MULHERES RECONHECEM HOMENS INFIÉIS COM APENAS UM OLHAR

Não adianta inventar mil mentiras, esconder seu passado. Esse tal sexto sentido feminino parece realmente funcionar.

 

 

Pelo menos entre as 34 mulheres (ok, esse número é beeeem pequeno) quem foram convidadas por pesquisadores da Universidade Ocidental da Austrália. Elas e outros 34 homens analisaram as fotos dos rostos de 189 adultos caucasianos e depois tiveram de dizer se eram infiéis ou não. Os donos e donas das imagens já haviam contado aos pesquisadores se costumavam trair ou não seus parceiros.

 

E, sim, elas desmascararam boa parte dos mocinhos infiéis – sem julgá-los pela beleza. “Quanto mais ‘machão’ maior era o risco de ser classificado como infiel e de ter uma história sexual cheia de traições”, explica o pesquisador Gillian Rhodes. Já os homens não se saíram tão bem assim. Eles tentavam julgar as mulheres mais bonitas como as mais safadas, mas erraram na maior parte das vezes.

 

É, amigo, melhor ficar na sua. Mesmo porque, vale lembrar, esse negócio de traição ainda pode te levar a um infarto fatal.

 

Íntegra Super Interessante

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5 CONSELHOS ERRADOS QUE AS REVISTAS FEMININAS DÃO SOBRE O AMOR

Regras infalíveis para conquistar o homem dos sonhos e fazer a relação durar são um clássico da filosofia de boteco feminina. Boa parte delas a ciência desmente – e dá pistas sobre o que realmente funciona.

 

Latinstock/Corbis

 

Você precisa bancar a indiferente

 

Vários conselhos giram em torno deste tema: “não atenda todas as ligações para não parecer tão disponível, invente uma desculpa para não ir para cama com ele na primeira noite, não exagere nos cuidados e no afeto ou ele vai se espantar e fugir”. Bobagem, meros joguinhos. O que parece mesmo fazer o affair deslanchar é achar alguém com as mesmas intenções que você: relacionamentos duram quando as duas pessoas têm níveis de comprometimento parecido, segundo um levantamento de um time de pesquisadores da Universidade de Minnesota. Eles analisaram os perfis e vídeos de 78 casais discutindo para tentar resolver o problema que mais lhes incomodava. Os vídeos foram vistos e analisados conforme as manifestações de hostilidade – expressões de frieza e rejeição, por exemplo – e desesperança de cada um. Também foi avaliado como os parceiros tentavam acalmar um ao outro. Resultado: os casais com diferença de comprometimento foram os que demonstraram mais hostilidade e tendência ao rompimento. Quando os dois eram superempenhados ou superdesencanados, a tendência era ficar tudo bem. A reciprocidade é o que vale: se o outro dá sinais de estar na sua, é atencioso, te liga etc., não faz sentido querer bancar a indiferente pra fazer charminho. O tiro pode sair pela culatra.

 

Ele anda apático? Prepare um jantar romântico

 

Nada disso. Esquentar um relacionamento que anda meio morno – como dizem as revistas femininas – exige maior quebra de expectativa. Melhor levá-lo para andar de montanha-russa. Um estudo publicado por Arthur Aron, pesquisador da Universidade de Stony Brook, em Nova York, expôs casais desanimados a experiências novas e excitantes, como ver filmes de terror, e notou melhora na qualidade de vida da dupla. A conclusão é que nessas situações ocorre um aumento de neurotransmissores como dopamina, adrenalina e norepinefrina – também produzidas quando você se apaixona -, o que faz lembrar o começo do namoro. O problema do jantar romântico é que pode ser rotineiro demais, portanto, com menor capacidade de liberar as mesmas substâncias.

