MÉDICOS AMERICANOS RECOMENDAM INICIAR MAMOGRAFIA MAIS TARDE

A Sociedade Americana de Câncer divulgou, nesta terça-feira (20), novas recomendações sobre a realização da mamografia para diagnóstico precoce de câncer de mama. As novas diretrizes aumentaram a idade de início dos exames anuais para 45 anos, no caso de mulheres que não têm risco aumentado para a doença. Antes, a entidade recomendava que as mulheres começassem a fazer mamografias anuais a partir dos 40 anos.

 

Segundo a sociedade, a partir dos 55 anos, a mamografia deve ser feita a cada dois anos, mas as pacientes podem continuar com a periodicidade anual, caso queiram. Essa rotina deve seguir enquanto a mulher estiver com saúde. Não são mais recomendados exames clínicos da mama nem o autoexame, pois pesquisas mostram que eles não trazem um benefício claro para as mulheres.

 

As diretrizes foram publicadas na revista especializada “Journal of the American Medical Association” (“JAMA”) nesta terça-feira.

 

A entidade justifica ter aumentado a idade de início do rastreamento pelo fato de que a mamografia pode, em determinadas condições, detectar tumores que seriam inofensivos, mas cuja investigação envolve testes mais invasivos que ocasionam riscos, dor, ansiedade, entre outros malefícios. Segundo a sociedade, somente a partir dos 45 anos os benefícios da mamografia superam seus riscos.

 

Apesar de a sociedade não recomendar mais o autoexame, ela observa que as mulheres devem ficar atentas à saúde de suas mamas e comunicar seu médico sobre qualquer alteração que observarem.

 

Como é a recomendação para mamografia no Brasil?
No Brasil, as duas principais diretrizes de rastreamento de câncer de mama são a da Sociedade Brasileira de Mastologia, que recomenda que a mamografia seja feita anualmente dos 40 até os 70 anos de idade, e a do Instituto Nacional de Câncer (Inca), que recomenda o exame a partir dos 50 até os 70 anos com intervalo de até dois anos.

 

O médico Vilmar Marques de Oliveira, presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia – Regional São Paulo e membro da Associação de obstetrícia e ginecologia do Estado de São Paulo (Sogesp), observa que não existe um consenso no mundo sobre rastreamento mamográfico.

 

No Brasil, segundo ele, os esforços ainda estão concentrados em garantir que todas tenham acesso ao exame, o que ainda não é uma realidade para toda a população, e não em discutir a periodicidade ou a idade inicial dos exames. “O melhor método de rastreamento é o que se faz de forma organizada. Não adianta traçar diretrizes se não um rastreamento organizado.”

 

E no caso de pacientes com alto risco?
Essas recomendações valem apenas para pacientes com baixo risco de desenvolver câncer.  No caso das mulheres com familiares que foram diagnosticadas com câncer de mama, a recomendação deve ser personalizada, especialmente no caso das que tenham mutações associadas ao desenvolvimento da doença.

 

Segundo Oliveira, nesses casos, os exames anuais devem começar ou a partir dos 25 anos de idade ou 10 anos antes da idade de diagnóstico da familiar mais jovem afetada pela doença. Por exemplo, se uma mulher tem uma mãe que foi diagnosticada aos 45 anos, ela deve começar os testes aos 35 anos. Nesses casos, a mamografia também deve ser acompanhada de uma ressonância magnética.

 

Fonte: G1

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MAIORIA DA POPULAÇÃO NÃO CONSOME PORÇÃO DE FRUTAS E HORTALIÇAS SUGERIDA PELA OMS

Pesquisa mostra que 24,1% dos brasileiros ingerem a quantidade de frutas e hortaliças recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A quantidade recomendada é 400 gramas diários, em cinco ou mais dias da semana. Entre os homens, o percentual verificado pela pesquisa é ainda menor: apenas 19,3% atendem às recomendações. Entre as mulheres, o consumo atinge 28,3% do total.

 

Os dados, que fazem parte da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) 2014, foram divulgados hoje (7) pelo Ministério da Saúde.

