AMIZADES

Arranjar amigos, daqueles que a gente pode contar sempre, é bem difícil não é mesmo? Ainda mais quando temos que achar um tempo em meio a correria do trabalho e dos estudos para cultivar essas amizades. Cultivar se encaixa muito bem nesse contexto, pois amizades são como plantas, que exigem um cuidado e dedicação (principalmente no começo) para que cresçam e gerem coisas boas no futuro. Isso gera quase que uma obrigação de se preocupar com outros além de si mesmo(a), e isso para algumas pessoas é algo cansativo, mas pode gerar muitos benefícios, pois é mais fácil alcançar lugares difíceis quando se tem ajuda, não acha? Um dos segredos para se ter uma amizade verdadeira, é cultivá-la com coisas boas, com carinho e zelo. As boas amizades nos colocam para cima, nos fazem seguir em frente, e aos poucos vamos nos tornando pessoas melhores.

 

Temos que ter cuidado quando escolhemos com quem nos relacionamos, para não seguirmos o caminho inverso e dar valor às amizades ruins. Algumas pessoas, quando não estão bem, procuram apoio nas amizades que potencializam o problema, que colocam para baixo e sugam todas as qualidades. Esse tipo de amizade só gera frutos ruins, e é necessário saber a hora de parar de regar esses relacionamentos destrutivos para que as amizades que realmente valem a pena possam crescer.

 

Em estudo da Universidade da Carolina do Norte¹, descobriu-se que ter amigos é tão benéfico à saúde quanto exercícios físicos e alimentação saudável, e que na vida adulta, a quantidade de amigos não importa muito, mas sim se esses amigos conseguem dar apoio nos momentos de necessidade. A questão da duração de uma amizade é relativa, pois não dá para prever quais serão duradouras ou passageiras, então o melhor a se fazer é aproveitá-las sem se preocupar com o tempo, mas sim com intensidade e a qualidade.

 

Por último, e não menos importante, será que você é seu(sua) próprio(a) amigo(a)? Estamos em constante mudança, e precisamos nos preparar para aceitar nossas futuras versões todo o tempo, cuidando e acolhendo com a mesma dedicação e carinho que temos com os outros. Você é a pessoa que melhor conhece suas necessidades, então tente sempre procurar o melhor para si mesmo(a), mas não hesite em procurar as boas amizades quando algo não estiver bem, para que elas te ajudem a lidar com as adversidades, pois mesmo que você seja amigo(a) de você mesmo(a), uma planta sozinha que está em crescimento pode sofrer até com o menor vento, mas se há pelo menos mais uma ao seu lado apoiando, é muito mais fácil superar os problemas para que cresçam juntas.

 

 

1-    http://super.abril.com.br/comportamento/ter-amigos-e-tao-importante-quanto-exercicios-fisicos-e-alimentacao-saudavel

 

Angelita Aparecida F de Souza – 8° semestre
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DESISTIR DE MIM MESMA: UM DIÁLOGO ENTRE TRANSFOBIA E DEPRESSÃO

Por Maria Léo*

 

Neste texto, minha pretensão não é universalizar minhas experiências. Não busco, aqui, estender minhas sensações e dores para todas as pessoas trans. Este texto é uma necessidade que eu tive de estabelecer um diálogo comigo mesma sobre meus últimos dias. É um testemunho-travesti que apresenta uma contínua tentativa minha de sobreviver ao Regime Transfóbico que me toca, prende e sufoca. Nesta escrita, pretendo abordar um outro lado de uma realidade social e política própria; uma trans-realidade, cujo cerne não será a expressão de gênero ou a matéria corporal em si, mas, sim, o interno, o sensitivo e o psicológico. Espero que a linguagem, aqui, depositada − proveniente de um fundo de angústia e vontade − desperte conexão e diálogos com vocês que me leem: habitantes do exterior.

 

Há dias, tenho me encontrado distante de tudo que amo. Convivo com um cotidiano bordado de tristeza e cansaço, e o ímpeto que tinha em realizar atividades fora de casa já me escapou. Penso em desistir toda vez que tenho que mostrar meu corpo para o mundo e receber seus estímulos. Os olhares, os tratamentos e os risos que encontro ensinam-me que o apropriado é sumir. Assim, de forma gradual, uma dor muito forte aponta no corpo; muito me aflige, muito me rompe. E, começo a acostumar-me com a solidão.

