TUBERCULOSE PODE MATAR 1,5 MILHÃO DE PESSOAS EM 2016, ALERTA ONU

Populações marginalizadas são as mais expostas à epidemia

RIO — A tuberculose afetará 9,6 milhões de pessoas este ano e matará 1,5 milhão. O alerta é destaque de uma mensagem assinada ontem pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e ilustra como a enfermidade, mesmo após seguidas quedas em sua incidência, ainda é motivo de preocupação. O Dia Mundial de Combate à Tuberculose foi celebrado na última quinta-feira (24) e serviu como um momento para refletir sobre uma das doenças mais desiguais do mundo. Oitenta por cento dos casos ocorrem em apenas 22 países — o Brasil figura na lista —, e 95% dos óbitos ocorrem em países em desenvolvimento.

 

“A tuberculose afeta desproporcionalmente os mais pobres e vulneráveis, os socialmente marginalizados e aqueles que não têm acesso a serviços básicos de saúde”, afirmou Ban Ki-moon em documento. “Por isso, o progresso para acabar com a doença deve vir de mãos dadas com as Metas de Desenvolvimento Sustentável para reduzir a desigualdade, eliminar a pobreza extrema, garantir a proteção social”, acrescentou.

 

O objetivo das Nações Unidas é encerrar a epidemia de tuberculose até 2030. Por enquanto, têm colhido resultados positivos. O índice de mortalidade despencou 47% entre 1990 e 2015. Um estudo divulgado ontem pode contribuir para o diagnóstico precoce da doença. Cientistas da Universidade sul-africana de Cape Town e do Centro para Pesquisas de Doenças Infecciosas dos EUA identificaram marcadores biológicos no sangue de pessoas infectadas de forma latente — ou seja, sem manifestar sintomas — com a bactéria Mycobacterium tuberculosis (ou bacilo de Koch), causadora da enfermidade. Esta informação daria aos médicos uma maneira de prever quem corre o risco de desenvolver a forma ativa da doença. Estima-se que um terço da população mundial esteja infectada pelo micro-organismo.

 

SÓ 2% TÊM ACESSO A NOVOS REMÉDIOS

 

A pesquisa com os biomarcadores foi recebida como uma nova possibilidade de criar terapias contra a tuberculose. Nos últimos anos, porém, as tentativas de expandir o leque de tratamentos não foram bem sucedidas. Desde 2014, dois medicamentos para tratar a enfermidade foram aprovados para o uso em pacientes mais graves. Até 150 mil pessoas poderiam ser atendidas, segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS). No entanto, apenas 2% dos pacientes têm acesso aos remédios.

 

Coordenador da Campanha de Acesso a Medicamentos da ONG Médicos Sem Fronteiras no Brasil, Felipe de Carvalho culpa o preço alto imposto pelos laboratórios e a dificuldade para registro dos remédios em países onde há um grande contingente de pessoas infectadas.

 

— Hoje, um paciente gasta até US$ 4,6 mil durante seu tratamento. Defendemos que este valor não ultrapasse US$ 500 — ressalta. — Um estudo da Universidade de Liverpool mostrou que os novos medicamentos podem ser vendidos por um preço entre US$ 21 e US$ 52 para um tratamento de seis meses, valor 98% inferior ao menor preço global atual, e ainda permite uma margem de lucro razoável.

 

Carvalho considera que os portadores de tuberculose podem ter um “futuro preocupante” — para ele, a maioria das empresas farmacêuticas estão abandonando as pesquisas voltadas para a doença para se dedicar ao estudo de enfermidades mais comuns em países desenvolvidos, como câncer, Aids e doenças cardíacas, que trariam um retorno financeiro maior.

 

Ativistas brasileiros também temem as consequências do cofre minguado do Ministério da Saúde. O Programa Nacional de Combate à Tuberculose, subordinado à pasta, passou pelo menos quatro meses sem coordenador, gerando o receio de que ele seria incorporado a outro departamento. O cargo foi preenchido recentemente, mas os movimentos sociais acusam as autoridades de negligenciarem a enfermidade durante a distribuição de verbas.

 

O psicólogo social Carlos Basilia, coordenador do Observatório Tuberculose Brasil, avalia que o governo federal distraiu-se diante o combate ao vírus zika e aos casos de microcefalia.

 

— Com o surgimento das novas emergências, a tuberculose, que é igualmente grave, corre o risco de ter cada vez menos recursos — lamenta Basilia, que também é secretário-executivo da Parceria Brasileira contra a Tuberculose. — Houve queda da mortalidade da doença, mas estamos longe de uma situação confortável. Pela primeira vez em quatro anos, o governo não deve lançar uma nova campanha. Procurado pela reportagem, o Ministério da Saúde não quis se manifestar.