 

O estudo mostra ainda que 29,4% da população ainda consomem carne com excesso de gordura. Os homens ingerem duas vezes mais: 38,4%. Entre as mulheres o índice é 21,7%. Os números indicam também que o brasileiro tem diminuído a ingestão de refrigerante – item que caiu 20% nos últimos seis anos. Entretanto, mais de 20% da população ainda tomam desse tipo bebida cinco vezes ou mais na semana.

 

Em relação aos alimentos mais consumidos pelos brasileiros, o Vigitel mostrou que o consumo regular do feijão em cinco ou mais dias da semana está presente em uma escala correspondente a 66% da população. O percentual foi maior entre os homens – 73% – ao passo que, entre as mulheres, o consumo de feijão equivale a 61%.

 

Fonte: Agência Brasil

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OMS: CASOS DE MALÁRIA CAÍRAM 47% EM TODO O MUNDO

O número de pessoas mortas pela malária (paludismo) caiu quase a metade entre 2000 e 2013, informou hoje (9) a Organização Mundial da Saúde (OMS), no momento em que se enfrenta o maior surto do vírus ebola na África Ocidental.

 

 

Entre 2000 e 2013, a taxa de mortalidade relacionada como o paludismo diminuiu 47% em todo o mundo e 54% na África, segundo o relatório anual da OMS, o que permitiu salvar o equivalente a 4,3 milhões de vidas.

 

“Esses são os melhores resultados que já tivemos e é uma notícia maravilhosa em termos de saúde pública”, disse, em Genebra, o diretor do Programa da OMS contra a Malária.

 

Globalmente, ocorreram 198 milhões de casos de malária e 584 mil mortes no ano passado – respectivamente 4,3% e 6,9% menos que em 2012 -, com 90% das mortes na África. As crianças com menos de 5 anos constituem 78% dessas vítimas.

 

A queda dos casos na África é explicada principalmente pelas medidas de prevenção mais bem aplicadas, sendo que cerca da metade da população em risco, em 2013, teve acesso a mosquiteiros impregnados de inseticida. Em 2004, somente 3% dessa população tinha acesso a essa medida de prevenção.

 

O aumento dos exames de diagnóstico permitiu a identificação de 62% dos pacientes suspeitos de terem paludismo, com 128 milhões de testes distribuídos na África, em 2013,  pela OMS.

 

A organização conseguiu US$ 2,7 bilhões por meio de financiamentos nacionais e internacionais, pouco mais da metade do que necessitava para as metas fixadas. Muitas pessoas ainda não se beneficiaram da assistência da OMS.

 

“Estimamos que 278 milhões de pessoas na África vivem em casas com mosquiteiros impregnados com o inseticida e quase 15 milhões de grávidas não têm acesso ao tratamento preventivo”, disse Margaret Chang, diretora-geral da OMS.

 

No relatório, a organização informa que a pobreza e o baixo nível de educação são fatores determinantes para que falte o acesso aos serviços básicos.

 

A entidade está preocupada, igualmente, com a propagação do vírus ebola, um forte desestabilizador dos sistemas de saúde, sobretudo na Guiné-Conacri, em Serra Leoa e na Libéria, que ficam privados de certos tratamentos, como a malária, por estarem sobrecarregados devido ao ebola. A malária mata 100 vezes mais que o ebola, que já provocou a morte de 6.331 pessoas, segundo o último balanço da OMS, em 6 de dezembro.

 

Para a diretora-geral da organização, “reforçar os sistemas de saúde desestabilizados beneficiará a saúde pública mundial, devendo-se concentrar os esforços no controle e na eliminação do paludismo”.

 

O relatório de 2014 sobre a malária no mundo resume as informações de 97 países onde a doença ainda prevalece.

 

Fonte: Agência Brasil

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OMS: 748 MILHÕES DE PESSOAS NÃO TÊM ACESSO A ÁGUA POTÁVEL NO PLANETA

Um total de 748 milhões de pessoas não tem acesso a água potável de forma sustentada em todo o mundo e calcula-se que outros 1,8 bilhão usem uma fonte que está contaminada com fezes, segundo relatório divulgado hoje (19) pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

 

O estudo mostra que 2,5 bilhões de pessoas não têm acesso a saneamento adequado e que 1 bilhão defecam ao ar livre, nove em cada dez, em áreas rurais.