 

Acredito que a principal causa de toda essa situação em que estive foi a violência que cometia contra mim mesma.  Uma autocrítica e desconfiança de quem eu era ganharam proporções imensas que terminaram no meu isolamento. Eu buscava, a todo momento, em cada instante, uma explicação coerente com Sentido e Origem sobre quem eu era. Sobre, especificamente, o que é ser Trans. Essas perguntas, que não possuíam as respostas adequadas e esperadas capazes de acalmar a ânsia presente em mim, fez com que eu apostasse que tudo isso que experienciava era falso e errado. Deparei-me, então, com uma sensação de crise que me derrotou: eu amava o que tinha construído em mim; meus processos externos e internos; minhas transformações corporais; meu imaginário sobre mim mesma e com o mundo; mas, parecia que, ainda, assim, o certo seria abandonar tudo. A maior dor veio com a constatação de que eu não poderia e não conseguiria viver fora daquela estética que fiz para mim, e se eu realmente tivesse que abandoná-la, seria melhor largar tudo o que me cerca. Logo, se eu não existisse para o exterior, eu não precisaria ser interpelada nem colocada à prova, e, assim, só me teria para mim. A conclusão que obtive foi de que se eu tivesse que continuar viva, eu viveria somente para mim mesma; afastada de todos, sem ninguém para enxergar-me, para duvidar de quem eu sou.

 

Eu confiei, durante muitos dias, no meu apagamento, e, até hoje, uma agonia e um padecimento surgem só de pensar que vivo, exatamente, em uma época de profunda disputa sobre os nossos direitos e sobre a legitimidade de nossa existência. De um lado, um esbanjamento de discursos jurídicos, políticos, religiosos e acadêmicos os quais são criados e desenvolvidos para tornar-nos mazelas e falhas sociais, de outro, a nossa persistência em gritarmos que somos possíveis.

 

Nessa minha busca por respostas, conversei com muitas pessoas trans. Fiz diversas perguntas e recebi muitos retornos. Não encontrei nada único e óbvio. Porém, finalmente percebi que, naquele amontoado de palavras e textos que coletei, encontraria o que desejava. Uma das falas que mais me chamaram a atenção foi a de uma grande amiga travesti. Ela me disse: “Você vai encontrar o que você quer achar, quando você procurar o porquê de sentir que não deve existir”. Meus olhos marejaram quando li isso. Imediatamente, uma calma se estabeleceu e entendi que a nossa luta é, realmente, maior e mais complexa.

 

O que minha amiga quis me dizer era, simplesmente, que a minha própria sensação de não querer existir para o mundo do jeito que eu me vejo, do jeito que eu me entendo, era a resposta sobre quem eu sou, era a resposta sobre a minha travestilidade. Logo, percebi que o desespero e a angústia que sentia, naqueles dias, davam-se, precisamente, devido à falta de um Sistema de ideologias, linguagens e termos capazes de assegurar a minha existência enquanto pessoa trans. Assim, mesmo sabendo que dificilmente irei encontrar uma explicação simples e totalmente sensata sobre nós ─ pessoas fora da Cisgeneridade ─ compreendi que uma das maiores violações da Transfobia é, exatamente, retirar de mim muito da minha capacidade de Realização. Isto é, retirar de mim a possibilidade de ser uma criatura viável, autêntica e real neste mundo.

 

A Transfobia atingiu meu psíquico retirando de mim qualquer suporte de legitimação sobre quem eu sou e o que sinto. A Transfobia me tolheu de mim mesma. Por muito tempo, acreditei que ser uma travesti só se resumiria a dor. Porém, agora, prometi a mim mesma que vou continuar me apegando a esses dias ruins que tive sozinha, mas com uma nova intenção, com uma nova interpretação. A resposta que tanto busquei e, enfim, achei era a de que pessoas como eu existem, elas possuem muitas sensações e lucubrações em comum e muitas diferentes também, e que, muitas vezes, elas só precisavam ser o que são mesmo sem explicações e afirmações determinadas sobre si mesmas. E, que, também, é normal não dominar todos os fundamentos e justificativas de uma situação que se vive, pois a nossa linguagem e o nosso imaginário social ─ amparados pela Transfobia ─ não permitem que pessoas trans sejam concebíveis. Por isso, colocar-me-ei nesse espaço de dúvidas e conflitos e farei dele um Campo próprio e comum. Não vou me apoiar nas explicações e motivos já estabelecidos, cujas narrativas são criadas por uma história cisgênera e binária. A proposta que guiará minha militância, a partir desses momentos de fragilidade que passei, será escutar e adentrar esse Campo em que uma gramática-trans está sendo arquitetada. Uma gramática, feita de imprecisão e de interrogação, mas conduzida por nossos relatos-sentimentos e testemunhos de experiências. Quero conhecer, cada vez mais, esse Campo, reconhecer seus sujeitos e suas histórias e encontrar nele o verdadeiro Suporte para a minha existência.