 

Latinstock/Corbis

 

Nunca deixe ele perceber que o jogo está ganho

 

Outra receita clássica é de que os joguinhos de sedução no início da relação devem se manter no longo prazo – seria importante não abrir a guarda totalmente, deixar o parceiro sempre com alguma dúvida sobre os seus sentimentos e sua entrega. Muita gente persegue essa máxima ao longo de toda a vida a dois. Pois bem. Cientistas da Universidade do País Basco que estudaram esse comportamento chamam essas pessoas de “inseguros esquivos”, do tipo que não se envolve demais porque, no fundo, acredita que é melhor “não ter” do que ter e perder. É aquele preocupado em estar sempre por cima. O outro tipo de inseguro são os ansiosos, que fazem o oposto: forçam a intimidade e cuidam compulsivamente do parceiro. São justamente aqueles que costumam dar aos amigos a impressão de estar por baixo na relação e ouvem esses conselhos de que “você se entrega demais, faz tudo pra ele, seja menos dedicada” ou o radical “homem gosta mesmo é de ser pisado”.

 

Essa classificação de inseguros esquivos, inseguros ansiosos e seguros foi usada por Javier Gomez Zapiain, líder do estudo basco, ao avaliar os modelos afetivos dos 211 casais voluntários da pesquisa, para investigar a relação entre o sexo, a afetividade e as demonstrações desse afeto. As pessoas eram avaliadas e separadas nesses 3 grupos e respondiam a questionários. Conclusão? Quem, na média, demonstrou mais satisfação sexual e mais felicidade na vida a dois foram os de perfil seguro. Eles são os que sabem trocar de papel conforme o momento da relação e de cada um. Segundo os pesquisadores, são pessoas que conseguem se colocar em posição de dependência e reconhecer quando precisam de suporte, além de se expressar quando estão passando por momentos de ansiedade, e ao mesmo tempo lidar com a carência do outro, entender quando o parceiro está se sentindo mal e precisa de atenção. Rebatendo o conselho: demonstrar que você está carente e precisa muito da pessoa não necessariamente vai causar desinteresse no outro. Abrir a guarda faz parte, além de dar o sinal verde para que o outro também possa se mostrar fragilizado quando for o caso.

 

Não vá para a cama no primeiro encontro

 

“Resista à tentação ou ele vai pular fora na manhã seguinte”, é o que martelam na cabeça das mulheres. Mas será que a estratégia surte algum efeito? Uma análise de 2010 da Universidade de Iowa considerou um estudo com 642 adultos heterossexuais de Chicago, que responderam sobre a qualidade do seu relacionamento e o tempo que demoraram para fazer sexo. Casais que liberaram geral na primeira noite não disseram estar menos felizes do que os que esperaram. “É possível que o amor verdadeiro surja quando as coisas começam com uma abordagem mais direta, quando as pessoas flertam, se envolvem sexualmente e depois constroem a relação”, diz Anthony Paik, o sociólogo responsável pela análise. Vai nessa linha a pesquisa feita pelo site Match.com com mais de 5 mil pessoas solteiras – e consultoria da antropóloga Helen Fisher, da Universidade de Rutgers, nos EUA. Ela mostrou que 35% da amostra já saiu para um encontro casual, fez sexo na primeira noite e manteve um relacionamento longo depois disso. Segundo Barry Gibb, biólogo da University College London e autor do livro The Rough Guide to Brain, é até melhor ir logo para cama e descobrir se vocês são compatíveis. Se forem, vai ser demais e haverá grande liberação de ocitocina e vasopressina, hormônios do desenvolvimento do apego e da confiança. Se não, vocês partem para outra e pronto. Desse ponto de vista, as duronas estariam apenas perdendo tempo.

