OBESIDADE

Apesar de estável, o número é alto: metade dos brasileiros tem excesso de peso

Depois de oito anos, o número de pessoas com excesso de peso parou de crescer no Brasil. Um levantamento do Ministério da Saúde aponta que 50,8% da população brasileira estava acima do peso em 2013. Em 2012, o número de pessoas com excesso de peso estava em 51%. Os dados foram divulgados pelo Ministro da Saúde, Arthur Chioro, durante coletiva na manhã desta quarta-feira (30), em Brasília. O levantamento faz parte da pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) que ouviu cerca de 23 mil brasileiros maiores de 18 anos que vivem nas 26 capitais do país e no Distrito Federal.

 

As pessoas consideradas com excesso de peso são aquelas com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 25. Em relação ao número de obesos (pessoas com IMC acima de 30), o Ministério da Saúde aponta que o índice passou de 17,4% em 2012 para 17,5% em 2013.

 

Segundo a pesquisa, os homens têm mais excesso de peso do que as mulheres: 54,7% contra 47,4%.

 

“Para quem pensa em trabalhar no campo da prevenção, a pesquisa é muito útil. A gente tem informações interessantes a partir do Vigitel. Observar que há uma fotografia que mostra a estabilização no número de pessoas com excesso de peso e obesidade é importante para o nosso plano de ação estratégica contra doenças não transmissíveis”, afirma o Ministro da Saúde, Arthur Chioro.

 

Para Jarbas Barbosa, Secretário de Vigilância em Saúde, a diminuição dos índices aponta uma consciência maior da população brasileira. “Este ano, pela primeira vez, há uma tendência de queda do número de pessoas que estão acima do peso. Excesso de peso e obesidade estão relacionados a doenças crônicas. Reduzir a obesidade é diminuir males como diabetes e alguns tipos de câncer”, diz.

 

Um dos fatores que podem ter colaborado com a queda nos números é a reeducação alimentar. De acordo com o Ministério da Saúde, o número de pessoas que fazem o consumo recomendado de hortaliças e frutas estava em 22,7% em 2012 e passou para 23,6% em 2013.

 

“Queremos aumentar ainda mais o consumo recomendado de hortaliças e frutas e das atividades físicas”, afirma o ministro, acrescentando: “Observar para onde vão as estratégias é fundamental. O que temos em relação aos dados é uma fotografia. Se ela vai se confirmar como tendência, vamos observar nos próximos anos”.

 

Barbosa completa, afirmando que é preciso estimular mais o consumo de frutas e hortaliças, principalmente nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. “Os números apontam que capitais como Florianópolis e Brasília têm consumo maior do que capitais do Nordeste”.

 

O secretário lembra ainda que entre os Brics (grupo de países emergentes formados por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), apenas Índia e China têm índices de obesidade menores que o Brasil.

 

Escolaridade


Para o Ministério da Saúde, o número de pessoas obesas está proporcionalmente inverso ao nível de escolaridade. Entre as pessoas com menos de oito anos de escolaridade, 58,1% têm excesso de peso. O número cai para 45,5% entre aquelas com mais de 12 anos de escolaridade.

Barbosa aponta que esse dado mostra que a informação é um aliado para combater a obesidade: “Nas camadas com mais escolaridade, o excesso de peso diminui. Isso é importante para saber que não é uma coisa natural e pode ser diminuída com educação”.

 

“Obesidade é hoje uma preocupação global, devido à substituição da alimentação tradicional por alimentos processados”, acrescenta Barbosa.

 

“Atualmente, 19,3% dos homens e 27,3% das mulheres comem cinco porções por dia de frutas e hortaliças, quantidade indicada pela OMS (Organização Mundial da Saúde). E a frequência de atividade física em tempo livre aumentou de 30,3% para 33,8% nos últimos cinco anos”, afirma o secretário.

 

Os homens são os mais ativos: 41,2% praticam exercícios no tempo livre, enquanto, em 2009, o índice era de 39,7%. Já entre as mulheres, o aumento da prática de exercícios foi maior, passando de 22,2% para 27,4% no mesmo período.