 

Por fim, só preciso afirmar que a Transfobia não só atacou meu corpo com os assédios e com as lesões físicas, ela fez eu me perder na minha própria história, ela me fez querer acreditar que o meu amor pelo meu corpo era errado, ela me fez negar meus desejos e vontades, fez, enfim, eu me afastar da minha vida. A Transfobia não queria permitir a minha realização, não queria permitir a comprovação de mim mesma. Mas, foi deparando-me com os relatos e contos daquelas próximas a mim que, compartilhando das mesmas dúvidas e angústias, eu tomei a coragem de ser o que preciso. Eu não vou mais desistir de fomentar e proteger esse espaço de diálogo e criação que as pessoas trans estão edificando para si mesmas. Eu não vou desistir de perpetuar nossas histórias e nossa gramática, a qual contém signos e significados de nossa própria constituição. Agora, essa é a minha gana.

 

 

* Maria Léo Araruna, 21, é travesti, estudante de Direito na Universidade de Brasília e militante da Coletiva LGBT e Projeto de Extensão “Corpolítica”. Ela escreveu esse texto para o CineUDF sobre transfobia, que ocorreu aqui no UDF.

 

Obs.: O UDF não tem qualquer opinião sobre o texto. O conteúdo é de responsabilidade apenas da autora.

 

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RECOMEÇO

Compreendo muito bem que esse texto pode despertar vários tipos de pensamentos e sentimentos. Se você sofre de depressão, isso não tem o objetivo de te forçar a ver a vida de uma forma linda, perfeita e sem falhas, o objetivo é clarificar que a vida é feita de várias escolhas, recomeçar faz parte de uma delas. Se você sofre de ansiedade, também não significa que você tem de tomar uma decisão logo de cara, ou que você tem de largar tudo, ou que você TEM de tomar uma decisão… Às vezes, precisamos desencanar um pouco de tantas escolhas que a vida nos dá e deixar que as coisas fluam, então tentem tirar o melhor do texto para vocês, é apenas uma das várias formas de se enxergar o mundo.
Quem nunca se pegou diante de uma situação onde se pensa em um recomeço? Diariamente nos vemos diante de escolhas a serem feitas, decisões a serem tomadas, o peso dessas situações nos coloca diante de extrema hesitação, e o mais frustrante é o quão recorrente é esse evento em nossas vidas, seja um relacionamento amoroso, seja um relacionamento familiar, seja em círculos sociais, no trabalho ou uma escolha na vida acadêmica.
O recomeço é algo que nos aflige. Às vezes, nos vemos tão envolvidos com projetos, planejamentos e/ou relações, porém em algum momento da nossa vida, é muito provável que passemos por uma situação, uma crise, onde ou se recomeça ou se mantém preso àquele acontecimento, naquele projeto, naquela relação. Nesse caso, nos encontramos diante de situações que simplesmente não avançam, seja um emprego em que não temos resultados, seja numa vida acadêmica em que não conseguimos contornar, seja em escolhas pós vida acadêmica, seja em um relacionamento que não acaba e também não vai pra frente.
Nessas horas é importante principalmente tomar consciência da nossa situação, claro que não vamos jogar tudo para o alto e agir como se nada importasse, mas em fato vamos nos colocar num momento reflexivo, analisar quais as possibilidades, analisar há quanto tempo estamos presos naquilo, refletir sobre os aspectos da nossa vida e por último, optar por um recomeço. Eu sei, eu sei que parece assustador e na verdade é mesmo, e sabe por quê? Porque estamos nos colocando numa quebra de paradigma, estamos forçando nossa saída da nossa zona de conforto. “Mas como assim zona de conforto, você tá maluco? Como que você pode chamar uma situação dessas de confortável?!”.
Quando digo zona de conforto, quero dizer que você está em uma situação que já está habituada(o), ou seja, às vezes, você já está acostumada(o) com aquela vivência e por já conhecer, já saber como isso ou aquilo funciona ou como aquela pessoa se comporta, você tem mais segurança em lidar com ela, e a parte amedrontadora em sair da zona de conforto é o medo do desconhecido. Nós, seres humanos, temos muito medo do desconhecido, ao mesmo tempo em que deslumbramos ele, nos vemos com um extremo receio, pois não sabemos como será o impacto que ele terá sobre nossas vidas, afinal, ele vai nos ajudar ou vai nos deixar em uma situação pior da que estamos?
Ir de fronte ao desconhecido é como uma aventura, a amamos e odiamos e o melhor de uma aventura sabe qual é? É o momento de contá-la, nos vemos sempre diante de situações desesperadoras, porém quando elas passam, amamos ficar contando nossos contos heróicos desbravadores, afinal, é uma prova da nossa coragem, uma marca de que somos humanos. Mas eu compreendo, sabe qual o momento mais difícil de uma aventura? O primeiro passo. Ele sim é algo que dá medo, é o momento em que tomamos nossa decisão, com ela podemos não alcançar nossas metas, mas também podemos algum dia alcançar. Mas o real problema é que nós nos vemos sempre diante do pensamento equivocado de que temos apenas uma oportunidade em toda a nossa vida, mas será que é isso mesmo? Eu acredito que não, eu acredito que a sociedade nos empurra para sempre tomarmos decisões rápidas e produtivas, em prol de uma “vida de sucesso”, mas o que é isso? O que é sucesso? Eu imagino que sucesso seja felicidade, só pode ser isso e felicidade só você pode determinar o que é para você.
A sociedade nos diz que temos um lance ao gol, uma flecha, e isso nos frustra, nos coloca diante de uma parede enorme… Ela nos faz pensar que temos de quebrá-la, mas o que a sociedade não te diz, é que na verdade, ela quer que você seja mais um tijolo naquela parede, fortalecendo-a, tornando-a maior, ela nos ensina a viver do jeito errado, porém o mundo que nos recebe quer que nós aprendamos a viver do jeito certo, do jeito que nos satisfaz, que nos torna feliz (ressalto que felicidade é subjetiva, então você determina o que isso significa para você), a vida é cheia de flechas, podemos sempre mirar de novo e lançar outra flecha, ou podemos escolher outro alvo, o que nos frustra de verdade não é errar o alvo, é não conseguir viver de acordo com as expectativas e realmente não dá, então nem tente. Não tenha medo de recomeçar, sejam relacionamentos ou projetos, não tenha medo de não ser ou ter o que planejou só porque você começou aquilo e tem medo de não ir até o final, as vezes temos que ir, as vezes não, você vai sentir no seu coração o que deseja fazer nessa situação e acho que para entender o que o seu coração está dizendo, é preciso ser honesto com ele, então, seja novo, seja velho, a vida existe para ser vivida, para ser experimentada, se permita viver, tome consciência de si mesmo, respeite seus sentimentos.