 

Se ele está mesmo apaixonado, vai se lembrar das datas especiais

 

Parece ser realmente legal quando um cara presenteia a mulher com um buquê de flores para celebrar a data da primeira vez que eles dividiram juntos um chiclete. Afinal, gestos valem mais do que palavras, certo? Talvez não. Em um estudo publicado em 2010, as psicólogas Lara Kammrath e Johanna Peetz, das universidades de Wilfrid Laurier, no Canadá, e de Colônia, na Alemanha, afirmam que os sentimentos amorosos podem levar a alguns comportamentos românticos, mas não a outros. Atitudes mais espontâneas, como dizer “eu te amo” e oferecer uma massagem relaxante quando a companheira chega em casa cansada, estão mais associadas à paixão do que a ações que dependem de uma memória de longo prazo e de planejamento, tipo se lembrar de datas especiais, organizar uma serenata ou não esquecer de tirar o lixo (caso isso seja uma prova de amor para você, como foi para algumas das garotas do estudo). Seria o atestado de razão para aqueles que desconfiam que aquele amigo que costuma fazer surpresas cinematográficas para todas as namoradas, na real, faz isso mais porque gosta de um espetáculo do que movido por uma paixão avassaladora, maior que a dos outros.

 

Fonte: Íntegra superinteressante

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ACESSAR O FACEBOOK DE EX-COMPANHEIRO PIORA O HUMOR

Pessoas com o hábito apresentam mais emoções negativas e dificuldade para superar o término

Acompanhar as atualizações que um antigo amor faz em seu perfil do Facebook ou outra rede social pode ser mais nocivo do que parece. Um estudo da Escola de Ciências Sociais da Universidade Brunel, na Inglaterra, mostra que pessoas que têm esse hábito apresentam mais emoções negativas em relação ao ex-parceiro, como inveja, raiva e hostilidade, menos maturidade em vários aspectos da vida e mais dificuldade em apontar algum saldo positivo do relacionamento que terminou.

 

A psicóloga Tara Marshall pediu que 464 usuários do Facebook que já haviam tido a experiência de terminar um namoro, a maioria mulheres cursando a universidade, respondessem a um questionário on-line que avaliava os padrões de uso do site e os sentimentos em relação ao último “ex”. Os resultados, publicados no Cyberpsychology, Behavior and Social Networking, mostra que os voluntários que mantinham o antigo companheiro entre seus amigos virtuais ou que, não o tendo, acompanhavam seu perfil de outras formas (por exemplo, através da página de algum amigo em comum) apresentavam níveis de crescimento pessoal semelhante ao de stalkers, isto é, pessoas que perseguem e invadem a privacidade de outras de maneira doentia. Também relatavam se sentir mais tristes, ansiosos e mal-humorados depois que acessavam a página.

 

Estudos anteriores sugerem que, dos quase 1 bilhão de usuários da rede social, ao menos um terço costuma dar uma “espiadinha” na atividade virtual dos ex. “A maioria das pessoas tende a postar imagens e informações positivas sobre si. Assim, uma pessoa de ‘coração partido’ fica exposta a uma espécie de propaganda do ex, o que dificulta a superação do término ou, como se vê, desperta inveja, ressentimento e embota o processo de retirar aprendizado do que viveu com aquela pessoa”, diz Tara.

 

Fonte: Íntegra Uol

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VOCÊ É FIEL?

Pelo que tudo indica, homens e mulheres têm traído mais ultimamente. Um dos motivos para traição ter aumentado, está relacionado ao papel que a mídia vem desempenhando nos últimos tempos, mostrando a traição de maneira mais aceitável. As novelas, por exemplo, têm apelado muito para este novo cenário.

 

 

Uma pesquisa feita pela Fundação Nacional de Ciência dos EUA em 2010 apontava que 19% dos homens e 14% das mulheres traíram. Já em 2011esse número subiu para 23% e 19% respectivamente.

 

Os cientistas dizem ainda que as mulheres estão menos preocupadas e estão indo em busca de relacionamentos mais abertos. Já os homens estão querendo mais estabilidade. Hum….

 

E você é fiel ou não? Responda se tiver coragem!

 

Fonte: Galileu

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