 

Os dados constituem as principais conclusões do relatório Glass 2014, estudo feito a cada dois anos pela OMS cujo título, este ano, é Investir em água e saneamento, aumentar o acesso e reduzir as desigualdades.

 

O texto informa que o acesso a água potável e ao saneamento adequado tem implicações num amplo leque de aspectos, desde a redução da mortalidade infantil, passando pela saúde materna, o combate às doenças infecciosas, a redução de custos sanitários e no meio ambiente.

 

O estudo mostra que, nas duas últimas décadas, 2,3 bilhões de pessoas conseguiram ter acesso às fontes de águas melhoradas.

 

No mesmo período, o número de mortes de crianças devido às doenças diarreicas – relacionadas com o saneamento precário – caiu de 1,5 milhão em 1990 para 600 mil em 2012.

 

“Claro que podemos dizer que se melhorou muito, mas 600 mil crianças continuam a ser um número muito elevado”, disse, em entrevista, Maria Neira, diretora de Saúde Pública e Meio Ambiente da OMS.

 

Segundo dados da OMS, se o acesso a água potável fosse melhorado e se fossem implementados serviços de saneamento adequado, as mortes por diarreia poderiam ser reduzidas em cerca de 70%.

 

O estudo calcula que a cada dólar investido em serviços de água e saneamento pode-se obter um retorno de 4,3 dólares, com a redução dos custos de saúde, o aumento da produtividade no trabalho e a criação de novos empregos em indústrias relacionadas com a gestão de resíduos.

 

“A água e o saneamento são temas básicos de direitos humanos e têm um componente de gênero essencial. No mundo são, majoritariamente as meninas que vão buscar água, o que as impedem muitas vezes de frequentarem à escola”, disse Maria Neira.

 

Fonte: Agência Lusa

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OMS QUER DIMINUIR INGESTÃO DE AÇÚCAR PARA 6 COLHERES DE CHÁ

A redução pela metade da quantidade de açúcar permitida busca diminuir problemas como obesidade e doenças cardíacas

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que o açúcar represente até 10% do valor total de energia, o que totaliza 12 colheres de chá por dia. Mas o projeto de orientações que acaba de publicar diz que reduzir a quantidade pela metade pode trazer benefícios adicionais à saúde. As diretrizes serão discutidas por especialistas antes que uma versão final seja divulgada. Os dados são do jornal Daily Mail.

 

 

Segundo a OMS, as mudanças são incentivadas para evitar doenças como obesidade e cardíacas, principalmente por conta do açúcar escondido em alimentos processados e bebidas, como iogurtes, molhos, refrigerantes, sucos. “A obesidade afeta meio bilhão de pessoas no mundo e está em ascensão. Açúcar juntamente com outros fatores de risco pode certamente tornar-se o novo tabaco em termos de ação de saúde pública. O consumo de uma única porção de refrigerante adoçado já pode realmente ultrapassar o limite para uma criança”, disse Francesco Branca, diretor de nutrição para a saúde e desenvolvimento da OMS.

 

 

Branca acrescentou que os fabricantes de alimentos e bebidas devem alterar drasticamente seus produtos. Um café com leite tem cinco colheres de açúcar, uma barra de chocolate apresenta seis ou sete e algumas refeições prontas têm mais de oito.  A ideia é que crianças consumam menos de seis colheres e evitem latas de refrigerantes, que podem ter até sete.

 

 

“A adição de açúcar é uma parte completamente desnecessária de nossas dietas, contribuindo para a obesidade, diabetes tipo II e cárie dentária. Nós já sabíamos sobre os riscos para a saúde por anos e ainda assim nada de substancial foi feito. As novas recomendações serão um alerta para o governo tomar medidas, forçando a indústria de alimentos a reduzir lentamente a enorme quantidade de açúcar adicionada em toda a linha”, acrescentou o cardiologista Graham MacGregor.

