APÓS DEZ ANOS, GOOGLE ANUNCIA QUE O ORKUT SERÁ DESATIVADO

As comunidades serão mantidas na rede como uma espécie de arquivo a partir de 30 de setembro

Uma das redes sociais mais populares está com data marcada para acabar. O Google anunciou nesta segunda-feira (30/6) que vai desativar o Orkut em setembro. “Ao longo da última década, YouTube, Blogger e Google+ decolaram, com comunidades surgindo em todos os cantos do mundo. O crescimento dessas comunidades ultrapassou o do Orkut. Por isso, decidimos dizer adeus ao Orkut e concentrar nossas energias e recursos para tornar essas outras plataformas sociais”, informou por meio de nota.

 

Novas contas não poderão ser criadas a partir de hoje, no entanto, os usuários poderão fazer o login para resgatar fotos, scraps e depoimentos e, quem sabe, conferir a sorte do dia e ver como está o seu Buddy Poke.

 

Após o prazo de seis meses, não será possível acessar o endereço www.orkut.com, uma vez que o engenheiro turco Orkut Büyükköktën assumiu o controle do domínio. Quem optar por manter as informações da página será possível migrar para o Google +, rede social ainda em expansão.

 

As comunidades, que fizeram sucesso, como a “Eu odeio acordar cedo”, que reuniu mais de 6 milhões de usuários, serão mantidas na rede como uma espécie de arquivo a partir de 30 de setembro.

 

Fonte:  Correiobraziliense

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JOVENS BRASILEIROS TROCAM FACEBOOK POR APLICATIVOS DE MENSAGENS

Site deixa de ser elo entre amigos, dizem adolescentes do Brasil ao G1. Executivo da empresa admite que, nos EUA, jovem não é mais tão assíduo.

Executivos do Facebook começam a demonstrar preocupação porque os jovens dos Estados Unidos já não entram todo dia na rede social, fato exposto na divulgação do resultado financeiro no dia 30 de outubro. O Brasil parece seguir a mesma tendência.

 

A estudante Beatriz Bechelli, de 17 anos, prefere o Instagram ao Facebook. (Foto: Guilherme Zauith/G1)

 

“Eu não gosto mais do ‘Face’, perdi a vontade de usar. Eu comecei a achar as mesmas coisas dele, mas em outros lugares”, diz a estudante Manuela Borchardt, de 15 anos, três de Facebook, que mora em São Paulo.

 

Redes como Instagram, Twitter e aplicativos de mensagens como WhatsApp estão entre os favoritos nas telas dos smartphones dos adolescentes.

 

Adolescentes de três estados brasileiros ouvidos pelo G1 contam que continuam curtindo o Facebook, mas como ferramenta de estudos, para acompanhamento de provas e trabahos escolares, e raramente como diversão. “Eu usava mais para lazer, mas vem diminuindo mesmo. Agora com o Instagram, quem vai colocar foto no Facebook? Mas eu percebo que isso vem me ajudando na escola”, diz Beatriz Bechelli, estudante de 17 anos, de São Paulo, citando a rede social de fotos comprada pelo próprio Facebook em 2012.

 

“Eu acho que é uma coisa mais utilitária, tanto como acender ou apagar a luz”, palpita João Pedro Santana Macedo, de 16 anos, que mora em São Paulo. “Esse é o lado bom: quando eu preciso fazer algum trabalho”, complementa Giovanna de Cássia Gregodutti, de 13 anos, que também é da capital paulista.

 

Enquanto os estudos ficam na rede de Mark Zuckerberg, o lado mais social dos jovens se concentra nos aplicativos, especialmente os apps de mensagens como o WhatsApp e o Snapchat. Até o Twitter, apesar da limitação de caracteres, é uma opção entre os jovens entrevistados.

 

O Facebook evitou comentar se a fuga de usuários jovens que ocorre nos EUA se repete no Brasil e, como disse o diretor David Ebersman durante a divulgação do balanço da empresa em outubro, a empresa trabalha para garantir o “engajamento para públicos de todas as idades”.