 

RIO TEM MAIOR NÚMERO DE CASOS

 

Segundo o Boletim Epidemiológico da Secretaria de Vigilância Sanitária de 2014, o risco de adoecimento por tuberculose muitas vezes está ligado à pobreza e à má distribuição de renda. Entre os moradores de rua, a possibilidade de infecção é 32 vezes maior. O risco também cresce em 28 vezes entre os detentos.

 

O Rio de Janeiro é o estado que apresenta o maior número de casos por habitante — 66,45 para cada 100 mil pessoas em 2014 — e o mais elevado índice de mortalidade — naquele ano, foram 842 óbitos.

 

Alexandre Chieppe, subsecretário estadual de Vigilância em Saúde, explica que a grave situação da tuberculose pode ser explicada pela alta densidade demográfica, já que a convivência prolongada e muito próxima, em ambientes como casas coladas e sem janelas, facilita a infecção.

 

— Noventa por cento da população do estado está na região metropolitana, que é uma área muito pequena — assinala. — Há fatores sociais relevantes, como a pobreza e o precário uso do espaço urbano. Não vemos a luz do Sol em algumas partes de favelas como a Rocinha, e os complexos da Maré e do Alemão.

 

Para o subsecretário, o tratamento da tuberculose tem dois pilares:

 

— Precisamos investir no diagnóstico precoce e no tratamento adequado, sensibilizando as pessoas sobre o problema — reivindica. — Qualquer um que tosse por mais de três dias é caso suspeito. E ainda temos que lidar com estigmas e preconceitos. Desde 1991, diminuímos as taxas de incidência e mortalidade, mas ainda estamos em um patamar inferior ao ideal.

 

Fonte: O Globo com adaptações.

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CO2 NA ATMOSFERA ATINGE NÍVEL RECORDE EM 30 ANOS, DIZ ONU

Outros gases do efeito estufa produzidos pelo homem também aumentaram

GENEBRA – Os níveis dos gases do efeito estufa na atmosfera tiveram uma alta recorde em 2014, num momento em que o implacável agravamento das mudanças climáticas faz com que o planeta fique mais perigoso para as gerações futuras, disse a Organização Meteorológica Mundial (OMM), uma agência da ONU, nesta segunda-feira.

 

“Todo ano, dizemos que o prazo está se esgotando. Temos que agir agora para reduzir as emissões de gases do efeito estufa se quisermos ter uma chance de manter o aumento da temperatura em níveis administráveis”, disse o secretário-geral da entidade, Michel Jarraud, em comunicado.

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Gráficos de emissões elaborados por essa agência da Organização das Nações Unidas mostram a elevação constante dos níveis de dióxido de carbono, o principal gás do efeito de estufa, que alcançou 400 partes por milhão (ppm), estabelecendo um novo recorde a cada ano desde que foram iniciados monitoramentos confiáveis, em 1984.

 

Os níveis de dióxido de carbono alcançaram a média de 397,7 ppm em 2014, mas rapidamente romperam a barreira de 400 ppm no hemisfério norte no início de 2014, e novamente no início de 2015. Logo, 400 ppm será uma realidade permanente, disse Jarraud.

 

“Isso significa temperaturas mais quentes no mundo, eventos climáticos mais extremos, como ondas de calor e inundações, derretimento de gelo, elevação do nível do mar e aumento da acidez dos oceanos. Isto está acontecendo agora e estamos nos movendo em território desconhecido em uma velocidade assustadora”, afirmou.

 

O aumento nos níveis de dióxido de carbono vem sendo amplificado por níveis mais elevados de vapor de água, que por sua vez foram subindo por causa das emissões de dióxido de carbono, afirmou a WMO.

 

Níveis dos outros dois principais gases do efeito de estufa produzidos pelo homem, o metano e o óxido nitroso, também continuaram sua inexorável ascensão anual em 2014, chegando a 1.833 partes por bilhão (ppb) e 327,1 ppb, respectivamente. Ambos tiveram seu mais rápido ritmo de aumento em uma década.

 

O painel de cientistas do clima da ONU estima que as concentrações de dióxido de carbono, metano e óxido nitroso são as mais elevadas em pelo menos 800.000 anos.