 

Lavoisier já disse: “Na Natureza nada se cria e nada se perde, tudo se transforma”. Mesmo que você ache que recomeçar é admitir que falhou, que perdeu algo, não é, tudo serve de experiência para você, recomeçar também é viver.

 

Angelita Aparecida F de Souza – 8° semestre

Jader Silva Tabosa – 7° semestre

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Orientadora: Roberta Ladislau Leonardo

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TUDO BEM EM PARAR UM POUCO

Hey, você! Isso mesmo, você: universitário. Você que começou o curso agora ou você que já está terminando, você já percebeu o quanto algumas vezes temos de ir num ritmo tão acelerado? Ultimamente tenho percebido o quanto nós somos pressionados no meio acadêmico e com as expectativas do mercado de trabalho…

Às vezes, passamos por um semestre, tendo que conciliar estudo, família, trabalho… Claro, são muitas matérias, avaliações, mas para além disso, nos vemos pressionados pela sociedade para apresentarmos sempre mais que o outro, salas abarrotadas de pessoas e cada um com sua própria realidade.

O universo acadêmico tem dessas, às vezes nos vemos diante de colegas que insistem em querer mostrar algum tipo de prova de que são “melhores”, às vezes nós nos pegamos sendo o colega que quer ser visto como “melhor”. Nos envolvemos nesse modelo produtivista, nos colocamos diante de situações desgastantes, tendo de ler sempre mais, tendo de escrever mais ou melhor, tendo de conquistar uma nota maior, ou mesmo conseguir sempre os elogios dos professores.

Uma frase que sempre levo comigo do Neil deGrasse Tyson, astrofísico e cientista brilhante é:

“O conhecimento nos dá poder para influenciar eventos.”

O que eu quero dizer com isso é que, a partir do momento em que você possui o conhecimento de como uma determinada realidade funciona, sabe o que está acontecendo, nos dá enormes possibilidades, dentre elas a de mudar e moldar essa realidade.