 

Os jovens, porém, são os usuários que apontam tendências na rede. No Brasil, isso é ainda mais crítico, já que o país tem a segunda maior população de adolescentes noFacebook, com 12,2 milhões de usuários com idade de 13 a 17 anos, ou pouco mais de 14% dos 86 milhões de membros da rede social. O G1 conversou com 11 jovens brasileiros nesta faixa etária sobre uso de ferramentas sociais no dia a dia.

 

Privacidade
“Apesar de o Facebook ter virado quase uma extensão da sua vida, as pessoas perderam a noção do que é público e do que é privado”, analisa Beatriz. “Acho que a gente está usando [o Facebook] porque todo mundo tem e é uma maneira de juntar todas as plataformas, mas eu uso só para a escola e para meus interesses pessoais”, afirma a jovem que deseja estudar fora do país e encontra na rede social pessoas que já passaram pela experiência.

 

Larissa Nogueira Reis, de 16 anos, também de São Paulo, diz que o que a incomoda é o lado artificial dos usuários aflorado no site. “As pessoas ficam postando fotos como se a vida fosse uma maravilha. Outro dia eu vi uma foto de um casal e parecia que estava tudo bem, mas logo depois eles se separaram.”

 

“Tem gente desconhecida que eu não adicionei e fica comentando e curtindo minhas coisas. Postei uma foto e um cara que eu não conheço comentou ‘linda’”, diz Giovanna de Cássia.

 

O paulistano, Marcos Rossini Diniz, de 13 anos, também reclama da exibição em sua “timeline” de postagens de pessoas que não são seus contatos. “Não são meus amigos, mas pessoas de páginas que eu curto e eu acabo recebendo esses textos e vídeos.”

 

Para não enfrentar esses dissabores, os jovens preferem ter cada vez mais na ponta dos dedos aplicativos específicos para bater papo com os amigos. “Eu tenho muitos amigos que estão saindo do Facebook e estão preferindo outros apps como o WhatsApp, o Instagram e o Twitter”, diz Giovanna.

 

“Muita gente está deixando de usar o Facebook pra usar esses aplicativos, mas quem não tem smartphone vai usar o Facebook”, diz o gaúcho Caio Menezes, de 13 anos. Larissa Silva Faria, de 16 anos, também de São Paulo, diz preferir o WhatsApp, mesmo também tendo instalado no celular o aplicativo de mensagens do Facebook. “É mais prático, mais simples e trava menos.”

 

Fuga de jovens
Na avaliação dos criadores do aplicativo WeChat, concorrente do WhatsApp, os adolescentes, em geral, buscam ferramentas de comunicação rápida.

 

“Os jovens estão buscando alternativas ágeis e práticas para comunicação, que tenham mais funcionalidades e proporcionem uma boa experiência ao usuário, algo mais completo que uma rede social e que ofereça interação com seus contatos”, disse Katie Lee, executiva do WeChat, em entrevista por e-mail.

 

O paraense João Manoel Chagas, de 13 anos, lista ainda o Skype, que usa para falar com pessoas que conhece em jogos on-line. Segundo o jovem, com a possibilidade de ter conversas “cara a cara”, “no Skype você pode descobrir se a pessoa tem um caráter bom. No Facebook, a pessoa pode falar bem, mas ter um comportamento totalmente diferente das redes sociais”.

 

Para Staci Youn, gerente de comunicações do LINE, aplicativo de mensagens que também disputa espaço com WhatsApp e WeChat, a debandada dos jovens rumo aos apps de bate papo ocorre no mundo todo.

 

“Apenas olhando para o crescimento global de novos usuários no mundo todo e para outros apps de mensagens ganhando tração globalmente, podemos dizer que é um fenômeno global”, avalia.

 

Com 280 milhões de usuários no mundo todo, o LINE, de origem asiática, privilegia o envio de desenhos e animações para sinalizar emoções, algo que o próprio Facebook começou a adotar. “Enxergamos o mercado brasileiro como um impulsionador de tendências em muitos aspectos”, afirma.

