EM MEIO AO TEMPO SECO, APRENDA A ECONOMIZAR ÁGUA E ENERGIA

Como consequência do período de seca que atingiu o Brasil durante o mês de fevereiro, jogando para baixo o nível de reservatórios como o da Cantareira, em São Paulo, diminuir o consumo e – sobretudo – o desperdício de água neste verão virou palavra de ordem na casa de muita gente para afastar de vez a ameaça de racionamentos.

 

 

Além disso, é fundamental que haja, também, a economia de energia elétrica, que é influenciada pela queda dos sistemas de abastecimento hídrico. Isso porque, segundo informações da Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp), a matriz energética brasileira é preponderantemente originada de usinas hidrelétricas. Contudo, é a própria energia que, em muitas ocasiões, faz funcionar o bombeamento de água nas adutoras que abastecem as cidades.

 

 

No entanto, o que se vê é a falta de controle sobre o consumo de ambas. Por essa razão, algumas medidas preventivas precisam ser tomadas, sobretudo nesta temporada.  Em casa, por exemplo, o banho deve ser rápido, pois cinco minutos são suficientes para higienizar o corpo. Além disso, vale a pena fechar o registro do chuveiro enquanto o corpo é ensaboado para ajudar a reduzir o consumo tanto de água quanto de energia. Já na hora de escovar os dentes, convém molhar a escova e fechar a torneira durante a limpeza.

 

 

De manhã, logo ao acordar, também é importante lavar o rosto e fazer a barba rapidinho, pois um minuto de torneira meio aberta já representa o gasto de 2,5 litros de água. Na cozinha, antes de lavar a louça, a dica é remover, primeiro, os restos de comida dos pratos e panelas com esponja e sabão e, só depois, enxaguá-los. Além disso, é de bom tom usar regador para molhar as plantas, vassoura para limpar a calçada e o pátio de casa, assim como balde e pano para lavar o carro.

 

 

Para economizar os gastos nas contas de luz, recomenda-se, também, novos hábitos, como juntar bastante roupa suja para lavar tudo de uma vez na máquina, aproveitar ao máximo a iluminação natural, utilizar lâmpadas fluorescentes em ambientes que necessitam de mais claridade, colocar a chave do chuveiro na posição “verão”, não deixar aparelhos elétricos ligados na tomada desnecessariamente porque, mesmos desligados, consomem energia e utilizar o ferro de passar roupa uma única vez por semana.

 

 

Íntegra: Terra

 

Categoria: Acontece
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PROFESSOR DO MÓDULO ESCLARECE RESPONSABILIDADE DE CONTADORES NAS COMPANHIAS

Qual é o limite da responsabilidade do Contador na prestação de serviços para as empresas?

O contador é o único preposto obrigatório que todo empresário deve possuir. É mandamento legal, conforme determina o Código Civil. Sabe-se que o contador é responsável pela veracidade das informações contábeis e financeiras da empresa que ele presta serviços. Esta responsabilidade deriva de contrato expresso, ou não, que o contador ajusta com o seu cliente, mas principalmente por força da lei.

Mas é de se questionar: Qual a dimensão desta responsabilidade? Será que ela se restringe apenas aos termos do contrato com o cliente, isto inclusive, quando o contrato “fala” qualquer coisa a este respeito?

De acordo com o Código Civil o contador, no exercício da sua função, é pessoalmente responsável perante o cliente, por atos e omissões culposas. Isto significa dizer que o contador, pessoalmente, com seu patrimônio, responde perante o cliente por prejuízos decorrentes de tudo que ele faça, ou deixe de fazer, desde que com culpa. Para tal é necessário averiguar se houve negligência, imprudência, ou imperícia do contador.

Praticando o contador algum ato considerado ilícito poderá ser responsabilizado e ter que ressarcir o prejuízo, assim manda o artigo 927 do Código Civil.

O Código Civil, artigo 186, estabelece como ato ilícito “aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar danos a outrem, ainda que exclusivamente moral”.

Todo profissional de contabilidade deve estar atento para bem cumprir as suas obrigações, o Código Civil, no parágrafo único do artigo 927, estabelece a obrigação “de reparar o dano independentemente de culpa, nos casos específicos em lei, ou quanto a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem”.

Mas ainda o Código Civil estabelece que o contador responda solidariamente com o seu cliente, perante terceiros, por atos dolosos. O exercício da profissão contábil também poderá estar sujeita às normas do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8078 de 11 de setembro de 1990) que, dentre outras regras, determina a obrigação do prestador dos serviços em fornecê-lo de modo adequado, prestando todas as informações ao consumidor/cliente, sob pena de “responsabilidade pessoal dos profissionais liberais” (leia-se, do contador) mediante culpa.

No exercício da sua profissão, o contador, também desenvolve “práticas fiscais”, como lançamento de tributos, emissão de guias e quando não o pagamento dos tributos, após receber do cliente o dinheiro (esta prática, o pagamento do tributo, jamais deveria ser feita pelo contador).

O Código Tributário (artigo 135, II) também institui responsabilidade pessoal ao contador por “créditos correspondentes a obrigação tributária resultante de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei”, posto que preposto da empresa. É importante lembrar que a responsabilidade por infração tributaria independe da intenção do agente, ou seja, da vontade do contador.

O contador, caso apurado ato ilícito que ele tenha praticado, podemos dizer com base na legislação tributária brasileira, será pessoalmente responsável. Já vi fatos, onde o contador pratica o desvio de dinheiro entregue a ele, com destinação específica para recolhimento de tributos. Além das considerações anteriores, ele também estará sujeito as regras do Código Penal, podendo responder conforme o caso, pelo crime de apropriação indevida e estelionato.

É necessário que o contador reforce os seus conhecimentos, para exercer suas atribuições com muita atenção e zelo, para que não responda pelo uso inadequado de sua preposição.

*Alexandre Silva da Motta, advogado empresarial e professor do Centro Universitário Módulo

 

 

 

 

Categoria: Fique de Olho
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MULHERES SE DESTACAM NOS INVESTIMENTOS

As mulheres são melhores do que o homem quando o assunto é investimentos. É o que garante um estudo realizado pelo instituto americano de pesquisa Ledbury, divulgado pelo Barclays Capital.

A palavra-chave está no autocontrole. “As mulheres possuem um maior desejo de autocontrole do que os homens”, diz o estudo.

Além disso, de acordo com o levantamento, elas tendem a ter menor compostura e um maior desejo de autocontrole financeiro, que está associado com o desejo de utilizar essas estratégias na hora de investir. Elas também são mais propensas a acreditar que essas estratégias são eficazes. Por esse motivo, o estudo revelou que as mulheres que investem ganham até 1% a mais por ano em comparação com os homens.

Já eles tendem a ficar estressados com mais facilidade, sendo que a consciência é parcialmente responsável por seu maior desejo de disciplina financeira. Mais do que isso, os homens necessitam mais de disciplina, pois costumam ser excessivamente confiantes na hora de investir.

Por Lívany Salles

Fonte: Vilamulher

Categoria: Em pauta
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