10 DICAS PARA UMA VIDA MAIS SAUDÁVEL

Garanta mais disposição e saúde com alertas de médicos e nutricionista

1 – Evite refrigerantes e atenção aos sucos prontos. O consumo de refrigerantes normais está relacionado a diabetes e obesidade, enquanto o de não adoçados (como light, diet e zero) causa piora do funcionamento dos rins. Já a frutose proveniente das frutas e que adoça os sucos prontos, quando consumida em excesso pode provocar aumento da pressão arterial.

 

2 – Distribua melhor as refeições ao longo do dia. Tente se alimentar a cada três horas para evitar redução do metabolismo e sobrecarga em determinadas refeições (principalmente à noite). Além disso, evite que o corpo entre na chamada “reserva de energia”, que é quando o organismo entende que, pelo jejum prolongado, precisa armazenar calorias, dificultando a perda de peso.

 
3 – Aumente o consumo de líquido ao longo do dia, preferencialmente água. A ingestão contínua de líquidos mantém o metabolismo em constante movimento, assim como a atividade das células corporais e o funcionamento do intestino. Não espere a sede. Se ela chegar, é sinal de que o corpo já está desidratado.

 

4 – Prefira alimentos integrais em substituição aos carboidratos refinados. Os integrais levam mais tempo para serem digeridos, promovendo maior tempo de saciedade e melhor funcionamento do intestino.

 

5 – Não consuma alimentos muito calóricos no jantar, isso pode prejudicar o sono. Além disso, como o metabolismo fica mais lento à noite, o gasto de calorias nesse período será menor, podendo gerar ganho de peso.

 

6 – Pratique atividades físicas, elas são fundamentais para promover condicionamento, aumentar a longevidade e diminuir o estresse. Para quem tem mais de 35 anos, exercícios físicos ajudam a manter a massa muscular. A prática é importante porque parte do metabolismo depende da massa muscular.

 

7 – Só consuma medicamentos sob orientação médica. Sem o acompanhamento profissional, as pessoas tendem a tomar medicação em excesso ou a deixar de tomar medicamentos que realmente precisam.

 

8 – Durma bem. Para um sono mais tranquilo, evite: refeições pesadas à noite, cafeína depois das 17 horas e exercícios físicos extenuantes no período noturno.

 

9 – Tenha um hobbie ou faça atividades de que goste bastante, saindo da rotina. É uma ótima maneira de escapar do círculo de pensamentos preocupantes e de manter a motivação.

 

10 – Procure informação e ajuda para parar de fumar ou de consumir álcool em excesso. O cigarro é fator de risco para inúmeras doenças e sobrecarrega muito o aparelho pulmonar e o sistema circulatório. Já o álcool, além de trazer problemas comportamentais, é bastante nocivo ao fígado e ao pâncreas, que são fundamentais para o nosso metabolismo.

 

Fonte: Einstein

 

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VEJA DICAS PARA FAZER LANCHES MAIS LEVES E SAUDÁVEIS AO LONGO DO DIA

Na hora que bate a fome ou entre o almoço e o jantar, muita gente costuma optar por lanches mais calóricos. Momentos de ansiedade ou tristeza também pedem alimentos mais gordurosos. Mas será que essas escolhas são por causa do gosto das pessoas ou por falta de opção? No Bem Estar desta segunda-feira (17), o endocrinologista Alfredo Halpern e a nutricionista Elaine Moreira deram dicas de como driblar essa dificuldade e encontrar lanches saudáveis no dia a dia.

 

Segundo os especialistas, o lanche é a refeição feita entre o almoço e o jantar para diminuir a fome nessas refeições principais.

 

Apesar de ser importante para a saúde, a hora do lanche pode também ser perigosa, principalmente por causa da falta de opções. Para mostrar a dificuldade de achar opções menos calóricas, o apresentador Fernando Rocha foi às ruas com uma equipe do Bem Estar procurar um lanche mais natural.

 

Em um trajeto de mais ou menos 12 km, ele usou um celular para registrar o desafio – no caminho, apareceu de tudo: cachorro quente prensado, torresmo, biscoito de polvilho, pipoca, empadinha, coxinha, esfiha, lanche de mortadela com queijo, pão de leite com queijo, hambúrguer, amendoim e chocolate. Até o fim do caminho, não havia sinal de nada saudável até que finalmente a equipe encontrou um local que vendia sucos e vitaminas de frutas, como mostrou a reportagem.

 

Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, essa falta de opções é um grande obstáculo para uma alimentação balanceada – o médico defende que comer um salgado ou algo mais calórico uma vez ou outra não tem problema, mas quando isso se torna um hábito, pode ser ruim.

 

Para mostrar, por outro lado, que existe comida saudável na rua, a repórter Natália Ariede foi conhecer os caminhões móveis com pratos mais leves – a novidade tem sido uma opção para quem não quer exagerar na hora do lanche, como mostrou a reportagem.