Então, pare, pense, analise, reflita: como você quer viver a sua vida universitária? Esse é um momento único, mesmo que faça outros cursos, cada vivência na sua vida é única, logo não faz sentido passar por esse momento sem se deliciar com ele. Esteja você começando agora ou mesmo que você esteja terminando o curso, aproveite ele, aproveite cada momento, seja mais humano e menos máquina. O conhecimento não é um produto a ser comercializado, algo a ser colocado em uma prateleira como um pote de milho qualquer, seu conhecimento é fruto do seu trabalho, tenha respeito por ele e tenha respeito por você.

O seu conhecimento faz parte de você, ele constitui um pedaço da sua identidade, do seu passado, do seu presente e do seu futuro, se você vai nutrir algo assim, o melhor adubo que recomendo é a paixão, paixão ao se descobrir os pequenos detalhes do seu curso aos poucos e com o tempo essa paixão acaba se concretizando e se transformando em um amor e não existe nada melhor do que amar aquilo que se estuda, aquilo que se conhece.

 

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O SUICÍDIO COMO TABU

Angelita Aparecida F de Souza – 7° semestre
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O foco deste artigo é falar sobre o suicídio de uma maneira mais informal e para iniciar bem essa conversa, é necessário primeiramente quebrarmos tabus e o suicídio, para a sociedade, é um tabu. É um tabu para a mídia, é um tabu para as pessoas no geral, é um tabu em qualquer âmbito social, muitas vezes até mesmo dentro do campo da saúde ele é um tabu. Podemos discutir inúmeras horas sobre o que leva esse assunto a ser um tabu, inclusive não é tão difícil, é um assunto que tem uma carga emocional forte para todas as pessoas e causa desconforto ao se abordar ele.

 

Além das horas de estudo que tenho sobre o assunto, a convivência com as pessoas me faz entender porque alguém que sofre com depressão, ansiedade e passa por constantes momentos lutando contra a ideação suicida muitas vezes se esconde, esconde o sentimento, desvia o assunto, entre outras formas de lidar com a situação. O que leva a isso é o senso comum. O senso comum que as pessoas tem ao se tratar do assunto como: “Isso é frescura, é só você parar de pensar nisso que passa”, “Porque você tem de ser tão negativo? A vida é tão bonita”, “Isso aí só pode ser droga”, “Mas olha, eu acho que se você trabalhar, você vai melhorar, isso aí é cabeça vazia”, “Isso é falta de Deus”, “Vai pra igreja orar e pedir a Deus que você melhora”, ou pior, “Isso é coisa do satanás, você tá é possuído”. Acho que todo mundo já deve ter escutado ou lido em algum lugar sobre alguém que falou dessa forma sobre o assunto, não é tão difícil se deparar com isso, então, já é possível entender o começo do problema?

 

O problema em se transformar algo em tabu é justamente o quão pouco um assunto se torna explorado não só na comunidade acadêmica como na sociedade em geral e também no campo da saúde. Portanto, o senso comum aparece como uma ferramenta para que as pessoas compreendam o mundo, primeiro se analisando para depois se observar efetivamente, sendo uma forma de comportamento social. Busca-se preencher as lacunas de informações que cercam os indivíduos com aquilo que se vivencia ou percebe com base nas experiências pessoais e experiências alheias, gerando novos conceitos e pré-conceitos com base em vivências pessoais ou de gerações passadas que são transmitidas para as próximas, sempre comparando, classificando e organizando, muitas vezes gerando uma visão estereotipada do assunto e pior ainda, dos indivíduos que sofrem com o sentimento .

 

Para lidar melhor com essa questão e trazer esse assunto à tona, o suicídio deveria ser abordado de forma empática por toda a sociedade, começando por uma conversa franca entre as pessoas que estudam o assunto a fim de buscar melhorias para esse problema de saúde pública. Para elucidar um pouco mais a realidade, estão aqui alguns dados, de acordo com o relatório da OMS (Organização Mundial de Saúde) de 2014, o Brasil é o 8º país no mundo com o maior índice de suicídio, ainda de acordo com o G1 “em 2012 foram registradas 11.821 mortes, sendo 9.198 homens e 2.623 mulheres (taxa de 6,0 para cada grupo de 100 mil habitantes)”. Então é importante não negligenciarmos essa realidade, O SUICÍDIO EXISTE. Pessoas que sofrem com esse sentimento existem aos montes, pessoas que tentaram o suicídio existem, bem como pessoas que ainda irão tentar pela primeira vez ou de novo…

 

Precisamos abrir os olhos do mundo, precisamos quebrar esse tabu, nós podemos sim conversar sobre isso, é uma questão de saúde pública, é uma questão de humanidade para com o próximo, precisamos escutar com mais atenção, prestar atenção nos sentimentos das pessoas, acolhê-las quando necessário, auxiliar, desenvolver nossa empatia e, principalmente, compreender que o suicídio precisa ser tratado. Não é frescura. Não é falta de Deus. É sofrimento. Procure um profissional da saúde mental sempre.