 

Alessandra Paletta Giner, de 16 anos, diz usar o WhatsApp “todas as horas em que está acordada” e afirma que o Facebook está um “pouco chato”, mas há o lado positivo. “O negócio de você postar foto e vídeo do que você quiser é muito bom. É o único que une tudo”, diz.

 

Na visão da jovem, a necessidade de respostas rápidas pode ser o motivo pelo qual os adolescentes estão se afastando do Facebook. “A minha idade é uma idade que quer, tipo, tudo na hora. Se mandar um e-mail, a chance de alguém te responder em um minuto é muito pequena. Então, se você mandar alguma coisa que pode esperar até amanhã, para alguém da minha idade, é melhor nem mandar”, conclui.

 

Fonte: G1 (Íntegra)

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POSTAR FOTO EM REDES SOCIAIS DEIXA A COMIDA MAIS GOSTOSA

E não é que essa modinha tem uma razão de ser? Bem, talvez seus amigos ainda não tenham se dado conta, mas essa mania de postar fotos daqueles pratos mexicanos deliciosos antes de comê-los deixa a comida mais gostosa.

 

É o que dizem os pesquisadores da Universidade de Minnesota e Universidade Harvard. Segundo o estudo, criar um ritual antes de comer qualquer coisa faz com que sua comida ganhe um sabor extra.

 

E pra provar eles convidaram 26 voluntários para comer uma barra de chocolate. Mas antes de abocanhar o doce eles deveriam, sem desembrulhá-lo, quebrar a barra na metade. Só então poderiam desembrulhar uma metade e comer – e, em seguida, fazer o mesmo com a outra parte. Outros 26 convidados ganharam a mesma barra de chocolate, mas não precisaram fazer nenhum ritual antes de comê-la.

 

Depois de concluir essa difícil tarefa, cada participante preencheu um questionário para contar quanto havia apreciado o doce. E o pessoal do ritual gostou bem mais do chocolate do que os outros. É que, dizem eles, tirar e postar fotos do prato antes de comê-lo aguça sua percepção sobre a comida e o sabor dela.

 

Viu só, se você adora postar fotos de comida no Instagram ou Facebook, agora já tem como justificar essa mania.

 

Crédito da foto: whatemilydidnext.files.wordpress.com

 

Íntegra Super Interessante

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CASAIS LEVAM 244 TUÍTES E 70 MENSAGENS NO FACEBOOK PARA SE APAIXONAREM

Como vários estudiosos já afirmaram, com o aumento da inserção das pessoas nas redes sociais, o contato físico, o encontro no restaurante, uma reunião no barzinho ou qualquer outro evento social da vida real ficou mais incomum e quando acontece, não é mais a mesma coisa.

 

 

As notificações do celular “pulam” na tela, a luz do visor acende, a som dá o alerta. Plim! O que fazer? Responder logo, continuar conversando com os amigos da faculdade que você não via há anos? Ah, mas é só um inbox (texto privado no Facebook), é apenas uma DM (mensagem direta no Twitter) ou um Whatsaspp (aplicativo de mensagens no celular). E assim o momento que era para ser “de verdade”, interagindo com quem está por perto, acaba se tornando o mais do mesmo na internet.

 

Os números do amor

Um estudo realizado pela varejista de eletrônicos PIXmania, no Reino Unido mostra que para conquistar um novo parceiro as pessoas levam em média 244 tuítes, 163 mensagens de texto, 70 mensagens no Facebook, 37 e-mails e 30 telefonemas (E você aí achando que estava exagerando hein). Assim homens e mulheres têm se apaixonado mais rápido do que no tempo dos nossos pais ou avós.

 

Diferença

Os casais com mais de 55 anos afirmaram na pesquisa que o processo de paquera levou em média 78 dias, enquanto os com até 25 anos levaram menos de um mês, um prazo de 24 dias para já intitular alguém como namorado. Dois terços disseram que se sentiam bem em estabelecer contato com o pretendente no intervalo de quatro horas depois do primeiro encontro.