 

Outro problema que pode atrapalhar a rotina alimentar é também o estado emocional – segundo o médico, muita gente desconta agonias e tristezas na comida. A repórter Daiana Garbin foi às ruas descobrir o que as pessoas comem em momentos de estresse e as respostas foram diversas: chocolate, pudim, coxinha, massas, esfihas e tortas, por exemplo.

 

O problema é que, na maioria das vezes, as pessoas escolhem esses alimentos no fim da tarde por gula e não por fome, como mostrou a reportagem.

 

Apesar das dificuldades e da gula, a nutricionista Elaine Moreira explicou que é possível fazer um lanche saudável.

 

Segundo a especialista, o importante é fazer combinações corretas, sem restringir a apenas um grupo alimentar – por exemplo, uma refeição com pão com manteiga, bolo e suco tem só carboidratos; se for de iogurte, achocolatado, peito de peru e queijo, só proteínas; e no caso de granola, pipoca e banana, apenas fibras. Todas essas combinações são exemplos de lanches ruins, como mostrou a nutricionista.

 

O ideal é que a refeição tenha os três grupos. A especialista alerta que é bom evitar bolos, biscoitos recheados, salgadinhos e refrigerantes e preferir sempre alimentos naturais ou minimamente processados.

 

Outra dica é levar lanches de casa, como pacotinhos pequenos de sementes, peras, iorgurtes, maçãs, bananas e outros alimentos leves.

 

Confira os vídeos aqui: Bem Estar

 

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NUTRIÇÃO NA GESTAÇÃO

Texto elaborado pelo depto. científico da VP Consultoria Nutricional

 

Há muitas dúvidas que cercam o período de gestação. Será que a gestante tem que se alimentar por 2 pessoas mesmo? A resposta é não! Apesar de a qualidade ter que ser melhor do que nunca, pois a necessidade de micronutrientes é aumentada, isso não significa que a quantidade deve ser o dobro.

 

No primeiro trimestre da gestação não há necessidade de aumentar a ingestão calórica diária; já no segundo trimestre há necessidade de um aumento de aproximadamente 300kcal por dia e, no terceiro trimestre, mais 100kcal. Isso é muito pouco perto do que muitas grávidas “se dão o direito” de consumir a mais. Uma refeição leve, no intervalo entre as grandes refeições, já pode atingir este aumento de calorias.

 

A proteína é o principal nutriente necessário para construção de novos tecidos, ou seja, fundamental para o desenvolvimento do feto; portanto, estas calorias a serem adicionadas devem ser provenientes, principalmente de fontes alimentares ricas em proteínas, como carnes, leguminosas, como os feijões, oleaginosas (nozes, avelã, macadâmia, castanhas) e cereais ricos em proteínas, como amaranto e quinoa.

 

Estudos têm demonstrado que a maior parte das gestantes só tem índice ótimo de nutrientes no sangue quando estes são suplementados, em comparação com aquelas que apenas dependem da alimentação como fonte de seus nutrientes.

 

O ácido fólico é a vitamina mais importante para a prevenção de doenças do túbulo neural no feto e má formação do bebê, além de participar da formação de células do sangue e do crescimento fetal, do desenvolvimento do DNA do bebê e da placenta. A necessidade diária é de 600 microgramas, mas em casos de algumas doenças genéticas, esta necessidade pode estar ainda mais aumentada. O uso contínuo de certas medicações anticonvulsivantes, assim como antibióticos e anticoncepcionais orais podem levar também à insuficiência dessa vitamina. Por isso, a importância da suplementação. Este nutriente também previne aborto espontâneo e complicações, como parto prematuro e baixo peso do bebê.

 

O zinco tem uma competição com a absorção de ácido fólico – por isso, é fundamental que para o equilíbrio de absorção de nutrientes, além do ácido fólico, seja utilizado o zinco. A deficiência de zinco também está associada com má formação do feto. Por isso, não se deve brincar. Sinais de deficiência de zinco, como queda de cabelo, manchas brancas nas unhas, acne e digestão lenta devem servir de alerta – e, dependendo do caso, pode ser necessário até aumentar as doses de suplementação.

O ferro frequentemente suplementado também diminui a absorção do zinco. Então, mais uma vez, a importância deste nutriente. Raramente as mulheres engravidam com o estoque suficiente de ferro para a gestação; portanto, para prevenir anemias ferroprivas que desencadeiam alterações (baixa tolerância a hemorragias, infecções e baixa distribuição de oxigênio ao útero, placenta e feto) já é recomendada também a suplementação deste nutriente, mesmo com uma alimentação equilibrada.

 

Apesar de fundamental, a suplementação de ferro também pode inibir a absorção de cobre, que em geral é outro nutriente que grávidas consomem em teores reduzidos – assim, o cobre também deve ser considerado.