 

Gordura e diabetes


Outro indicador preocupante citado pelo ministério é o consumo excessivo de gordura saturada. Ao todo, 31% dos entrevistados não dispensam a carne gordurosa e mais da metade (53,3%) consome leite integral regularmente. O consumo de refrigerantes também registrou altos índices: 23,3% da população ingere a bebida pelo menos cinco dias da semana. “O consumo de refrigerante é preocupante porque as pessoas deixam de usar água para se hidratarem”, alerta Barbosa.

 

Já o ministro se disse surpreso com as informações: “Como é a primeira pesquisa, achei que seria maior o número de pessoas que fazem a substituição. Mas temos que ter mais dados para chegarmos a um resultado mais preciso”. Chioro também frisou a importância de se evitar a obesidade entre os pequenos: “Reforçar as mudanças de hábitos alimentares entre as crianças é importantíssimo para combater a obesidade”.

 

Em relação ao número das pessoas que se declaram diabéticas, o índice mostrou um aumento nos últimos oito anos. Em 2006, 5,5% da população dizia ter diabetes. Em 2013, o número foi para 6,8%. De acordo com o Ministério da Saúde isso se deve ao envelhecimento da população e ao fato de mais pessoas descobrirem ter a doença.

 

“O crescimento da autorreferência de diabetes indica que mais pessoas estão sendo diagnosticadas e, por consequência, tratadas”, admitiu Chioro.

 

Fonte: UOL

 

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COMIDA ‘PARA VIAGEM’ DOBRA O RISCO DE OBESIDADE, DIZ ESTUDO

Pessoas expostas a muitos restaurantes que servem comida para viagem são 80% mais propensas à obesidade

Pessoas que moram perto de restaurantes que trabalham com o sistema “para viagem” - ou seja, você compra, paga e leva para comer onde bem entender - comem mais junk food e são quase duas vezes mais propensas à obesidade. Os dados são do jornal britânico Daily Mail.

 

Consumidores que são mais tentados a comprar alimentos neste sistema, geralmente presente em redes de fast food, comem 40 g extras de alimentos altamente calóricos – o que equivale a metade de uma porção pequena de fritas do McDonald’s – toda semana, quando comparados com quem consome o alimento no local comprado.

 

Trabalhar perto de uma lanchonete de fast food traz grandes problemas, bem como tê-los perto de casa. A pesquisa, publicada na versão online do British Medical Journal, envolveu 5.442 adultos de Cambridgeshire, entre 29 e 62 anos.

 

Em média, as pessoas estão expostas a 32 locais que servem comida para viagem – nove delas na própria vizinhança e 14 próximo do trabalho.

 

Existem 48% mais locais deste tipo e redes de fast food próximas do trabalho do que perto de casa, diz o estudo.

 

Os pesquisadores examinaram a quantidade de comida para viagem ingerida pelas pessoas e, para isso, usaram questionários para alimentos como pizza, hambúrguer, frituras e batatinhas. Eles também usaram o Índice de Massa Corporal (IMC) como uma medida do seu peso.

 

Os resultados mostraram que as pessoas expostas a muitos restaurantes que servem comida para viagem eram 80% mais propensas à obesidade e 20% mais suscetíveis a ter um IMC mais alto. Eles também relataram consumir três ou mais dos tipos de comida listados.

 

Os pesquisadores afirmam que, comparadas às pessoas menos expostas a estabelecimentos deste tipo, o consumo adicional era de 15%. “Em uma semana, isso se traduz em um adicional de 39.9 g de comida para viagem. Esta quantidade semanal constitui mais do que a metade de uma pequena porção de fritas do McDonald’s”, dizem.

 

Ao longo da última década, o consumo de comida fora de casa aumentou 29%, enquanto que no mesmo período o número de restaurantes com comida para viagem aumento dramaticamente. Segundo os especialistas, isso contribui para aumentar os níveis de sobrepeso e obesidade.

 

Thomas Burgoine, líder do estudo, ressalta que os alimentos ingeridos fora tendem a ser menos saudáveis do que os preparados em casa. “É claro que existem muitos fatores que contribuem para o risco de uma pessoa desenvolver a obesidade”, disse, observando que, em todo caso, o estudo mostra novas evidências que de há alguma relação entre o número de restaurantes de comida para viagem e o consumo.

 

Ele acredita que, no futuro, este tipo de pesquisa pode ajudar a desenvolver estratégias efetivas de combate à obesidade.