 

Os homens investem mais na modalidade “procurando um @mor”. Eles mandam em média 517 mensagens no Facebook e tuítes durante um ano, enquanto as mulheres enviam 386. O número de casais que troca textos e imagens com conteúdo pornográfico aumentou mais de um terço. E mais da metade dos entrevistados contou que tem facilidade em uma abordagem por meio da tecnologia.

 

Fim do relacionamento

Para finalizar, os últimos dados do estudo mostram que 36% das pessoas terminam um namoro pelo telefone, 27% por SMS e 13% pelas redes sociais. Um dado interessante e, particularmente, triste é que apenas um em cada dez casais ainda escrevem cartas de amor.

 

A tecnologia hoje é uma extensão do ser humano, faz parte do dia a dia. Usamos para diversão, trabalho, passar tempo, estudar, trocar informações, etc. E, talvez, por isso seja mais fácil nos ligarmos de uma forma simples e quase automática a esse mundo. Assim, precisamos ficar atentos para não deixar que a internet tome o lugar da vida real, do que é realmente importante.

 

 

Fonte: Íntegra Correio Web

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YAHOO! ANUNCIA A COMPRA DO TUMBLR POR US$ 1,1 BILHÃO

Criada em 2007, a plataforma de blogs possui 175 funcionários. Em 2011, empresa havia sido avaliada em US$ 800 milhões.

Da France Presse

 

A empresa informou em um comunicado que o Tumblr será operado de forma independente, como uma empresa separada. Informou também que “substancialmente todo” o valor da negociação será pago em dinheiro.

 

A empresa americana de internet Yahoo! anunciou nesta segunda-feira (20) a compra da popular plataforma de blogging Tumblr por US$ 1,1 bilhão.

 

O diretor-executivo do Tumblr, David Karp, vai continuar como presidente-executivo da empresa. Os produtos, serviços e marcas continuarão a ser definidos e desenvolvidos de forma separada.

 

“O Tumblr está redefinindo a expressão criativa online”, informou a presidente-executiva do Yahoo!, Marissa Mayer, em comunicado. “Em muitos sentidos, Tumblr e Yahoo! não poderiam ser mais diferentes e, ao mesmo tempo, não poderiam ser mais complementares”, disse a executiva.

 

Após os boatos sobre a aquisição, o Yahoo! anunciou na sexta-feira (17) que uma entrevista coletiva seria organizada nesta segunda-feira em Nova York, nos Estados Unidos, sem especificar o tema, mas prometendo “compartilhar algo especial”.

O Tumblr foi criado em fevereiro de 2007 e atualmente tem 175 funcionários. Disponível em 12 idiomas, afirma ter 107,9 milhões de blogs e 50,7 bilhões de publicações.

 

Em 2011, a empresa sediada em Nova York havia sido avaliada por investidores em US$ 800 milhões.

 

Fundado em 1994 na Califórnia, o Yahoo! é um gigante da internet com 11,5 mil funcionários, mas nos últimos anos teve problemas financeiros.

 

A compra do Tumblr seria uma estratégia para reativar o crescimento, liderado por Marissa Mayer, uma das mulheres mais poderosas do Vale do Silício.

 

Fonte: G1 (Íntegra)

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FORMSPRING SERÁ DESATIVADO NO DIA 31 DE MARÇO

Saiba como exportar os dados de sua conta

Depois do MSN e do Google Reader, mais um serviço online anuncia seu fim. De acordo com um post em seu blog oficial, o Formspring será desativado no dia 31 de março. A rede de perguntas e respostas, que tem cerca de 30 milhões de usuários registrados, teria dificuldades para gerar renda. Segundo o seu fundador, Ade Olonoh, “apesar da grande audiência, é um desafio sustentar o pessoal necessário para manter o site funcionando”.

 

“Ask me a question” // Crédito: Reprodução

 

 

O Formspring funciona até o dia 31 de março e, no dia 15 de abril, todos os dados da rede serão deletados.