 

(Quem quiser olhar com mais calma, abaixo estarão alguns links com os dados das pesquisas completos, entre outras informações sobre o que foi abordado no texto.)

 

https://nacoesunidas.org/oms-suicidio-e-responsavel-por-uma-morte-a-cada-40-segundos-no-mundo/

 

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2014/09/brasil-e-o-8-pais-com-mais-suicidios-no-mundo-aponta-relatorio-da-oms.html

 

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-82712002000200013

 

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A CRIANÇA É UM PROBLEMA NA ESCOLA, O QUE FAZER?

Profa. Adriana Oliveira (UDF), Discentes: Klícia de Lima Ramos e Ruth Braga de Assis dos Anjos

 

Você já recebeu um bilhetinho de reclamação da escola porque seu filho era um aluno “problema”? Ou, você é um professor que está se sentindo impotente em sala de aula? Saiba que “Alunos indisciplinados” é um tema que move pais, professores e técnicos de escolas públicas e privadas de diversos contextos no Brasil (REGO, 1996). E para vencer essa dificuldade, é necessária uma reflexão acerca do assunto e uma melhor compreensão sobre as características desses alunos, a importância das regras, as causas, as alternativas disponíveis e a importância dos pais, educadores e psicólogos no desenvolvimento da criança.

 

PERFIL DO ALUNO PROBLEMA

 

“Aluno problema” é o termo popular empregado aos alunos indisciplinados na escola (AQUINO, 1998). Eles não obedecem às regras, aos pedidos dos professores, se envolvem em brigas com os coleguinhas e até mesmo em “bate-bocas” com os professores. São estressados, muitas vezes apresentam baixo nível de aprendizagem e rendimento acadêmico, e podem acabar recebendo muita reclamação, advertência e até mesmo suspensão. Além disso, em casos mais extremos, tem sido muito comum as escolas, ao se informarem do comportamento do ingressante, rejeitarem a vaga a esses alunos para evitarem futuros problemas.

 

E ENTÃO, O QUE PODE SER FEITO?

 

1º – Compreender o que é disciplina e o comportamento indisciplinar.

 

Segundo Rego (1996), as regras e o seu cumprimento são importantes para estabelecer harmonia entre as relações, cooperação, possibilitar diálogo e preservar o direito do outro. Da mesma forma, faz-se necessária a aplicação das regras dentro do contexto escolar, pois a internalização e a obediência a elas, norteiam e delimitam as relações sociais e podem levar o indivíduo à autonomia e liberdade. Nesta ótica, a indisciplina passa a ser vista como falta de respeito, intolerância e intransigência a regras que regulam a conduta de um indivíduo ou grupo (REGO, 1996).

 

2º – Identificar as possíveis causas.

 

A responsabilidade do comportamento problema não deveria recair a apenas em uma das partes envolvidas, ou seja, só sob a família, a escola, a sociedade em geral, ou ainda, ao ambiente economicamente e culturalmente desfavorecidos (REGO, 1996). O indivíduo é um ser biopsicossocial e segundo Belloch e Olabarria (1993), isso significa que é um ser singular e integral que é afetado por fatores biológicos (vírus, bactérias, genética, defeitos na estrutura anatômica, etc.), psicológicos (forma como percebe, internaliza o mundo, sente e reage) e sociais (interação com seu núcleo familiar, amigos e sociedade em geral). Nesse ínterim, o aluno pode, por exemplo, apresentar entre tantas possibilidades algum distúrbio neurológico, de aprendizagem ou comportamental (AQUINO, 1998). E como o indivíduo é um ser único, o conjunto de fatores que determinam seu comportamento pode variar de pessoa para pessoa, recomenda-se procurar um profissional competente para fazer as devidas análises e encaminhamentos e/ou poder auxiliá-lo nesse processo de descoberta das causas e mudanças.

 

3º – Maior participação dos pais no desempenho escolar do seu filho junto à escola.

 

A escola e a família devem trabalhar em parceria para o bom desempenho do aluno. O papel de educar começa com a família e estende-se à escola. Os conceitos, virtudes e valores que durante a vida darão norte à criança devem ser transmitidos pelos pais, de forma que a escola venha apenas para complementar. Os pais devem estar presentes e ter uma participação ativa no desenvolvimento escolar da criança e do adolescente, devem apoiar e dar suporte nos conteúdos aprendidos em sala de aula e estarem atentos às suas dificuldades. É de suma importância também a comunicação e diálogos abertos entre a escola e família. A família deve estar atenta a indícios, sintomas e sinais que possam evidenciar um comportamento problemático do aluno (VASCONCELLOS, 2000).