 

A vitamina B6, pertencente ao complexo B, é importante para a formação de aminoácidos, além de estar envolvida com a redução dos sintomas de náuseas e vômitos. Porém, a suplementação de vitaminas do complexo B deve ser realizada em conjunto, já que, como o próprio nome diz, fazem parte de um complexo e são melhor absorvidas e aproveitadas pelo organismo quando suplementadas em conjunto.

 

A vitamina D é fundamental para a formação dos ossos e dentes do bebê, além de diminuir o risco de problemas respiratórios. A melhor forma se de obter vitamina D é pela exposição ao sol e, como é cada vez mais rara essa exposição adequada, a deficiência deste nutriente está cada fez mais frequente. Se você não se expõe adequadamente ao sol, provavelmente necessitará também desta suplementação.

 

A necessidade de cálcio também é ainda maior para a formação dos ossos do bebê e dentes. Fora isso, também há uma reserva maior na mãe para a fase da lactação, onde este nutriente é muito demandado.

 

A pré-eclampsia (hipertensão induzida pela gravidez), um problema frequente na gestação, pode ser prevenida com a utilização de vitamina C e suplementações de Magnésio. A suplementação de magnésio também evita o baixo crescimento do bebê no útero, controla edema e cãibras nas pernas.

 

O Iodo é fundamental para o desenvolvimento cerebral do feto, evitando cretinismo e atrasos no desenvolvimento da criança. O ômega-3 também está relacionado com o desenvolvimento cerebral, psicomotor e visual do bebê. Estudos indicam que ele melhora inclusive o QI (quociente de inteligência) das crianças, quando suas mães recebem maiores fontes de ômega-3 durante a gestação.

 

Muitas vezes, a alimentação repetitiva, sem tanta variedade, com poucas frutas, verduras e legumes, pode ser deficiente em diversos nutrientes. Além disso, o estresse e outras alterações associadas podem aumentar a necessidade nutricional. Somando a isso, a consequência de um solo cada vez mais pobre em nutrientes, em muitos casos pode ser necessário o uso de multivitamínicos e minerais nesta fase de gestação, para garantir o desenvolvimento saudável do bebê e da mãe também, para que ela, ao final da gestação, esteja plenamente fortalecida e com a energia necessária para cuidar do mais novo integrante da família.

 

Claro que não se deve depender apenas da suplementação para garantir uma gestação saudável. A suplementação deve ser uma complementação a uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes, cereais integrais, oleaginosas e carnes de boa qualidade (peixes, frango caipira, carnes magras) e uma hidratação adequada.

 

Referências Bibliográficas:

  1. MAHAN, L.K.; ESCOTT-STUMP, S. Alimentos, Nutrição & Dietoterapia. 11 ed. Ed. Roca, 2005.
  2. HAIDER BA, YAKOOB MY, BHUTTA ZA. Effect of multiple micronutrient supplementation during pregnancy on maternal and birth outcomes. BMC Public Health; 11 Suppl 3:S19, 2011.
  3. SKEAFF SA. Iodine deficiency in pregnancy: the effect on neurodevelopment in the child. Nutrients; 3(2):265-73, 2011.
  4. LIFSCHITZ C. New actions for old nutrients. Acta Sci Pol Technol Aliment; 11(2):183-92, 2012.
  5. CAMPOY C, ESCOLANO-MARGARIT MV, ANJOS T, et al. Omega 3 fatty acids on child growth, visual acuity and neurodevelopment.  Br J Nutr; 107 Suppl 2:S85-106, 2012.

 

Categoria: Retrato
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PIZZA SAUDÁVEL

Menos sal e mais vitaminas

Pizza saudável, essa é boa. Quem nunca sentiu culpa por ter comido pizza e saído da dieta que atire a primeira pedra. Esse sentimento ruim pode ter os dias contados.

 

A nutricionista Mike Lean, da Universidade de Glasgow, em parceria com o empresário Donald Maclean, criaram a pizza legal. Além de ser mais saudável, a pizza tem menos sal, menos calorias e 30% das vitaminas e minerais necessários em um dia.  O ingrediente usado para fazer a massa são algas marinhas, que tem o nível de sódio de cerca de 3,5% comparado aos 40% do sal”, além de ter vitamina B12 e um excelente sabor, acrescenta o Donald.

 

Para aumentar a presença de vitamina C , é usado tomate e pimentão vermelho, e além desses nutrientes, cada pizza é enriquecida com magnésio, potássio, ácido fólico e vitamina A.

 

As pizzas serão vendidas apenas congeladas para conservarem melhor os nutrientes. Os criadores agora lutam para tornar o preço da pizza mais acessível. A triste notícia é que não tem previsão para chegar ao Brasil. Então, enquanto ela não chega por aqui, vamos de pizza à “brasileira” mesmo, mas sempre de maneira moderada – para não se arrepender dos quilinhos extras depois.

 

Fonte: Só notícia boa

Categoria: Acontece
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