 

Caso você queira armazenar seu histórico na rede, faça login em sua conta e entre neste endereço (http://www.formspring.me/?next=account/export#login). Clique no botão ‘export’ e o sistema irá preparar um pacote com seus dados. Quando esse material estiver pronto, você receberá um e-mail, notificando que pode fazer o download do arquivo.

 

Íntegra Galileu

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A MODA AGORA É COPIAR VIRAIS DA INTERNET

Não é de hoje que tendências lançadas na internet passam a fazer parte do cotidiano de brasileiros, até mesmo saindo do mundo virtual e invadindo a vida de muita gente. O “boom” que alguns vídeos, hits ou até mesmo jargões causam estimula a reprodução de novas versões, muitas com direito a adaptações. Prova disso, são os flash mobs que rapidamente se tornaram comuns.

 

“O interessante é que muitas pessoas se mobilizam em momentos assim. É um novo fenômeno cultural, e esta mudança é expressa por redes sociais. O consumidor passa a ser produtor e, dessa forma, ele passa a interagir com aquilo que lhe diverte”, destaca o professor de Aprendizagem e Arte Colaborativa Online, Lúcio Teles.

 

A tarde de ontem ilustra bem o que diz o especialista. Cerca de 300 jovens se reuniram na Esplanada dos Ministérios para gravar a versão brasiliense de Harlem Shake, um viral que é febre em diversas partes do mundo. A música é criação do norte-americano DJ Baauer, mas ganhou fama quando um grupo de amigos produziu um curioso vídeo com coreografias desengonçadas.

 

Durante uma semana, nove jovens se esforçaram para organizar o evento. A ideia era fazer entre um grupo de amigos, apenas com 20 pessoas. Mas  o projeto tomou outras proporções, e rapidamente se espalhou pela rede. No Facebook, 1.964 pessoas confirmaram presença. “A música é como se fosse um vírus, ela te pega mesmo e não tem jeito. Queremos representar o País”, diz a organizadora Ellen Gonçalves.

 

A previsão é de que o vídeo, com duração de 30 segundos, esteja no ar até amanhã. Efeitos e adaptações serão trabalhados na versão. “Nosso objetivo é nos divertir”, conta Leandro Sucupira, um dos envolvidos.

 

Íntegra: Clica Brasília

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MULHERES REPRESENTAM 47% DO PÚBLICO DE GAMES NO BRASIL

Foi-se o tempo em que o mundo de games era restrito aos homens e às ocasionais amigas nerds dos meninos mais viciados. É que, de acordo com uma pesquisa realizada pelo IBOPE Media, as mulheres já representam um montante de 47% das pessoas que jogam, com regularidade, algum tipo de jogo eletrônico no Brasil.

 

Intitulada “1ª. Pesquisa Games Pop”, o estudo – divulgado pela Atrativa, subsidiária latino-americana da produtora GameHouse – aponta ainda que 51% destas mulheres pertencem à classe A, e têm idade entre 40 e 49 anos. Surpreendente, né? Um pouco, mas nem tanto. É que antes de você sair atrás de conferir se sua mãe ou tia andam viciadas em Uncharted ou Assassin’s Creed, vale saber o seguinte: na verdade, boa parte dessa dimensão se deve ao crescimento de games casuais online, para PC e redes sociais. Sim, ainda tem muita gente jogando Farmville e Song Pop.

 

Nesses segmentos, a participação feminina varia entre 55% (jogos casuais) e 77% (jogos disponíveis em redes sociais). “Os jogos casuais trazem uma experiência simples, sem jogabilidade complexa, para aquelas pessoas que gostam de se divertir, mas sem investir muito tempo ou esforço. Além disso, o apelo estético e a temática também fazem diferença. O público casual procura diversão instantânea, para aqueles momentos curtos do dia em que precisamos de distração”, explica André Faure, diretor executivo da Atrativa.

 

Fonte: Íntegra Super Interessante

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