 

Fonte: Terra

 

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CIENTISTAS DESCOBREM GENE QUE PODE FAVORECER OBESIDADE

Cientistas da Universidade de Toronto identificaram um “gene da gordura”, o que pode tornar possível a criação de medicamentos contra a obesidade. A proteína, chamada IRX3, regula o metabolismo e o gasto de energia e ps pesquisadores descobriram, em testes feitos em camundongos, que a deficiência da proteína está ligada a organismos 30% mais magros, em média. As informações são do Daily Mail.

 

Quando alimentados com dieta rica em gordura, ratos deficientes em IRX3 mantiveram o mesmo peso e níveis de gordura de quando alimentados com dieta equilibrada. Eles ainda se mostraram mais capazes de processar a glicose e podem ser mais resistente a diabetes. Já o grupo de animais em que a proteína estava presente chegou a quase o dobro do peso.

 

Segundo os pesquisadores, a proteína IRX3 interage com outro gene conhecido como FTO, há tempos relacionado ao excesso de peso. Os cientistas acreditam na relação entre a proteína e o gene em humanos, ratos e peixes e sugeriram uma ligação evolutiva entre diferentes espécies. “Nossos dados sugerem fortemente que IRX3 controla a massa corporal e regula a composição corporal”, disse o professor Marcelo Nóbrega, da Universidade de Chicago.

 

Ao analisarem dados de 153 amostras do cérebro de europeus, os pesquisadores descobriram que as mutações de FTO que afetam o peso corporal estão associadas à proteína. A disfunção da IRX3 também mostrou, de acordo com os estudos, uma alteração no hipotálamo – parte do cérebro conhecida por regular o comportamento relacionado à alimentação e ao gasto de energia.

 

Fonte: Terra

 

 

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SAIBA O QUE ACONTECE COM O CORPO APÓS UMA SESSÃO DE ATIVIDADES FÍSICAS

É preciso manter a regularidade nas atividades físicas para colher toda a gama de benefícios associados a elas: proteção ao coração, melhor qualidade do sono e prevenção à obesidade são apenas algumas. O indicado é treinar pelo menos duas horas e meia por semana e, para quem está precisando de um empurrãozinho a mais para começar um plano de malhação, o site do jornal Huffington Post listou as 5 mudanças que uma única sessão de malhação pode provocar no seu corpo. Confira.

 
1. Transforma o DNA

 
Em um estudo de 2012, pesquisadores suecos descobriram que, entre os adultos saudáveis, porém inativos, poucos minutos de exercícios alteravam o material genético das células musculares. Claro que herdamos o DNA dos nossos pais, mas os fatores ligados ao estilo de vida, como a atividade física, podem ter um papel importante na transformação de alguns genes. No caso dos exercícios, aparentemente eles podem afetar a expressão genética para a força e o metabolismo.

 
2. Melhora o humor

 
À medida que você começar a se exercitar, seu cérebro irá começar a lançar um número diferente dos neurotransmissores do bem-estar, incluindo as endorfinas e a serotonina, conhecida por seu papel no humor e na depressão.

 
3. Protege contra a diabetes

 
Assim como as mudanças sutis no DNA, pequenas alterações em relação a como a gordura é metabolizada no músculo também podem ocorrer após apenas uma única sessão de suor. Em um estudo de 2007, a University of Michigan mostrou que um único treino cardiovascular aumenta o armazenamento de gordura no músculo, o que na verdade melhora a sensibilidade à insulina. A sensibilidade baixa à insulina, frequentemente chamada de “resistência à insulina”, pode levar a diabetes.

 
4. Melhora o foco

 
O aumento de sangue no cérebro, que ocorre quando você começa a estimular as células cerebrais em alta velocidade, faz com que você se sinta mais alerta durante o treino e mais focado imediatamente depois. Em um estudo de 2012 sobre os efeitos mentais provocados pelos exercícios, pesquisadores notaram uma melhora no foco e na concentração em atividades com duração mais curta.

 
5. Alivia o estresse

 
A Anxiety and Depression Association of America estima que cerca de 14% das pessoas procuram a atividade física para amenizar o estresse. E, de fato, os exercícios podem suavizar a negatividade – mesmo quando a própria atividade gera estresse. É provável que uma combinação de fatores, incluindo o fluxo de sangue extra para o cérebro e a liberação da endorfina, melhorem o humor.

 

 

Íntegra: Terra

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