 

4º- O professor pode lançar mão de algumas estratégias em sala.

 

Segundo Souza (2002), autora do livro “A práxis na formação de educadores infantis”, algumas alternativas indicadas aos professores para combater a indisciplina são:

  • Construir regras para melhorar a convivência junto com os próprios alunos;
  • Fazer trabalhos em equipe e criar recursos para despertar a vontade de querer aprender;
  • Adotar exercícios que estimulam e aulas interativas;
  • Ser atencioso e procurar conhecer o aluno, seus conflitos e problemas;
  • Incentivar os alunos e elogiar suas boas condutas;
  • Buscar a participação da família na vida escolar;

 

5º – Procurar ajuda de outros profissionais.

 

Além da participação dos pais e professores no acompanhamento ao aluno, o psicólogo escolar poderá atuar auxiliando a família e/ou professores no descobrimento e no discernimento acerca do contexto educacional para que possam alcançar maior confiança e autonomia diante de seus alunos. Poderá desenvolver junto à escola, ações esclarecedoras sobre temas diversos, como por exemplo: ética, agressividade, bullying, entre outros. Pode ainda, fazer reuniões com os pais sobre o desenvolvimento acadêmico dos alunos e trabalhos em equipe para a melhoria das relações interpessoais (VASCONCELLOS, 2000).

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SER BILÍNGUE FAZ BEM AO CÉREBRO E PREVINE DEMÊNCIAS, DIZ PESQUISADORA

A psicóloga Ellen Bialystok, professora da Universidade de York, no Canadá, descobriu, em uma série de pesquisas, que as pessoas bilíngues têm vantagens cognitivas em comparação aos monolíngues. De acordo com a pesquisadora, quem fala duas línguas em seu cotidiano tem mais facilidade de focar sua atenção naquilo que é relevante, ignorando as distrações.

 

Além disso, o bilinguismo pode retardar o aparecimento de demências, segundo estudos conduzidos por ela. A cientista esteve no Brasil na semana passada para participar do evento “Bilingual Institute for Advancements”, organizado pela Escola Cidade Jardim/Play Pen, de São Paulo.
A razão pela qual os cérebros bilíngues são diferentes é que, para um bilíngue, as duas línguas estão sempre ativas. Não há revezamento entre as línguas. Então se você está falando em inglês comigo agora, o português continua totalmente ativo e disponível.

 

Potencialmente, esse é um problema. Se você tem duas possibilidades ativas sobre como dizer as coisas e como entender as coisas, esperaríamos muita confusão e muitas intrusões em que você escolheria a palavra da língua errada. Mas isso não acontece na prática. Por que?

 

O que a maioria dos pesquisadores acredita ser a explicação é que há um sistema no cérebro cujo trabalho é controlar e gerenciar a atenção quando há competição, quando duas coisas estão ativas e você tem que escolher uma e ignorar a outra. Este é o chamado sistema de controle executivo, e ele fica na parte da frente do cérebro.

Cérebro (Foto: Reprodução/Globo Repórter)

 

É um sistema muito importante: é o último sistema a se desenvolver na infância e o primeiro a declinar com o envelhecimento. É a base da atenção e da realização de tarefas simultâneas.

 

A ideia é que bilíngues, que sempre têm as duas línguas ativas, conseguem gerenciar essa competição e evitar potenciais intrusões e confusões ao usar o sistema de controle executivo.

 

O que você tem é uma situação em que os bilíngues estão usando esse sistema o tempo inteiro, muito mais do que os monolíngues. Então esse sistema muda, torna-se mais eficiente e torna-se mais forte.

 

Quem pode ser considerado bilíngue?

 

O bilinguismo não é uma distinção categórica. A questão nas pesquisas não é encontrar diferenças entre bilíngues absolutamente e totalmente proficientes e aqueles completamente monolíngues.

 

Em vez disso, ver que tipo de experiência bilíngue é associada com a emergência de diferentes tipos de mudanças. Em alguns casos, um pouco de experiência bilíngue é suficiente. Em outros, muito mais é necessário. Mas em geral, a regra é fácil: quanto mais, melhor.

 

A origem das diferenças dos bilíngues é a experiência de recrutar o sistema de controle executivo para o processamento de língua comum. Quanto mais tempo de experiência você tiver, mais eficiente vai ser.

 

Então as conclusões se aplicam a pessoas que simplesmente aprendem uma segunda língua?