 

Fonte: Terra

 

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OMS APROVA PLANO PARA REDUÇÃO DE DOENÇAS OCULARES

Renata Giraldi* – Agência Brasil 23.05.2013 – 10h10 | Atualizado em 23.05.2013 – 10h23

 

Brasília – A porta-voz da Organização Mundial da Saúde (OMS), Fadela Chaib, disse hoje (23) que foi aprovado um plano de ação que visa à redução dos casos de cegueira e de outras deficiências visuais. Segundo ela, se forem aplicadas as recomendações contidas no plano, a redução poderá chegar a 25% dos casos registrados. A meta, segundo a proposta aprovada, é que no período de 2014 a 2019 as doenças oculares sejam reduzidas em um quarto.

 

(imagem: hospitaldavisaodoparana.com.br)

 

As últimas estimativas mundiais indicam que 285 milhões de pessoas sofrem de alguma deficiência visual. Desse total, 39 milhões são cegas. Segundo especialistas, 80% dos casos podem ser evitados. Pelos dados dos especialistas, as principais causas das deficiências visuais são erros de refração não corrigidos e a catarata.

 

As deficiências causadas por erros de refração representam 42% dos problemas visuais e a catarata, 33% dos casos. De acordo com a OMS, o plano aprovado servirá para que cada país melhore o acesso das pessoas afetadas aos serviços de reabilitação e tenha programas de controle das doenças oculares como parte dos seus sistemas de saúde.

 

A OMS considera que um avanço no controle dessas doenças pode reduzir os problemas, principalmente entre pessoas com mais de 50 anos. Segundo estimativas, os idosos concentram 84% dos casos até 2019.

 

*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa

 

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC na rede

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FICAR SENTADO POR MUITO TEMPO ELEVA CHANCES DE MORTE POR SÉRIE DE DOENÇAS

Belo Horizonte — Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), 20 minutos diários de atividade física intensa o bastante para promover cansaço bastam para que a pessoa não seja considerada sedentária e para diminuir consideravelmente as chances de desenvolver uma série de doenças.

 

 

Pesquisas recentes, contudo, mostram que a manutenção de um corpo saudável é mais complexa. Não que a recomendação do órgão ligado às Nações Unidas não seja válida. É sim. Mas é importante não ficar muito tempo parado no restante do dia.

 

Mesmo que o indivíduo seja um atleta, caso ele passe mais de quatro horas ininterruptas sentado diariamente, ele entra no grupo de risco para todas as causas de mortalidade. Sim, é isso mesmo. Segundo um estudo australiano publicado recentemente no periódico Archives of Internal Medicine, ficar sem se mexer por muito tempo pode levar à morte mais cedo, e o risco cresce à medida que aumenta o número de horas colado à cadeira. De acordo com os resultados do estudo, ficar sentado mais de seis horas por dia, por exemplo, aumenta em 40% as possibilidades de alguém morrer nos próximos 15 anos. Se o período parado sobre para 11 horas, dobra-se o risco de morte em apenas três anos.

 

Fonte: Íntegra Correio Web

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AMAMENTAÇÃO: UM ATO DE AMOR

Não faz muito tempo, algumas discussões polêmicas que envolviam o aleitamento materno tomaram conta de blogs e sites da internet. De um lado, o preconceito. Do outro, o direito das mães e dos bebês que precisam exercer esse ato. E são esses direitos o tema da Semana da Amamentação, lançada pelo Ministério da Saúde e pela Sociedade Brasileira de Pediatria, onde ficam garantidas às mães as condições de amamentar seus filhos até os dois anos de idade.

De acordo com o OMS, é essencial que crianças até seis meses de idade sejam alimentados exclusivamente com o leite materno, isso ajuda na proteção do bebê, vínculo entre mãe e filho, além de diminuir os riscos de hemorragia, anemia, diabetes e câncer de mama e ovário. Além de ajudar na perda de peso da mulher. Mas, apenas 41% das mamães seguem à risca a ordem do Ministério. Por isso, é essencial o trabalho de amigos, familiares e todos nós para a conscientização de que esse é um ato de amor, onde não cabe preconceito.

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