APÓS DEZ ANOS, GOOGLE ANUNCIA QUE O ORKUT SERÁ DESATIVADO

As comunidades serão mantidas na rede como uma espécie de arquivo a partir de 30 de setembro

Uma das redes sociais mais populares está com data marcada para acabar. O Google anunciou nesta segunda-feira (30/6) que vai desativar o Orkut em setembro. “Ao longo da última década, YouTube, Blogger e Google+ decolaram, com comunidades surgindo em todos os cantos do mundo. O crescimento dessas comunidades ultrapassou o do Orkut. Por isso, decidimos dizer adeus ao Orkut e concentrar nossas energias e recursos para tornar essas outras plataformas sociais”, informou por meio de nota.

 

Novas contas não poderão ser criadas a partir de hoje, no entanto, os usuários poderão fazer o login para resgatar fotos, scraps e depoimentos e, quem sabe, conferir a sorte do dia e ver como está o seu Buddy Poke.

 

Após o prazo de seis meses, não será possível acessar o endereço www.orkut.com, uma vez que o engenheiro turco Orkut Büyükköktën assumiu o controle do domínio. Quem optar por manter as informações da página será possível migrar para o Google +, rede social ainda em expansão.

 

As comunidades, que fizeram sucesso, como a “Eu odeio acordar cedo”, que reuniu mais de 6 milhões de usuários, serão mantidas na rede como uma espécie de arquivo a partir de 30 de setembro.

 

Fonte:  Correiobraziliense

Categoria: Em pauta
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MENSAGENS OFENSIVAS NAS REDES SOCIAIS

Qualquer tipo de mensagem que ofenda terá que ser retirada em 24 horas

Uma decisão importante para o direito dos internautas. Agora, as mensagens publicadas nas redes sociais e que forem ofensivas, terão um prazo de 24 horas para sair do ar, após a denúncia, sem ter que esperar qualquer decisão judicial.

 

 

A decisão da Ministra do Superior Tribunal da Justiça, Nancy Andrighi, veio após a denúncia de uma moradora do Rio de Janeiro, que depois de descobrir um perfil falso no Orkut em seu nome, denunciou o caso ao Google. A regra vale também para e-mails, como Gmail e Hotmail.

 

Fonte: Só notícia boa

Categoria: Acontece
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QUEM NASCEU PRIMEIRO: A REDE OU A REPERCUSSÃO?

Desde o início de 2011, tem se falado muito sobre a mobilização convocada pelas redes sociais na tomada de decisões e derrubada de governos, como o de Hosni Murabak, no Egito, e Muammar Kadaf na Libia. De repente, a população desses países encheu-se de expectativas após ter sido convocada por milhares de internautas por meio de redes sociais como o Facebook e o Twitter.  Uma mobilização dessa grandeza seria inimaginável há cinco anos e agora se torna uma força sem precedentes graças à acessibilidade da tecnologia.

O poder que a internet possui na capacidade de comunicação já está mais do que reconhecido e sua grande força de propagação começa a cair no gosto dos 73,9 milhões de internautas brasileiros. Dois exemplos (brasileiros) recentes entraram no Trending Topics do Twitter: a autorização do Ministério da Cultura para captação de recursos para o blog da cantora Maria Bethania e o comentário infeliz sobre a morte do ex-vice-presidente José Alencar, feito pelo perfil oficial da Secretaria da Cultura de São Paulo. Ambos geraram enorme repercussão, o que despertou surpresa e, ao mesmo tempo, alerta para os meios de comunicação.

Qual é a explicação para o aumento do interesse pelas redes sociais? O poder de repercussão que a web causa é que provoca o crescimento no número de usuários, ou as redes possuem um fascínio tão intrínseco pela sua essência de conectar pessoas e isso acaba sendo a mola propulsora dessa expansão?

Segundo o Ibope Nilsen Online, 85,3% das pessoas que acessam a internet visitam, ao menos uma vez por mês, uma rede social. No mês passado, enquanto o Orkut teve 32,41 milhões de acessos, o Facebook atingiu o número de 17,92 milhões. Briga de gigantes numa luta para ver quem possui o poder de mobilizar mais seguidores.

Por outro lado, ao mesmo tempo em que o volume de seguidores aumenta, o Yahoo Research revela um estudo que questiona o caráter “social” das redes. A pesquisa descobriu que apenas 0,05% dos usuários do Twitter produzem os conteúdos que são consumidos na plataforma. O estudo apontou ainda que 50% de todos os tweets foram gerados por “meros” 20 mil usuários. Já no Brasil, um estudo divulgado pela eCMetrics mostra que apenas 16% dos internautas produzem conteúdo em redes sociais.  A maioria dos internautas simplesmente reproduz o conteúdo, numa atitude passiva frente às novas possibilidades de aprendizado e interação.

O grande sucesso das redes sociais e seu poder de mobilização ocorrem numa realidade comparada à Lei de Pareto, com o princípio 80/20, entre a proporção de internautas socialmente ativos e os passivos, respectivamente. Agora, proponho um exercício de pensamento: imagine quando essa proporção se inverter, ou se tornar mais equilibrada. Imagine a influência e o impacto que os fatos ganharão nas redes sociais. Não haverá poder de repercussão maior entre os meios de comunicação. Pra quem acompanha de fora, um aviso: as revoluções virtuais estão apenas começando.

*Stephania Fincatti é gerente de comunicação web do Grupo Cruzeiro do Sul Educacional

Categoria: UDF pra você
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