 

Não muito. Para muitas coisas, você precisa de uma experiência bilíngue muito maior para que essa diferença possa ficar clara.

 

Temos um estudo em que dividimos adultos entre aqueles realmente bilíngues, aqueles intermediários, até os monolíngues. Demos a eles algumas tarefas sutis. Quando comparamos os realmente bilíngues com os realmente monolíngues, vemos esse efeitos. Bilíngues fazem as tarefas melhor e seus cérebros são mais eficientes. Mas se você olhar nos intermediários, eles não são muito melhores do que os monolíngues.

 

Nos estudos com crianças, como as crianças estão desenvolvendo essas habilidades, é mais fácil distinguir padrões mais sutis. Então, para crianças, mesmo pequenos aumentos da experiência bilíngue estão associados com uma melhor performance.

 

Por que decidiu estudar os efeitos do bilinguismo na demência?

 

Em 2004, publicamos nosso primeiro estudo com adultos mostrando os efeitos do bilinguismo. Até então, esses resultados eram relatados em crianças. Chamou muito a atenção da mídia e acho que falei com cerca de 300 jornalistas. Cada um deles, sem exceção, perguntou: “O que isso significaria para demência?”. Eu dizia: “Não sei, não estudamos a demência”. Expliquei que só selecionamos adultos saudáveis.

 

Mas eu pensei: se 300 jornalistas pensam que essa é uma pergunta interessante, deve ser uma pergunta interessante. Não tínhamos nenhuma evidência de que o bilinguismo teria algum efeito na memória ou na função do lobo temporal médio, afetado pela demência. Mas fizemos o estudo de qualquer maneira.

Crianças começam a aprender outro idioma cada
vez mais cedo (Foto: Reprodução/TV Integração)

 

Para nosso ligeiro espanto, descobrimos que, entre os bilíngues, a demência era diagnosticada em média 4,5 anos depois do que nos monolíngues. A razão não é clara, mas a resposta deve ter algo a ver com o fato de os bilíngues usarem a função frontal aprimorada do cérebro como compensação, quando declina a função medial.

 

Há desvantagens em ser bilíngue?

 

Há várias coisas que os bilíngues fazem pior do que os monolíngues. Ironicamente, todas são coisas de linguagem. Bilíngues têm um vocabulário menor em cada língua, têm um processo de recuperação de palavras mais lento e que envolve mais esforço. É mais difícil lembrar das palavras para eles. O processamento da língua parece envolver mais esforço.

 

Essas vantagens cognitivas dos bilíngues seriam suficientes para justificar matricular uma criança em uma escola bilíngue?

 

Há muitas razões para promover o bilinguismo em crianças. Uma delas é porque nossa pesquisa mostra que é muito bom para a cognição e o desenvolvimento. Essa é uma razão, mas há ainda mais razões para criar crianças com oportunidades bilíngues que são baseadas em resultados sociais, educacionais e ocupacionais.

 

Aprender outras línguas, além do que faz com o céu cérebro e com a função executiva, é bom porque alarga o horizonte das crianças. No caso de famílias que tem história de imigrantes, conecta as crianças com seu passado, permite que eles conversem com os avós. É bom para as crianças de muitas formas, e eu diria que, de todas as razões para apresentar as crianças oportunidades bilíngues em educação, os argumentos de cognição que estou dando são os menos importantes.

 

Fonte: Globo

Categoria: Em pauta
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ALUNOS DE PSICOLOGIA FAZEM DOAÇÃO DE CHOCOLATES A CRIANÇAS CARENTES

Uma iniciativa do acadêmico Gabriel Filipi, do curso de Psicologia do UDF, gerou bons frutos. O objetivo foi arrecadar caixas de bombons para serem doadas às crianças da creche Maria de Jesus, localizada na Cidade Estrutural. A entidade atende cerca de 120 crianças de 1 a 12 anos, filhas de catadores do lixão, também localizado na cidade.

 

O resultado foi além do esperado, pois, ao todo, 234 caixas foram arrecadadas. A entrega foi realizada por três acadêmicos do curso que organizaram, também, um dia inteiro de lazer dedicado ao lazer dos pequenos.

 

Dentre as diversas atrações montadas pelos acadêmicos, houve programação musical, realização de brincadeiras e jogos com música, além de lanche, também conseguido por meio de doações.

 

De acordo com Gabriel, o objetivo era proporcionar um momento de alegria para as crianças. “Como estava no período de páscoa, eu havia até postado uma foto antes da distribuição dizendo que essa entrega seria uma Ressurreição de Sonhos”, finaliza.

 

Categoria: UDF pra você
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