 

Mais de 150 países, liderados pela China e Estados Unidos, os maiores emissores de gases de efeito estufa, divulgaram planos para limitar as emissões de gases do efeito de estufa a partir de 2020. Mas os planos revelados até agora não irão reduzir as emissões o suficiente para atender a uma meta acordada em 2010 de limitar o aquecimento mundial a menos de 2° Celsius em relação aos níveis pré-industriais.

Fonte: O Globo

Categoria: Acontece
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LÍDERES DO G7 PROMETEM AFASTAR ECONOMIAS DOS COMBUSTÍVEIS DE CARBONO

‘Nos comprometemos a fazer nossa parte para atingir uma economia de baixo carbono’, dizem governantes

BERLIM – Os líderes do G7 concordaram, em uma cúpula realizada nesta segunda-feira (8), em afastar suas economias dos combustíveis de carbono. Eles também se comprometeram a cumprir uma meta global para limitar o aumento das temperaturas médias globais em dois graus Celsius, em comparação com os níveis pré-industriais.

 

Em um comunicado divulgado no final da cúpula de dois dias em um luxuoso hotel na Baviera, na Alemanha, os líderes do G7 disseram que apoiam a redução mundial da emissão de gases causadores do efeito estufa.

 

“Nos comprometemos a fazer nossa parte em atingir uma economia global de baixo carbono em longo prazo, incluindo o desenvolvimento e uso de tecnologias inovadoras e vamos nos empenhar em uma reestruturação do setor energético até 2050”, afirma o comunicado emitido pelos governantes.

 

MERKEL PRESSIONOU LÍDERES

 

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, pediu expressamente aos líderes do G7 para se comprometerem com objetivos mais duros para cortar os gases causadores do efeito-estufa.

 

Apelidada de “chanceler do clima”, Merkel tinha o objetivo de revalidar suas credenciais verdes ao conseguir que as nações industriais do G7 aceitassem as metas de emissão, antes do encontro da ONU sobre o clima em Paris.

 

Em um impulso para a tentativa de Merkel de combater o aquecimento global, o Japão informou no domingo que vai apoiar que os países do G7 apresentem suas próprias metas para a redução da emissão de dióxido de carbono.

 

O presidente francês, François Hollande, cujo país receberá a cúpula da ONU sobre o combate às mudanças climáticas no final do ano, também buscou um comprometimento ambicioso do G7 para o fim da dependência de combustíveis fósseis.

 

Fonte: O Globo

Categoria: Acontece
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PROFESSOR PARTICIPA DA SEMANA DE ESTUDOS NA ONU

O professor do curso de Direito do UDF, Hédel Torres, participou como convidado da Semana de Estudos na Organização das Nações Unidas – ONU. O objetivo da Semana foi capacitar profissionais para desempenhar funções na Organização.

 

A participação do professor se deu devido a sua presença em discussões no Alto Comissariado da Organização para Direitos Humanos, oportunidade em que apresentou seu livro “Tráfico de Mulheres. Exploração Sexual: Liberdade à Venda”. Também durante o evento, ele recebeu um convite para lançar o livro em Genebra, na Suíça.

 

Além do professor, nove outros brasileiros participaram do encontro, todos ligados a projetos em áreas de atuação da ONU.

 

Categoria: UDF pra você
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ONU RELATA QUE REGIME DA SÍRIA COMETEU CRIMES CONTRA A HUMANIDADE

Comissão afirmou ainda que oposição a Assad cometeu crimes de guerra. Relatório sobre guerra civil cita uso de armas químicas, mas sem confirmar.

Um relatório da comissão de investigadores da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgado nesta quarta-feira (11) em Genebra diz que o regime de Bashar al-Assad na Síria cometeu “crimes contra a humanidade” e que a rebelião que se opõe ao governo cometeu “crimes de guerra” durante a guerra civil, que em 30 meses matou mais de 110 mil pessoas.

 

A Comissão, que investiga crimes contra os direitos humanos na guerra civil e é liderada pelo brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro, menciona, sem poder confirmar, “acusações relacionadas à utilização de armas químicas, principalmente pelas forças governamentais”.

 

“Com base nas provas atualmente disponíveis, não foi possível chegar a uma conclusão sobre os agentes químicos utilizados, seu sistema vetor ou os autores destes atos. As investigações continuam”, afirma o documento.

 

 

“As forças governamentais e seus partidários continuaram executando ataques generalizados contra a população civil, cometendo assassinatos, torturas, estupros e desaparecimentos forçados, que constituem crimes contra a humanidade”, afirma o relatório.

 

O documento também denuncia as “forças antigovernamentais, que cometeram crimes de guerra, assassinatos, execuções sumárias, atos de tortura, sequestros e ataques contra objetivos protegidos”.

 

A Comissão de Investigação dirigida por quatro juristas internacionais apresentou o relatório sobre o período de 15 de maio a 15 de julho de 2013 ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas.

 

O documento deve ser entregue posteriormente ao Conselho de Segurança.

 

Fonte: G1 (Íntegra)

Categoria: Em pauta
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NELSON MANDELA FAZ 94 ANOS

Símbolo vivo da luta contra a segregação racial

 

Símbolo da paz na África e exemplo para os líderes políticos, Nelson Mandela completa 94 anos nesta quarta-feira, dia 18 de Julho.

 

Desde 2010 o mundo comemora a data como o Dia Internacional de Mandela, uma iniciativa da ONU para estimular todos os cidadãos a dedicarem 67 minutos de seu tempo a causas sociais.

 

Os 67 minutos representam um minuto por ano que o líder sul-africano dedicou a lutar pela igualdade racial e ao fim do apartheid.

 

Mandela, ex-presidente da África do Sul (1994-1999) e Prêmio Nobel da Paz em 1993, é chamado também de Pai da Pátria no seu país.

 

Ele ficou preso durante 28 anos por suas ações de resistência ao regime de segregação racial no país.

 

Com limitações físicas devido à idade, Mandela tem aparecido pouco em público.

 

“Sonho com o dia em que todos levantar-se-ão e compreenderão que foram feitos para viverem como irmãos”, disse Mandela, pedindo o apoio de brancos, negros e mestiços para acabar com a segregação racial na África da Sul.

 

Mandela se tornou uma espécie de símbolo internacional em decorrência de sua luta contra o regime segregacionista do apartheid.

 

De 1948 a 1994, a África do Sul viveu sob o regime de segregação racial, com divisões sociais, políticas e econômicas.

 

Os direitos da maioria da população negra foram reduzidos em detrimento dos da minoria branca.

 

O apartheid gerou violência e um significativo movimento de resistência interna, assim como embargo internacional à África do Sul.

 

Ao longo da história, houve uma série de revoltas e protestos no país, colocando em lados opostos brancos e negros.

 

Mandela ficou preso de 1962 a 1990.

 

Mesmo na prisão, manteve sua força política interna e externa.

 

Recebeu homenagens em vários países e o título de doutor em direito pela defesa aos direitos humanos.

 

Em 1993, Mandela foi eleito presidente, consolidando um marco histórico na África do Sul e buscando reconciliar oprimidos e opressores.

 

Ao visitar o Rio de Janeiro, em 1992, logo depois de assumir a Presidência da África do Sul, Mandela foi homenageado e disse ter se sentido em casa.

 

Fonte: Íntegra Só notícia boa

Categoria: Acontece
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ONU APRESENTA NA SUÉCIA OS 10 DIREITOS E PRINCÍPIOS DA INTERNET

Governos, sociedade civil e empresas ligadas à ONU discutem a proteção dos direitos humanos na internet

A Organização das Nações Unidas (ONU) apresentou recentemente na Suécia os “10 Direitos e Princípios da Governança da Internet”. O documento foi compilado pela Coligação Dinâmica de Direitos e Princípios da Internet (IRP), uma rede aberta de indivíduos e organizações que trabalham para defender os direitos humanos na internet.

Cada um dos princípios está enraizado nas normas internacionais de direitos humanos, e deriva da Carta de Direitos Humanos e Princípios para a Internet em elaboração pela Coligação. Diante disso vale destacar o papel sem precedentes da internet em nossas vidas diárias. Oportunidades e conscientização pertinente também no campo dos direitos humanos.

Entenda os 4 primeiros princípios:

1) Universalidade e Igualdade - Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos, que devem ser respeitados, protegidos e cumpridos no ambiente online;

2) Direitos e Justiça Social - A internet é um espaço para a promoção, proteção e cumprimento dos direitos humanos e também da promoção de justiça social. Cada indivíduo tem o dever de respeitar os direitos humanos de todos os outros no ambiente online;

3) Acessibilidade - Todos os indivíduos têm igual direito de acesso e utilização a uma internet segura e aberta;

4) Expressão e Associação - Todos os indivíduos têm o direito de procurar, receber e difundir informação livremente na internet sem censura ou outras interferências. Todos os indivíduos têm também o direito de se associar livremente, seja para fins sociais, políticos, culturais ou outros, na e através da Internet.

Veja aqui a lista completa

E participe também no desenvolvimento e elaboração da Carta pelo site da IRP ou pelo Twitter @netrights .

 

Com informações do site Acontecendo Aqui.

Categoria: Fique de Olho
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